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Como uma mãe italiana está enfrentando Meta e TikTok após a morte da filha

17 June 2026 at 20:54

Caso você ou alguém que você conheça esteja lutando contra pensamentos suicidas ou problemas de saúde mental, procure ajuda. No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) fornece ajuda ou informações de forma gratuita. O apoio emocional e serviço preventivo ao suicídio está disponível pelo número 188 ou pelo site www.cvv.org.br. O atendimento está disponível 24 horas por dia.

Em apenas alguns meses, Irene Roggero Ugues viu o comportamento de sua filha mudar à medida que as redes sociais lhe apresentavam um fluxo cada vez maior de conteúdo relacionado à automutilação. A menina de 12 anos, chamada Rossella, se suicidou.

Somente após a morte de Rossella é que Irene e seu marido desbloquearam os dispositivos dela. Eles descobriram que ela vinha usando as redes sociais muito mais do que imaginavam, inclusive mantendo um perfil secreto no Instagram chamado “Just a dead pers0n” (“apenas uma pessoa morta”, em tradução para o português), com um zero no lugar do “o”.

Em setembro de 2023, segundo eles, Rossella começou a procurar por conteúdo relacionado à depressão que refletisse como ela se sentia. Os algoritmos das redes sociais continuavam exibindo esse tipo de conteúdo para ela, e apenas cinco meses depois ela estava morta.

“Em determinado momento, parecia ter ganhado vida própria, crescendo até dominar o lado alegre e sociável dela — a parte mais radiante”, disse Irene à Reuters em um café no centro de Asti, sua cidade natal no norte da Itália.

Os pais de Rossella estão entre várias famílias na Itália que entraram com uma ação judicial contra a Meta, proprietária do Instagram e do Facebook, e contra seu maior rival nas redes sociais, o TikTok. Na primeira ação coletiva na Itália a contestar diretamente as empresas de redes sociais e seus algoritmos, as famílias buscam limites mais rígidos ao acesso de menores e maior conscientização sobre os riscos.

Ambas as empresas negam as alegações da ação judicial de que seus serviços sejam prejudiciais aos jovens e afirmam que tomam medidas para proteger os jovens usuários, removendo conteúdo prejudicial, limitando a exposição a materiais de risco e ajudando as famílias a gerenciar as contas dos filhos.

“Sabemos que os pais se preocupam com a segurança de seus filhos adolescentes online, e é por isso que estamos constantemente fazendo mudanças para ajudar a protegê-los”, disse um porta-voz da Meta, citando as “Contas para Adolescentes” e os recursos de proteção integrados.

“Discordamos veementemente dessas alegações, que ignoram nosso compromisso de longa data em apoiar os jovens.”

O TikTok afirmou que seus esforços incluem a aplicação rigorosa de diretrizes destinadas a proteger a saúde mental e comportamental dos usuários, acrescentando que remove mais de 99% do conteúdo que viola essas regras.

“Também continuamos a investir em medidas de segurança para diversificar o conteúdo recomendado, bloquear buscas potencialmente prejudiciais e conectar usuários vulneráveis a recursos de apoio”, disse um porta-voz do TikTok, citando linhas de ajuda locais para prevenção de suicídio.

Questionada especificamente sobre o papel que o Instagram pode ter desempenhado no caso de Rossella, a Meta informou à Reuters que não faria comentários diretos durante o processo judicial, mas que a saúde mental dos jovens é influenciada por uma ampla gama de fatores. O impacto das plataformas de mídia social depende de como elas são utilizadas, das medidas de proteção em vigor para os usuários e do nível de envolvimento dos pais, afirmou a empresa.

Uma doença repentina

Falando devagar e escolhendo as palavras com cuidado, Irene disse que a tragédia de Rossella se desenrolou como uma “doença” repentina e devastadora que deixou seus pais impotentes.

Sem o algoritmo, diz ela, “a progressão de seu sofrimento, ou psicose, ou o que quer que fosse que eu ainda não consigo definir, poderia ter se desenrolado de forma mais natural”.

O escrutínio das plataformas digitais está se intensificando em toda a Europa, com o Reino Unido anunciando planos nesta semana para proibir as redes sociais para menores de 16 anos. Nos Estados Unidos, uma decisão judicial considerou a Meta e o Google, da Alphabet, negligentes ao projetar plataformas consideradas prejudiciais aos jovens.

Os reguladores da União Europeia estão intensificando a aplicação da Lei dos Serviços Digitais, pressionando as plataformas online a proteger melhor os menores e coibir conteúdos prejudiciais.

“O objetivo não é descartar os benefícios das redes sociais, mas remover os mecanismos tecnológicos e de marketing que as tornam prejudiciais aos usuários mais vulneráveis”, disse o advogado Stefano Commodo, que lidera o caso junto à associação italiana de pais MOIGE.

Os limites do controle parental

Os pais afirmam que as medidas de proteção oferecidas pelas plataformas são insuficientes, observando que as crianças conseguem facilmente encontrar tutoriais online que mostram como contornar filtros ou evitar limites de tempo trocando de aparelho.

“Monitorar o uso das redes sociais é um trabalho em tempo integral. Isso exigiria que os pais dedicassem todo o seu tempo a isso, e isso é simplesmente irrealista”, disse Valentina Muraglie, que faz parte da diretoria da Associação Italiana de Famílias Numerosas.

