O restaurante Boca Maldita, situado na praia fluvial em Prado, Vila Verde, está a ser consumido pelas chamas. A coluna de fumo é visível a vários quilómetros de distância.
Testemunhas indicam que o incêndio terá começado num curto circuito.
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O alerta foi dado às 20:45 horas.
Há registo de um ferido que já terá sido transportado para o Hospital de Braga.
No local estão bombeiros de corporações de Vila Verde, Braga e Amares, com cerca de 30 operacionais.
Com a instalação do binário nas avenidas T-10 e T-55, os motoristas terão um ganho de tempo de até 30%, segundo o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, que vistoriou o funcionamento das mudanças na manhã deste sábado (13/06).
“Na T-10 não tinha mais jeito de andar, era uma confusão danada que ficou impraticável. Agora, com esse sistema binário e a sincronização semafórica com Onda Verde e conversão à direita livre da T-3 para a T-10, vai facilitar a passagem dos carros e resultar num ganho de tempo de até 30%”, explicou o prefeito.
A Avenida T-10 passa a operar em sentido único da T-3 em direção à Avenida 85, e a Avenida T-55 segue no sentido da Avenida 85 em direção à T-3. A nova configuração cria quatro faixas livres de circulação em cada corredor.
Os dois corredores contam com sincronização semafórica por meio do sistema de Onda Verde. Outra novidade é a reorganização da rotatória da T-55 com a T-30, que passará a operar no modelo conhecido como mão inglesa para melhorar o fluxo de veículos.
A expectativa é que agentes da SET estejam na região durante os primeiros dias de operação. “Os agentes de trânsito vão acompanhar em tempo integral, orientando motoristas, moradores e comerciantes. É um período importante de adaptação”, afirma Luís Tiago Santos, diretor de Trânsito da SET.
Madrid, 13 jun (Prensa Latina) España espera inquieta por el debut de la Roja en la Copa Mundial de Fútbol contra Cabo Verde, mientras el torneo dio su primer aviso de un conjunto descartado entre los favoritos, Estados Unidos.
Cada verano se repite la misma escena en ciudades y pueblos de toda España. Un pequeño pájaro, aparentemente huérfano, aparece inmóvil en el suelo de una acera, un jardín o un parque. El primer impulso de quien lo encuentra suele ser recogerlo y llevárselo a casa para salvarlo. Sin embargo, en la mayoría de los casos, ese gesto bienintencionado puede reducir sus posibilidades de sobrevivir e incluso matarlo, mal que nos pese.
¿Qué debemos hacer cuando nos encontramos un pollito en el suelo?
Coincidiendo con la época de cría de muchas aves urbanas, SEO/BirdLife ha puesto en marcha un año más su campaña No lo cojas, con la que recuerda que miles de polluelos abandonan el nido durante estas semanas como parte natural de su aprendizaje y que, salvo que estén en peligro, lo mejor es dejarlos donde están.
No son huérfanos, son primerizos
Es habitual encontrar en el suelo crías de especies tan comunes como gorrión, golondrina, avión común, mirlo, pinzón, verdecillo o vencejo. Los episodios de calor intenso pueden agravar este fenómeno, ya que algunos pollos se precipitan fuera de los nidos para escapar de las altas temperaturas acumuladas en tejados y fachadas, especialmente en edificios muy expuestos al sol.
Pero que un ave joven esté en el suelo no significa necesariamente que haya sido abandonada. Muchas especies dejan el nido antes de dominar el vuelo. Durante varios días permanecen escondidas entre la vegetación o sobre ramas bajas, donde sus padres continúan alimentándolas y protegiéndolas mientras aprenden a valerse por sí mismas.
Retirarlas de ese entorno supone interrumpir una etapa fundamental de su desarrollo. Además, criar un polluelo en casa es una tarea extremadamente compleja. Necesitan una alimentación muy específica, tomas frecuentes y cuidados destinados a evitar que identifiquen al ser humano como una figura parental, algo que podría comprometer su futura vida en libertad.
