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Campeão com a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1994, o ex-atacante Müller demonstrou desconfiança na capacidade do Brasil ir longe no Mundial deste ano, disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O comentarista apontou a falta de jogadores com o mesmo patamar técnico de Neymar e lamentou a lesão do atacante, que não vai estar disponível para a partida de estreia, contra o Marrocos.
Aos 34 anos, Neymar vem de seguidas lesões nas últimas temporadas. Às vésperas da Copa do Mundo, ele foi diagnosticado com uma lesão grau 2 na panturrilha direita e corre contra o tempo para ficar à disposição do técnico Carlo Ancelotti.
“A parte técnica do Neymar ninguém discute. A minha tristeza é que só tem um Neymar, e meia boca. Se a gente tivesse cinco ou seis, a gente estaria batendo de frente com a França, Espanha e Argentina, mas infelizmente não temos. Só temos um, que não será titular na Copa. Que ele entre em 20, 30 minutos, e que nesse pouco tempo, consiga fazer a diferença”, disse Müller, durante a live diária “Seleção Estadão”.
“A contusão de panturrilha é complicada, até pela idade do Neymar. O corpo já não responde como antes. Quando o jogador está na fase de transição ele faz movimentos básicos que são enganosos porque o jogador está controlando os movimentos e protegendo a perna contundida. O campo não. O campo denuncia, revela tudo. São coisas distintas”, comentou Müller. “O Neymar acho que vai voltar somente na segunda fase”, aposta.
O Brasil estreia na Copa do Mundo no sábado, 13, às 19 horas (de Brasília), contra o Marrocos, em Nova Jersey. O Grupo C do Mundial ainda conta com Haiti e Escócia.
A dançarina e atriz Rosiane Pinheiro, de 51 anos, voltou a reviver um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, a artista reproduziu a icônica capa da revista Playboy lançada em junho de 1998, ensaio que a consolidou nacionalmente como Musa da Copa.
As novas imagens foram compartilhadas nas redes sociais da artista, que apareceu usando um biquíni com as cores do Brasil em referência ao ensaio realizado durante o Mundial da França. Na publicação, Rosiane destacou o significado da homenagem e relembrou o reconhecimento conquistado há quase três décadas.
Segundo ela, foi a única mulher a receber o título de Musa da Copa do Mundo na história do torneio por meio de uma votação que envolveu jogadores e o público, representando a beleza da mulher brasileira.
Além de recordar a projeção alcançada naquele período, Rosiane também ressaltou a importância de sua participação na história da revista. Em 486 edições publicadas, apenas nove mulheres negras estamparam a capa da Playboy, e ela afirma ter sido a quarta negra a alcançar esse espaço.
A artista destacou ainda que, nos anos 1990, posar para a publicação era considerado um dos maiores símbolos de reconhecimento para modelos e celebridades brasileiras, representando o auge da visibilidade no meio artístico.
Quase três décadas depois, Rosiane afirmou que a experiência de recriar o ensaio foi marcada pela emoção e pelo orgulho. Para ela, apesar da passagem do tempo, permanecem características que marcaram sua trajetória, como autoestima, alegria, humildade e autenticidade.
A homenagem também celebrou uma coincidência simbólica de datas. A capa original foi lançada em 12 de junho de 1998. Exatamente 28 anos depois, em 12 de junho de 2026, a artista reproduziu o ensaio para entrar no clima da Copa do Mundo e demonstrar o mesmo orgulho de representar a essência da mulher brasileira.
A publicação rapidamente repercutiu entre seguidores, que compararam os registros feitos com quase três décadas de diferença e elogiaram a iniciativa da artista de revisitar um dos capítulos mais marcantes de sua carreira.
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 tem movimentado não apenas os torcedores, mas também uma série de celebridades que decidiram acompanhar o torneio diretamente dos Estados Unidos.
Entre compromissos profissionais, férias em família e viagens de luxo, nomes conhecidos da internet, da música e do esporte já começaram a mostrar os bastidores da competição nas redes sociais.
