Uno de los problemas que más preocupa a los astrónomos es la acumulación de basura espacial. El ser humano lleva décadas lanzando al espacio satélites y todo tipo de elementos y muchos de ellos orbitan sin control alrededor de la Tierra.
El síndrome de Kessler fue teorizado en 1991 por el astrofísico Donald J. Kessler, y hace referencia a un fenómeno de avalancha en el cual, a partir de una densidad crítica de objetos, un choque con basura espacial produce más basura, que produce más colisiones.
Esto provocaría un evento en cascada que resultaría en la destrucción a gran escala de satélites y naves a lo largo de una región orbital, y la dejaría inservible para posteriores lanzamientos.
Según el profesor b, experto en basura espacial, esta situación ha comenzado ya, tal y como explicó en una entrevista en el pódcast Future Tech Feed, presentado por Sean Keach.
Lewis, profesor en la Universidad de Birmingham, explicó lo grave que podría volverse rápidamente el problema: podría significar que la Tierra quedara rodeada por una impenetrable "colmena" de basura.
El experto advierte que esta acumulación de basura pone en riesgo nuestros satélites y "probablemente no podríamos funcionar como una sociedad moderna sin ellos".
"Cuando realizas tus operaciones bancarias, probablemente también estés utilizando servicios satélite", pone como ejemplo el profesor Lewis. "Esos sistemas también nos proporcionan datos de sincronización, lo cual es realmente importante para cosas como la banca. Son muy vulnerables a las amenazas de los desechos espaciales".
Es más, Lewis advierte de que el problema podría impedirnos abandonar la Tierra. Lewis teoriza que los planes de exploración de la Luna o Marte, o incluso una hipotética situación en la que los seres humanos deban abandonar el planeta para evitar una extinción, estarían en peligro.
Ejemplos de los problemas actuales
Lewis ha explicado que ya se están produciendo problemas. "Solo en 2025, los satélites Starlink realizaron unas 300.000 maniobras para intentar evitar colisionar con otros objetos en órbita", dice el profesor Lewis.
"Lo que están haciendo es algo enorme. Les cuesta dinero, le cuesta dinero a SpaceX en términos de sus ganancias para intentar mantener la seguridad. Si bien creo que es justo decir que la regulación podría ser mejor en todo el mundo, lo cierto es que estas empresas son muy conscientes de sus responsabilidades en órbita. Y están haciendo un gran trabajo al intentar ir más allá de ellos", prosigue.
¿Y qué soluciones pueden aplicarse? Los científicos barajan varias ideas, entre ellas el uso de brazos robóticos e incluso redes gigantes para recoger los escombros y trasladarlos a un lugar seguro. "Hay brazos robóticos en la Estación Espacial Internacional que se utilizan casi a diario. Así que se conocen muy bien", dice el profesor Lewis. El problema es la financiación.
"Vamos a tener que tomar algunas decisiones difíciles sobre lo que haremos en órbita. Y si lo hacemos, creo que entonces ese futuro comenzará a abrirse para nosotros", concluye Lewis.
A época balnear está oficialmente aberta em todo o país, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente. Ainda neste jornal, damos destaque ao possível acordo entre Irão e Estados Unidos.
A época balnear está oficialmente aberta em todo o país, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente. Ainda neste jornal, damos destaque ao possível acordo entre Irão e Estados Unidos.
Imagens da representação de um OVNI (Objeto Voador Não-Identificado) em formato de batata, localizado sobre montanhas no Colorado, nos Estados Unidos, foram cedidas pelo FBI (Federal Bureau of Investigation) para o Departamento de Guerra, em documentos desclassificados na sexta-feira (12).
No site do Departamento, consta que o OVNI foi visto em 2022 e o documento classificado como “não resolvido”.
A imagem em destaque é uma representação de uma descrição narrativa dada ao FBI.
A descrição relata que o OVNI tinha formato de batata, era de cor branca-fosca ou quase branca e com a superfície coberta por linhas que se cruzavam, formando um padrão abstrato, porém parecido com um polígono. O relator ainda descreveu que o objeto estava imóvel e que não emitia nenhum som.
No documento, há uma nota do FBI relatando que a AARO (Agência de Revisão e Análise de Acidentes) entrou em contato com o indivíduo para entrevistas adicionais, que subsidiarão as análises do incidente.
Esse caso está presente no terceiro lote de registros do programa Pursue (Sistema Presidencial de Abertura e Relatório para Encontros com UAPs), divulgado pelo Departamento de Guerra e criado para localizar, revisar, identificar, desclassificar e divulgar publicamente registros e documentos históricos relacionados a OVNIs e que estão em posse do governo federal dos Estados Unidos.
Os materiais divulgados referem-se a casos não resolvidos, pois o governo não consegue determinar a natureza dos objetos. Isso se dá por diversos motivos, como falta de dados, sendo recolhidos pelo Departamento de Guerra para aplicação de análises, informações e conhecimentos especializados.
No site do Departamento, o Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declara que: “O Departamento de Guerra está em total sintonia com o Presidente Trump para trazer transparência sem precedentes em relação ao entendimento do nosso governo sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados. Esses arquivos, ocultos por trás de classificações, há muito alimentam especulações justificadas — e é hora de o povo americano ver por si mesmo. Esta liberação de documentos desclassificados demonstra o compromisso sincero do governo Trump com uma transparência sem precedentes.”
