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Carbono azul ganha espaço na agenda climática dos oceanos

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Na corrida para frear as emissões causadoras do aquecimento global, ambientalistas chamam a atenção para um aliado pouco lembrado: o "carbono azul". No Dia Mundial dos Oceanos, celebrado nesta segunda-feira (8), especialistas destacam o papel dos ecossistemas costeiros no enfrentamento das mudanças climáticas.

O conceito de carbono azul se refere ao dióxido de carbono (CO₂) capturado e armazenado por ambientes marinhos, como manguezais, marismas (pântanos de água salgada) e pradarias. Esses ambientes funcionam como sumidouros do gás carbônico, ao retirá-lo da atmosfera, reduzindo os impactos do aquecimento global.

Notícias relacionadas:

“O oceano absorve cerca de 30% das emissões globais de CO₂ e produz mais da metade do oxigênio que respiramos, de acordo com dados da SOS Oceano”, diz Natali Piccolo, diretora do Programa Costeiro Marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil).

“A Amazônia é comumente chamada de ‘pulmão do mundo’, mas o oceano cumpre o equivalente a esse papel. O que não descarta, claro, a importância da floresta tropical na regulação do clima”, completa.

Além disso, essas vegetações costeiras fornecem abrigo para a biodiversidade, sustentam a pesca artesanal e ajudam a proteger comunidades costeiras contra erosão, ressacas e eventos climáticos extremos.

 

Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlântica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Costa brasileira

O Brasil abriga o maior sistema contínuo de manguezais do mundo, na costa da Amazônia, condição que coloca o país em posição estratégica para liderar soluções baseadas na natureza voltadas ao enfrentamento da crise climática.

Porém, para a analista de conservação do WWF-Brasil, Marina Corrêa, o oceano recebe menos atenção do que outros biomas brasileiros.

“O mar ainda é, em muitos aspectos, o sistema invisível da conservação brasileira. Historicamente, o oceano foi tratado como uma imensidão azul vazia, quando na verdade é um território vivo, cheio de biodiversidade, cultura, trabalho e modos de vida”, diz a analista.

Ela lembra que o Sistema Marinho-Costeiro brasileiro ocupa cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a aproximadamente 40% do território nacional, e que mais da metade da população vive nesse ecossistema. Ainda assim, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica concentram a maior parte da atenção pública, política e financeira voltada à conservação.

Povos tradicionais 

O crescimento do interesse por projetos de carbono azul também tem levantado discussões sobre direitos territoriais e participação das comunidades tradicionais. Para a analista da WWF-Brasil, resultados duradouros dependem do respeito aos direitos territoriais e repartição justa dos benefícios gerados.

“O sucesso dessas iniciativas não deve ser medido apenas pela quantidade de carbono armazenado, mas também pela capacidade de fortalecer territórios, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que historicamente cuidam desses ecossistemas”, diz Marina Corrêa.

Quando degradados, esses ambientes deixam de oferecer serviços essenciais, como a manutenção dos estoques pesqueiros, a proteção natural da costa e a conservação da biodiversidade.

A destruição desses ecossistemas também pode liberar para a atmosfera o carbono acumulado ao longo de décadas ou séculos, agravando o aquecimento global.

 

Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Além do carbono

Para organizações ambientais, proteger os oceanos significa também proteger empregos, segurança alimentar, culturas tradicionais e formas de subsistência construídas ao longo de gerações.

“Globalmente, a maior renda do oceano é gerada pela pesca, que sustenta 100 milhões de empregos e produz 80 milhões de toneladas de pescado marinho, além de 30 milhões de toneladas da aquicultura marinha, o que sustenta a segurança alimentar de milhares de pessoas, por fornecer proteína de alta qualidade”, diz Natali Piccolo.

No Brasil, cerca de 1,7 milhão de pescadores artesanais dependem diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos, segundo o Registro Geral da Atividade Pesqueira, do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Nesse sentido, o trabalho conjunto de instituições públicas com organizações da sociedade civil é essencial para garantir um futuro mais promissor para os oceanos.

“Nossa atuação é sistêmica, para preencher as lacunas da proteção, manejo e restauração dos ecossistemas marinhos (manguezais, recifes de corais, restingas), enquanto ajudamos os povos do mar a prosperarem, bem como a sociedade brasileira a desenvolver o conhecimento e a experiência do oceano”, diz Natali Piccolo, da CI-Brasil.

Marina Corrêa, da WWF Brasil, explica que a estratégia da organização para os próximos anos está organizada em quatro grandes frentes: fortalecimento das áreas marinhas protegidas, conservação e restauração de recifes de coral (ecossistema mais vulnerável às mudanças climáticas), promoção de uma transição energética justa e incidência política para fortalecer a governança dos oceanos no Brasil e internacionalmente.

Carbono azul ganha espaço na agenda climática dos oceanos

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Na corrida para frear as emissões causadoras do aquecimento global, ambientalistas chamam a atenção para um aliado pouco lembrado: o "carbono azul". No Dia Mundial dos Oceanos, celebrado nesta segunda-feira (8), especialistas destacam o papel dos ecossistemas costeiros no enfrentamento das mudanças climáticas.

O conceito de carbono azul se refere ao dióxido de carbono (CO₂) capturado e armazenado por ambientes marinhos, como manguezais, marismas (pântanos de água salgada) e pradarias. Esses ambientes funcionam como sumidouros do gás carbônico, ao retirá-lo da atmosfera, reduzindo os impactos do aquecimento global.