Anitta e Virginia já estão nos Estados Unidos
Uma das primeiras a chegar foi Anitta. A cantora embarcou rumo aos Estados Unidos em um jatinho particular acompanhada do irmão, Renan Machado, e da influenciadora Hariany Almeida. O grupo escolheu uma mansão em Los Angeles como base para os primeiros dias do Mundial e vem compartilhando momentos de lazer enquanto aguarda os jogos da Seleção.
Quem também está vivendo a experiência da Copa em território americano é Virginia Fonseca. A influenciadora desembarcou em Nova York para um compromisso profissional: ela integra a cobertura especial do torneio para o programa “Domingão”, comandado por Luciano Huck. Ao longo da viagem, Virginia tem mostrado os bastidores da rotina de gravações e dos passeios pela cidade.
A empresária não viajou sozinha. Ao seu lado estão os amigos Lucas Guedes e Hebert Gomes, que também vêm registrando a passagem pelos Estados Unidos e dividindo com os seguidores detalhes da viagem.
Trabalho, férias e cobertura do Mundial
Outra personalidade que uniu trabalho e futebol foi Karoline Lima. A influenciadora participa da cobertura realizada pela Rede Ronaldo e deverá circular por diferentes cidades-sede ao longo das próximas semanas. Nas redes sociais, ela já começou a compartilhar os preparativos para acompanhar os eventos ligados ao Mundial.
Já Maisa Silva aproveitou o período para transformar a viagem em férias ao lado da família. Hospedada em Nova York, a atriz publicou registros de passeios por Manhattan, visitas a pontos turísticos e até uma recepção especial preparada pelo hotel, com doces personalizados inspirados nas cores do Brasil.
Atletas também marcam presença
Os esportistas também marcaram presença na lista de brasileiros que cruzaram o continente para acompanhar a competição. O surfista Pedro Scooby e o jogador de vôlei Bruninho viajaram juntos para acompanhar os primeiros dias da Copa e vêm mostrando encontros, eventos e bastidores da experiência nos Estados Unidos.
Bruninho, inclusive, esteve recentemente entre os convidados de uma celebração organizada por Neymar em Santos, pouco antes da convocação oficial da Seleção para o Mundial.
Com a aproximação da estreia do Brasil, a expectativa é que outros famosos desembarquem nos Estados Unidos nos próximos dias. (FOLHAPRESS)
Hércules Brito Ruas, o Brito, como era conhecido, morreu nessa quinta-feira (11), no Rio, aos 86 anos. Brito foi zagueiro da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1966 e 1970.
A informação foi confirmada na página oficial do tricampeão do mundo nas redes sociais. Ele estava internado há pouco mais de uma semana, com um quadro de pneumonia.
O atleta começou a carreira no Vasco da Gama, seu time do coração. Depois de uma temporada emprestado ao Internacional, assumiu a posição de titular em 1960, com a responsabilidade de substituir Bellini, que havia sido bicampeão mundial com a seleção brasileira.
Convocado para Copa do Mundo de 1970, no México, foi titular em todos os jogos da conquista do tricampeonato do Brasil.
Formou a defesa da eterna seleção do Tri ao lado do volante Piazza. Juntos, foram campeões com vitória por 4 a 1 sobre a Itália no Estádio Azteca, na cidade do México.
A histórica formação de que o zagueiro fez parte era formada por: Félix; Carlos Alberto, Brito, Everaldo e Piazza; Clodoaldo, Rivellino e Gerson; Jairzinho, Pelé e Tostão.
Homenagem
O Vasco das Gama prestou homenagem ao atleta que defendeu o clube por vários anos em sua página nas redes sociais.
“Com o mais profundo pesar, recebemos a notícia do falecimento de Brito, um dos maiores zagueiros da história do Vasco da Gama. Hércules Brito Ruas tinha 86 anos, era vascaíno de berço e foi revelado em São Januário.