É informado ainda que o Departamento continuará à divulgar os relatórios e realizará relatórios separados para casos resolvidos, conforme é solicitado na lei.
Relatos ocorreram em julho de 2025 • Departamento de Guerra dos EUA
A luz pairava a aproximadamente 7,5 metros do chão, abaixo de uma fileira de árvores perto do centro do quintal, a uma distância estimada de 27 metros. Neste momento, a testemunha saiu brevemente do veículo, o que chamou a atenção de seu companheiro, que também foi avaliar a situação.
Imagine um escorpião enorme, do tamanho de um cachorro, escalando rochas cobertas de musgo e contornando grandes estruturas semelhantes a árvores, antes de deslizar para dentro de um riacho próximo.
Foi assim que uma equipe de cientistas descreveu a aparência que o maior escorpião já conhecido teria rondado seu ambiente há aproximadamente 415 milhões de anos, no que hoje é a Grã-Bretanha.
Para chegar a essa nova e fascinante compreensão, os especialistas revisitaram fósseis que estavam no Museu de História Natural de Londres há mais de 100 anos. Reunindo esses espécimes com fósseis recém-descobertos, o grupo conseguiu formar uma imagem mais completa de um organismo que antes era considerado um crustáceo, semelhante a lagostas e outros moluscos.
O Praearcturus gigas tinha aproximadamente 1 metro — um pouco mais de 3 pés — de comprimento, estimaram os cientistas em um estudo publicado em 2 de junho na revista Palaeontology.
“Esse organismo tem uma aparência bem robusta”, disse Russell Bicknell, paleobiólogo e pesquisador da Universidade Flinders em Adelaide, Austrália, que não participou do novo relatório. “Você não gostaria de encontrar essa coisa em um beco escuro. Seria uma fera absoluta.”
Estudos anteriores sobre o escorpião, identificado pela primeira vez na década de 1870, sugeriam que ele poderia ter pertencido a um grupo de crustáceos conhecidos como isópodes. No entanto, foi somente na década de 1980, à medida que os cientistas aprenderam mais sobre o *P. gigas* e animais relacionados, que a comunidade científica também começou a considerar a possibilidade de ele ser outro tipo de artrópode, ou um invertebrado com exoesqueleto e apêndices articulados — especificamente um escorpião.
O estudo reforça a importância da ciência revisionista, afirmou Elizabeth Dowding, catedrática de análise paleoambiental da Universidade Friedrich-Alexander de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha. Ela não participou da nova pesquisa.
“A forma como pensamos sobre extinção e biologia evolutiva deriva da capacidade dos cientistas de trabalharem no mesmo terreno, por meio da repetição”, disse Dowding. “É simplesmente incrível que essa história em si seja uma história de revisão e curiosidade constante sobre o mesmo conjunto de rochas. … Isso demonstra como a ciência funciona.”
• Google • Imagem gerada por IA
Identificando um escorpião gigante primitivo
Trabalhando com oito fósseis escavados ao longo dos anos em três sítios arqueológicos, a equipe de estudo utilizou tomografias computadorizadas e outras ferramentas para examinar mais de perto o espécime da coleção do Museu de História Natural. Os pesquisadores também trabalharam com um artista para criar representações de como o animal poderia ter sido no ambiente daquela época.
A “prova cabal” de que os restos fossilizados pertenciam a outra espécie, segundo o autor principal do estudo, Richard Howard, curador de artrópodes fósseis do Museu de História Natural, foi um estudo de 2015 que descreveu um escorpião no Canadá.
Essa criatura, Eramoscorpius brucensis, tinha uma característica fundamental que, para Howard e seus colegas, era reveladora. Seu esterno, que é a placa na parte inferior do escorpião entre a base das pernas, era longo e triangular e tinha um sulco no meio, exatamente como o esterno de P. gigas, disse Howard.
“É exatamente a mesma coisa nos dois escorpiões. Portanto, podemos inferir que são dois animais intimamente relacionados”, disse ele.
O P. gigas viveu no que é conhecido como o início do período Devoniano, quando a vida na Terra ainda era predominantemente aquática. A presença de um escorpião como esse durante esse período, portanto, é um tanto surpreendente, segundo Howard.
“Isso é muito mais antigo do que esperaríamos encontrar artrópodes gigantes”, disse ele. Escorpiões e outros artrópodes gigantes, incluindo versões primitivas de libélulas e milípedes, viveram cerca de 50 milhões de anos depois, explicou Howard. As selvas e as árvores daquela época criaram um influxo de oxigênio que tornou possível a vida terrestre de gigantes, afirmou.
Mas durante o início do Devoniano, quando havia pouco oxigênio, “as linhas que separam o que é um animal terrestre do que é um animal aquático ficam muito mais tênues”, disse Howard.
Além de seu tamanho gigantesco, o P. gigas era uma criatura cujas pernas, garras e cabeça eram cobertas por protuberâncias ásperas, uma característica típica dos escorpiões, segundo os cientistas. Embora não haja olhos preservados nas amostras fósseis do museu, os autores do estudo acreditam que o P. gigas, assim como os escorpiões modernos, também possuía olhos na parte frontal da cabeça.
