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Copa do Mundo a milissegundos de distância, mas nem sempre foi assim

Para sentir a emoção da arquibancada vibrando ao fundo enquanto o atacante supera a defesa e manda a bola para o gol, era preciso que ondas eletromagnéticas percorressem milhares de quilômetros até transformar a jogada em imagem nas telas de TV e em lembrança na memória do torcedor.

Hoje, pensar na cobertura de uma Copa do Mundo é falar de velocidade: um universo digital que opera em ritmos impensáveis para as tecnologias de comunicação de décadas atrás.

Velocidade 5G e o futebol

O 5G chegou ao Brasil em 2022 e passou a oferecer velocidades médias superiores a 200 Mbps, podendo ser milhares de vezes mais rápido do que a internet discada dos anos 1990. Se comparada às tecnologias, ele é 10 vezes mais rápido que o antecessor 4G.

Em 2002, quando a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial, a internet no Brasil passava por transição. Foi quando experimentamos na navegação online aquela sensação de trocar uma corrida de bicicletas por carros na vida real. Na época, passamos dos 0,056 Mbps da internet discada para conexões ADSL (internet de alta velocidade pela mesma rede de fios de cobre usada pelo telefone fixo) que podiam atingir até 10 Mbps, sendo 180 vezes mais rápida que a tecnologia anterior.

Só que, na época, nada de Instagram, WhatsApp ou X. Interagir com os colegas online, só mesmo com serviços como ICQ, bate-papos online ou então por correntes de e-mail. Vale lembrar que, quando Ronaldo Fenômeno marcou os dois gols que deram ao Brasil o pentacampeonato mundial, o YouTube ainda não existia — ele só seria criado em 2005.

O streaming de vídeo em larga escala ainda engatinhava, e os smartphones que hoje colocam a Copa na palma da mão sequer faziam parte da rotina dos consumidores. Nesta época, os jogos eram acompanhados principalmente pela TV aberta, pelo rádio e pelos portais de notícias na internet, que ofereciam textos, fotos e atualizações em tempo real.

Nem TV, nem internet

A Copa de 1970, no México, foi um marco tecnológico e tanto para as transmissões do campeonato para os brasileiros. Foi a primeira vez que os torcedores puderam assistir a uma Copa do Mundo ao vivo, graças ao uso de satélites de telecomunicações. Um avanço e tanto para os profissionais de rádio e TV.

Edemar Annuseck narrou cinco mundiais entre os anos de 1974 e 1990 e lembra da dificuldade de transmitir um campeonato naquele tempo. “No rádio era preciso ter um sinal de satélite; e nem sempre a gente conseguia ter retorno do que estava sendo transmitido”. Fazendo uma ponte com as coberturas em tempo de internet, diz: “Hoje, com um computador, você faz a transmissão e a narração das partidas direto do estádio. Antes, era preciso ter 4 canais (áudio): dois para envio da voz e o restante para retorno.”

Luiz Fernando Magliocca, pesquisador e professor de rádio e TV, começou a trabalhar na área em 1964 e lembra de situações inusitadas quando os jogos eram em campo brasileiro. “Às vezes, durante as transmissões esportivas no rádio, havia interferências e até linhas cruzadas no meio da transmissão”. Com a chegada da internet, diz que o jogo fora do campo mudou: “Hoje ampliou a oferta de telas. A oferta maior é agora, com diversas emissoras e plataformas fazendo a transmissão dos jogos, enquanto o torcedor acompanha tudo pelo celular”.

Do carro popular ao trem-bala digital

Hoje, a combinação entre fibra óptica e redes 5G permite acompanhar os jogos em alta definição, com baixa latência, acesso simultâneo a múltiplas telas e velocidades de navegação que variam de 300 Mbps a 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em algumas localidades.

No Brasil, essa velocidade alcança 221 Mbps em média, segundo dados divulgados no início de maio pela consultoria Ookla. O país está entre os líderes da América Latina em velocidade, embora ainda distante dos países que lideram o ranking global, como Singapura, Eslovênia e França. E o melhor, tudo em multiplataformas. Uma experiência que fica ainda mais intensa com a cobertura jornalística e diversidade de aplicativos.

Na CNN a cobertura do evento vai além dos jogos

O time da CNN Brasil entra em campo para a cobertura multiplataforma da Copa do Mundo de 2026 e acompanha a Seleção Brasileira e os principais destaques do torneio em parceria com a Itatiaia.

Na programação da CNN Brasil, o público tem conteúdos exclusivos, com quadros fixos nos telejornais Novo Dia, Live e CNN Prime Time. E no fim do dia, depois que a bola rola no campo, o “CNN na Copatraz um resumo dos principais acontecimentos do Mundial. 