De acordo com o clube, Brito disputou 405 jogos e marcou 11 gols, em duas passagens: 1957 e de 1959 até 1969. Conquistou o Torneio de Paris de 57 e o Rio São Paulo de 66.
“Suas atuações e seu porte físico o levaram para a Seleção Brasileira, a qual defendeu em duas Copas do Mundo: 1966 e 1970, de onde saiu com o Tri-Mundial", destacou a postagem do cruzmaltino.
Hércules Brito Ruas, o Brito, como era conhecido, morreu nessa quinta-feira (11), no Rio, aos 86 anos. Brito foi zagueiro da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1966 e 1970.
A informação foi confirmada na página oficial do tricampeão do mundo nas redes sociais. Ele estava internado há pouco mais de uma semana, com um quadro de pneumonia.
O atleta começou a carreira no Vasco da Gama, seu time do coração. Depois de uma temporada emprestado ao Internacional, assumiu a posição de titular em 1960, com a responsabilidade de substituir Bellini, que havia sido bicampeão mundial com a seleção brasileira.
Convocado para Copa do Mundo de 1970, no México, foi titular em todos os jogos da conquista do tricampeonato do Brasil.
Formou a defesa da eterna seleção do Tri ao lado do volante Piazza. Juntos, foram campeões com vitória por 4 a 1 sobre a Itália no Estádio Azteca, na cidade do México.
A histórica formação de que o zagueiro fez parte era formada por: Félix; Carlos Alberto, Brito, Everaldo e Piazza; Clodoaldo, Rivellino e Gerson; Jairzinho, Pelé e Tostão.
Homenagem
O Vasco das Gama prestou homenagem ao atleta que defendeu o clube por vários anos em sua página nas redes sociais.
“Com o mais profundo pesar, recebemos a notícia do falecimento de Brito, um dos maiores zagueiros da história do Vasco da Gama. Hércules Brito Ruas tinha 86 anos, era vascaíno de berço e foi revelado em São Januário.
De acordo com o clube, Brito disputou 405 jogos e marcou 11 gols, em duas passagens: 1957 e de 1959 até 1969. Conquistou o Torneio de Paris de 57 e o Rio São Paulo de 66.
“Suas atuações e seu porte físico o levaram para a Seleção Brasileira, a qual defendeu em duas Copas do Mundo: 1966 e 1970, de onde saiu com o Tri-Mundial", destacou a postagem do cruzmaltino.
A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.
Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti).
Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.
Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.
As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.
Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.
A dois dias da estreia da Copa do Mundo contra Marrocos, a imprensa pôde acompanhar a seleção brasileira por 15 minutos, na manhã desta quinta-feira (11), no Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown. Durante as atividades o clima foi competitivo, mas também descontraído.
Ao longo do curto período aberto à imprensa, o técnico italiano Carlo Ancelotti não deu pistas da escalação da Amarelinha para o jogo de estreia contra os Leões do Atlas (apelido da equipe marroquina) no próximo sábado, às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C (que inclui também Escócia e Haiti).
Os atletas de linha foram distribuídos em três times para um trabalho em campo reduzido. Uma das equipes trocava passes de primeira e outra tentava interceptar a posse da bola. Quando isso ocorria, o terceiro grupo entrava imediatamente em ação, substituindo o primeiro.
Apesar de o treino ser recreativo, os jogadores demonstraram competitividade e inclusive reclamavam com os auxiliares de Ancelotti se não concordavam com a marcação de perda de posse, porém, sempre com bom humor. Os atacantes Endrick e Matheus Cunha e o meia Lucas Paquetá foram os mais descontraídos durante a atividade no CT do New York Red Bulls, time da Major League Soccer, principal liga profissional dos Estados Unidos.
