UE proíbe os “bifes” vegetais. Os “hambúrgueres” vegetarianos continuam na grelha
Mais de 3,1 milhões de doses de vacinas contra clostridioses foram disponibilizadas no mercado brasileiro entre os dias 1º e 12 de junho de 2026, segundo informou o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária).
De acordo com a pasta, foram colocadas à disposição dos produtores 3,1 milhões de doses no período. Todo o volume disponibilizado corresponde a vacinas importadas.
As clostridioses são doenças bacterianas que afetam principalmente bovinos, ovinos e caprinos, podendo causar prejuízos econômicos significativos à pecuária devido à alta taxa de mortalidade dos animais infectados.
Em meio à demanda por imunizantes veterinários, o Mapa afirmou que mantém atuação permanente junto à indústria de insumos veterinários para ampliar a oferta de vacinas no país. Entre as medidas adotadas estão o incentivo ao aumento da produção nacional, a viabilização de importações e a agilização dos procedimentos de fiscalização e liberação dos produtos.
Segundo o ministério, o objetivo é garantir o abastecimento do mercado e atender às necessidades dos pecuaristas, especialmente em um momento de reforço das estratégias de prevenção sanitária nos rebanhos.
A pasta não detalhou quais fabricantes foram responsáveis pelas doses importadas nem os países de origem dos imunizantes disponibilizados no período.

O ato é parte de um movimento nacional contrário à prática e busca chamar a atenção para os impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de animais vivos.
Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.
“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.
Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.
“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.
Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.
“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.
Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.
“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.

O ato é parte de um movimento nacional contrário à prática e busca chamar a atenção para os impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de animais vivos.
Ativista do Movimento Nacional pelo Fim das Exportações de Animais Vivos, Patrícia Aguiar, defendeu que animais não sejam transportados ainda vivos para que sua carne seja consumida em outros países.
“A gente não quer acabar com o agronegócio. O que a gente quer acabar é com essa crueldade que acontece com os animais. Nas exportações, os animais passam por maus-tratos intrínsecos, desde a saída das fazendas até o final deles, que é no Oriente Médio, com o abate. O que a gente quer é acabar com as exportações dos animais vivos. Quer exportar? Exporte carne congelada”, ressaltou.
Em entrevista à Agência Brasil durante o ato, a ativista afirmou que, durante essas viagens, os animais são submetidos a muitos tipos de violência, sendo obrigados a viver em espaços apertados e em meio às próprias fezes e urinas, além de serem expostos a quantidades elevadas de amônia.
“Nas exportações, eles já vão em caminhões fechados por cinco ou seis dias na estrada. Eles vão em pé, com o piso escorregadio, porque, ali, eles defecam e urinam. Muitos chegam com as patas quebradas já no porto e são obrigados a embarcar no navio com essas patas quebradas”, contou.
Outro problema seria a superlotação. Segundo ela, os navios são antigos e chegam a embarcar até 24 mil bois.
“A exportação de animais vivos, além de ser cruel, é totalmente antiética e inconstitucional, porque fere o artigo da Constituição sobre tratamento aos animais. Além disso, ela é anti-ambiental, por conta dos riscos de acidentes, como a gente já teve aqui no Brasil, em 2015, no Pará, quando um navio naufragou com 5 mil bois”.
Segundo a ativista, atualmente, cinco projetos de lei estão tramitando no Congresso Nacional buscando proibir ou aumentar a taxação de exportação e importação de animais vivos.
“Hoje, nós temos cinco projetos de lei que estão parados. O que está mais à frente é um que está no Senado, o Projeto de Lei 3093/2021, que pede totalmente o fim da exportação de animais vivos”.
VTM
No concelho de Montalegre, por exemplo, os produtores dão conta que os ataques têm sido frequentes nas últimas semanas, atingindo, sobretudo, ovinos e bovinos.
À VTM, Rafael Azevedo, da União dos Produtores de Gado Lesados pelos Lobos, realçou que os ataques “acontecem quase diariamente” e que os prejuízos se acumulam sem resposta eficaz. Só desde domingo, foram “pelo menos 10” os animais atacados.
“Isto tem sido diário. Os criadores já não sabem o que hão de fazer”, frisa, acrescentando que muitos produtores já equacionam abandonar a atividade.
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Comprar este artigo — 1,00€The post Ataques de lobo multiplicam-se e agravam dificuldades dos produtores appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.