Surto de ébola causa 115 mortos na RD Congo

© DIEUDONNE DIROLE/EPA

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El 10 de diciembre de 2024, una mujer llegó a un centro de salud de Pariak, una localidad del Estado de Jonglei, en Sudán del Sur, con diarrea, vómitos y síntomas de deshidratación. Había regresado recientemente de una zona afectada por el cólera. En uno de los países más vulnerables del mundo, donde millones de personas carecen de acceso regular a agua potable y servicios sanitarios, aquello podía haber sido el comienzo de una nueva emergencia.

© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)
A República Democrática do Congo anunciou nesta terça-feira (9) que o número de casos confirmados de ebola subiu para quase 600, aumentando a conscientização da população local sobre a importância das medidas de segurança.
O surto da cepa Bundibugyo do ebola foi anunciado em 15 de maio, embora as autoridades tenham afirmado posteriormente que ele passou despercebido por semanas, deixando as autoridades de saúde em desvantagem e com dificuldades para controlá-lo.
Um dos maiores surtos de ebola da história está se alastrando em três províncias assoladas por conflitos armados: Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul.
Em seu último comunicado, publicado na rede social X, o governo informou que o número de casos confirmados subiu para 598, incluindo 115 mortes.
Também afirmou que 22 pacientes se recuperaram da doença e que novos casos não se espalharam para outras zonas de saúde.
Os casos foram registrados em 17 zonas de saúde de Ituri, bem como em sete zonas de saúde em Kivu do Norte e uma zona de saúde em Kivu do Sul.
“Se você tiver febre, vômito, diarreia ou fraqueza intensa, deve ir imediatamente ao centro de saúde mais próximo”, diz o comunicado, que insta a população a seguir as instruções dos profissionais de saúde e a não atacá-los.
A desconfiança e a resistência têm dificultado a resposta, com relatos de ataques a equipes de sepultamento e centros de tratamento.
Os profissionais de saúde também estão com dificuldades para obter equipamentos básicos para se manterem seguros e evitar a propagação da doença, segundo mais de uma dezena de médicos, trabalhadores humanitários e autoridades de saúde pública.
O IRC (Comitê Internacional de Resgate) fez um apelo nesta terça-feira por financiamento necessário para conter o surto na província de Ituri antes que ele se espalhe ainda mais.
O que sabemos sobre o surto de Ebola que a OMS declarou emergência global
Kinshasa, 9 jun (Prensa latina) El Instituto Nacional de Salud Pública de la República Democrática del Congo (INSP) informó que desde el 15 de mayo hasta hoy 101 personas perdieron la vida a consecuencia del brote de ébola, y 550 casos fueron confirmados.
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Police dispersed demonstrators in Nanyuki, 120 miles from Nairobi, amid rising anger at US plans
Kenyan police have shot dead a man during a protest against a proposed Ebola quarantine facility for US citizens.
Patrick Wahome, who has organised protests in Nanyuki against the centre, told Reuters on Tuesday the man died from a gunshot wound to the head. Reporters from the agency saw his body lying motionless in a police van with a large head wound.
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A OMS e a agência de saúde da União Africana lançaram na sexta-feira um plano de 518 milhões de dólares (446 milhões de euros) para combater a epidemia nos próximos seis meses, com especial foco no reforço da vigilância, nos testes de laboratório e na prevenção de infeções.


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Si no entiendo lo del reguetón, y llevamos 30 años con esta brasa (el punk, el heavy, pobrecitos míos, fueron modas de pocos años), imagínense lo de la casita de Bad Bunny. Está vedado a mis maltrechas neuronas, está más allá de mi comprensión, como si fuera la vida extraterrestre, pero no cabe duda de que está entre nosotros. Es como un niño secuestrado en Italia por bandidos de las remotas montañas calabresas en los años ochenta, al que metieron en una cueva y pasó allí dos años, cosas de la época que se hacían con familias ricas para sacarles la pasta. “Cuando pedí un yogur y me preguntaron qué era eso supe dónde estaba”, ha relatado ahora en una entrevista. Hablo de ese tipo de extrañeza ante lo que te rodea. Yo tampoco sé dónde estoy y supongo que ya es tarde. Es abrumador cómo entran todos, no ya al estadio o a la casita, sino a la tontería. Y, sí, tampoco sé qué hago yo hablando de esto. El tema se impone, es “de lo que todo el mundo habla”, “no deja a nadie indiferente”. Sí, lo sé, los debates ya crecen espontáneamente, como por esporas, sobre las nimiedades más insospechadas. Las redes para algunas cosas han estado bien, pero la mayoría de todo eso que, se clamaba con indignación, los medios no nos decían, nos estaban ocultando, resulta que estaba muy bien ignorado, porque ya vemos que no tiene la menor importancia, pero la cobra (y se factura).

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Internado a 20 de maio numa unidade de isolamento para doenças infecciosas de alto risco, Peter Stafford, tinha sido exposto ao vírus enquanto tratava pacientes no hospital de Nyankunde, no leste da República Democrática do Congo.


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No mais recente boletim sobre a doença, o Instituto Nacional de Saúde Pública da RD Congo, que faz fronteira com Angola, assinalou que estes números representam 71 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.


Modelling from US CDC shows Ebola spread could be on ‘dangerous trajectory’, but experts warn outbreaks can be very hard to predict
Central Africa’s Ebola outbreak could spread to be similar in scale to the worst outbreak in history, west Africa’s 2014-2016 outbreak that killed more than 11,000 people, according to a new analysis by US health officials.
The US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) on Friday published a range of scenarios generated by computer models, from 10,000 cases to more than 20,000. In the west Africa outbreak, more than 28,000 cases were reported.
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© Photograph: Glody Murhabazi/AFP/Getty Images

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As informações foram noticiadas pela agência Reuters e atribuídas ao governo da nação africana.
Para fazer frente ao surto, a OMS e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África, vinculado à União Africana, anunciaram nesta sexta-feira (5) um plano conjunto de resposta continental.
O plano tem duração de junho a novembro de 2026 e pretende arrecadar 518 milhões de dólares para ajudar os países africanos e parceiros a agilizarem a preparação, detecção e resposta.
Como não há vacinas ou tratamentos específicos para o ebola causado pelo vírus Bundibugyo, o plano traça medidas para aumentar a resiliência dos sistemas de saúde mesmo que os países se encontrem em emergências sanitárias agudas. A implementação das medidas já começou nos países afetados e naqueles sob maior risco.
Além dos dois países onde já há casos confirmados, são considerados sob maior ameaça de importar a doença Sudão do Sul, Ruanda, Quênia, Zâmbia, República Centro-Africana, Tanzânia, Etiópia, Angola, Congo (Brazzaville) e Burundi.
*Com informações da Reuters.