Cuándo sí debemos intervenir
Hay situaciones en las que la ayuda humana es necesaria. Ocurre cuando el pollito ha caído del nido antes de tiempo y todavía está poco emplumado, es incapaz de dar pequeños saltos o vuelos cortos y reclama continuamente alimento. También cualquier cría de vencejo encontrada en el suelo necesita asistencia, ya que los adultos no pueden posarse en tierra para alimentarla ni ayudarla a remontar el vuelo.
Si el animal se encuentra en peligro inmediato, por ejemplo en una carretera, en una zona de paso de personas o amenazado por perros y gatos, se puede trasladar a un lugar cercano y seguro, siempre intentando que permanezca lo más cerca posible del lugar donde fue encontrado para que sus padres puedan localizarlo.
Cuando se trate de una cría realmente huérfana o herida, los expertos recomiendan contactar con un centro de recuperación de fauna silvestre, con los agentes medioambientales de la zona o con la policía municipal. Ellos disponen de los medios y conocimientos necesarios para darle la atención adecuada y, si es posible, devolverla posteriormente a la naturaleza.
La próxima vez que un pequeño pájaro aparezca en nuestro camino, conviene recordar que no todos los pollitos caídos necesitan ser rescatados. En muchas ocasiones, la mejor ayuda consiste precisamente en no intervenir, dejarlos tranquilos y permitir que sus padres continúen con una de las tareas más delicadas de la naturaleza: enseñar a volar a sus crías.
Noche del domingo, 17 de mayo. Tras una intensa jornada electoral, Ulisses Correia e Silva, primer ministro de Cabo Verde, telefonea al líder opositor y su rival en los comicios, Francisco Carvalho, para felicitarlo por su ajustada victoria, incluso antes de la publicación de los resultados. Mientras en África occidental acecha la inestabilidad y proliferan los golpes de Estado y las juntas militares, este país africano se prepara para protagonizar su cuarta alternancia pacífica en 35 años de democracia. Su pequeño tamaño, pero con una robusta diáspora sobre todo en EE UU y Europa, su particular historia, su tradición de consenso y su sólido régimen parlamentario se combinan para hacer de Cabo Verde un ejemplo de estabilidad.
As mudanças no trânsito das avenidas T-10 e T-55, no Setor Bueno, passam a valer a partir deste sábado (13), conforme anunciou a Prefeitura de Goiânia. A nova configuração integra um sistema binário que altera o sentido de circulação das vias com o objetivo de aumentar a fluidez do trânsito, reduzir conflitos entre veículos e melhorar a segurança viária.
Imagem: SET
Com a mudança, a Avenida T-10 passa a operar em sentido único da Avenida T-3 em direção à Avenida 85. Já a Avenida T-55 terá fluxo no sentido contrário, da Avenida 85 em direção à Avenida T-3. Segundo a Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET), a reorganização permitirá quatro faixas livres de circulação em cada corredor, ampliando a capacidade de tráfego na região.
Novo sistema binário determina novos sentidos de circulação, reorganização de estacionamentos, direita livre, melhorias para pedestres | Foto: Alex Malheiros/Joabe Mendonça
Outra novidade é a implantação do sistema de Onda Verde nas duas avenidas, sincronizando os semáforos para permitir maior sequência de sinais abertos aos motoristas que respeitarem a velocidade regulamentada. Na T-55, a sincronização será integrada ao corredor da Avenida 136.
A SET também implantou a conversão à direita livre para veículos que trafegam pela Avenida T-3 em direção à T-10. A medida busca eliminar retenções desnecessárias e melhorar o escoamento do trânsito.
Além das intervenções voltadas aos motoristas, o projeto prevê melhorias para pedestres. As faixas de travessia ao longo das avenidas T-10, T-55 e T-3 foram revitalizadas e uma ilha de proteção foi instalada na T-10 para reduzir a distância da travessia e aumentar a segurança de quem circula pela região.