Seu próprio filho, Antonio, deixou de lado sua coleção de livros de Harry Potter e substituiu a leitura por navegar nas redes sociais quando era adolescente. Agora, com 20 e poucos anos, ele tem dificuldade para ler com profundidade, o que ela atribui aos algoritmos das redes sociais que roubaram sua atenção.

“Assim que ele teve um celular nas mãos, aos 16 anos, aos poucos os livros começaram a desaparecer”, disse ela à Reuters. “Em poucos anos, ele parou completamente de ler.”

A Organização Mundial da Saúde alerta que o uso problemático das redes sociais — caracterizado por comportamentos semelhantes ao vício — está aumentando entre os adolescentes e está associado a menor bem-estar, sono de má qualidade e riscos mais amplos à saúde.

Estudos publicados na “JAMA Paediatrics”, uma revista médica dos EUA, apontam para diferenças mensuráveis no desenvolvimento cerebral entre usuários assíduos de redes sociais, especialmente adolescentes cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.

O processo italiano argumenta que as plataformas de redes sociais utilizam mecanismos de recompensa inspirados em máquinas caça-níqueis para fomentar a dependência, ao estimular repetidamente a dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa.

“Cada ‘curtida’ ou notificação desencadeia a liberação de dopamina, prendendo os usuários à plataforma de uma forma que se assemelha ao vício”, disse Tonino Cantelmi, consultor dos autores da ação e diretor da Escola de Especialização em Psicoterapia Cognitivo-Interpessoal, em Roma.

As famílias que entraram com a ação afirmam que estudos de exames de imagem cerebral de usuários de redes sociais mostram atividade em áreas do cérebro associadas ao vício.

Questionados sobre as evidências científicas relativas ao vício apresentadas no tribunal, porta-vozes da Meta e do TikTok se recusaram a comentar sobre o litígio, repetindo, porém, suas declarações anteriores sobre o histórico das empresas em relação à saúde mental.

Alguns psicólogos alertam contra a extração de conclusões simplistas sobre os efeitos das redes sociais nos adolescentes.

“A abordagem mais saudável ao lidar com adolescentes é aceitar que não estamos preparados”, disse Federico Tonioni, chefe do Centro de Psicopatologia da Web do Hospital Gemelli, em Roma.

Ele acrescentou que não poderia concluir que seus pacientes sofreriam menos em um mundo sem redes sociais, alertando contra a dependência excessiva do controle parental.

“Se há algo perigoso, é o controle sobre as crianças. Os jovens precisam ser ouvidos. O controle não é uma forma saudável de presença. A distância mais saudável é a confiança.”

Irene Roggero Ugues disse que se juntou à ação judicial para ajudar a garantir que outros pais sejam informados sobre os riscos dos quais ela só tomou conhecimento quando já era tarde demais para salvar Rossella.

“Subestimamos certos riscos e não sabíamos que eles existiam, mas outras pessoas ainda podem agir. Não adianta guardar isso só para mim, e não acho que Rossella se importaria.”

1 em cada 5 estudantes recorre à IA por solidão, diz pesquisa

Worried mother reportedly thwarted alleged terrorist attack at White House UFC event

Tycen Proper’s mother could not take it any longer. On the night of Wednesday, June 7, the woman, who lives in Danville, Ohio, picked up the phone and called Knox County police to report that her son was planning something. The 19-year-old had spent several weeks buying numerous guns and ammunition. He spent long periods locked in his room and online. She was worried and alarmed by the content of some conversations she had seen in her son’s online communications, with messages about plans and attacks.

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© Daniel Torok (DPA vía Europa Press)

UFC fighter Sean O'Malley greets Donald Trump.

Las cuentas falsas para espiar a una expareja: “Es como rascar una herida para comprobar si sigue ahí”

17 June 2026 at 04:30

“Obviamente tengo una cuenta falsa en redes para mirar lo que quiera”, confesó Margarida Corceiro a Cosmopolitan. Aunque la actriz no ha aclarado si entre las cuentas que observa se encuentran las de alguna expareja, muchas personas sí crean perfiles falsos para hacerlo. No se trata de las cuentas ‘finsta’, un término que muchos usuarios emplean para referirse a las cuentas secundarias que crean en Instagram, donde su identidad —y, a menudo, el contenido de sus publicaciones— permanece oculta para todos excepto para un pequeño grupo selecto de seguidores. Celebridades como Kate Moss han confesado tener este tipo de cuentas con las que consiguen que su vida privada siga siéndolo al tener acceso a ellas únicamente los más allegados. Sin embargo, las cuentas falsas, conocidas ‘lurkstas’ (‘lurk’ quiere decir en inglés estar al acecho o espiar), que se utiliza exclusivamente para ver publicaciones, historias y actividades desde el anonimato.

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© ©Hulu/Courtesy Everett Collection / Cordon Press

Daisy Edgar-Jones, y Paul Mescal en 'Normal People'.

Will a ban keep the UK’s kids off social media? – podcast

Governments around the world want to keep under-16s off YouTube, TikTok and Instagram. Australia has introduced a ban and now the UK is doing the same. Stephen Byrne and Chris Stokel-Walker report

Keir Starmer announced on Monday that he wanted to ban under-16s from social media. Parents were calling out for more controls he said. But their children … well, their children have other ideas.

