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Leon XIV: no podemos creer en Jesucristo y promover guerra

10 June 2026 at 21:30

Barcelona, 10 jun (Prensa Latina) No podemos creer en Jesucristo y promover la guerra, ni matar al inocente, dijo hoy el Papa Leon XIV en una ceremonia solemne en la Sagrada Familia de Barcelona.

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PHOTOS: Pope Leo honors Gaudi's Sagrada Familia masterpiece in Barcelona

Leo called Gaudí's unfinished temple, one of the world's most visited monuments, a "sign of unity and harmony for all of Spain," an ongoing building project like the lifelong journey all Christians make to find God.

Queda de bimotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

Logo Agência Brasil

A queda de um avião bimotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

Notícias relacionadas:

O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Matéria alterada às 16h23 para correção. O avião que caiu é um bimotor, e não um monomotor, como informado anteriormente. 

Queda de bimotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

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A queda de um avião bimotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

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O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Matéria alterada às 16h23 para correção. O avião que caiu é um bimotor, e não um monomotor, como informado anteriormente. 

CPCJ: Seis casos de trabalho infantil detetados em 2025

10 June 2026 at 15:41
Documento revela que casos investigados em 2025 estão relacionados a prática de exploração dos menores para a mendicidade. Quatro das seis ocorrências foram detetadas no Montijo.

© JOÃO RELVAS/LUSA

Ocorrências são frequentemente associadas a contextos de pobreza, exclusão social e fragilidade familiar

Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

Notícias relacionadas:

Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

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Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

¿Qué queda por construir? Las dos manzanas de viviendas que necesita la Sagrada Familia para ser terminada

Para los barceloneses, el conflicto entre la Sagrada Familia y sus vecinos de enfrente no es nuevo. El desacuerdo aparece de manera cíclica cada vez que la finalización del templo acecha: las edificaciones habitadas deberían ser expropiadas y demolidas para encajar la gran escalinata y la amplia avenida previstas en algunos planos.

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Fuente: Planos firmados en mayo de 1885 por el arquitecto Antoni Gaudí i Cornet. Archivo Municipal de Barcelona.Fuente: Proyecto de la plaza estelada alrededor de la Sagrada, Arquitecto Antoni Gaudí. Octubre 1916. Archivo Municipal de Barcelona.Documento de 1975 que certifica que la escalinata del templo no es de Antoni Gaudí. Asociación de Vecinos de la Sagrada Familia (vía La Vanguardia).

In Sicilia l’emergenza idrica è finita, ma l’acqua non lo sa

10 June 2026 at 03:45

«È tutto a posto, è tutto a posto». A sentire il presidente della Regione Siciliana Renato Schifani, l’estate 2026 non sarà quella torrida e assetata dell’anno precedente. Niente allarmi, niente emergenze, niente razionamenti. Si va verso la bella stagione «con serenità».

La rassicurazione arriva accompagnata dai numeri dell’Autorità di bacino: nelle dighe siciliane ci sono circa 580 milioni di metri cubi d’acqua, il 58 per cento in più rispetto allo stesso periodo del 2025. Le piogge hanno aiutato, alcuni interventi sono stati completati, i dissalatori di Trapani, Porto Empedocle e Gela vengono indicati come parte della soluzione. Insomma, il messaggio è chiaro: la Sicilia ha superato la fase critica.

Eppure, come spesso accade da queste parti, esiste una differenza tra la Sicilia raccontata nelle conferenze stampa e quella che esce dal rubinetto.

Perché mentre a Palermo si celebrano i risultati della cabina di regia regionale, in molte parti dell’isola cittadini, agricoltori e amministratori locali continuano a fare i conti con una situazione che assomiglia molto a un’emergenza. O, se si preferisce, a una normalità talmente degradata da essere diventata invisibile.

Basta fare un viaggio a tappe attraverso la Sicilia per accorgersi che la serenità evocata da Schifani non è ancora arrivata nelle case dei siciliani.

A Siracusa, per esempio, cento metri di strada raccontano meglio di qualsiasi relazione tecnica lo stato dell’emergenza idrica nell’isola.

Siamo alla Borgata, uno dei quartieri più popolari della città. Qui un intervento considerato fondamentale per ridurre le perdite della rete idrica è diventato una piccola odissea burocratica. Il tratto interessato è lungo poco più di cento metri, in via Trapani. Doveva essere il simbolo della lotta alle dispersioni d’acqua. È diventato il simbolo delle difficoltà che accompagnano ogni tentativo di mettere mano alle infrastrutture siciliane.

La storia inizia addirittura nel 2020, quando i tecnici del gestore Siam individuano quel tratto come uno dei più degradati dell’intera rete cittadina. Viene predisposto un progetto che tiene conto anche della presenza di possibili reperti archeologici: si prevede di scavare esattamente sopra la vecchia condotta per evitare sorprese. La Soprintendenza approva rapidamente.

Poi arrivano i fondi, gli aggiornamenti progettuali, le modifiche, le convenzioni tra enti, i cambi di tracciato. Il progetto originario viene modificato. Si decide di scavare in un punto diverso rispetto a quello previsto inizialmente.

E succede esattamente ciò che era stato previsto e che si voleva evitare: emergono reperti archeologici, la Soprintendenza blocca tutto e il cantiere si ferma.

Passano mesi. Circa quarantacinque giorni fa arriva il via libera per riprendere i lavori. Ma il cantiere resta fermo. Si parla di interferenze con la rete del gas. I residenti parlano apertamente di “cantiere fantasma”.

Il cartello all’ingresso dell’area indica una data di conclusione fissata al 27 marzo. Siamo a giugno.

È una vicenda locale, certo. Ma racconta molto bene il problema siciliano. Perché l’emergenza idrica non è soltanto una questione di piogge o di invasi pieni. È anche una questione di opere che non partono, lavori che si fermano, competenze che si sovrappongono e infrastrutture che continuano a invecchiare mentre la burocrazia procede con i suoi tempi.

Da Siracusa ci si può spostare dall’altra parte dell’isola, nella Sicilia occidentale, dove il paradosso assume contorni ancora più evidenti.