Uma das alterações mais significativas ocorre no encontro da T-55 com a T-30, onde foi implantado um sistema conhecido como “mão inglesa”. O modelo reorganiza a circulação na rotatória, separando os fluxos de veículos que seguem pela T-55 daqueles que acessam a T-30.
Imagem: SET
As mudanças também afetam o estacionamento nas vias. Na T-55, ficará proibido parar e estacionar em toda a extensão da avenida. Na T-30, a restrição vale para o lado direito da pista. Já na T-3, entre a T-55 e a T-10, o estacionamento será proibido no lado esquerdo. Na T-10, a restrição se aplica apenas ao trecho entre a T-3 e a T-2; a partir desse ponto, o estacionamento será permitido em ambos os lados.
Confira onde é proibido estacionar:
Avenida T-55: proibido parar e estacionar em toda a extensão da via; Avenida T-30: proibido parar e estacionar no lado direito da via; Avenida T-3 (entre a T-55 e a T-10): proibido parar e estacionar no lado esquerdo da via; Avenida T-10: proibido parar e estacionar apenas na primeira quadra, entre a T-3 e a T-2. A partir da T-2, será permitido estacionar em ambos os lados da pista.
De acordo com a SET, agentes de trânsito acompanharão a operação nos primeiros dias para orientar motoristas, moradores e comerciantes durante o período de adaptação às novas regras.
Durante primeiros dias de operação, agentes de trânsito vão acompanhar em tempo integral, orientando motoristas, moradores e comerciantes | Foto: Alex Malheiros/Joabe Mendonça
O Caminho de Torres, que liga Sernancelhe (Viseu) a Valença, seguindo depois para Santiago de Compostela, acabou de ser certificado pelo Governo, de acordo com uma portaria que foi publicada hoje em Diário da República.
Para o secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, que falou à margem da sessão de abertura das Jornadas Europeias da Cultura, em Barcelos, este é um marco “importante” na “construção turística e cultural” do Norte de Portugal.
Alberto Santos, secretário de Estado, foi recebido nos Paços do Concelho de Barcelos pelo autarca Mário Constantino Lopes. Foto: Pedro Gonçalo Costa / O MINHO
O novo Caminho Português de Santiago, que se junta a outros já certificados (Central, Litoral e Interior) em território nacional, tem uma extensão de 180,49 quilómetros e atravessa 15 municípios: Sernancelhe, Moimenta da Beira, Tarouca, Lamego, Peso da Régua, Mesão Frio, Baião, Amarante, Felgueiras, entrando no Minho por Guimarães, seguindo para Braga, Vila Verde, Ponte de Lima, Paredes de Coura e Valença.
Imagem: DR
A certificação aponta que existem “condições de segurança, transitabilidade, equipamentos de apoio e informação”.
Registos remontam ao século XII
Na portaria, o Governo sublinha a antiguidade do itinerário e do uso consistente até ao presente que se encontra documentada por uma “rigorosa pesquisa académica, suportada por registos escritos, vestígios arqueológicos e outros bens patrimoniais de relevo”.
“Destaque natural para o relato de Torres Villarroel, peregrino que dá nome ao itinerário, e de outros testemunhos de peregrinações no território atravessado, como os caminhos trilhados por São Gonçalo (séculos XII-XII), as notícias de um peregrino inglês na Sé de Lamego em 1683 ou os testemunhos da peregrinação de João Valente em 1723, que evidenciam a importância e dinâmica histórica deste Caminho”, nota.
O itinerário conta com reconhecidos pontos históricos de peregrinação, com destaque para as “edificações religiosas e civis que se interligam à devoção a Santiago e que servem de testemunho, material e imaterial, da presença de peregrinos e viajantes no itinerário desde a época medieval”.