Notavelmente, o P. gigas provavelmente possuía pinças com cerca de 16 centímetros de comprimento, aproximadamente o tamanho de uma nota de um dólar. “É como quatro vezes o comprimento de um escorpião grande moderno”, disse Bicknell, da Universidade Flinders. Em comparação, o escorpião-gigante-da-floresta, considerado a maior espécie de escorpião da atualidade, geralmente mede entre 10 e 13 centímetros de comprimento.
O escorpião também parece ter tido estruturas semelhantes a abas no abdômen, chamadas epímeras laterais. “Nenhum outro escorpião que conhecemos possui essas estruturas”, disse Howard. Os cientistas geralmente associam essas partes do corpo a artrópodes marinhos, como os caranguejos-ferradura. De acordo com Howard, essas estruturas semelhantes a abas podem ter ajudado o P. gigas a nadar.
O novo trabalho também permitiu à equipe classificar outros dois artrópodes do mesmo período. Esses organismos, um dos quais provavelmente também era um escorpião gigante, não eram anteriormente considerados relacionados ao *P. gigas*, mas, no presente estudo, os autores sugerem que essas outras espécies provavelmente também pertencem à espécie *P. gigas*.
Criatura terrestre ou marinha?
Especialistas reexaminaram fósseis que estavam no Museu de História Natural de Londres há mais de 100 anos • Sam Bond/NHM
Os autores também levaram em consideração alguns dos comportamentos do animal. Uma teoria para explicar por que o escorpião atingiu um tamanho tão grande é a de que ele buscava evitar ser devorado, sendo um dos primeiros seres terrestres de sua espécie, de acordo com o estudo.
Esse tamanho enorme também representaria um problema, já que suas fontes de alimento em terra eram todas criaturas minúsculas, como ácaros e outros aracnídeos muito menores. “Com certeza, algo do tamanho de um cachorro não consegue sair por aí comendo todas essas coisinhas minúsculas”, disse Howard. “Não sei nem como conseguiria pegá-las.”
A equipe, em vez disso, levanta a hipótese de que o P. gigas tinha um estilo de vida anfíbio, alimentando-se de peixes primitivos sem mandíbula e com carapaça que habitavam as águas naquela época.
Nem todos estão convencidos de que P. gigas seja um escorpião. “O problema que tenho, e para ser justo com os autores, eles reconhecem isso… é que só temos fragmentos do animal original”, disse Jason Dunlop, diretor científico da coleção de aracnídeos, miriápodes e artrópodes do grupo-tronco do Museu de História Natural (Museum für Naturkunde) em Berlim, em um e-mail para a CNN.
Duas características essenciais dos escorpiões — o ferrão na ponta da cauda e os órgãos sensoriais em forma de pente chamados pectinas na parte inferior do corpo — não foram encontradas, disse Dunlop, um dos autores do artigo de 2015 e revisor do novo estudo. “Coisas como grandes pinças também podem ser encontradas em alguns crustáceos”, afirmou.
Howard reconhece que sua equipe estava trabalhando com um espécime incompleto, mas não há razão para presumir que a cauda não terminaria em um ferrão, disse ele. “Se você descobre um esqueleto de dinossauro e ele não tem cabeça, você não presume que ele não tinha cabeça”, afirmou.
Para Dunlop, o ceticismo demonstra o quão difícil pode ser trabalhar com fósseis — os espécimes raramente são desenterrados intactos como retratado em filmes populares como “Jurassic Park”. “Fósseis reais são frequentemente quebrados, desorganizados e incompletos, e o desafio é então interpretar o que estamos vendo usando as evidências que temos disponíveis”, disse ele.
Revisitando fósseis
O trabalho tem várias implicações. “Ele prepara o terreno para revitalizar a forma como pensamos sobre os animais desse período”, disse Bicknell. “Acho que o que poderemos ver nos próximos cinco a dez anos é um aumento na taxa de documentação de novos escorpiões desse período.”
De acordo com Dowding, a revisão da classificação de P. gigas para escorpião também tem implicações práticas.
“Devido a essa revisão, todos os bancos de dados de paleobiologia terão que atualizar suas informações para incorporar esses novos dados”, disse Dowding, especialmente porque os autores também usaram seu conhecimento sobre P. gigas para esclarecer outros dois organismos.
“As ramificações deste trabalho podem alterar a compreensão global da diversidade deste grupo.”
A Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) confirmou o vazamento de material radioativo na sede do Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), localizada no campus da USP, em São Paulo.
O incidente, ocorrido em 29 de maio, envolveu traços de tecnécio-99 durante o manuseio de insumos para radioterapia.
De acordo com informações do CNEN, a contaminação ficou restrita à área controlada do Centro de Radiofarmácia. Nenhum profissional foi atingido ou está em observação por impacto da contaminação.
Órgãos de fiscalização e controle
No Brasil, a segurança nuclear é coordenada por duas instâncias principais mencionadas no caso. A Cnen, autarquia federal, gerencia a resposta inicial e abriu um relatório de ocorrência interna.
Paralelamente, a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) conduz a investigação técnica, solicitando registros para avaliar a situação.