Qui il problema, denunciano gli agricoltori, non è soltanto la scarsità d’acqua. È che l’acqua disponibile spesso non riesce ad arrivare nei campi.

Ed è forse il caso più interessante per capire la differenza tra una crisi climatica e una crisi amministrativa. La prima dipende dalla mancanza di piogge. La seconda dipende dagli uomini.

Da mesi il mondo agricolo denuncia una situazione che appare difficilmente conciliabile con la narrazione di un’emergenza ormai superata. Le riserve negli invasi ci sono, sostengono gli operatori del settore, ma la rete di distribuzione continua a mostrare tutte le sue fragilità: condotte vecchie, guasti frequenti, manutenzioni giudicate insufficienti, turnazioni contestate e una programmazione che molti agricoltori definiscono inadeguata.

Il risultato è che l’acqua esiste, ma non sempre arriva dove serve.

È un paradosso che racconta molto della Sicilia. Per anni si è parlato di siccità come se fosse l’unica causa del problema. Ma quando le dighe si riempiono e i campi restano comunque senz’acqua, diventa difficile attribuire ogni responsabilità al clima.

Gli agricoltori della Sicilia occidentale raccontano una quotidianità fatta di prenotazioni per le irrigazioni, guasti improvvisi e rinvii continui. Se nel giorno assegnato la condotta presenta un problema, l’azienda deve rimettersi in coda e attendere una nuova disponibilità. Se il guasto si ripete, ricomincia da capo. Un sistema che molti descrivono come sorprendentemente arretrato per un comparto che dovrebbe rappresentare una delle eccellenze economiche dell’isola.

Le conseguenze non sono teoriche. Gli uliveti giovani rischiano di non ricevere le irrigazioni necessarie nelle fasi più delicate della crescita. Gli agrumeti entrano in stress idrico. Le colture orticole subiscono rallentamenti e perdite produttive. Alcuni produttori lamentano che perfino lo sviluppo di nuove colture ad alto valore aggiunto venga scoraggiato dall’incertezza sulla disponibilità dell’acqua.

Ogni giorno di ritardo nell’irrigazione significa minore produzione, maggiori costi e minori ricavi.

E qui emerge un’altra domanda che meriterebbe una risposta politica più che tecnica.

Se il governo regionale sostiene che l’emergenza è alle spalle, chi sta verificando che le infrastrutture siano effettivamente in grado di distribuire le risorse disponibili? Chi controlla lo stato delle reti? Chi misura l’efficienza degli investimenti effettuati negli ultimi anni?

Perché il vero indicatore della fine di una crisi non è il livello dell’acqua nelle dighe. È la capacità di portarla dove serve.

Da Siracusa alle campagne della Sicilia occidentale, fino ad arrivare all’Agrigentino. Cambiano le latitudini, ma non la sostanza.

A Canicattì, non si discute soltanto di acqua che manca. Si discute di acqua che arriva contaminata.

L’episodio più recente è finito sulle cronache locali e racconta molto del clima che si respira nei territori più colpiti dall’emergenza. Un autotrasportatore è stato denunciato dai carabinieri per commercio di sostanze alimentari nocive dopo essere stato sorpreso mentre scaricava migliaia di litri d’acqua destinati al consumo umano. Le analisi avrebbero riscontrato la presenza di batteri coliformi, escherichia coli ed enterococchi intestinali, rendendo l’acqua non conforme ai parametri previsti per il consumo.

È il punto di incontro tra due crisi che in Sicilia spesso camminano insieme: la scarsità d’acqua e il mercato parallelo che prospera quando il servizio pubblico non riesce a garantire una distribuzione regolare.

Quando l’acqua non arriva nelle case con continuità, infatti, aumenta inevitabilmente il ricorso alle autobotti private. E quando cresce la domanda in condizioni di emergenza, aumentano anche i rischi di irregolarità, controlli insufficienti e circuiti poco trasparenti.

Non è un caso che la stessa Aica, l’azienda che gestisce il servizio idrico nell’Agrigentino, abbia richiamato la necessità di rafforzare i controlli e di intensificare la collaborazione tra istituzioni, forze dell’ordine e amministrazioni locali. Alcuni Comuni della provincia hanno addirittura chiesto di mettere a disposizione autobotti della Protezione civile per garantire approvvigionamenti sicuri alla popolazione.

Anche qui, però, il punto non è il singolo episodio. Il punto è che un sistema idrico efficiente non dovrebbe costringere migliaia di cittadini a dipendere dalle autobotti per soddisfare un bisogno essenziale.

Perché quando l’acqua arriva attraverso mezzi straordinari anziché attraverso una rete ordinaria, significa che qualcosa si è già rotto molto prima.

L’acqua, quando arriva, costa carissima.

A ricordarlo è l’ultimo report di Federconsumatori Sicilia sulle tariffe del servizio idrico integrato nei capoluoghi dell’isola. Una fotografia impietosa che racconta come, in molti territori, i cittadini paghino cifre superiori alla media nazionale per ottenere un servizio che spesso continua a essere discontinuo e inefficiente.

La classifica parla da sola. Per una famiglia tipo che consuma 182 metri cubi d’acqua l’anno, Enna è la città più cara della Sicilia con una spesa annua di oltre 760 euro. Seguono Siracusa con 738 euro e Caltanissetta con 729 euro. Agrigento supera i 630 euro, Palermo i 540. Soltanto Catania e Messina si attestano sotto la media nazionale.

Il paradosso siciliano è tutto qui: si paga molto e si riceve poco. Secondo Federconsumatori, la ragione è strutturale. In Sicilia l’acqua viene pagata due volte. La prima all’ingrosso, attraverso Siciliacque, la società partecipata in larga maggioranza da soggetti privati che vende la risorsa ai gestori locali. La seconda al dettaglio, attraverso le bollette emesse dai singoli gestori del servizio.

