A Policlínica de Quirinópolis recebeu pacientes e acompanhantes na recepção da unidade para uma ação educativa com o tema “Ansiedade e receios que impedem a doação de sangue”. A iniciativa teve como objetivo esclarecer dúvidas, reduzir mitos e incentivar atitudes positivas em relação à doação.
Foram discutidos os principais fatores que costumam gerar insegurança em potenciais doadores, como o medo de agulhas, dor, mal-estar e a apreensão diante do procedimento. Também foi explicado o conceito de ansiedade, destacando que se trata de uma resposta natural do organismo frente a situações novas ou desconhecidas.
As etapas da doação de sangue e os cuidados adotados para garantir segurança e bem-estar ao doador também foram apresentados, assim como orientações práticas para lidar com a ansiedade, incluindo a busca por informações confiáveis, técnicas de respiração e o respeito ao próprio tempo e limites individuais.
“Sentir medo é algo comum e não deve ser motivo de vergonha. Quando a pessoa compreende o processo e entende que está em um ambiente seguro, a tendência é que a ansiedade diminua e a decisão de doar se torne mais tranquila”, explicou a psicóloga. A ação também reforçou a importância da doação de sangue como um gesto de solidariedade capaz de salvar vidas.
Um gesto simples, mas carregado de ciência e afeto, marcou a rotina da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC) nesta semana.
O bebê Daniel, internado há 57 dias na unidade, recebeu o banho de ofurô, também conhecido como banho de balde, realizado pela fisioterapeuta Maria José Caetano, com apoio da técnica de enfermagem Mychelle Caroline.
O procedimento integra as práticas de cuidado humanizado e busca proporcionar conforto e bem-estar ao recém-nascido. “O banho de ofurô é uma técnica utilizada em maternidades e UTIs neonatais para promover conforto e organização comportamental do bebê”, explica a fisioterapeuta.
Segundo Maria José, a posição dentro do balde, semelhante à do útero materno, ajuda a reduzir o estresse e a agitação, favorecendo o relaxamento, o controle da dor, a melhora do sono, a estabilidade fisiológica e o desenvolvimento neurocomportamental.
“A água deve estar entre 36,5°C e 37,5°C. O bebê permanece o tempo todo sob supervisão, com a cabeça fora da água. Após o ofurô, pode ser realizado o banho de higienização. A técnica não é indicada para recém-nascidos com instabilidade clínica importante”, orienta a fisioterapeuta.
Durante o procedimento, a equipe observa sinais como conforto, redução do choro, melhora do padrão respiratório e menor gasto energético. A fisioterapeuta destaca ainda que o banho pode ser realizado na presença da mãe, com orientação da equipe durante a internação, quando há interesse da família.
A mãe do bebê, Heryka Pereira Sobral, 38 anos, acompanhou o momento e ressaltou a importância de cada cuidado no desenvolvimento do filho durante a internação. “Tudo que ajuda no desenvolvimento do nosso filho nesse momento é importante. Quando se tem um bebê prematuro, tudo é novo, e cada cuidado que traz melhora é uma bênção”, afirmou.
Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.
A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.
Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.
Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.
Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.
El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.
E os culpados?
“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.
Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.
Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.
“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”
Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.
“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca
Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução
No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.
Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.
Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.
Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.
Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação
Campanha
Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.
Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.
Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.
Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.
Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação
Por unanimidade, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu nesta terça-feira (09/06) que não houve estupro de vulnerável na relação de um jovem de 18 anos e uma menina de 13 anos no Paraná. O caso tramita em segredo de Justiça.
O relator do caso, ministro Messod Azulay Neto, afirmou que é preciso entender que há casos excepcionais. “O réu sempre trabalhou, não tem anotações criminais. E o mais importante é que formam um núcleo familiar. Eles têm cinco anos de diferença, não há abuso, não há violência”, afirmou.
Sancionada em março, a nova lei fixou no Código Penal a presunção absoluta da condição de vítima no crime de estupro de vulnerável. Pela norma, não há circunstância que possa relativizar o crime. Conforme o Código Penal, comete estupro de vulnerável quem tem relação com menor de 14 anos.