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“O oceano absorve cerca de 30% das emissões globais de CO₂ e produz mais da metade do oxigênio que respiramos, de acordo com dados da SOS Oceano”, diz Natali Piccolo, diretora do Programa Costeiro Marinho da Conservação Internacional (CI-Brasil).

“A Amazônia é comumente chamada de ‘pulmão do mundo’, mas o oceano cumpre o equivalente a esse papel. O que não descarta, claro, a importância da floresta tropical na regulação do clima”, completa.

Além disso, essas vegetações costeiras fornecem abrigo para a biodiversidade, sustentam a pesca artesanal e ajudam a proteger comunidades costeiras contra erosão, ressacas e eventos climáticos extremos.

 

Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Paranaguá (PR), 18/05/2026 – Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlêntica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
 Manguezal na Baía de Paranaguá, área da Grande Reserva da Mata Atlântica, onde ocorre monitoramento por pesquisadores do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar). Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Costa brasileira

O Brasil abriga o maior sistema contínuo de manguezais do mundo, na costa da Amazônia, condição que coloca o país em posição estratégica para liderar soluções baseadas na natureza voltadas ao enfrentamento da crise climática.

Porém, para a analista de conservação do WWF-Brasil, Marina Corrêa, o oceano recebe menos atenção do que outros biomas brasileiros.

“O mar ainda é, em muitos aspectos, o sistema invisível da conservação brasileira. Historicamente, o oceano foi tratado como uma imensidão azul vazia, quando na verdade é um território vivo, cheio de biodiversidade, cultura, trabalho e modos de vida”, diz a analista.

Ela lembra que o Sistema Marinho-Costeiro brasileiro ocupa cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados, equivalente a aproximadamente 40% do território nacional, e que mais da metade da população vive nesse ecossistema. Ainda assim, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica concentram a maior parte da atenção pública, política e financeira voltada à conservação.

Povos tradicionais 

O crescimento do interesse por projetos de carbono azul também tem levantado discussões sobre direitos territoriais e participação das comunidades tradicionais. Para a analista da WWF-Brasil, resultados duradouros dependem do respeito aos direitos territoriais e repartição justa dos benefícios gerados.

“O sucesso dessas iniciativas não deve ser medido apenas pela quantidade de carbono armazenado, mas também pela capacidade de fortalecer territórios, conservar a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas que historicamente cuidam desses ecossistemas”, diz Marina Corrêa.

Quando degradados, esses ambientes deixam de oferecer serviços essenciais, como a manutenção dos estoques pesqueiros, a proteção natural da costa e a conservação da biodiversidade.

A destruição desses ecossistemas também pode liberar para a atmosfera o carbono acumulado ao longo de décadas ou séculos, agravando o aquecimento global.

 

Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Bragança (PA), 13/06/2025 – Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Garças no manguezal de Ajuruteua, próximo à Vila dos Pescadores, na área da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Além do carbono

Para organizações ambientais, proteger os oceanos significa também proteger empregos, segurança alimentar, culturas tradicionais e formas de subsistência construídas ao longo de gerações.

“Globalmente, a maior renda do oceano é gerada pela pesca, que sustenta 100 milhões de empregos e produz 80 milhões de toneladas de pescado marinho, além de 30 milhões de toneladas da aquicultura marinha, o que sustenta a segurança alimentar de milhares de pessoas, por fornecer proteína de alta qualidade”, diz Natali Piccolo.

No Brasil, cerca de 1,7 milhão de pescadores artesanais dependem diretamente da saúde dos ecossistemas marinhos, segundo o Registro Geral da Atividade Pesqueira, do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Nesse sentido, o trabalho conjunto de instituições públicas com organizações da sociedade civil é essencial para garantir um futuro mais promissor para os oceanos.

“Nossa atuação é sistêmica, para preencher as lacunas da proteção, manejo e restauração dos ecossistemas marinhos (manguezais, recifes de corais, restingas), enquanto ajudamos os povos do mar a prosperarem, bem como a sociedade brasileira a desenvolver o conhecimento e a experiência do oceano”, diz Natali Piccolo, da CI-Brasil.

Marina Corrêa, da WWF Brasil, explica que a estratégia da organização para os próximos anos está organizada em quatro grandes frentes: fortalecimento das áreas marinhas protegidas, conservação e restauração de recifes de coral (ecossistema mais vulnerável às mudanças climáticas), promoção de uma transição energética justa e incidência política para fortalecer a governança dos oceanos no Brasil e internacionalmente.

Albufeira hasteia primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026

8 June 2026 at 18:13

Albufeira acolheu o hastear da primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026 e mantém 24 praias distinguidas com o galardão.

O conteúdo Albufeira hasteia primeira Bandeira Azul do Algarve em 2026 aparece primeiro em Barlavento.

Festival de Aves estreia-se na FEI-TUR

8 June 2026 at 11:58

Vila Nova de Milfontes recebe, de 11 a 14 de junho, a FEI-TUR – Feira de Turismo do SW, que este ano integra uma novidade dedicada à natureza: o Festival de Aves, organizado pela SPEA – BirdLife, em parceria com o Município de Odemira. A iniciativa pretende valorizar o património natural e cultural do concelho, aproximar residentes e visitantes da biodiversidade local e sensibilizar para a conservação dos habitats.  

Inserido na programação da FEI-TUR, o Festival de Aves propõe várias atividades gratuitas, pensadas para diferentes públicos, desde observadores de aves a famílias com crianças. O programa inclui passeios de observação de aves em horário diurno e ao pôr do sol, o ponto fixo de observação “De Olho nas Aves”, o Escape Game das Aves e o atelier infantil “Ovos Musicais”.  

