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Pandemics that weren’t: How to nip an outbreak in the bud

10 June 2026 at 20:36

On December 10, 2024, a woman arrived at a health facility in Pariak, a town in the state of Jonglei in South Sudan, with diarrhea, vomiting and symptoms of dehydration. She had recently returned from an area affected by cholera. In one of the most vulnerable countries in the world, where millions of people lack regular access to clean water and health services, this could have been the beginning of a new emergency.

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© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)

Health personnel equipped with personal protective equipment to respond to the ebola outbreak on May 31 in Bunia, Democratic Republic of the Congo.

Três morrem no Quênia em protestos contra centro dos EUA para ebola

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Os protestos no Quênia contra a construção de um centro para quarentena de estadunidenses expostos ao vírus ebola no Continente Africano resultam em três mortos. O acordo entre Estados Unidos (EUA) e Quênia tem repercutido no país da África Oriental, onde a população teme risco à saúde pública com a transferência de americanos expostos ao vírus.

Com cerca de 56 milhões de habitantes, o Quênia faz fronteira com Uganda, um dos locais do surto do ebola. O outro país onde os casos têm sido registrados é a República Democrática do Congo (RDC). Devido à proximidade com os epicentros do surto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o Quênia um dos países em risco de contaminação.  

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Nessa terça-feira (9), manifestantes denunciaram o assassinato de mais uma pessoa em um protesto em Nairóbi, a capital do país, contra a instalação do centro de quarentena ligado aos EUA. Na semana passada, outras duas pessoas foram mortas em protestos pelo mesmo motivo, segundo a Comissão de Direitos Humanos do Quênia (KHRC).

“A polícia destacada em Nairóbi atirou e matou um manifestante. Os moradores saíram às ruas exigindo transparência sobre a instalação de ebola apoiada pelos EUA e garantias sólidas para a proteção da saúde pública”, diz comunicado da organização não governamental.

A coordenadora do Núcleo de Estudos e Negócios Africanos (Nenaf) da ESPM, Natalia Fingermann, explicou à Agência Brasil que o Quênia ainda não registrou qualquer caso de ebola, mas que a população teme a instalação desse centro, fruto de um acordo com o governo de Donald Trump. Os detalhes desse acordo permanecem em sigilo.

“O governo do Quênia optou, secretamente, em fazer esse acordo com o governo Trump para criar um centro de quarentena para todos os cidadãos norte-americanos no território africano que tivessem qualquer tipo de suspeita de ebola. E lógico que a juventude, e a população de Nairóbi, ficou muito apreensiva”, comenta.

O acordo foi revelado em uma comunicação do governo Trump sobre a ajuda prestada pela Casa Branca ao continente africano para enfrentar o mais recente surto de ebola, que foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma emergência global.

“Essa questão coloca a saúde pública da população em risco porque ninguém sabe como é que vai ser feita essa construção, onde ela vai ser e quais serão as condições”, acrescentou a professora de relações internacionais da ESPM. 

Nesse contexto, o Tribunal Superior de Nairóbi emitiu ordem cautelar suspendendo a instalação do centro de quarentena, previsto para ser instalado em Laikipia, a cerca de 150 quilômetros da capital. A mídia local afirma que o centro teria 50 leitos com previsão de expansão até 250 leitos.

“O tribunal proibiu especificamente os réus de admitirem, transferirem, receberem ou facilitarem a entrada no Quênia de pessoas expostas ou infectadas com o vírus ebola, conforme o acordo relatado com os EUA”, disse o jornal Kenyans.

Por meio de nota, a Embaixada dos EUA no Quênia afirmou que trabalha para resolver qualquer obstáculo para resposta conjunta dos dois países contra o surto de ebola.

“A unidade de bioisolamento em Laikipia faz parte de uma resposta abrangente para prevenir a disseminação da doença e reduzir os riscos à saúde em toda a região; ela não representa risco para as comunidades vizinhas”, informou a representação de Washington no Quênia.

Segundo a professora Natalia Fingermann, o presidente do Quênia, William Ruto, tem tido uma política bastante alinhada à pauta ocidental na região, com certas características autoritárias.

“O Quênia já vem de algumas semanas de protestos contra o governo, em especial, devido ao aumento do preço dos combustíveis”, completou. O valor da gasolina vem subindo no Quênia no contexto da guerra contra o Irã, que vem perturbando o mercado de petróleo no mundo.

Surto de ebola

Autoridades de saúde de países africanos, em parceria com organismos internacionais e outros países, se esforçam para conter o surto da rara cepa Bundibugyo, para qual ainda não há vacina ou tratamento. O surto, que é o terceiro maior já registrado, vinha avançando mais rapidamente do que a resposta global.

A União Africana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicaram um plano para conter a expansão do vírus, tido com altamente mortal. Até o dia 8 de junho, foram registrados 626 casos confirmados na República Democrática do Congo (RDC), com 112 mortes associadas ao vírus; além de 19 casos e duas mortes confirmadas em Uganda.

Os dados são consolidados pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da União Africana, alimentado por dados dos ministérios da Saúde da RDC e de Uganda.

Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

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Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

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Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

Intelligenza artificiale a scuola, il Garante per la privacy chiede chiarimento sul progetto sperimentale degli Istituti Salesiani

10 June 2026 at 16:22

Il progetto educativo Go Beyond Traditional Education lanciato dai Salesiani, che integra alcune sperimentazioni didattiche potenziate dall’IA, è finito sotto la lente del Garante per la privacy che ha inviato una richiesta di informazioni, da fornire entro venti giorni. Sotto inchiesta il “trattamento dei dati personali nell’ambito dell’erogazione dei servizi educativi e didattici”.

A dare notizia dell’azione messa in campo dagli uffici di piazza Venezia a Roma, è lo stesso sito del Garante: “Secondo quanto riportato da notizie di stampa, alcuni istituti salesiani – cita il comunicato ufficiale – avrebbero avviato una sperimentazione strutturata di sistemi di IA generativa nelle attività didattico-educative, coinvolgendo oltre 1600 docenti e quasi 29mila studenti. L’iniziativa è stata descritta come “un modello organizzato, esteso, misurato, raccontato” e coinvolgerebbe anche Google. La normativa privacy si applica allo stesso modo ai soggetti pubblici e privati. Qualora i trattamenti comportino rischi elevati per le persone coinvolte, come il ricorso a processi decisionali automatizzati, la normativa prevede specifici adempimenti e misure di tutela”. Il Gpdp ha così richiesto ai religiosi le valutazioni effettuate prima dell’avvio del progetto, le modalità di trattamento dei dati personali degli studenti e del personale coinvolto, gli istituti che partecipano all’iniziativa, i fornitori delle tecnologie impiegate e l’eventuale svolgimento di una valutazione dell’impatto sulla protezione dei dati personali. Dell’attenzione dei salesiani per l’IA si è parlato a lungo e in molti hanno elogiato il progetto che, partito inizialmente come sperimentazione (Gemini@Salesiani) con 700 docenti oggi è strutturato su scala nazionale, coinvolgendo oltre cinquanta tra scuole e Centri di formazione professionale.

L’esperienza attraversa l’intera filiera educativa, configurandosi come un ecosistema che integra innovazione tecnologica e coerenza pedagogica in modo sistemico.
Pronta la risposta del Centro nazionale opere salesiane scuola (Cnos ScuolaItalia), ente di riferimento del progetto. “Prendiamo atto della richiesta di informazioni trasmessa dal Garante per la protezione dei dati personali – si legge nella nota ufficiale – che consideriamo pienamente legittima. L’accogliamo come espressione della funzione di vigilanza che la legge affida all’Autorità. La protezione e la tutela dei dati personali di studenti, docenti e di tutto il personale coinvolto nei nostri percorsi educativi rappresenta da sempre una priorità irrinunciabile, parte integrante della responsabilità educativa propria della tradizione salesiana. Il Cnos Scuola nei tempi più rapidi possibili fornirà una risposta puntuale e documentata in piena collaborazione con il Garante. La correttezza e la trasparenza nel trattamento dei dati personali restano per noi un valore non negoziabile, al servizio della crescita e della sicurezza dei giovani affidati alle nostre opere”.

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Esami di maturità 2026, il toto-traccia delle intelligenze artificiali: ecco le previsioni di ChatGPT, Gemini e Claude

10 June 2026 at 07:14

Fino alla mattina del 18 giugno nulla si saprà delle tracce ufficiali della prima prova di Maturità ma il “toto-tema” è già scattato e tra gli “alleati” degli studenti, naturalmente, c’è anche l’intelligenza artificiale. Per ChatGPT gli autori più quotati per l’analisi del testo (tipologia A) sono Giovanni Pascoli, Gabriele D’Annunzio, Elsa Morante, Grazia Deledda e Italo Calvino. Questi nomi ricorrono spesso nelle previsioni perché sono autori importanti del programma e alcuni sono legati a ricorrenze culturali del 2026. Temi possibili per il testo argomentativo e il tema d’attualità: l’AI e l’impatto sulla società; i social network e l’identità digitale; la pace, i conflitti internazionali e la cooperazione tra i popoli e l’ ambiente. Mentre tra le ricorrenze storiche molto citate ci sono gli 800 anni dalla morte di San Francesco d’Assisi (1226-2026), considerato uno dei candidati più forti per una traccia culturale o storico-letteraria.

Più o meno identiche le previsioni di Gemini. Per l’analisi dei testi letterari spuntano Luigi Pirandello, uno dei nomi più attesi tra gli scrittori del Novecento. Nel 2026 ricorrono sia i 90 anni dalla morte sia i cento anni dalla pubblicazione in volume di “Uno, nessuno e centomila”. Ancora Giovanni Pascoli e Giovanni Verga e la già citata Grazia Deledda visto che nel 2026 cadono i cento anni dal suo Premio Nobel per la Letteratura (l’unica donna italiana ad averlo vinto). Un suo testo rappresenterebbe un debutto assoluto alla Maturità. L’ assistente Ia di Google prevede anche Gabriele D’Annunzio che manca dalle tracce delle sessioni ordinarie dal lontano 1999. Per il tema argomentativo (tipologia B), invece, si parla degli ottant’anni della Repubblica Italiana ma anche di Chernobyl che permette di argomentare sulla transizione energetica, la sicurezza nucleare e l’impatto ambientale. Nel “toto tracce” compare anche l’11 settembre 2001, un anniversario (25 anni) che si presta a riflessioni sulla geopolitica moderna e sul terrorismo internazionale, magari partendo da testi di intellettuali come Oriana Fallaci.