“Snapchat, for example, is one of the best things that’s happened to me,” a 13-year-old tells Helen Pidd. “I don’t think adults understand, that is how we talk to our friends and fit in.”

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© Photograph: Anna Barclay/Getty Images

© Photograph: Anna Barclay/Getty Images

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Florida accuses TikTok of violating child safety law

16 June 2026 at 23:47
Florida sued TikTok on Monday, alleging that the platform violates the Sunshine State’s child safety law that bans children under 14 years of age from all social media platforms. Parental consent is required for teens aged 15 and 16 to create social media accounts, as outlined under House Bill 3.  The lawsuit led by Florida…

Florida accuses TikTok of violating child safety law

16 June 2026 at 23:47
Florida sued TikTok on Monday, alleging that the platform violates the Sunshine State’s child safety law that bans children under 14 years of age from all social media platforms. Parental consent is required for teens aged 15 and 16 to create social media accounts, as outlined under House Bill 3.  The lawsuit led by Florida…

Florida lawsuit accuses TikTok of violating state’s child social media ban

15 June 2026 at 22:18

State’s attorney general alleges TikTok exposed children to harmful sexual content and addictive features

Florida became the latest state to sue TikTok on Monday after the attorney general accused the company of violating a state law that limits social media access for teenagers.

In a press conference, Republican James Uthmeier said TikTok exposed children to harmful sexual content and addictive features, such as unlimited scrolling and push notifications. “It’s designed to keep kids stuck on those screens for hours,” Uthemeier said at a press conference. “Our evidence suggests that so many kids are on TikTok for upwards of six, seven, eight or more hours a day. We are going to get our kids their lives back.”

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© Photograph: Bloomberg/Getty Images

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

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‘The genie’s out the bottle’: parents react to UK under-16s social media ban

Some feel it is a concrete step to protect children, but others argue it is ‘trying to fix the symptoms and not the disease’

The UK government has announced a social media ban for under-16s, which it says is expected to come into force next spring.

Snapchat, TikTok, YouTube, Instagram, X and Facebook will all be blocked. It will also ban under-16 access for “user-to-user platforms” that enable social interaction between users and allow them to post material.

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© Photograph: Dean Lewins/AP

© Photograph: Dean Lewins/AP

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El Reino Unido anuncia la prohibición de las redes sociales para menores de 16 años

15 June 2026 at 09:16

El Reino Unido prohibirá el acceso a las redes sociales a los menores de 16 años. La medida entrará en vigor a partir de la próxima primavera, y adopta un criterio similar al aprobado en Australia, aunque irá más lejos en las restricciones impuestas. Keir Starmer se enfrenta en los próximos días a un desafío interno de su liderazgo en el Partido Laborista, que podría acabar abruptamente con su mandato como primer ministro. Su decisión, sugieren los medios británicos, es un modo de reforzar su legado, con una decisión que cuenta con el apoyo de miles de padres.

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© JAIMI JOY / POOL (EFE)

Keir Starmer, este lunes, en Downing Street, anuncia la prohibición de acceso a las redes sociales de menores de 16 años.

Morte do Vovô Anésio aos 88 anos gera comoção e homenagens nas redes

A morte do ‘Vovô Anésio’, aos 88 anos, neste sábado (13), gerou comoção e homenagens nas redes sociais. Morador de Rincão (SP), Anezio Fiori viralizou na internet em 2021 após um vídeo no qual dizia que queria comprar uma cachaça para tomar com remédio.

Sucesso nas redes sociais

Quem fazia os vídeos do ‘Vovô Anésio’ era o neto Caio. A ideia era fazer um canal para que a família tivesse boas recordações do avô e da avó Elza, mas acabou conquistando milhares de seguidores. No Tik Tok a dupla soma quase 7 milhões de seguidores e no Instagram 780 mil.

Nas redes sociais, Caio compartilhou que o avô teve um mal estar em casa, na sexta-feira (12), e foi levado a um pronto-socorro de Rincão (SP), onde foi identificada uma parada cardiorrespiratória.

Ele explicou que foram realizadas as manobras de reanimação e, em seguida, o avô foi sedado e intubado. Com a estabilização, o ‘Vovô Anésio’ foi transferido para um hospital em Araraquara, cidade vizinha, onde não resistiu e teve a morte confirmada no sábado (13).

Velório e sepultamento

O velório do ‘Vovô Anésio’ começou no final de sábado na Igreja da Praça Matriz de Rincão e seguiu durante a madrugada deste domingo (14). Uma missa de corpo presente foi marcada para as 9h. Posteriormente, às 11h, um cortejo seguirá até Cemitério de Rincão para o sepultamento.

Resposta às críticas

Caio rebateu diversas vezes críticas de que estaria explorando a imagem do avô.

“Quem nos acompanha sabe que o meu avô não é o mesmo que há cinco anos. Na época, ele estava emocionalmente distante da minha avó, estavam há 35 anos sem dar um abraço. Com um trabalho de amor, persistência e fé hoje eles se abraçam, se beijam. Meu avô ficou mais amoroso, mais calmo. Isso não aconteceu por acaso. Alguém decidiu ficar e dizer que idoso tem valor, o fim da vida de uma pessoa também merece amor, dignidade e beleza.”

Homenagens dos seguidores

O Neto gravou um vídeo para confirmar a morte do avô. Nas redes, os seguidores deixaram muitas mensagens de condolências.

