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Presidência da COP30 apresenta premissas do Mapa do Caminho na Europa

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A Presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) compartilhou nesta sexta-feira (12), em reunião aberta em Bonn, na Alemanha, os elementos centrais do Mapa do Caminho internacional proposto para a transição energética.

Entre as quatro premissas definidas está a necessidade de atribuir responsabilidades diferenciadas a grupos sociais distintos, minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis.

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Presidida pelo Brasil, a COP30 foi realizada em Belém, no Pará, em novembro do ano passado, e pretende deixar o guia para a transição energética como legado. O documento será lançado antes da 31ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP31), na cidade de Antália, Turquia, de 9 a 20 de novembro.

Foram apresentados na cidade alemã os resultados de uma consulta pública que colheu contribuição para o plano, que busca a substituição dos combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa.

A ideia é acelerar a transição energética nesta década crítica, de modo a alcançar emissões líquidas zero até 2050. Esse patamar significa que as emissões vão ser absorvidas de forma duradoura pela natureza e por outras medidas de remoção de dióxido de carbono da atmosfera, de modo que a concentração desse gás não continue a aumentar.

Segundo a Presidência da COP30, o Mapa do Caminho será direcionado por quatro premissas principais:

  • "Refletir as circunstâncias nacionais diversas, incluindo diferentes níveis de desenvolvimento socioeconômico, acesso à energia, dependência de combustíveis fósseis, capacidade de transição, entre outros, sem recorrer a categorizações simplistas;
  • "Ser uma ferramenta não prescritiva, flexível e orientada à implementação prática, criando impulso para roteiros nacionais e permitindo trajetórias determinadas nacionalmente e específicas para cada país";
  • "Propor um marco/conjunto de princípios que avalie a dependência de combustíveis fósseis e a prontidão para a transição dos países de forma multidimensional, incluindo indicadores energéticos, econômicos, institucionais e sociais";
  • ⁠"Incorporar abordagens de transição justa, responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e respectivas capacidades, inclusividade, saúde, gênero, povos indígenas e direitos humanos, assegurando ampla aceitação social e minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis".

Ainda de acordo com a Presidência da COP30, as barreiras nacionais e internacionais à transição energética se dividem em quatro grandes temas, cada um com questões específicas a serem tratadas:

  • econômicas e financeiras;
  • tecnológicas e de infraestrutura;
  • institucionais e de governança;
  • sociais e políticas.

Consulta pública

A proposta recebeu contribuições de 115 países e 247 atores não estatais. Segundo a Presidência da COP30, o nível de engajamento foi acima do esperado para uma iniciativa lançada há apenas seis meses.

As consultas realizadas até agora indicam que o mapa do caminho deverá se concentrar menos em metas uniformes e mais nos obstáculos concretos que dificultam a transição, como dependência fiscal do petróleo, subsídios aos combustíveis fósseis, acesso a financiamento, desenvolvimento industrial e proteção de trabalhadores e comunidades dependentes do setor. 

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, lembrou que a recente crise geopolítica no Oriente Médio mostrou com muita clareza como os combustíveis fósseis estão ligados a vulnerabilidades, e que é preciso lidar com isso no caminho global.

"A grande vantagem da implementação é que temos muito mais liberdade para implementar do que para negociar. A negociação exige consenso; a implementação não", diz o diplomata.

Presidência da COP30 apresenta premissas do Mapa do Caminho na Europa

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A Presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) compartilhou nesta sexta-feira (12), em reunião aberta em Bonn, na Alemanha, os elementos centrais do Mapa do Caminho internacional proposto para a transição energética.

Entre as quatro premissas definidas está a necessidade de atribuir responsabilidades diferenciadas a grupos sociais distintos, minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis.

Notícias relacionadas:

Presidida pelo Brasil, a COP30 foi realizada em Belém, no Pará, em novembro do ano passado, e pretende deixar o guia para a transição energética como legado. O documento será lançado antes da 31ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP31), na cidade de Antália, Turquia, de 9 a 20 de novembro.

Foram apresentados na cidade alemã os resultados de uma consulta pública que colheu contribuição para o plano, que busca a substituição dos combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa.

A ideia é acelerar a transição energética nesta década crítica, de modo a alcançar emissões líquidas zero até 2050. Esse patamar significa que as emissões vão ser absorvidas de forma duradoura pela natureza e por outras medidas de remoção de dióxido de carbono da atmosfera, de modo que a concentração desse gás não continue a aumentar.