Il modello di Anthropic adotta un taglio differente. In comune con gli altri assistenti virtuali c’è l’intelligenza artificiale collegata stavolta alla responsabilità umana. Il secondo tema ipotizzato è il disagio giovanile e il rapporto con la tecnologia. Claude cita anche l’esplosione dell’uso problematico degli smartphone in classe, con insegnanti che segnalano un forte aumento delle distrazioni. Infine, un testo letterario o saggistico sul confine tra vita digitale e reale. Non sappiamo se e quanto l’Ia tenga conto delle idee del ministro dell’Istruzione e del Merito Giuseppe Valditara, che ha il suo “peso” nelle decisioni della commissione ministeriale che propone gli argomenti dell’esame di Stato, ma gli anniversari sono sicuramente un elemento da tenere in considerazione alla luce di quanto avvenuto negli ultimi anni.

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Maturità 2026, tutte le novità per gli studenti: commissioni, crediti e condotta. E saltare l’orale per protesta costerà la bocciatura

10 June 2026 at 07:14

Cinquecento mila ragazzi si preparano alla Maturità 2026 che quest’anno cambia in molti aspetti. Abbiamo considerato una ad una le novità partendo da quelle con le quali gli studenti dovranno fare i conti. A differenza dell’anno scorso, rifiutarsi di sostenere la prova orale come segno di protesta costerà la bocciatura.

Colloquio orale impossibile da evitare (neppure per protesta): il calendario e le domande

Il restyling maggiore voluto dal ministro dell’Istruzione e del Merito Giuseppe Valditara riguarda il cosiddetto orale che si svolge dopo la prima prova scritta (18 giugno) e la seconda (19 giugno) secondo un calendario deciso dal presidente della Commissione durante la riunione plenaria svolta prima dell’avvio della Maturità.
E’ il sorteggio a stabilire quali classi iniziano prima mentre l’ordine di convocazione avviene come da sempre seguendo l’ordine alfabetico ma sempre con l’estrazione a sorte.

La novità principale dell’orale riguarda proprio la modalità dell’interrogazione. Se fino allo scorso anno lo studente partiva dal materiale scelto dalla commissione la mattina stessa del colloquio (testo, grafico, immagine etc) per poi presentare una “tesina” sull’ “alternanza scuola/lavoro” e parlare, infine, anche di educazione civica, ora le domande verteranno su quattro materie scelte, da viale Trastevere, per ogni indirizzo e reperibili all’albo online della scuola. Nessun collegamento obbligatorio quindi tra discipline ma spazio alla centralità dei ragazzi che all’inizio del colloquio dovranno fare una breve riflessione sul proprio percorso scolastico. Non spariscono le domande sull’educazione civica e i gli ex Ptco (ovvero l’alternanza scuola-lavoro). Il tutto della durata di 40-60 minuti. Nessuno potrà – com’è accaduto l’anno scorso – fare scena muta perché l’esame è valido se svolto in tutte le sue parti.

Commissione, voto in condotta e regole di ammissione alle prove

Valditara ha scelto di “asciugare” la commissione: si passa da sette a cinque membri. Due saranno interni mentre il presidente e gli altri due saranno esterni. Tra i cambiamenti la questione del voto in condotta perché chi si ritroverà con il sei in comportamento dovrà preparare un elaborato sul tema della cittadinanza , assegnato dal consiglio di classe, da trattate all’orale. Con il cinque non si è ammessi alle prove. Per poterle svolgere serve aver frequentato almeno tre quarti del monte ore annuale personalizzato, aver fatto l’Invalsi e le ore di formazione-lavoro. Decisamente irrilevante per gli studenti è il cambio del nome: non più esame di Stato (come aveva voluto l’ex ministro dell’Istruzione Luigi Berlinguer) ma solo Maturità.

Cosa non cambia: la 1ª prova scritta e il Credito scolastico

Le prove scritte sarà sempre la stessa: sei ore per svolgerla, sette le tracce. La tipologia A prevede l’analisi di un testo letterario d’italiano con due proposte. La tipologia B è l’analisi di un testo argomentativo con tre proposte. La tipologia C è una riflessione critica di carattere espositivo-argomentativo su tematiche di attualità con due proposte.

Si attribuisce in sede di scrutinio finale fino ad un massimo di 40 punti: 12 per il terzo anno; 13 per il quarto; 15 per il quinto. Il credito concorre alla definizione del voto finale. I 60 punti restanti sono dati dalla commissione che ha a disposizione venti punti per prova. Una piccola novità riguarda i bonus che scendono a tre anziché cinque e potranno essere dati solo a chi arriva alla fine dell’esame con almeno 90 punti.

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