First-of-its-kind law in New York could block 3D printers from making guns



Bill Ritter, anchor on WABC since 2001, said he’s stepping down but will continue to report on the disease
A longtime New York City television news anchor has announced his sudden retirement from the airwaves after revealing that he has the early signs of Alzheimer’s disease.
Bill Ritter, a veteran of ABC New York station WABC, has presented the main evening news in New York since 2001 and become a familiar face to millions of its residents.
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© Photograph: John Nacion/FilmMagic

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Dmitriy Popov fatally stabbed O’Shae Sibley in Brooklyn in 2023 and was found guilty of manslaughter as a hate crime
A New York City man who was recently convicted of a hate crime in the 2023 stabbing death of vogue dancer O’Shae Sibley is facing a prison sentence of between eight and 25 years.
Sentencing for Dmitriy Popov, who was 17 at the time of Sibley’s slaying, was tentatively scheduled for 30 June following his conviction.
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© Photograph: Tracie Van Auken/AP

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Si, como se dice en La edad de la inocencia, los estadounidenses desean alejarse de la diversión incluso con más rapidez de la que muestran para correr hacia un espectáculo, la aparición de un cuento inédito de la autora de esta novela, Edith Wharton, llega ya un poco tarde. Pero el relato The Men Who Saved The World (Los hombres que salvaron al mundo), escrito en algún momento a partir de 1918 y publicado ahora por la revista literaria trimestral The Strand, sirve para arrojar algo de luz sobre algunos aspectos poco conocidos de Wharton, la primera mujer que ganó un Pulitzer de ficción.

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Na bolsa de Nova York, os contratos futuros do cacau encerraram a sessão desta sexta-feira (12) em alta. O vencimento para setembro avançou 1,84%, fechando cotado a US$ 3.868 por tonelada.
Apesar da valorização no fechamento, o mercado segue atento aos sinais de aumento da oferta global. Segundo informações do Barchart, os preços da commodity enfrentaram pressão ao longo da semana após novos dados indicarem maior disponibilidade do produto na Costa do Marfim, principal produtor mundial de cacau.
O país africano revisou para cima sua estimativa de recebimento de cacau nos portos, acrescentando mais de 260 mil toneladas ao volume projetado para a atual temporada. Dados acumulados mostram que os produtores enviaram 1,95 milhão de toneladas aos portos entre 1º de outubro de 2025 e 7 de junho de 2026, volume 18,9% superior ao registrado no mesmo período do ciclo anterior.
O crescimento dos embarques reforça as expectativas de uma oferta mais robusta no mercado global, fator que continua sendo monitorado pelos investidores.
Café
Os contratos futuros do café arábica encerraram a sessão em alta na Bolsa de Nova York. O vencimento para setembro avançou 1,26%, fechando negociado a US$ 2,53 por libra-peso.
O mercado deu continuidade ao movimento de valorização iniciado na véspera, sustentado pelas preocupações com o ritmo da colheita brasileira. As previsões climáticas indicam volumes expressivos de chuva nas principais regiões produtoras do país, o que pode dificultar os trabalhos no campo e atrasar a entrada da nova safra no mercado.
Segundo a empresa de monitoramento climático Vaisala, são esperadas precipitações de moderada a forte intensidade ao longo desta semana nas áreas cafeeiras do Brasil. Além disso, os modelos meteorológicos apontam que as chuvas podem persistir também na próxima semana, aumentando a atenção dos operadores quanto à oferta do produto.
Açúcar
Nesta sessão, o vencimento do açúcar para entrega em outubro recuou 0,77% na bolsa de Nova York, fechando cotado a 14,23 centavos de dólar por libra-peso.
A commodity seguiu pressionada por fatores externos. O fortalecimento do dólar reduziu a competitividade do açúcar negociado em moeda norte-americana, enquanto as perspectivas de um possível acordo provisório entre Estados Unidos e Irã alimentaram expectativas de maior fluidez no comércio da commodity no Oriente Médio.
Com isso, os preços em Nova York atingiram o menor patamar das últimas sete semanas, refletindo o aumento do apetite vendedor e a cautela dos investidores diante do cenário internacional.
Por outro lado, o mercado encontrou algum suporte nas novas projeções da consultoria Czarnikow. A empresa revisou sua estimativa para o balanço global de açúcar na safra 2026/27, reduzindo a previsão de superávit de 1,4 milhão de toneladas para um déficit de 10 mil toneladas. A mudança reflete a maior destinação de cana para a produção de etanol no Brasil, favorecida pelos preços mais elevados do petróleo no mercado internacional.
Algodão
O algodão com contrato futuro para entrega em dezembro fechou com ligeira alta de 0,08% e precificado em 76,42 centavos de dólar a libra-peso.
Suco de Laranja
Os contratos futuros do suco de laranja encerraram o pregão em baixa. O vencimento julho recuou 0,57%, fechando a US$ 1,64 por libra-peso.

