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El comisario de Migraciones de la UE alerta del efecto llamada de la regularización de inmigrantes el día de la visita del papa a Canarias: "La señal no es buena"

11 June 2026 at 18:54

El comisario europeo de Interior y Migraciones, el austríaco Magnus Brunner, ha expresado sus reservas ante la regularización de cerca de medio millón de migrantes indocumentados aprobada el pasado mes de enero por el Gobierno español. En un encuentro con un grupo de medios, entre ellos la agencia EFE, Brunner ha advertido que, a nivel general, "la señal no es buena", si bien ha reconocido las particularidades del caso de España.

"Entiendo la situación particular de España, ya que el 80% de esas personas proceden, de hecho, de América Latina. Hablan el mismo idioma y comparten parte de su cultura", ha matizado el comisario, recordando que esta política recae bajo el ámbito de competencia exclusivo de los Estados miembros. Sin embargo, el responsable comunitario ha subrayado la necesidad de vigilar que la medida no provoque un 'efecto llamada' o trasvase de flujos dentro de la Unión Europea. "Mi tarea es proteger a los demás Estados miembros de que haya repercusiones" en el territorio común, ha apostillado.

Entrada en vigor del Pacto de Asilo y Migración

Estas declaraciones coinciden con un momento clave para la política migratoria europea. Mañana viernes concluye el periodo transitorio de dos años y arranca la aplicación obligatoria del nuevo Pacto de Asilo y Migración, aprobado en junio de 2024.

Respecto a la preparación de España para este nuevo marco legal, Brunner ha calificado el nivel de implementación de "muy bueno". En concreto, ha destacado que el país ya se encuentra trabajando en la adaptación legislativa de Eurodac, el sistema biométrico de registro que, a partir de este viernes, ampliará la recogida de datos de los migrantes irregulares, sumando fotografías y otra información de control a las ya habituales huellas dactilares.

Sintonía con el papa León XIV tras su visita a Canarias

Durante la entrevista, el comisario también se ha pronunciado sobre el discurso que el papa León XIV ha pronunciado hoy desde el puerto de Arguineguín, en las islas Canarias. El pontífice ha lanzado un duro reproche a la comunidad internacional y a Europa, afeando que "no se puede hablar de dignidad y dejar que los mares sean cementerios". "Estoy de acuerdo con el papa. Hace unos meses mantuve una conversación bilateral muy fructífera con él y coincidimos", ha asegurado Brunner.

El político austríaco ha defendido que el "enfoque global" del nuevo pacto busca, precisamente, evitar que las personas arriesguen sus vidas en las rutas del Atlántico o del Mediterráneo. Ante las críticas del papa respecto a que la política migratoria no debe limitarse a "gestionar llegadas, distribuir cifras y reforzar fronteras", Brunner ha argumentado que frenar las llegadas irregulares es una vía humanitaria. "Reducir el número significa también salvar vidas. Solo si combatimos la parte ilegal tendremos espacio para la migración legal y la protección de quienes sufren un peligro real en sus países de origen", ha concluido.

Praia na Europa cobra 10€ à entrada e os banhistas entre 10 e 65 anos não podem levar chapéu-de-sol

11 June 2026 at 19:10

Uma praia na Sardenha, em Itália, está no centro da polémica depois de ter introduzido uma taxa de entrada de 10 euros e regras invulgares que limitam o uso de chapéus-de-sol no areal. A situação ocorre em Punta Molentis, onde as autoridades locais justificam as medidas com a proteção ambiental, mas a decisão está a gerar contestação pública.

De acordo com o jornal The Guardian, o acesso à praia passou a estar condicionado ao pagamento de uma taxa de 10 euros por visitante, numa medida enquadrada na reabertura do espaço após um incêndio florestal ocorrido no ano anterior. A mesma publicação refere que foram ainda impostas restrições ao uso de sombra no areal.

Apenas crianças com menos de 10 anos podem utilizar chapéus-de-sol, e apenas um por grupo familiar, ficando a maioria dos banhistas entre os 10 e os 65 anos impedida de recorrer a este tipo de proteção individual. A proibição inclui ainda estruturas, como tendas e pérgolas.

Justificação ambiental e contestação

A Câmara Municipal de Villasimìus justifica as medidas com a necessidade de proteger uma área de conservação afetada por incêndios e fenómenos meteorológicos extremos. Num comunicado citado pelo The Guardian, a autarquia refere que “é necessário limitar o impacto [humano] e assegurar a proteção desta herança para as gerações futuras”.

Conforme a mesma fonte, as regras estarão em vigor até ao final de outubro e pretendem reduzir a pressão sobre o ecossistema local. No entanto, a decisão tem gerado críticas nas redes sociais, com vários utilizadores a questionarem a lógica das restrições e a apontarem riscos associados à exposição solar.

