La Fiscalía General admite dos reuniones de la mano derecha de García Ortiz, Diego Villafañe, con las cloacas del PSOE


El presidente estadounidense, Donald Trump, aseguró este miércoles que Irán ha tardado demasiado en negociar un acuerdo y que ahora "tendrán que pagar las consecuencias". "Irán solo habla y no actúa. ¡El matón de Oriente Medio está MUERTO! Han tardado demasiado en negociar un acuerdo que les habría beneficiado enormemente, ¡ahora tendrán que pagar las consecuencias!", dijo Trump en su red social, Truth Social, después de que Irán afirmara que va a revisar la continuación de las negociaciones tras las últimas hostilidades.
Esta pasada noche ha sido la peor, en términos de ataques, desde el alto el fuego establecido el 8 de abril, después de que las fuerzas estadounidenses atacasen varios puntos del sur del país como represalia por el supuesto derribo de un helicóptero en el estrecho de Ormuz. Irán respondió con bombardeos contra 21 objetivos militares estadounidenses en todo Oriente Medio, incluido Jordania, Kuwait y Baréin, un extremo negado por Washington.
El portavoz del Ministerio de Exteriores iraní, Ismail Bagaei, aseguró este miércoles que, tras estos ataques, van a "revisar la situación actual" de las negociaciones con EE.UU., ya que "el proceso diplomático no se desarrolla en el vacío, y para avanzar en cualquier proceso diplomático se necesita un clima mínimo en el que trabajar".
Trump apuntó en su mensaje en Truth que "el ejército iraní es un completo desastre" e insistió en que "gran parte de él, como su Armada y Fuerza Aérea, ya ni siquiera existe; han sido totalmente derrotados". Y aseguró en otra publicación que el bloqueo naval impuesto por Estados Unidos en Ormuz es el "más exitoso en la historia de la guerra naval".
"NADA PASA a menos que nosotros queramos. ¡ES UN MURO DE ACERO! Irán no está haciendo NINGÚN negocio, no está pagando a su ejército ni ninguna de sus facturas, ¡y se está convirtiendo rápidamente en una NACIÓN FALLIDA! Se está escapando mucho petróleo. ¡Alabado sea Alá!", añadió el mandatario.
Autoridades iraníes afirmaron que en los ataques estadounidenses fueron destruidas varias torres de comunicaciones y dos desalinizadoras en la zona de Sirik, lo que ha dejado sin agua potable a unas 20.000 personas.


© AP

Adversário do Brasil na estreia da Copa do Mundo, o Marrocos é protagonista de algumas curiosidades da Seleção Brasileira. De um um rival histórico de Pelé até o primeiro jogo do atual ciclo de Mundial, os marroquinos sempre estiveram no caminho da camisa verde amarela no maior palco do futebol.
Os dois países se enfrentam neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey, na primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
1. O rival de Pelé
O grande rival internacional de Pelé na sua primeira Copa do Mundo, em 1958, na Suécia, foi um marroquino. Just Fontaine, que nasceu em Marrakech, em 13 de agosto de 1933. Como o Marrocos era uma colônia francesa, ele defendeu os Le Blues e estabeleceu o recorde de maior número de gols em uma edição do torneio, balançando as redes 13 vezes nos gramados suecos.
2. Primeira vítima de Ronaldo
Em 16 de junho de 1998, Ronaldo marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo justamente sobre o Marrocos, numa vitória por 3 a 0, em Nantes, pela segunda rodada do Grupo A.
3. Brasil ‘atrapalha’ Marrocos com revés
O Brasil chegou à última rodada do Grupo A da Copa da França, em 1998, já classificado às oitavas. De toda forma, defendia diante da Noruega, em Marselha, uma invencibilidade de 23 jogos em fases de grupos do Mundial, com 20 vitórias e três empates, numa sequência iniciada em 1970, no México.
A Seleção larga na frente, com gol de Bebeto aos 33 minutos do segundo tempo, resultado que combinado com os 3 a 0 que Marrocos aplicava sobre a Escócia, classificava os marroquinos às oitavas.
