Venâncio Mondlane é candidato único à liderança do Anamola

© LUÍSA NHANTUMBO/LUSA

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A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, chega em um momento politicamente ambíguo para o presidente americano, Donald Trump.
O torneio, que teve início na última quinta-feira (11), tem colocado em evidência tanto as dificuldades econômicas enfrentadas pelos americanos quanto às tensões diplomáticas do governo com países africanos.
Durante participação no videocast Fora da Ordem, o analista de internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna, avaliou que o evento esportivo acaba funcionando como um espelho das contradições do atual momento político e econômico dos Estados Unidos.
O que mais repercute internamente, de acordo com Lourival, são as dificuldades financeiras da população americana para acompanhar o torneio.
“As passagens aumentaram de preço e os hotéis não estão com a ocupação que esperavam”, afirmou o analista.
Ele destacou que a Copa acaba colocando em evidência os problemas econômicos que os americanos enfrentam, relativos ao alto custo de vida e ao choque de energia causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.
Outro ponto de repercussão negativa para o governo americano foi o impedimento da entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos.
Celebrado em toda a África após ser selecionado para a equipe de arbitragem da Copa, Omar foi retido por cerca de 11 horas pelas autoridades americanas, que alegaram ter encontrado evidências de ligação dele com o Al-Shabaab, grupo terrorista ligado à Al-Qaeda na Somália. O árbitro negou qualquer vínculo com o grupo e declarou não conhecer ninguém ligado a ele.
Ao retornar à Somália, onde foi recebido pelo presidente do país, Omar fez declarações consideradas “muito suaves”, sem criticar diretamente os Estados Unidos.
“Ele tem 34 anos de idade e disse esperar ter oportunidade de um dia ser árbitro em uma outra Copa”, afirmou Lourival.
O analista ressaltou que casos semelhantes de impedimento de entrada também afetaram iraquianos, iranianos e outros profissionais de países africanos.
Para Lourival, o episódio reacende feridas antigas entre os africanos e Trump.
O analista citou declarações anteriores do presidente americano nas quais ele teria usado termos depreciativos para se referir ao continente africano e à comunidade somali nos Estados Unidos, além de ter pedido que deputadas de minorias — como Ilhan Omar, Rashida Tlaib, Alexandria Ocasio-Cortez e Presley — “voltassem para os países delas”, gerando o slogan “send them back” de seu primeiro mandato.
Segundo o analista, todas essas tensões favorecem a China, que já possui enorme projeção sobre o continente africano.
“As feridas se reabrem e isso favorece a China, a projeção e a disputa por influência que ela tem na África com os Estados Unidos e com o Ocidente, com a Europa de maneira geral”, concluiu.

© PHILL MAGAKOE / POOL/EPA

© AFP via Getty Images

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Liz Cookman speaks to an intensive care nurse at a hospital in Bunia about the brutal nature of the virus, and how it is overwhelming both health centres and labs as the death toll grows
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Noche del domingo, 17 de mayo. Tras una intensa jornada electoral, Ulisses Correia e Silva, primer ministro de Cabo Verde, telefonea al líder opositor y su rival en los comicios, Francisco Carvalho, para felicitarlo por su ajustada victoria, incluso antes de la publicación de los resultados. Mientras en África occidental acecha la inestabilidad y proliferan los golpes de Estado y las juntas militares, este país africano se prepara para protagonizar su cuarta alternancia pacífica en 35 años de democracia. Su pequeño tamaño, pero con una robusta diáspora sobre todo en EE UU y Europa, su particular historia, su tradición de consenso y su sólido régimen parlamentario se combinan para hacer de Cabo Verde un ejemplo de estabilidad.


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US president dismisses Iranian media reports agreement is close, despite earlier suggesting a deal could be signed this weekend
Prospects for an immediate end to the war between Iran and the US remained uncertain on Friday amid a chaotic series of conflicting claims and counter-claims by US and Iranian officials about ongoing negotiations.
Donald Trump seemed to distance himself from his earlier comments that suggested a preliminary agreement could be signed as soon as this weekend, with a series of angry social media posts describing the Iranians as “very dishonorable people to deal with”.
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© Photograph: Vahid Salemi/AP

© Photograph: Vahid Salemi/AP

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