Porto está classificado como infraestrutura estratégica no Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os EUA. Obras estimadas em 50 a 60 milhões de euros.
André Ventura saiu de São Bento sem acordo com o primeiro-ministro. Descida da idade da reforma e reposição de dias de férias continuam a dividir os dois partidos.
André Ventura, que disputou a segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro e perdeu, afirmou que com este veto "ficou claro o preço de ter um Presidente socialista".
Leitão Amaro não fechou a porta a cedências ao Chega, único partido que viu "caminho" para viabilizar a PSU, que agrega 13 apoios sociais e vai a votos na AR esta sexta-feira.
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatários
De acordo com o PS, o projeto do Chega de revisão constitucional, ao contrário do que foi decidido por José Pedro Aguiar-Branco, tinha de ser admitido ou não admitido pelo presidente da AR.
Primeiro veto político do Presidente divide Parlamento. Seguro distingue causas humanitárias de posições partidárias e aponta falhas jurídicas no decreto aprovado em abril.
Pedro Pinto e ministro dos Assuntos Parlamentares tiveram uma reunião "positiva" sobre a PSU. Proposta será votada na sexta, mas precisa de acordo com o Chega ou PS para passar à especialidade.
Em relação à PSU, o presidente do Chega, André Ventura, afirmou que o seu partido poderá viabilizar o diploma se o PSD aceitar limitar os apoios sociais para imigrantes
Neste jornal, o debate entre Chega e PS sobre o discurso de António José Seguro. Ainda nesta edição, o conflito no Médio Oriente e um olhar ao arranque do Mundial 2026.
Pedro Frazão (CH) diz que António José Seguro foi o "maior populista de centro do país". Francisco César (PS) elogia o discurso do Presidente da República por ter tocado em vários pontos importantes.