Iryo y Baleària abogan por un Mediterráneo bien conectado: "La intermodalidad es clave, pero faltan infraestructuras y una regulación favorable"

Russia returned the bodies of 522 people to Ukraine on 18 June 2026, the latest handover in the recurring repatriation of soldiers killed in Russia's war on Ukraine. Russian officials claim the remains belong to Ukrainian citizens, including military personnel.
The return was carried out by Ukraine's Coordination Headquarters for the Treatment of Prisoners of War, which announced the transfer. The Security Service's Joint Center, the armed forces, and other agencies took part, with the International Committee of the Red Cross assisting.
Forensic experts from the Interior Ministry will now begin identifying the dead, and the work is slow. Interior Minister Igor Klymenko said in remarks carried by the National Police that full identification of repatriated remains takes around 14 months, in large part because of the condition in which the bodies arrive.
Russia often hands over the remains of several people in a single bag, Klymenko said, and parts of one person are sometimes found across different bags—or even across different stages of repatriation. Ukrainian specialists run DNA tests on every body and every fragment, and any remains found not to belong to Ukrainian defenders are sent back to Russia.
The bodies frequently arrive without identification: of one earlier batch of 6,000, only 15% came identified, President Zelenskyy said. Once DNA tests confirm a body is that of a Ukrainian defender, it is released to relatives to be honored and buried.
The 18 June handover is the latest in a steady cadence of returns. Ukraine received 528 bodies in a near-identical operation in May, and 1,000 last November, then the third large-scale return in two months.
The exchanges stem from the June 2025 talks in Istanbul, where Russia and Ukraine agreed to repatriate the remains of 6,000 fallen on each side. Ukraine took back more than 6,000 bodies in the weeks that followed; Russia, by its own account, received only dozens.

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Após interpretar uma mulher que enfrenta um câncer de mama enquanto está em uma crise na carreira, Angelina Jolie refletiu sobre o impacto que a doença teve em sua vida pessoal.
A atriz de 51 anos já se submeteu a uma dupla mastectomia em 2013 como forma de prevenção da doença por ser portadora do gene BRCA1, que aumenta o risco de desenvolver câncer de mama ou ovário.
“Educo meus filhos quase que os preparando para a minha ausência, e não tanto para serem avós”, afirmou. “É o que acontece quando você considera a morte como uma realidade”, disse ela em entrevista à revista americana Variety.
Angelina disse ter essa visão justamente pelo histórico de câncer na família. A mãe dela, Marcheline Bertrand, morreu aos 56 anos depois de enfrentar por anos um câncer no ovário e também perdeu a avó em decorrência de um tumor.
“É muito impactante perceber que todos nós vamos morrer, que não estamos aqui para sempre. Por ter perdido minha mãe jovem e nunca ter conhecido minha avó, nunca vivi com a sensação de que teria uma vida longa. Já passei da idade em que minha mãe foi diagnosticada. Talvez eu sofra por sentir que não consigo viver o momento presente, porque sinto que preciso me apressar e agir rápido, pois o tempo está se esgotando.”
O recente papel de Jolie é como Maxine, uma cineasta de filmes de terror de baixo orçamento que recebe o diagnóstico de câncer de mama em meio ao divórcio. O filme se chama “Couture – Vidas Entrelaçadas” e tem previsão de estreia para 26 de junho.
Antes de se separar de Brad Pitt, 62, com quem ficou por cerca de 11 anos, ela deu um tempo em trabalhos de atuação para focar na direção. Mas, após a separação, em 2016, quis passar mais tempo com os filhos, então voltou a atuar.
Na mesma entrevista, a atriz contou que vinha de um período de desânimo, mas sente que agora seu espírito de batalha está de volta graças aos filhos que teve com o ator.
“Meus filhos já têm quase 18 anos, então agora eles querem me ver viajando pelo mundo, querem que eu saia e faça coisas. Eles me conhecem melhor do que ninguém e ainda gostam de mim. Acho que eles me incentivam bastante a retomar aspectos de mim mesma que talvez eu não me sentisse tão livre para explorar.”
Juntos, o ex-casal tem seis filhos: Maddox, 24, Pax, 22, Zahara, 21, Shiloh, 20, Knox, 17, e Vivienne, 17.
Angelina Jolie diz que “perdeu a própria voz” após morte da mãe