One man died in Iowa after a tree fell on him as nearly 700 severe weather events were recorded over three days
An Illinois man whose home was destroyed by a tornado on Thursday was pulled from the rubble by a police officer and a photojournalist, who captured the terrifying storm and subsequent rescue in dramatic video footage.
Scott Lasker, who describes himself as a storm chaser, recorded the tornado ripping through the town of Streator and was filming the damage it inflicted when he came across the man trapped in the debris of his house.
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© Photograph: Brandon Eliott/Reuters

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A SpaceX estreia suas ações na bolsa de Nova York nesta sexta-feira (12) após um IPO (oferta pública inicial) histórico, arrecadando o valor recorde de US$ 75 bilhões. Com a venda de papéis a grandes investidores, a empresa passa a valer quase US$ 2 trilhões. Entretanto, o grande interesse pelos papéis chama atenção pelo prejuízo que a empresa tem tomado nos últimos anos.
Fundada em 2002, a empresa tinha como foco construir foguetes e transportar cargas ao espaço sideral. Quase 20 anos depois, após fundir com a Starlink, passou a operar nos serviços de internet via satélite.
A empresa vem crescendo rapidamente nos negócios; gerou US$ 18,7 bilhões em vendas no ano passado, um aumento de 33% em relação a 2024.
Posteriormente, a SpaceX deu mais um passo em sua expansão e se fundiu também com a startup de inteligência artificial de Musk, a xAI, em um negócio que avaliou a empresa de foguetes espaciais em US$ 1 trilhão. A empresa é desenvolvedora do chatbot Grok, disponível no X, avaliada em US$ 250 bilhões.
Curiosamente, a SpaceX tem perdido muito dinheiro. No ano passado, a empresa teve um prejuízo de quase US$ 5 bilhões, com uma receita de US$ 18,7 bilhões. As perdas continuaram a aumentar em mais de US$ 4,3 bilhões nos primeiros três meses deste ano, período em que a última fusão foi anunciada.
O movimento gastou milhares de milhões na construção dos seus centros de dados “Colossus” no Tennessee. Só no passado, a divisão de IA teve um prejuízo de US$ 6,4 bilhões, enquanto gerou uma receita de US$ 3,2 bilhões. Seus investimentos de capital, de US$ 12,7 bilhões, foram mais de três vezes maiores que os da divisão principal de foguetes da SpaceX.
Ainda, o último balanço divulgado pela empresa reportou receita de US$ 4,69 bilhões, em comparação com US$ 4,07 bilhões no ano anterior. O prejuízo no mesmo período foi de US$ 1,27 por ação, comparado a um prejuízo de US$ 0,18 no ano anterior.
A magnitude do IPO chamou a atenção. Esse é considerado um passo mais próximo da comercialização de viagens espaciais e dos ambiciosos planos de estabelecer postos humanos na Lua e em Marte.
Ao mesmo tempo, indica mais evidências da riqueza concentrada em empresas de tecnologia, em negócios voltados à inteligência artificial e implantes de chips cerebrais, mesmo que a empresa só tenha dado prejuízo nos últimos tempos.
Conforme divulgado na tarde de ontem (11), o IPO da empresa — isto é, a venda de ações a investidores institucionais — cerca de 556 milhões de ações a US$ 135 (ou quase R$ 700) foram comercializadas.
Esse resultado torna a empresa de Elon Musk a oitava maior companhia de capital aberto, avaliada em US$ 1,77 trilhão. Isso também eleva o status de seu CEO, que já era conhecido como o bilionário mais rico do mundo, como o primeiro e único trilionário.
Ao todo, 23 instituições participam do IPO da SpaceX, incluindo Goldman Sachs, Morgan Stanley, BofA, Citigroup e JPMorgan. O banco BTG Pactual, de André Esteves, é o único banco brasileiro listado na operação, de acordo com prospecto divulgado anteriormente.
O IPO também atraiu pedidos de varejo no valor de US$ 70 bilhões, segundo a Bloomberg News. Isso significa que pessoas físicas demandam pelo papel.
A expectativa, no entanto, deve ser atendida inicialmente apenas para 20% desses investidores – o que pode refletir no preço das ações conforme a maior demanda pelos ativos, e tornar a empresa ainda mais trilionária
Nesta manhã, Elon Musk e outros executivos da SpaceX tocaram o sino da listagem, o que oficializa a empresa como uma das listadas — e melhor ranqueadas — na bolsa de Nova York.