Outras medidas em praias italianas

Outras praias em Itália têm vindo a adotar limitações semelhantes para controlar a afluência turística. Em Jesolo, na região de Veneza, foram impostas restrições ao número de chapéus de praia, numa tentativa de aumentar o espaço disponível no areal.

Estas medidas surgem num contexto em que várias praias públicas italianas enfrentam forte procura durante o verão, em parte devido ao custo elevado dos clubes privados e do aluguer de equipamentos balneares.

Procura por destinos alternativos

A crescente pressão turística tem levado também à divulgação de destinos menos congestionados. A revista Condé Nast Traveler destacou recentemente várias localidades italianas fora dos grandes centros urbanos, como Maratea, Portofino, Carloforte e Taormina, sugerindo alternativas mais tranquilas para visitantes.

O caso de Punta Molentis mantém-se, entretanto, no centro do debate sobre o equilíbrio entre preservação ambiental e acesso livre a espaços naturais.

Leia também: “Movem-se com arrogância pela cidade”: estrangeiros são cada vez menos bem-vindos nesta cidade portuguesa

L’Fmi taglia sotto l’1% le stime di crescita dell’Eurozona

Il rapporto annuale sull’economia del blocco: nel 2026, il Pil si fermerà allo 0,9%, nel 2027 sarà dell’1,2%, «al di sotto delle stime prebelliche di 0,5 e 0,2 punti percentuali». L’inflazione salirà al 2,8 quest’anno e al 2,3% il prossimo, vale a dire 0,8 e 0,4 decimali sopra le stime elaborate prima del conflitto

Plataforma europeia de formação em aquacultura vai ser apresentada na UAlg

11 June 2026 at 15:18

A plataforma europeia de aprendizagem AQUATECHinn 4.0, concebida para reforçar as competências dos profissionais em todo o setor da aquacultura, tem lançamento marcado para dia 17 de Junho, na Universidade do Algarve.

Financiada pelo programa ERASMUS+ da União Europeia, a plataforma apoia a transição para a Aquacultura 4.0, dotando profissionais, estudantes e técnicos de competências para o mercado de trabalho que combinam conhecimentos científicos com a aplicação prática, referem os promotores.

«Os rápidos avanços tecnológicos e a crescente utilização de ferramentas digitais em aquacultura transformaram os procedimentos de cultivo ao longo da última década», lê-se, em comunicado.

Neste sentido, o consórcio AQUATECHinn 4.0, liderado pela SGS Tecnos e formado por parceiros da investigação e da indústria, entre os quais o CCMAR – Centro de Ciências do Mar do Algarve, «identificou lacunas nos programas de formação tradicionais», que muitas vezes se centram em conhecimentos gerais de produção sem abranger técnicas emergentes.

Em resposta, a plataforma oferece um currículo gratuito e certificado, composto por três módulos que totalizam 120 horas de aprendizagem.

Estes abrangem as mais recentes tecnologias em aquacultura de peixes e bivalves, gestão da sustentabilidade, bem como saúde animal e biossegurança, bem-estar, nutrição e reprodução.

Ministrada num formato totalmente online e ao ritmo do aluno, a plataforma permite um acesso flexível para utilizadores em toda a Europa e estará disponível em inglês, francês, português, italiano, espanhol, grego e turco.

A plataforma foi concebida para apoiar a aprendizagem aplicada através de um conjunto de ferramentas digitais integradas, recursos multimédia e avaliações interativas, que incluem experiências de realidade virtual e aplicações de gamificação, concebidas para reforçar o envolvimento em áreas como a automação, a piscicultura de precisão e os sistemas de produção sustentáveis.

A AQUATECHinn 4.0 será apresentada oficialmente na conferência final do projeto, a realizar no dia 17 de Junho, no anfiteatro Teresa Gamito, no campus de Gambelas, em Faro, organizada pelo CCMAR – Centro de Ciências do Mar, pela Universidade do Algarve e pela Associação Portuguesa de Aquacultores.

O evento contará com debates de especialistas sobre a importância da formação, a inovação tecnológica e a sustentabilidade no setor da aquacultura.

Entre os oradores incluem-se Elsa Cabrita, da Universidade do Algarve, que abordará a importância de alinhar a formação com as necessidades da indústria, e Isidro Blanquet, da Associação Portuguesa de Aquacultores, que falará sobre os desafios e as necessidades dos produtores aquícolas.

O evento incluirá também uma demonstração ao vivo da plataforma AQUATECHinn 4.0, sessões de testes práticos e mesas-redondas.

A agenda completa pode ser consultada aqui e o registo pode ser efetuado neste formulário.