No digital, a emissora aposta em uma programação robusta no YouTube, com lives diárias de até duas horas, e novidades no site. Na página oficial, a CNN também disponibiliza o Simulador da Copa do Mundo 2026 de resultados automatizado, permitindo que os torcedores façam projeções completas do chaveamento até a final.

E já que todo brasileiro tem um pouco de técnico no sangue e nunca é tarde para “palpitar”, a CNN Brasil criou o Simulador Convocação – Copa 2026, uma plataforma de escalação dos sonhos em que o público pode escolher os 26 jogadores que deveriam representar o Brasil no Mundial.

Agora, a decisão está nas mãos do torcedor: qual seria a sua convocação para a Copa do Mundo de 2026? Simulador Convocação – Copa 2026.

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Inma Herrera, investigadora del Instituto Ecoaqua: «Necesitamos que existan seguimientos continuados de las comunidades planctónicas»

El plancton incluye tanto la parte vegetal, el fitoplancton, como la parte animal, el zooplancton, que es mi especialidad. Aunque no podamos verlo a simple vista, es esencial para la vida en el planeta, ya que produce gran parte del oxígeno que respiramos, captura dióxido de carbono y sostiene toda la cadena trófica marina, desde los peces hasta los mamíferos. Cualquier alteración en esta base alimentaria repercute directamente en el funcionamiento de los ecosistemas y en la salud de los océanos.

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Zapatero ante el juez: las principales claves que el expresidente del Gobierno tendrá que aclarar en la Audiencia Nacional

El expresidente socialista José Luis Rodríguez Zapatero cuenta ya los días para comparecer ante la Audiencia Nacional en el marco de la investigación judicial relacionada con el rescate de la aerolínea Plus Ultra en 2021. Será los próximos 17 y 18 de junio cuando, por primera vez en democracia, un expresidente se sentará así ante este Tribunal ante las sospechas de que pudo liderar una red de tráfico de influencias en favor de la aerolínea a cambio de comisiones.

Zapatero acudirá acompañado de su abogado, el prestigioso catedrático Víctor Moreno Catena, y ambos ejercerán su defensa "con toda la firmeza y convicción" -según dijo el exlíder del PSOE al conocerse su imputación-. Ambos tendrán que convencer al juez José Luis Calama de que "jamás" ha hecho gestiones ante ninguna "administración pública ni sector público en relación con el rescate" de 53 millones de euros a la citada aerolínea.

El magistrado, además, ha ampliado la imputación de Zapatero a un delito fiscal y a otro de contrabando por las joyas valoradas en 1,3 millones de euros halladas en una caja fuerte de su oficina. Además de la Fiscalía, lo cierto es que Zapatero tendrá enfrente casi a una decena de acusaciones populares coordinadas por el PP, que podrían pedir medidas cautelares contra él. Estas son todas las claves que tendrá que aclarar ante la Audiencia Nacional:

Zapatero, el "vértice" de la trama

Una de las cuestiones que tendrá que resolver Zapatero será así su papel en toda la presunta trama. El juez sitúa al expresidente en el "vértice" de toda la operativa, ejerciendo un "liderazgo no visible" de forma que, de cara a conseguir decisiones y ventajas a favor de terceros, esencialmente de Plus Ultra, Zapatero habría aportado sus "contactos institucionales y empresariales de alto nivel".

Además de las gestiones para lograr el rescate a la aerolínea, se investiga si la trama intervino ante autoridades venezolanas para "asegurar la autorización de vuelos". En el auto de imputación, el juez apunta además a la "influencia determinante" de Zapatero, que tenía acceso a "personas situadas en los más altos niveles de responsabilidad política", para la compraventa de petróleo en Venezuela.

Unas joyas de 1,3 millones de euros

Ha sido también otra de las cuestiones más sorprendentes. El registro a la oficina del expresidente trajo consigo el hallazgo de unas 80 piezas de joyería en una caja fuerte y que están valoradas, según una tasación preliminar, en 1,3 millones de euros. En concreto, un collar de 278.000 euros, de oro blanco, diamantes y dos esmeraldas, es la joya de más valor hallada junto a otras con piezas de oro, zafiros -algunos de Tailandia-, rubíes o esmeraldas de Zambia.

Zapatero ha argumentado por el momento que son herencia de su madre y su suegra y que estaban allí porque vivía en una casa de alquiler sin caja fuerte. Pese a sus palabras, las joyas han desencadenado en una nueva imputación por delito fiscal y de contrabando ante el origen aún no justificado de estas. Con ello, el juez investigará todo lo relativo a estas joyas en una pieza separada, aunque lo cierto es que Zapatero podrá aclarar su origen en su comparecencia de esta semana.