As dúvidas sobre a escalação de Ancelotti para sábado (13) permanecem. Sem Wesley, cortado por lesão, Danilo e Ibañez são os candidatos a assumirem a lateral direita. Na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos acumularam minutos nos amistosos contra Panamá e Egito, cada um iniciando um dos jogos como titular. No setor ofensivo, Matheus Cunha, Lucas Paquetá, Luiz Henrique e Igor Thiago disputam vagas ao lado de Raphinha e Vinícius Júnior.
Somente Neymar continua fora de campo, recuperando-se de uma lesão na panturrilha direita que já o tornou desfalque nos amistosos. O atacante pode ser opção para o segundo jogo, contra o Haiti, no próximo dia 19 de junho (uma sexta-feira), às 21h30, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O último treino da seleção brasileira antes de enfrentar Marrocos será nesta sexta-feira (12), às 12h, novamente no CT Columbia Park. Em Copas anteriores, a atividade que antecedia ao jogo de estreia ocorria no próprio local da partida, mas Federação Internacional de Futebol (Fifa) determinou nesta edição que os gramados dos estádios fossem preservados.
O goleiro Alisson será o representante da Seleção Brasileira na entrevista coletiva desta quinta-feira (11), durante a última semana de preparação para a Copa do Mundo 2026. O jogador atenderá os jornalistas para falar sobre a expectativa para a estreia do Brasil, o trabalho realizado sob o comando de Carlo Ancelotti e os ajustes finais da equipe antes do início da competição.
A Seleção Brasileira deve iniciar a Copa do Mundo de 2026 repetindo uma base já conhecida do torcedor. Na estreia contra o Marrocos, no sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, o time comandado por Carlo Ancelotti tende a ter grande parte da formação utilizada no ciclo anterior.
A projeção indica a equipe com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.
Base do Catar ainda presente na nova formação
A comparação com a Copa do Mundo de 2022 mostra continuidade significativa no elenco. Na estreia contra a Sérvia, oito dos jogadores cotados para iniciar em 2026 também estiveram em campo naquele Mundial.
Além disso, o grupo atual mantém forte ligação com o ciclo anterior: 12 atletas que estiveram no elenco no Catar foram novamente convocados para a Copa de 2026, entre eles Alisson, Ederson, Weverton, Alex Sandro, Danilo, Marquinhos, Bruno Guimarães, Casemiro, Fabinho, Raphinha e Vinicius Júnior.
Seleção raramente repete base entre Copas consecutivas
Apesar dessa manutenção, a história mostra que o Brasil costuma mudar bastante suas escalações entre Mundiais seguidos. Em estreias de Copas consecutivas, a Seleção nunca repetiu mais de cinco jogadores entre os titulares.
O padrão já apareceu em diferentes gerações. Em 2006, cinco jogadores que estiveram na conquista de 2002 voltaram a ser titulares: Cafu, Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo.
Já em 2022, a Seleção repetiu cinco nomes que haviam iniciado a Copa de 2018: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Casemiro e Neymar.
A estreia contra o Marrocos abre a caminhada brasileira em busca do hexacampeonato no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México, em um grupo considerado um dos mais competitivos da primeira fase.
O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações — o campeonato mais importante do continente — a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial. Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.
Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.
“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).
قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي
Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.
Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar.
Abertura da Copa do Mundo
O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos. A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano.
Outros destaques
Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito. Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.
“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista.
O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália.
O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final.
“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva.
Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.
“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.
A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.
Seleções estreantes
Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.
A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem. Antes, o país ainda competia como Zaire.
— Federação Cabo-verdiana de Futebol (@fcfcomunica) June 4, 2026
Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.
Riscos
Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.
“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.
O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações — o campeonato mais importante do continente — a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial. Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.
Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.
“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022", lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).
قائمة المنتخب الوطني النسوي المستدعاة للتجمع الإعدادي
Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.
Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar.
Abertura da Copa do Mundo
O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos. A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano.
Outros destaques
Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito. Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.
“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista.
O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália.
O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final.
“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva.
Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.
“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.
A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.
Seleções estreantes
Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.