Mas os noruegueses viram na reta final do confronto, com gols de Tore Andre Flo, aos 38, e Rekdal, aos 43 minutos da etapa final cobrando pênalti cometido por Junior Baiano. Este resultado eliminou Marrocos.
4. Início do atual ciclo
O primeiro jogo da Seleção Brasileira no ciclo 2022-2026 foi justamente contra o Marrocos, em 25 de março de 2023, em Tânger. Ainda sem treinador, pois Tite deixou o cargo após a eliminação nas quartas de final na Copa do Catar, o Brasil foi comandado interinamente por Ramón Menezes e perdeu por 2 a 1.
5. Primeiro jogo pós-Pelé
O amistoso de 25 de março de 2023, quando o Brasil perdeu para o Marrocos por 2 a 1, em Tânger, foi o primeiro da Seleção após a morte de Pelé, em 29 de dezembro de 2022. Por isso, todos os jogadores entraram em campo com camisas que tinham o nome do Rei do Futebol nas costas.
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Centenas de manifestantes, muitos com os rostos cobertos, atacaram a polícia e incendiaram veículos em diferentes locais da Irlanda do Norte em uma onda de violência anti-imigração na noite de terça-feira (9), que acontece após um ataque com faca pelo qual um homem sudanês foi acusado de tentativa de homicídio.
Homens mascarados incendiaram casas de famílias em Belfast, capital do país, e atearam fogo em carros e ônibus depois que um vídeo do ataque, no qual a vítima perdeu um olho, ter viralizado.
Líderes políticos afirmaram que a violência tem como alvo minorias étnicas. “É evidente que as pessoas foram alvejadas na noite passada por causa da sua origem e não vou tolerar isso”, declarou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, em comunicado. “Os responsáveis sentirão todo o rigor da lei.”
O suspeito do ataque no norte de Belfast, um homem sudanês de 30 anos, identificado como Hadi Alodid, compareceu em um tribunal nesta quarta-feira (10), onde teve a prisão preventiva decretada. A vítima, na casa dos 40 anos, sofreu ferimentos graves no rosto e nas costas, segundo o tribunal.
Vídeos do ataque circularam online durante toda a terça-feira, provocando apelos a protestos violentos nas redes sociais.
A polícia teve que ajudar uma família a escapar de uma casa em chamas. Diversos carros e um ônibus foram incendiados e reduzidos a cinzas. Políticos locais e um pastor disseram que muitas das vítimas eram negras.
“Não há desculpa nem justificativa para esses ataques”, disse a primeira-ministra da Irlanda do Norte, Michelle O’Neill. “Grupos de homens mascarados incendiando casas e expulsando famílias de seus lares é nada menos que um ato de covardia repugnante.”
O ataque, que atualmente não está sendo tratado como terrorismo, ocorre em um momento de tensões elevadas no Reino Unido após o assassinato de um estudante que foi algemado pela polícia enquanto agonizava devido a ferimentos de faca, depois que seu assassino, um homem sikh, alegou falsamente um ataque racista.
O ataque também ocorre após repetidos protestos sobre imigração, com partidos populistas afirmando que a política de asilo do Reino Unido permitiu a entrada de homens perigosos no país.
O bilionário da tecnologia Elon Musk republicou diversas mensagens denunciando a situação do Reino Unido. Em resposta a uma publicação do ativista anti-imigração Tommy Robinson sobre o caso no norte de Belfast, na qual ele convocava protestos após “mais um ataque de invasores contra o nosso povo”, Musk disse: “Somente protestando REPETIDAMENTE e EM ALTO E BOM SOM haverá alguma mudança!!”
A ministra da Justiça da Irlanda do Norte, Naomi Long, disse à agência de notícias Reuters que “pessoas de má-fé”, que antes teriam dificuldade em encontrar a província num mapa, tentaram instrumentalizar o medo e a raiva compreensíveis provocados pelo ataque com faca para atacar pessoas da mesma cor de pele.