Canales financieros hacia su entorno

Otra de las sospechas de los investigadores es que los supuestos beneficios económicos que habría obtenido Zapatero habrían sido canalizados a través de una maraña de empresas que no solo se dirigían hacia él, sino también hacia su entorno, especialmente, sus dos hijas. De esta manera, el juez apunta a "sociedades instrumentales, documentación simulada y canales financieros opacos para ejercer influencias ilícitas, ocultar el origen y destino de los fondos y obtener beneficios económicos en favor de terceros y del propio entramado".

El magistrado cifra en 1,9 millones de euros los supuestos beneficios de toda la trama, que se repartieron en distintas empresas. Entre ellas, destacan por ejemplo los 490.780 euros que habría recibido Zapatero de Análisis Relevante -propiedad de su amigo e imputado Julio Martínez Martínez-, que tiene bloqueados; o los 239.755 que percibió la empresa de sus hijas.

Sus trabajos para Análisis Relevante

Con ello, el expresidente será preguntado ante la Audiencia Nacional por sus trabajos realizados con Análisis Relevante, otra de las cuestiones más importantes a resolver. El expresidente ha reconocido que hizo labores de consultoría para este empresa por los que cobró 70.000 euros brutos anuales entre 2020 y 2025.

Así lo dijo hace meses en el Senado, donde admitió que la empresa de sus hijas prestó a esa mercantil servicios de comunicación y marketing. Sin embargo, el juez sospecha que Análisis Relevante, cliente de Plus Ultra, es en realidad una empresa "instrumental" para canalizar fondos en un periodo que coincide "con gestiones dirigidas a influir en la concesión de ayudas públicas".

Una sociedad en Dubái

El juez también cree que, siguiendo instrucciones de Zapatero, la trama llegó a crear una sociedad en Dubái, que estaría participada al 100% por otra empresa que había suscrito un contrato con Plus Ultra para percibir 530.000 euros (el equivalente al 1% del "rescate público"), sin constancia del pago en España. Se trataría así de una dinámica que "reforzaría la hipótesis" según el magistrado de que dicha sociedad se habría creado con el objetivo de "recibir fondos en el extranjero". Pese a todo, Zapatero asegura que nunca ha tenido una sociedad de este tipo ni en España ni en el extranjero y que siempre ha cotizado al IRPF.

Conversaciones entre los miembros de la trama

Otro de los indicios contra Zapatero son las conversaciones que se han desvelado entre los presuntos miembros de la trama. Así, las alusiones al expresidente entre directivos de Plus Ultra son constantes en el sumario y constituyen uno de los principales caballos de batalla del abogado del expresidente socialista, quien ha sembrado dudas sobre su autenticidad.

En este sentido, lo cierto es que parte de estas conversaciones provienen de la extracción del móvil que una agencia gubernamental estadounidense realizó de Rodolfo Reyes, accionista de la aerolínea, en 2021. Estados Unidos, así, las ha aportado a la Policía española cinco años después, en 2026. Por ello, el abogado sospecha de su origen e integridad: quiere saber qué resolución judicial amparó la incautación y el clonado del móvil, así como si se respetó la cadena de custodia.

El juez, adelantándose a posibles peticiones de nulidad, ha solicitado ya a Estados Unidos autorización para usar esas comunicaciones como "medio de prueba" en todo el proceso penal. En aquellas conversaciones, los directivos de Plus Ultra hablaban de "tocar puertas" y "pedir ayuda a Zapatero" para conseguir el préstamo. También aludían a un llamado "Grupo Zapatero" o "boutique financiera".

De entre los mensajes analizados, la UDEF atribuye uno a Zapatero. "En tiempo y forma. Exitosa gestión", habría recibido Julio Martínez el 31 de julio de 2021 de un contacto registrado como "Z" tras una gestión "al más alto nivel con Venezuela".

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Semana de mil talentos artísticos encerra hoje com espetáculo imperdível no Jardim Municipal

O Funchal tem sido palco de uma demonstração criativa de talentos,  com particular realce para a educação artística através da Semana das Artes, um evento dinamizado pela Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, através da Direção Regional de Educação e da Direção de Serviços de Educação Artística. Uma iniciativa que envolve alunos de todos […]
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Um prodígio ao piano: Sérgio Varela Cid no Liceu

Assinalado a 21 de junho, o Dia Europeu da Música celebra a música enquanto linguagem universal e meio privilegiado de comunicação entre povos e culturas. Neste âmbito, o núcleo museológico apresenta uma fotografia que documenta a atuação do jovem pianista Sérgio Varela Cid no Liceu do Funchal. A imagem regista o recital realizado a 9 […]
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De cerezas a remolacha: recetas de Dani García para hacer un gazpacho diferente este verano

Cuando llega el verano y las altas temperaturas inundan cada calle de las ciudades de España, nuestro organismo pide a gritos nutrirlo de recetas refrescantes y deliciosas, siendo el gazpacho una de las ideas a las que más recurre gran parte de la población de nuestro país. Además, gracias a chefs profesionales como Dani García, con 3 Estrellas Michelin, encontramos versiones diferentes de este plato con sabores distintos.

