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A trovoada de junho matou os porcos

18 June 2026 at 15:51

VTM

Dos Fundegos vinham os primeiros raios, anunciando uma tragédia para a agricultura.

Os mais velhos vaticinavam que chegaria uma tempestade capaz de destruir as culturas já feitas. A sabedoria popular, guiada pelo desenho e pelas cores das nuvens, anunciava uma tarde arrasadora. Assim dizia uma velha sentada num banco de pedra, os óculos caídos sobre o nariz. Afagava de vez em quando um bichaninho peludo e ranhoso. Ao passar por ali uma mulher, sentenciou:

– Ó Olímpia, vem aí uma trovoada que vai pôr tudo de pantanas. Vamos ensaiar a prece a Santa Bárbara Bendita?

Ti Olímpia respondeu-lhe que a aldeia já estava habituada às trovoadas de maio e junho. Entretanto, um homem de sacho ao ombro, bigode revirado, seguia para a Granja, cantarolando uma moda brejeira, como quem desdenha o aviso das velhas.

Mas a chuva, os relâmpagos e os trovões não tardaram. Em pouco tempo, a ribeira mal continha a cheia que descia pelas vertentes dos montes. E a velha azenha, à sua margem, tornou-se testemunha de uma tragédia que se abatia sobre Mateus.

Os relâmpagos rasgaram a negrura das nuvens: tudo parecia um inferno. A natureza em estado de guerra. As gotas caíam grossas, num ruído assustador, e os trovões rebentavam com tal violência que os mais medricas se benziam à pressa.

Cheirava a terra quente e molhada num odor intenso que subia do chão.

Estavam quarenta graus.

O ar era sufocante, quase irrespirável.

Um trovão, mais violento, fez correr a ti Carolina até casa da minha mãe. Pedia abrigo, pois sabia que ali ninguém temia as trovoadas. O que caía do céu era já uma tromba de água. As nuvens negras abafavam toda a aldeia.

Da Rua da Flores desciam cordas de água desenfreadas, arrastando tudo à sua passagem. A estrada nacional oferecia um quadro sinistro: lama, pedras e entulho.

Os cavalos dos ciganos, fustigados pelos mosquitos, sacudiam-se inquietos. O patriarca fazia estalar o chicote, enquanto os animais patinhavam na lama. Uma cigana grávida de 16 anos, abanou a cabeça em reprovação, recebendo também ela um açoite.

Os cachões de água, furiosos, galgaram a estrada junto à Casa da Dona Maria e invadiram a nitreira do conde, onde estavam vários porcos bem tratados.

Encurralados, sem possibilidade de fuga, os animais grunhiram, mas ninguém os ouviu. A mortandade, porém, não passou despercebida aos ciganos.

Com autorização do administrador do conde- César Augusto Monteiro- levaram os animais para as tendas onde viviam.

Pelas barrigas inchadas dos ciganinhos, dos cães e até dos cavalos, percebeu-se que o festim fora abundante.

Depois da trovoada devastadora, Mateus reergueu-se.

E a vida não tardou a recomeçar.

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Diplomacia de Israel corta contactos com Kaja Kallas

18 June 2026 at 13:18
Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita acusa a alta representante da UE de "calúnia de sangue", após ter comparado as ações de Israel em Gaza ao regime do apartheid sul-africano.

© MARTIN DIVISEK/EPA

Kallas visitou Israel e o território palestiniano da Cisjordânia em março de 2025, mantendo uma postura crítica em relação à ofensiva israelita em Gaza, mas frisou o direito de Israel à autodefesa

Diplomacia de Israel corta contactos com Kaja Kallas

18 June 2026 at 13:18
Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita acusa a alta representante da UE de "calúnia de sangue", após ter comparado as ações de Israel em Gaza ao regime do apartheid sul-africano.