A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem. Antes, o país ainda competia como Zaire.
— Federação Cabo-verdiana de Futebol (@fcfcomunica) June 4, 2026
Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.
Riscos
Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.
“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.
Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança em um resultado positivo contra o Marrocos. A equipe comandada por Carlo Ancelotti entra em campo no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, Lula comentou a expectativa para a partida e afirmou acreditar em vitória brasileira. Em tom de brincadeira, o presidente lembrou previsões feitas em Copas anteriores que não se concretizaram, mas reforçou o otimismo com o desempenho da Seleção.
“Olha, sinceramente, o meu palpite é de que o Brasil vai ganhar. Eu já errei em 1982, em 1986, mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas acho que o Brasil vai ganhar”, disse Lula.
Brasil inicia caminhada em busca do hexacampeonato
A partida contra o Marrocos marcará o início da campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. O duelo será disputado em Nova Jersey e representa o primeiro compromisso da Seleção no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.
Apontado como o adversário mais forte do Grupo C, o Marrocos surge como o principal desafio da fase inicial para a equipe brasileira. O confronto também será o primeiro teste de Carlo Ancelotti em uma Copa do Mundo à frente da Seleção.
O Brasil chega ao Mundial em busca do sexto título da história. A estreia diante dos marroquinos é vista como um passo importante para as pretensões da equipe na competição, que reúne 48 seleções pela primeira vez.
Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.
A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.
Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.
Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.
Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.
El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.
E os culpados?
“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.
Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.
Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.
“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”
Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.
“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca
Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução
No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.
Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.
Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.
Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.
Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação
Campanha
Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.
Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.
Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.
Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.
Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação
Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, um levantamento da revista Forbes aponta Neymar como o jogador mais valorizado comercialmente entre os convocados da Seleção Brasileira. O atacante lidera o ranking com 20 contratos publicitários ativos.
Na sequência aparecem Vini Jr, com 16 parcerias comerciais, e Raphinha, com nove acordos. O estudo considera apenas atletas com contratos identificados pela publicação.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México e começa nesta quinta-feira (11). A Seleção Brasileira estreia no sábado (13), em meio à expectativa dentro e fora de campo.
Neymar lidera ranking de valor comercial da Seleção
Entre os convocados, o setor ofensivo concentra os jogadores mais valorizados no mercado publicitário. Além dos três primeiros colocados, Endrick também aparece entre os atletas com maior número de contratos comerciais.
Nem todos os 26 convocados integram o levantamento da Forbes. A publicação considera apenas jogadores com acordos publicitários ativos identificados, o que deixa parte do elenco fora da lista.
Ficaram fora do ranking nomes como Alex Sandro, Roger Ibañez, Douglas Santos, Fabinho, Igor Thiago e Rayan.
O atacante Wesley chegou a ser convocado, mas acabou cortado após lesão em amistoso contra o Egito. Para a vaga, o técnico Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, que também aparece no levantamento com contrato publicitário ativo.
Ranking dos jogadores da Seleção com mais contratos publicitários
A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.
O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).
Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5.
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução
Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.
Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.
As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).
Domínio glorioso
Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.
Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).
Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).
A convocação do volante Ederson para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por contusão, incluiu a Atalanta na história de participações da seleção brasileira em Mundiais. O clube italiano se tornou o 78º a ter um jogador representando o Brasil em Copa do Mundo. A lista completa reúne 23 equipes do país e 55 do exterior.
O elenco atual do técnico italiano Carlo Ancelotti inseriu seis novos clubes na estatística. A lista com os 26 nomes originalmente chamados pelo treinador já contava com representantes inéditos dos sauditas Al-Ahli (o zagueiro Ibañez) e Al-Ittihad (o volante Fabinho), dos ingleses Brentford (Igor Thiago) e Bournemouth (o também atacante Rayan) e do turco Fenerbahçe (o goleiro Ederson).
