Normal view

Jordânia diz que interceptou mísseis do Irã lançados contra base dos EUA

10 June 2026 at 04:17

As Forças Armadas da Jordânia afirmaram nesta quarta-feira (10) que interceptaram e abateram cinco mísseis lançados do Irã em direção à área da base aérea americana em Al-Azraq, na Jordânia.

Os militares acrescentaram que os destroços da operação de interceptação caíram em território jordaniano, mas não causaram feridos nem danos materiais.

Mais cedo, na quarta-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado quatro alvos na base militar americana de Al-Azraq, na Jordânia, utilizando mísseis de longo alcance.

Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

Troca de ataques

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Sirenes de ataque aéreo são acionadas no Kuwait

10 June 2026 at 04:08

Sirenes soaram no Kuwait na noite desta terça-feira (9), com moradores sendo orientados a se dirigirem para locais seguros, informou o exército do reino do Golfo em um comunicado.

“Os sistemas de defesa aérea do Kuwait estão interceptando alvos aéreos hostis de acordo com os procedimentos operacionais aprovados”, diz o comunicado.

Os militares orientaram os moradores a “seguirem as instruções e diretrizes de segurança emitidas pelas autoridades competentes e a obterem informações de fontes oficiais aprovadas”.

A IRGC (Guarda Revolucionária do Irã) afirmou anteriormente que havia atacado alvos militares dos EUA na região após a última rodada de ataques americanos – que, por sua vez, foram uma resposta à queda de um helicóptero do Exército dos EUA.

A IRGC também informou ter atingido quatro alvos na base militar dos EUA de Al-Azraq, na Jordânia. Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã atinge base militar dos EUA na Jordânia, diz mídia iraniana

10 June 2026 at 03:11

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) afirmou ter atingido quatro alvos na base militar dos EUA de Al-Azraq, na Jordânia, informou a mídia iraniana na noite desta terça-feira (9).

Segundo a mídia estatal, os alvos incluíam hangares de caças F-35 e um centro de comando em controle. Teerã teria utilizado mísseis de longo alcance durante a ofensiva.

A IRGC disse estar preparada para uma resposta “esmagadora e decisiva” a qualquer ataque dos EUA.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo na Jordânia.

A Guarda Revolucionária também havia dito que atacou a Quinta Frota dos EUA no Bahrein, em resposta à ofensiva americana contra o país.

No início da noite desta terça-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Horas após os ataques, o Exército dos EUA disse que concluiu os ataques de autodefesa contar o Irã.

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

(Com informações da CNNi e da Reuters)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Xi Jinping diz que atingiu uma “série de consensos” com Kim Jong-un

10 June 2026 at 03:00

O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que ele e o líder norte-coreano Kim Jong-un chegaram a um “importante consenso” e concordaram em salvaguardar a paz regional e global, em uma mensagem de agradecimento após sua visita a Pyongyang, informou a agência de notícias estatal norte-coreana KCNA nesta terça-feira (9).

Na mensagem divulgada na íntegra pela KCNA, Xi afirmou que as duas partes “trocaram opiniões aprofundadas sobre questões de interesse comum e chegaram a uma série de importantes consensos conjuntos”, refletindo sua determinação em intensificar ainda mais os laços.

Olhando para o futuro, Xi disse estar disposto a trabalhar com Kim “com base em interesses fundamentais e de longo prazo” para “salvaguardar, consolidar e desenvolver de forma constante” as relações bilaterais e contribuir mais para a paz e o desenvolvimento regional e global.

Ele também disse que a visita foi “concluída com sucesso” e que as relações entraram em “uma nova etapa histórica”, ao mesmo tempo em que expressou esperança de se encontrar com Kim novamente.

Xi visitou Pyongyang entre segunda (8) e terça-feira em sua primeira viagem à Coreia do Norte em sete anos. Xi disse que a visita estabeleceu um entendimento mais profundo e abrangente, abrindo um caminho mais claro para o desenvolvimento das relações, informou a agência oficial de notícias chinesa Xinhua.

Os dois líderes concordaram em ampliar a cooperação nas áreas política, econômica, comercial e cultural, ao mesmo tempo em que se comprometeram a estreitar a comunicação estratégica entre seus governos, segundo a mídia estatal de ambos os países.