El chef marbellí de restaurantes como Smoked Room y BiBo ha compartido públicamente algunas ideas de gazpachos con sabores que van desde la querida cereza hasta la suntuosa remolacha. Aquí van algunos ejemplos que propone el cocinero que conoce también el secreto para lograr unas patatas fritas con el dorado y el crujiente perfecto.

Gazpacho de remolacha y queso

Se trata de una de las múltiples versiones que el chef andaluz ha compartido en sus redes sociales. A pesar de llevar pocos ingredientes, Dani García asegura que es un gazpacho con mucho sabor, perfecto para triunfar en una comida de verano con los amigos. ¿El toque final que también marca la diferencia? Un queso fresco especial.

Link a la receta completa del gazpacho de remolacha y queso.

Gazpacho de cerezas

Si tienes cerezas guardadas en la nevera, hojas de albahaca, pimiento verde, tomates, ajo, anchoas y queso fresco, cuentas con los ingredientes necesarios para hacer este gazpacho de Dani García.

Link a la receta completa del gazpacho de cerezas.

Gazpacho de fresas

Con esta receta, el chef asegura que uno logra cocinar el "mejor gazpacho del mundo". No contiene agua ni pepino ni pan porque los ve como unos ingredientes innecesarios que eclipsan el sabor que debe tener el plato.

Ingredientes

  • Tomate cherry en rama
  • ​Fresón
  • ​Queso feta
  • ​Ajo
  • ​Pimiento verde
  • ​Cebolla
  • ​Sal
  • ​Aceite de oliva
  • ​Vinagre de Jerez

Receta del gazpacho de fresas de Dani García

  1. Troceamos los tomates, el ajo, el pimiento verde y la cebolla.
  2. ​Echamos los ingredientes en un bol e incorporamos sal, aceite de oliva y vinagre de Jerez.
  3. Mezclamos todo y dejamos reposar en la nevera durante 8 o 9 horas.
  4. Trituramos hasta obtener un gazpacho con la textura deseada y colamos.
  5. Cortamos las fresas en finas láminas.
  6. En un plato, colocamos las láminas de las fresas, el queso feta desmigado y el cebollino picado. Echamos el gazpacho y un poco de aceite.

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João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe. Tentei levantar o carro para tirá-la de lá, mas não consegui”

O lateral, atualmente com 32 anos, partilha com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal.

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Russia's recruitment system nears breaking point, forcing debate over forced mobilization

As Russian battlefield gains slow and recruitment drive falters, Ukraine is warning that the Kremlin may finally reach for the measure it has long resisted — a forced mobilization.

According to Kyiv, Moscow is preparing to call up tens of thousands of fresh soldiers to offset its climbing battlefield losses.

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Ricardo Araújo Pereira: "Sorteio está feito de maneira a que, com elevada probabilidade, haja um Portugal-Argentina"

"Coincidência total?", é a pergunta feita por Ricardo Araújo Pereira no o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, desta sexta-feira. O humorista brinca com a elevada probabilidade de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi se defrontarem nos quartos de final do Mundial 2026.

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La strategia di Trump: né trionfo né ritirata

L'approccio di Donald Trump nei confronti dell'Iran rivela una complessa architettura strategica nella quale la retorica della non proliferazione sembra progressivamente lasciare spazio a esigenze politiche, economiche e di immagine ben più immediate. Dietro la giustificazione ufficiale dell'intervento emerge una questione più concreta: la necessità di evitare che il presidente sia percepito come un leader debole sulla scena internazionale.

Tuttavia, la strategia di massima pressione implementata sull'Iran si scontra con una realtà che nemmeno l'enorme superiorità militare americana è in grado di garantire: la rapida capitolazione di un regime consolidato come quello iraniano.

Ed è qui che emerge il vero dilemma strategico di Trump. Se il suo obiettivo è la resa dell'Iran, o anche solo lo smantellamento delle sue capacità strategiche, gli strumenti finora impiegati appaiono insufficienti. Per raggiungere un risultato del genere sarebbe necessario accettare un conflitto molto più lungo e imprevedibile. Ma questa è una strada che il presidente non può percorrere senza smentire le promesse politiche che gli hanno aperto per due volte le porte della Casa Bianca. Al tempo stesso, una ritirata senza risultati sarebbe difficilmente presentabile persino per il suo più fedele elettorato. Trump si trova quindi stretto tra due opzioni che non può permettersi: l'escalation e la rinuncia. In questo quadro il negoziato non appare come una delle possibili soluzioni, ma come l'unica vera via d'uscita.