Ma il dato più impressionante riguarda le perdite. In alcune aree dell’isola oltre la metà dell’acqua immessa nelle reti non arriva mai ai rubinetti. A Catania, in alcune gestioni, le dispersioni superano addirittura il 75 per cento. A Siracusa si sfiora il 70 per cento. Palermo perde oltre il 54 per cento dell’acqua distribuita, Messina il 54, Agrigento oltre il 50.

In pratica, una parte enorme dell’acqua acquistata, pompata e trasportata si disperde nel sottosuolo attraverso reti vecchie, danneggiate o insufficientemente manutenute.

E qui emerge un altro paradosso tutto siciliano. Mentre il presidente Schifani rivendica l’aumento delle riserve negli invasi, il vero problema continua a essere quello che accade dopo. L’acqua c’è. Il problema è portarla nelle case e nei campi senza perderne metà per strada. È come vantarsi di avere il serbatoio pieno mentre il motore perde carburante da ogni guarnizione.

Federconsumatori parla apertamente di un servizio costoso e di qualità insufficiente. E individua una delle cause anche nei ritardi accumulati nella riorganizzazione del sistema idrico regionale, tra commissariamenti, ricorsi amministrativi, affidamenti bloccati e investimenti rimasti sulla carta.

Così il viaggio attraverso la Sicilia dell’acqua restituisce sempre la stessa immagine. A Siracusa i cantieri si fermano. Nella Sicilia occidentale gli agricoltori aspettano l’acqua che non arriva nonostante gli invasi pieni. A Canicattì si moltiplicano i problemi legati all’approvvigionamento tramite autobotti. E in tutta l’isola i cittadini continuano a pagare bollette tra le più alte d’Italia per reti che disperdono quantità enormi di acqua.

L’emergenza, insomma, potrebbe essere finita nelle statistiche. Molto meno nella vita quotidiana dei siciliani.

A questo punto, dopo aver attraversato una Sicilia fatta di cantieri fermi, condotte che perdono, campagne senz’acqua, autobotti e bollette sempre più pesanti, resta da capire per chi, esattamente, l’emergenza idrica sia davvero finita.

Una risposta, in effetti, c’è.

Per i 918 siciliani che hanno vinto il bonus lavastoviglie.

Sì, esiste davvero. 

Mentre l’isola affrontava la peggiore crisi idrica della sua storia recente, il governo Schifani ha deciso di combatterla anche incentivando l’acquisto di lavastoviglie. Una misura pensata per favorire il risparmio idrico domestico e che oggi ha prodotto una graduatoria ufficiale: 918 cittadini riceveranno fino a 200 euro di contributo per l’acquisto dell’elettrodomestico.

Se c’è una categoria di siciliani che può guardare all’estate 2026 con assoluta serenità, almeno in cucina, è sicuramente la loro.

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Laís Caldas e Gustavo Marsengo mostram bastidores do parto da filha Alice

Os ex-BBBs, Laís Caldas e Gustavo Marsengo encantaram os fãs ao compartilhar um vídeo especial com registros do nascimento da primeira filha do casal, Alice. A bebê veio ao mundo no último sábado (6), e os ex-BBBs aproveitaram as redes sociais para mostrar momentos emocionantes da chegada da herdeira.

Na publicação, os dois celebraram a nova fase da família e descreveram a experiência como a descoberta de um amor ainda maior do que imaginavam sentir. O casal também deu as boas-vindas à filha com uma mensagem repleta de carinho, afirmando que a chegada da menina transformou completamente suas vidas.

Laís Caldas e Gustavo Marsengo dividiram com os seguidores momentos emocionantes do nascimento da filha Alice | Foto: Reprodução/Instagram

Além dos registros do parto, Laís e Gustavo fizeram questão de agradecer aos profissionais que acompanharam o nascimento de Alice. A homenagem incluiu a equipe médica da maternidade e a fotógrafa responsável por eternizar os momentos mais marcantes do dia.

A história de amor dos dois começou durante a participação no Big Brother Brasil 2022. O relacionamento seguiu firme após o reality, culminando no noivado anunciado em dezembro de 2023 e no casamento realizado em setembro de 2025.

Poucos meses depois da cerimônia, o casal revelou que estava esperando o primeiro filho. Agora, com a chegada de Alice, eles celebram o início de uma nova etapa ao lado da pequena.

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Coltivazione piante di papavero da oppio in zona vietata per la frana di Niscemi: due denunciati

9 June 2026 at 13:20

La scoperta ha sorpreso anche i carabinieri. In un’area impervia di Niscemi (Caltanissetta), sottoposta a interdizione dopo la frana del gennaio scorso, c’era una intera piantagione di piante di papavero da oppio. I militari dell’Arma hanno trovato una coltivazione di circa 720 piante di Papaver somniferum.

Il ritrovamento è avvenuto nel corso di un’operazione condotta dai militari dello squadrone eliportato Cacciatori Sicilia, con il supporto dei carabinieri della Stazione locale. La zona, caratterizzata da fitta vegetazione e condizioni di difficile accesso, è risultata completamente isolata e rientra tra quelle interdette per motivi di sicurezza legati al dissesto del terreno.

Secondo quanto ricostruito dagli investigatori, le piante si trovavano in avanzato stato di maturazione e sarebbero servite alla produzione di sostanze stupefacenti. I carabinieri hanno denunciato alla Procura di Gela un uomo di 57 anni e una donna di 48 anni, entrambi residenti a Niscemi, ritenuti responsabili della coltivazione. Su disposizione dell’autorità giudiziaria, l’intera piantagione è stata sequestrata.

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Frana di Niscemi, Musumeci non risponde ai pm: indagati anche Schifani, Crocetta e Lombardo

9 June 2026 at 10:32

Ha scelto di avvalersi della facoltà di non rispondere il ministro per la Protezione civile Nello Musumeci, convocato dalla Procura di Gela nell’ambito dell’inchiesta sulla frana che lo scorso gennaio ha colpito Niscemi, provocando il crollo di un costone roccioso e trascinando a valle abitazioni, mezzi e decine di immobili. L’ex presidente della Regione Siciliana, iscritto nel registro degli indagati insieme ad altre dodici persone, ha depositato una memoria difensiva davanti ai magistrati. La stessa scelta era stata compiuta nei giorni scorsi dall’attuale governatore della Sicilia Renato Schifani e dall’ex presidente Rosario Crocetta. Resta invece ancora da sentire l’altro ex governatore coinvolto nell’inchiesta, Raffaele Lombardo.