“A cooperação prática é uma importante força motriz por trás do desenvolvimento das relações entre a China e a RPDC”, afirmou a Xinhua, destacando também setores como agricultura, tecnologia e construção.

Os dois países também devem aproveitar a reabertura total das passagens de fronteira e a retomada dos voos da aviação civil e dos trens internacionais de passageiros, informou a mídia oficial chinesa.

Outras reportagens da KCNA informaram que os dois líderes prestaram homenagem na Torre da Amizade Sino-Coreana, em Pyongyang, que homenageia os soldados chineses que morreram na Guerra da Coreia, e visitaram uma escola de treinamento político para quadros do partido.

Por que existem duas Coreias e qual a diferença entre elas? Entenda

México: Polícia bloqueia marcha de professores em direção a estádio da Copa

10 June 2026 at 02:36

A polícia mexicana bloqueou, nesta terça-feira (9), uma marcha de professores que se dirigia ao estádio da Cidade do México, onde será realizada a abertura da Copa do Mundo desta semana. Os protestos intensificaram a pressão sobre o governo às vésperas do torneio da FIFA.

Membros do sindicato CNTE marcharam pela Cidade do México em direção ao Estádio CDMX, onde um grande contingente policial bloqueou o caminho com caminhões, guindastes e barricadas.

Alguns manifestantes entraram em confronto com um caminhão e picharam o veículo durante o impasse.

Os membros do sindicato afirmaram que exigiam diálogo com o governo sobre as reformas da previdência, dos salários e do setor educacional, rejeitando as acusações de que os protestos buscavam confronto.

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, afirmou na terça-feira que o governo não reprimiria o protesto e garantiu a realização da cerimônia de abertura na quinta-feira (11).

“É uma situação em que querem dar a impressão de que o México está passando por uma grande convulsão social. E isso não é verdade”, disse ela em sua coletiva de imprensa matinal.

As manifestações fazem parte de protestos que têm afetado partes do centro da Cidade do México e a área ao redor do Zócalo, onde continuam os preparativos para os eventos da Copa do Mundo, com início previsto para este mês.

EUA finalizaram ataques em resposta à queda de helicóptero, diz Exército

10 June 2026 at 02:20

O Exército dos EUA concluiu ataques de autodefesa contra o Irã em resposta à queda de um helicóptero Apache americano, informou o CENTCOM (Comando Central dos EUA).

“As forças do CENTCOM atacaram sistemas de defesa aérea iranianos, estações de controle terrestre e radares de vigilância perto do Estreito de Ormuz com munições de precisão disparadas por caças da Força Aérea e da Marinha dos EUA”, disse o CENTCOM em comunicado à imprensa.

https://t.co/nmeOOVXAcD

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 10, 2026

Os militares americanos afirmaram que os ataques representam uma “resposta proporcional” aos recentes ataques contra forças americanas e navios internacionais em águas regionais.

Mais cedo, o Comando Central dos EUA afirmou que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

U.S. Central Command (CENTCOM) forces began launching self-defense strikes against Iran at 5 p.m. ET today at the Commander in Chief’s direction, in response to yesterday’s downing of a U.S. Army Apache helicopter. The mission is a proportional response to unjustified Iranian…

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 9, 2026

Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Guarda Revolucionária afirma ter atacado a Quinta Frota dos EUA no Bahrein

10 June 2026 at 02:13

A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) afirmou na noite desta terça-feira (9) que atacou a Quinta Frota dos EUA no Bahrein em resposta aos ataques americanos contra o país.

“As forças navais da IRGC lançaram um ataque com drones às 2h30 contra a Quinta Frota dos EUA no Bahrein”, afirmou um comunicado da agência de notícias semioficial Tasnim.

A IRGC disse que os EUA realizaram ataques contra Jask, Sirik e Qeshm, corroborando diversos outros relatos da mídia estatal iraniana sobre os ataques.

A IRGC afirmou que os ataques americanos supostamente danificaram uma torre de comunicações em Sirik e destruíram dois reservatórios de água no distrito de Bamani, segundo a agência Tasnim.