Além desde lançamento, vão também decorrer eventos satélite de menor dimensão noutros países, como Espanha e Grécia, com datas ainda por anunciar, enquanto em Turquia e Italia já decorreram sessões.

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La lettera del Congresso a Greer e Lutnick. Nuovo capitolo per la Mfn

11 June 2026 at 15:41

L’ultimo capitolo della saga Mfn arriva dal Congresso statunitense, dove 48 deputati repubblicani guidati dal vicepresidente della Commissione Ways and Means Vern Buchanan, dal presidente della House Budget Committee Jodey Arrington e da Nicole Malliotakis hanno inviato una lettera all’U.S. Trade Representative Jamieson Greer e al segretario al Commercio Howard Lutnick chiedendo di procedere rapidamente con un’indagine ai sensi della Section 301 contro le politiche di determinazione dei prezzi dei medicinali adottate da diversi Paesi stranieri.

La lettera

Nella missiva i parlamentari sostengono apertamente la linea della Casa Bianca, secondo cui molte economie avanzate beneficiano dell’innovazione farmaceutica sviluppata negli Stati Uniti senza contribuire in maniera proporzionata ai costi di ricerca e sviluppo. “Per troppo tempo nazioni straniere benestanti hanno raccolto i benefici dell’innovazione farmaceutica americana utilizzando controlli sui prezzi e altre politiche scorrette per evitare di pagare la loro giusta quota”, scrivono i firmatari, chiedendo all’amministrazione di utilizzare tutti gli strumenti commerciali disponibili per contrastare quello che definiscono un fenomeno di free-riding. “Mentre i precedenti presidenti sono rimasti a guardare consentendo alle nazioni straniere di approfittare degli Stati Uniti, il presidente Trump ha giustamente invocato un’azione commerciale decisa per affrontare questo problema”, si legge ancora.

L’iniziativa rappresenta l’ulteriore tassello di una posizione ormai consolidata. La Casa Bianca e, ora apertamente, anche i rappresentanti del Congresso considerano il recente accordo raggiunto con il Regno Unito come il modello da replicare a livello internazionale. Secondo i sostenitori, l’intesa avrebbe dimostrato che negoziati commerciali mirati sul tema del pricing possono portare benefici ai pazienti e ai contribuenti americani, inducendo i partner a sostenere una quota maggiore dei costi dell’innovazione.

“Il presidente Trump è stato inequivocabile: le altre nazioni ricche devono fare un passo avanti e pagare la loro giusta quota per l’innovazione farmaceutica salvavita invece di fare affidamento sui pazienti americani” ha dichiarato il portavoce della Casa Bianca Kush Desai a Politico, sintetizzando la posizione dell’amministrazione.

I Paesi nel mirino di Washington

Fra i Paesi oggetto di osservazione nel paniere elaborato dagli Usa ci sono Canada, Francia, Italia, Giappone, Corea del Sud e Regno Unito, insieme ad altre economie europee. Ma, oggi nel mirino di Washington c’è in particolare la Germania – menzionata anche ripetutamente nella lettera dei congressmen, insieme a Francia, Canada e Giappone.

Berlino sta infatti discutendo una riforma volta a contenere la spesa farmaceutica e, secondo diverse ricostruzioni, sarebbero già in corso colloqui riservati tra esponenti del governo tedesco e rappresentanti dell’amministrazione statunitense. Sul tavolo non vi sarebbero soltanto i prezzi dei farmaci, ma anche investimenti industriali e competitività del settore. Negli ultimi giorni alcune delle principali aziende del comparto hanno espresso crescente preoccupazione per il deterioramento del contesto europeo e, in particolare, per l’approccio intrapreso da Berlino nelle riforme. Eli Lilly ha annunciato la revisione di un piano da 2,3 miliardi di euro in Germania, destinando parte delle risorse agli Stati Uniti. Anche Boehringer Ingelheim ha comunicato la cancellazione di investimenti programmati tra il 2027 e il 2030 per circa 900 milioni di euro.

Le motivazioni richiamano il tema, ormai ricorrente nel dibattito, legato alla crescente difficoltà dell’Europa nel competere con Stati Uniti e Asia per attrarre e valorizzare ricerca, sviluppo e produzione ad alto valore aggiunto. Le prospettive di ulteriori misure di contenimento della spesa – dal punto di vista delle aziende – rischiano di ridurre la prevedibilità regolatoria e la capacità del continente di attrarre e mantenere investimenti.

E l’Italia?