O ministro Ribeiro Dantas afirmou que o direito penal não pode ser a resposta única para tudo. “Não podemos sacrificar núcleo familiar que está funcional e caminhando normalmente. Vamos, em nome da inflexibilidade de um punitivismo, buscar somente a sanção? Por isso, condições excepcionalíssimas”, acrescentou.
Apesar da decisão no caso concreto, o STJ tem entendimento consolidado (súmula) que orienta as instâncias inferiores: o crime de estupro de vulnerável se configura com ato libidinoso com menor de 14 anos, sendo irrelevante eventual consentimento da vítima ou existência de relacionamento amoroso com o agente.
O mercado imobiliário de Goiânia cresceu três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026. As vendas nacionais cresceram 4,1% no período. A capital goiana registrou alta de 12,7% no número de unidades comercializadas, chegando a 2.882 imóveis vendidos no trimestre.
“Goiás cresce acima da média nacional há quase duas décadas consecutivas, impulsionado por uma economia diversificada e resiliente. O crescimento populacional do estado foi de 20% entre os dois últimos censos, contra apenas 7% na média nacional”, afirma Credson Batista, diretor de Pesquisas e Estatísticas da Ademi-GO.
Nacionalmente, 49% das vendas foram realizadas dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). No Centro-Oeste, o índice é de 34%. Em Goiânia, apenas 26% das unidades comercializadas estão enquadradas no MCMV, o que representa menos de 750 unidades.
Na avaliação do presidente da Ademi-GO, Felipe Melazzo, a explicação para o descompasso está nas condições de aprovação de projetos na capital. “Nossa capital está perdendo um potencial enorme de fornecer moradia digna para a população que mais precisa. O que falta é destravar o processo de aprovação para que os projetos possam sair do papel.”
O preço médio do metro quadrado em Goiânia registrou crescimento de 3,6% apenas nos três primeiros meses de 2026, chegando a R$ 10.914/m². Considerando os bairros Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás, o valor médio alcança R$ 12.881/m², com o Marista liderando ao atingir R$ 13.462/m².
Fernando Razuk, presidente do Conselho da Ademi-GO, destaca que a revisão do Plano Diretor reduziu o aproveitamento construtivo das áreas da cidade em 7,5 vezes. “O terreno passa a custar pelo menos 33% a mais na conta, pois onde antes se faziam 100 unidades hoje só conseguimos implantar 75.”
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, criticou na segunda-feira (08/06) o corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento das Forças Armadas promovido pelo governo federal. Em publicação nas redes sociais, o governador afirmou que a medida compromete ações estratégicas de segurança nacional.
Segundo Caiado, a redução dos recursos levou ao cancelamento de operações do Exército em áreas de fronteira. Ele argumentou que a ausência de militares nessas regiões enfraquece o combate a atividades ilícitas e amplia os desafios de fiscalização em pontos considerados sensíveis para a segurança do país.
Na avaliação do pré-candidato, a interrupção das ações de monitoramento nas fronteiras pode favorecer o avanço de organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas e ao contrabando. A declaração reforçou críticas que o pré-candidato tem feito à política de segurança pública adotada pelo governo federal.
Em publicação feita no Instagram nesta terça-feira (09/06), a ex-deputada federal Joice Hasselmann afirmou que eleitores favoráveis à alternância de poder precisam adotar uma estratégia eleitoral para a disputa presidencial de 2026. Segundo ela, a definição dos nomes que chegarão ao segundo turno será decisiva para o resultado da eleição.
Na avaliação de Joice, uma eventual presença de Flávio Bolsonaro no segundo turno favoreceria a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ex-parlamentar sustentou que o senador não teria força eleitoral suficiente para vencer o atual chefe do Executivo em uma disputa direta.
Durante a manifestação, Joice Hasselmann citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o nome que reúne melhores condições para enfrentar Lula no cenário atual. Ela argumentou que o goiano apresenta maior potencial de competitividade em uma eventual disputa nacional.