A ANSN notificou o instituto com um prazo até 18 de junho para o atendimento de exigências regulatórias, no caso da USP.
Este acompanhamento visa garantir que protocolos de proteção radiológica sejam seguidos rigorosamente.
O que vazou?
De acordo com a autarquia, foram detectados traços de tecnécio-99 durante o manuseio de geradores de molibdênio. O vazamento foi reportado inicialmente por entidades sindicais e confirmado pelo órgão regulador após a abertura de um relatório de ocorrência interna.
Outro lado
O Ipen se manifestou por meio de nota. Veja abaixo na íntegra:
“No dia 29 de maio, durante a rotina de produção de Geradores de Molibdênio-99/Tecnécio-99m, a roupa de um técnico do Centro de Radiofarmácia foi contaminada. O incidente foi prontamente identificado pelos detectores da instalação e o operador realizou a limpeza e o isolamento imediato de sua vestimenta. Após esse procedimento, o piso próximo ao detector reteve um leve traço de contaminação que, na segunda-feira, dia 1 de junho, causou a contaminação do calçado de um segundo operador.
Ambos os profissionais foram submetidos ao exame de contagem de corpo inteiro, que avalia possíveis contaminações internas. O procedimento constatou que a contaminação limitou-se exclusivamente às roupas externas, garantindo que nenhum dos operadores sofresse qualquer consequência à saúde.
Por não haver sequelas ou riscos residuais, nenhum funcionário permanece sob observação. Os envolvidos passaram por retreinamento e o caso segue sob avaliação interna para o aprimoramento dos processos de controle e segurança. A ocorrência foi integralmente relatada à Agência Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) por meio de um relatório técnico.
Contaminações pontuais em Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), embora rigidamente prevenidas, são ocorrências que podem eventualmente acontecer. Por essa razão, todo incidente direciona o profissional ao monitoramento de dose acumulada e ao exame de corpo inteiro.
É comum que os funcionários do Centro de Radiofarmácia mantenham doses acumuladas significativamente baixas aos limites permitidos pelas leis trabalhistas. Como medida extra de segurança preventiva, sempre que a dose de um trabalhador apresenta elevação, a sua função é trocada e a atividade executada é revisada para garantir a redução da exposição e a melhoria do processo produtivo.
Paralelamente à produção diária, o Centro de Radiofarmácia mantém uma equipe de pesquisa ativa com projetos promissores, como o Lu-177-PSMA-IT, em fase de testes clínicos, e estudos com moléculas marcadas com alfa-emissores, como o Ac-225.
O IPEN é um dos maiores fornecedores de radiofármacos para o Sistema Único de Saúde contribuindo decisivamente para o desenvolvimento do Brasil.”
(Com informações de Robson Rodrigues, Thiago Félix e Thomaz Coelho)
La expansión térmica de los océanos se ha consolidado como el factor determinante en la alarmante aceleración del nivel del mar a escala global. Lejos de lo que indicaban las teorías tradicionales centradas casi exclusivamente en el deshielo polar, un estudio publicado en la revista Science Advances ha logrado cuantificar con precisión que el incremento del volumen físico del agua, provocado por la absorción de calor atmosférico, es el fenómeno predominante en esta tendencia preocupante.
El factor invisible tras la inercia oceánica
Hasta el momento, la comunidad científica se enfrentaba a una "frustrante brecha" entre las observaciones satelitales y la suma de las causas individuales. La investigación internacional ha permitido resolver este rompecabezas metodológico, revelando que el calentamiento interno de la masa de agua representa el 43% de la subida total registrada en las últimas décadas. Esta cifra sitúa al fenómeno térmico por encima de otras dinámicas, como el deshielo de los glaciares de montaña (27%), Groenlandia (15%) o la Antártida (12%).
Al respecto, el ingeniero mecánico John Abraham, de la Universidad de St. Thomas, ha subrayado la fiabilidad de estos nuevos datos tras años de incertidumbre: "Durante años, ha existido una frustrante brecha entre cuánto se observaba que subían los océanos y cuánto podíamos explicar a partir de las causas individuales". El experto enfatiza que el desarrollo de sensores de alta resolución y la red global de boyas Argo han sido decisivos: "Este trabajo demuestra que, con mejores instrumentos, procesos y análisis más inteligentes, esta brecha de conocimiento puede cerrarse. Ahora podemos explicar el aumento del nivel del mar con mayor confianza".
Aceleración y riesgos para las regiones costeras
El análisis estadístico no solo identifica la causa, sino que alerta sobre la velocidad del proceso. Los datos evidencian que el ritmo de subida se ha duplicado: si entre 1960 y 2023 la media fue de 2.06 milímetros anuales, el periodo comprendido entre 2005 y 2023 registró un ascenso de 3.94 milímetros por año.
Las proyecciones proyectan un escenario complejo, pues las inercias físicas del planeta garantizan que este calentamiento y la consecuente expansión oceánica se mantendrán durante al menos los próximos 50 años. Incluso con la aplicación inmediata de políticas de reducción de emisiones, el fenómeno continuará transformando los ecosistemas costeros, amenazando a millones de habitantes en regiones de baja altitud. Este proceso, definido por los especialistas como una amenaza silenciosa, conlleva consecuencias estructurales que afectarán inevitablemente a la distribución demográfica, las rutas comerciales marítimas y la seguridad alimentaria en todo el mundo.