No dia 12 de junho, o Festival arranca com o Escape Game das Aves, uma atividade que desafia os participantes a resolver enigmas e códigos inspirados no mundo das aves, entre as 17h00 e as 19h00. No mesmo dia, entre as 19h00 e as 21h00, realiza-se uma observação de aves ao pôr do sol na Praia das Furnas Rio, com travessia de barco incluída e percurso pedestre até às ruínas, para observação da avifauna local e dos habitats estuarinos.  

A 13 de junho, o programa começa às 8h00 com um passeio de observação de aves no paul de Vila Nova de Milfontes, uma zona húmida relevante para a avifauna local e migradora. Durante a tarde, decorre o atelier infantil “Ovos Musicais”, dedicado aos ovos e ninhos das aves, seguido de uma edição do Escape Game das Aves para famílias. Entre as 17h00 e as 20h00, junto ao Farol de Vila Nova de Milfontes, estará disponível o ponto fixo “De Olho nas Aves”, com binóculos, telescópios e guias de identificação, numa atividade de participação livre e sem necessidade de inscrição.  

O Festival de Aves termina no dia 14 de junho com um passeio de observação de aves no Monte do Zambujeiro, com percurso pedestre por diferentes habitats da área envolvente e regresso de barco a Vila Nova de Milfontes.  

As atividades do Festival de Aves são gratuitas. Algumas requerem inscrição prévia através do site do Município de Odemira; o ponto fixo “De Olho nas Aves” tem participação livre.  Informações e inscrições em CM Odemira / FEI-TUR – Feira de Turismo do SW

A FEI-TUR decorre ao longo de quatro dias e reúne experiências de turismo de natureza, desporto, gastronomia, produtos locais, música, workshops, artesanato e animação infantil. Numa organização do Município de Odemira e Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, o evento afirma Vila Nova de Milfontes como referência nas atividades náuticas e promove o território como destino de excelência para a prática desportiva em plena natureza. As entradas na FEI-TUR são livres.  

Lista de atividades com inscrição obrigatória: 

Dia 12 de junho  

17h00 – Escape Games das Aves 

19h00 – Observação de aves ao pôr do sol, com travessia de barco 

Dia 13 de junho 

8h00 – Passeio de Observação de Aves 

13h00 Atelier infantil “Ovos Musicais” 

16h00 – Escape Games das Aves 

CMF procurou promover a Causa Animal, no âmbito da Semana do Ambiente

8 June 2026 at 17:54
O encerramento da Semana do Ambiente 2026, no sábado, dia 6 de Junho, foi dedicado ao bem-estar animal com um talk-show interativo e uma campanha de adopção focada nos cães acolhidos pela autarquia, evento que contou com a presença da vereadora Paula Jardim Duarte. A Câmara Municipal do Funchal dedicou, pois,  o fecho do programa […]

“L’ho fatto io!”: Trump e Meloni ‘complici’ degli aumenti della benzina. Finiamo questa relazione tossica!

8 June 2026 at 17:17

di Simona Abbate*

Era il 2022 quando l’attacco della Russia all’Ucraina ha gettato l’Europa nel caos energetico. Sono passati solo quattro anni e siamo di nuovo allo stesso punto: una crisi internazionale fa salire i prezzi, famiglie e imprese pagano il conto, mentre le compagnie del petrolio e del gas trasformano l’instabilità globale in nuovi profitti.

Non è una fatalità. È il risultato di una dipendenza costruita e difesa per anni: quella dai combustibili fossili, dalle importazioni di gas e petrolio e da un modello energetico che ci espone a guerra, ricatto e tensione geopolitica.

La gente comune sta pagando con la propria vita per guerre che non ha iniziato, mentre le compagnie petrolifere continuano a trarre profitto sulle spalle di cittadini e cittadine che pagano la crisi energetica. Dopo l’attacco illegale di Stati Uniti e Israele all’Iran, con il silenzio ignavo e complice del governo italiano, i prezzi di benzina e petrolio sono saliti e a poco servono le misure emergenziali – ripetuti pannicelli caldi – che l’esecutivo Meloni tenta di mettere in campo.

La crisi che stiamo vivendo è colpa di Trump e Netanyahu, ma è responsabilità di Meloni, per la sua mancata opposizione agli attacchi, e dei governi italiani (presente e passati), per la loro totale incapacità di rendere il nostro Paese indipendente dalle risorse energetiche estere, in primis petrolio e gas.

Per questo i volontari e le volontarie di Greenpeace in questi giorni hanno fatto un semplice gesto: dare un volto ad alcuni dei responsabili dell’attuale crisi energetica ed economica, attaccando degli adesivi di Trump e Meloni che si vantano del loro operato connesso all’aumento dei prezzi della benzina e del diesel. Un gesto che, con quel sano tocco di ironia, invita a riflettere sul modello economico e sociale che stiamo vivendo.

Quella fra l’Italia e il gas ha tutta la dinamica di una relazione tossica: più subiamo i danni climatici ed economici dei combustibili fossili, più ne vogliamo e ne cerchiamo, tanto che la nostra premier a inizio maggio – all’imminente scoppio della crisi mediorientale – è andata in Azerbaijan per assicurarci nuove forniture e rilanciare il progetto dell’Italia hub del gas europeo.