“Não permitam que as vossas preocupações genuínas sejam manipuladas por pessoas de má-fé”, afirmou ela. “Sabemos na Irlanda do Norte o dano que se pode causar quando se demoniza um grupo inteiro de pessoas por causa do comportamento de alguns, e não queremos voltar a essa situação.”

Claire Hanna, líder do SDLP (Partido Social Democrata e Trabalhista, da oposição na Irlanda do Norte), descreveu a violência como um “pogrom racial”. “O ecossistema online que fomentou isso agora vai seguir em frente e o povo de Belfast terá que lidar com as consequências”, disse ela à Reuters.
Protestos menores foram relatados em outras partes da Grã-Bretanha na noite de terça-feira, incluindo em Londres, onde manifestantes bloquearam brevemente a Praça do Parlamento, e nas duas maiores cidades da Escócia, Glasgow e Edimburgo.
A desordem na Irlanda do Norte é o mais recente episódio de violência no Reino Unido em resposta a um crime, frequentemente associado a imigrantes, o que levou alguns proeminentes ativistas anti-islâmicos e anti-imigração a convocarem as pessoas a “irem às ruas”.
O pastor Jack McKee, de Belfast, disse à emissora britânica BBC que alguns membros de sua igreja, que moravam lá há 20 anos, estavam sendo expulsos simplesmente por serem negros.
A imigração tem sido historicamente baixa na Irlanda do Norte devido ao conflito de três décadas entre nacionalistas irlandeses, em sua maioria católicos, que buscavam a unificação da Irlanda, e unionistas pró-britânicos, predominantemente protestantes, que queriam permanecer no Reino Unido, e as forças armadas britânicas.
A migração tem aumentado nos últimos anos, e o sentimento anti-imigração tem se intensificado tanto na Irlanda do Norte quanto em partes da República da Irlanda.
Segundo o censo de 2021, 96,6% dos habitantes da Irlanda do Norte eram brancos.
A Irlanda do Norte também foi palco de tumultos anti-imigração no ano passado, em meio à indignação causada por uma suposta agressão sexual. As acusações contra dois jovens foram posteriormente retiradas pela promotoria.
A audiência da Champions League Feminina registrou um forte crescimento na temporada 2025-26. Segundo relatório divulgado pela Uefa, entidade que comanda o futebol europeu, o número de espectadores mais que dobrou e deve atingir pelo menos 44,5 milhões ao final do ciclo.
Antes mesmo da decisão, mais de 39,7 milhões de telespectadores acompanharam partidas da competição. Os jogos foram transmitidos para 207 territórios, enquanto a final contou com exibição em TV aberta por meio de 30 parceiros de transmissão, tornando-se a decisão mais amplamente disponível da história do torneio.
O engajamento nas redes sociais também apresentou avanço expressivo. Os vídeos relacionados à competição somaram 947 milhões de visualizações, um aumento de 50% em relação à temporada anterior. As impressões chegaram a 1,49 bilhão (+44%), enquanto as interações alcançaram 52 milhões (+16%).
A Uefa destacou ainda o equilíbrio esportivo da competição em seu novo formato. Quase metade das partidas (49%) terminou com vitória por apenas um gol de diferença ou empate, enquanto 33% dos jogos tiveram viradas no placar.
“Do ponto de vista esportivo, o nível foi extraordinário e, sob a perspectiva da audiência, a competição estabeleceu um novo padrão para o futebol feminino de clubes”, afirmou Nadine Kessler, diretora de Futebol Feminino da Uefa.
“E, claro, a final, mais uma vez com ingressos esgotados em uma nação histórica para o futebol feminino, como a Noruega, entregou tudo o que esperávamos e muito mais”, acrescentou.
A temporada foi encerrada em 23 de maio, quando um público com lotação máxima no Ullevaal Stadion, em Oslo, viu o Barcelona derrotar o Lyonnes e conquistar o título.