Aunque el porcentaje puede variar por países, la mayoría de las personas —entre el 85 y el 90%— son diestras. Los humanos somos los únicos primates que tenemos una preferencia manual generalizada en toda la población, un enigma al que una nueva investigación liderada por científicos de la Universidad de Oxford y la Universidad de Reading (Reino Unido) ha encontrado una posible explicación.
Según el estudio, publicado en la revista PLOS Biology, el bipedismo y la expansión del cerebro humano pudieron haber jugado un papel fundamental en este aspecto.
Para llegar a esta afirmación, los investigadores recopilaron datos de 2.025 individuos de 41 especies de monos y simios y puso a prueba las principales hipótesis existentes sobre la evolución de la lateralidad manual, incluyendo el uso de herramientas, la dieta, el hábitat, la masa corporal, la organización social, el tamaño del cerebro y la locomoción.
"Este es el primer estudio que pone a prueba varias de las principales hipótesis sobre la lateralidad manual humana en un mismo marco", explica en un comunicado Thomas Püschel, antropólogo evolutivo de la Universidad de Oxford.
De este modo, añade, "al analizar diversas especies de primates, podemos empezar a comprender qué aspectos de la lateralidad manual son ancestrales y compartidos, y cuáles son exclusivamente humanos".
En dicho estudio, los humanos presentaban una anomalía evolutiva al situarse fuera del patrón que explicaba a todos los demás primates. Sin embargo, cuando los investigadores añadieron los factores del tamaño del cerebro y el marcador de la locomoción bípeda, esa anomalía evolutiva dejaba de serlo.
A partir de este hallazgo, el equipo ha tratado de averiguar si otros homínidos ya extintos, como los neandertales, pudieron haber tenido también una preferencia por una mano en particular. De este modo, apuntan que los primeros homininos, como el Australopithecus, probablemente tenían ya una leve preferencia por la mano derecha, similar a la de los grandes simios modernos.
Sin embargo, con la aparición del género Homo, ese sesgo se acentúa a través del Homo ergaster, el Homo erectus y los neandertales, hasta el moderno Homo sapiens.
Los investigadores desgranan la historia de esta preferencia por la mano derecha en dos etapas. Primero surgió la bipedestación, que dejaba las manos libres para otros cometidos.
Posteriormente, el tamaño del cerebro fue creciendo y reorganizándose, y con ello la preferencia por la derecha, que terminó por convertirse en el patrón casi universal presente en prácticamente el total de la población.
El plutino nunca ha sido fácil de tratar cuando hablamos de física cuántica. No obstante, un equipo del Laboratorio Nacional de Idaho, liderado por Krzysztof Gofryk, ha dado un paso muy importante al estudiar de cerca cómo se comportan sus electrones. Descubrieron que un compuesto específico, el hexaboruro de plutonio, actúa como lo que en física se conoce como un aislante Kondo topológico. Aunque el término suena bastante abstracto, este hallazgo representa una oportunidad única para entender cómo se relacionan la estructura de un material y las fuerzas que empujan a sus electrones en los elementos más pesados de la tabla periódica.
Lo más llamativo es que, a pesar de que el plutonio es imprescindible cuando hablamos de tecnología nuclear y reactores, todavía no comprendemos del todo qué pasa en su interior a escala subatómica. Desde que se sintetizó por primera vez hace casi noventa años, trazar un mapa de su actividad electrónica ha sido un desafío debido a su inestabilidad y complejidad. En ese sentido, el comportamiento del hexaboruro de plutonio les ha dado a los investigadores un punto de partida para empezar a descifrar las reglas que rigen a estos elementos de la naturaleza.
Cuando el interior es un aislante y la superficie se convierte en una autopista
Laboratorio Nacional de Idaho
Para entender qué hace de especial a este compuesto, ayuda pensar cómo clasificamos normalmente los materiales. Por lo general, un objeto conduce electricidad o la bloquea. Los aislantes topológicos, en cambio, rompen esa regla de una forma peculiar: su interior es completamente impermeable a la corriente, pero sus bordes externos funcionan como canales conductores muy eficaces. Lo interesante de estas corrientes superficiales es que resultan increíblemente robustas, lo que significa que la electricidad sigue fluyendo de forma constante, aunque el material tenga imperfecciones físicas o impurezas.
A este descubrimiento hay que sumar el efecto Kondo. En el mundo de la física cuántica, esto ocurre cuando los electrones se repelen entre sí con tanta fuerza que dejan de comportarse de manera individual y empiezan a actuar en bloque, de forma colectiva. El plutonio es propenso a este tipo de interacciones debido a la configuración de sus electrones externos. Al analizar este compuesto de hexaboruro, los investigadores pudieron observar de primera mano cómo se organiza toda esa actividad en la superficie del material.
Experimentar con elementos radiactivos no es fácil. Para trabajar de forma segura, el equipo tuvo que usar un haz de iones de plasma para cortar muestras tan diminutas que apenas se aprecian a simple vista. Después, las enfriaron a temperaturas extremadamente bajas, casi rozando el cero absoluto. Al congelar el material de esta manera, se eliminan las vibraciones térmicas que suelen afectar a los experimentos, lo que permite medir las propiedades cuánticas puras de forma más precisa.