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Roma ,2Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

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Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzina

Caro carburanti, protesta Greenpeace: adesivi con Trump e Meloni sulle pompe di benzinaNella foto : proteste di GreenpeaceUfficio stampa Greenpeace Italia

Come si esce da questa relazione tossica con i combustibili fossili che sta facendo collassare economia e clima? In un solo modo, investendo veramente nelle fonti rinnovabili e abbandonando definitivamente quelle fossili. Per anni la politica energetica italiana è stata una copia di quella dell’industria fossile, ora ci ritroviamo con un potenziale enorme, ma senza la capacità di capitalizzarlo: abbiamo sole e vento ma ci mancano gli impianti.

Se guardiamo i mix energetici europei, ci rendiamo conto facilmente che, mentre tutti puntano su altre fonti, l’Italia preferisce acquistare dall’estero, a prezzi alti, combustibili da trasformare in elettricità.

Il confronto con la Spagna dimostra che un’altra strada è possibile. Madrid ha investito con decisione su solare ed eolico e oggi paga molto meno la dipendenza dal gas: quando il prezzo del metano sale, il sistema elettrico spagnolo è molto meno esposto rispetto a quello italiano. Nel 2026, il gas ha condizionato il prezzo dell’elettricità solo in una piccola parte delle ore in Spagna, mentre in Italia continua a determinarlo per la grande maggioranza del tempo. Non è una differenza geografica, ma politica: chi costruisce rinnovabili si protegge dalle crisi; chi resta legato al gas le subisce e le fa pagare a famiglie e imprese.

Per una giusta e sana transizione serve investire in autoconsumo, comunità energetiche e fonti rinnovabili, rimuovere gli ostacoli burocratici che limitano l’installazione di solare e fotovoltaico e puntare ai sistemi di accumulo. Secondo dati dell’ultimo rapporto Ember si può facilmente vedere come, nel 2025, solare ed eolico hanno prodotto insieme il 30,1% dell’elettricità dell’Unione Europea, generando 841 TWh di energia elettrica, mentre tutte le fossili hanno generato il 29% (pari a 809 TWh) e il nucleare il 23,4% con 652 TWh. Solamente 5 anni fa, la quota cumulativa di solare ed eolico si attestava al 19,7% (-10% rispetto al 2025) e quella delle fossili al 36,7% (+8% rispetto al 2025). Nel frattempo, le altre due principali fonti di energia elettrica, l’idroelettrica e il nucleare, sono rimaste stabili o hanno registrato un leggero calo.

Come fare tutto questo? Sicuramente sfruttando al meglio la possibilità che l’Europa ci dà: impiegare fino allo 0,3% del PIL nazionale per finanziare interventi strutturali nella transizione energetica, che per l’Italia significa disporre di quasi 7 miliardi di euro l’anno (fino a 14 miliardi nel triennio 2026-2028) per ridurre la dipendenza da gas e petrolio.

Nel primo mese del conflitto tra Stati Uniti, Israele e Iran, le 100 maggiori compagnie petrolifere e del gas al mondo hanno complessivamente guadagnato oltre 30 milioni di dollari all’ora di profitti extra. Nella sola Unione Europea, le compagnie petrolifere hanno avuto entrate extra giornaliere di circa 81 milioni di euro dalla vendita di diesel e benzina.

Le quattro maggiori compagnie petrolifere europee – Shell, TotalEnergies, BP ed Equinor – hanno riportato oltre 18 miliardi di dollari USA di utili nel primo trimestre del 2026, in aumento dell’80% rispetto al trimestre precedente. Per il 2026, si prevede che sole sei compagnie petrolifere internazionali (ExxonMobil, Shell, BP, TotalEnergies, Chevron, ConocoPhillips) riporteranno profitti complessivi vicini a 94 miliardi di dollari.

Se vogliamo davvero giustizia sociale e climatica, dobbiamo smettere di proteggere chi guadagna dalle crisi e iniziare a proteggere chi le subisce. Le famiglie non possono continuare a pagare bollette più alte mentre le compagnie fossili accumulano profitti enormi. Le imprese non possono essere lasciate ostaggio di un sistema energetico instabile, costruito sulla dipendenza da petrolio e gas.

Non chiediamolo: facciamolo. Tassiamo chi alimenta le guerre e la crisi climatica. Tassiamo le lobby del petrolio e del gas e usiamo quelle risorse per liberarci dalla dipendenza fossile.

*campaigner Clima ed Energia di Greenpeace Italia

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CMF: encerramento da Semana do Ambiente ficou marcado por “mobilização juvenil”

8 June 2026 at 15:31
O encerramento da Semana do Ambiente 2026 ficou marcado por uma grande mobilização juvenil e associativa em prol da preservação dos oceanos, salienta a CMF. Entre as 09h00 e as 13h30, cerca de 140 membros da Associação dos Escoteiros de Portugal dinamizaram uma intervenção de sensibilização ambiental nas sarjetas da Placa Central e das ruas […]

Cibo non sicuro, l’allarme dell’Oms: 1,5 milioni di morti l’anno per infezioni e contaminazioni tossiche. I bambini i più colpiti

