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O crime no espaço público

11 June 2026 at 15:52

VTM

Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.

Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).

Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .

De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.

Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.

Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.

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La presión estética dispara el uso de esteroides y anabolizantes entre los jóvenes

11 June 2026 at 15:25

La presión estética, la cultura fitness y la influencia constante de las redes sociales están generando un cóctel que preocupa cada vez más a los médicos de familia. No solo por el aumento del consumo de esteroides anabolizantes y de dietas hiperproteicas sin control, sino también por la proliferación de trastornos de la conducta alimentaria (TCA) menos visibles, más difíciles de detectar y cada vez más normalizados entre adolescentes y jóvenes. Entre ellos destacan algunos como la ortorexia, la permarexia, los trastornos por evitación o restricción de la ingesta (Arfid) y el trastorno por atracón, caracterizados por un control extremo sobre la calidad de los alimentos, las calorías o el ejercicio físico. Los especialistas están detectando asimismo un aumento de casos vinculados a la obsesión por la alimentación "perfecta", el control calórico y el ejercicio compulsivo, en muchos casos influenciados por contenidos digitales.

Ambos fenómenos, que comparten raíz social y un fuerte componente de desinformación digital, se están abordando en el 32º Congreso Nacional de la Sociedad Española de Médicos Generales y de Familia (SEMG), que se celebra estos días en Oviedo.

Los especialistas describen un escenario en el que los "atajos" para modificar el cuerpo se han integrado en la vida cotidiana de muchos jóvenes. Rodrigo Santos, del Grupo de Trabajo de Medicina Deportiva de la SEMG, advierte de que el uso de anabolizantes "ya no se limita al culturista clásico", sino que se ha extendido a usuarios recreativos de gimnasio, hombres jóvenes que buscan un cambio físico rápido e incluso mujeres que han incorporado estas sustancias a rutinas de entrenamiento cada vez más exigentes. La percepción de que son productos "normales", casi un complemento más del gimnasio, está alimentando un consumo que los médicos consideran claramente de riesgo.

Y es que las consecuencias de este uso no son menores. Entre los efectos físicos asociados al uso de esteroides sin indicación médica figuran hipertensión, alteraciones del colesterol, daño hepático, infertilidad, disfunción sexual, acné severo o ginecomastia. A largo plazo, el riesgo se multiplica con la aparición de miocardiopatías, eventos trombóticos o enfermedades cardiovasculares en personas jóvenes que, en muchos casos, no relacionan sus síntomas con el consumo. A ello se suman los efectos psicológicos: irritabilidad, ansiedad, impulsividad, trastornos del sueño, síntomas depresivos o dependencia emocional vinculada a la imagen corporal.

Los médicos de familia señalan además la dificultad para detectar estos casos en consulta. Muchos pacientes no reconocen el consumo y acuden por problemas aparentemente inconexos, como acné severo, hipertensión en edades tempranas o alteraciones hormonales. Por ello, la SEMG recomienda preguntar de forma directa y sin juicios sobre el uso de sustancias para mejorar el rendimiento o la composición corporal, una conversación que, según los profesionales, sigue siendo tabú en muchos entornos.

© Google

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Flávio Dino toma posse como ministro substituto do TSE

11 June 2026 at 14:36

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), tomou posse nesta quinta-feira (11) como ministro substituto do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Uma cerimônia protocoloar para assinatura dos termos foi realizada nesta manhã no gabinete do ministro Kassio Nunes Marques, presidente da Corte Eleitoral.

O plenário do STF oficializou a escolha de Dino para a vaga em meados de maio. Ele ocupará a vaga deixada por Dias Toffoli, que saiu da escala dos substitutos e assumiu uma cadeira como membro efetivo na Corte.

“Agradeço a confiança de todos e a companhia dos que terei lá na Justiça Eleitoral. Nunca tive a honra de integrar o TSE, mas fui juiz do TRE do Maranhão de 1995 a 1997 e ajudei a coordenar a primeira eleição com urna eletrônica, em 1996. Era algo quase inacreditável à época. Se hoje ainda há controvérsias, imaginem em 1996”, afirmou Dino à época de sua eleição no STF.

No Tribunal Superior Eleitoral, os ministros substitutos funcionam como uma espécie de “reserva” da Corte. Na prática, eles não participam de todas as sessões regularmente, mas são acionados quando há necessidade de preencher uma vaga temporária ou quando um titular não pode atuar em determinado processo.

O TSE é composto por sete ministros titulares e sete substitutos. Os substitutos são importantes especialmente em períodos eleitorais, quando o volume de processos aumenta e é essencial garantir que a Corte continue funcionando sem interrupções.