L'obiettivo diventa allora ottenere un accordo sufficientemente credibile da poter essere presentato come una vittoria politica. Da questo punto di vista Trump ha probabilmente più fretta di tutti gli altri protagonisti. Ha interesse a chiudere il confronto prima dei prossimi appuntamenti internazionali, presentandosi non come il presidente che ha aperto una nuova guerra in Medio Oriente, ma come il leader che è riuscito a fermarla.

Questa esigenza si riflette in una diplomazia che sembra vivere alla giornata e che guarda con attenzione anche alle reazioni dei mercati finanziari. L'annuncio di un'intesa imminente contribuisce a trasmettere un messaggio di stabilizzazione e a rafforzare la percezione che la crisi stia entrando nella sua fase conclusiva. Se poi la realtà dei negoziati si rivela più complessa, il costo politico appare relativamente contenuto rispetto al beneficio di alimentare l'aspettativa di una soluzione.

Nelle ultime ventiquattro ore questo gioco di specchi ha raggiunto il suo culmine con l'alternarsi di aperture diplomatiche e segnali di rallentamento delle operazioni militari, mentre Teheran prende tempo e alcuni alleati regionali degli Stati Uniti guardano con crescente preoccupazione a un possibile compromesso.

Il testo negoziale riflette perfettamente questa logica. L'Iran potrebbe ottenere un alleggerimento della pressione economica e la fine del blocco navale; Trump, in cambio, la fotografia politica che cerca fin dall'inizio della crisi. Non si tratterebbe di un accordo fondato sulla fiducia reciproca, ma sulla convenienza del momento. E il suo destino dipenderà da chi, nelle prossime ore, riuscirà a imporre la propria idea di vittoria.

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El mejor lugar de Europa para ver las estrellas está al lado de España y es un pionero del astroturismo

El astroturismo ha ganado un protagonismo innegable durante los últimos años en España, y es que el firmamento ya juega un papel fundamental en el sector turístico. Cada vez son más los que buscan destinos para poder ser testigos de espectáculos en el cielo, bien sea contemplar las Perseidas o poder admirar el eclipse total que oscurecerá España durante unos instantes el próximo 12 de agosto.

En la península ibérica hay numerosos lugares perfectos para contemplar las estrellas, conocidos como ‘Destinos Starlight’, aunque el mejor sitio para hacerlo en Europa no se encuentra en territorio español, sino que está en Portugal, y es que el área protegida de Dark Sky Alqueva ha sido condecorada con dicho honor en la quinta edición de los Tourism Leaders Awards 2026, ganando en la categoría de mejor experiencia... y lo mejor de todo es que se encuentra a un paso de la frontera con España.

Dark Sky Alqueva, el lugar en el que mirar al cielo

Dark Sky Alqueva es un área de unos 10.000 kilómetros cuadrados ubicada en la maravillosa región del Alentejo que se ha establecido como uno de los mejores lugares del planeta para observar cuerpos celestes, sobre todo gracias a su escasa contaminación lumínica y a la calidad del firmamento, lo cual ha atraído a miles de turistas durante los últimos años. Por ello, no es de extrañar que haya conseguido este premio.

Desde hace un tiempo, los responsables de este lugar han llevado a cabo numerosos proyectos para que cada vez más curiosos puedan contemplar el cielo nocturno en este apasionante enclave luso. Además, en la zona hay numerosos pueblos llenos de encanto que por la noche se mantienen prácticamente a oscuras para que los amantes del astroturismo puedan visualizar una estampa única en la atmósfera.

Entre esos pueblos se encuentran Alandroal, Reguengos de Monsaraz, Portel o Mourão, que además son destinos de turismo rural increíbles y que ocultan tesoros alucinantes. Además, casi todos ellos tienen una amplia oferta hotelera y de restauración para que los que acudan a la ‘reserva’ puedan disfrutar de una estancia apasionante e inolvidable en un lugar sumamente espectacular.

Esta zona portuguesa fue la primera de todo el mundo en recibir la certificación de Destino Starlight y cuenta con un imponente embalse (del mismo nombre) que se enclava en plena frontera hispanolusa. Al estar a apenas unos kilómetros de España, es sin duda uno de los mejores lugares a los que se puede hacer una escapada de fin de semana este verano si lo que se quiere es ver constelaciones en su máximo esplendor.

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Carmelo Bosque, el chef con Estrella Michelin y apasionado de la trufa que liderará la cena de la gala de la Guía Michelin 2027

Dentro de unos meses, la Guía Michelin celebrará su icónica gala con la que repartirá sus codiciadas Estrellas Michelin. Si el año pasado, Málaga fue la sede oficial para la entrega de dichas distinciones y otros reconocimientos, Huesca se convierte en su sucesor.

