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Goiânia terá eventos com shows e telões para os jogos do Brasil na Copa de 2026

A dois dias do início da Copa do Mundo de 2026, Goiânia se prepara para receber uma série de eventos voltados à transmissão dos jogos da Seleção Brasileira. Com expectativa de reunir milhares de torcedores ao longo do torneio, espaços da capital apostam em programações que combinam futebol, shows e experiências temáticas para atrair o público durante a competição.

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Entre os principais projetos está a parceria entre a Copa Experience e a Arena N1, que ocupará o Centro Cultural Oscar Niemeyer. O local será transformado em uma arena voltada para a exibição das partidas do Brasil, com estrutura dedicada ao entretenimento e apresentações musicais em datas específicas do Mundial.

No dia 13, durante o confronto entre Brasil e Marrocos, os shows serão de Israel Novaes e Kamisa 10. Já em 19 de junho, quando a Seleção enfrenta o Haiti, a programação prevê apresentações de Marcos e Belutti e Ju Marques. No dia 24, durante a partida contra a Escócia, o cantor Xande de Pilares será a atração principal. Caso o Brasil avance à próxima fase, Matheus Fernandes comandará o palco em 29 de junho.

Programação vai além dos dias de jogos

Além das transmissões da Seleção Brasileira, o espaço receberá uma agenda própria de atrações entre os dias 11 e 19 de junho. Estão confirmados artistas como Emicida, que se apresenta ao lado de Mano Brown, Marina Sena, Fernando e Sorocaba, Hungria, Tribo da Periferia, Planta e Raiz, Maskavo, Grelo, Léo Foguete, Dos Rosa, Traplaudo e Kamisa 10.

A estrutura contará ainda com área infantil equipada com atividades recreativas e jogos eletrônicos, além do Museu do Futebol, espaço voltado à história e à cultura do esporte.

Outra iniciativa prevista para o período é o Copa na Arquibancada, organizado pela B2 Eventos no Espaço Dois Ipês. O projeto terá transmissões em telões, ambientação temática e programação musical. Entre as atrações já anunciadas estão Dilsinho, Japa NK, Benzadeus e Thauane.

Segundo os organizadores, os ingressos serão comercializados em modalidades individuais e também em pacotes que incluem cinco partidas da Seleção Brasileira e a final da Copa do Mundo. A capacidade do espaço será limitada.

Capital terá três grandes pontos de transmissão

O Portão 62 também terá programação especial durante a competição. O estabelecimento promoverá eventos nos dias dos jogos da Seleção Brasileira, com transmissões em telões e atrações musicais após as partidas.

Na estreia contra o Marrocos, o público contará com apresentações do Pagode do Boy e do DJ Daniel de Mello. No segundo compromisso do Brasil, diante do Haiti, a programação terá participação do DJ Rodrigo Lagoa. Já após o duelo contra a Escócia, o show ficará por conta do grupo Pagode do PDA.

O espaço disponibilizará mesas com consumação inclusa mediante reserva antecipada. Caso haja vagas remanescentes, também será permitida a entrada avulsa, sujeita à capacidade máxima do local.

Além de Goiânia, a Arena N1 será realizada simultaneamente em Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. De acordo com a organização, as cidades participantes serão mencionadas durante as transmissões oficiais das partidas pelas emissoras detentoras dos direitos de exibição.

Com diferentes formatos de evento e programação distribuída ao longo do torneio, Goiânia terá ao menos três grandes polos de transmissão da Copa do Mundo de 2026: o Centro Cultural Oscar Niemeyer, com a Copa Experience e Arena N1, o Espaço Dois Ipês, com o Copa na Arquibancada e o Portão 62. A expectativa dos organizadores é aproveitar o interesse dos torcedores pela competição para reunir público em experiências que vão além da exibição dos jogos.