A declaração ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem a corrida presidencial de 2026. Lideranças partidárias e possíveis pré-candidatos ampliam articulações nos estados e em Brasília, enquanto diferentes grupos buscam consolidar espaço no debate eleitoral.
A Polícia Civil de Goiás, por meio da 4ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia, deflagrou operação para apurar os crimes de difamação e injúria cometidos em ambiente virtual. A ação culminou no cumprimento de mandado de busca e apreensão em endereço vinculado à principal investigada.
As investigações tiveram início após o registro de ocorrência noticiando a divulgação reiterada de publicações ofensivas contra a vítima e sua esposa. A autora teria utilizado um perfil falso para disseminar conteúdos difamatórios, incluindo acusações de adultério. As ofensas também atingiram terceiros vinculados ao ambiente de trabalho da vítima.
Diante dos fatos, a autoridade policial representou ao Poder Judiciário pela expedição de mandado de busca e apreensão. A medida cautelar visou à arrecadação de aparelhos eletrônicos e demais elementos de interesse investigativo. As investigações prosseguem para a completa elucidação dos fatos.
No Centro de Parto Normal (CPN) do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), em Goiânia, a espera pela indução do parto ganhou cores e criatividade: gestantes estão desenhando como imaginam seus bebês e transformando os registros em um mural coletivo dentro da unidade. Enquanto aguardam a evolução do trabalho de parto, as mulheres recebem papel, lápis de cor e liberdade para criar.
A proposta é simples e afetiva: cada uma representa o bebê como imagina, com traços, cabelos, roupas e até referências da seleção brasileira. Depois de prontos, os desenhos são fixados em um mural no próprio CPN, formando uma galeria coletiva que reúne expectativas, afeto e imaginação.
A ação foi realizada pelas enfermeiras obstétricas Márcia Rosa e Francielly Cristina e pelas técnicas de enfermagem Jaqueline Alves e Andressa Alencar. A enfermeira obstétrica Francielly Cristina destaca que as atividades lúdicas durante a indução do parto têm impacto direto no bem-estar das gestantes.
“Atividades lúdicas durante a indução do parto, como colorir desenhos e jogos (dama, pega-varetas e dominó), ajudam a reduzir a ansiedade e promovem relaxamento e bem-estar emocional. Também podem diminuir a percepção do tempo ocioso e contribuem para uma experiência mais positiva do trabalho de parto”, afirma.
Segundo a profissional, a iniciativa também busca aproximar as gestantes do clima da Copa do Mundo, sem perder de vista o momento especial vivido por elas com a chegada dos filhos. “A proposta foi fazer com que as pacientes se sintam pertencentes ao assunto do momento, a Copa do Mundo, sem deixar de lado a expectativa pelo nascimento de seus filhos. A atividade também desperta a curiosidade sobre a aparência dos bebês, como a cor dos cabelos e dos olhos”, explica.
A atividade acompanha o tempo da indução, que pode ser longo e exige paciência das gestantes. Nesse intervalo, o desenho funciona como uma estratégia de acolhimento e humanização, ajudando a reduzir a ansiedade e tornando o ambiente mais leve.
Além disso, a ação fortalece o vínculo entre as mulheres, que compartilham expectativas e vivências durante a espera pelo parto. O mural, formado ao longo do dia, acaba se tornando um registro simbólico desse momento coletivo.No contexto da assistência obstétrica, iniciativas como essa integram práticas de cuidado humanizado, reforçando o protagonismo das gestantes e qualificando a experiência no processo de parto.
Uma manobra incomum chamou a atenção de moradores de Acreúna durante a madrugada de domingo (07/06). Um Fiat Palio branco foi filmado sobre uma passarela destinada exclusivamente à circulação de pedestres às margens da BR-060. As imagens rapidamente ganharam repercussão nas redes sociais.
De acordo com informações da Polícia Militar, o motorista acessou a estrutura pela rampa de entrada e tentou atravessá-la com o automóvel. No entanto, não conseguiu prosseguir pelo trajeto e enfrentou dificuldades para retirar o veículo, ao precisar recuar pela própria passagem.