Não houve relatos de sirenes de alerta aéreo no Bahrein nas últimas horas.

A CNN entrou em contato com o CENTCOM (Comando Central dos EUA) para obter uma resposta.

Um correspondente da IRIB em Jask disse que as explosões foram ouvidas por volta das 2h35, horário local, enquanto vários outros veículos de notícias estatais relataram explosões em Qeshm e Bandar Abbas.

A Ilha de Qeshm é considerada parte da “arco-defesa” do Irã perto do Estreito de Ormuz.

Bandar Abbas, uma cidade portuária no sul do país, abriga uma importante base naval e aérea iraniana. O condado de Jask também possui presença naval e abriga um importante porto marítimo estrategicamente localizado a leste do estreito.

Anteriormente, a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim informou que o porto de Jask e um local em Kuh Mobarak, no condado de Jask, haviam sido atacados.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Ataques dos EUA atingiram reservatórios de água no Irã, diz mídia estatal

10 June 2026 at 01:01

Os ataques realizados pelos EUA no sul do Irã atingiram dois reservatórios de água, informou a emissora estatal iraniana IRIB na noite desta terça-feira (9).

A ofensiva interrompeu o abastecimento de água em todas as aldeias do distrito de Bamani, perto da cidade de Sirik, no sul do Irã, informou a emissora.

O diretor executivo da Companhia de Água e Esgoto de Hormozgan afirmou que os ataques atingiram suas instalações no sul do país, de acordo com a agência de notícias semioficial iraniana Mehr.

Abdul Hamid Hamzehpour, o diretor executivo, disse que os reservatórios consistiam em um tanque de 500 mil litros e outro de 2 milhões de litros, ambos responsáveis ​​pelo abastecimento de água potável para o distrito de Bamani e a cidade de Kuhestak, informou a agência de notícias Mehr.

A CNN entrou em contato com o Comando Central dos EUA (CENTCOM) para comentar os ataques.

A CNN entrou em contato com o CENTCOM (Comando Central dos EUA) para comentar as informações.

Mais cedo, o CENTCOM informou que suas forças estavam fazendo ataques de “autodefesa” contra o Irã, em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.

Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Câmara dos EUA aprova projeto de lei de US$ 70 bilhões para financiar o ICE

10 June 2026 at 00:50

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou, nesta terça-feira (9), um projeto de lei de US$ 70 bilhões para financiar o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) e a Patrulha da Fronteira durante o restante do mandato do presidente americano, Donald Trump.

A votação, com 214 votos a favor e 212 contra, encaminhou a legislação partidária à Casa Branca para a sanção de Trump. O deputado Kevin Kiley, ex-republicano que recentemente se tornou independente, juntou-se aos democratas para se opor à medida.

O Senado, que assim como a Câmara possui maioria republicana, aprovou o mesmo projeto de lei no final da semana passada, após uma longa sessão de votação. Os republicanos utilizaram um processo acelerado conhecido como reconciliação, que lhes permitiu contornar a oposição dos senadores democratas.

“Agora temos financiamento garantido para três anos completos, e não há um único democrata aqui que tenha votado a favor”, disse o presidente da Câmara, Mike Johnson, em uma coletiva de imprensa após a votação.

“Divergências políticas entre republicanos e democratas sobre reformas para agentes de imigração levaram a uma paralisação parcial do DHS (Departamento de Segurança Interna) por 76 dias no início deste ano.

A paralisação terminou em grande parte em abril, depois que Trump sancionou um projeto de lei bipartidário que financiava as agências do DHS não envolvidas na repressão à imigração promovida pelo presidente até 30 de setembro, o fim do ano fiscal.

Os democratas se opuseram veementemente ao financiamento da fiscalização da imigração após os assassinatos de dois americanos por agentes de imigração em janeiro. Mas não conseguiram chegar a um acordo com a Casa Branca sobre um pacote de reformas.

ICE: Conheça a estrutura do serviço de imigração dos EUA

Entenda onda de protestos de professores no México em meio à Copa do Mundo

10 June 2026 at 00:29

Apenas dois dias antes da abertura da Copa do Mundo na Cidade do México, uma série de protestos liderados por professores ameaça interromper o início do torneio, que o México co-organiza com os Estados Unidos e o Canadá e espera receber um grande número de turistas.