© Gilbert Carrasquillo (GC Images)

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El presidente de Colombia, Gustavo Petro, ha comentado este jueves, ya de vuelta en casa, la rápida (y tumultuosa) visita que ha realizado esta semana a Nueva York. Después de que la Administración de Donald Trump impidiera la reunión que tenía prevista con el alcalde de la ciudad, el demócrata progresista Zohran Mamdani, y que no pudiera celebrar una charla en Boston, el mandatario colombiano, a pocos días de la segunda vuelta que decidirá su sucesor, ha criticado al Gobierno de Estados Unidos. Tanto por vetar sus actos como por apoyar abiertamente al ultraderechista que ganó la primera vuelta de las presidenciales, Abelardo de la Espriella.

© Manuel Elías (EFE)





Largest comeback in NBA finals history galvanizes city and inspires morning-after chants of ‘Knicks in five!’
New Yorkers woke up on Thursday morning – those who had even slept in the city that never sleeps – still jubilant after the Knicks men’s basketball team had made history the night before.
The team staged the largest comeback in NBA finals history to overcome the San Antonio Spurs in the dying seconds of the fourth game of the finals – and put themselves 3-1 up and within one game of a rare championship win.
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© Photograph: Olga Fedorova/EPA

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Ventinove punti rimontati in poco più di due tempi. Non era mai successo in una finale Nba. C’è già chi la racconta come la partita più importante della storia dei Knicks da 53 anni, da quel 1973 che regalò alla squadra di New York il suo ultimo anello. Non è ancora finita, e la sfida di giovedì notte conferma che in tutti gli sport davvero vale il vecchio aforisma non è finita finche non è finita, ma il 3-1 della serie, soprattutto per come è arrivato, tranquillizza molto chi temeva – in fondo tutto il mondo è paese – che il “sistema” avrebbe fatto di tutto per non far vincere New York. Sì, certo, oggi incomincia il Mondiale di calcio, l’evento più grande di sempre, Infantino dixit, o forse era Trump?, no era proprio Infantino, che però è ormai diventato un replicante di The Donald, per cui è lo stesso. Dunque, comincia la Fifa World Cup, là dove Fifa non è più soltanto un complemento aggiunto a una denominazione storica, bensì il compendio di tutto quanto sarebbe stato meglio non fare, di cui fortunatamente si è parlato abbastanza in questi giorni, e anche di tutto quanto invece funzionerà.
Si aprono le danze: kick off, stadi che alla fine saranno tutti pieni o quasi e grandi ascolti tv planetari garantiti, i migliori calciatori del mondo pronti a dare spettacolo. Ma New York è in tutt’altre faccende sportive affaccendata. Se passeggiate per Manhattan, difficile capire che qui siamo al centro del mondo del calcio: giusto un po’ di poster degli sponsor principali, in genere piuttosto discreti, nessun 6×3 per intenderci, qualche sudamericano con la maglietta della nazionale del suo Paese, una manciata di maxi-palloni griffati disseminati per i cinque boroughs, giusto per farli fotografare a turisti e tifosi. Niente altro. Tutto il resto è Knicks. Cappellini dei Knicks indossati anche sopra grisaglie e tailleurs, quei pochi rimasti, magliette dei Knicks, pantaloncini dei Knicks, persino sciarpe dei Knicks, approfittando di un’estate ancora abbastanza fresca. Una miriade di locali attrezzati con maxi-schermo per vedere le finali, gremiti dentro e fuori durante le partite e circondati da ristoranti desolatamente vuoti. Con boati di folla impazzita di cui da queste parti non si aveva memoria. È vero che la città che non dorme mai ha cambiato abitudini, adesso va quasi tutta a letto piuttosto presto. Ma a questo nuovo way of life un po’ tristanzuolo si può derogare in via del tutto eccezionale: ovviamente per la Nba o meglio per i Knicks, non certo per il soccer, la Fifa World Cup sarà magari alla fine davvero l’evento più grande di sempre, ma non qui, non nella Mela un po’ avvizzita di questi tempi, e di certo non a Manhattan, al di sotto della Centodecima Strada.