“Foi embora o vovô, mas ele nos deixou um legado de afeto, amor e carinho”, disse uma seguidora.

“Eu chorando pelo vô que não é meu vô”, escreveu outro.

“Que triste. A sensação é que perdemos nosso avô. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e que Deus receba o vovô de braços abertos.” (FOLHAPRESS)

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Noivas estão a pagar a bruxas do Etsy por feitiços para garantir bom tempo no casamento

By: ZAP
14 June 2026 at 14:30
As noivas no TikTok garantem que gastar 15 dólares num feitiço para ter um dia de sol foi a melhor despesa que fizeram para o casamento. Com os custos dos casamentos em constante ascensão, um número crescente de casais está a recorrer a uma forma de seguro não convencional: pagar a “bruxas” online para lançarem feitiços que garantam bom tempo no grande dia. A tendência, que ganhou força significativa no TikTok, mostra noivas a contratar feiticeiros através do marketplace online Etsy na esperança de garantir sol, evitar a chuva ou, pelo menos, assegurar que o mau tempo chega num momento

UK to ban under-16s from ‘high risk’ social media apps

Measures to include restrictions on ‘safe’ social media apps, with some fearing banning some platforms and not others will lead to legal challenges

Teenagers under the age of 16 are to be banned from accessing “high-risk” social media apps while safer platforms will be subjected to restrictions, under a sweeping government crackdown.

Under-18s will also be banned from using romantic or sexual AI chatbots after a consultation on keeping children safe online.

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© Photograph: David Parry/PA

© Photograph: David Parry/PA

© Photograph: David Parry/PA

“Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti”: Lele adani si filma mentre sfreccia in motorino cantando Geolier, il video su TikTok fa discutere

10 June 2026 at 11:31

Casco in testa, occhiali scuri e Lele Adani in sella a uno scooter mentre canta Geolier e si filma con lo smartphone. Il video, pubblicato su TikTok, ha fatto rapidamente il giro dei social, tra chi lo ha preso come un contenuto leggero e chi invece ha sollevato qualche perplessità. In accompagnamento al post, Adani ha aggiunto anche una frase piuttosto netta come descrizione: “Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti”. Nel filmato, Adani guida nel traffico urbano con una mano sul manubrio e l’altra impegnata a riprendersi. Un dettaglio che, al di là del tono scherzoso del contenuto, entra in contrasto con quanto previsto dal Codice della Strada.

L’articolo 173 vieta infatti l’uso di dispositivi elettronici durante la guida, quindi non solo telefonate o messaggi, ma anche la semplice registrazione di video mentre il veicolo è in movimento. Le sanzioni possono arrivare fino a 1.697 euro, con la possibilità, nei casi più gravi, della sospensione della patente. Nel video il casco è regolarmente indossato, ma è proprio l’uso del telefono durante la marcia ad aver attirato l’attenzione degli utenti, che hanno fatto notare come la situazione possa rientrare tra le violazioni del codice della strada.

Verso i Mondiali 2026

La pubblicazione del video arriva in un momento di forte visibilità per Lele Adani, che nei prossimi mesi sarà coinvolto nella copertura dei Mondiali 2026. L’evento, tra i più seguiti al mondo, porterà nuovamente l’ex difensore al centro della scena televisiva sportiva con le sue analisi e commenti dedicati alla competizione.

@leleadani Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti @Geolier ♬ audio originale – leleadani

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US warns foreign ‘influencers’ ahead of World Cup: creating content on a tourist visa is illegal

10 June 2026 at 10:27

As the start of the World Cup draws near, the United States government has set its sights on foreign influencers. Immigration authorities have warned that individuals entering the country on a tourist visa may not use their stay to produce content intended to generate income on YouTube, TikTok, Facebook or other online platforms — a practice that for years has been common among digital creators worldwide.

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© CHRIS TORRES (EFE)

SoFi Stadium in Inglewood, California, U.S., June 3, 2026.

“Passeggiare, cucinare per gli altri, stare in famiglia e impicciarsi degli affari di tutti”: cos’è il Nonna Maxxing, il nuovo trend ispirato alla “grande madre” che spopola tra la Gen Z

9 June 2026 at 09:40

L’era della ‘nonna mediterranea’ è cominciata. Riscopre e rielabora, un po’ fantasiosamente, lo stile di vita delle nonne di una volta: accoglienti, sagge, protettive, dedite alla cucina e ai nipoti, al rammendo e al ventaglio davanti all’uscio al fresco di una sera campagnola, senza ansie né paure, senza fretta. Stiamo parlando di “Nonna Maxxing”, il nuovo trend che spopola fra ragazze e ragazzi della Gen Z e si ispira a uno stereotipo rassicurante: la grande madre.

Cos’è il “Nonna Maxxing”

Il termine, nato dalla combinazione fra la parola italiana “nonna” e l’inglese “maxxing” usato sul web per indicare l’ottimizzazione di un aspetto, fa riferimento a uno stile di vita autentico che valorizza la lentezza e l’accudimento degli altri come principi chiave per combattere la fatica della vita contemporanea. Come in un abbraccio di nonna, come in un suo consiglio autorevole, l’ansia da performance a tutti i costi, la corsa ai risultati, l’over dose da social che genera in molti giovani stress e senso di inadeguatezza si sciolgono magicamente. E’ la risposta, diventata un trend su TikTok e Instagram, che i nativi digitali (i nati fra 1l 1997 e 2012) oppongono alla velocità imposta da una quotidianità sempre più faticosa, che pretende la connessione continua a tutto senza approfondire niente.