As manifestações vêm ocorrendo há pouco mais de um mês, depois que a CNTE (Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação) apresentou uma lista de reivindicações ao governo da presidente Claudia Sheinbaum.

A CNTE, grupo dissidente da SNTE (União Nacional dos Trabalhadores da Educação), o maior sindicato de professores do país, afirmou que intensificaria suas atividades caso suas reivindicações não fossem atendidas.

Desde então, o sindicato organizou marchas, bloqueios de ruas, ocupações de pedágios e protestos em frente a alguns prédios públicos, resultando em pichações, danos à propriedade e tensões com a polícia.

Entretanto, o governo Sheinbaum estabeleceu diálogo com os líderes sindicais dos professores, apresentou propostas e defendeu os benefícios concedidos ao sindicato, mas até o momento não se chegou a um acordo entre as partes.

O que os professores reivindicam?

A lista de reivindicações que a CNTE apresentou ao governo em 1º de maio, durante a comemoração do Dia do Trabalho, inclui, entre suas principais demandas, a revogação da lei do ISSSTE (Instituto de Segurança e Serviços Sociais dos Trabalhadores do Estado), aprovada em 2007 durante a presidência de Felipe Calderón (2006-2012), bem como as reformas educacionais aprovadas durante as presidências de Enrique Peña Nieto (2012-2018) e Andrés Manuel López Obrador (2018-2024).

A CNTE também exige a reintegração de um sistema de previdência solidário para professores — em vez de um baseado em contas individuais —, um aumento salarial de 100% e a reintegração de professores demitidos.

Esta não é a primeira vez que a CNTE faz reivindicações desse tipo.

O sindicato dos professores — que tem presença significativa em estados como Oaxaca, Chiapas, Veracruz, Michoacán, Guerrero e Cidade do México — protestou em 2013 contra a reforma educacional promovida por Peña Nieto, cujo principal ponto era a possibilidade de demissão de professores reprovados em avaliações periódicas.

Quando López Obrador assumiu a presidência em 2018, prometeu revogar essa legislação, mas a CNTE afirma que as medidas promovidas pelo presidente não mudaram nada.

Agora, a CNTE reitera esse ponto, exigindo o retorno a um sistema de previdência financiado pelo Estado e salários mais altos para seus membros, argumentando que isso é necessário para que os professores tenham condições de vida dignas. A CNN entrou em contato com a CNTE para solicitar uma entrevista e aguarda resposta.

O que diz o governo?

Segundo presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, o governo não dispõe de recursos suficientes para atender às reivindicações da CNTE.

“É claro que devemos continuar fortalecendo a educação pública; ninguém nega isso. No entanto, há demandas que podem ser atendidas e outras que o orçamento não comporta. Portanto, o que buscamos, sempre dentro do âmbito dos recursos disponíveis, é melhorar as condições dos professores”, disse a prefeita em sua coletiva de imprensa de 18 de março, quando a CNTE apresentou sua lista de reivindicações.

Nas últimas semanas, os Segop (Ministérios do Interior) e da SEP (Educação Pública), juntamente com o ISSSTE (Instituto de Seguridade Social e Serviços para Trabalhadores do Estado), realizaram sessões de diálogo com representantes da CNTE para tentar chegar a um acordo.

Após a reunião de 4 de junho, o governo declarou em um comunicado à imprensa que propôs à CNTE o fortalecimento da PENSIONISSSTE, administradora do fundo previdenciário do ISSSTE, e a criação de uma seguradora pública especializada em pagamentos de pensões. No entanto, os professores rejeitaram a ideia.

Três dias depois, o governo emitiu outro comunicado defendendo as medidas de Sheinbaum em relação aos professores, como um aumento salarial de 10% em 2025 e outros 9% em 2026, embora esse argumento também não tenha convencido os docentes.

Esta semana, enquanto a CNTE ameaça intensificar seus protestos na quinta-feira, durante a cerimônia de abertura da Copa do Mundo, Sheinbaum insistiu que seu governo está aberto ao diálogo e não reprimirá as manifestações, embora também tenha afirmado — sem apresentar provas — que existem grupos externos tentando “provocar” as autoridades.