Sweden will contribute $108 million to the Prioritized Ukraine Requirements List (PURL), a US-led initiative that finances American weapons for Ukraine, the Swedish Defense Ministry said on 18 June.
The payment is Sweden's fourth under PURL and lifts its total funding for the program to $543 million, meaning its three earlier contributions came to $435 million.
PURL is a US initiative administered by NATO. Under it, the United States makes high-priority American defense materiel available in support packages that allied and partner countries pay for, among them advanced air defense systems and ammunition.
Through the program, Ukraine can quickly obtain "highly prioritized American defense materiel, including advanced air defense and ammunition," Defense Minister Pål Jonson said, calling it decisive for Ukraine's defense against continued Russian attacks. He described Sweden's support as long-term, comprehensive, and based on Ukraine's needs.
Since Russia's full-scale invasion of Ukraine in 2022, Sweden has provided 128 billion Swedish kronor (about $13.6 billion) in military support, part of which has gone to funds and initiatives run by other countries.
The new $108 million forms part of a support package Sweden announced earlier.

A GreenYellow está a reforçar a parceria estratégica com a Schneider Electric através da implementação de um programa de solarização das instalações industriais da empresa em França, num projeto que visa acelerar a descarbonização das operações industriais e contribuir para o cumprimento das metas de neutralidade carbónica.
O programa, desenvolvido com base num modelo de autoconsumo financiado pela GreenYellow, integra a estratégia da Schneider Electric para reduzir em 25% as emissões da sua cadeia de valor até 2030 e alinhar as suas operações com o objetivo de “net-zero ready”.
No total, a iniciativa abrange 24 instalações industriais em território francês, correspondendo a uma capacidade instalada de 16,9 MWp. A produção anual estimada é de 19,2 GWh, volume suficiente para abastecer cerca de 3.200 famílias e evitar a emissão de aproximadamente 750 toneladas de dióxido de carbono por ano.
Até ao momento, 18 instalações já se encontram em funcionamento ou em fase de implementação, totalizando 13,2 MWp de capacidade instalada. A maioria das soluções assenta em estruturas de carport solar instaladas nos parques de estacionamento, permitindo produzir energia renovável localmente e cobrir entre 5% e 30% das necessidades energéticas das unidades industriais. Além da produção de eletricidade, estas estruturas oferecem proteção aos veículos contra as condições meteorológicas e contribuem para reduzir o aquecimento provocado pela exposição solar.
As restantes seis instalações encontram-se atualmente em fase de estudo, elevando o projeto para um total de 24 localizações. Em vários destes locais está também prevista a instalação de mais de 120 pontos de carregamento para veículos elétricos, reforçando a integração entre produção de energia renovável e soluções de mobilidade de baixo carbono.
O modelo de negócio adotado prevê que a GreenYellow assegure integralmente o investimento, incluindo o desenvolvimento, financiamento, construção e operação das infraestruturas. Esta abordagem permite à Schneider Electric avançar com a sua estratégia de descarbonização sem necessidade de mobilizar capital próprio.
“A Schneider Electric é um parceiro exemplar, que se comprometeu de forma determinada com a solarização das suas instalações industriais. A nossa capacidade de implementar rapidamente soluções técnicas fiáveis, em instalações em operação e distribuídas por várias regiões, foi um fator essencial para o sucesso deste programa”, afirma Mathieu Cambet, diretor-geral adjunto da GreenYellow França. “Este é um exemplo concreto do que uma parceria de longo prazo, baseada na confiança e no desempenho, pode alcançar.”
Por sua vez, Gilles Simon, responsável pelo programa de implementação fotovoltaica na Europa da Schneider Electric, sublinha que “este programa ilustra a nossa ambição de integrar a transição energética nas nossas operações industriais. Assenta numa parceria sólida com a GreenYellow e num modelo virtuoso que nos permite avançar rapidamente rumo aos nossos objetivos de Net-Zero.”
Gianni Infantino, presidente da Fifa, se encontrou na quarta-feira (17) com o ex-goleiro mexicano Jorge Campos após a partida entre Colômbia e Uzbequistão, no Estádio da Cidade do México.
Durante a conversa, Infantino brincou que durante o jogo entre México e Coreia do Sul, nesta quinta (18), a lenda do México assumirá a presidência da entidade máxima do futebol.
“Amanhã, oficialmente, meu representante para o jogo México x Coreia em Guadalajara, já que eu não poderei ir, será o grande e imenso Jorge Campos, uma lenda incrível”, disse Gianni Infantino.
Campos entrou na brincadeira e avisou que irá sentar na cadeira presidencial durante a partida do Mundial.
“Vocês me ouviram, amanhã estarei no camarote presencial, mas ser presidente é muito difícil, eu vi, é muito difícil, não sei se vou conseguir”, concluiu.
México e Coreia do Sul se enfrentam nesta quinta-feira (18), às 22h (de Brasília), no Estádio de Guadalajara, pela segunda rodada do Grupo A da Copa do Mundo de 2026.
Atención
Mensaje oficial del Presidente de @FIFA, Gianni Infantino. pic.twitter.com/6cvGriSQjP
— Jorge Campos (@SoyJorgeCampos1) June 18, 2026
Fifa divulga salário e Infantino acumula remuneração de R$ 25 milhões