8 June 2026 at 13:47

I più a rischio sono i bambini molto piccoli, sotto i cinque anni di età, con una probabilità di ammalarsi a causa di alimenti non sicuri quasi tre volte superiore rispetto ad adulti e bambini più grandi. Nonostante rappresentino solo il 9% della popolazione mondiale, infatti, i bambini piccoli soffrono di quasi un terzo di tutti i casi di malattie alimentari, in particolare malattie diarreiche che possono essere letali per questa fascia d’età. Non solo: l’esposizione a rischi chimici come il metilmercurio e il piombo negli alimenti può danneggiare il cervello in via di sviluppo e causare problemi neurologici permanenti, sempre nei bambini. Sono alcuni dei dati diffusi dall’Organizzazione Mondiale della Sanità (OMS) e pubblicati nello studio scientifico su “The Lancet Global Health”, in occasione della Giornata Mondiale della Sicurezza Alimentare del 7 giugno (dal titolo “Dal peso alle soluzioni – cibo sicuro ovunque”). Secondo l’Oms la stima globale per tutte le età è di circa 866 milioni di casi di malattia (il riferimento è al 2021, anno a cui sono stati aggiornati i dati precedenti) e 1,5 milioni di decessi a causa di ingestione di cibo non sicuro. Un impatto sanitario paragonabile a quello di tubercolosi, HIV/AIDS, malaria. Le regioni più colpite? Africa e Sud-est Asiatico, con i tre quarti di tutte le malattie trasmesse dagli alimenti e il 60% dei decessi a livello mondiale, anche se la situazione è migliorata rispetto agli anni duemila.

La novità dello studio: stimare l’esposizione a metalli

Tra i 42 rischi enterici, parassiti e chimici analizzati, oltre la salmonella enterica, ci sono la listeria, che può causare setticemia e meningite; la brucella, spesso contratta attraverso latte o formaggi non pastorizzati; il colera, che provoca diarrea acquosa che può risultare fatale. Inoltre, virus come l’epatite A, che danneggia il fegato, la toxoplasmosi, causata da un parassita trasmesso attraverso carne cruda o poco cotta, la tenia del maiale (la più frequente causa prevenibile di epilessia nel mondo); le tenie del genere Echinococcus, che si trasmettono tramite alimenti contaminati da feci di cani o volpi, il distoma epatico cinese contratto attraverso il consumo di pesce crudo o preparato in modo inadeguato. E poi ci sono tossine come l’aflatossina, prodotta da muffe che crescono su cereali conservati in modo improprio e che può causare cancro al fegato e l’avvelenamento da cianuro.

Dei circa 860 milioni di casi, 666 milioni sono provocati dai pericoli che causano diarrea, 194 da malattie parassitarie e pericoli enterici invasivi. Invece l’esposizione a sostanze chimiche presenti negli alimenti è la causa dello 0,7% di casi di malattie alimentari a livello globale (6,26 milioni) ma responsabili di ben il 73% dei decessi dovuti ad alimenti contaminati: piombo (31% dei decessi), metilmercurio, arsenico inorganico (42%) e cadmio, che una volta entrati nella catena alimentare sono difficili da eliminare.

Per la prima volta dunque viene – rispetto alle stime del 2015 – evidenziato il notevole impatto delle malattie non trasmissibili associate all’esposizione alimentare ai metalli, in particolare: malattie cardiovascolari (arsenico e piombo soprattutto), tumori e disabilità intellettive. Il calcolo dei decessi legati a metalli è stato fatto non in base alle persone morte da intossicazioni acute ma valutando l’esposizione della popolazione a piccole quantità di metalli e calcolando quanto questa esposizione ha aumentato il rischio di sviluppare malattie cardiovascolari e tumori, per cui una quota di queste malattie viene statisticamente attribuita all’esposizione alimentare. Questo spiega l’incremento delle morti rispetto alla precedente stima Oms del 2010 (che indicava 420.000 decessi).

Come contrastare malattie e decessi

Se lo studio ha incluso anche elementi nuovi, come alcuni metalli pesanti, il rotavirus e il parassita Trypanosoma cruzi, alcuni rischi potenzialmente importanti sono stati invece esclusi per scarsità di dati, tra cui batteri resistenti agli antimicrobici, diversi contaminanti chimici emergenti, residui di pesticidi e PFAS, così come l’esposizione alle aflatossine e i casi di morte fetale legati alla listeriosi. Lacune fanno sì che le stime presentate siano una sottostima del carico reale, il che evidenzia la necessità di raccogliere più dati e rafforzare i sistemi di sorveglianza per comprendere meglio l’effettiva portata delle malattie causate dagli oltre 200 rischi biologici conosciuti e dai numerosi rischi chimici trasmissibili attraverso gli alimenti.

Gli autori evidenziano inoltre che il peso elevato attribuito ad arsenico e piombo non deve distogliere l’attenzione dai rischi microbiologici, per i quali esistono già efficaci misure preventive. Moltissimi decessi, spiega l’Oms, potrebbero essere evitati con miglioramento dell’acqua potabile, igiene, cottura adeguata degli alimenti, pastorizzazione e controlli in allevamenti e macelli, vaccinazioni di animali e persone, migliori pratiche agricole e controlli industriali più rigorosi. Per i contaminanti chimici, invece, è fondamentale prevenire la contaminazione all’origine, attraverso il controllo ambientale, agricolo e industriale lungo tutta la filiera alimentare.

“Questo rapporto è un campanello d’allarme. I dati mostrano che le malattie trasmesse dagli alimenti non solo sono persistenti, ma vengono aggravate dal cambiamento climatico, che aumenta i rischi di contaminazione, e dalla resistenza agli antimicrobici, che rende le infezioni più difficili da trattare” ha detto Yuki Minato, responsabile tecnico dell’OMS per la sicurezza alimentare e autrice senior del documento di “The Lancet Global Health”. “I paesi devono agire con urgenza, utilizzando questi dati per orientare gli interventi, investire nella sorveglianza e rafforzare la collaborazione tra i settori della salute, dell’agricoltura e dell’ambiente. Il ritardo costa vite”.