Del resto, lo stadio locale, quello dove stavolta si giocherà anche la finalissima, non è in città, e neppure nello Stato di New York, ma nel New Jersey, anche se solo a una ventina di minuti di treno e una mezz’ora di bus, traffico permettendo, da Midtown Manhattan. Per cui non ci dovrebbero essere neppure problemi di sicurezza e di ordine pubblico, nonostante il MetLife Stadium di East Rutherford, capienza 80.663 posti certificati, casa delle due squadre di football, Nfl, di New York, Giants e Jets, e teatro di grandi concerti musicali, aprirà i suoi cancelli mondiali per ospitare, sabato sera, la partita più importante di tutta la prima fase, quella fra le due squadre con il ranking Fifa più alto, Brasile e Marocco, debutto mondiale in panchina di Carlo Ancelotti, unico allenatore straniero nella storia della nazionale più titolata di sempre. Piuttosto un certo allarme potrebbe scattare per Francia-Senegal, martedì prossimo, ma solo, nell’eventualità, a questo punto non improbabile, che la finale Nba arrivi a gara 6.
In quel caso, i tifosi di ritorno dal New Jersey, la partita è fissata alle 15, potrebbero incrociare il popolo dei Knicks, non tanto i privilegiati che sono riusciti a trovare il biglietto per il Madison Squadre Garden, quanto quelli abituati a raggrupparsi vicino al palazzetto per sostenere la squadra dall’esterno, godersi la sfida sui maxischermi e poi eventualmente festeggiare, tifosi un po’ irrequieti che già lunedì scorso, poiché allontanati dalla zona calda per via della presenza di Trump, hanno dato vita a tafferugli con la polizia. Knicks, sempre Knicks, fortissimamente Knicks. Se non fosse per i Knicks, qui il calcio non darebbe nessun problema, gli ultrà del pallone non abitano in America. Di sicuro, non a New York. Dove finora il Mondiale non ha sollecitato neppure tentativi di sfruttarne l’eco e la popolarità universale per ottenerne vantaggi economici, sociali o persino religiosi, per fare da cassa di risonanza al malcontento. Altrove è diverso.
A Città del Messico le vie della capitale negli ultimi giorni sono state invase da manifestazioni di protesta di varie categorie, dai maestri elementari ai contadini, infuriati per la spesa pubblica a loro avviso dilapidata per i Mondiali. A Los Angeles il sindacato di baristi, camerieri, cuochi e altri addetti allo stadio ha ottenuto un aumento delle paghe dopo avere minacciato uno sciopero in occasione della partita inaugurale del Mondiale negli Usa. Ad Atlanta una rete di monitoraggio formata da varie organizzazioni sindacali, di attivisti per il diritto alla casa e di difensori dei diritti degli immigrati si è mobilitata contro l’Amministrazione locale che ha consentito, a fronte di ricavi stimati per circa 1 miliardo di dollari indotto compreso, di ottenere per il bilancio comunale soltanto 4 milioni di dollari di entrate fiscali dirette. A Seattle i predicatori evangelici di strada si stanno mobilitando con i loro potentissimi altoparlanti mobili per ricordare alle decine di migliaia di tifosi attesi in città, prevalentemente musulmani, che senza pentimento andranno incontro inevitabilmente alla dannazione eterna. Nella notte newyorkese invece risuonano i clacson delle automobili che danno vita a caroselli qui davvero poco abituali. Per festeggiare la maxi-rimonta e il 3-1 dei Kincks, ovvio. Ma senza fare troppo rumore e, soprattutto, senza fare troppo tardi. Altro che città che non dorme mai.
L'articolo Quali Mondiali? A New York esistono solo i Knicks: l’entusiasmo è tutto per la caccia al titolo NBA proviene da Il Fatto Quotidiano.