La questione assume una rilevanza particolare per l’Italia, che negli ultimi anni ha consolidato il proprio ruolo di leadership nella manifattura farmaceutica europea. Se l’amministrazione americana dovesse proseguire lungo la strada delle investigazioni, anche Roma potrebbe essere chiamata a dimostrare l’attrattività e la competitività del proprio modello. Nei 10 mesi successivi all’introduzione della Mfn, il nostro Paese ha già vissuto un crollo del 66,7% del lancio dei nuovi farmaci, attestandosi fra i più colpiti in Europa, a fronte di una media Ue del -35%.

Al netto dell’ormai annosa questione del payback, da tempo indicata dall’industria come uno dei principali fattori di incertezza, il tema riguarda più in generale la capacità del Paese di offrire un quadro regolatorio stabile, prevedibile e favorevole agli investimenti. E, in un contesto Europeo non semplice, l’Italia ha il potenziale di agire fra i primi. Il Testo unico farmaceutico, ad esempio, potrebbe trasformarsi in qualcosa di più di un semplice esercizio di riordino normativo se saprà affrontare alcuni dei nodi che da anni alimentano il dibattito sulla competitività del settore. Un obiettivo tutt’altro che scontato, ma che assume un peso crescente mentre il resto del mondo corre.

Gran Bretagna, si dimette il ministro della Difesa. Nuovo duro colpo per Starmer

LONDRA - Un altro colpo al cuore per il Governo laburista: John Healey, il rispettato ministro della Difesa, ha dato le dimissioni oggi con una durissima lettera al premier Keir...

Picierno, Madia, Gualmini, Quartapelle e Malpezzi il 25 giugno insieme a Milano

11 June 2026 at 03:45

Qualcuno ci prova. A discutere, a capirsi, a tentare l’impresa che pare impossibile di intrecciare i fili di un discorso comune. Pina Picierno, Marianna Madia e Elisabetta Gualmini, le tre esponenti uscite di recente dal Pd, terranno con Lia Quartapelle e Simona Malpezzi, della minoranza riformista del Pd, un’iniziativa insieme il 25 giugno a Milano.

Titolo evocativo: «C’è ancora domani – Quattro strade per combattere populismo e estremismo». Una “four way street” riformista per iniziare un discorso nuovo. Linkiesta aveva sollecitato un incontro di questo tipo per provare a ragionare insieme sulle prospettive dell’area riformista, e dunque che la cosa si faccia è una buona notizia.

È interessante perché le tre hanno scelto strade diverse: Gualmini con Azione, Madia indipendente in Italia viva, mentre Picierno ha fondato l’associazione Spazio Pubblico fuori dallo schema bipopulista nel tentativo di dar forza a un serio progetto europeista e riformista di governo. Spiega Quartapelle che «Marianna, Elisabetta, Pina hanno deciso di lasciare il Pd, Simona e io pensiamo che serva continuare a rappresentare posizioni riformatrici all’interno. Tutte, però, riteniamo che sarebbe imperdonabile se nel 2027 dovessero prevalere le forze populiste e nazionaliste. Per questo non vogliamo lasciar cadere il filo del dialogo e ci ritroviamo per discutere di proposte e programma per battere la destra nel 2027».

Un dialogo che ha un immediato riscontro politico sulla battaglia per la libertà dell’Ucraina, vero snodo politico e valoriale e anzi sempre più lo spartiacque tra l’europeismo liberale e il populismo dell’ambiguità. Interpretando questa seconda linea ieri Goffredo Bettini ha detto al Corriere della Sera che oggi «l’Ucraina non corrisponde ai criteri fondamentali per entrare nell’Ue», per cui «ci vorranno anni» e che pertanto «sventolare oggi questa bandiera per motivi propagandistici non aiuta».

Peccato che nella mozione che oggi il Pd presenterà in Parlamento ci sia scritto esattamente il contrario, come ha notato proprio Quartapelle: «Il Pd presenta una risoluzione in cui ribadisce che l’ingresso dell’Ucraina nell’Ue è una scelta strategica di fondo che non può essere rallentata».

D’altronde verte proprio sull’Ucraina, e sulla connessa partita sul riarmo, il dissenso che e diventato rottura da parte di Picierno. Un dissenso che è lo stesso dei riformisti che restano nel Pd. «Penso l’opposto, ovviamente, delle parole di Bettini sull’Ucraina consegnate oggi al Corriere. L’opposto – ha affermato Filippo Sensi – e un Pd che seguisse questa agenda filorussa, che equivoca le stragi con Puskin, sarebbe una follia e un errore esiziale che non avverrà. Sul mio cadavere».

Al di là delle geometrie partitiche e delle convenienze del momento, è proprio qui che potrebbe nascere un terreno comune. Se esiste una possibilità di ricomporre il campo riformista, essa passa attraverso una opzione di valori prima ancora che di alleanze. E l’Ucraina, oggi, è il luogo politico in cui questa scelta viene messa alla prova. Forse si comincia a fare sul serio.

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