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El juez de la Audiencia Nacional José Luis Calama ha enviado a Estados Unidos una petición de colaboración para que las autoridades judiciales de Washington accedan a incorporar en la causa, en la que está imputado José Luis Rodríguez Zapatero, el contenido del teléfono móvil del que fuera presidente de Plus Ultra Rodolfo Reyes. La Policía española ya tenía el contenido de este dispositivo, que fue clonado en Miami en 2021 sin autorización judicial expresa, y los agentes han utilizado los mensajes de Reyes (“Lo tiene grupo Zapatero desde esta mañana”, “Camilo estuvo hoy con ZP. Le dijo que todo va viento en popa”, “nuestro pana Zapatero detrás”) en varios informes para sustentar las acusaciones contra el expresidente del Gobierno. El magistrado Calama busca dar garantías a la incorporación de estos indicios en el procedimiento para poder utilizarlos en un hipotético juicio.

© Claudio Álvarez
Um dos refletores do Estádio Gabriel Peri está quebrado há semanas, deixando um canto do campo no escuro, mas os jogadores sub-17 do ES Nanterre continuam treinando em uma noite fria de junho.
Na linha lateral, o treinador Gael Diarra observa atentamente enquanto jovens jogadores em teste, vindos dos subúrbios próximos de Paris, jogam com os jogadores já consagrados do time sub-17 do Nanterre, na esperança de serem novamente observados.
“Se vocês acham que deram o seu melhor hoje, não precisam voltar na sexta-feira. Se acham que não estiveram no seu melhor, aí sim, voltem”, diz Diarra no final, sob o olhar atento de Fahd Rakhaoui, um dos intermediários que trazem os jogadores.
Apesar de não possuir uma academia profissional, o Nanterre compete no mais alto nível juvenil da França, o Campeonato Nacional Sub-17, tendo chegado às quartas de final este ano, onde perdeu por 2 a 1 para o poderoso Paris Saint-Germain.
A ascensão do Nanterre é uma espécie de curiosidade nos círculos do futebol, especialmente em Paris, onde academias gigantes como PSG, Paris FC e Estrela Vermelha dominam a pirâmide de desenvolvimento de jogadores.
Nanterre também oferece uma visão da evolução mais ampla do próprio futebol em uma nação que, mais uma vez, está entre as favoritas para vencer a próxima Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11).
A chamada seleção francesa “Black-Blanc-Beur”, que venceu a Copa do Mundo de 1998, tornou-se um símbolo de uma república multicultural, misturando jogadores brancos, negros e norte-africanos em uma equipe que parecia personificar uma nação unificada.
No entanto, o slogan também mascarava realidades mais duras de desigualdades e discriminação que continuaram a moldar a vida de muitos na França muito depois do fim das comemorações.
Três décadas depois, a geografia do futebol francês mudou. O fluxo de talentos é menos nacional e mais concentrado nos subúrbios parisienses — áreas residenciais operárias e com grande população imigrante — onde o futebol profissional é o sonho dominante.
Aproximadamente 23% dos jogadores da Seleção Francesa de 2026 nasceram na região de Paris, quase três vezes o número registrado em 1998.
“Sinceramente, não adianta procurar em outro lugar — a maioria dos melhores jogadores da França vem daqui”, disse Damien Durand, atacante do clube parisiense Estrela Vermelha, que, como muitos de seus amigos, passou pela fase inicial nos subúrbios.
“Dá para montar praticamente uma seleção nacional composta 100% por jogadores da região da Île-de-France”, acrescentou, referindo-se à área metropolitana de Paris.
O caso mais notório é o do capitão da França, Kylian Mbappé, que cresceu no subúrbio de Bondy, no nordeste da França, assim como seus companheiros de equipe William Saliba e Randal Kolo Muani.
Outros bairros, incluindo Sevran, Aulnay-sous-Bois, Montfermeil, Trappes e Argenteuil, são importantes fontes de jovens talentos para academias de elite e seleções nacionais de base.
A crescente predominância de jogadores de origem imigrante e suburbana significa que muitos têm opções além da França.