Para asegurarse de que los datos eran reales y no había un error en la medición, los científicos cruzaron sus resultados con los modelos teóricos de la Universidad de Columbia, y todo salió según lo previsto. Ahora bien, todavía estamos lejos de ver esto aplicado en diversas tecnologías, pero el estudio abre un camino para el desarrollo futuro de procesadores más estables en computación cuántica, sensores magnéticos de alta sensibilidad o simplemente para comprender mejor cómo simular la física de materiales nucleares complejos.
Cualquier fan mínimamente acérrimo de la serie Los Simpson recordará con cariño el capítulo ¿Quién disparo al señor Burns? donde el anciano multimillonario dueño de la central nuclear de Springfield, por puro egocentrismo y maldad, decide crear un artefacto que tapa la luz del sol a toda la población para que así deban consumir más electricidad.
Springfield se convierte en una noche eterna y sus ciudadanos se molestan muchísimo con Burns. Tanto que de repente, al darse cuenta de que había sido disparado y había quedado inconsciente en el reloj de sol al lado del ayuntamiento, a nadie le extrañó el suceso, pero tampoco sabían quién había sido.
Esta historia, dividida en dos partes, es una de los mejores de la serie con diferencia, y eso que en esta temporada hay verdaderas joyas, pero he de centrarme en el artilugio que tapa totalmente la estrella que nos da calorcito. bloquear totalmente la luz solar requeriría de un aparato de proporciones colosales, pero la realidad, que supera muchas veces la ficción, tiene como contrapartida un caso en el que se usa justamente unos espejos para hacer que la luz del sol, que a priori no llega, puede alcanzar la plaza de un pueblo.
Mientras Burns buscaba la desolación para aumentar sus ganancias, el alcalde Pierfranco Midali y el arquitecto Giacomo Bonzani buscaron devolver el alma a una plaza que quedaba desierta durante 83 días al año. Este es el peculiar caso de Viganella, un pequeño pueblo alpino italiano.
Un alma oscura que oscureció un pueblo
En la trama de Los Simpson, el señor Burns construye un dispositivo conocido como "el bloqueador solar de Burns". Se trata de un disco gigante de material opaco, sostenido por un brazo mecánico articulado de dimensiones colosales, capaz de pivotar para cubrir el disco solar desde la perspectiva del pueblo.
El objetivo de Burns era sencillo pero perverso. Si eliminas la luz natural, los ciudadanos se verían obligados a mantener las luces eléctricas encendidas las 24 horas del día, incrementando exponencialmente los beneficios de su planta nuclear. Este artefacto es, en esencia, un helióstato inverso; en lugar de seguir al sol para aprovechar su energía, lo sigue para interceptarla.
Las medidas aproximadas que requeriría un artefacto así en la vida real serían abismales, además de que para que un disco pueda tapar el sol por completo sobre una ciudad de tamaño medio como Springfield, dependería de su altitud, además de tener que ser de varios kilómetros de diámetro.
Sin embargo, en la serie, el aparato se muestra anclado a una montaña cercana, lo que sugiere una estructura de escala kilométrica similar a la de un satélite de órbita baja, pero fijado mecánicamente al suelo. Un disco de acero o material compuesto de esas dimensiones enfrentaría retos estructurales insuperables, como la presión del viento y la carga de su propio peso, requiriendo una superficie de miles de metros cuadrados, mucho más allá de las dimensiones de un espejo como el de Viganella.
La energía necesaria para mover un brazo mecánico de tal magnitud superaría probablemente cualquier ganancia obtenida por la venta de electricidad adicional, convirtiéndo en una obra de ingeniería puramente distópica y asombrosamente inútil, como la gran mayoría de ocurrencias de un ricachón loco.
Espejito, espejito
Viganella se sitúa en un valle alpino profundo y sufre un fenómeno de "encajonamiento" debido a la orografía circundante. Durante el solsticio de invierno, la trayectoria del sol en el cielo es tan baja que las montañas situadas al sur del pueblo actúan como una barrera física infranqueable. Como resultado, desde el 11 de noviembre hasta el 2 de febrero, los rayos solares directos nunca alcanzan el fondo del valle, dejando a Viganella en una penumbra constante durante 83 días. Esta falta de luz no es solo un problema estético ya que afecta la sensación térmica y el bienestar de los habitantes, dando como resultado que no aparezca ni un alma por la plaza en mucho tiempo.
Para solucionar este aislamiento lumínico, se recurrió al simple mecanismo de rebotar luz en un espejo, la ley fundamental de la reflexión. En 2006, se instaló en el Monte Scagiola, a unos 1.100 metros de altitud y a una distancia de aproximadamente 874 metros de la plaza del pueblo, un helióstato gigante. Este dispositivo consiste en un espejo plano de acero inoxidable pulido con una superficie de 40 metros cuadrados, equivalente a unas dimensiones de un rectángulo de 8×5 metros.