© MARTIN DIVISEK/EPA

Kallas visitou Israel e o território palestiniano da Cisjordânia em março de 2025, mantendo uma postura crítica em relação à ofensiva israelita em Gaza, mas frisou o direito de Israel à autodefesa

Aumenta a pressão para reverter o Brexit. “Perder tempo a olhar para o passado”, diz Starmer

By: ZAP
18 June 2026 at 09:30
Rivais do primeiro-ministro britânico defendem o regresso do Reino Unido à União Europeia. Keir Starmer alerta que não se deve “perder tempo a olhar para trás”, e garante que mantém o compromisso do programa eleitoral do Labour de não voltar a aderir ao bloco europeu. O Reino Unido e a União Europeia não devem perder tempo a “olhar para trás” para o Brexit, afirmou Keir Starmer esta quarta-feira, numa altura em que enfrenta pressões para reconsiderar o regresso do país à UE. O primeiro-ministro reafirmou o compromisso assumido no programa eleitoral do seu Governo de não voltar a entrar no

UE debate apoio à Ucrânia com Zelensky

18 June 2026 at 06:51
Na sequência das negociações de expansão do bloco, a UE volta a debater o apoio à Ucrânia numa cimeira de dois dias que começa esta quinta-feira. Luís Montenegro estará presente.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes deverão ainda trocar impressões sobre a competitividade da economia europeia e a relação com a China, bem como sobre a situação no Médio Oriente

UE debate apoio à Ucrânia com Zelensky

18 June 2026 at 06:51
Na sequência das negociações de expansão do bloco, a UE volta a debater o apoio à Ucrânia numa cimeira de dois dias que começa esta quinta-feira. Luís Montenegro estará presente.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes deverão ainda trocar impressões sobre a competitividade da economia europeia e a relação com a China, bem como sobre a situação no Médio Oriente

O TJUE, Portugal e a febre anti-abuso

18 June 2026 at 00:06

Há acórdãos que resolvem um litígio – e depois há acórdãos que obrigam um sistema fiscal inteiro a olhar para o espelho. O recente Acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) no caso Nova Iberomoldes (processo C-837/24, com Acórdão de 4 de Junho de 2026) pertence, creio, à segunda categoria, porque atinge um nervo exposto do nosso regime tributário: a tendência para transformar normas concebidas para combater abusos fiscais em regras de tributação automática.

A velha Sisa (esse fóssil fiscal que mudou de nome para IMT, mas continua a assombrar o imobiliário português) nasceu para tributar transmissões onerosas de imóveis. Com o tempo, a lei passou também a alcançar transmissões de participações sociais em sociedades com imóveis. A lógica é simples: se alguém compra uma sociedade cujo valor está essencialmente em imóveis, pode estar, na prática, a comprar os imóveis sem pagar imposto sobre a compra dos imóveis. Palavra-chave: pode.

O problema começa quando uma linha de defesa contra manobras artificiais passa a funcionar como rede de malha fina lançada sobre operações empresariais normais. Apanha o peixe certo, mas também a arte, o pescador e a traineira.

O artigo 2.º do Código do IMT (CIMT) começa pela incidência clássica: transmissões onerosas de imóveis situados em Portugal. Depois, a lei alargou o conceito até incluir a aquisição de participações sociais em sociedades com património imobiliário relevante. Durante muito tempo, esta ficção respeitava sobretudo a sociedades de pessoas e sociedades por quotas, mas em 2020, passou a abranger também sociedades anónimas, desde que se verifiquem, em síntese, três requisitos: mais de 50% do activo em imóveis portugueses, não afectos a actividade operacional, e aquisição que coloque alguém com pelo menos 75% do capital social.

Ora, o caso em notícia explica-se sem latim fiscal: uma sociedade holding foi constituída e o seu capital foi realizado através de entradas em espécie: em vez de dinheiro, o accionista entregou participações sociais noutras sociedades. Entre elas estava o capital de uma sociedade com imóveis no activo. A Autoridade Tributária entendeu que a nova sociedade adquirira, indirectamente, domínio sobre imóveis em Portugal e liquidou IMT, nos termos da lei.

O contribuinte respondeu que a operação era uma entrada de capital e uma reestruturação protegida pela Directiva 2008/7/CE, relativa aos impostos indirectos sobre reuniões de capitais. O Tribunal deu-lhe razão: quando uma operação se qualifica como reestruturação abrangida pela Directiva, Portugal não pode cobrar IMT apenas porque, por trás das participações transmitidas, existem imóveis.

