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Teerão acusa Israel de procurar inviabilizar acordo com Washington

12 June 2026 at 21:59

O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou hoje Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.

“Este acordo tem inimigos, entre os quais se destaca o regime sionista, que procura pretextos para o fazer descarrilar”, frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros na televisão estatal iraniana.

Abbas Araghchi tinha referido hoje de manhã que um acordo com os Estados Unidos “nunca esteve tão próximo” para pôr fim a esta guerra desencadeada pelos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, país mediador, avançou hoje numa mensagem no X que “foi alcançado um texto definitivo e consensual do acordo de paz”.

O primeiro-ministro paquistanês assegurou que o seu país está a “colaborar estreitamente com ambas as partes para concretizar os próximos passos” e salientou que “a paz nunca esteve tão perto como está agora”.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse esta quinta-feira que tinha alcançado um “grande acordo” de paz com o Irão, ainda por formalizar, e que poderia ser assinado este fim de semana na Europa.

Chegou a referir que seria o seu vice-presidente, JD Vance, a encarregar-se de comparecer à cerimónia de assinatura.

O Irão negou ter chegado a um acordo após a mensagem de Trump, mas hoje, Abbas Araghchi afirmou que o “memorando de entendimento” com Washington “nunca esteve tão próximo”.

O chefe da diplomacia iraniana acrescentou que “todos os detalhes serão comunicados ao público oportunamente”.

Esta última aproximação surge depois de os EUA e o Irão terem trocado uma nova ronda de ataques esta semana, na sequência do abate de um helicóptero norte-americano pelas forças iranianas.

As negociações entre ambos os países estão num impasse há semanas, enquanto trocavam rascunhos de um acordo de paz, com a mediação do Paquistão.

Apesar do aparente otimismo das duas partes quanto à proximidade de um entendimento, persistem divergências públicas sobre os termos concretos do acordo.

Teerão não confirmou oficialmente as condições enumeradas pelo responsável norte-americano, nomeadamente a alegada aceitação do desmantelamento do programa nuclear iraniano.

O Irão tem reiterado que as suas atividades nucleares têm fins exclusivamente civis e rejeita as acusações de que procura desenvolver armamento atómico.

As negociações decorrem após o cessar-fogo alcançado em abril e procuram consolidar um acordo mais amplo para encerrar o conflito que envolve o Irão, os Estados Unidos e Israel.

Paquistão declara alcançado texto final de acordo de paz Irão-EUA

By: AFP
12 June 2026 at 21:30
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, anunciou esta sexta-feira que foi alcançado um “texto final e consensual” para um acordo de paz entre o Irão e os Estados Unidos. “Podemos confirmar que foi alcançado um texto final e consensual para o acordo de paz e que o Paquistão está a trabalhar em estreita colaboração com ambas as partes para concretizar os próximos passos”, declarou Sharif na rede social X. “A paz nunca esteve tão próxima como agora”, afirmou Sharif, reconhecendo ainda assim, na mesma publicação, a existência de “desinformação incessante” em torno do acordo. O anúncio foi feito pouco mais de

FMI aprova libertação de empréstimo à Ucrânia

12 June 2026 at 21:05
Em causa cerca de 600 milhões de euros. O Ukrinform adianta que o FMI e o governo ucraniano chegaram a um acordo técnico, que abre caminho  para que a Ucrânia receba a próxima parcela do empréstimo.

"Dia da Rússia" marcado por ataques a pontos vitais

12 June 2026 at 21:02
No dia em que a Federação Russa celebra o feriado nacional, uma vaga de ataques com drones ucranianos atingiu infraestruturas energéticas e petroquímicas vitais no centro do país.

Esas listas que ya nunca hacemos: cinco libros para una isla, cinco pelis para una vida y cinco canciones para tu funeral

11 June 2026 at 20:32
Éramos capaces de hacer un Top-5 de cualquier cosa, desde las rupturas más dolorosas a las mejores galletas. Luego nos hicimos mayores y ya nada importa tanto Leer

Éramos capaces de hacer un Top-5 de cualquier cosa, desde las rupturas más dolorosas a las mejores galletas. Luego nos hicimos mayores y ya nada importa tanto

Estados Unidos e Irán aseguran que el acuerdo está “más cerca que nunca” pero discrepan sobre su contenido

12 June 2026 at 19:41

Anunciar que hay un pacto es lo fácil. Ponerse de acuerdo en cuáles son exactamente los términos y qué significan, parece que no tanto. Un día después de que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, anunciara que el memorando de entendimiento entre su país e Irán está prácticamente listo para su firma, las dos partes han difundido versiones muy diferentes sobre el contenido de ese documento que debe poner fin a la guerra de tres meses y medio entre ambos. Pero sí parecen en sintonía en una cosa: “El acuerdo está más cerca que nunca”, según ha afirmado en X el ministro de Exteriores iraní, Abás Araghchí, cuyo departamento había negado un día antes una aproximación de posturas. Trump le ha retuiteado.