Segundo a Presidência da COP30, o Mapa do Caminho será direcionado por quatro premissas principais:

  • "Refletir as circunstâncias nacionais diversas, incluindo diferentes níveis de desenvolvimento socioeconômico, acesso à energia, dependência de combustíveis fósseis, capacidade de transição, entre outros, sem recorrer a categorizações simplistas;
  • "Ser uma ferramenta não prescritiva, flexível e orientada à implementação prática, criando impulso para roteiros nacionais e permitindo trajetórias determinadas nacionalmente e específicas para cada país";
  • "Propor um marco/conjunto de princípios que avalie a dependência de combustíveis fósseis e a prontidão para a transição dos países de forma multidimensional, incluindo indicadores energéticos, econômicos, institucionais e sociais";
  • ⁠"Incorporar abordagens de transição justa, responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e respectivas capacidades, inclusividade, saúde, gênero, povos indígenas e direitos humanos, assegurando ampla aceitação social e minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis".

Ainda de acordo com a Presidência da COP30, as barreiras nacionais e internacionais à transição energética se dividem em quatro grandes temas, cada um com questões específicas a serem tratadas:

  • econômicas e financeiras;
  • tecnológicas e de infraestrutura;
  • institucionais e de governança;
  • sociais e políticas.

Consulta pública

A proposta recebeu contribuições de 115 países e 247 atores não estatais. Segundo a Presidência da COP30, o nível de engajamento foi acima do esperado para uma iniciativa lançada há apenas seis meses.

As consultas realizadas até agora indicam que o mapa do caminho deverá se concentrar menos em metas uniformes e mais nos obstáculos concretos que dificultam a transição, como dependência fiscal do petróleo, subsídios aos combustíveis fósseis, acesso a financiamento, desenvolvimento industrial e proteção de trabalhadores e comunidades dependentes do setor. 

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, lembrou que a recente crise geopolítica no Oriente Médio mostrou com muita clareza como os combustíveis fósseis estão ligados a vulnerabilidades, e que é preciso lidar com isso no caminho global.

"A grande vantagem da implementação é que temos muito mais liberdade para implementar do que para negociar. A negociação exige consenso; a implementação não", diz o diplomata.

Incêndio em Vieira do Minho com mais de 100 operacionais e seis meios aéreos

12 June 2026 at 18:27

O incêndio que deflagrou hoje de manhã no concelho de Vieira do Minh, estava às 16:30 a ser combatido por 111 operacionais, 29 viaturas terrestres e seis meios aéreos, indicou a Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Ave adiantou à agência Lusa que o incêndio está a consumir mato num encosta de difícil acesso, na zona da histórica Ponte de Misarela que separa o Minho de Trás-os-Montes, nomeadamente entre Ruivães (Vieira do Minho) e Ferral (Montalegre) sobre o Rio Rabagão. Não há casas ou bens em risco.

O combate ao fogo, que deflagrou pouco depois das 06:00 na União das Freguesias de Ruivães e Campos, foi sendo reforçado ao longo do dia.

Quanto ao incêndio que deflagrou na quarta-feira à noite no concelho de Terras de Bouro, também no distrito de Braga, e que foi dado como dominado pelas 22:14 de quinta-feira, teve hoje uma reativação, mas, pelas 17:30, fonte do Comando Sub-regional do Cávado disse à Lusa que o reacendimento já estava dado como dominado.

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Futuros médicos da UMinho visitam idosos de aldeias isoladas

12 June 2026 at 11:31

Três dezenas de estudantes de Medicina da Universidade do Minho vão, entre 29 de junho e 03 de julho, monitorizar a saúde e acompanhar os idosos de localidades isoladas de Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda.

Trata-se da 14.ª edição da iniciativa “Aldeia Feliz”, promovida pelo Núcleo de Estudantes de Medicina da UMinho (NEMUM), com o apoio do município e das freguesias de Vila Nova de Foz Côa.

Em comunicado, a academia minhota adianta que os alunos vão visitar domicílios, bem como lares e centros de dia daquele concelho.

As ações incluem a promoção da saúde através da medição da pressão arterial e da glicemia capilar, sessões educativas sobre hábitos e estilos de vida saudáveis e, em especial, momentos de proximidade, convívio e partilha.

A intenção – explica a UMinho – é combater o isolamento e alargar o acesso à informação para esta população, por vezes afastada dos cuidados primários oferecidos pelo centro de saúde ou limitada no contacto com o médico de família.