O Tribunal não acabou com o IMT sobre transmissões indirectas de imóveis, nem abriu uma auto-estrada para meter prédios dentro de sociedades e vender as sociedades por baixo do radar. Decidiu algo mais preciso: uma ficção fiscal nacional não pode transformar uma reestruturação empresarial protegida pelo Direito da União Europeia numa transmissão imobiliária tributável.

Em abstracto, a regra interna parece prudente. Na prática, o IMT acabou por incidir sobre operações societárias onde pode não haver venda de imóveis, especulação imobiliária ou abuso. A reestruturação de empresas é uma necessidade normal da vida económica: grupos reorganizam participações, criam holdings, simplificam estruturas, refinanciam actividades e separam riscos. Quando estes movimentos passam por sociedades com imóveis, o IMT aproxima-se perigosamente de uma taxa de fricção sobre a organização das empresas.

É certo que o artigo 60.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais oferece uma válvula de segurança para certas operações de reestruturação, oferecendo isenções de IMT e de Selo; mas não resolve o problema de fundo: aquilo que deveria ser regra aparece como benefício fiscal, dependente de fiscalização posterior e de uma margem prática de enorme incerteza (o que não é bom para o negócio, e muitas vezes o estraga).

Mas generalizando, o que importa destacar, a meu ver, é que esta decisão do TJUE é mais do que um episódio técnico sobre uma Directiva pouco conhecida. É um sinal sonoro de uma linha jurisprudencial europeia que vem sendo construída há anos em defesa do contribuinte: o combate ao abuso é legítimo, mas exige abuso.

Em Cadbury Schweppes, o Tribunal apontou para montagens puramente artificiais, desligadas da realidade económica. Em Eqiom e Enka, recusou presunções gerais de fraude ou abuso. Em Deister Holding e Juhler Holding, travou uma regra nacional assente nesse tipo de presunções. E em Foggia, caso português, recordou que uma reestruturação pode ter razões económicas válidas mesmo gerando vantagens fiscais, desde que estas não sejam predominantes.

A lição é simples: uma norma anti-abuso não pode ser um piloto automático. Para a sua aplicação não basta carregar no botão. Tem de haver análise concreta, realidade económica e proporcionalidade. O Estado pode combater a fraude, fechar atalhos artificiais e tributar transmissões imobiliárias encapotadas. Mas não pode usar o vocabulário do abuso para criar uma incidência fiscal sem abuso.

Essa é a tentação portuguesa – e europeia, pelo menos nos tempos mais recentes: normas de incidência (ou de anti-abuso) largas, cómodas e agressivas, potencialmente violadoras do princípio constitucional da legalidade do imposto. O contribuinte entra no processo já com ar de culpado, obrigado a explicar que a sua reorganização não é uma trapaça fiscal. No caso, e como bom exemplo, a lei abstém-se de distinguir entre quem reorganiza uma empresa e quem, abusivamente, monta uma capa societária para vender prédios sem imposto.

Para o Estado do Orçamento, esta indiferença é tentadora. Para o Estado de Direito, é tóxica.

Obviamente, o Acórdão Nova Iberomoldes não resolve todos os problemas. Haverá sempre casos fora da Directiva 2008/7/CE, casos abusivos e planeamentos artificiais que continuarão a poder ser atacados, e ainda bem. Mas um sistema fiscal sério não pode ser preguiçoso. A Autoridade Tributária deve investigar o abuso onde ele exista, prová-lo e fundamentá-lo.

A consequência prática desta decisão parece-me clara: o artigo 2/2/d do CIMT tem de ser lido à luz do Direito da União Europeia. Deve ser afastada a aplicação automática da norma a operações de capitalização e reestruturação protegidas pela Directiva – e o legislador faria bem em criar regras de segurança para reorganizações empresariais genuínas.

O mais importante a assinalar é que o TJUE tem vindo a assumir um papel que deveria caber antes de mais aos legisladores: deixar claro que a luta contra o abuso fiscal não justifica tudo. O TJUE não está a proteger aldrabices, mas sim a proteger contribuintes contra normas cegas, excessivas e perfunctórias.

O combate ao abuso fiscal precisa de acertar num alvo legítimo. Disparar primeiro e perguntar depois constitui doutrina aceitável em maus filmes de guerra; já num Estado de Direito, é apenas má pontaria com excesso de danos colaterais.