Dois sítios Património Mundial da UNESCO
Entre os quais, de referir a Sé de Lamego e a sua capela de São Sebastião; o túmulo de São Gonçalo e a ponte sobre o Tâmega em Amarante; o mosteiro de Pombeiro; a imagem de Santa Maria de Guimarães e a colegiada de Nossa Senhora da Oliveira; os conventos de São Francisco e de São Domingos, últimas moradas de São Gualter e do beato Frei Lourenço Mendes, também em Guimarães; a Catedral de Braga; ou a Ponte de Ponte de Lima, um “dos símbolos mais emblemáticos das peregrinações jacobeias em território nacional”.
A dimensão patrimonial do Caminho de Torres é um dos fatores de destaque deste itinerário que atravessa duas unidades classificadas de Património Mundial da UNESCO – o Alto Douro Vinhateiro e o Centro Histórico de Guimarães – passando ainda por outras áreas de “relevância nacional e internacional, elementos de referência que conferem ao itinerário uma multiplicidade de pontos de especial interesse, essencialmente pelo seu valor histórico, cultural, geográfico, paisagístico e territorial”.
O Governo aponta ainda outras manifestações de cultura imaterial e práticas de culto relacionadas com o Caminho de Santiago, bem como a interessante proposta de “caminho literário” associado a este itinerário, marcado pela sua proximidade aos espaços habitados por alguns dos autores mais relevantes da história cultural portuguesa, como Raul Brandão, Teixeira de Pascoaes, Miguel Torga, José Leite Vasconcelos, Camilo Castelo Branco ou Aquilino Ribeiro.
Conhecer um destino onde o azul do Atlântico se funde com o verde dos arrozais é o desafio deste roteiro por uma região moldada pelo Estuário do Sado. Passeio Verde conta com o apoio da Kia - Carro Oficial Boa Cama Boa Mesa
Madrid, 12 jun (Prensa Latina) La Copa Mundial de Fútbol de 2026 es hoy una realidad, que mira con interés al duelo de Brasil-Marruecos este domingo, mientras España aguarda tranquilo hacia su debut contra Cabo Verde.
Uma criança ficou em estado grave após ter sido atropelada, na Avenida de Bustelo, em Parada de Gatim, Vila Verde, na manhã desta sexta-feira, apurou O MINHO junto de fontes da GNR e Proteção Civil do Cávado.
A vítima foi transportada para o Hospital de Braga, assim como o condutor da viatura, com ferimentos ligeiros.
Para já, desconhecem-se as circunstâncias do sinistro e também não foi possível apurar a idade exata da vítima grave.
O alerta foi dado às 07:43.
Prestaram socorro os Bombeiros de Vila Verde e a VMER de Braga.
Desde o final do dia anterior, durante a madrugada de 4 de junho e até às primeiras horas da manhã, dezenas de habitantes juntaram-se para preparar e decorar as ruas por onde passou a procissão religiosa do Dia do Corpo de Deus.
Além de um dia santo para os crentes católicos, as flores, verduras e outros elementos naturais dão forma a desenhos elaborados, resultado de um trabalho comunitário que atravessa gerações e continua a mobilizar a população local.
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Redacción:
Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.
O espaço, inicialmente ligado à antiga fábrica de cal localizada na Campeã, aproveita as ruínas e toda a área envolvente, preservadas e transformadas num espaço de lazer integrado na natureza.
Fernando Pereira, engenheiro florestal, é o “cérebro” por detrás do parque natural de vários hectares e que junta arte, poesia e natureza. O proprietário do Parque Empresa da Cal afirma que o espaço nasceu com um propósito que vai muito além da componente turística ou recreativa. “O principal objetivo é que as pessoas se encontrem consigo próprias”, explica à VTM, defendendo que o contacto com a natureza, aliado aos pilares do amor, da poesia, da arte e da contemplação, pode proporcionar momentos de reflexão e autoconhecimento. “Acredito que o verdadeiro bem-estar está na relação profunda entre o homem e a natureza”, sustenta.