Se seguisse entre os convocados, Wesley seria o 11º atleta da Roma a vestir a camisa do Brasil em uma Copa. Entre os estrangeiros, o time italiano é o terceiro com mais representantes, ao lado do francês Paris Saint-Germain (PSG) e atrás somente dos espanhóis Real Madrid (14) e Barcelona (12). A Inter de Milão, também da Itália (nove), completa o top-5.
Ederson, volante da Atalanta (à esquerda na foto), foi convocado para o lugar do lateral-direito Wesley, cortado por lesão. O clube italiano é 78º a ter representantes brasileiros no Mundial - - Reuters/Daniele Mascolo/proibida reprodução
Considerando as ligas do exterior que cederam jogadores à seleção brasileira, a troca de Wesley por Ederson não impacta a liderança, que segue com a Itália. São 44 convocados desde 1982, quando o ex-volante Paulo Roberto Falcão, à época na Roma, abriu a porteira.
Para 2026, porém, o Campeonato Inglês foi o que mais teve jogadores chamados para vestir a camisa do Brasil: oito. A liga chegou a 34 convocados mundialistas pela seleção verde e amarela e assumiu o segundo lugar, ultrapassando a Espanha (33), que teve somente os atacantes Raphinha (Barcelona) e Vinícius Júnior (Real Madrid) lembrados desta vez.
As presenças de Ibañez e Fabinho incluíram a liga saudita entre as que tiveram jogadores chamados para representar a seleção brasileira em Copas. São 17 países diferentes. Além da Arábia e do trio que lidera a estatística, aparecem França (18), Alemanha (14), Portugal (nove), Japão, Ucrânia, Rússia (três cada), Turquia (dois), China, Uruguai, Grécia, Holanda, México e Canadá (um cada).
Domínio glorioso
Entre os clubes brasileiros, o Botafogo segue como o que mais teve nomes defendendo a Amarelinha em Mundiais. O volante Danilo Santos se tornou a 48º convocação do Glorioso, que é seguido pelo São Paulo (46). O Flamengo, com as presenças dos zagueiros Danilo e Léo Pereira, do lateral-esquerdo Alex Sandro e do meia Lucas Paquetá na edição deste ano, aparece em terceiro, com 39 representantes, abrindo vantagem para os rivais Vasco, com 35, e Fluminense, com 32.
Outras 19 equipes do país tiveram atletas defendendo o Brasil em Copas desde 1930. O Santos, graças ao atacante Neymar, chegou a 25 nomes e ultrapassou o Palmeiras (24).
Sem representantes no elenco de 2026, Corinthians (23), Atlético-MG (12) e Cruzeiro (11) completam o top-10. E a lista ainda reúne Grêmio (nove), Internacional (oito), Portuguesa (seis), Ponte Preta (cinco), Bangu, São Cristóvão (ambos quatro), América-RJ (três), Guarani, Ypiranga-RJ (dois), Americano-RJ, Americano-RS, Athletico-PR e Portuguesa Santista (um cada).
Com a aproximação da Copa do Mundo, o governo federal deve anunciar nos próximos dias as regras que irão disciplinar o funcionamento dos órgãos públicos durante os jogos da Seleção Brasileira. A expectativa é que sejam divulgadas orientações específicas para o expediente dos servidores nos dias em que o Brasil entrar em campo ao longo do torneio, que começa oficialmente nesta quinta-feira (11).
A equipe brasileira faz sua estreia no Mundial no próximo sábado (13), diante do Marrocos, às 19h, no horário de Brasília. Como a partida ocorre durante o fim de semana, não há impacto direto sobre o funcionamento da administração pública.
Já os outros dois compromissos da Seleção na fase de grupos estão marcados para dias úteis. O Brasil enfrenta o Haiti em 19 de junho, uma sexta-feira, e volta a campo em 24 de junho, uma quarta-feira, quando encara a Escócia. Por coincidirem com o expediente regular dos órgãos públicos, as partidas podem levar à adoção de horários especiais de trabalho.