“O envelhecimento populacional é um dos principais desafios da sociedade portuguesa e tem um impacto profundo na saúde e qualidade de vida dos mais vulneráveis. Enquanto cidadãos e futuros médicos, queremos ter um papel ativo no combate a esta emergência social. Por isso, decidimos intervir no terreno, num projeto de proximidade que enriquece também a nossa formação clínica e humana”, afirma a presidente do NEMUM, Ana Rita Peixoto, citada no comunicado.

O projeto “Aldeia Feliz” arrancou em 2014, apoiando então 150 idosos a viver na Parque Nacional da Peneda-Gerês. A cada verão, já percorreu aldeias de Arcos de Valdevez, Vila Pouca de Aguiar, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Braga, Ponte da Barca, Viana do Castelo, Valença, Monção e, agora, Foz Côa.

A iniciativa foi finalista do Prémio Nacional Voluntariado Universitário, do Banco Santander.

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Raimundo diz que descida do pacote laboral à especialidade sem votação seria “uma golpada”

11 June 2026 at 13:15

O secretário-geral do PCP considerou hoje que fazer descer a revisão da lei laboral à especialidade, sem votação na generalidade, seria “uma golpada”, pedindo coragem a “quem quer assumir o patrocínio” deste diploma para declarar o seu apoio.

Em declarações à Lusa, por telefone, durante uma visita a um jardim de infância em Palmela, Setúbal, Paulo Raimundo afirmou que a revisão do Código do Trabalho proposta pelo Governo já foi rejeitada pelo país e essa “é uma daquelas questões objetivas que não pode ficar de fora da reflexão” dos partidos no momento da votação no Parlamento.

Raimundo acrescentou que, “se fosse para levar em conta tudo aquilo que foi afirmado sobre o pacote laboral de todos os intervenientes”, esta proposta estaria rejeitada “por uma questão matemática”, e que a única hipótese de viabilização reside na possibilidade de o Chega “ter uma atitude contra aquilo que tem afirmado este tempo todo”.

O secretário-geral do PCP admitiu ainda a hipótese de “se permitir uma golpada na Assembleia”, através da descida da proposta à comissão para o debate na especialidade, sem votação na generalidade.

“Poderia estar na cabeça de alguns fazer baixar este pacote laboral à especialidade sem a votação na generalidade. Agora, isso também só é possível se alguém permitir que isso aconteça”, disse.

Para o líder comunista, depois de mais de um ano de discussão e alvo de duas greves gerais e várias ações de contestação, o pacote laboral não pode deixar de ser votado na generalidade.

“Se isto não é uma golpada, o que é que é isto? É preciso que haja coragem, é preciso que quem quer assumir o patrocínio, o apoio a este pacote laboral tenha a coragem para o fazer”, apelou.

Paulo Raimundo disse que esse cenário “pode ter passado na cabeça de alguns”, mas que “não quer crer que haja quem tenha a ousadia de levar um processo desse tipo para a frente”, acrescentando que tal decisão não seria perdoada pelos trabalhadores.

“Na prática o que significaria era que o andamento deste processo era viabilizado. Nós não precisamos que este processo ande para a frente, nós precisamos é de parar. (…) E a primeira oportunidade e única para parar este processo é no dia 19 com a votação contra o pacote laboral”, disse, referindo ainda que quem viabilizar a descida deste diploma sem votação estará a “viabilizar o pacote laboral”.

A proposta de lei do Governo sobre a reforma das leis do trabalho será debatida em plenário, na Assembleia da República, no próximo dia 18 e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.

O secretário-geral do PCP comentou ainda a decisão do Presidente da República de devolver ao Parlamento o decreto sobre bandeiras em edifícios públicos, considerando tratar-se de um “não assunto”.

“Não queria fazer desta decisão uma questão central (…) ontem o país parou à conta desta, ou já ninguém acordou bem à conta desta decisão do senhor Presidente”, ironizou, pedindo que o país se foque na “bandeira do Serviço Nacional de Saúde, do direito ao emprego, aos salários e à habitação”.

A propósito desta visita a uma creche em Palmela, Raimundo defendeu também um investimento público “urgente” na criação de uma rede pública de creches e no reforço da oferta pública do pré-escolar, que considerou insuficiente para responder às necessidades das famílias.

O líder comunista afirmou que os custos da oferta privada são incomportáveis para muitos trabalhadores e relacionou as dificuldades dos pais em acompanhar os filhos com os horários de trabalho, considerando que o pacote apresentado pelo Governo poderá agravar a situação.