Ou dito de outra forma: façam-nos o favor de não abusar das cláusulas anti-abuso.

Harry Kane sobra em campo e Inglaterra bate Croácia por 4 a 2 na Copa

18 June 2026 at 00:06

Logo Agência Brasil

A Inglaterra levou a melhor sobre a Croácia, com vitória pora 4 a 2 no primeiro clássico europeu da Copa do Mundo, disputado no AT&T Stadium, na cidade de Dallas(Estados Unidos). Os Três Leões - apelido da seleção britânica - mostraram determinação em campo para buscar o segundo título mundial, após jejum de 60 anos. No jogo de abertura do Grupo L do Mundial, o atacante Hary Kane balançou a redes duas vezes para os britânicos e tornou-se o maior artilheiro do país, ao lado de Gary Lineker, com 10 gols. Bellinghan e Rashford completaram o placar dos Três Leões, enquanto Baturina e Musa descontaram para os croatas, os Xadrezistas (apelido em alusão ao uniforme).

Three points for the Three Lions 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 17, 2026

Notícias relacionadas:

A Croácia começou pressionando a saída de bola dos ingleses, mas durou muito pouco. Os Três Leões apostaram em contra-ataques velozes pela direita. E logo aos 8 minutos, após cobrança de escanteio, Modric se adiantou para cortar a bola, mas acabou atingindo Madueke, filho de nigerianos nascido na Inglaterra. Após revisão do VAR, o árbitro anotou pênalti a favor dos ingleses. O camisa 9 Harry Kane cobrou duas vezes: na primeira delas, o goleiro Livakovic defendeu, mas o VAR identificou que o goleiro croata não manteve um dos pés na linha, como manda a regra. O árbitro mandou repetir, e Kane abriu placar com um chute forte, à direita de Livakovic, que caiu para o outro lado.  Musa e 

O gol motivou ainda mais os ingleses, que enfileiram contra-ataques perigosos. Num deles, aos 20 minutos, Kane deu passe para Bellingham arrancar com a bola até a área, mas o goleiro Livcokovic se adiantou e defendeu.

Aos 35 minutos, a Croácia roubou a bola próximo à intermediária e iniciou a jogada do empate. Após levantamento na área, Sucic rolou para Baturina deixar tudo igual em Dallas: 1 a 1. Mas nem deu tempo de comemorar: seis minutos depois, os Três Leões voltaram a liderar  o placar com gol de bola parada. Em jogada ensaiada, Rice cobrou escanteio na medida para Kane cabecear, ao subir sozinho vindo de trás.

E quem já aguardava o intervalo do jogo, ainda viu a Croácia arrancar novo empate último minuto do jogo, após Pasalic lançar na grande área para Perisic, que escorou para Musa marcar um golaço.

Starting strong! 💪 pic.twitter.com/iytFvfNbUr

— England (@England) June 17, 2026

No segundo tempo, logo o primeiro minuto, os ingleses voltaram a liderar o placar. A jogada começou com Elliot Anderson, que lançou para na direita para Bellinghan. O atacante arrancou, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo da rede, apliando para 3 a 1 a vantagem dos britânicos. A partir daí, pressão total no campo da Croácia. Aos 3 minutos, após escanteio, o lateral O’Reilly cabeceia livre para o gol, mas a bola vai para fora. Seis minutos depois, O’Reilly de novo tenta fazer marcar de cabeça, mas Livakovic evita, mas dá rebote e faz outra defesa incrível.

A Inglaterra sufoca a Croácia e faz Livakoviv brilhar novamente aos 11 minutos, ao pegar um chute de Harry Kane dentro da área.

Após a parada para a hidratação, os croatas esboçaram uma reação. Aos 30 minutos, Marco Pasalic desferiu um foguete para o fundo do gol, mas o goleiro Pickford espalmou para longe. No minuto seguinte, foi a vez de Matanovic mandar um bola perigosa, e novamente o goleiro britânico fez bela defesa.

A noite era mesmo dos Três Leões. Aos 39 minutos, os ingleses selaram a vitória por 4 a 2, com linda jogada iniciada pelo atacante Saka do lado direito. Ele se livra da marcação e rola para Rashford, que invadiu a área e chutou certeiro no canto esquerdo do gol croata.