© VASCO COELHO/OBSERVADOR
A Brava Energia informou na noite de quarta-feira (17) que recebeu pedido de arbitragem da Westlawn Energia Brasil relativo ao Campo de Atlanta por causa da transação que envolve a venda da Brava à colombiana Ecopetrol.
Segundo o fato relevante da Brava, a Westlawn entende que a OPA da Ecopetrol “poderia desencadear o direito de preferência da Westlawn para aquisição da participação da companhia no Campo de Atlanta por valor de mercado”.
“A companhia e seus assessores entendem que as alegações apresentadas pela Westlawn carecem de fundamento jurídico e não encontram amparo nos instrumentos aplicáveis“, acrescentou a Brava.

Russia is set to receive a seaborne gasoline cargo via one of its western ports this month—a rare step for one of the world's largest exporters of oil and refined products—as months of Ukrainian drone attacks on refineries, pipelines, and fuel storage facilities have created widening domestic shortages, four industry sources told Reuters on 17 June.
The scale of the supply disruption marks a measurable shift in Russia's energy position: Ukrainian strikes have reduced domestic refining capacity to the point where neighboring countries cannot compensate and crude oil exports are being maximized as strikes cut domestic refining and free up unprocessed crude for shipment—a dynamic now confirmed by multiple international energy monitors.
The gasoline will be shipped from Asia, one source said, without specifying volumes or suppliers. Russia had considered seaborne fuel imports in 2025, another source noted, but domestic supply proved sufficient at that time.
Media reports of fuel shortages have been recorded in around a dozen Russian regions, according to data compiled by Reuters. Russian-held Crimea and two Siberian regions have officially confirmed shortages. Russian independent outlet The Bell reported on 16 June that 53 Russian regions and all five occupied regions of Ukraine are implementing gasoline sale restrictions for private vehicles, with gas stations in 11 regions experiencing shortages despite no formal restrictions. The Bell noted that 18 Russian regions and all of occupied Ukraine have restricted individual purchases to 50 liters (13.2 gallons).
To reduce pressure on domestic supply ahead of the peak summer driving season, the Russian government announced a ban on gasoline exports for producers through the end of July. Russia has also imported fuel from Belarus and previously sourced small volumes from Kazakhstan; however, industry sources said neither country has sufficient spare capacity to address a deeper supply crisis.
The strikes are also affecting Russia's upstream operations. The International Energy Agency reported on 17 June that Russian crude oil production in May 2026 fell to 8.7 million barrels per day—approximately five percent below May 2025 levels and 10 percent below Russia's own May 2026 target. The IEA stated that Ukrainian strikes are forcing Russia to prioritize domestic oil product supply and maximize crude oil exports.
Bloomberg reported on 16 June that Russian average crude oil shipments between 17 May and 14 June reached 3.83 million barrels per day, the highest figure recorded in 2026, though shipments declined slightly in the most recent week. Bloomberg cited OPEC data showing Russian oil output in May 2026 averaged 9.01 million barrels per day—a higher figure than the IEA's crude-only estimate, reflecting OPEC's different methodology—690,000 barrels per day below Russia's production target under the OPEC agreement. Bloomberg also reported that Russia has just above 120 million barrels of oil on vessels at sea ready for export, a roughly 25 percent increase from April 2026. A Kremlin-affiliated Russian milblogger acknowledged on 17 June that the increase in crude exports is partly a consequence of declining domestic refining capacity.
The US sanctions waiver for Russian oil and petroleum products on vessels at sea expired on 17 June without renewal by the United States, a development that will likely intensify Russia's challenges with exporting crude oil already at sea, according to ISW's assessment of 17 June.
The most recent drone attacks targeted the TANECO refinery and the Moscow refinery, leading to the suspension of processing at both plants. Russia exported nearly 5 million metric tons of gasoline in 2025, or approximately 117,000 barrels per day, according to industry sources. Russia's Energy Ministry did not reply to a Reuters request for comment.
Javier Bardem is now part of Hollywood history. On Tuesday, the 57-year-old actor took part in one of those ceremonies so beloved by the U.S. celebrity world that cemented his status as the star that he is: he left his hand and footprints at the TCL Chinese Theatre on the Hollywood Walk of Fame. He is the first Spaniard to do so. The Oscar winner — with four nominations during his career, as well as seven Golden Globe nominations — signed his name (accompanied by a drawing of a sun), and pressed his hands, feet and even nose into the wet cement outside the famous L.A. theater, where more than 200 celebrities, from Marilyn Monroe to Kobe Bryant, have also left their marks over the past century.