Após a divulgação dos vídeos, equipes da PM iniciaram diligências para localizar o responsável pela condução do carro. O motorista foi encontrado posteriormente e admitiu aos policiais que havia consumido bebida alcoólica antes da ocorrência.
Durante conversa com os militares, o homem afirmou que ingeriu álcool após o fim de um relacionamento. Ele também relatou que utilizava um veículo emprestado e gravou um vídeo para pedir desculpas à população e às autoridades pelo episódio.
Nas imagens divulgadas, o condutor declarou estar envergonhado com a situação e garantiu que assumirá os prejuízos causados. Segundo ele, a decisão de subir na passarela ocorreu após consumo excessivo de bebida alcoólica.
Quando foi localizado, o motorista já não apresentava sinais aparentes de embriaguez, o que impossibilitou a prisão em flagrante. Mesmo assim, a ocorrência foi registrada e encaminhada à Polícia Civil, que apura as circunstâncias do caso.
Além das medidas administrativas, o condutor poderá responder por infrações relacionadas à direção perigosa e à condução de veículo sob efeito de álcool. A situação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) também será analisada pelas autoridades competentes.
A morte de uma cadela e o diagnóstico de novos casos de cinomose entre cães comunitários acenderam um alerta no campus da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. A situação mobilizou estudantes e voluntários que atuam na proteção dos animais que circulam pela instituição.
Segundo relatos de voluntários, três cães receberam diagnóstico confirmado da doença e permanecem em tratamento. Outros quatro animais apresentaram sintomas compatíveis com a infecção viral, considerada altamente contagiosa entre cães.
Parte dos animais recebeu atendimento em clínica veterinária particular, enquanto outro permaneceu sob cuidados de uma voluntária dentro do campus. As despesas com medicamentos, consultas e exames foram custeadas por meio de campanhas de arrecadação organizadas por estudantes.
Integrantes do grupo responsável pelos cães comunitários afirmaram que a falta de um programa permanente de controle sanitário pode ter favorecido a disseminação da cinomose. Eles defendem a ampliação das ações de vacinação e acompanhamento dos animais que vivem na universidade.
Em nota, a Universidade Federal de Goiás informou que acompanha os casos e destacou que a cinomose possui caráter sazonal no campus, com ocorrências registradas em diferentes anos. A instituição ressaltou que a chegada frequente de novos animais dificulta o controle completo da doença.
O Hospital Veterinário da UFG informou que realizou avaliações clínicas, testes diagnósticos e orientações técnicas para os casos suspeitos. A unidade explicou que não interna animais com cinomose devido a protocolos de biossegurança destinados à proteção de outros pacientes.
De acordo com a UFG, a maior parte dos cães comunitários recebe vacinação e acompanhamento por meio de ações conjuntas entre o Hospital Veterinário, a Secretaria de Promoção da Segurança e Direitos Humanos e grupos de voluntários. A instituição também reforçou que a cinomose não representa risco de transmissão para seres humanos
A camisa do Brasil para a Copa do Mundo de 2026 está entre as mais bonitas da competição. Em ranking publicado pelo site The Athletic, o uniforme da Seleção aparece em segundo lugar, perdendo apenas para Gana.
Vini Jr posa para ensaio do Brasil para a Copa do Mundo de 2026 | Foto: Getty Images
“Muito, muito boa. É quase impossível estragar a camisa do Brasil, embora a Nike tenha tentado há quatro anos, mas este é um tremendo retorno. Lembra um pouco alguns designs diferentes do Brasil, como a camisa da Copa América de 2004, mas, em termos de corte, há semelhanças com a maravilhosa versão de 1986”, escreveu o portal.
Sobre a camisa de Gana, escolhida a mais bonita da Copa, a publicação destacou a inspiração nas tradições do país. “O design é inspirado pelo kente, um tradicional tecido ganês feito à mão, que teve origem quando tecelões tentavam replicar os padrões de uma aranha chamada Anansi, presente em seu folclore antigo”, escreveu o site.