Situado na serra do Marão, o projeto procura também sensibilizar para a preservação ambiental e para a valorização dos territórios rurais. O responsável considera que a região possui um enorme potencial, beneficiando da proximidade aos centros urbanos, tanto do interior como do litoral, mas alerta para as pressões exercidas por grandes projetos energéticos sobre o território.
“Gostava de criar um alerta de sensibilização para a proteção da natureza”, diz Fernando Pereira. “Hoje em dia, existe nas zonas rurais uma tentativa de as grandes empresas de energia apoderarem-se do território de Trás-os-Montes, que é um território barato para desenvolverem as energias ditas verdes, que, no meu ponto de vista, de verdes não têm nada. Vêm para cá, porque o solo é barato”.
Por isso, o empresário assume que o seu “principal objetivo” é proteger a floresta. “O dinheiro que eu conseguir ganhar como empresário é para comprar área florestal para poder protegê-la, porque muito francamente, a sensibilização das pessoas fica muito aquém daquilo que deveria ser”, considera.
Sobre a questão económica de manter o território, Fernando Pereira quer distanciar-se de alguns proprietários florestais. “Há os produtores florestais do eucalipto, que são as grandes celuloses, essas não precisam de apoio absolutamente nenhum, porque são responsáveis pelo problema da floresta em Portugal”, explica, acrescentando que “fizeram uma monocultura de uma espécie que, para mim, deveria ser combatida”.
A Câmara Municipal de Vila Verde vai apreciar, esta quinta-feira, a proposta de abertura de um novo concurso público, com publicitação internacional, para a recolha do lixo no concelho com um preço base de 13,8 milhões de euros.
Recorde-se que, em abril, a Câmara aprovou o acordo para a rescisão do contrato com a Luságua, de prestação do serviço de recolha e gestão de resíduos sólidos urbanos no concelho, no valor de oito milhões de euros.
A rescisão deveu-se ao “reconhecimento da incapacidade da empresa em cumprir integralmente o caderno encargos pelo preço que propôs no âmbito do respetivo concurso público”, justificou, na altura, a autarquia.
Agora, em comunicado, a Câmara de Vila Verde adianta que o objetivo “é que o novo concurso público assegure a melhoria do serviço de lixo indiferenciado nas freguesias e promova já “a transição para uma economia circular, por forma a privilegiar a reciclagem e reutilização, assim como diminuir a produção e deposição de resíduos”.
O regulamento para o novo concurso atribui particular importância à avaliação da “capacidade técnica e financeira dos candidatos”, tendo em vista assegurar que os potenciais vencedores tenham condições para executar o serviço proposto.
O vereador do ambiente, Carlos Tiago Alves, invoca a “complexidade técnica do objeto contratual e os riscos operacionais inerentes à prestação dos serviços de recolha de resíduos urbanos”, para justificar a necessidade de “assegurar que apenas aqueles que demonstrem possuir os requisitos exigidos possam apresentar proposta”.
Citado no comunicado, o autarca reconhece que “a experiência adquirida na execução do contrato anterior” pesou na decisão de recorrer ao “Concurso Limitado por Prévia Qualificação”, a par da natureza dos serviços a contratar e do valor estimado – 1.381.900 euros anuais, por um período de 10 anos.
O preço base do procedimento – que será ainda sujeito à apreciação da Assembleia Municipal de 19 de junho – foi determinado com recurso “à análise dos custos históricos do serviço, aos valores de mercado observados para prestações equivalentes, aos elementos recolhidos junto de entidades do setor e ao estudo de avaliação custo-benefício elaborado para o efeito”.
Carlos Tiago Alves faz ainda questão de reiterar o compromisso do município com os objetivos do Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos 2030 (PERSU 2030), atendendo às metas em matéria de “recolha seletiva, valorização de resíduos e redução da deposição em aterro, através da adoção de modelos de gestão mais eficientes e sustentáveis”.