“Existem grupos que querem nos provocar, e não são necessariamente professores. O que eles buscam é repressão, estou dizendo isso claramente. O que eles estão tentando fazer é que a manchete internacional antes da abertura da Copa do Mundo seja: ‘O governo mexicano está reprimindo professores’. É isso que eles almejam, mas não vão conseguir”, disse a presidente em sua coletiva de imprensa de segunda-feira.

“Ao mesmo tempo, garantiremos que a cerimônia de abertura da Copa do Mundo transcorra de forma tranquila, pacífica e serena. Portanto, aguardaremos os próximos dias para ver quais serão as resoluções”, acrescentou.

Por que os protestos se intensificaram agora?

O sindicato dos professores CNTE planeja realizar uma grande marcha até o Estádio Azteca na quinta-feira (11), de acordo com comunicados públicos. Outros setores de trabalhadores, como os do transporte e da indústria alimentícia, insatisfeitos com certas políticas governamentais, também planejam se juntar aos protestos.

Uma manifestação de mães que buscam seus entes queridos desaparecidos também é esperada; elas acreditam que o governo está dando mais atenção à Copa do Mundo do que à localização de seus familiares desaparecidos.

Essa situação apresenta um cenário complexo para a administração de Sheinbaum e para o governo da Cidade do México — liderado por Clara Brugada, membro do partido Morena, assim como o prefeito — que afirmam que garantirão tanto o início da Copa do Mundo quanto o direito de protestar nessa data.

Antecipando-se a essas manifestações e às consequentes interrupções no trânsito, o governo Sheinbaum emitiu um decreto na terça-feira suspendendo todas as atividades nos órgãos federais naquele dia. A UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) anunciou na segunda-feira que também suspenderia suas atividades.

Além de sediar a cerimônia de abertura, a Cidade do México receberá outras quatro partidas da Copa do Mundo nos dias 17, 24 e 30 de junho, bem como no dia 5 de julho.

O cientista político Gustavo López Montiel, professor do ITESM (Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey), disse à CNN que o sindicato dos professores CNTE, que já aceitou propostas do governo no passado, está desta vez aproveitando a Copa do Mundo para aumentar a pressão e tentar obter maiores benefícios. E, nesse contexto, outros grupos também estão buscando capitalizar a situação.

“Há diversos fatores que tanto a CNTE quanto outros atores políticos estão explorando para exercer pressão e estabelecer uma posição de negociação mais favorável”, explicou López Montiel, que vê poucas chances de o governo conseguir apaziguar esses protestos antes do apito inicial de quinta-feira no Estádio Azteca.

“Embora há alguns dias houvesse a possibilidade de uma negociação que pudesse ter resolvido a situação, permitir que os protestos chegassem a esse ponto torna improvável que sejam resolvidos entre hoje e amanhã, principalmente porque muitos grupos estão envolvidos”, concluiu o analista.

Enquanto os preparativos para o início da Copa do Mundo estão em andamento no Estádio Azteca, do lado de fora, o governo mexicano e os professores em protesto travam sua própria batalha, cujo desfecho permanece incerto.

Presidente de Cuba vê risco de conflito armado com os EUA

9 June 2026 at 23:49

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, disse que vê três possíveis cenários que o governo dos EUA está planejando para o futuro imediato do país: agitação social, diálogo coercitivo para assumir o controle da economia cubana ou conflito armado.

Ele fez essa declaração na última quinta-feira (4), em entrevista ao eldiario.es, cuja transcrição também foi publicada na segunda-feira (8) pelo governo cubano.

Díaz-Canel falou sobre a pressão que os Estados Unidos vêm exercendo sobre a ilha há meses, pressão essa que se intensificou nas últimas semanas com mais sanções, a acusação contra Raúl Castro e o risco de um possível ataque.

“Nunca ameaçamos ninguém. No entanto, a agressão contra Cuba está cada vez mais presente na retórica dos porta-vozes do governo dos EUA. Essa retórica está se intensificando cada vez mais”, disse o presidente em um extenso relatório publicado na quinta-feira.