Do outro lado, a camisa da Croácia ficou em último lugar no ranking. Para a publicação, a Nike tentou mexer com o tradicional desenho quadriculado do uniforme da seleção, sem sucesso. O ranking completo inclui 48 seleções, com Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Espanha e Argentina entre as primeiras colocadas.
Camisa 2 de Gana para a Copa do Mundo de 2026 | Foto: Divulgação/Puma
José Roberto Burnier passou por um susto durante um passeio em São Paulo neste domingo (7). O âncora do SP2, da TV Globo, foi atacado por um pitbull enquanto caminhava com seus cachorros.
“O preço da irresponsabilidade. Eu e meus cachorros fomos atacados por um pitbull solto, sem guia”, declarou Burnier | Foto: Reprodução/Instagram/@jr.burnier
Em suas redes sociais, o jornalista exibiu os ferimentos sofridos e contou que uma de suas cadelas também ficou ferida. De acordo com o comunicador, o cachorro que o atacou estava sem os equipamentos de segurança.
“O preço da irresponsabilidade. Eu e meus cachorros fomos atacados por um pitbull solto, sem guia. Essa senhora passeava com 3 cachorros e justamente o mais perigoso e bravo estava sem guia. Ele avançou e nos feriu, a mim e a uma das minhas cachorras”, iniciou José Roberto Burnier.
José Roberto Burnier mostrou nas redes sociais fotos dos ferimentos nos braços e na mãos | Foto: Reprodução/Instagram/@jr.burnier
Na sequência, o âncora chamou atenção para o cumprimento das normas previstas por lei. “É lamentável que certos donos de cachorros achem que podem sair na rua sem guia. É lei estadual: qualquer cachorro, manso ou bravo, pequeno ou grande, treinado ou não, só pode circular nas ruas com guia. E cães bravos, como o pitbull, com focinheira. Mas muitos simplesmente não respeitam a lei. E dá nisso”, continuou.
Por fim, Burnier tranquilizou os amigos e afirmou estar bem. “Eu recebi muitas mensagens de preocupação. Muito obrigado pelas mensagens. Estou fazendo essa publicação para dizer a vocês que já fui atendido aqui no Sírio-Libanês, já tomei quatro pontos na mão, fiz outros curativos, tem uma perna aqui também, e está tudo bem agora. Vida que segue”, revelou.
Aos 65 anos, Burnier comanda o telejornal SP2 desde 2022 | Foto: Reprodução/Instagram/@jr.burnier
Alguns anos após migrar para a GloboNews, Burnier assumiu em 2022 a apresentação do SP2. Aos 65 anos, o jornalista acumula mais de três décadas de trajetória no Grupo Globo, período em que atuou como repórter e esteve à frente de programas como GloboNews em Ponto e Conexão GloboNews.
O Governo de Goiás divulgou a programação completa da 27ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2026), que será realizada de 16 a 21 de junho, na cidade de Goiás. O evento contará com exibições cinematográficas, debates, oficinas, encontros com realizadores e atrações culturais gratuitas.
A abertura oficial será no dia 16 de junho, às 19h, no Cine Teatro São Joaquim. O festival dará início às mostras competitivas, com destaque para a Mostra Internacional Washington Novaes, a Mostra do Cinema Goiano e a Mostra de Cinema Indígena e de Povos Tradicionais. Haverá ainda mostras paralelas como Fica Animado, Mostra Fiocruz e a exibição da série “Filmes para Adiar o Fim do Mundo”.
Entre os convidados está Bela Gil, chef de cozinha, apresentadora e ativista socioambiental. Ela participa no sábado (20/06), às 16h30, no Parque da Carioca, da roda de conversa “Redes do Cerrado”, ao lado da cientista Márcia Cristina Bernardes Barbosa. O encontro integra o Fórum Horizontes, que reunirá pesquisadores, lideranças indígenas e especialistas.
O festival também oferece oficinas e atividades formativas voltadas para estudantes, profissionais do audiovisual e comunidades tradicionais. O encerramento será no dia 21 de junho, com a cerimônia de premiação das produções vencedoras e a reapresentação dos filmes premiados.