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“Movimento Não às Minas” questiona legalidade de comissão da Mina da Borralha

VTM

Em comunicado, o movimento sustenta que o Decreto-Lei n.º 30/2021 atribui à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) a competência para constituir comissões de acompanhamento de projetos mineiros quando tal se justifique, integrando representantes dos municípios, juntas de freguesia e associações locais e ambientais. Por isso, “a questão jurídica é central e não pode ser ignorada”, considera.

Segundo o movimento, a estrutura anunciada pela empresa concessionária da Mina da Borralha é uma iniciativa privada, criada e organizada pelo próprio promotor do projeto, não reunindo os requisitos de independência previstos na legislação.

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Braga: 463 mil euros para trabalhos a mais na “maior residência estudantil pública” do país

10 June 2026 at 15:06

O executivo de vereadores da Câmara de Braga debate e vota, sexta-feira, em reunião, uma proposta de autorização, pelo Município , para a execução dos trabalhos complementares, na obra de transformação da antiga fábrica Confiança em residência universitária, no valor de 463 mil euros (mais IVA) e a aprovação da supressão de trabalhos no valor 81 mil (mais IVA). O valor da obra – financiada pelo PRR- Plano de Recuperação e Resiliência – sobe, assim, de 25, 5 milhões para quase 26 milhões.

A proposta da autarquia salienta que se entende “haver motivo para a prorrogação do prazo da empreitada por um período de 62 dias, prevendo-se a sua conclusão para 31 de agosto de 2026, ainda antes do arranque do próximo ano letivo”.

Um das razões invocadas pelo construtor, o grupo Casais, de Braga, está a necessidade de implementar um sistema de ‘Controlo de acessos’ à futura residência.

E explica: “No âmbito da gestão da residência pelos Serviços de Ação Social da Universidade, constatou-se a necessidade de introduzir diversos sistemas de controlo de acessos em várias entradas, de modo a assegurar uma gestão eficaz do espaço e das áreas comuns”.

Esta necessidade – acrescenta – “assume particular relevância pelo facto de o edifício existente vir a ser gerido por duas entidades distintas, nomeadamente a ala poente pelo Município e a ala nascente pelos Serviços da Universidade”.

Importa referir – diz, ainda, o documento em discussão – que a implementação destes sistemas de controlo de acessos não se encontrava prevista no programa inicial, “revelando-se, no entanto, fundamental para viabilizar a adequada gestão da residência”.

Situação análoga verifica-se ao nível da gestão do estacionamento no piso -1 do edifício novo, nomeadamente no controlo de acessos ao exterior deste espaço e na sua interligação com os pisos superiores onde se desenvolve a residência.

Vários ‘trabalhos a mais’

Os ‘trabalhos a mais’ incluem várias outras alterações, como é o caso da do “Corte e levantamento de pavimento em tapete betuminoso” e da aplicação de “Lancis em granito”.

Aqui está em causa o fornecimento e aplicação de lancis curvos em granito incluindo fundação em betão.

Englobam, ainda, a “pavimentação em microcubo em granito” e “trabalhos de adaptação dos arranjos exteriores da Rua Nova da Fábrica, neste caso, já que, a compatibilização dos arranjos exteriores da operação urbanística em curso a norte da Rua Nova da Fábrica com os previstos no âmbito da presente empreitada, torna-se necessário proceder a ligeiras adaptações ao traçado do arruamento, bem como ao alargamento do passeio sul. Esta intervenção é fundamental para assegurar a adequada articulação entre as duas operações, garantindo um desenvolvimento viário coerente com a utilização prevista para o arruamento e o cumprimento dos regulamentos em vigor”.

Envolvem, também, entre outros, o “trabalho de adaptação da iluminação pública existente na fachada do edifício existente e alteração da alimentação para o armário de distribuição localizado na Rua Quinta da Armada” e a remoção de cablagem das fachadas do edifício existente

786 camas

A futura residência universitária de Braga, que está a ser construída na antiga fábrica de sabonetes Confiança, terá 786 camas, pelo que será “a maior residência estudantil pública em Portugal”. A obra foi adjudicada à construtora bracarense por 25,51 milhões de euros, verba que, agora, chega perto dos 26 milhões.