Il Garden passa dai fischi all’esplosione finale. New York ribalta una gara che sembrava finita, cancella un -29 contro San Antonio e vince 107-106 con il tap-in di Anunoby a un secondo dalla sirena. I Knicks sono avanti 3-1 nelle Finals e sabato possono chiudere la serie in Texas
Una rimonta così, alle Nba Finals, non si era mai vista. I New York Knicks vincono gara-4 contro i San Antonio Spurs dopo essere stati sotto di 29 punti a 9’27’’ dalla fine del terzo quarto. Finisce 107-106, con il tap-in di OG Anunoby a un secondo dalla sirena. Il Garden esplode, gli Spurs restano fermi, quasi senza capire come una partita dominata per oltre due quarti sia sfuggita di mano.
New York sale così sul 3-1 nella serie e si prende tre match point per l’anello. Il primo arriverà sabato, in Texas, in gara-5. San Antonio, invece, deve fare i conti con una sconfitta che cambia tutto: non solo per il risultato, ma per il modo in cui è arrivata.
La serata dei Knicks parte nel modo peggiore. Karl-Anthony Towns commette due falli rapidi e coach Brown è costretto a rivedere subito le rotazioni. San Antonio ne approfitta. La palla gira, le triple entrano, Harper e Vassell puniscono ogni spazio, Victor Wembanyama controlla il match su entrambi i lati del campo. New York fatica a costruire tiri puliti e dopo pochi minuti è già sotto di dieci.
Il primo tempo è tutto degli Spurs. I texani tirano con il 60% dal campo e il 54% da tre, mentre i Knicks non trovano ritmo e vengono fischiati dal pubblico al rientro negli spogliatoi. All’intervallo San Antonio è avanti di 27 punti. Il 2-2 nella serie sembra già scritto.
A inizio terzo quarto gli Spurs toccano anche il +29. Poi la partita cambia. Wembanyama viene punito con un Flagrant-1 per una gomitata a Towns e New York trova energia. Jalen Brunson comincia a segnare, la difesa dei Knicks alza il livello e San Antonio perde lucidità. Le scelte di De’Aaron Fox diventano sempre più complicate, arrivano palle perse in serie e i padroni di casa piazzano 13 punti consecutivi.
Gli Spurs riescono ancora a chiudere il terzo quarto avanti di 15 lunghezze, ma il Garden ha già capito che la partita non è finita. Nell’ultimo periodo San Antonio smette di attaccare con ordine. I tiri che nel primo tempo entravano con naturalezza diventano forzature, Wembanyama va fuori ritmo e New York prende campo possesso dopo possesso.
Brunson e Anunoby guidano la rimonta. Anche Alvarado trova canestri importanti. Con un parziale di 20-4, i Knicks passano avanti a 1’22’’ dalla fine grazie a una giocata di Brunson. Gli Spurs rimettono la testa avanti con i liberi di Castle a 30’’ dalla sirena e sembrano avere la palla della vittoria quando Fox cattura il rimbalzo a 16’’ dalla fine.
In quel momento basterebbe tenere il possesso e costringere New York al fallo. Fox, invece, attacca il ferro. Anunoby lo stoppa e regala ai Knicks l’ultima possibilità. Brunson prende una tripla difficile, la palla finisce sul ferro, Anunoby arriva più in alto di tutti e firma il tap-in del 107-106.
San Antonio chiama timeout ma non riesce nemmeno a costruire un tiro pulito. La sirena chiude una partita che entra nella storia del Garden e della postseason. New York è a una vittoria dal titolo, gli Spurs devono provare a riaprire una serie che fino a metà terzo quarto sembrava destinata al pareggio.
Per i Knicks, Brunson chiude con 36 punti, 7 assist e percentuali solide: 9/18 dal campo, 3/7 da tre, 9/11 ai liberi. Anunoby ne aggiunge 33, compreso il canestro della vittoria. Towns firma 13 punti e 10 rimbalzi.
A San Antonio non bastano i 24 punti e 13 rimbalzi di Wembanyama, i 21 punti di Harper e i 18 punti di Fox e Vassell. Fox distribuisce anche 7 assist, ma il finale resta segnato dalla scelta che ha ridato ai Knicks l’ultimo possesso.
L'articolo Nba Finals, New York firma la rimonta più folle della storia: Spurs ribaltati dal +29. Ora l’anello è a un passo proviene da Affaritaliani.it.