A CNN enviou um pedido de comentário ao Departamento de Estado dos EUA sobre essas declarações do presidente cubano e aguarda uma resposta.

Tanto Donald Trump quanto membros de sua administração afirmaram em diversas ocasiões que a mudança de regime é necessária em Cuba, e o presidente americano chegou a não descartar a possibilidade de “assumir o controle” do país.

Na semana passada, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, referiu-se a Havana como “uma base de operações avançada para guerra irregular global” contra os interesses dos EUA.

Nesse contexto, segundo Díaz-Canel, o governo dos EUA está seguindo três cenários: primeiro, um de “estrangulamento econômico”, cujo objetivo é “provocar agitação social, e que essa agitação social lhes dê a oportunidade, sob o pretexto de ajuda humanitária, de intervir no país”.

A escassez de petróleo afetou Cuba desde que o país perdeu os carregamentos da Venezuela, seu principal fornecedor, e os EUA também ameaçaram impor tarifas adicionais a países que fornecem petróleo a Cuba direta ou indiretamente.

Isso aprofundou e acelerou a crise no país, que se deteriora ainda mais sob a pressão dos EUA. Os impactos são evidentes na falta de eletricidade, gasolina, serviços médicos e até mesmo serviços públicos essenciais.

O segundo cenário, diz Díaz-Canel, é continuar um diálogo “coercitivo” com Cuba, “de pressão máxima, para assumir o controle da economia cubana, para ocupar economicamente o país, e que isso lhes daria a oportunidade de provocar uma mudança no sistema político”.

Essa mudança no sistema político, afirma ele, “é a grande aspiração” dos Estados Unidos.

Para o presidente cubano, o terceiro cenário é o de uma agressão militar, e ele afirma que, nesse caso, a ilha está se preparando para oferecer resistência.

“Temos o direito de nos defender, de nos prepararmos para nos defender, para que não haja surpresas e para que não haja derrota”, afirmou.

Nesse momento, Díaz-Canel citou o exemplo dos 32 agentes cubanos que morreram em 3 de janeiro durante o ataque dos EUA em Caracas, no qual o presidente Nicolás Maduro foi detido e capturado. Eram agentes cubanos que desempenhavam funções de defesa e proteção na Venezuela e que “heroicamente deram suas vidas defendendo seus princípios”.

“Se 32 cubanos foram capazes de confrontar de surpresa uma força de elite dos EUA, que os superava em número e tecnologia, o que não fariam milhões de cubanos dispostos a defender a Revolução, a defender a soberania, a defender a independência e a manter a autodeterminação que temos neste país?”, comentou o presidente cubano na entrevista.

Um exemplo claro da argumentação de Díaz-Canel ocorreu em março, quando o governo cubano presenteou o cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez com um fuzil AKM e uma réplica da mesma arma por sua “disposição patriótica” em defender o país. “Assim como ele, milhões de cubanos não abandonarão seu país”, declarou a Presidência cubana na ocasião, em referência à homenagem.

Díaz-Canel vê uma ligação direta entre o que está acontecendo em Cuba e o que já ocorreu na Venezuela com as ações dos Estados Unidos, e afirma que se trata de uma guerra “ideológica, cultural e midiática”.

Como reiterou nos últimos meses, Díaz-Canel afirmou que estão dispostos a manter um diálogo com o governo Trump para fortalecer os laços comerciais e culturais, mas que essa disposição tem um limite: deve ser um diálogo “sem pressão” e sem condições para a mudança do sistema político.

Apagão e bloqueio de petróleo: O que está acontecendo em Cuba?

Irã faz ataques contra alvos dos EUA na região, diz Guarda Revolucionária

9 June 2026 at 23:16

O Irã lançou mísseis e drones contra alvos dos EUA na região, informou a IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica) em uma publicação no Telegram noite desta terça-feira (9).

A declaração veio após os EUA anunciarem ataques retaliatórios contra o Irã pela derrubada de um helicóptero do Exército americano.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Explosões foram ouvidas nas cidades iranianas de Sirik e Minab e na ilha de Qeshm, informou a agência de notícias semioficial Tasnim.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Número de casos de ebola chega a quase 600, diz RD Congo

9 June 2026 at 23:12

A República Democrática do Congo anunciou nesta terça-feira (9) que o número de casos confirmados de ebola subiu para quase 600, aumentando a conscientização da população local sobre a importância das medidas de segurança.