A 30ª Parada do Orgulho LGBT+ transformou a Avenida Paulista em um corredor de diversidade, cidadania e representatividade. Imagens registradas por drone no domingo (07/06) revelaram a dimensão do evento, que reuniu milhares de pessoas ao longo da principal via da capital paulista e consolidou mais uma edição histórica da mobilização.
Os registros feitos do alto destacaram um extenso mar de pessoas distribuído pela Avenida Paulista e por vias adjacentes. As imagens evidenciaram a força da manifestação e dimensionaram o alcance de um dos maiores eventos de diversidade do mundo.
Milhares de participantes acompanharam os trios elétricos, apresentações artísticas e manifestações culturais que integraram a programação. Bandeiras coloridas, fantasias e cartazes ocuparam o cenário e reforçaram a atmosfera de celebração e defesa de direitos.
A edição comemorativa de 30 anos adotou o tema “A rua convoca, a urna confirma”, com destaque para a importância da mobilização social e da participação política na construção da igualdade, da inclusão e da cidadania.
Lideranças políticas, ativistas, artistas e representantes de movimentos sociais participaram da Parada, que reafirmou seu papel como um dos principais eventos de visibilidade da população LGBTQIA+ no Brasil e no mundo. As imagens aéreas registraram a dimensão da mobilização e a permanência de uma manifestação que segue capaz de reunir multidões três décadas após sua criação.
Uma família que estava desaparecida desde a última quinta-feira (04/06) foi encontrada neste domingo (07/06) após o carro em que viajava despencar em uma ribanceira na zona rural de Teresina de Goiás, no Nordeste goiano. O acidente terminou com a morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente, que permaneceu preso às ferragens por cerca de três dias.
As vítimas foram identificadas como Odilon Gonzaga dos Santos, de 77 anos, e Aline da Silva Souza, de 42 anos. O motorista, Marcos Cezar da Silva Santos, foi resgatado com vida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) e recebeu atendimento médico. Segundo informações apuradas no local, Odilon era pai de Marcos, enquanto Aline era companheira dele.
De acordo com os bombeiros, a família retornava de uma visita a parentes em Palmas, no Tocantins, quando deixou de manter contato com familiares. A última informação repassada pelos ocupantes indicava que eles trafegavam pela região de Campos Belos. Após isso, tentativas de comunicação não tiveram sucesso.
O Fiat Uno foi localizado apenas neste domingo em uma região rural de difícil acesso. Conforme o CBMGO, o automóvel saiu da pista e caiu em uma ribanceira. As circunstâncias exatas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades.
Durante a avaliação da ocorrência, os socorristas constataram que Odilon morreu em decorrência dos graves ferimentos provocados pelo impacto. Já Aline sobreviveu inicialmente ao acidente, mas morreu no interior do veículo no dia seguinte à queda.
Marcos permaneceu preso às ferragens até a chegada das equipes de socorro. Segundo os bombeiros, a ingestão de água foi fundamental para sua sobrevivência durante o período em que aguardou resgate. Após ser retirado do carro, ele foi encaminhado para uma unidade hospitalar.
Os socorristas informaram que Marcos apresentava fraturas no tornozelo e no antebraço direito. O resgate ocorreu com apoio de militares de Alto Paraíso de Goiás, que realizaram o transporte da vítima para atendimento especializado.
Quatro pessoas ficaram feridas após uma colisão frontal entre dois veículos na tarde de sábado (06/06), na GO-430, na zona rural de Formosa. O impacto envolveu um VW Gol e um Jeep Renegade, o que mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e da Polícia Militar.
O condutor do Gol, de 24 anos, sofreu os ferimentos mais graves. Ele ficou preso às ferragens e apresentou múltiplos traumas, além de fraturas expostas em uma das pernas. Após trabalho de desencarceramento realizado pelos bombeiros, a vítima recebeu atendimento pré-hospitalar e seguiu para uma unidade de saúde.