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Investire sul nucleare è una scelta ideologica. E intanto si rallenta la crescita delle rinnovabili

8 June 2026 at 13:19

Nella mia carriera, mi è capitato spesso di fare da consulente aziendale. Era un lavoro dove si tenevano riunioni in cui si discuteva di problemi tecnici e dei modi per risolverli. Non di rado, veniva fuori qualcuno che cercava di farsi bello proponendo qualche nuova e strabiliante tecnologia. Un mio collega aveva sviluppato una strategia efficace per contrastare questi voli di fantasia. Consisteva nel chiedere: “Dove si compra?”. Questo di solito bastava a far rientrare la discussione nell’ambito del mondo reale.

Ora, se il governo italiano avesse assunto il mio collega come consulente per il nuovo programma nucleare, si sarebbero trovati di fronte alla stessa domanda: “Dove si compra?”. I vari aggeggi proposti dal programma – nucleare di quarta generazione, Smr, fusione, e altre cose – sono tutti allo stadio di idee e di progetti. Non si comprano da nessuna parte. Sarebbe il caso di concentrarsi invece sulle cose che funzionano e che si possono comprare oggi, come l’energia rinnovabile.

D’altra parte, è probabile che il governo non avrebbe dato ascolto al mio collega. C’è una fondamentale differenza fra quello che succede in un’azienda e quello che succede in un governo. In un’azienda fare le scelte tecnologiche sbagliate vuol dire spesso trovarsi fuori mercato, andare in bancarotta e alla fine sparire, come succederebbe continuando a produrre regoli calcolatori o macchine da scrivere. Oppure, ai tempi nostri, insistere a produrre motori termici per autoveicoli.

Per un governo, invece, il problema è molto minore dato che gli errori dei politici sono automaticamente pagati dalle tasse dei cittadini, perlomeno finché non crolla tutto. Questo rende possibile impegnarsi su basi ideologiche in scelte sbagliate. Pensate, per esempio, al comunismo. Non c’è mai stata una dimostrazione scientifica che il comunismo fosse una buona idea. Eppure, per decenni intere nazioni si sono impegnate a cercare di farlo funzionare. Finché non sono andate in bancarotta, come è successo all’Unione Sovietica.

Ora, non è che l’energia nucleare sia esattamente la stessa cosa del comunismo. Ma c’è un punto in comune: la scelta si basa su considerazioni ideologiche, non tecniche. Si sa che, in politica, sono i fatti che si devono adeguare alle aspettative, non il contrario. Così, le critiche alle scelte nucleari del governo si infrangono contro una barriera ideologica insormontabile.

Per esempio, Luigi Moccia, ricercatore Cnr, ha scritto un ottimo e ben argomentato articolo tecnico che descrive i problemi dell’energia nucleare. Costa più cara, non c’è sicurezza negli approvvigionamenti di combustibile, c’è la questione delle scorie, problemi strategici, e molte altre cose. Ma l’articolo non ha avuto alcun effetto, come ci si poteva aspettare. Supponiamo che al tempo di Stalin qualcuno in Unione Sovietica avesse scritto un articolo ben argomentato che dimostrava che il comunismo non può funzionare. Vi potete immaginare cosa gli sarebbe successo. Per fortuna, non mi risulta che Moccia sia stato spedito in un gulag in Siberia, almeno per ora.

Così, il nostro governo va avanti con l’idea di affidarsi a delle tecnologie nucleari che, nella migliore delle ipotesi, arriveranno fra dieci anni, se mai arriveranno. Il risultato pratico è che stiamo rallentando la crescita delle rinnovabili e, nel frattempo, rimaniamo legati alle energie fossili. E rimangono tutti i disastrosi problemi del caso: da quello del clima a quello delle forniture.

A furia di scelte sbagliate, finiremo in bancarotta anche noi come l’Unione Sovietica? Speriamo di no, ma di fronte a certe scelte del governo, qualcuno, ogni tanto, dovrebbe domandare: “ma dove si compra questa roba?”.

L'articolo Investire sul nucleare è una scelta ideologica. E intanto si rallenta la crescita delle rinnovabili proviene da Il Fatto Quotidiano.

FAVA 2026 regressa a Loulé com candidaturas abertas

8 June 2026 at 12:04

A FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve regressa a Loulé entre 18 e 20 de setembro de 2026 para a sua 7.ª edição, mantendo-se como um dos maiores eventos ao ar livre em Portugal dedicados à sustentabilidade, ao consumo consciente e ao estilo de vida vegan. A organização já abriu o período de candidaturas para expositores, projetos sociais, iniciativas ecológicas e propostas culturais que queiram integrar o programa do certame.

Promovida pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio do Município de Loulé, a feira volta a apostar num formato alargado e diversificado, reforçando a ligação entre ambiente, inovação e comunidade. A edição de 2026 terá lugar no Parque Municipal de Loulé e contará com um recinto redesenhado para criar uma maior proximidade com as áreas verdes e uma experiência mais imersiva para visitantes e participantes.

O programa deverá ultrapassar as 100 atividades e espetáculos gratuitos, incluindo propostas gastronómicas, oficinas, palestras e iniciativas de bem-estar. Entre as novidades destacam-se encontros temáticos como o encontro nacional de fornos solares, um mercado de hortícolas biológicos, provas de caráter mais experimental e uma zona dedicada a reparações e reutilização, reforçando a vertente de economia circular do evento.

A componente gastronómica continuará a ser um dos pilares da feira, com várias opções de alimentação vegetal e momentos de degustação ao longo dos três dias. O evento pretende igualmente reforçar a interação entre público e marcas, promovendo um ambiente de descoberta e partilha em torno de práticas sustentáveis.