O surto da cepa Bundibugyo do ebola foi anunciado em 15 de maio, embora as autoridades tenham afirmado posteriormente que ele passou despercebido por semanas, deixando as autoridades de saúde em desvantagem e com dificuldades para controlá-lo.

Um dos maiores surtos de ebola da história está se alastrando em três províncias assoladas por conflitos armados: Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul.

Em seu último comunicado, publicado na rede social X, o governo informou que o número de casos confirmados subiu para 598, incluindo 115 mortes.

Também afirmou que 22 pacientes se recuperaram da doença e que novos casos não se espalharam para outras zonas de saúde.

Os casos foram registrados em 17 zonas de saúde de Ituri, bem como em sete zonas de saúde em Kivu do Norte e uma zona de saúde em Kivu do Sul.

“Se você tiver febre, vômito, diarreia ou fraqueza intensa, deve ir imediatamente ao centro de saúde mais próximo”, diz o comunicado, que insta a população a seguir as instruções dos profissionais de saúde e a não atacá-los.

A desconfiança e a resistência têm dificultado a resposta, com relatos de ataques a equipes de sepultamento e centros de tratamento.

Os profissionais de saúde também estão com dificuldades para obter equipamentos básicos para se manterem seguros e evitar a propagação da doença, segundo mais de uma dezena de médicos, trabalhadores humanitários e autoridades de saúde pública.

O IRC (Comitê Internacional de Resgate) fez um apelo nesta terça-feira por financiamento necessário para conter o surto na província de Ituri antes que ele se espalhe ainda mais.

O que sabemos sobre o surto de Ebola que a OMS declarou emergência global

Explosões são ouvidas no sul do Irã após EUA anunciarem ataques, diz mídia

9 June 2026 at 22:48

Explosões foram ouvidas na cidade costeira iraniana de Sirik, informou a agência de notícias semioficial iraniana Mehr, citando moradores locais que ouviram “diversas explosões na área”.

Estrondos também foram ouvidos em Bandar Abbas e Qeshm, cidades próximas ao Estreito de Ormuz.

“A natureza exata desses sons ainda não foi determinada e, até o momento, nenhuma autoridade militar ou policial oficial comentou sobre a causa das explosões”, pontuou a Mehr.

A notícia das explosões foi publicada momentos após os EUA anunciarem que lançaram uma nova onda de ataques contra o Irã, em retaliação à derrubada de um helicóptero do Exército americano.

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central tenha dito que são uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

A agência de notícias iraniana Fars também informou que sons de explosões foram ouvidos em partes do leste da província de Hormozgan.

Trump havia prometido resposta à derrubada de helicóptero

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Chanceler do Irã alertou contra escalada de ataques

Após a ameaça de Trump, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, pediu que as forças estrangeiras deixem o Estreito de Ormuz, sob o risco de serem “pegos em constante perigo”.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi em uma publicação na rede social X.

O chanceler iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

EUA lançam ataques contra o Irã em resposta à queda de helicóptero militar

9 June 2026 at 22:22

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) afirmou nesta terça-feira (9) que suas forças começaram a lançar ataques de “autodefesa” contra o Irã às 18h (horário de Brasília), em resposta à queda de um helicóptero Apache do Exército dos EUA.

U.S. Central Command (CENTCOM) forces began launching self-defense strikes against Iran at 5 p.m. ET today at the Commander in Chief’s direction, in response to yesterday’s downing of a U.S. Army Apache helicopter. The mission is a proportional response to unjustified Iranian…

— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 9, 2026

A extensão e a intensidade dos ataques dos EUA não ficaram imediatamente claras, embora a publicação do Comando Central os tenha descrito como uma “resposta proporcional à agressão injustificada do Irã”.

Anteriormente, a agência de notícias iraniana Mehr afirmou, citando moradores, que explosões foram ouvidas na região de Sirik, acrescentando que a natureza dos estrondos era desconhecida.

Já a agência de notícias semioficial do Irã Fars noticiou que explosões também foram ouvidas em partes do leste da província de Hormozgan.