L’indagine, coordinata dal procuratore di Gela Salvatore Vella e dalla pm Maddalena Guglielmini, punta a ricostruire una catena di presunte omissioni che si sarebbe protratta per oltre vent’anni. Oltre ai quattro presidenti della Regione che si sono succeduti alla guida dell’isola, risultano indagati anche dirigenti e funzionari della Protezione civile regionale e dell’amministrazione siciliana che, a vario titolo, hanno avuto competenze sulla gestione del rischio idrogeologico nell’area.

Secondo gli investigatori, la prima fase dell’inchiesta riguarda la mancata realizzazione delle opere di mitigazione previste dopo il grande evento franoso del 1997. Interventi che, secondo la Procura, avrebbero potuto impedire o quantomeno ridurre gli effetti del nuovo cedimento verificatosi a gennaio. Al centro degli accertamenti c’è una vicenda amministrativa che affonda le radici alla fine degli anni Novanta. Nel 1999 era stato infatti sottoscritto un appalto da circa 12 milioni di euro per realizzare opere di consolidamento e messa in sicurezza dell’area. Tuttavia quei lavori non sarebbero mai stati eseguiti e il contratto con l’associazione temporanea di imprese aggiudicataria si sarebbe poi risolto nel 2010 senza che gli interventi fossero portati a termine.

La Procura contesta inoltre il mancato mantenimento dei sistemi di monitoraggio che avrebbero dovuto controllare l’evoluzione del fenomeno franoso noto da decenni e garantire una maggiore tutela per i residenti della zona. Ma l’indagine è destinata ad allargarsi ulteriormente. Una seconda fase riguarderà infatti la gestione delle acque meteoriche e reflue, considerate dagli esperti tra le principali cause che avrebbero contribuito all’innesco e all’avanzamento del fronte di frana. Gli investigatori dovranno verificare se siano stati adottati gli interventi necessari per la raccolta e la corretta regimentazione delle acque bianche e nere.

Un terzo filone di accertamenti interesserà invece la cosiddetta “zona rossa”, sia quella già colpita dal dissesto del 1997 sia le aree individuate negli anni successivi come a rischio molto elevato. In questo caso la Procura intende verificare eventuali responsabilità legate ai mancati sgomberi, alle demolizioni non eseguite, all’eventuale rilascio di autorizzazioni edilizie e alla mancata applicazione dei divieti di costruzione nelle aree considerate pericolose. Per gli inquirenti il crollo verificatosi a gennaio non sarebbe quindi soltanto il risultato di un evento naturale, ma il possibile epilogo di una lunga serie di ritardi, omissioni e interventi mai completati. Un quadro che dovrà ora essere verificato attraverso l’acquisizione di documenti, consulenze tecniche e interrogatori.

La presenza tra gli indagati degli ultimi quattro presidenti della Regione Siciliana conferisce all’inchiesta una rilevanza istituzionale particolare. Al momento, tuttavia, l’iscrizione nel registro degli indagati rappresenta un atto dovuto per consentire agli interessati di partecipare agli accertamenti difensivi e far valere le proprie ragioni nel corso delle indagini.

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Stop ai concerti di Kanye West e Travis Scott e annullati gli show previsti il 4, 5 e 11 luglio alla RCF Arena di Reggio Emilia. Le modalità di rimborso dei biglietti

9 June 2026 at 09:17

Nulla da fare per i concerti di luglio previsti alla Rcf Arena di Reggio Emilia. “Avendo dovuto constatare che non sussistono le condizioni necessarie per lo svolgimento dei concerti del 4, 5 e 11 luglio 2026, si comunica l’annullamento delle date. I biglietti acquistati in prevendita verranno rimborsati secondo le modalità previste”.

Così in una nota gli organizzatori comunicano l’annullamento dei concerti della Rcf Arena, nota anche come Campovolo, la più grande venue per concerti all’aperto d’Europa. Dopo il divieto da parte del prefetto ai concerti di Travis Scott, previsto per il 17 luglio, e Ye/Kanye West, in programma il 18 luglio, i due eventi di punta del “Pulse of Gaia Festival”, gli organizzatori hanno deciso di annullare anche gli eventi previsti nelle altre tre giornate, quelli del 4, 5 e 11 luglio.

Il 4 luglio erano in cartellone Martin Garrix, Lost Frequencies, Offset, Ice Spice, Ty Dolla $ign, Wiz Khalifa, Poison Beatz e Baby Gang; il 5 luglio The Chainsmokers, Rita Ora, Ozuna, Nicky Jam, Lolita, Afrojack, Dimitri Vegas e Like Mike, DJ Snake, mentre l’11 luglio si sarebbero dovuti esibire invece Swedish House Mafia, Alok, Benny Benassi e Clean Bandit.

“Siamo profondamente dispiaciuti per la decisione che abbiamo dovuto prendere – dichiara Andrea Cattini, Presidente C.Volo S.p.A. – Il nostro obiettivo è sempre stato quello di creare degli eventi di qualità per il pubblico e fino all’ultimo abbiamo cercato una soluzione che ci permettesse di confermare i concerti di queste tre giornate ma, a seguito di una serie di valutazioni complesse, non possiamo procedere. Confidiamo nella comprensione di questa decisione, alla quale siamo giunti spinti da circostanze al di fuori del nostro controllo. Ringraziamo tutti i professionisti coinvolti per il sostegno e l’impegno dimostrati in questi mesi”.

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Enorme squalo bianco avvistato nel canale di Sicilia, il sub: “Le mie dita tremavano”

9 June 2026 at 07:51

Durante un’immersione nel Canale di Sicilia, un gruppo di volontari dell’associazione Ghost Diving e di Healty Seas, fondazione non profit che opera per la protezione del mare, ha avvistato uno squalo bianco, specie rara nelle acque del Mediterraneo. I sub stavano bonificando i fondali attraverso la rimozione di attrezzature da pesca abbandonate e impigliate in un relitto.