O ministro Dias Toffoli, do STF, tomou posse nesta terça-feira (9) como ministro efetivo do TSE.

Ele entra no lugar de Cármen Lúcia, que deixou a presidência da Corte em maio e anunciou que renunciaria ao restante do período que teria de “mandato”. Se quisesse, a ministra poderia ficar no Tribunal até agosto.

STJ ouve hoje vítimas e testemunhas em processo contra Marco Buzzi

11 June 2026 at 08:00

A comissão encarregada de investigar a conduta do ministro Marco Buzzi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), inicia nesta quinta-feira (11) a fase de depoimentos no processo administrativo disciplinar que apura acusações contra o magistrado envolvendo importunação sexual.

Ao longo do dia, devem ser ouvidas duas supostas vítimas do magistrado e outras 20 testemunhas.

Os depoimentos serão colhidos pela comissão responsável pela instrução do caso, formada pelos ministros Luis Felipe Salomão, Benedito Gonçalves e Ricardo Villas Bôas Cueva. Eles foram escolhidos por sorteio para conduzir os trabalhos.

Como o procedimento tramita sob sigilo, as oitivas ocorrerão de forma reservada, sem acesso do público ou da imprensa.

Os depoimentos marcam a principal parte da chamada “fase de instrução” do processo administrativo, que é quando ocorre a produção de provas a favor tanto da parte acusatória quanto da parte acusada. Ao final de todo o processo, o plenário do STJ poderá aplicar sanções administrativas ao ministro.

Buzzi está afastado de suas funções desde 10 de fevereiro. Ele foi acusado de importunação sexual contra uma jovem de 19 anos, filha de um casal de amigos, durante as férias da família em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

Depois da primeira denúncia, uma servidora do tribunal também denunciou ter sido vítima do ministro.

Em abril, o plenário do STJ decidiu, por unanimidade, instaurar um PAD para apurar as condutas atribuídas a Buzzi, com base nas conclusões de uma sindicância aberta em fevereiro.

Em nota, a defesa de Buzzi afirmou que atuará “com serenidade, responsabilidade e respeito às instituições e às pessoas envolvidas” durante a instrução do processo. Os advogados também disseram ter indicado 30 testemunhas, das quais 16 foram admitidas pela comissão, e afirmaram que os depoimentos poderão “elucidar a verdade dos fatos”.

Com voto de Toffoli, STF retoma hoje julgamento de recursos das big techs

11 June 2026 at 07:00

O STF (Supremo Tribunal Federal) retoma nesta quinta-feira (11) o julgamento dos recursos apresentados por grandes plataformas de tecnologia contra a decisão da Corte que ampliou, no ano passado, a responsabilização das empresas por conteúdos ilícitos publicados por usuários.

A sessão está prevista para começar por volta das 14h, com a continuidade do voto do ministro Dias Toffoli, relator do recurso apresentado pelo Facebook e por outros interessados no processo. A expectativa é que o ministro encerre a manifestação na primeira parte da sessão e, ainda hoje, outros magistrados comecem a votar.

Toffoli já leu boa parte de seu voto na sessão de quarta-feira (10). Durante a manifestação, o ministro antecipou que pretende acolher um dos pedidos do Facebook e propor um prazo de 60 dias para que as plataformas se adaptem às novas regras de responsabilização definidas pelo tribunal.

A empresa havia argumentado em recurso que legislações estrangeiras sobre esse mesmo tema preveem períodos de transição para a implementação das mudanças. Como exemplo, citou o Japão, a União Europeia e o Reino Unido, que concederam, respectivamente, 11, 15 e 17 meses para que as companhias ajustassem seus sistemas e estruturas de moderação.

Os advogados também sustentaram que o próprio STF costuma estabelecer regras de transição em casos de mudanças regulatórias complexas ou de revisão de entendimentos consolidados, de forma a permitir a adaptação dos setores afetados.

O prazo sugerido por Toffoli, porém, é bem menor do que os exemplos apresentados pela Meta. Segundo o ministro, a referência utilizada por ele foi o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Digital, lei aprovada neste ano para reforçar a proteção de crianças e adolescentes na internet, e que estabeleceu um período de 60 dias para que as empresas promovessem as adaptações necessárias. A norma, já em vigor, foi uma das primeiras do país a impor obrigações e sanções diretamente às plataformas.

A referência usada por Toffoli, no entanto, ainda depende do aval da maioria da Corte. Como se trata de uma sugestão a ser apresentada no voto do relator, será necessário o apoio de pelo menos outros cinco ministros para que o prazo passe a integrar a decisão final do STF.