Además, como viene siendo una tradición que forma parte del evento, tendrá lugar una cena después de la gala. El año pasado, Benito Gómez del restaurante Bardal (Ronda, Málaga) con 2 Estrellas Michelin, fue el encargado de coordinar al equipo. Este 2026, dicha labor ha sido encomendada al aragonés Carmelo Bosque.

¿Quién es Carmelo Bosque?

Carmelo Bosque es el chef de Lillas Pastia, que cuenta con 1 Estrella Michelin. Aparte de tener la oportunidad -y responsabilidad- de coordinar el equipo de cocina de la cena que servirá después de la gala, Bosque cuenta con 30 años de experiencia profesional y en la página web de su local afirma que su predilección es la trufa, uno de los alimentos por excelencia de la cocina aragonesa y protagonista en la carta.

"Con 30 años, Carmelo Bosque consiguió su primera estrella Michelin en el restaurante Navas de Huesca antes de abrir el restaurante Flor y en 1995 comenzar su andadura en el Lillas Pastia, en el que consiguió otra estrella Michelin tres años más tarde. Carmelo Bosque es un gran defensor de los productos de su tierra, Aragón, y uno de los grandes expertos de la cocina con trufa, el producto fetiche del Lillas Pastia", explica el negocio en su página web sobre la trayectoria de Bosque.

Por su parte, la Guía Michelin describe al restaurante de Bosque como un lugar con una "cuidada estética contemporánea" que esconde en su interior "un reservado exclusivo dedicado a la trufa (para 10 comensales) y el restaurante gastronómico como tal, con la cocina semivista y en una de sus paredes, realizada a partir de Inteligencia Artificial, una gran ilustración de una mujer cantando ópera (de ahí viene el nombre Lillas Pastia, de la taberna reflejada en la famosa ópera Carmen)".

¿Cuándo se celebrará la Gala de la Guía Michelin?

La Gala de la Guía Michelin será el 24 de noviembre en el Palacio de Congresos de Huesca. Será la primera vez que la ciudad acoja una edición de uno de los eventos más importantes de la gastronomía nacional.

"Celebrar la Gala de la Guía Michelin en Huesca es una oportunidad para visibilizar el extraordinario patrimonio gastronómico y la riqueza de producto de Aragón (...) Esta elección refuerza nuestro compromiso con la pluralidad territorial de la gastronomía española y la capacidad de la cocina local para dialogar con las grandes tendencias internacionales", señalan desde Michelin sobre la elección de la ciudad aragonesa.

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Lotería Nacional de este sábado 13 de junio de 2026 | Resultados y premios

Loterías y Apuestas del Estado ha realizado este sábado 13 de junio un nuevo sorteo ordinario de la Lotería Nacional que ha puesto en juego hasta 42 millones de euros en premios. Este nuevo sorteo se ha producido como todos los sábados a la 13.00 horas en el Salón de Sorteos de Loterías y ha repartido dos grandes premios.

Por un lado, un primer premio de 600.000 euros a la serie, lo que se traduce en 60.000 euros por décimo, que ha sido para el número 69497. Por otro, un segundo premio de 120.000 euros a la serie, que equivale a 12.000 euros para cada décimo agraciado, que ha recaído en el número 71657. Además, se han otorgado otra serie de premios a las extracciones de dos, tres y cuatro cifras y también se han seleccionado un total de tres reintegros, que han sido el 3, el 7 y el 9.

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La presentación de la nueva revista de elDiario.es sobre el turismo pone el foco en la sostenibilidad: “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”

La presentación de la nueva revista de elDiario.es sobre el turismo pone el foco en la sostenibilidad: “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”

La presentación de la revista 'Turismo, cómo conservar un tesoro sin dañarlo'; pone el foco en el impacto de las redes sociales, la gentrificación y la crisis climática en el destino preferido de Europa

El turismo en España genera casi tres millones de empleos y supone el 13% del PIB nacional, sin embargo su gestión, o su falta de ella, plantea retos ambientales y sociales que en algunos casos parecen haber llegado a un punto de no retorno. Bajo esta premisa, elDiario.es presentó este martes su nueva revista 'Turismo, cómo conservar un tesoro sin dañarlo' en un encuentro exclusivo para las socias y socios en la redacción. 

La charla, moderada por Gumersindo Lafuente, editor de la publicación, contó con la participación de la periodista y directora de la revista medioambiental Ballena Blanca, Sara Acosta, y el arquitecto y viajero experimentado Enrique Domínguez Uceta. 

Tras los agradecimientos y las presentaciones, Lafuente rescató un dato de la revista sobre una cala en Mallorca donde, el trasiego de turistas se lleva 70 kilos de arena diarios pegados a las chanclas y toallas. Un ejemplo muy ilustrativo de la magnitud del problema.