L’antidoto alla velocità

Interiorizzare l’idea della nonna che tutti vorremmo è l’antidoto. Non importa se questa figura sia fittizia, ideale, poetica. Non importa nemmeno che una nonna del genere sia mai esistita. Ciò che conta è immaginarla come un’icona di un tempo che scorre in un altro modo. Il fenomeno già lo scorso marzo era apparso su Forbes, che ne parlava come del desiderio della Gen Z di rallentare i ritmi, di cucinare come facevano le nostre nonne. E spiegava che questa nuova esigenza, manifestata per la prima volta durante il lockdown, è confluita lo scorso febbraio nel “nonna-maxxing”. Un manifesto di ritorno al benessere e di cura di sé e degli altri attraverso la preparazione di ricette tradizionali, il consumo di prodotti freschi, il ritorno alla cucina con i grassi, alla pasta fatta in casa con le mani, alle lunghe passeggiate. Il tutto senza smartphone.

Il cibo come simbolo della tendenza

Dal ragù al pane impastato a mano, il cibo è l’espressione più tangibile della tendenza. Non puoi mettere fretta a un brasato e nemmeno imporre a un germoglio di sbocciare. Allora vai in giardino, ti siedi sulla poltroncina di paglia della nonna e guardi ciò che hai intorno. La tendenza, che coinvolge diverse culture e continenti, vede nella nonna italiana un simbolo di longevità e vitalità.

Il punto di vista del Guardian

Il giornale britannico Guardian titola così: “La Gen Z si sta rivolgendo alle nonne per un’ispirazione su come vivere fino a 100 anni”. Ecco l’argomentazione: “L’Italia in generale (e la Sardegna in particolare) è considerata una Zona Blu: uno di quei luoghi sulla Terra dove le persone vivono molto più a lungo del resto di noi, molti dei quali ben oltre i 100”. E ancora: “Le nonne vivono uno stile di vita esemplare nella Blue Zone: rimangono attive, seguono una dieta mediterranea fatta in casa, mantengono forti legami familiari e rimangono coinvolte nelle loro comunità. Tutte queste cose hanno dimostrato di promuovere la longevità”. Soprattutto, sottolinea il quotidiano, la nonna archetipica possiede, per i giovani intervistati nell’articolo, il segreto del dolce far niente: una sorta di visione della vita rilassata e lontana dai telefonini ma non per questo meno partecipe. In cosa si traduce nel concreto? “Passeggiare, cucinare per gli altri, trascorrere del tempo con la famiglia e impicciarsi degli affari di tutti”.

Le nonne nella cultura pop

Quanti icone di nonne ci sono? In Italia il cinema ne ha offerto vari esemplari, da Ave Nichi a Tina Pica fino alle nonne dei film di Leonardo Pieraccioni. Ma esistono nei fumetti anche nonna Papera, Nonna Abelarda e diversi personaggi dei cartoon. Fra le più divertenti figure di vegliarde non si pèuò non citare Nonna Clara, la nonna di Jean-Claude nella parodia comica “Sensualità a Corte” del GialappaShow.

Incute rispetto e timor reverenziale anche buttando parole a caso. Di tutte queste nonne, hanno poteri sovrannaturali, altre sono diaboliche e invadenti, altre ancora dove le metti stanno aspettando che i nipoti vadano a chieder loro consigli e previsioni profetiche. In generale, alla fine hanno sempre ragione loro.

E oggi? Le nonne boomer spesso hanno molto da fare. La lezione di pilates, la conferenza in libreria, il cappuccino con le amiche, il volontariato, il bricolage, l’esperienza meditativa, il vernissage. La nonna che ci aspetta con la crostata fumante dopo aver sbrigato le faccende domestiche o lavorato tutto il giorno dov’è? Se c’è stata e se ancora c’è, portiamola al cinema con noi.

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“Via l’acne, capelli splendenti e seno più voluminoso”: cos’è lo spironolattone, il farmaco che spopola su TikTok, e perché non va assunto come una “pillola magica che cambia la vita”

6 June 2026 at 08:40

Su Instagram e TikTok spopola questo farmaco su prescrizione, promosso come un trattamento di bellezza per la capacità di combattere l’odiata acne, regalare chiome splendenti e perfino far aumentare il seno. Non manca un fondo di verità, ma la cautela è d’obbligo. “Pillola magica che cambia la vita”: è questo il commento di un utente, citato in un post intitolato All the Cool Girls are Using Spironolactone, firmato dall’influencer di Instagram Erika Schwiegersghausen di The Cut. Erika si rivolge agli adulti sofferenti di acne, spiegando loro che lo spironolattone viene prescritto fin dagli anni ‘60 contro l’ipertensione, ma con il tempo i medici si sono accorti che nelle donne il farmaco agiva contro acne e sfoghi. Efficace, sì, ma con effetti collaterali da non sottovalutare, avverte tuttavia l’influencer. Ancora più trionfalistici i toni su TikTok, sulla cui piattaforma non è difficile imbattersi in reel che mostrano l’effetto “prima e dopo” del trattamento, a distanza di 2-6 settimane o di qualche mese. Ma assumere alla leggera un farmaco su prescrizione non è mai una buona idea, come ci spiega il dott. Davide Valentini, dermatologo di Milano.