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi em uma publicação na rede social X.

“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Ex-piloto da Air Canada é acusado de voar com licença falsa por 17 anos

9 June 2026 at 21:53

Um ex-piloto da companhia aérea Air Canada foi acusado por realizar voos durante quase 17 anos com documentos falsificados.

Segundo a polícia da região de Peel, na província de Ontário, no Canadá, Geoffrey Wall, de 59 anos, teria feito mais de 900 voos domésticos e internacionais entre 2009 e 2025 utilizando documentos de licenciamento fraudulentos para comprovar qualificações que não possuia.

Ainda de acordo com as autoridades, Wall teria recebido mais de 2,9 milhões de dólares em salários no período.

O ex-piloto se aposentou em 2025, após uma carreira de 27 anos na empresa. Desses anos, o ex-piloto passou 16 atuando como comandante.

O vice-chefe da polícia regional, Nick Milinovich, afirmou que Wall tinha licença para determinadas operações aéreas, mas não estqava habilitado para transportar passageiros em voos comerciais e internacionais.

Ele teria pilotado aeronaves de grande porte, incluindo dos modelos Boeing 777, 767 e 787, transportando milhares de passageiros ao longo dos anos.

A investigação também acusa o ex-piloto de tentar ocultar documentos falsificados registrando um boletim de ocorrência falso. Entre as acusações, Wall enfrenta fraude, uso de documentos falsos, declarações falsas, fornecimento de informações falsas às autoridades e prejudicar investigações.

Ele deve comparecer ao tribunal no dia 29 de junho.

Irã diz que EUA podem ser “pegos em fogo cruzado” caso não deixem Ormuz

9 June 2026 at 21:10

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, instou as forças estrangeiras a deixarem o Estreito de Ormuz ou correrem o risco de serem “pegos em constante perigo”, após o presidente dos EUA, Donald Trump, acusar Teerã de abater um helicóptero Apache do Exército na costa de Omã.

“As forças estrangeiras próximas ao nosso território correm risco constante devido a erros humanos, acidentes ou por potencialmente serem pegas em fogo cruzado”, disse Araghchi nesta terça-feira (9), em uma publicação na rede social X.

“Para reduzir o risco, a melhor solução é que as forças estrangeiras deixem, o mais rápido possível, um ambiente que nunca será hospitaleiro a uma presença hostil”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores iraniano acrescentou que, embora Teerã prefira “a linguagem da diplomacia… como nossos bravos guerreiros demonstraram ao mundo, também sabemos falar outras línguas”, ecoando uma declaração semelhante feita anteriormente pelo principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O ministro das Relações Exteriores afirmou que o Estreito de Ormuz não é considerado águas internacionais, mas sim compartilhado pelo Irã e Omã. Ele prometeu que as forças armadas iranianas estão em constante alerta para “qualquer violação do espaço aéreo, território ou águas territoriais do Irã”.

Embora o estreito esteja localizado dentro das águas territoriais do Irã e de Omã, ele é considerado um estreito internacional pela CNUDM (Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar), o que significa que embarcações estrangeiras, incluindo navios de guerra, têm o direito de “trânsito” irrestrito por ele.

Nem o Irã nem os Estados Unidos ratificaram a CNUDM, e Teerã rejeita a disposição que permite o trânsito.

Acusação de Trump

Mais cedo, Trump afirmou que foi informado pelo Exército Americano que o Irã abateu um helicóptero Apache dos EUA que caiu na costa de Omã.

Ele pontuou que as Forças Armadas dos EUA “devem, necessariamente, responder a este ataque”.

“Acabei de ser informado por nossas Forças Armadas que, na noite passada, os iranianos abateram um de nossos sofisticados helicópteros Apache enquanto patrulhava o Estreito de Ormuz. Havia dois pilotos envolvidos, ambos estão seguros e ilesos”, publicou o presidente na Truth Social.

“Mesmo assim, os Estados Unidos devem, necessariamente, responder a este ataque”, disse ele.

Um drone marítimo americano resgatou os dois tripulantes do helicóptero. O caso marcou a primeira perda de um Apache desde o início do conflito com o Irã.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

❌