Lafuente puso el foco en cómo las redes sociales han distorsionado la experiencia del viaje con “500 millones de chivatos” digitales que arrastran masas hacia lugares específicos solo por una foto. “Sale una foto de una puerta de color azul en una playa de Alicante y, de pronto, hay cola para hacerse la foto en esa concreta puerta y no en las otras 50 que hay en el mismo pueblo”, lamentó el periodista, subrayando el estrés que de este modo sufre el un turista, que a veces no sabe ni dónde está. Para ejemplificar esta idea, Lafuente contó el caso de una guía de la Alhambra de Granada a la que un turista VIP le reclamó no haberle enseñado el monumento entero tras mostrarle una foto de la Mezquita de Córdoba.

Del ‘Spain is different’ al desarrollismo

Enrique Domínguez Uceta, autor del texto de apertura de la revista, aportó a la conversación la perspectiva histórica, recordando que España se convirtió en un lugar de turismo masivo casi por “fuerza del destino” tras la Segunda Guerra Mundial. Para los europeos de la posguerra, aseguró, España era un refugio: “Era llegar a un sitio que no estaba contaminado por el horror en el que habían vivido”.

El arquitecto analizó cómo el turismo transformó las costumbres de un país cerrado en los años 60, recordando con nostalgia cómo el coche propio, en su caso el Seat 600, permitió a los españoles descubrir su propio país y que España era diferente, no solo vista por los extranjeros, sino en cada una de sus regiones... “Eso tenía dentro un germen que a mí hoy me sigue pareciendo muy interesante”, valoró.

Sin embargo, ese idilio tuvo un precio ambiental altísimo debido a lo que el arquitecto definió como un “encuentro amoral entre los promotores turísticos y el régimen” de la dictadura, donde primó el negocio sobre cualquier protección del medio natural. El balance incluye hoy en día humedales desecados y una costa casi totalmente construida, con ejemplos sangrantes como el Algarrobico o la Isla de Valdecañas.

¿Es posible la sostenibilidad?

La periodista Sara Acosta, añadió varios ejemplos de degradación ambiental, como el río Chíllar en Nerja o San Juan de Gaztelugatxe, víctima del fenómeno Juego de Tronos, y señaló que la falta de visión a largo plazo de los políticos dificulta las soluciones. La pregunta que sobrevolaba la sala era si la conservación es compatible con esta industria y Acosta fue clara: sí, pero con planes a largo plazo que choquen con el electoralismo de cada cuatro años.

“No le solemos poner conciencia [al viaje] desde que yo decido dónde me quiero ir... ¿qué genera menos impacto?”, invitaba a la reflexión la periodista. Incluso mencionó nuevas tendencias como la “vergüenza de volar” (flygskam) o el compromiso de viajar solo en tren, algo que ya practican colectivos de jóvenes en el norte de Europa.

Ya en el tramo final, el debate se centró en la búsqueda de modelos de éxito. “Si hay que creer en algo, creo en Benidorm”, afirmó Lafuente. Así, los ponentes coincidieron en señalar aspectos positivos de Benidorm o Peñíscola por la eficiencia de su verticalidad frente a la dispersión en el territorio y del peso de la gestión local frente a los fondos de inversión. “En Benidorm la mayor parte de la industria está en manos de gente local, que lo cuidan como algo suyo”, aportó Domínguez Uceta, que añadió que este tipo de gestión local suele ser el denominador común de “los sitios que han mantenido un cierto equilibrio”.

Las preguntas de los socios abordaron temas como la homogeneización de las ciudades, la gestión de aguas residuales en hoteles y la polémica ampliación de aeropuertos en plena crisis climática. Ante la cuestión de si se debe limitar el volumen de turistas, Acosta reconoció que es una cuestión incómoda pero necesaria: “En los sitios en los que he estado con responsables de turismo, hacer esta pregunta es como tirar una bomba”. En el aire queda la sensación agridulce de que el turismo es un motor importante de la economía de nuestro país, pero que ese “tesoro” del que habla el título de la revista requiere una mirada crítica para revertir la masificación.

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Zapatos planos para combatir el calor del verano con estilo por menos de 30 euros

En España durante el verano, la comodidad es un plus que deberían tener todos los 'looks' independientemente del lugar que estemos y el suelo que pisemos. En el caso de buscar dicho requisito, lo más apropiado sería comenzar por un calzado práctico y -tranquila- también estiloso. Diversas marcas de moda tienen en sus respectivos catálogos modelos que cumplen con dichas funciones, como las que aparecen en este artículo.

Para que no estés un día entero buscando ese zapato plano ideal para la época estival, hemos preferido comenzar nosotras la búsqueda, siendo el resultado la siguiente 'wishlist' con pares que no superan los 30 euros, para que tu tarjeta tampoco tiemble cuando pase por el datáfono.