O voto até então

Na quarta-feira, Toffoli já propôs uma série de ajustes na tese fixada pelo Supremo no ano passado. Um dos destaques do voto trata dos tipos de plataformas que continuam protegidos pela regra que exige ordem judicial para responsabilização.

A tese previa que os serviços de e-mail, aplicativos de mensagens privadas e plataformas de videoconferência continuariam sob tal proteção, enquanto outros tipos de plataformas já poderiam ser responsabilizados em caso de omissão após uma notificação que pede remoção de um conteúdo.

Para o ministro, porém, que essa lista de serviços que continuam regidos pela regra que exige ordem judicial para responsabilização deve alcançar uma série de outras plataformas que exerçam baixa ou nenhuma influência sobre a circulação de informações publicadas pelos usuários.

O ministro citou como exemplo a Wikipédia, que pouco interfere na atividade do usuário on-line. Para ele, a atuação da Wikipédia é muito diferente da exercida por redes sociais que coletam dados, utilizam algoritmos de recomendação e promovem conteúdos a usuários. Segundo ele, essas outras redes oferecem riscos maiores aos direitos fundamentais e devem ser tratadas de forma diferente, com regras mais rígidas de responsabilizção.

“Se esse provedores possuem atividades diversas, modelos de negocio distintos e funcionalidades que não se equiparam com as mencionadas nos fundamentos dos votos para justificar os déficits de proteção dos direitos fundamentais na internet, principalmente se eles possuem nenhuma ou baixa interferência no fluxo comunicativo e informacional, a rigor, não há razão para excluí-los da incidência do artigo 19 do MCI”, afirmou o ministro.

Toffoli também buscou esclarecer que serviços de e-mail e mensagens privadas só estarão nessa categoria quando se limitarem às comunicações protegidas por sigilo. Se a plataforma passar a impulsionar conteúdos ou inserir publicidade direcionada, poderá ficar sujeita às regras mais rigorosas.

Sede jurídica no país

Outro ponto abordado no voto nesta quarta (10) envolve a exigência de que todas as plataformas tenham representação jurídica no Brasil, prevista na tese aprovada em 2025.

Ao atender a um dos pedidos no recurso, o ministro sugeriu, porém, restringir a obrigação a plataformas com “atuação econômica no país”, dispensando a obrigatoriedade para provedores voltados exclusivamente a finalidades sociais, culturais ou de utilidade pública.

O ponto provocou uma ressalva do ministro Alexandre de Moraes, que já teve embates judiciais com a plataforma X, pertencente ao Elon Musk, sobre o tema. Ele afirmou que plataformas sem fins econômicos também podem ser usadas para a prática de crimes e defendeu cautela para evitar dificuldades na aplicação de decisões judiciais brasileiras.

“Já coloco a minha preocupação com esse ponto porque, hoje, crimes praticados nas redes não são praticados só por aqueles que têm finalidade econômica, são também por aqueles que têm finalidade ideológica. Uma plataforma, por exemplo, com mensagens nazistas sem finalidade econômica, se não tiver aqui uma sede, não tem como a justiça brasileira controlar. E aí passa do 8 pro 80, se não tem sede, acaba tendo que retirar totalmente de circulação do território nacional”, disse o ministro.

Toffoli respondeu que entende a ressalva e que está aberto a rever a proposta durante o debate que se estenderá hoje.

Prêmio da Música Brasileira 2026: veja lista completa dos vencedores

11 June 2026 at 02:03

O Prêmio da Música Brasileira aconteceu nesta terça-feira (10), e celebrou os maiores destaques da música nacional no último ano. Com uma homenagem ao artista Cazuza, o evento buscou valorizar os principais lançamentos musicais dos últimos meses.

Ao longo da cerimônia, diversos artistas se apresentaram, como Seu Jorge, Ney Matogrosso, Chico Chico, Ludmilla, Marina Sena e Luedji Luna.