A futura residência de estudantes distribui-se por dois edifícios. Um deles resulta da reabilitação da antiga Fábrica Confiança, de valor histórico; e um segundo imóvel está a ser construído de raiz. “O maior desafio deste projeto é conciliar a preservação do edifício histórico com a construção do edifício de raiz, garantindo ao mesmo tempo funcionalidade, sustentabilidade e conforto para os futuros residentes”, assinala António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.

Este edifício de raiz terá 252 quartos individuais, 222 duplos – 19 dos quais adaptados a pessoas com mobilidade condicionada – e dois triplos também acessíveis, perfazendo um total de 476 unidades de alojamento para 702 residentes.

15 cozinhas comuns e seis salas de estudo

Este espaço vai ainda contemplar 15 cozinhas comuns, seis salas de estudo, uma ampla zona de convívio e refeições em open space voltada para o edifício existente, além de espaço exterior de lazer e lavandaria comum.

Desenvolvido segundo o “modelo de construção industrializada CREE”, o novo edifício assenta num sistema híbrido de madeira e betão que inclui vários componentes pré-fabricados: “escadas, estrutura e fachadas CREE, instalações sanitárias, paredes divisórias e racks MEP”, descreve o Grupo Casais num comunicado enviado às redações.

Entre as vantagens deste modelo de construção constam, detalha a construtora Casais, uma maior eficiência, redução de desperdício e melhor controlo de qualidade. Mais, prossegue, “a montagem em fábrica, com rastreabilidade total de cada componente ao longo da cadeia de produção até à execução, permite ainda a futura desmontagem e reaplicação dos elementos noutros contextos”.

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Elite mundial da investigação em finanças vai estar em Braga

10 June 2026 at 12:31

Entre hoje e sexta-feira, o Forum Braga recebe a Conferência Internacional da Financial Management Association (FMA), com 270 apresentações de académicos e profissionais de 34 países.

Segundo a Universidade do Minho, trata-se de um dos eventos mais prestigiados do mundo na área das finanças empresariais, regressando a Portugal após muitos anos, agora sob a coordenação de Manuel Rocha Armada, da Escola de Economia, Gestão e Ciência Política da Universidade do Minho, e tendo um recorde de quase 700 artigos científicos submetidos inicialmente.

O programa destaca na sexta-feira, às 11:30, o painel sobre ‘fintech’ com Vítor Constâncio (antigo ministro e presidente do Banco Central Europeu), Cláudia Custódio e Gilles Chemla (ambos do Imperial College). Pouco antes, às 10:00, terá lugar a palestra do orador convidado Alex Edmans, da London Business School e Wharton School, sobre governança ESG (ambiental, social e corporativa).

Na quinta-feira, merece ênfase o painel sobre finanças e clima, às 14:45, com Pedro Matos, Ian Appel (ambos da University of Virginia) e Philipp Krueger (Swiss Finance Institute), seguindo-se às 16:45 a intervenção da oradora convidada Victoria Ivashina, da Harvard Business School.

Esta conferência da FMA International é um fórum de referência global na discussão e partilha de investigação e prática profissional sobre tendências, desafios e inovações no setor financeiro (empresas e mercados). Além dos painéis especiais e das 88 sessões científicas, inclui mentorias para estudantes de doutoramento no primeiro dia, além de oportunidades de networking e momentos sociais, reforçando a ligação entre a academia e o mercado.

A comissão coordenadora inclui apenas portugueses, refletindo a sua reconhecida capacidade organizativa e científica neste âmbito: além de Manuel Rocha Armada, foram por este escolhidos Cláudia Custódio (Imperial College), Pedro Matos (University of Virginia Darden) e Cesário Mateus (Aalborg University).

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UMinho e Bosch lançam novo curso

9 June 2026 at 12:09

A Universidade do Minho e a Bosch de Braga assinaram um acordo no âmbito da parceria estratégica existente entre as duas instituições, com vista à criação de um novo curso, que reforçará o compromisso de ambas as entidades com a qualificação e valorização do conhecimento aplicado.

Em comunicado, a academia minhota adianta que uma comitiva de docentes da universidade, liderada pela vice-reitora para a Educação e Organização Académica, Cristina Dias, esteve nas instalações da Bosch, em Braga, para uma visita focada na criação e desenvolvimento de um curso não conferente de grau creditado, com conteúdos curriculares relacionados com a as compras estratégicas e metodologias de aquisição focadas no custo total de propriedade, na mitigação de riscos e nas parcerias geradoras de valor e competitividade.