La elección del acero inoxidable frente al vidrio se debe a su durabilidad y resistencia ante condiciones climáticas extremas, como vientos que pueden superar los 100 km/h. El concepto teórico detrás del sistema es la motorización de doble eje (azimutal y de elevación), controlada por un software astronómico que calcula la posición exacta del sol cada segundo para que la reflexión sea eficiente y caiga justo en la plaza del pueblo.
El funcionamiento es una coreografía de precisión geométrica. El espejo se inclina de manera que el ángulo de incidencia de los rayos solares sea igual al ángulo de reflexión dirigido hacia la plaza de Viganella que, por la configuración del terreno, es de un desnivel de unos 481 metros entre el espejo y el pueblo. El helióstato se orienta hacia el sur y ligeramente hacia abajo para proyectar un haz permanente de luz.
Aunque no se trata de una iluminación idéntica a la solar directa en todo el pueblo, el haz reflejado cubre una zona de hasta 250 metros cuadrados en la plaza principal, proporcionando una luminancia que se estima en el 80% de la irradiación solar natural. Este "sol artificial" funciona unas 6 horas al día durante el invierno, aumentando la sensación térmica local y permitiendo la interacción social en espacios abiertos que, de otro modo, estarían gélidos y oscuros.
La doble cara de las tecnologías modernas es que el sistema es una pieza de ingeniería compleja que requiere mantenimiento constante. En el invierno de 2023-2024, el espejo sufrió una avería grave, probablemente causada por el impacto de un rayo, lo que inutilizó el mecanismo motorizado y devolvió al pueblo a las sombras. No fue hasta 2025-2026 cuando se asumió la reparación técnica para reactivar el dispositivo.
El proyecto de Viganella, que costó aproximadamente 100.000 €, no solo ha servido para iluminar un pequeño rincón de los Alpes, sino que ha sentado un precedente para otras localidades con problemas similares, siendo la antítesis del magnate nuclear de la serie de Los Simpsons. Mientras el señor Burns intentaba domesticar el sol para someter a un pueblo, Viganella lo domesticó para liberarlo y pudieron ver la luz al final del tunel. Bueno, al final del espejo, en su plaza.
Ciudad de Guatemala, 13 jun (Prensa Latina) El acercamiento de ondas del este favorecerá hoy las lluvias en Guatemala, principalmente durante la tarde y noche, advirtió el Instituto Nacional de Sismología, Vulcanología, Meteorología e Hidrología (Insivumeh).
Lo único que sé sobre El día de la revelación, la última película de Steven Spielberg, es que no le ha gustado a Carlos Boyero —lo que no es precisamente una noticia de primera página—, así que no te preocupes que no puedo hacer espóiler. Entiendo, en cualquier caso, que la cinta reflexiona sobre el posible descubrimiento de que no estamos solos en el cosmos, y sobre cuál sería la reacción de la humanidad ante esa evidencia. Ya conocía precedentes de ficción que tratan el mismo tema, como la novela Contact, publicada en 1985 por el astrofísico y divulgador Carl Sagan y llevada al cine en 1997 por Robert Zemeckis, con Jodie Foster y Matthew McConaughey. Aunque esta película no le gusta a nadie más que a mí, sigo pensando que Contact es la especulación más interesante que se ha escrito sobre la cuestión, y la que tiene una mayor profundidad científica. Ya veré la nueva de Spielberg, nunca tengo prisa con estas cosas.
Donald Trump y Benjamín Netanyahu llevan una década alternando gestos de apoyo y momentos de fuerte tensión, a menudo con pocos meses de diferencia. El presidente de Estados Unidos ha presentado al primer ministro israelí como uno de sus socios más valorados y también le ha dedicado algunas de sus críticas más duras. Netanyahu, con un perfil más contenido, ha oscilado entre proponerlo para el Nobel de la Paz y admitir “desacuerdos tácticos”. La guerra iniciada en febrero ha llevado al límite una relación marcada por los intereses compartidos y los frecuentes desencuentros.
Las ciudades parecen remodelar el comportamiento de quienes las habitan. Una idea que, de acuerdo con una reciente investigación, incluye a diversas especies de animales. Se trata de un amplio análisis internacional que acaba de reunir décadas de estudios sobre fauna urbana y concluye que los animales que viven en estos entornos son, en promedio, más audaces, más agresivos, más activos y más exploradores que sus congéneres de ambientes naturales.
Tegucigalpa, 12 jun (Prensa Latina) Las autoridades sanitarias de Honduras anunciaron hoy una nueva ampliación de la campaña nacional de vacunación iniciada el pasado 13 de mayo, cuyo cierre estaba programado para el próximo lunes.
O sistema de navegação desenvolvido por tecnologia brasileira para aplicação em foguetes, teve seu desempenho analisado e os dados coletados durante o voo do HANBIT-Nano, da Coreia do Sul que explodiu após lançamento no Brasil, durante tentativa em 2025.
O produto será usado no foguete MLBR (Microlançador Brasileiro) que tenta fazer o primeiro voo orbital partindo do solo brasileiro. Resultados apontam que estrutura está apta mesmo após a explosão do foguete sul-coreano.
A CNN Brasil teve acesso à informação em primeira mão. O lançamento do MBLR está previsto para 2027.
