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BCE deve subir juros como "tiro de aviso" contra a inflação

Primeira subida de juros em três anos deverá ser de 25 pontos-base. Intenção é sinalizar que BCE não irá tolerar que se forme uma escalada súbita da inflação, como aconteceu em 2022.

© CHRISTOPHE PETIT TESSON/EPA

Christine Lagarde sucedeu a Mario Draghi na liderança do BCE
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BCE deve subir juros como "tiro de aviso" contra a inflação

Primeira subida de juros em três anos deverá ser de 25 pontos-base. Intenção é sinalizar que BCE não irá tolerar que se forme uma escalada súbita da inflação, como aconteceu em 2022.

© CHRISTOPHE PETIT TESSON/EPA

Christine Lagarde sucedeu a Mario Draghi na liderança do BCE
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Custo político de nova escalada EUA-Irã é alto demais, diz especialista

Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), avaliou ao WW os possíveis desdobramentos dos ataques entre EUA e Irã ocorridos na terça-feira (9). Segundo ele, o custo político de uma nova escalada entre os dois países é alto demais para que qualquer um dos lados declare abertamente o fim do cessar-fogo.

“O cálculo iraniano é esse: na teoria dos jogos, a gente tem um jogo para isso, que é o ‘jogo de chicken’, ou ‘jogo de covarde’, que pressupõe a existência de dois carros, cada um em direção contrária, esperando que o outro desvie no último momento”, explicou.

Ele ressaltou que, diante das armas disponíveis atualmente, esse tipo de confronto é “muito preocupante”.

Cessar-fogo como “ficção funcional”

O especialista descreveu o cessar-fogo vigente como uma “ficção funcional“. “Ambos os lados violam, mas nenhum quer declarar o fim porque o custo político de uma nova escalada é alto demais“, afirmou.

Para Coelho, o episódio recente confirma que o conflito entrou em um estágio de baixa intensidade crônica — uma situação que, segundo ele, “é mais perigosa do que parece, porque de certa forma normaliza a violação do cessar-fogo“.

Cada ciclo de ação e reação proporcional, alertou, “corrói um pouquinho mais a margem para um acordo real”.

Impactos econômicos e a questão do Líbano

O professor também destacou os efeitos econômicos do conflito, especialmente em relação ao Estreito de Ormuz. “Enquanto Ormuz não abre, o mundo paga a conta dentro de um choque econômico que também vai se tornando sistêmico”, disse. Coelho lembrou que não é apenas petróleo que passa pelo estreito, ampliando o alcance das consequências globais.

Outro ponto abordado foi a questão do Líbano e sua relação com o conflito envolvendo Israel. Segundo Coelho, “quem traz a questão do Líbano de volta para a mesa é o Irã”, em uma tentativa de dissociar a resolução desse conflito da questão israelense.

O especialista avaliou ainda que, apesar de todos os ataques sofridos e de múltiplas lideranças terem sido assassinadas, o Irã sai estrategicamente fortalecido desse momento.

“Apesar de todos os ataques que sofreu, estrategicamente, o Irã, saindo desse conflito nesse momento, é melhor do que entrou”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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"Rússia e China são os "adultos na sala" a salvar Trump"

Francisco Proença Garcia, militar, professor universitário e investigador, diz que a retaliação dos EUA ao Irão é normal e vê na China e Rússia os "adultos" que ajudam Trump a sair da crise que criou.

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23h. Guerra. EUA atacam Irão "em legítima defesa"

O ataque surge depois de Donald Trump ter responsabilizado o Irão de ter abatido um helicóptero apache norte-americano. Ainda, o Benfica anuncia Marco Silva como o novo treinador das águias.

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Trump está a perder autoridade como presidente dos EUA?

Luís Tomé considera que recentes declarações de Donald Trump sobre Netanyahu são uma tentativa do presidente contrariar narrativa que Israel controla EUA. E analisa também nova pressão da UE à Rússia.

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"EUA são os únicos capazes de controlar Israel"

Jorge Rodrigues afirma que Trump marcou uma posição para não ser arrastado pela estratégia de Netanyahu e conseguiu travar o caos. O coordenador de risco geopolítico antevê uma escalada russa.

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Donald Trump promete "vitória total" no Médio Oriente

Donald Trump promete uma "vitória total" dos EUA nas próximas duas semanas. Os chefes das Forças Armadas do Paquistão e do Líbano decidiram fortalecer a cooperação, depois de uma reunião.

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