Um menino de 10 anos, que ocupava o banco do passageiro do Gol, também se feriu no acidente. A criança foi avaliada ainda no local e apresentou quadro considerado estável. Depois dos primeiros socorros, ela foi encaminhada ao hospital para exames complementares.
No Jeep Renegade estavam um homem de 77 anos e uma mulher de 69 anos. O motorista apresentou escoriações e dores no joelho, enquanto a passageira relatou apenas desconforto na região pélvica. Ambos receberam atendimento das equipes de resgate.
Os quatro envolvidos foram levados ao Hospital Estadual de Formosa (HEF). A mulher que estava no Jeep acompanhou o marido até a unidade e recusou atendimento médico após a chegada ao hospital.
Após o resgate das vítimas, a Polícia Militar permaneceu no local para controlar o trânsito e registrar a ocorrência. As circunstâncias que provocaram a colisão ainda não foram informadas oficialmente.
Um atentado a tiros registrado na cidade de Toledo, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, no sábado (06/06), deixou várias pessoas feridas e provocou uma grande mobilização das forças de segurança. As vítimas receberam atendimento de emergência e foram encaminhadas para hospitais da região.
Após o ataque, as autoridades iniciaram uma ampla operação para localizar o responsável pelos disparos. Até o momento, o suspeito não havia sido encontrado. A polícia reforçou o patrulhamento e ampliou as buscas em diferentes áreas da cidade.
Diante da gravidade da ocorrência, os moradores da região foram orientados a permanecer em suas residências como medida preventiva. Equipes policiais mantiveram o isolamento de pontos estratégicos para garantir a segurança da população.
O episódio ocorreu a poucos dias do início da Copa do Mundo e aumentou a preocupação das autoridades com a segurança pública. O caso ganhou repercussão nacional em meio ao reforço dos protocolos adotados para grandes eventos esportivos no país.
As circunstâncias do atentado ainda são investigadas. As autoridades trabalham para esclarecer a motivação do ataque e identificar possíveis conexões que auxiliem na captura do suspeito.
Um homem ficou ferido após sofrer uma agressão física na tarde de sábado (06/06), na Rua dos Tupinambás, nas proximidades de um estabelecimento comercial, no bairro Mangabeira, em Feira de Santana. O caso ocorreu por volta das 15h40 e mobilizou equipes da Polícia Militar.
Segundo informações da corporação, policiais do 25º Batalhão da Polícia Militar foram acionados pelo Centro Integrado de Comunicação (Cicom) para verificar uma denúncia de lesão corporal. Ao chegarem ao endereço informado, os militares constataram que o agressor já havia fugido.
Testemunhas relataram que a vítima foi atingida com golpes de porrete. Equipes que atuaram na ocorrência identificaram lesões na região da cabeça e do tórax, além de sangramento aparente provocado pelas agressões.
Após a avaliação inicial, profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizaram os primeiros atendimentos no local. Em seguida, o homem foi encaminhado para uma unidade hospitalar para receber cuidados médicos.
A vítima foi levada ao Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), onde permaneceu sob observação médica. Uma guarnição da Polícia Militar acompanhou o deslocamento até a unidade de saúde.
O fogo começou às 20h29 em uma empresa de logística na Rua Guaporé, onde eram armazenados materiais diversos, entre eles canos de PVC. Mais de dez horas após o início da ocorrência, equipes ainda atuavam no combate a focos remanescentes.
De acordo com os bombeiros, as chamas foram controladas, mas ainda não foram extintas. O incêndio já mobilizou 38 bombeiros e 14 viaturas e destruiu cerca de 3,5 mil metros quadrados do imóvel.
O galpão tem área total de 3,8 mil metros quadrados e fica no centro do terreno, não atingindo imóveis vizinhos. A comunidade da Vila Izildinha, localizada em frente ao local, também não foi afetada.
O imóvel fica a cerca de 12 quilômetros do Aeroporto Internacional de São Paulo (GRU). Não há registro de feridos e as causas do fogo ainda são desconhecidas.