De acordo com a mesma fonte, o curso tem a colaboração de diversas unidades orgânicas de ensino e investigação da UMinho, nomeadamente as escolas de Engenharia; Economia, Gestão e Ciência Política; Direito; Psicologia e Ciências, e do Instituto de Ciências Sociais. Esta diversidade disciplinar contribui para uma abordagem multidimensional e pluridisciplinar, assegurando uma reflexão abrangente sobre os desafios e oportunidades associados à criação deste novo programa formativo.

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A tendência de unhas que vai dominar o verão no Minho — e aguenta praia, piscina e romarias

9 June 2026 at 11:32

Entre os dias de praia em Esposende, as tardes de piscina, os fins de semana no Gerês, os casamentos de verão e as romarias que enchem as ruas do Minho, há uma tendência de manicure que promete acompanhar tudo sem perder elegância: unhas de verão luminosas, com acabamento brilhante, translúcido e sofisticado.

Não falamos de uma nail art exagerada, difícil de combinar ou demasiado marcada para o dia a dia. A tendência que está a ganhar força é mais subtil, mais prática e muito mais versátil: unhas com efeito “glow”, tons leitosos, nude rosado, pêssego suave, coral translúcido, branco cremoso, acabamento glass, brilho cromado discreto ou aquele efeito glazed que parece refletir a luz sem esforço.

São unhas bonitas para usar com sandálias, vestidos de festa, pele bronzeada, looks de praia e até nos dias de trabalho. Mas há um detalhe importante: para aguentarem água, calor, areia, cloro, festas e noites longas, a tendência não depende apenas da cor escolhida. Depende sobretudo da técnica.

A manicure luminosa é a aposta mais segura do verão

Todos os verões há cores que regressam: coral, branco, rosa, vermelho aberto, laranja, lilás e tons pastel. Ainda assim, a grande diferença deste ano está no acabamento. Mais do que uma cor intensa, a tendência aponta para unhas com aspeto limpo, brilhante e cuidado.

O efeito pode variar entre o nude luminoso, o branco leitoso, o rosa translúcido, o pêssego com brilho, o chrome suave ou o acabamento gelatinoso tipo jelly nails. O resultado é uma manicure elegante, fresca e fácil de adaptar a diferentes idades, estilos e ocasiões.

No Minho, esta versatilidade faz todo o sentido. A mesma manicure precisa de funcionar num almoço de família, numa ida à praia, numa festa popular, num casamento, numa esplanada ao fim da tarde ou numa romaria em que o visual tem de resistir durante várias horas.

É por isso que as unhas luminosas estão a tornar-se uma escolha tão forte: têm impacto visual, mas não cansam; brilham, mas não exageram; parecem cuidadas, mesmo quando o look é simples.

Porque esta tendência combina tão bem com o verão no Minho

O verão minhoto tem uma energia muito própria. Há praia no litoral, festas nas aldeias, romarias históricas, casamentos, procissões, arraiais, concertos, dias de calor e noites que pedem produção extra.

As unhas acabam por ser um detalhe pequeno, mas muito visível. Aparecem nas fotografias, nos brindes, nos vídeos, nos gestos do dia a dia e até nos pormenores dos acessórios. Uma manicure luminosa funciona precisamente porque valoriza as mãos sem roubar protagonismo ao resto do visual.

Os tons leitosos e rosados combinam com vestidos florais, linho, branco, dourado, prateado e bronzeado. Os acabamentos cromados suaves dão um toque mais moderno. Os tons coral e pêssego ficam bem com sandálias e roupas coloridas. Já o brilho glass é perfeito para quem quer uma manicure discreta, mas com ar tratado.

É uma tendência que tanto pode ser usada por quem gosta de unhas curtas e naturais como por quem prefere formato amendoado, quadrado suave ou unhas um pouco mais compridas.

O segredo não está apenas na cor

A maior ilusão sobre uma manicure bonita é pensar que tudo se resume ao tom escolhido. Na prática, a durabilidade de uma manicure com verniz gel depende muito mais da preparação, da aplicação e da catalisação do que da cor propriamente dita.

No verão, isso torna-se ainda mais evidente. O contacto frequente com água, cloro, areia, protetor solar, cremes, calor e pequenos impactos pode acelerar o desgaste da manicure. Quando a aplicação não é bem feita, surgem mais facilmente levantamentos, perda de brilho, lascas nas pontas ou aquele aspeto baço que faz a unha parecer menos cuidada.

Por isso, uma manicure de verão com acabamento luminoso precisa de três coisas: boa preparação da unha, produtos adequados e catalisação correta.