L’incontro con lo squalo è stato filmato dal subacqueo Derk Remmers che, in un’intervista rilasciata alla Bbc, ha raccontato di aver faticato ad attivare la telecamera a causa dell’emozione del momento: “Le mie dita tremavano, è stato un incontro davvero speciale. Lo squalo nuotava vicino a noi, si allontanava e tornava indietro”. Le immagini sono poi state postate da Pascal van Erp di Ghost Diving sulla propria pagina Facebook.

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Papa Leão 14 cobra justiça para vítimas de abusos e reforça proteção

O papa Leão 14 afirmou nesta segunda-feira (8) que os abusos sexuais cometidos por integrantes do clero representam uma praga para a Igreja Católica e cobrou uma resposta com “escuta, verdade, justiça e reparação” às vítimas.

A declaração foi feita durante encontro com bispos da Espanha, onde o sumo pontífice faz visita oficial. E em um contexto de críticas de ativistas que acusam a Igreja de ainda não enfrentar o problema da forma adequada. “Uma das experiências mais dolorosas é encontrar aqueles que foram feridos precisamente por quem deveria cuidar deles, incluindo membros do clero”, afirmou o papa.

Leão 14 pediu que toda pessoa prejudicada encontre na Igreja “escuta sincera, acolhimento, proteção e caminhos reais para a cura”. O papa também defendeu um compromisso mais forte com medidas de prevenção e com a criação de uma cultura de proteção para crianças e pessoas vulneráveis.

Resposta aos escândalos de abusos

Trata-se da referência mais direta feita pelo sumo pontífice ao escândalo dos abusos clericais durante sua viagem à Espanha, país onde as denúncias de violência sexual praticada por religiosos prejudicaram a credibilidade da Igreja nas últimas décadas, de acordo com analistas. “Diante desta praga, a comunidade eclesiástica é chamada a responder com escuta, verdade, justiça e reparação”, disse o papa.

O Vaticano informou que Leão 14 se reuniria com um grupo de vítimas durante a visita, mas não divulgou detalhes do encontro. Segundo a imprensa espanhola, a reunião ocorreria de forma reservada na Nunciatura Apostólica, em Madri.

A decisão motivou críticas de associações de ativistas, que afirmam não terem sido convidadas. Integrantes desses grupos protestaram em frente à representação diplomática do Vaticano para denunciar o que consideram falta de transparência.

Ativistas cobraram também ações concretas, incluindo atendimento psicológico permanente, indenizações justas e apoio educacional e profissional às vítimas.

Relatório aponta dimensão do problema

A dimensão do problema na Espanha foi evidenciada por um relatório divulgado em 2023 pelo Defensor do Povo, órgão de direitos humanos do país. O documento estimou que mais de 200 mil menores podem ter sofrido abusos sexuais cometidos por integrantes do clero católico desde 1940.

Em resposta à pressão, o governo espanhol e a Igreja firmaram, em março deste ano, um acordo para indenizar vítimas de crimes sexuais, após anos de resistência e acusações de falta de transparência por parte da hierarquia eclesiástica.

Crise global e desafios migratórios

Além da questão dos abusos, Leão 14 aproveitou a visita para apresentar uma mensagem política ao Congresso. Falando em espanhol diante dos parlamentares, o papa afirmou que o mundo vive uma “profunda crise espiritual e cultural”, marcada pelo aumento da violência, da polarização e da desconfiança entre as sociedades.

“O mundo atravessa uma profunda crise espiritual e cultural, que se manifesta em múltiplas formas de violência, polarização e desconfiança mútua”, disse ele.

O papa também falou sobre migração. Segundo Leão 14, nenhum país consegue enfrentar sozinho os desafios migratórios. Ele defendeu uma resposta internacional coordenada, com base em acolhimento, proteção e integração.

Segundo ele, a incapacidade da comunidade internacional de lidar adequadamente com o fenômeno migratório coloca em risco os fundamentos éticos da ordem global. O papa também pediu que os governos combatam as causas que levam milhões de pessoas a deixar seus países, como guerras, pobreza e mudanças climáticas.

O tema tem especial relevância na Espanha, cuja rota das Ilhas Canárias se tornou uma das principais portas de entrada de migrantes na Europa. Mais de 3 mil pessoas morreram em 2025 tentando alcançar o arquipélago em embarcações precárias, segundo organizações humanitárias.

Defesa da vida e agenda da viagem

E em um momento em que o governo do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, discute a possibilidade de incluir o direito ao aborto na Constituição espanhola, Leão 14 reafirmou a posição tradicional da Igreja Católica sobre a defesa da vida desde a concepção.

“Toda vida humana deve ser reconhecida e protegida, desde a concepção até seu fim natural”, afirmou. Na Espanha, a eutanásia é permitida.

Ao longo da semana, o papa ainda visitará a cidade de Barcelona para abençoar uma nova torre da Basílica da Sagrada Família e seguirá para as Ilhas Canárias, onde encerrará a viagem. (FOLHAPRESS)

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Martin penalizzato, ma nel paddock è polemica. Di Giannantonio: “Folle, questo può uccidere”. Rivola: “È un errore che non deve fare”

8 June 2026 at 12:23

Il maxi-incidente provocato da Jorge Martin alla prima curva del Gp di Ungheria ha lasciato macerie non solo in pista. Il pilota spagnolo della Aprilia è stato ufficialmente sanzionato dai FIM MotoGP Stewards: nel prossimo appuntamento del Motomondiale in Repubblica Ceca il 21 giugno dovrà scontare un doppio Long Lap Penalty. Di fatto, la sua gara a Brno è già compromessa. Il minimo, per una manovra che ha trasformato la sua moto in un proiettile vagante travolgendo il compagno Marco Bezzecchi oltre a Fermín Aldeguer, Raúl Fernández e Fabio Di Giannantonio. I commissari l’hanno giudicato “guida irresponsabile”, applicando il regolamento. Ma in molti ora chiedono sanzioni più severe.