© Mike Blake (REUTERS)
O Citigroup adiou em um mês sua previsão de que o Federal Reserve dos EUA começará a cortar as taxas de juros, apontando para uma postura mais agressiva dos formuladores de políticas.
O Citi, corretora que há muito tempo defende uma política monetária expansionista contra o Fed, agora prevê cortes de 25 pontos-base em outubro e dezembro de 2026, seguidos por um corte em janeiro de 2027.
Anteriormente, a projeção era de afrouxamento monetário em setembro, outubro e dezembro.
O Fed manteve sua taxa básica de juros inalterada na quarta-feira (17) sob a nova presidência de Kevin Warsh, mas quase metade dos formuladores de políticas agora espera que as taxas subam este ano em meio às crescentes preocupações com a inflação.
A Nomura e o Bank of America, ambas corretoras que não esperam qualquer afrouxamento monetário por parte do Fed, afirmaram que existe um risco crescente de aumentos nas taxas de juros este ano, em decorrência das projeções mais otimistas.
Segundo a ferramenta Fedwatch do CME Group, os investidores estão precificando uma probabilidade de 50% de aumento da taxa de juros em setembro, superior aos 27% esperados há um dia.
Warsh iniciou seu mandato com uma ampla revisão de políticas que incluiu o abandono da orientação futura.
“Não posso dar nenhuma previsão sobre o que faremos a seguir”, disse ele em sua primeira coletiva de imprensa, acrescentando que isso não é “adequado” ao atual momento econômico.
Algumas corretoras disseram que a remoção levaria os investidores a dependerem mais dos dados econômicos e dos comentários dos membros do Fed para avaliar a direção da política monetária, com o JP Morgan observando que os discursos dos formuladores de políticas “ganhariam ainda mais importância”.
“A mudança da orientação prospectiva para uma comunicação baseada em dados e eventos aumenta a incerteza sobre a função de reação das políticas”, afirmou o Barclays.
O Barclays, que anteriormente previa um corte de 25 pontos-base em março de 2027, agora espera que o banco central mantenha as taxas estáveis ao longo do próximo ano.
A China defendeu suas medidas de controle de exportação de suprimentos minerais críticos e instou as nações do G7 a respeitarem os princípios da economia de mercado e as regras do comércio internacional, em vez de favorecerem “pequenos grupos”, disse seu Ministério das Relações Exteriores nesta quinta-feira (18).
As declarações surgiram após um acordo firmado na quarta-feira (17) pelos líderes do G7 para intensificar a coordenação a fim de reduzir a dependência de seus países em relação à China no fornecimento de minerais críticos, incluindo planos para alinhar o armazenamento e expandir o papel da Agência Internacional de Energia.
“Os esforços da China para padronizar e aprimorar seu sistema de controle de exportações estão em consonância com as práticas internacionais”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, em uma coletiva de imprensa regular.
“O objetivo é salvaguardar melhor a paz mundial e a estabilidade regional, bem como cumprir as obrigações internacionais relacionadas à não proliferação”, acrescentou, instando os líderes do G7 a cessarem a “imposição de regras de pequenos grupos” que prejudicam a ordem econômica e comercial internacional.
As potências ocidentais estão empenhadas em diversificar o fornecimento de metais vitais para a defesa, a tecnologia e as energias renováveis, e em reduzir a dependência da China, após as restrições às exportações de ímãs permanentes impostas por Pequim no ano passado terem afetado diversos setores e exposto a sua dependência de uma única fonte.
Sem mencionar a China, os líderes do G7 disseram que buscam reduzir a dependência de qualquer fornecedor externo ao grupo e aos países parceiros para terras raras e ímãs permanentes para menos de 60% até 2030, com o objetivo final de atingir 50% “o mais rápido possível”.
A bolsa paulista opera volátil nesta quinta-feira (18), oscilando entre positivo e negativo, após o Banco Central cortar a taxa Selic para 14,25% ao ano na véspera, mas deixou os próximos passos em aberto.
Por volta das 10h40, o Ibovespa recuava 0,05%, próximo da estabilidade, aos 168,3 mil pontos
No mesmo horário, o dólar à vista subia 0,69%, aos R$ 5,14 na venda.
O dólar iniciou o dia em alta ante o real e quase todas as demais divisas globais, após a decisão da véspera do Federal Reserve reforçar as apostas de alta de juros nos EUA ainda em 2026, enquanto no Brasil os agentes reagem ao comunicado de política monetária do Banco Central.
Na quarta-feira (17), a moeda americana à vista fechou com alta de 0,41%, aos R$ 5,1104.
Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 60.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.
*Com informações da Reuters