Preparação da unha: o passo que decide quase tudo

Antes da cor, vem a preparação. E este é um dos passos mais importantes para quem quer unhas bonitas durante mais tempo.

A unha deve estar limpa, seca e sem resíduos de óleo, creme ou humidade. A cutícula deve ser trabalhada com cuidado e a superfície da unha deve ser preparada de forma adequada, sem agressividade excessiva. Quando há oleosidade ou resíduos na placa ungueal, o verniz gel pode não aderir tão bem.

Também é importante respeitar a espessura das camadas. Camadas demasiado grossas podem parecer uma forma rápida de obter mais cobertura, mas, na realidade, podem comprometer a cura do produto e reduzir a durabilidade. O ideal é trabalhar com camadas finas, uniformes e bem catalisadas.

A selagem da ponta da unha é outro detalhe essencial. Muitas manicures começam a lascar precisamente na extremidade, sobretudo no verão, quando há mais contacto com água, areia, malas, telemóveis, toalhas e acessórios.

Top coat: o verdadeiro responsável pelo brilho de verão

Se a tendência é luminosa, o top coat torna-se protagonista. É ele que dá o acabamento final, protege a cor e ajuda a manter o brilho durante mais tempo.

Para uma manicure de verão, o top coat deve ser escolhido de acordo com o resultado pretendido. Pode ser um acabamento muito brilhante, um efeito glass, um brilho mais espelhado, um toque cromado ou até um resultado leitoso e delicado. O importante é que seja compatível com o sistema utilizado e aplicado corretamente.

Um bom top coat também ajuda a proteger a cor do desgaste diário. Isto é especialmente importante em tons claros, translúcidos ou leitosos, onde qualquer alteração de brilho ou pequeno risco pode notar-se mais facilmente.

Catalisador LED/UV: o detalhe técnico que muita gente subestima

Quando se fala de verniz gel, há um equipamento que não deve ser escolhido ao acaso: o catalisador. É ele que permite a cura do produto, através da luz LED ou UV, e influencia diretamente a resistência, o brilho e a durabilidade da manicure.

Um catalisador de unhas LED/UV adequado deve ter potência, distribuição de luz e compatibilidade com os produtos utilizados. Quando a catalisação é insuficiente, a manicure pode parecer seca à superfície, mas não estar corretamente curada em profundidade. Isso pode afetar o acabamento, a resistência e a duração do resultado.

Este ponto é especialmente importante no verão, porque a manicure vai ser sujeita a mais agressões externas. Praia, piscina, calor, água salgada, cloro e atrito exigem uma aplicação tecnicamente mais cuidada.

Para profissionais e consumidoras exigentes, escolher produtos de manicure e equipamentos em lojas especializadas, como a Presença de Luxo, pode fazer diferença. A loja reúne verniz gel, top coats, bases, acessórios e equipamentos técnicos para manicure, incluindo catalisadores LED/UV, pensados para quem procura resultados mais consistentes e duradouros.

Praia, piscina e romarias: o teste final à manicure

Uma manicure pode ficar perfeita no momento da aplicação e perder impacto poucos dias depois se não estiver preparada para a rotina real do verão.

Na praia, a areia cria atrito. Na piscina, o cloro pode contribuir para desgaste visual. Nas romarias e festas populares, há mais movimento, calor, fotografias, refeições ao ar livre, acessórios, malas e contacto constante com objetos. Tudo isto exige uma manicure resistente, mas também fácil de manter bonita.

É por isso que a tendência das unhas luminosas funciona tão bem. Mesmo quando a unha cresce ligeiramente, os tons translúcidos e leitosos disfarçam melhor a diferença junto à cutícula do que cores muito escuras ou contrastantes. Além disso, o acabamento brilhante dá uma sensação constante de frescura e cuidado.

Para quem quer uma opção elegante e prática, os tons nude rosado, branco leitoso, pêssego translúcido e chrome suave são escolhas seguras. Para quem prefere algo mais vibrante, coral, rosa quente e laranja suave continuam a ser apostas muito fortes para o verão.

A nova atenção que profissionais devem ter em 2026

O setor das unhas também está mais atento à segurança, à composição dos produtos e à conformidade com a legislação europeia. Desde 1 de setembro de 2025, a União Europeia proibiu a utilização de TPO em produtos cosméticos, incluindo produtos usados em unhas de gel e verniz gel.