Uma das distinções em destaque será o prémio “Expositor do Ano”, que na próxima edição passa a contar com um valor monetário de 500 euros, reforçando o incentivo à qualidade e inovação dos projetos participantes.

Na edição anterior, a FAVA reuniu 140 expositores de 20 áreas de atividade, serviu mais de quatro mil refeições vegetais e envolveu dezenas de entidades e centenas de atividades. O evento destacou-se ainda pela forte adesão do público e pelo impacto nas redes sociais, consolidando-se como uma referência nacional no setor.

As candidaturas encontram-se abertas para marcas, artesãos, produtores e associações, bem como para artistas e dinamizadores de atividades que promovam estilos de vida mais sustentáveis e conscientes. A seleção terá em conta critérios de sustentabilidade, criatividade e relevância das propostas apresentadas.

Semana começa com frente fria e chance de tempestade no Sul do País

Logo Agência Brasil

Temporais acompanhados por rajadas de vento e chance até de granizo estão entre as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para praticamente todo o Rio Grande do Sul (incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre) e também para parcela dos territórios do Paraná e de Santa Catarina.

A frente fria no Sul do Brasil pode gerar outros dias de instabilidade durante esta semana. O Inmet chama atenção para cidades como Porto Alegre, Santa Maria, Pelotas e Uruguaiana, onde há risco para chuva forte e possibilidade de granizo isolado. 

Notícias relacionadas:

Em Porto Alegre, por exemplo, há previsão de tempo encoberto para a semana inteira, com temperatura mínima de 14ºC. Curitiba também está com previsão de instabilidade e com temperatura máxima de 16ºC

Ainda nesta segunda, as chuvas devem chegar no oeste e interior de Santa Catarina, incluindo as cidades de Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages.

No Paraná, os maiores riscos estão para as cidades do oeste, sudoeste e sul do estado, incluindo Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco.

Chuva e frio pelo País

O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.

No Sudeste, São Paulo (SP) deve ter temperatura mínima de 9ºC na terça (9), e Belo Horizonte, pode experimentar também o frio de 11ºC.

No Centro-Oeste, os brasilienses também podem sentir o frio de 11ºC nesta segunda e 13ºC, nesta terça. De quarta a sexta, a capital do Brasil deve ter muitas nuvens no céu.

 

Semana começa com frente fria e chance de tempestade no Sul do País

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Temporais acompanhados por rajadas de vento e chance até de granizo estão entre as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para praticamente todo o Rio Grande do Sul (incluindo a Região Metropolitana de Porto Alegre) e também para parcela dos territórios do Paraná e de Santa Catarina.

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Ainda nesta segunda, as chuvas devem chegar no oeste e interior de Santa Catarina, incluindo as cidades de Chapecó, Concórdia, Xanxerê e Lages.

No Paraná, os maiores riscos estão para as cidades do oeste, sudoeste e sul do estado, incluindo Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco.

Chuva e frio pelo País

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No Sudeste, São Paulo (SP) deve ter temperatura mínima de 9ºC na terça (9), e Belo Horizonte, pode experimentar também o frio de 11ºC.

No Centro-Oeste, os brasilienses também podem sentir o frio de 11ºC nesta segunda e 13ºC, nesta terça. De quarta a sexta, a capital do Brasil deve ter muitas nuvens no céu.

 

Apenas 8% dos oceanos do planeta estão protegidos

8 June 2026 at 09:38

O Dia Mundial dos Oceanos, que se assinala hoje, dia 8 de junho, alerta para a necessidade de reforçar a proteção dos ecossistemas marinhos.

O conteúdo Apenas 8% dos oceanos do planeta estão protegidos aparece primeiro em Barlavento.

Ai, il consumo di acqua ed elettricità per raffreddare i data center si sta trasformando in un disastro ecologico

8 June 2026 at 06:33

di Serena Poli

Capannoni industriali sterminati stipati di server che lavorano senza sosta per elaborare miliardi di dati. Queste immense infrastrutture sono i data center; sprigionano un calore così devastante che, se non venissero costantemente raffreddati, i circuiti fonderebbero in pochi minuti. Per evitarlo, necessitano di una continua refrigerazione che richiede quantità astronomiche di energia elettrica e di acqua, fatta evaporare per sottrarre calore alle macchine.

Con il boom dell’intelligenza artificiale generativa, questo consumo si è trasformato in un disastro ecologico. Negli Stati Uniti intere comunità fanno i conti con un inquinamento idrico e acustico senza precedenti. Per costruire questi data center sono stati disboscati terreni ed è stato fatto ampio uso di detonazioni per livellare il suolo roccioso. Le falde acquifere sono state contaminate, come anche i pozzi artesiani dei privati cittadini, nei quali sedimenti e fango si sono mischiati all’acqua pulita. Come se non bastasse, le acque con trattamenti chimici usate per disinfettare i circuiti vengono sversate. A questo si aggiunge il ronzio continuo e sordo dei ventilatori, che distrugge la fauna locale e logora la salute fisica e mentale dei residenti.

Alle crescenti proteste di molte comunità locali si è unita recentemente la mobilitazione di Erin Brockovich, che ha lanciato una piattaforma di mappatura collettiva per permettere ai cittadini di tracciare l’espansione di queste strutture. I dati emersi sono spaventosi: un singolo data center può consumare fino a 19 milioni di litri d’acqua al giorno, circa quanto una città di 50-60 mila abitanti. Non solo: per reggere l’enorme richiesta di elettricità di questi impianti, le aziende energetiche sono costrette a potenziare le reti, scaricando i costi di questi lavori direttamente sulle bollette dei cittadini. Il fronte più caldo è attualmente in Texas, dove un mastodontico progetto da 3 gigawatt a Sulphur Springs è già stato travolto da proteste e cause legali per il devastante impatto che avrebbe sul territorio.