Entre os aspectos avaliados estiveram a resistência do equipamento às condições de vibração e choque durante o voo, o desempenho dos sensores inerciais, o funcionamento do receptor GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite) voltado para os lançadores, o software de sequenciamento das fases de operação e os algoritmos de navegação embarcados.
Desenvolvido por meio de uma encomenda tecnológica da AEB (Agência Espacial Brasileira), o sistema é resultado de uma parceria entre a CONCERT Space, HORUSEYE Tech e CRON.
Teste de motor do MLBR;
Os dados foram obtidos pela empresa durante um teste que integrou uma etapa de validação tecnológica em ambiente real de voo. Segundo os desenvolvedores, os resultados indicam que a tecnologia já está apta para novos testes, sem necessidade de correções.
Veja momento da explosão do foguete sul-coreano, em dezembro de 2025, registrado pelo youtuber e divulgador científico Pedro Pallotta, do canal Space Orbit;
“A análise demonstrou que o sistema respondeu conforme o esperado dentro das condições disponíveis para o teste. Mesmo em um cenário adverso e com tempo reduzido de operação, foi possível validar o funcionamento do equipamento em ambiente real de lançamento – e, de certa forma, em condições ainda mais severas do que as de uma missão convencional. O resultado representa um avanço relevante para o desenvolvimento da navegação nacional e um passo fundamental para que o Brasil amplie sua capacidade de produzir veículos lançadores próprios”, afirma Rafael Mordente CEO da Concert Space.
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Após o lançamento, uma nuvem de fogo se formou envolta do foguete. Segundo a FAB (Força Área Brasileira), assim que saiu da plataforma, foi identificada uma anomalia no veículo, que o fez colidir com o solo • INNOSPACE
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De acordo com a INNOSPACE, a próxima etapa deverá ser focada em novos testes em voo, incluindo aprimoramentos voltados às condições específicas dos veículos nos quais o sistema será utilizado operacionalmente.
A aprovação e a validação do sistema representam um avanço estratégico para o fortalecimento da cadeia espacial brasileira, ampliando a autonomia do país no acesso ao espaço.
Há um organismo marinho pouco estudado, mas com presença relevante nas águas costeiras nacionais, nomeadamente no estuário do rio Mira, que, pela sua atividade biológica (atividades antioxidante e anti-inflamatória), pode ser alvo de valorização e aplicações futuras em domínios como o nutracêutico, o cosmético ou mesmo o farmacêutico.
Trata-se do vermetídeo Vermetus triquetrus, que foi alvo de investigação por parte de uma equipa de investigadores do IPMA, no âmbito do projeto MAR2030 Genemare_Portugal, que visa a implementação de um repositório biológico da biodiversidade marinha das águas portuguesas, um bio-banco azul para o futuro.
Os André Breves, Carlos Cardoso, Cláudia Afonso, Joana Matos, Jorge Lobo-Arteaga, Cátia Bartilotti, Sabrina Sales, Sónia Pedro e Narcisa M. Bandarra publicaram um artigo pioneiro sobre o vermetídeo Vermetus triquetrus, «um gastrópode séssil que forma recifes e tem uma presença relevante na costa nacional (no presente artigo foram estudados espécimes do Estuário do Mira), mas negligenciado pela comunidade científica», salienta o IPMA.
O artigo visou aspetos da composição bioquímica do organismo e da sua atividade biológica (atividades antioxidante e anti-inflamatória) e diferenciou entre as duas principais unidades anatómicas do organismo, a massa visceral e o manto (head-foot).
Vermetus triquetrus
O artigo intitulado “Unveiling the Hidden Biotechnological Potential of the Vermetid Gastropod Vermetus triquetrus: Insights into an Unexplored Marine Resource” foi publicado no passado dia 28 de maio na prestigiada revista científica da área, Marine Biotechnology, e, segundo o IPMA, «suscitou grande interesse e significativa repercussão dada a novidade de um estudo sobre este organismo».
O interesse pelo estudo foi também reforçado pelos resultados obtidos, «que mostraram elevados níveis de atividade biológica e permitiram identificar o V. triquetrus como uma fonte de compostos polifenólicos, especialmente no caso da massa visceral».
Os investigadores do IPMA concluíram que, «dados os níveis de atividade biológica quantificados e os componentes presentes, não só se justifica um estudo mais aprofundado sobre a composição bioquímica e o refinamento das frações obtidas da biomassa, como também se pode procurar uma valorização e aplicações futuras destas frações em domínios como o nutracêutico, o cosmético ou mesmo o farmacêutico».
Este estudo «faz parte de um esforço de investigação mais amplo e de longo prazo, almejando a expansão das fronteiras do saber sobre a grande biodiversidade nas nossas águas e o aprofundamento do conhecimento sobre os diferentes grupos de organismos marinhos, indo dos microorganismos aos animais vertebrados e compreendendo as dimensões genómica, metabolómica e biotecnológica aplicada», explica o IPMA.
Tal esforço e desafio para o futuro só é possível no âmbito do projeto Genemare_Portugal “Biobanco Azul – Banco Nacional dos Recursos Vivos Marinhos” – Projeto MAR2030 que financiou e suportou a todos os níveis a realização do estudo sobre o vermetídeo V. triquetrus.
Vermetus triquetrus
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