“Sarebbe potuta andare molto peggio. C’erano moto da 150-160 kg che si sono scontrate tra loro, questo può uccidere. Non capisco perché queste cose continuino ad accadere”, ha tuonato Fabio Di Giannantonio ai microfoni di Dazn Spagna. Sottolineando appunto come ormai gli incidenti al via siano sempre più frequenti: “Penso che sia assurdo dover pregare non di fare una bella gara, ma di essere al sicuro dopo la prima curva. Per me è folle“. Il pilota romano del Team VR46 ha aggiunto: “Tanto si decide alla prima curva e alcuni ritengono che valga la pena correre rischi di quel tipo. Ma se queste cose non si capiscono con sanzioni blande, bisognerà pensare di inasprirle”.

Accuse pesanti. Ma questa volta neanche Aprilia ha deciso di difendere il suo pilota. Massimo Rivola, amministratore delegato di Aprilia Racing, sembra anzi dare ragione a Di Giannantonio: “L’errore di Jorge è uno di quegli errori che ahimè non dovrebbero mai accadere, soprattutto quando si parla tanto di sicurezza e poi alla prima curva si arriva un po’ così… arrembanti”, ha detto a Sky Italia. Martin ha forzato eccessivamente la prima staccata: era all’interno, fuori traiettoria e con poco grip, ma ha anche dato una pinzata troppo aggressiva con la moto inclinata. Ha totalmente perso il controllo della sua Aprilia, travolgendo quattro piloti.

“Questo non è un errore da foga, ha sbagliato la frenata, ma non ha frenato troppo dopo gli altri. Ha pinzato di più e aveva la moto inclinata in un punto dove c’è meno grip, perché era tutto all’interno”, il commento di Rivola. Il manager ha poi proseguito: “È un errore che un campione del mondo non deve fare. Evitare quell’errore è molto semplice, bisogna prendersi un po’ più di margine. Non c’è tanto da dire… Lasceremo che prima Jorge guardi i dati, poi parleremo. Oggi siamo stati fortunati che nessuno si sia fatto male, che è la priorità, per il resto sappiamo che abbiamo perso un’occasione, ma va tutto in secondo piano“, ha concluso Rivola.

Le scuse di Martin

Dopo la gara, dopo la penalità e dopo le polemiche, Jorge Martin ha scelto di scusarsi con un post su Instragram: “Vorrei scusarmi con tutti i miei colleghi che sono stati coinvolti nell’incidente di oggi durante il primo giro della gara. Ho perso il controllo della moto e, purtroppo, questo ha provocato una caduta a catena che non sono riuscito ad evitare. La cosa più importante è che, grazie a Dio, stiamo tutti bene. In situazioni come questa, è l’unica cosa che conta davvero”. Poi il pilota spagnolo ha aggiunto: “Mi dispiace molto per le conseguenze che questo incidente può aver avuto per loro, per i loro team e per le loro carriere. Non vorresti mai trovarti coinvolto in una situazione del genere. Grazie per tutti i messaggi di sostegno, per la comprensione e per il rispetto che mi avete dimostrato oggi”.

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10 Reasons to Visit the Peloponnese This Summer

8 June 2026 at 12:11
Nafplio at Peloponnese Region
Nafplio at Peloponnese Region, Greece. Credit: Mtale/Wikimedia Commons/ CC BY 2.0

Located at just about a 1-hour drive from Athens, the Peloponnese region offers a plethora of historical sites, culture, and beauty to tourists looking for a spectacular trip in Greece; there are many reasons why this region of Greece is one that you do not want to miss! Let’s take a look at 10 reasons you will have an unforgettable trip in the Peloponnese this summer.

1. Nafplio

Nafplio at Peloponnese Region
Bourtzi Castle, Nafplio. Credit: Wikimedia commons cc by 4.0

The first capital city of modern Greece was Nafplio, and until this day, you will see ruins of the fortress walls up high overlooking the town from the mountain side. This charming and romantic town has small streets that wrap around neoclassical buildings and squares and is the perfect place to visit any time of the year.

2. Epidavros

Greek Theatre of Epidaurus
Ancient Theatre of Epidavros. Credit: Wikimedia Commons, Olecorre

From ancient ruins and an impressive ancient theater to a quaint town with tavernas serving up local treats, Epidavros is a must-see on any trip through the Peloponnese. During summer months, there are weekend shows at the ancient theater that draw in crowds of thousands of spectators. It is simply an amazing experience!

3. Beaches

Zogeria Peloponnese for Summer
– Aerial view of Zogeria Beach on Spetses with Peloponnese in the background, Greece. Crédit: By dronepicr CC BY 2.0

Check out the unspoiled beaches that this region has to offer! There is such diversity in terrains surrounding the sea in this region. The seas are clean and the beaches might have either pebbles or soft sand, and you can jump off of cliffs. There is something for everyone in the Peloponnese!

4. Ilia

Elis Peloponnese
Ilia Theater. Crédit: Kritheus – Own work, CC BY-SA 4.0

This is where the mountain meets sea and provides tourists with the amazing experience of staying in a quaint, beautiful village with sandy beaches and clear blue waters outlined by forests of pine trees reaching down to the sea. There are also some significant archaeological sites you should check out while in Ilia, such as the Temple of Epicurios Apollo.

5. Arcadia

Arcadia Peloponnese
Arcadia. Crédit: Apostolos Papageorgiou CC BY-SA 3.0

You will find Arcadia in the center of the Peloponnese Region. This area is famous for its huge mountains, such as Mainalo and Parnonas, as well as its natural landscapes. It was first settled by the Arcadians who are considered to be one of the oldest people in the Peloponnese and are purported to have been responsible for the establishment of numerous significant cities throughout the region.

6 &7. Olives and Kalamata

Kalamata Peloponnese
The Old City of Kalamata. Crédit: G Da, CC BY-SA 3.0

You can find 65 percent of Greece’s 132 million olive trees in the Peloponnese with the black Kalamata olives being the most well-known variety. So why not stop by Kalamata, enjoy some olives, try great local Greek dishes with fresh olive oil, and enjoy the villages and beaches in this beautiful part of the Peloponnese? You can purchase souvenirs, such as olive oil or sculptures made from olive tree wood that are locally hand-crafted.