Photographs of the burning Dormition Cathedral that Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy showed US President Donald Trump at the G7 summit were probably the final push that moved Washington toward firmer support for Ukraine, according to Politico. The outlet cited three G7 officials who described the private exchange in Evian-les-Bains on 16 June.
The sight of the cathedral's golden domes in flames visibly affected Trump, one of the officials said. Russia's strike set the roof of the church—the central shrine of Kyiv's Pechersk Lavra—ablaze during a mass missile and drone assault on 15 June.
French President Emmanuel Macron, the summit host, had spent months working out how to appeal to the American leader, Politico reported. At a dinner the night before, G7 leaders tailored their case to Trump's view of the war, casting Ukraine as the side winning and Russia as the side losing.
The leaders told Trump that Zelenskyy was winning because Russian forces could not break through the front and were even losing ground, a European diplomat told the outlet. Macron, caught on a hot mic the next day, described the conversation with Zelenskyy as difficult.
The approach produced results. The G7, including the United States, agreed to expand military support for Kyiv and backed new sanctions on Russia, pledging "unwavering support" in its 17 June statement and citing Ukraine's momentum on the battlefield.
In its 17 June joint statement, the G7 agreed to send Ukraine more air defense, interceptor missiles, and long-range capabilities, and said it was ready to consider letting Ukraine produce them domestically — but the language commits only to "consider," with no timeline, system, or manufacturer named.
The summit doubled as a sanctions moment. Canada imposed new measures on 162 Russian individuals, entities, and vessels on 16 June, announced after Carney met Zelenskyy on the sidelines and condemned the Lavra strike. Britain's £210 million ($282 million) enriched-uranium deal to feed Energoatom came packaged with fresh sanctions on Russia's oil trade, pushing UK shadow-fleet designations toward 600 vessels.
Diplomats cautioned that the gains could prove fragile. A single phone call between Trump and Russian President Vladimir Putin could undo them, the European diplomat said, noting that the US president shifts position often.

© dpa/picture alliance via Getty I

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
O técnico Thomas Tuchel e o goleiro Jordan Pickford tiveram um discussão acalorada durante a vitória da Inglaterra sobre a Croácia na estreia de ambas as seleções na Copa do Mundo, na quarta-feira (17).
O jornal inglês The Sun revelou que o desentendimento aconteceu quando a seleção inglesa já vencia por 1 a 0 em Dallas, no Texas. O repórter da Fox, Geoff Shreeves, teria visto a movimentação, aos 17 minutos do primeiro tempo.
Segundo ele, a discussão entre os dois aconteceu pelo fato de Pickford não ter seguido orientações de Tuchel sobre iniciar a construção da jogada saindo com a bola desde a defesa.
Aparentemente, Pickford se desequilibrou quando saiu jogando na direção errada, contrariando as ordens de Tuchel. Geoff Shreeves relatou: “Thomas Tuchel foi direto para a linha lateral e disse: ‘Não, passe para o lateral direito, você não vai para aquele lado’.”
“Pickford deu uma pequena resposta e Tuchel não ficou impressionado. Ele disse para ele: ‘Você sabe o que deve fazer, faça como eu mandei'”, concluiu Shreeves.
Kane também revelou uma bronca que recebeu do treinador no intervalo da partida, que terminou em 4 a 2 para os ingleses. O capitão da Inglaterra destacou que a conversa dos jogadores com Thomas Tuchel no intervalo teria sido um fator determinante para a mudança de postura da equipe.