Occhio alla gravidanza

“Si tratta di un farmaco molto vecchio, usato soprattutto per il trattamento dell’ipertensione e oggi poco prescritto in quanto superato da altre terapie. Possiede anche un effetto antiandrogeno, offrendo un miglioramento a delle problematiche ormonali, anche se il primo effetto resta quello diuretico”, precisa il dermatologo. Grazie a questa sua capacità, lo spironolattone blocca i recettori degli ormoni sessuali maschili (gli androgeni) e la sintesi del testosterone: in questo senso svolge un’azione dermatologica ed endocrinologica, apprezzata tra le donne. “Di recente è tornato un po’ di moda per curare l’acne ormonale nelle pazienti che vogliono evitare le terapie classiche, quelle che mostrano una maggiore efficacia”, prosegue l’esperto. “I risultati migliori si ottengono con tre tipi di medicinali: l’isotretinoina, cioè il retinolo orale, che però ha molti effetti collaterali, tra cui la secchezza. Ci sono poi gli antibiotici orali, che in molti pazienti causano problemi a livello intestinale. A questi si aggiunge la pillola anticoncezionale, che causa ritenzione idrica e aumento di peso”.

Lo spironolattone si presenta quindi come il farmaco orale di quarta scelta contro l’acne ormonale e, anche se percepito come più “leggero”, similmente agli altri prodotti ha una serie di effetti collaterali. I primi due sono legati naturalmente alla sua azione diuretica e ipotensiva. E con il calo della pressione possono manifestarsi capogiri, cefalea e stanchezza. Possono anche presentarsi problemi gastrointestinali, irsutismo (crescita di peli scuri e spessi sul viso, sulla schiena o sul torace), cicli irregolari. Ma c’è poi un effetto meno noto da non sottovalutare. “Il rischio maggiore riguarda la gravidanza. Spesso le pazienti con acne sono in età fertile, quindi non è difficile che una donna resti incinta durante la terapia”. Molte non sanno che lo spironolattone è vietato tanto durante la gestazione quanto durante l’allattamento. “Non è un farmaco comprovato in gravidanza. Nel caso lo si stia assumendo, è opportuno fare tutti i mesi il test di gravidanza da inviare al medico curante”, raccomanda Valentini.

Un rimedio inadatto

Oltre a ciò, lo spironolattone potrebbe essere usato in modo improprio. Infatti l’acne non è tutta uguale: nell’80% dei casi è quella giovanile comedonica, che interessa entrambi i sessi. “Si concentra intorno alle aree sebacee di fronte, naso e mento, formando la così detta T. Questa non risponde bene allo spironolattone. Se invece l’acne si concentra su mento e mandibola, cioè nella parte bassa del viso, con buona probabilità è di origine ormonale, e perciò risponde a questo trattamento”: Questa verifica viene però effettuata dal dermatologo con test mirati. Non si può quindi puntare sui social per rimediare alla propria acne (e tanto meno ad altre problematiche di salute). ”Il rischio è di non curare l’acne in modo ottimale”, conclude l’esperto.

Oltre agli effetti benefici ogni farmaco può comportare alcuni effetti indesiderati. Questo medicinale è in genere ben tollerato; talora però possono comparire disturbi quali: sonnolenza (in genere scompare dopo qualche settimana), mal di testa, aumento della quantità di potassio nel sangue. Se quest’ultimo è eccessivo possono comparire disturbi quali: confusione mentale, battiti del cuore irregolari, formicolii alle mani, piedi e labbra, respirazione affannosa, sete intensa; debolezza e senso di pesantezza alle gambe, scarsa coordinazione dei movimenti. In questi casi occorre rivolgersi al medico e fare attenzione nelle attività che richiedono prontezza di riflessi (es. guida di veicoli).

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How social media platforms keep students hooked: Notifications during school hours and paid ‘teen ambassadors’

TikTok executives decided not to disable notifications during school hours, ignoring recommendations from their own safety team, and paid millions of dollars to parents’ and teachers’ associations to promote the social network in schools. Snapchat sent alerts to teenagers while they were in class urging them to share what was happening in the classroom. Google executives knew that YouTube was recommending videos to students during the school day that were unrelated to their lessons. Meta paid “teen ambassadors” to promote Instagram and hand out gifts to their classmates.

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© JUAN BARBOSA

A group of teenagers with their cell phones.

Thun conquista la Gen Z: perché angioletti, presepi e statuette da credenza sono tornati di moda su TikTok

4 June 2026 at 15:14

Chiudete gli occhi e tornate con la mente ai primi anni Duemila. Visualizzate la pesante credenza in legno massello nel salotto della nonna, le vetrinette “da non toccare” oppure le mensole di quella zia che passava i fine settimana a spolverare la sua collezione infinita. Lì, fieri e inamovibili, troneggiavano gli angioletti dalle guance paffute e dai toni caldi della terra, ma anche animaletti serafici, sposini, campanelle, tazze decorate, statuette da battesimo, da comunione, da Natale, da anniversario. Erano il feticcio assoluto della massaia italiana, il Santo Graal del collezionismo casalingo in cui il presepe in ceramica, pezzo dopo pezzo, assumeva le dimensioni di un plastico urbanistico. Thun è stato il grande lessico della casa italiana: amatissimo, accumulato, regalato, esposto con orgoglio e poi, per una certa stagione, liquidato come troppo tenero, troppo decorativo, troppo “massaia con la passione per le bomboniere”. Oggi, aprite TikTok. Quegli stessi angioletti sono diventati l’oggetto del desiderio dei ventenni.