Distrito Federal avalia possíveis alterações
Enquanto aguarda a definição do governo federal, o Governo do Distrito Federal (GDF) também discute medidas para adequar o funcionamento dos serviços públicos durante os jogos da Seleção.
A possibilidade de decretar ponto facultativo nos dias das partidas está em análise pela administração distrital. Segundo a governadora Celina Leão (PP), a decisão dependerá dos horários dos confrontos e da necessidade de manter o atendimento à população.
De acordo com a chefe do Executivo local, a elaboração do cronograma levará em consideração tanto o interesse dos servidores em acompanhar os jogos quanto a continuidade dos serviços considerados essenciais.
“Uma coisa que a gente não pode deixar é a população sem assistência, mas também não vamos privar. Acho que o bom senso vai caber nesse cronograma que nós vamos fazer”, afirmou a governadora.
A expectativa é que as definições sobre eventuais mudanças no expediente sejam divulgadas antes dos próximos jogos da Seleção Brasileira na competição.
A dois dias do início da Copa do Mundo de 2026, Goiânia se prepara para receber uma série de eventos voltados à transmissão dos jogos da Seleção Brasileira. Com expectativa de reunir milhares de torcedores ao longo do torneio, espaços da capital apostam em programações que combinam futebol, shows e experiências temáticas para atrair o público durante a competição.
Entre os principais projetos está a parceria entre a Copa Experience e a Arena N1, que ocupará o Centro Cultural Oscar Niemeyer. O local será transformado em uma arena voltada para a exibição das partidas do Brasil, com estrutura dedicada ao entretenimento e apresentações musicais em datas específicas do Mundial.
No dia 13, durante o confronto entre Brasil e Marrocos, os shows serão de Israel Novaes e Kamisa 10. Já em 19 de junho, quando a Seleção enfrenta o Haiti, a programação prevê apresentações de Marcos e Belutti e Ju Marques. No dia 24, durante a partida contra a Escócia, o cantor Xande de Pilares será a atração principal. Caso o Brasil avance à próxima fase, Matheus Fernandes comandará o palco em 29 de junho.
Programação vai além dos dias de jogos
Além das transmissões da Seleção Brasileira, o espaço receberá uma agenda própria de atrações entre os dias 11 e 19 de junho. Estão confirmados artistas como Emicida, que se apresenta ao lado de Mano Brown, Marina Sena, Fernando e Sorocaba, Hungria, Tribo da Periferia, Planta e Raiz, Maskavo, Grelo, Léo Foguete, Dos Rosa, Traplaudo e Kamisa 10.
A estrutura contará ainda com área infantil equipada com atividades recreativas e jogos eletrônicos, além do Museu do Futebol, espaço voltado à história e à cultura do esporte.
Outra iniciativa prevista para o período é o Copa na Arquibancada, organizado pela B2 Eventos no Espaço Dois Ipês. O projeto terá transmissões em telões, ambientação temática e programação musical. Entre as atrações já anunciadas estão Dilsinho, Japa NK, Benzadeus e Thauane.
Segundo os organizadores, os ingressos serão comercializados em modalidades individuais e também em pacotes que incluem cinco partidas da Seleção Brasileira e a final da Copa do Mundo. A capacidade do espaço será limitada.
Capital terá três grandes pontos de transmissão
O Portão 62 também terá programação especial durante a competição. O estabelecimento promoverá eventos nos dias dos jogos da Seleção Brasileira, com transmissões em telões e atrações musicais após as partidas.
Na estreia contra o Marrocos, o público contará com apresentações do Pagode do Boy e do DJ Daniel de Mello. No segundo compromisso do Brasil, diante do Haiti, a programação terá participação do DJ Rodrigo Lagoa. Já após o duelo contra a Escócia, o show ficará por conta do grupo Pagode do PDA.
O espaço disponibilizará mesas com consumação inclusa mediante reserva antecipada. Caso haja vagas remanescentes, também será permitida a entrada avulsa, sujeita à capacidade máxima do local.