O TPO, identificado na lista de ingredientes como Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide, era usado em alguns produtos para ajudar no processo de cura sob luz LED ou UV. A sua proibição reforçou a importância de verificar rótulos, fornecedores e documentação técnica antes de utilizar ou comercializar produtos profissionais.

Para profissionais de estética, esta atenção é ainda mais importante. Trabalhar com marcas reconhecidas no mercado das unhas, como Andreia Professional e INOCOS, pode trazer maior segurança na escolha de vernizes gel, bases, top coats e produtos técnicos, desde que cada referência seja sempre confirmada através da lista de ingredientes atualizada e da informação disponibilizada pelo fornecedor.

Para consumidoras que fazem verniz gel em casa, a recomendação é simples: evitar produtos sem identificação clara, desconfiar de artigos sem lista de ingredientes acessível e privilegiar lojas especializadas, como a Presença de Luxo, que trabalhem com marcas profissionais e produtos adequados ao mercado europeu.

As cores que mais favorecem o verão

A tendência luminosa pode ser adaptada a vários estilos. Estas são algumas das opções que mais combinam com os meses quentes:

  • O branco leitoso é elegante, fresco e combina com tudo. Fica especialmente bonito em unhas curtas ou médias.
  • O nude rosado dá um aspeto cuidado e natural, ideal para quem quer uma manicure discreta, mas bonita.
  • O pêssego translúcido favorece peles bronzeadas e combina muito bem com looks de verão.
  • O coral suave é mais alegre, mas continua elegante. É uma boa opção para férias, festas e praia.
  • O chrome subtil acrescenta brilho moderno sem cair no exagero.
  • O acabamento glass cria um efeito limpo, polido e sofisticado, perfeito para quem quer unhas com aspeto saudável e luminoso.
  • O rosa translúcido continua a ser uma escolha segura para quem gosta de manicures femininas, delicadas e intemporais.

Unhas curtas também entram na tendência

Durante muito tempo, as tendências de unhas foram associadas a formatos longos e mais elaborados. Este verão, isso mudou. As unhas curtas, quadradas suaves ou arredondadas, estão entre as escolhas mais práticas e elegantes.

Além de serem mais confortáveis para férias, praia e rotina ativa, também reduzem o risco de partir ou lascar. Com acabamento luminoso, mesmo uma unha curta pode parecer sofisticada e muito cuidada.

Para quem trabalha com as mãos, pratica desporto, viaja muito ou prefere uma rotina mais simples, esta pode ser a melhor forma de aderir à tendência sem sacrificar conforto.

O que evitar para a manicure durar mais

Há pequenos erros que podem comprometer o resultado, sobretudo no verão.

Aplicar camadas muito grossas é um dos mais comuns. O produto pode não curar corretamente e a manicure fica mais vulnerável.

Usar produtos incompatíveis entre si também pode afetar a durabilidade. Base, cor e top coat devem funcionar bem em conjunto.

Ignorar os tempos de catalisação indicados é outro erro frequente. Cada produto tem necessidades próprias e nem todos os catalisadores têm o mesmo desempenho.

Também convém evitar mexer demasiado nas unhas logo após a aplicação ou expô-las de imediato a condições mais agressivas, como água prolongada, areia ou produtos oleosos.

Checklist para unhas bonitas durante todo o verão

  • Escolher uma cor luminosa e fácil de manter.
  • Preparar bem a unha antes da aplicação.
  • Aplicar camadas finas e uniformes.
  • Selar bem a ponta da unha.
  • Usar base e top coat compatíveis.
  • Respeitar os tempos de catalisação.
  • Verificar se os produtos estão conformes com a legislação europeia.
  • Preferir produtos profissionais ou de lojas especializadas.
  • Optar por formatos práticos, como curto, squoval ou amendoado suave.
  • Manter as cutículas cuidadas para prolongar o aspeto elegante da manicure.

A tendência perfeita para um verão cheio de planos

A manicure luminosa tem tudo para dominar o verão no Minho porque responde ao que muitas mulheres procuram nesta altura do ano: beleza, praticidade, brilho e resistência.

É suficientemente elegante para uma festa ou casamento, suficientemente discreta para o trabalho e suficientemente fresca para praia e piscina. Mas, para o resultado durar, a técnica é tão importante como a estética.Afinal, a unha que mais se destaca no verão não é apenas a mais bonita no primeiro dia. É aquela que continua cuidada depois dos mergulhos, das fotografias, das festas, das romarias e das noites longas que fazem do Minho um dos lugares mais vivos da estação.

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