Ebbene sì: contro ogni pronostico, sono tornati, rivelandosi più di tendenza che mai. Sui social queste celebri ceramiche hanno ripreso a circolare senza sosta, alimentando video nostalgia e unboxing, scatenando frenetiche cacce all’edizione limitata che rimbalzano tra ricordi d’infanzia e piattaforme di reselling come Vinted ed eBay. Non si tratta di un banale revival nostalgico, ma di un vero e proprio fenomeno generazionale capace di spiazzare anche gli esperti di marketing. In un’epoca in cui le nuove tendenze celebrano estetiche come il coquette o il cottagecore — innalzando la casa a rifugio e archivio emotivo — Thun ha innescato il cortocircuito perfetto: quello che fino a ieri veniva talvolta liquidato come “kitsch familiare” è stato oggi sdoganato, elevandosi a simbolo, memoria condivisa e micro-lusso sentimentale. Per capire meglio la portata e la genesi di questo fenomeno, abbiamo interpellato Simon Thun, Ceo di Thun S.p.A., che preferisce parlare di una “nuova consapevolezza” piuttosto che di un semplice ritorno di fiamma. “Abbiamo osservato un cambiamento culturale profondo: oggi le persone, specialmente i più giovani, cercano autenticità e simboli di appartenenza”. La chiave del successo? Aver tradotto un lessico storico e radicato nel passato in una grammatica spiccatamente contemporanea. Insomma, l’azienda non sta diventando interessante per i giovani nonostante la sua storia, ma proprio grazie alla sua storia. In un mercato saturo di prodotti seriali pensati per essere virali, i piccoli angeli decorati a mano sembrano arrivare da un altro tempo. Per i Millennials significano infanzia e domeniche in famiglia; per la Gen Z, che spesso li scopre attraverso lo schermo, sono oggetti già carichi di racconto, facilmente riconoscibili e familiari.

La febbre dei “drop” e i server presi d’assalto

Per inquadrare la portata del fenomeno, bastano i numeri. L’Angelo del Centenario ha generato dinamiche di vendita paragonabili a quelle delle sneaker in edizione limitatissima o di certe collaborazioni come l’ultima tra Swatch e Audemars Piguet. Creato per celebrare i cento anni dalla nascita della fondatrice Lene Thun, è stato prodotto in 3.499 esemplari, che sono andati esauriti in appena 30 minuti online e nel giro di poche ore all’interno degli store fisici. “L’Angelo del Centenario è nato come una creazione speciale per celebrare i cento anni dalla nascita di mia nonna, Lene Thun. Sapevamo che sarebbe stato amato, ma la risposta ci ha sorpresi”, ammette Simon Thun. “Vedere questo entusiasmo ci ha emozionato perché conferma quanto Thun continui a vivere nel cuore delle persone, attraversando generazioni e geografie diverse”.

Un simile livello di hype ha inevitabilmente attivato il mercato secondario: le ceramiche sono approdate a tempo di record su piattaforme di reselling come Vinted ed eBay a prezzi fortemente maggiorati. Una deriva che il Ceo analizza con lucidità: “Quando un oggetto è numerato e carico di significato, il mercato secondario è una conseguenza quasi fisiologica. Tuttavia, la nostra missione non è alimentare la speculazione, ma creare oggetti che entrino nelle case per restarci. Il vero valore di un pezzo Thun è nella storia che rappresenta per chi lo possiede, non nel suo prezzo di rivendita”. Il collezionismo della casa di Bolzano nasce infatti decenni prima dell’hype culture contemporanea e delle file digitali per accaparrarsi blind box e pupazzi Labubu. Le esclusive del Thun Club esistevano già in un’epoca pre-social: “Certamente osserviamo con interesse i nuovi modelli di consumo globale”, spiega il Ceo, “ma la nostra è una scarsità autentica, legata ai tempi della decorazione a mano e alla celebrazione di ricorrenze uniche. Non imitiamo le mode del momento, ma evolviamo i nostri strumenti per dialogare con una sensibilità contemporanea che apprezza l’esclusività”. Al vecchio collezionismo puramente affettivo si affianca oggi la ricerca del pezzo limitato da mostrare: “L’esclusività può accendere la curiosità iniziale, ma è l’emozione a garantire la durata. La dimensione affettiva resta però il nostro pilastro irrinunciabile”.

L’algoritmo di TikTok e il peso della community

Ed è così che arriviamo al punto, ovvero a come l’identikit dell’acquirente tipo si stia frammentando e ringiovanendo: “Stiamo assistendo a un abbassamento costante dell’età media, spinto soprattutto dal digitale“, conferma Simon Thun. “Se il Thun Club rimane il cuore pulsante e fedele, i nuovi acquirenti hanno spesso tra i 25 e i 35 anni. Più che l’età anagrafica, però, è interessante la trasversalità emotiva: oggi Thun viene acquistato sia per celebrare una tradizione familiare, sia come creazione di design iconica da mostrare sui social”. In questo scenario, TikTok ha funzionato da innesco perfetto. “TikTok è stato un amplificatore straordinario di un fenomeno spontaneo”, osserva il manager. “Ci ha colpito vedere giovani content creator raccontare le nostre creazioni attraverso i loro ricordi d’infanzia o nuovi rituali quotidiani. In un certo senso, ha fatto in modo digitale quello che mia nonna Lene faceva leggendo le lettere dei clienti: ha reso visibile un capitale emotivo che esisteva già. Le piattaforme non hanno creato l’interesse, lo hanno reso virale e partecipativo”.