Além de Goiânia, a Arena N1 será realizada simultaneamente em Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. De acordo com a organização, as cidades participantes serão mencionadas durante as transmissões oficiais das partidas pelas emissoras detentoras dos direitos de exibição.
Com diferentes formatos de evento e programação distribuída ao longo do torneio, Goiânia terá ao menos três grandes polos de transmissão da Copa do Mundo de 2026: o Centro Cultural Oscar Niemeyer, com a Copa Experience e Arena N1, o Espaço Dois Ipês, com o Copa na Arquibancada e o Portão 62. A expectativa dos organizadores é aproveitar o interesse dos torcedores pela competição para reunir público em experiências que vão além da exibição dos jogos.
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 tem levado empresas brasileiras a discutir formas de compatibilizar a rotina de trabalho com os jogos da Seleção Brasileira. Embora a maior parte das partidas da fase de grupos esteja marcada para o período da noite, entre 19h e 22h, setores com funcionamento contínuo, como comércio, serviços e indústria, já avaliam medidas para evitar impactos na produtividade e no clima organizacional.
A mobilização em torno do torneio costuma influenciar o ambiente corporativo, especialmente em um país onde o futebol desperta grande interesse popular. Para muitas empresas, o desafio é encontrar soluções que permitam aos trabalhadores acompanhar os jogos sem comprometer as atividades da organização.
Segundo o advogado trabalhista Lucas Aguiar, a legislação brasileira não prevê a interrupção obrigatória do expediente durante as partidas da Copa do Mundo. Dessa forma, cabe a cada empresa decidir se haverá ou não flexibilização da jornada.
“Ignorar a expectativa criada em torno dos jogos da Seleção pode gerar desmotivação e queda de rendimento. Por outro lado, qualquer flexibilização exige planejamento para evitar prejuízos operacionais e riscos trabalhistas”, explica.
Especialista explica que a legislação não obriga a liberação dos funcionários durante as partidas da Seleção, mas permite acordos para compensação de horas e flexibilização da jornada | Foto: Divulgação
O advogado trabalhista ressalta que assistir aos jogos não é um direito garantido pela legislação trabalhista. Ainda assim, as empresas podem adotar mecanismos para permitir que os colaboradores acompanhem as partidas, desde que observem as regras previstas em lei.
Entre as alternativas mais utilizadas estão o abono das horas, sem necessidade de compensação, e a dispensa temporária da jornada com posterior reposição do período não trabalhado. A escolha do modelo depende da realidade de cada organização e da viabilidade operacional de cada setor.
Aguiar destaca que todas as medidas devem ser formalizadas e comunicadas de maneira clara aos funcionários. Nos casos em que existe banco de horas, a compensação deve seguir os critérios definidos em acordos individuais ou coletivos. Quando esse mecanismo não está formalmente instituído, a reposição das horas precisa ocorrer dentro do mesmo mês, respeitando o limite legal de dez horas de trabalho por dia.
E no home office?
As orientações também se aplicam aos profissionais que atuam em regime de home office. De acordo com o advogado, o trabalho remoto não elimina a necessidade de controle da jornada nem altera as regras relacionadas à compensação de horas.
“O registro adequado da jornada continua sendo essencial, independentemente do local onde o trabalho é realizado. Isso evita problemas futuros e possíveis questionamentos trabalhistas”, afirma.
Para o especialista, a flexibilização da jornada durante a Copa pode trazer benefícios para empresas e trabalhadores. Além de favorecer o engajamento das equipes, a medida contribui para um ambiente organizacional mais positivo e fortalece a relação entre empregadores e colaboradores.
Nesse cenário, a adaptação do expediente durante os jogos da Seleção passa a ser vista por muitas empresas não apenas como uma concessão pontual, mas como uma estratégia de gestão voltada ao equilíbrio entre produtividade, bem-estar e satisfação dos funcionários.