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© Majid Asgaripour (via REUTERS)

Creyentes musulmanes participan en la oración del viernes en Teherán.

18h. Incêndio em Gondomar obriga ao corte da EN15

12 June 2026 at 18:15
Incêndio mobiliza mais de uma centena de operacionais e um meio aéreo. Ainda neste jornal, Paquistão revela que já há texto final para o acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão.

Trump acusa Teerão de divulgar termos falsos sobre acordo

12 June 2026 at 16:27
Um dia depois de anunciar que EUA e Irão estavam próximos de um entendimento, Trump diz que o que Teerão divulgou "não tem qualquer relação com a verdade".

© JIM LO SCALZO / POOL/EPA

Trump diz que os ataques contra o Irão foram suspensos para permitir o avanço das negociações diplomáticas

Trump acusa Teerão de divulgar termos falsos sobre acordo

12 June 2026 at 16:27
Um dia depois de anunciar que EUA e Irão estavam próximos de um entendimento, Trump diz que o que Teerão divulgou "não tem qualquer relação com a verdade".

© JIM LO SCALZO / POOL/EPA

Trump diz que os ataques contra o Irão foram suspensos para permitir o avanço das negociações diplomáticas

Petróleo cai abaixo de US$ 90 com alívio na guerra do Oriente Médio

12 June 2026 at 15:49

Os preços do petróleo operam em queda nesta sexta-feira (12), atingindo o nível mais baixo em quase dois meses, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelou novos ataques contra o Irã, diminuindo os temores de uma escalada das hostilidades após os ataques recíprocos ocorridos no início da semana.

Por volta das 11h30, o petróleo WTI, referência nos EUA, caía 1,7%, cerca de US$ 86 o barril.

No mesmo horário, o petróleo Brent recuavam 1,5%, para cerca de US$ 88 por barril.

Ambos os contratos atingiram seu nível mais baixo desde 17 de abril.

Um memorando entre os Estados Unidos e o Irã para pôr fim à guerra no Golfo poderia ser assinado já no domingo, disse uma fonte ocidental à Reuters nesta sexta-feira, com Genebra surgindo como o local mais provável.

Trump cancelou os ataques na quinta-feira, enquanto a agência de notícias iraniana Mehr informou que as negociações finais sobre um memorando de entendimento com os EUA se concentrariam em questões nucleares e econômicas, mas excluiriam discussões sobre o programa de mísseis do Irã.

Enquanto isso, a agência de notícias iraniana IRNA informou que as negociações nucleares ocorreriam dentro de um período de 60 dias após a assinatura do memorando de entendimento.

*Com informações da Reuters 

Última hora de la guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán, en directo | Pakistán afirma que Irán y Estados Unidos han alcanzado un acuerdo de paz

12 June 2026 at 17:58

El primer ministro de Pakistán, Shehbaz Sharif, uno de los países que median en la guerra de Oriente Próximo, ha afirmado este viernes que Irán y Estados Unidos han alcanzado un acuerdo de paz, tal y como ya había avanzado Teherán, cuyo jefe de la diplomacia asegura que el pacto “está más cerca que nunca”. El presidente Donald Trump ha acusado al régimen de los ayatolás de filtrar unos términos incorrectos del memorando de entendimiento un día después de asegurar que las cláusulas principales ya están cerradas y solo queda un último visto bueno para firmar. “Son una gente muy deshonrosa”, ha declarado. El ejército israelí ha lanzado nuevos ataques contra una localidad del sur de Líbano, pese al anuncio de Trump del fin de la guerra con Irán y su optimismo sobre las negociaciones en marcha con la República Islámica. Anoche Trump avanzó que ambos países habían aprobado un memorando de entendimiento al que solo falta dar los últimos toques. El republicano apuntó que el pacto podría firmarse incluso este fin de semana, quizá en Europa, y Estados Unidos estaría representado por su vicepresidente, J. D. Vance.

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© Stringer (REUTERS)

Una columna de humo se levanta tras un ataque aéreo israelí contra Marjayoun, en el sur de Líbano, este viernes.

Navegar por el estrecho de Ormuz, un juego del ratón y el gato que puede acabar en muerte

12 June 2026 at 13:33

A las 11.14 de la tarde del martes, una aeronave estadounidense lanzó un misil contra la proa del carguero Settebello, con 28 tripulantes a bordo; 24 de ellos, de nacionalidad india. El buque, botado para el transporte de productos petrolíferos, navegaba por el estrecho de Ormuz, en las aguas del golfo de Omán. Según la información del mando militar de Estados Unidos en la región (Centcom, por su acrónimo en inglés), “la tripulación desobedeció repetidamente las instrucciones de las fuerzas estadounidenses”. Esto es, hizo caso omiso al bloqueo marítimo impuesto desde el 13 de abril por la Fuerza Naval norteamericana como castigo a Irán, según la versión de Washington. El jueves, la India confirmó que tres de los tripulantes perdieron la vida.