8. Wine Tours and Vineyards

Peloponnese
A vineyard in Peloponnese. Credit: Robert Wallace, Flickr

A perfect way to get to know the beautiful Peloponnese region of Greece is to enjoy an amazing wine tour during your visit. Greece is one of the oldest wine-producing regions in the world, having begun cultivating vineyards and producing wine over 6,500 years ago.

9. Achaia

Patras Gulf
Rio, as seen from the Antirrio ferry. Patras, Acaea, Greece.Crédit: LBM1948 – Own work, CC BY-SA 4.0

Home to the port city of Patras, the biggest city in the Peloponnese, Achaia is the place to go for beautiful mountain and seaside landscapes, including some of the most desirable beach destinations in the region along the Corinthian Gulf. Achaia is considered Greece’s “seaside gate” to Western Europe and is one of the most historic sites in the Peloponnese. On the way to Patras from Athens, you will also pass the iconic Rio-Antirrio Bridge.

10. Something for Everyone

Dafnon Valley
Dafnon valley, Leonidio. Crédit: Natalia Mostova – Own work, CC BY-SA 4.0

The Peloponnese Region is known for its variety of activities as well quite diverse landscape. From hiking to wine tours, there really is something for everyone in this region of Greece! Enjoy the breathtaking waters of the gulfs of Corinth, Patras, Saronic, Messinia, Argolida, and Laconia and the Peloponnese’s diverse climate, ranging from the less humid east to the colder climate with snow and rich vegetation in the central and more mountainous parts of the region and the rain and hot weather of the west.

Família desaparecida é localizada em ribanceira em Teresina de Goiás

7 June 2026 at 23:11

Uma família que estava desaparecida desde a última quinta-feira (04/06) foi encontrada neste domingo (07/06) após o carro em que viajava despencar em uma ribanceira na zona rural de Teresina de Goiás, no Nordeste goiano. O acidente terminou com a morte de duas pessoas e deixou um sobrevivente, que permaneceu preso às ferragens por cerca de três dias.

As vítimas foram identificadas como Odilon Gonzaga dos Santos, de 77 anos, e Aline da Silva Souza, de 42 anos. O motorista, Marcos Cezar da Silva Santos, foi resgatado com vida pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) e recebeu atendimento médico. Segundo informações apuradas no local, Odilon era pai de Marcos, enquanto Aline era companheira dele.

De acordo com os bombeiros, a família retornava de uma visita a parentes em Palmas, no Tocantins, quando deixou de manter contato com familiares. A última informação repassada pelos ocupantes indicava que eles trafegavam pela região de Campos Belos. Após isso, tentativas de comunicação não tiveram sucesso.

O Fiat Uno foi localizado apenas neste domingo em uma região rural de difícil acesso. Conforme o CBMGO, o automóvel saiu da pista e caiu em uma ribanceira. As circunstâncias exatas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades.

Durante a avaliação da ocorrência, os socorristas constataram que Odilon morreu em decorrência dos graves ferimentos provocados pelo impacto. Já Aline sobreviveu inicialmente ao acidente, mas morreu no interior do veículo no dia seguinte à queda.

Marcos permaneceu preso às ferragens até a chegada das equipes de socorro. Segundo os bombeiros, a ingestão de água foi fundamental para sua sobrevivência durante o período em que aguardou resgate. Após ser retirado do carro, ele foi encaminhado para uma unidade hospitalar.

Os socorristas informaram que Marcos apresentava fraturas no tornozelo e no antebraço direito. O resgate ocorreu com apoio de militares de Alto Paraíso de Goiás, que realizaram o transporte da vítima para atendimento especializado.

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Alcantarilha: património, arte contemporânea e futuro cultural

6 June 2026 at 16:30

Mais do que a recuperação de um edifício, a reabilitação das ruínas do Castelo de Alcantarilha representou uma oportunidade para devolver à vila um papel cultural ativo, ligando património, arte e participação pública.

O Castelo de Alcantarilha foi edificado durante o período de ocupação muçulmana com o objetivo principal de defesa das povoações costeiras.

A partir do século XVII, entrou numa fase de declínio e degradação estrutural. No século XX, teve múltiplas funções e ocupações, e, nos últimos 25 anos, esteve fechado, sem utilização pública ou privada.

Promovido e executado pelo executivo camarário de Silves, as ruínas do Castelo de Alcantarilha sofreram um processo de reabilitação profunda para se transformar no atual Centro de Exposições de Alcantarilha (CEA).

Foi inaugurado no dia 3 de setembro de 2023, pela então presidente da Câmara Municipal de Silves, Dra. Rosa Palma.

É um equipamento cultural de média dimensão, destinado à promoção e divulgação de arte contemporânea nas suas diferentes expressões e manifestações: pintura, escultura, fotografia, desenho, etc.

Alcantarilha é uma vila milenar que, após a Revolução do 25 de Abril e com as transformações económicas associadas ao crescimento do turismo, foi perdendo progressivamente a importância económica e o protagonismo cultural de outros tempos.

Hoje, tenta recuperar esse dinamismo humano, social, cultural e económico.

Várias associações culturais privadas laicas, como  a Aldepa (Associação de Defesa do Património Cultural e Natural de Alcantarilha), e outras de cariz religioso, como a Irmandade do Nosso Senhor Jesus dos Passos de Alcantarilha, têm promovido, nos últimos anos, várias iniciativas  e eventos que visam promover e divulgar Alcantarilha, com base no seu património e passado cultural, religioso, artístico, arqueológico e arquitetónico.

A inauguração e a atividade do CEA vêm integrar-se neste processo de renovação de Alcantarilha, assumindo a Câmara Municipal de Silves uma maior responsabilidade para dar à vila uma nova vida.

Sul Informação

Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família

A Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família (CLNF) é uma coleção dedicada à arte contemporânea portuguesa, reunindo obras de arte de vários artistas de reconhecido percurso, que refletem diferentes tendências e movimentos artísticos e percorre várias décadas de criação artística.