Zara

Las sandalias rojas están siendo una auténtica revolución estilística este verano y en Zara hemos encontrado estas para que te subas al carro de esta tendencia. Ideales para lucir con un total white look o con unos shorts vaqueros y una camiseta básica. Incluso unos pantalones capri también son opción. Las sandalias (REF. 3610/710/020) cuestan 29,94 euros.

Primark

Continuamos con estas alpargatas de Primark (REF. 991174185116) que no nos han conquistado únicamente por el precio, también porque nos las imaginamos lucirlas con nuestro vestido boho y capaza de confianza y ya tendríamos un look apto para los días de verano. Cuestan 14 euros.

Stradivarius

Las bailarinas de efecto red vuelven a causar furor este verano y nosotras nos hemos topado con estas de la firma Stradivarius (REF. 9117/770/002), que nos encantan principalmente por los detalles florales, que las hacen muy diferentes con respecto a otros modelos. Cuestan 29,99 euros.

Bershka

En su página web, Bershka explica que estas sandalias (REF. 1810/864/100) están fabricadas para ofrecer un mayor confort gracias a la "plantilla técnica flexible de espuma compuesta de látex". Cuestan 25,99 euros.

Pull & Bear

Por último, proponemos estas sandalias con abalorios (REF. 1702840100) de Pull & Bear y combinarlas con unos shorts vaqueros, un top de tirantes y brazaletes en uno de los brazos. Tienen un precio de 29,99 euros.

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Bad Bunny, sobre su desayuno típico: "Un revueltillo con jamón, queso, tomate, cebolla y en unas tostaditas"

La capital está más que preparada para recibir la visita de Benito Antonio Martínez Ocasio, más conocido como Bad Bunny. Madrid será la sede de 10 conciertos que el cantante puertorriqueño hará con motivo de el tour Debí Tirar Más Fotos. El año pasado, el 'conejo malo' amante del pepinillo en la hamburguesa hizo historia con la venta de sus entradas, y este 2026 tiene claro en querer volver a hacer historia con su gira mundial.

Los seguidores de su trayectoria que incluye éxitos musicales como Titi Me Preguntó y Me porto bonito ya conocen algunos aspectos de su faceta más personal. Una curiosidad del nacido en Puerto Rico tiene que ver con su desayuno. En una entrevista para Harper's Bazaar de hace tres años, Bad Bunny habló sobre lo que suele desayunar gran parte de los días.

El desayuno habitual de Bad Bunny

Uno de los primeros aspectos que menciona Bad Bunny cuando abre los ojos nada más comenzar el día tiene que ver con la hora. "Me levanto temprano, a las 7 o 7 y algo de la mañana", decía, añadiendo que su única manía es la de "mirar el sol, aunque me quede ciego un poquito. Cierro los ojos y que me queme y ya. En verdad es triste, lo primero que hago es mirar el teléfono, pero es lo todo el mundo hace eso, ¿verdad?".

Bad Bunny confesaba también que bebe café, pero con un matiz: "Me gusta cuando me lo preparan, prefiero que me lo haga alguien con una cafetera, una greca, bien rico, café bueno".

El resto del desayuno favorito de Bad Bunny está compuesto por ingredientes capaces de aportar al organismo desde hidratos de carbono hasta proteínas: "Mi desayuno típico es un revueltillo con jamón, queso, tomate, cebolla, en una tostadadita".

Propiedades y beneficios del huevo

Uno de los beneficios principales del huevo es el aporte de proteínas que da al organismo. De esta manera, el cuerpo se sacia antes y también contribuye a aumentar la masa muscular.

Según cuenta en un artículo publicado en su blog la Universidad de Utah, el huevo también es bueno por contener antioxidantes beneficiosos para la salud visual como la luteína y zeaxantina. La institución también destaca que este alimento es beneficioso para las embarazadas. "No sólo son una buena fuente de proteínas, sino que están repletas de vitaminas y minerales, lo que es bueno para el desarrollo cerebral del bebé. Algunas de las muchas vitaminas y minerales que contienen son hierro, vitamina B12, vitamina A, vitamina D, vitamina E y selenio", cuenta la universidad. Aparte de destacar el ácido fólico.

De acuerdo con la Fundación Española de Nutrición (FEN), por cada 100 gramos de porción comestible, el huevo puede contener:

  • Energía: 150 kcal
  • ​Proteínas: 12,5 g
  • ​Potasio: 130 mg
  • ​Magnesio: 12 mg
  • ​Calcio: 57 mg
  • ​Agua: 76,4 g

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A Cuba y al pueblo cubano hay que defenderlos, claman desde Argentina

Buenos Aires, 13 jun (Prensa Latina) La resistencia de los cubanos ante la dura crisis que hoy atraviesan es digna de admiración, manifestó el diputado nacional argentino Itai Hagman en un encuentro de solidaridad con Cuba organizado por el partido Patria Grande.

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