Harry Kane sobra em campo e Inglaterra bate Croácia por 4 a 2 na Copa

18 June 2026 at 00:06

Logo Agência Brasil

A Inglaterra levou a melhor sobre a Croácia, com vitória pora 4 a 2 no primeiro clássico europeu da Copa do Mundo, disputado no AT&T Stadium, na cidade de Dallas(Estados Unidos). Os Três Leões - apelido da seleção britânica - mostraram determinação em campo para buscar o segundo título mundial, após jejum de 60 anos. No jogo de abertura do Grupo L do Mundial, o atacante Hary Kane balançou a redes duas vezes para os britânicos e tornou-se o maior artilheiro do país, ao lado de Gary Lineker, com 10 gols. Bellinghan e Rashford completaram o placar dos Três Leões, enquanto Baturina e Musa descontaram para os croatas, os Xadrezistas (apelido em alusão ao uniforme).

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— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 17, 2026

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A Croácia começou pressionando a saída de bola dos ingleses, mas durou muito pouco. Os Três Leões apostaram em contra-ataques velozes pela direita. E logo aos 8 minutos, após cobrança de escanteio, Modric se adiantou para cortar a bola, mas acabou atingindo Madueke, filho de nigerianos nascido na Inglaterra. Após revisão do VAR, o árbitro anotou pênalti a favor dos ingleses. O camisa 9 Harry Kane cobrou duas vezes: na primeira delas, o goleiro Livakovic defendeu, mas o VAR identificou que o goleiro croata não manteve um dos pés na linha, como manda a regra. O árbitro mandou repetir, e Kane abriu placar com um chute forte, à direita de Livakovic, que caiu para o outro lado.  Musa e 

O gol motivou ainda mais os ingleses, que enfileiram contra-ataques perigosos. Num deles, aos 20 minutos, Kane deu passe para Bellingham arrancar com a bola até a área, mas o goleiro Livcokovic se adiantou e defendeu.

Aos 35 minutos, a Croácia roubou a bola próximo à intermediária e iniciou a jogada do empate. Após levantamento na área, Sucic rolou para Baturina deixar tudo igual em Dallas: 1 a 1. Mas nem deu tempo de comemorar: seis minutos depois, os Três Leões voltaram a liderar  o placar com gol de bola parada. Em jogada ensaiada, Rice cobrou escanteio na medida para Kane cabecear, ao subir sozinho vindo de trás.

E quem já aguardava o intervalo do jogo, ainda viu a Croácia arrancar novo empate último minuto do jogo, após Pasalic lançar na grande área para Perisic, que escorou para Musa marcar um golaço.

Starting strong! 💪 pic.twitter.com/iytFvfNbUr

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No segundo tempo, logo o primeiro minuto, os ingleses voltaram a liderar o placar. A jogada começou com Elliot Anderson, que lançou para na direita para Bellinghan. O atacante arrancou, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo da rede, apliando para 3 a 1 a vantagem dos britânicos. A partir daí, pressão total no campo da Croácia. Aos 3 minutos, após escanteio, o lateral O’Reilly cabeceia livre para o gol, mas a bola vai para fora. Seis minutos depois, O’Reilly de novo tenta fazer marcar de cabeça, mas Livakovic evita, mas dá rebote e faz outra defesa incrível.

A Inglaterra sufoca a Croácia e faz Livakoviv brilhar novamente aos 11 minutos, ao pegar um chute de Harry Kane dentro da área.

Após a parada para a hidratação, os croatas esboçaram uma reação. Aos 30 minutos, Marco Pasalic desferiu um foguete para o fundo do gol, mas o goleiro Pickford espalmou para longe. No minuto seguinte, foi a vez de Matanovic mandar um bola perigosa, e novamente o goleiro britânico fez bela defesa.

A noite era mesmo dos Três Leões. Aos 39 minutos, os ingleses selaram a vitória por 4 a 2, com linda jogada iniciada pelo atacante Saka do lado direito. Ele se livra da marcação e rola para Rashford, que invadiu a área e chutou certeiro no canto esquerdo do gol croata.

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