A coleção tem sido apresentada ao público em vários espaços expositivos do país, particularmente em Alcantarilha, no Centro de Exposições de Alcantarilha.

A programação da sua atividade costuma explorar temas variados, promovendo o diálogo entre obras, estilos e contextos, o que enriquece a experiência do público e estimula a reflexão sobre a arte contemporânea.

À semelhança de outras coleções privadas de arte, a CLNF tem, na sua matriz de origem, o compromisso cívico e o dever ético de partilha pública da coleção.

Independente da posse, pública ou privada, as obras de arte fazem parte do património cultural de um povo e o usufruto e apreciação por todos deve ser estimulado e apoiado.

A CLNF apresentou, no ano de 2023, e pela primeira vez, um conjunto de obras de arte em duas exposições distintas, no Centro de Arte e Espetáculos da Figueira da Foz e no Edifício Chiado de Coimbra.

Ainda no ano de 2023, a convite da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Silves, Dra. Rosa Palma, organiza uma exposição de arte para a inauguração do CEA, no dia 3 de setembro, dia do município. Foi apresentada a exposição “Quebra-Costas”, com curadoria de Hugo Dinis. Recordando um espaço público célebre de Coimbra, o quebra-costas, a mostra reuniu 29 obras de arte, numa viagem visual eclética percorrendo várias décadas de arte contemporânea portuguesa.

A colaboração entre a CLNF e a Câmara Municipal de Silves desenvolveu-se nos anos seguintes.

Em 2024 e integrada nas comemorações municipais da celebração dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril, apresentou a exposição “Eduardo Gageiro”, organizada por Hugo Dinis, e que reuniu um conjunto de 14 fotografias históricas sobre a Revolução do 25 de Abril, da autoria de Eduardo Gageiro.

No ano de 2025, e iniciando a colaboração com o curador Hugo Santos Silva, inaugurou a exposição “Vínculo, encontro para um jardim”. Integrando 18 obras de arte, é pensada como experiência ambiental e sensorial, explorando a relação entre formas e sentidos, sugerindo novos modos de ver e experienciar a arte contemporânea.

Ainda em 2025, é apresentada a exposição “Homenagem”, com 16 obras do artista autodidata alcantarilhense Inácio José de Oliveira Mendonça, reforçando o sentimento da arte local e memória cultural.

Em Silves, é inaugurada, no Teatro Municipal Mascarenhas Gregório, a exposição “Lugar, Lugares” com 25 obras de cerâmica do artista plástico António Vasconcelos Lapa.

Outras iniciativas baseadas estão programadas para os anos de 2026 e 2027, com a ambição de consolidar uma programação cultural regular e qualificada.

As coleções privadas de arte contemporânea desempenham hoje um papel cultural relevante e cada vez mais importante no país e têm colaborado ativamente com instituições culturais públicas (museus regionais, municipais e nacionais) e privadas (Fundação Gulbenkian e Fundação de Serralves, por ex.) para apresentar as obras de arte que têm sob a sua responsabilidade.

Estes três anos, 2023-2026, de colaboração entre a Câmara Municipal de Silves e a Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família, são um bom exemplo como entidades públicas e o colecionismo privado podem colaborar para a afirmação cultural de uma região, e neste caso, do concelho de Silves.

Sul Informação

O Futuro

O Algarve, ainda enfrentando desafios comuns às regiões periféricas – como público reduzido e financiamento limitado -, tem apresentado, nos últimos anos, uma experiência cultural cada vez mais inovadora e diversificada, com múltiplas iniciativas que promovem diálogo, experimentação e produção artística.

Através de novos equipamentos culturais (como o CEA, por ex.), e programações culturais dinâmicas e atualizadas, o Algarve tem procurado ganhar o seu lugar no movimento cultural mais geral do país e da arte contemporânea em particular.

Mas, apesar do esforço das entidades públicas e privadas, e de movimentos culturais recentes e importantes, o Algarve ainda carece de instituições de grande escala, como museus ou centros de arte contemporânea com programação contínua e com acervo próprio (ou em situação de comodato).

O CEA tem vindo a afirmar-se como polo importante de difusão de arte contemporânea regional, promovendo exposições com programas educativos, e projetando num futuro próximo, residências artísticas e colaboração com artistas nacionais. O seu impacto e relevância baseia-se na diversificação da programação, no acesso aberto ao público com entrada livre (ampliando a circulação cultural), e promovendo artistas locais ou ligados à região, criando vínculos entre identidade cultural e práticas contemporâneas.

O futuro cultural do Algarve não se construirá apenas nos grandes centros urbanos, mas também em lugares como Alcantarilha, onde património, iniciativa pública, colecionismo privado e participação comunitária podem definir uma nova forma de centralidade.

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Auto investe due ragazzi in bici a Brescello: morto un 19enne, ferito l’amico

6 June 2026 at 08:53

Sono stati centrati in pieno alle 3.30 lungo la strada provinciale 62 Cisa, a Brescello, nel Reggiano, mentre pedalavano sulle loro biciclette. Travolti da una Volkswagen Passat, uno dei due è morto. Le vittime sono entrambe originarie di Pontedera, nel Pisano: a perdere la vita è stato un ragazzo di 19 anni, mentre il secondo giovane – 18 anni – è rimasto ferito. Al momento dei soccorsi era cosciente ed è stato trasporto d’urgenza al pronto soccorso dell’ospedale di Parma. Per il suo amico sono stati inutili i tentativi di rianimazione compiuti dai sanitari del 118.

Alla guida dell’auto un uomo di 43 anni, originario di Napoli e residente a Sorbolo Mezzani, nel Parmense. Sul luogo dell’incidente sono intervenuti i carabinieri della stazione di Cadelbosco sopra Crostolo per effettuare i rilievi di legge e gestire la viabilità. I veicoli coinvolti nel sinistro sono stati posti sotto sequestro e rimossi dal soccorso stradale. Gli accertamenti da parte dei carabinieri sono tuttora in corso per ricostruire l’esatta dinamica dell’accaduto.

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