Tuttavia, il motore economico del brand resta solidamente ancorato alla fedeltà a lungo termine, come il programma Thun Lovers che vanta 1,5 milioni di iscritti. “La nostra community è il motore dell’azienda. Più che il dato economico, per noi conta la qualità del dialogo: i Thun Lovers non sono semplici clienti, ma ambasciatori che ci aiutano a co-creare il futuro del brand“. Un capitale umano che si riflette sui bilanci: “Confermo che la componente fidelizzata incide in modo molto rilevante, con punte che raggiungono il 70%. Questo dimostra che Thun non vive di acquisti impulsivi o occasionali, ma di una relazione continua e di una fiducia costruita nel tempo”.

Le conversazioni nascono spesso nei gruppi Facebook, descritti dal Ceo come “veri e propri salotti digitali. C’è chi cerca il pezzo mancante, certo, ma la maggior parte delle interazioni riguarda storie personali: un dono ricevuto in un momento difficile, la gioia di un nuovo arrivo in famiglia”. Ma, mentre gran parte del mercato tenta di trasformare i follower in una comunità, l’azienda percorre la strada inversa: possedeva già una comunità reale, e i social l’hanno resa visibile. “A Caserta ci hanno raggiunto 5.000 amici, a Bari lo stesso. In un mondo che corre verso il virtuale, ritrovarsi fisicamente attorno a valori semplici ma profondi è la nostra vera forza”. Il baricentro di questo universo resta il Thuniversum di Bolzano, definito “il luogo dove gli Angeli imparano a volare. Ogni anno accogliamo oltre 60.000 visitatori, un’esperienza immersiva dove si può toccare con mano la nostra storia”.

Dalle uova di Pasqua a Frida Kahlo: la potenza dell’imperfezione

Dietro ogni disegno c’è ancora l’impronta di Lene Thun, affettuosamente chiamata “Omi Lene”. “Mia nonna è la nostra bussola”, racconta il nipote. “Non è solo la fondatrice; la sua visione della vita — gioiosa, attenta agli altri e capace di vedere il magico nel quotidiano — ispira ogni nostro nuovo disegno”. Soprannominata la “Contessa degli Angeli”, ha regalato a queste figure una forma rassicurante e laica: “L’Angelo è un simbolo universale che supera i confini della religione per diventare un segno di protezione e vicinanza”. Per preservare questa magia, l’azienda bandisce il lessico della produzione seriale: “Prodotto è un termine industriale, Creazione richiama il tocco umano“, puntualizza Simon Thun. “La decorazione a mano rende ogni pezzo unico: quella piccola imperfezione o sfumatura è la firma dell’artigiano e la garanzia che quell’oggetto ha un’anima”. Ed è proprio questa identità forte a permettere al marchio di giocare con icone pop senza snaturarsi. Dai progetti speciali dedicati a Frida Kahlo o ai Minions, fino alla dirompente collaborazione pasquale, che ha spinto i consumatori a pesare letteralmente le uova di cioccolato tra le corsie dei supermercati pur di accaparrarsi la sorpresa in ceramica. Una “caccia al tesoro” che ha stupito la stessa azienda: “Ci ha divertito e lusingato! Quando le persone si impegnano così tanto per trovare una tua creazione, significa che hai creato qualcosa di veramente desiderabile”.

Il futuro del brand è quindi tracciato, e guarda ben oltre l’entusiasmo passeggero dei social: “L’obiettivo è trasformare questo revival in un legame duraturo“, conclude il Ceo. “Non vogliamo inseguire la fiammata del momento, ma consolidare una comunità che si riconosce in valori di autenticità e gentilezza. Il Centenario è stato un nuovo inizio: continueremo a evolvere, parlando a nuove generazioni con la stessa passione con cui mia nonna modellò il suo primo angelo”.

L'articolo Thun conquista la Gen Z: perché angioletti, presepi e statuette da credenza sono tornati di moda su TikTok proviene da Il Fatto Quotidiano.

The adult tribe that is transforming Disney: ‘Everything outside ceases to exist’

29 May 2026 at 20:46
Disney influencer iDanny, at his home in Parla, Madrid.

At 35, Daniel Pontón is what is known as a Disney adult. His fans crowd outside his home in Parla in Madrid where he lives with his fiancé. His passion for Disney is such that he is considering removing the bed from the guest room/museum to make way for the invasion of stuffed Disney toys. On the fluffy pillows, there are Mickey, Stitch, Jack Skellington, Olaf, Chip and Chop. The shelves and walls are also plastered with Disney images. All this memorabilia, and other collector’s items, such as park keys, are mementos from his time browsing Disney stores and enjoying theme parks.

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The book 'Disney Adults', by A. J. Wolfe.Objects that the Disney influencer iDanny collects in his house in Parla.
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