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Sumar reclama a Albares que llame a consultas a la embajadora de Marruecos por el asesinato de miembros del Polisario

9 June 2026 at 12:32
El diputado de Sumar-Compromís en el Congreso, Alberto Ibáñez, durante una rueda de prensa parlamentaria este martes

El Grupo Parlamentario Sumar, a través del diputado de Sumar-Compromís en el Congreso, Alberto Ibáñez, reclamó al ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel Albares, la llamada a consultas de la embajadora de Marruecos en España, Karima Benyaich. Se insta al Gobierno, de la que forma parte Sumar, a que se le pidan explicaciones por el ataque con drones que en las últimas horas ha acabado con la vida de tres militantes del Frente Polisario. Expresó que hay una doble vara de medir por parte de los socialistas, dado que en mayo sí que hubo condena de unos ataques de la organización saharaui en la ciudad de Esmara, en el Sahara Occidental.

Este lunes, Marruecos protagonizó ese ataque que dejó entre los fallecidos al dirigente del Frente Polisario Lahbib Abdelazz, hijo del expresidente saharaui Mohamed Abdelaziz. Era para muchos el heredero de este movimiento secesionista de Marruecos. Ese ataque, por el que se han decretado tres días de luto, se dio en medio de una nueva visita del enviado personal de la Secretaría General de Naciones Unidas para el Sáhara Occidental, Staffan de Mistura, quien llegó el domingo a los campamentos de refugiados en el marco de una nueva gira diplomática.

En rueda de prensa desde el Congreso de los Diputados, Ibáñez, expresó su malestar por el silencio del Gobierno, añadido al del propio régimen de Mohamed VI. Hiló la cuestión con la visita del papa León XIV apenas 24 horas antes al hemiciclo. "Parece que el presidente Sánchez no ha escuchado al Papa, que ayer les dejó claro que los derechos humanos no se defienden solo cuando las banderas nos gustan y que hay que hacerlo tanto en Gaza y en Ucrania como en el Sáhara". La crítica de Ibáñez llega después de que desde el PSOE viesen en el discurso del pontífice un aval a las políticas migratorias y sociales del Gobierno, y "alineado" con sus posiciones sobre paz, multilateralismo o inmigración.

Ibáñez apremió al Gobierno a tomar cartas en el asunto, siguiendo la voluntad mayoritaria de la Cámara Baja, donde hay una mayoría –de izquierdas plurinacionales y de PP, así como de partidos nacionalistas– que ve necesaria la acción del Estado con el Sáhara por la "responsabilidad histórica en la descolonización".

La denuncia de Ibáñez no ha sido asilada. Su compañera de filas en el Congreso Tesh Sidi, de Más Madrid, consideró "especialmente llamativo" que mientras el PSOE condena rápidamente cualquier conflicto internacional de carácter similar, no lo haya hecho con esto.

🇪🇭El pasado 9 de mayo, @MAECgob salió corriendo a condenar los ataques, sin víctimas, del @Polisario_ en Esmara (ciudad saharaui ocupada). Hoy, Marruecos asesina a tres dirigentes saharauis.

Preguntamos a Exteriores si va a condenar a Marruecos con la misma rapidez y… pic.twitter.com/U03eQpYmRz

— Tesh Sidi🇪🇭 (@teshsidi) June 8, 2026

Ve "incompatible este silencio" respecto a "la condena que sí realizó la Embajada de España en Rabat el mes pasado" cundo se produjo ese ataque en Esmara. En el caso de Sidi, ella ha registrado un escrito en el Congreso dirigido a la Mesa. En él se insta al Gobierno a responder si tiene pensado condenar ese ataque y le interpela a comunicar qué medidas tomarán para contribuir al respeto al derecho internacional y del pueblo saharaui.

En Sumar siguen aún presionando al PSOE para desatascar la concesión de la nacionalidad española a los saharauis. Saben que la norma no les es cómoda, por el giro de posición del Gobierno respecto a Marruecos desde 2022. A finales de abril se constituyó la ponencia para abordar el asunto en comisión, el 18 de mayo se reunieron, y por el momento se desconocen más avances. En Sumar ven capacidad de negociación de enmiendas y de desbloqueo, pero recalcan que de enrocarse el PSOE, hay mayoría alternativa si el PP, que ha permitido avanzar el trámite hasta comisión, lo respalda.

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