De fato, dos 1.248 jogadores que participaram da Copa do Mundo deste ano, 4,3% nasceram em Paris – muito mais do que em qualquer outra cidade –, segundo a empresa de dados esportivos Opta.
Essa tendência ocasionalmente causou problemas, expondo o desconforto em alguns setores sobre a mudança no perfil do futebol francês.
Em 2011, o futebol francês foi abalado pelo chamado “caso das cotas”, após altos dirigentes da federação serem acusados de discutir limites para jogadores com dupla nacionalidade nas categorias de base, em meio a preocupações de que a França estivesse investindo pesadamente no desenvolvimento de jogadores que posteriormente optariam por representar seleções africanas.
A diversidade de origens reflete a história da França, especialmente a de seus antigos territórios na África. “Em certa medida, sim, a França também se beneficia de seu passado colonial”, disse o técnico do Nanterre, Diarra.
Yves Gergaud, ex-chefe de recrutamento da academia do Paris FC, observou que a influência da imigração remonta a tempos ainda mais antigos.
“Já havia italianos, poloneses e muitas outras comunidades imigrantes contribuindo para o futebol francês”, disse ele, referindo-se aos fluxos migratórios do início do século XX.
“E hoje, as seleções africanas também se beneficiam das estruturas de desenvolvimento francesas, porque muitos jogadores nasceram na França ou se desenvolveram nos subúrbios e academias francesas.”
O próprio Gergaud, de 52 anos, cresceu no subúrbio de Bobigny, improvisando jogos entre bancos e em quadrados de concreto que aprimoravam as habilidades técnicas e mentais sem que as crianças soubessem.
“Tudo o que você precisava era de uma bola… O futebol começa primeiro na rua e no parquinho”, disse Gergaud, que recrutou o jogador francês Kingsley Coman para o PSG quando ele tinha apenas nove anos.
“Quando as crianças brincam de dois contra dois ou três contra três em espaços apertados, elas aprendem a resolver problemas sob pressão… Mentalmente, em bairros operários, você precisa vencer para manter a cabeça erguida.”
No entanto, ele acredita que o sistema atual produz jogadores demais para um número muito pequeno de oportunidades profissionais.
“Matematicamente, é impossível que todos tenham sucesso.” Não é de surpreender que olheiros se multipliquem por Paris, aumentando tanto as oportunidades quanto a pressão.
Os treinadores precisam equilibrar ambição com bem-estar. Diarra, do Nanterre, preocupa-se com a obsessão do futebol moderno por estereótipos de perfil atlético, resultados instantâneos e dinheiro.
“O dinheiro se tornou a principal motivação para os jogadores. E às vezes até para os pais”, disse ele. “Antes, era realmente uma questão de paixão.”
No campo atrás dele, o zagueiro Jehovani Lukeba, um congolês de 17 anos nascido na Inglaterra, sonha em se tornar um dos melhores do mundo e jogar pelo PSG.
“O que me faz sonhar é jogar diante de multidões enormes, em grandes estádios, viajando pelo mundo todo”, disse ele.
Laila Lakhmyess, cujo filho de 13 anos, Reda, joga no Nanterre, trabalha com jovens infratores em centros de detenção juvenil e vê o futebol tanto como uma forma de proteção quanto como uma ambição.
“É disciplina. Impede que as crianças fiquem perambulando na rua, fumem, bebam ou se envolvam com delinquência”, disse ela.
Ela também sabe o quão brutal o sistema pode ser, com a maioria das crianças eventualmente sendo expulsas e algumas sentindo vergonha pelo fracasso.
“A coisa mais difícil para um pai é equilibrar o sonho com a realidade, porque se tornar um jogador de futebol profissional é algo reservado a muito poucos”, disse ela. “Quando você vê seu filho no banco de reservas, ou rebaixado para o time B na semana seguinte, dói.”
Ainda assim, sob as luzes parcialmente quebradas do Gabriel Peri, os réus continuam correndo, Diarra continua observando – e o sonho permanece vivo.