Entre os 37 assuntos a apreciar na reunião de Câmara desta quinta-feira, incluem-se ainda o projeto de execução da requalificação da Escola Básica Monsenhor de Araújo e novos investimentos na modernização do sistema de abastecimento de água, para além de diversos protocolos com as freguesias, na área do ambiente e limpezas, dos transportes escolares e obras.
A cultura, tradição e inovação territorial de Alentejo e Andaluzia vão estar em destaque num evento marcado para a Ermida de Nossa Senhora de Aracelis, na fronteira entre os concelhos de Castro Verde e Mértola, na quarta-feira, dia 10 de Junho.
O evento “O Que Move as Pessoas – Aracelis | Evento Satélite NEB Festival 2026” é promovido pela Incubadora de Inovação Social do Baixo Alentejo (IISBA) e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo.
Integra também a programação oficial do New European Bauhaus Festival 2026, organizado pela Comissão Europeia.
Em comunicado, a IISBA explicou que o evento «convida a refletir sobre aquilo que (…) faz partir, regressar, permanecer, cuidar e criar pertença aos territórios».
Também em comunicado, a Câmara de Castro Verde, parceira da iniciativa, juntamente com o município de Mértola, frisou que esta «procura lançar uma reflexão contemporânea sobre os territórios do interior».
Nesse âmbito, o programa do evento vai cruzar «três grandes dimensões», incluindo uma feira para dar «a conhecer projetos, artesãos, produtores e iniciativas territoriais do Alentejo e da Andaluzia».
Estão igualmente previstos os colóquios “Territórios Vivos”, às 11:00, e “T(i)erras de Futuro”, às 15:30, «dedicados aos desafios dos territórios rurais, à sustentabilidade, à inovação, à cooperação e às novas formas de habitar e valorizar estes lugares», acrescentou a IISB.
O programa inclui também a performance “(L)Leva Aracelis no Coração”, que reunirá artistas, comunidades e expressões culturais do território, e um espetáculo do grupo Bandidos do Cante, ambos com transmissão em direto no âmbito do NEB Festival, em Bruxelas, na Bélgica.
«Esta ligação internacional levará a identidade, a paisagem e a energia de Aracelis até ao palco europeu», lê-se no comunicado da IISBA.
A programação cultural do evento contará também com a atuação de grupos tradicionais de Puebla de Guzmán (Espanha), assim como do grupo coral Os Ganhões de Castro Verde e de alunos dos agrupamentos de escolas de Castro Verde e Mértola que frequentam aulas de cante alentejano.
«Mais do que um evento, ‘O Que Move as Pessoas’ afirma Aracelis como um laboratório vivo de celebração, reflexão e cooperação sobre o futuro dos territórios de baixa densidade», concluiu a IISBA.
Foto de destaque: Elisabete Rodrigues | Sul Informação
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A Via Verde vai centralizar todos os seus serviços na App Via Verde, incluindo o estacionamento, que até agora estava disponível na App Via Verde Estacionar e será descontinuada até ao final de junho. Com esta integração, os utilizadores mantêm a possibilidade de estacionar em mais de 60 municípios através de uma única aplicação, numa experiência digital mais simples e integrada.
Além do estacionamento, a app passa a concentrar outras funcionalidades da marca, como a previsão de ocupação de lugares, acesso a parques, planeador de viagem e gestão de perfis, num reforço da estratégia de consolidação da plataforma como agregadora dos serviços de mobilidade do dia a dia. Segundo a empresa, esta mudança dá continuidade ao percurso de simplificação da mobilidade em Portugal e à aposta numa experiência “cada vez mais simples e digital”, depois da renovação da app há dois anos.
A Via Verde refere ainda que tem vindo a comunicar esta transição aos clientes através de email, SMS, website e mensagens nas aplicações, para garantir a continuidade do serviço e esclarecer dúvidas. A empresa disponibiliza informação adicional e perguntas frequentes no seu website, bem como apoio ao cliente para questões relacionadas com esta migração.