Primeiro contacto diplomático europeu com Moscovo desde 2022

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Os embaixadores da França, do Reino Unido e da Alemanha – Nicolas de Riviere, Nigel Casey e Alexander Lambsdorff, respetivamente – estiveram no Ministério das Relações Exteriores da Rússia para uma reunião com um vice-ministro Mikhail Galuzin, segundo avança a agência russa TASS. Os enviados europeus entraram no Ministério sem fazer qualquer comentário à imprensa.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou esta quarta-feira que os embaixadores do Reino Unido, da França e da Alemanha – o chamado grupo E3 – tinham proposto uma reunião para discutir o conflito na Ucrânia. Lavrov também havia declarado, em março de 2024, que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia havia convocado os enviados de todos os países da União Europeia devido à participação destes na criação de um mecanismo para interferir nas eleições presidenciais russas, recorda a TASS. No entanto, os diplomatas da UE se recusaram a comparecer dois dias antes da reunião. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, classificou a atitude como uma perda de prestígio para os diplomatas profissionais.
Em meio às crescentes tensões diplomáticas sobre a Ucrânia, a Rússia atendeu assim a um pedido dos embaixadores do E3 para se reunirem no Ministério das Relações Exteriores em Moscovo, embora Lavrov tenha minimizado a importância do encontro, classificando-o como um exercício de sondagem em vez de uma reabertura do diálogo. Um comunicado do Ministério confirmava o encontro, mas não fornecia mais detalhes.
Os líderes do E3, uma das principais fontes de apoio internacional à Ucrânia, reuniram-se com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Londres no último domingo, onde declararam apoiar o seu apelo a um cessar-fogo.
Na reunião em Downing Street, os quatro presentes concordaram que a atual linha de contacto entre as forças russas e ucranianas deveria ser o ponto de partida para as negociações.
📸 La 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐥𝐥𝐞 des Bleus pour la 𝐂𝐨𝐮𝐩𝐞 𝐝𝐮 𝐦𝐨𝐧𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 ! 🇫🇷#FiersdetreBleus pic.twitter.com/1iXN690Tjn
— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) June 6, 2026
Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).
Norway is coming🇳🇴 pic.twitter.com/SjESCYPLMd
— Fotballandslaget (@nff_landslag) June 4, 2026
A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.
Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).
Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.
Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.
Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.
The 48th and final team...
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026
🇮🇶 Iraq have qualified for the #FIFAWorldCup! pic.twitter.com/nDYdJZKyYx
A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.
Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.
O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.
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Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).
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A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.
Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).
Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.
Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.
Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.
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A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.
Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.
O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.



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