Trial of former New York City comptroller is ‘another example of the Trump administration’s suppression of political dissent’, lawyer argues
The trial against senior New York City Democrat Brad Lander, stemming from his arrest during an attempt to inspect rooms holding detained immigrants, involved six hours of litigating elevator logistics in Manhattan federal court on Wednesday.
Lander, the former city comptroller now vying for Democratic incumbent Dan Goldman’s congressional district, which encompasses lower Manhattan and north-west Brooklyn, was taken into custody on 18 September last year at 26 Federal Plaza.
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© Photograph: Spencer Platt/Getty Images

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Un gruppo di tifosi dei New York Knicks, delusi per la sconfitta della loro squadra in gara 3 delle Finals Nba contro i San Antonio Spurs, ha aggredito un tifoso della squadra rivale con calci e pugni, rubandogli la maglia di Tim Duncan durante una violenta aggressione a Midtown Manhattan. Mercoledì la polizia ha diffuso le immagini di videosorveglianza degli aggressori che hanno assalito il tifoso degli Spurs di 39 anni, chiedendo la collaborazione di tutti per identificarli e rintracciarli.
Tutto ciò si è verificato mentre la polizia stava già per arrestare 21 tifosi dei Knicks, accusati di aver creato disordini durante una festa organizzata per guardare la partita a Bryant Park, bloccando il traffico sulla 42esima Strada Ovest, sradicando diversi alberi e ferendo almeno due agenti della polizia newyorkese dopo gli scontri. La vittima stava tornando in hotel intorno alle 00:15 di martedì, dopo gara 3 delle finali NBA, quando è stata circondato da un gruppo di giovani. Alcuni degli aggressori indossavano delle maglie dei Knicks.
Secondo quanto riferito dalla polizia e come si vede anche dai video, il gruppo ha picchiato e preso a calci la vittima, strappandogli la maglia numero 21 degli Spurs e scappando via. Il tifoso degli Spurs è stato trasportato all’ospedale Mount Sinai West, con diverse ferite e il naso sanguinante.
Tutto ciò mentre a New York c’è attesa per gara 4 delle finali NBA, in programma mercoledì notte al Madison Square Garden. Il sindaco Mamdani ha autorizzato una serata con biglietto d’ingresso all’esterno del MSG, ma ha messo tutti in guardia con un post su X. “Mentre ci prepariamo a guardare la partita insieme, vorrei essere chiaro: questo è un momento storico e gioioso per la nostra città ”, ha detto Mamdani su X. “Non permetteremo che venga rovinato dalla violenza. Fate attenzione e festeggiate responsabilmente”.
La polizia di New York ha annunciato che a partire dalle 16:30 verrà istituita una zona di sicurezza intorno al Madison Square Garden e l’accesso sarà consentito solo ai tifosi in possesso di biglietti per assistere alla partita all’interno o al watch party all’esterno.
It’s not safe to be a white Spurs fan in New York pic.twitter.com/4Jkgv38seF
— TaraBull (@TaraBull) June 10, 2026
L'articolo Choc a New York: tifoso degli Spurs massacrato di botte e costretto a togliere la canotta. Finisce in ospedale con il volto insanguinato proviene da Il Fatto Quotidiano.
James Dolan’s company slams mayor and police commissioner as ‘party poopers’ over large restricted zone
The owner of the New York Knicks basketball team sharply criticized both the New York police department and Zohran Mamdani after city officials announced an extensive security strategy for Game 4 of the NBA finals, featuring a large restricted zone and additional access controls.
The expanded security measures follow Monday’s Game 3 watch party at Bryant Park, where disorder erupted and led to arrests, damage to property, and incidents involving assaults on police officers.
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