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© Centcom

Fotograma de un vídeo que muestra la llegada de un misil estadounidense a la proa del carguero 'Jalveer', el pasado 10 de junio en el golfo de Omán.

Truppe di terra, copertura aerea, logistica: così gli Usa possono conquistare l'isola di Kharg

Mentre i negoziati per fermare la guerra continuano, sullo sfondo resta la possibilità di un biltz americano in uno dei punti strategici dell'Iran. Donald Trump non ha usato mezzi termini nel dichiarare di voler conquistare l'isola di Kharg, una striscia di terra lunga otto chilometri situata al largo della costa iraniana e descritta dai funzionari statunitensi come il "punto nevralgico per tutto l'approvvigionamento petrolifero di Teheran". Questo affioramento corallino incastonato nello Stretto di Hormuz è letteralmente vitale per l'economia dell'Iran, in primis perché è qui che, di fatto, viene gestito circa il 90% delle esportazioni di greggio del Paese. "Ad un certo punto, in un futuro non troppo lontano, prenderemo l'isola di Kharg e altri punti strategici per le infrastrutture petrolifere, assumendo il controllo totale dei loro mercati del petrolio e del gas, proprio come abbiamo fatto con il Venezuela", ha scritto Trump in un post su Truth Social. Ma come dovrebbero muoversi gli Usa per prendere il possesso dell'isola?

Gli Usa possono conquistare l'isola di Kharg?

Partiamo da un presupposto: Trump ha più volte ripetuto di voler mettere le mani sull'importante snodo petrolifero iraniano. Gli Stati Uniti hanno colpito l'isola più volte ma un conto è attaccarla, un altro cercare di strapparla al controllo degli ayatollah. Già, perché qualsiasi tentativo di occupare l'isolotto con la forza e mantenerne il controllo sarebbe possibile soltanto a fronte di un'operazione estremamente rischiosa.

Situata a circa 30 chilometri dalla costa dell'Iran, l'isola di Kharg rappresenta una sfida formidabile per chiunque tentasse di conquistarla. Le truppe mobilitate sarebbero infatti minacciate dall'arsenale iraniano di missili balistici e da crociera, droni, artiglieria e motovedette in grado di lanciare raid a tappeto contro le navi nemiche.

"La conquista dell'isola di Kharg è un'impresa di notevole portata", ha spiegato Joseph Votel, ex comandante del Comando Centrale degli Stati Uniti e ora Distinguished Military Fellow presso il Middle East Institute, nel corso di un'intervista al portale The War Zone. "Non solo richiederà truppe di terra per il controllo effettivo del territorio, ma anche mezzi di trasporto tattico, copertura aerea, una campagna di attacchi per creare le condizioni favorevoli e tutte le risorse necessarie per proteggere questa forza durante la sua permanenza sull'isola. Inoltre, la forza dovrà essere sostenuta, il che significa che dovremo trovare un modo per rifornirla con i viveri, oltre che fornirle supporto ingegneristico, assistenza medica, evacuare i feriti e, se necessario, rinforzarla con altri uomini", ha aggiunto lo stesso Votel. Il problema è che queste azioni dovrebbero essere intraprese in una posizione estremamente vicina alla costa iraniana, esponendo il team d'assalto ad attacchi rivali.

Un'operazione rischiosa

L'impresa presenta notevoli rischi ma non è impossibile. Secondo alcuni analisti gli Usa dovrebbero mobilitare una forza delle dimensioni di un battaglione di Marines, probabilmente 800-1000 soldati. Per altri servirebbero invece almeno 3.000 o 5.000 uomini, insieme a una forte difesa aerea mobile per fornire protezione dagli Shahed e a un'abbondanza di materiale per costruire bunker difensivi. I piani per un tentativo di conquista dell'isola da parte dell'esercito statunitense "sono stati elaborati mesi fa, ma sono stati continuamente accantonati perché l'operazione era considerata troppo rischiosa", hanno dichiarato alla Cnn alcuni funzionari del Pentagono.

La logistica è una sfida in più da considerare: per gli Stati Uniti sarebbe difficile far passare le navi di rifornimento sotto lo scudo difensivo iraniano. L'isola di Kharg presenta in ogni caso moli che si protendono in acque sufficientemente profonde da ospitare superpetroliere, rendendo questo luogo un sito cruciale per la distribuzione del petrolio di Teheran. Secondo i funzionari della Casa Bianca, l'eventuale conquista della suddetta isola porterebbe al "fallimento totale" del Corpo delle Guardie Rivoluzionarie Islamiche iraniane e potrebbe potenzialmente porre fine rapidamente alla guerra.

Caminho para a paz pode começar no memorando de 14 pontos

12 June 2026 at 13:09
Agência iraniana Mehr avança que memorando prevê compromisso de Washington levantar sanções contra Teerão e retirar tropas da região. Documento pode ser assinado, em Genebra, antes da cimeira do G7. 

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