Russian forces struck the central Ukrainian city of Dnipro with ballistic missiles and attacked the Nikopol district with FPV drones on 18 June, killing two people and injuring 15, regional officials said. The strikes hit a private business in Dnipro and homes across Nikopol over the morning and afternoon.
In Dnipro, a man was killed and 11 people were wounded when a missile hit the enterprise, Dnipropetrovsk Oblast Military Administration head Oleksandr Hanzha said. Eight of the wounded were taken to hospital in moderate condition, and one was treated at home, he added.
The Dnipropetrovsk Oblast Prosecutor's Office said the city was hit by a missile strike, preliminarily with ballistic missiles, and that investigators had opened criminal proceedings under Article 438 of Ukraine's criminal code, which covers violations of the laws of war. Ukrainian prosecutors open such proceedings after most strikes on the country.
In the Nikopol district, Russian forces attacked with FPV drones during the morning and afternoon, killing a man and wounding four others, Hanzha reported. Private houses and vehicles were damaged.
The attack follows a run of strikes on the city this month. Russian drones damaged the House of Organ and Chamber Music, a college, and a school in Dnipro on 15 June, injuring one person, in an overnight barrage that also set the Kyiv Pechersk Lavra alight and killed five rescue workers in Kharkiv.
On 2 June, Russia fired one of the largest aerial salvos of its war on Ukraine, and Dnipro absorbed the deadliest single strike of that night — 12 killed and 35 injured, among them a State Emergency Service rescuer killed when a second strike hit the impact site as crews worked.
Nikopol sits across the Dnipro River from Russian-occupied Enerhodar and the Zaporizhzhia Nuclear Power Plant, and faces near-daily shelling and FPV drone attacks. An FPV drone struck a city bus in central Nikopol on 7 April, killing three people and wounding 12 as the vehicle pulled into a stop.
The Institute for the Study of War has assessed that Russian forces have built deliberate civilian targeting into their drone operations in southern Ukraine, a pattern the UN has confirmed as crimes against humanity, with command responsibility traced to the Kremlin.
Gerard, participante de La isla de las tentaciones y Supervivientes ha regresado al foco mediático, aunque, en esta ocasión, por los supuestos gritos desmedidos de una de sus vecinas.
Tal como el concursante del reality ha comentado a través de sus redes sociales, hace solo unos días, recibió un mensaje de una de sus vecinas en el que esta le preguntaba si escuchaba los gemidos de otra vecina. Ante esto, Vamos a ver se ha puesto en contacto con Gerard.
"Llevo un día con las vecinas... Me han hablado tres vecinas: a la que le molestan los gemidos, me cuenta la película y me dice que si la puedo ayudar a hablar con el conserje para quejarnos", ha comentado Gerard.
Asimismo, el matinal ha contactado con dicha vecina: "A las 2, más o menos, yo estoy durmiendo y, de repente, escucho como muchísimo ruido, me asomo a la venta y le contacto a él a ver si está escuchando lo mismo que yo y ver si podemos escribirle al conserje de la urbanización para que haga presión, que cierre la ventana". Además, la vecina ha asegurado que se trata de unos ruidos que se repiten varias veces durante la semana: "Hoy espero que se haya dado por aludida y ya no lo haga. Si esto me sirve para que esta chica me deje descansar, pues adelante con todo".
Por otra parte, Gerard ha asegurado que la chica que emite los gemidos se ha puesto también en contacto con él: "Me ha dicho que la otra vecina es una exagerada y que no se puede enterar nadie porque tiene novio. Está la comunidad revolucionada". En esta línea, Gerard ha asegurado que él no es quien está provocando la inquietud entre las vecinas: "No soy yo, no soy yo... Es la fama que me he buscado".
Desde el plató del matinal de Telecinco, Giovanna González ha asegurado que, en su conversación con Gerard, el exparticipante de los concursos le ha asegurado que quiere quitarse esa fama y sentar la cabeza: "Me ha dicho que a ver si le llama Carlos Lozano para su nuevo programa, Amor o lo que surja".