E mentre le big tech liquidano le proteste parlando di Ong finanziate dalla Cina per rallentare il progresso statunitense, questa stessa bomba ambientale sta per esplodere anche a casa nostra. L’Italia è diventata la nuova terra promessa di questi giganti. Il cuore di questa espansione è al momento l’area metropolitana di Milano, dove si concentra il 90% dei data center italiani. E, se gli Stati Uniti hanno impiegato dieci anni per vedere i danni ambientali, l’Italia rischia di subirli molto prima.

Eppure la tecnologia per fare le cose diversamente esisterebbe, ma si tratta di soluzioni che hanno costi maggiori e richiedono tempo, dunque sarebbe rallentata la folle corsa al profitto. Ed è qui che il discorso si fa politico: l’intelligenza artificiale ha potenzialità straordinarie ed è una risorsa che ridefinirà la società, che lo si voglia o no.

Il punto non è combattere il futuro, ma regolamentarlo affinché non venga edificato sulle macerie del bene comune. Da anni assistiamo alla distruzione sistematica dell’ambiente con guerre, sfruttamento indiscriminato delle risorse e ora i data center, mentre la politica si è limitata a mettere in atto nei confronti dei cittadini una colossale operazione di ‘gaslighting’, quella manipolazione che ribalta la colpa sulla vittima. Per decenni la politica ha spostato il peso della crisi ecologica sulle persone comuni (riciclo, alimentazione, consumi), tutelando deliberatamente sistemi industriali e produttivi da sempre responsabili della stragrande maggioranza delle emissioni globali.

Sì, anche le nostre ‘piccole azioni’ possono essere importanti, ma non se i colossi industriali possono vanificarle in un secondo. Serve una dura regolamentazione politica che imponga vincoli severi: la responsabilità deve partire da chi ha l’impatto maggiore, altrimenti continuiamo a incolpare i cittadini perché le loro azioni quotidiane non bastano ad arginare il disastro dei giganti.

Il blog Sostenitore ospita i post scritti dai lettori che hanno deciso di contribuire alla crescita de ilfattoquotidiano.it, sottoscrivendo l’offerta Sostenitore e diventando così parte attiva della nostra community. Tra i post inviati, Peter Gomez e la redazione selezioneranno e pubblicheranno quelli più interessanti. Questo blog nasce da un’idea dei lettori, continuate a renderlo il vostro spazio. Diventare Sostenitore significa anche metterci la faccia, la firma o l’impegno: aderisci alle nostre campagne, pensate perché tu abbia un ruolo attivo! Se vuoi partecipare, al prezzo di “un cappuccino alla settimana” potrai anche seguire in diretta streaming la riunione di redazione del giovedì – mandandoci in tempo reale suggerimenti, notizie e idee – e accedere al Forum riservato dove discutere e interagire con la redazione.

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Pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa

7 June 2026 at 21:52

Logo Agência Brasil

O Ministério da Pesca e Aquicultura informou que a pesca de tainha (Mugil liza), na modalidade arrasto de praia, deve ser suspensa a partir deste domingo (7).

De acordo com o ministério, a medida é necessária após o país atingir o limite coletivo de 90% da cota autorizada para a temporada de pesca de 2026.

Notícias relacionadas:

A cota de 8.168 toneladas foi definida em uma portaria conjunta entre os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente.

“A medida possui caráter preventivo e tem por objetivo evitar o excedente da cota de captura estabelecida para a modalidade”, informou a pasta.

Conforme as orientações do ministério, os barcos que estão no mar devem realizar o desembarque do pescado no prazo de 24 horas após a captura.

Após o período, os pescadores poderão retomar a pesca das demais espécies.

O procedimento adotado pelo ministério foi consolidado a partir de informações que constam no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha.

Por terminação de lei, empresas pesqueiras devem reportar ao governo a quantidade de pescado que foi retirada do mar.

Pesca de tainha na modalidade arrasto de praia está suspensa

7 June 2026 at 21:52

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O Ministério da Pesca e Aquicultura informou que a pesca de tainha (Mugil liza), na modalidade arrasto de praia, deve ser suspensa a partir deste domingo (7).

De acordo com o ministério, a medida é necessária após o país atingir o limite coletivo de 90% da cota autorizada para a temporada de pesca de 2026.

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“A medida possui caráter preventivo e tem por objetivo evitar o excedente da cota de captura estabelecida para a modalidade”, informou a pasta.

Conforme as orientações do ministério, os barcos que estão no mar devem realizar o desembarque do pescado no prazo de 24 horas após a captura.

Após o período, os pescadores poderão retomar a pesca das demais espécies.

O procedimento adotado pelo ministério foi consolidado a partir de informações que constam no Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha.

Por terminação de lei, empresas pesqueiras devem reportar ao governo a quantidade de pescado que foi retirada do mar.

Inmet tem alerta para tempestade no Sul nesta madrugada

Logo Agência Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) disparou um alerta de risco de tempestade para parte da região Sul nesta segunda-feira (8). O órgão avaliou que há perigo potencial a partir das 3h da próxima madrugada. 

Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos. 

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As áreas afetadas estão situadas principalmente no Rio Grande do Sul, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre. Além desse Estado, segundo o Inmet, devem ficar em alerta cidades do oeste de Santa Catarina e do sudoeste do Paraná. 

Riscos

O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).

O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.

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