Axé – Melhor Artista

  • Daniela Mercury
  • Ivete Sangalo
  • Margareth Menezes
  • Olodum (VENCEDOR)
  • Timbalada

Axé – Melhor Lançamento

  • Daniela Mercury – “Cirandaia” (VENCEDOR)
  • Ivete Sangalo – “O Verão Bateu Em Minha Porta”
  • Margareth Menezes – “Ramalhete de Flor”
  • Olodum, BaianaSystem – “Ginga Olodum”
  • Timbalada – “Fervo na Cidade”

Reggae – Melhor Artista

  • Alma Djem
  • Maneva (VENCEDOR)
  • Maskavo
  • Ponto de Equilíbrio
  • Sintonize

Reggae – Melhor Lançamento

  • Alma Djem – “Acústico Alma Djem” (Ao Vivo)
  • Bia Ferreira, Little Lion Sound – “O Seu Silêncio” (VENCEDOR)
  • Capilé, Chico César – “Saci”
  • Maskavo – “Além-Mar”
  • Sintonize – “Original Brasileiro”

Raízes – Melhor Artista

  • Dona Onete
  • Geraldo Azevedo
  • João Gomes
  • Mestrinho (VENCEDOR)
  • Orquestra Malassombro

Raízes – Melhor Lançamento

  • Boi da Macuca, Henrique Albino – “Frevo da Macuca”
  • Dona Onete – “Quatro Contas”
  • Mestrinho – “Macaco Sessions: Mestrinho” (Ao Vivo)
  • Orquestra Malassombro – “Recife, Início, Meio e Fim” (VENCEDOR)
  • Santanna O Cantador – “Santanna ‘O Cantador’ Canta Petrúcio Amorim”

Samba – Melhor Artista

  • Alcione (VENCEDOR)
  • Jorge Aragão
  • Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
  • Péricles
  • Xande de Pilares

Samba – Melhor Lançamento

  • Alcione – “Alcione”
  • Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – “20 Anos”
  • Péricles – “Pagode do Pericão” (Ao Vivo Em São Paulo) (VENCEDOR)
  • Xande de Pilares – “Nos Braços do Povo, Vol. 1” (Ao Vivo)
  • Xande de Pilares, Neguinho Da Beija Flor – “Empretecendo”

Rap/Trap – Melhor Artista

  • Baco Exu do Blues
  • BK’ (VENCEDOR)
  • Don L
  • Emicida
  • Negra Li

Rap/Trap – Melhor Lançamento

  • Baco Exu do Blues – “HASOS”
  • BK’ – “Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer”
  • Don L – “CARO Vapor II – qual a forma de pagamento?” (VENCEDOR)
  • Emicida – Emicida Racional VL 2 – “Mesmas Cores & Mesmos Valores”
  • FBC – “ASSALTOS E BATIDAS”

Revelação

  • Fitti (VENCEDOR)
  • Joaquim
  • Orquestra Malassombro
  • Pedro Emílio
  • Zaynara

Instrumental – Melhor Artista

  • Alessandro Penezzi
  • Antônio Adolfo
  • Hamilton de Holanda (VENCEDOR)
  • João Camarero
  • Rogério Caetano

Instrumental – Melhor Lançamento

  • Alessandro Penezzi – “Sonhos”
  • Andrea Ernest Dias, Aline Gonçalves, Eduardo Neves, Carlos Malta – “Obra viva de Hermeto Pascoal – Vol. 1: flautas”
  • Antonio Adolfo – CARNAVAL – “The Songs Were So Beautiful”
  • Hamilton de Holanda – “Hamilton de Holanda Trio – Live in NYC”
  • João Camarero – “Baden” (VENCEDOR)

Rock – Melhor Artista

  • Black Pantera (VENCEDOR)
  • Fresno
  • Mateus Fazeno Rock
  • Selvagens à Procura de Lei
  • Terno Rei

Rock – Melhor Lançamento

  • Black Pantera – “Seleção Natural”
  • Selvagens à Procura de Lei – “Y”
  • Supercombo – “Caranguejo” (Parte 1)
  • Terno Rei – “Nenhuma Estrela” (VENCEDOR)
  • Vivendo do Ócio – “Hasta La Bahia”

Eletrônico – Melhor Lançamento

  • Africanoise – “CABAÇA” (VENCEDOR)
  • Afterclapp, Furmiga Dub – “Rabecada”
  • BADSISTA – “CUTEBOYZ”
  • DJ Memê – “Saudade”
  • Zopelar – “Just Like Heaven EP”

Língua Estrangeira – Melhor Lançamento

  • Francisca Barreto – “Habana”
  • Guga Stroeter – “Guga Stroeter e Orquestra HB apresentam: Elas cantam Chet” (br)
  • Indiana Nomma, André Pinto – “Mercedes Sosa: A Voz Dos Sem Voz” – Volume II
  • João Fênix, Virginia Rodrigues – “Alfonsina Y El Mar”
  • Silvia Machete – “Rhonda’s Boots & Legs” (Live) (VENCEDOR)

Erudito – Melhor Lançamento

  • Gabriele Leite – “Gunûncho” (VENCEDOR)
  • Guido Sant’Anna, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Thierry Fischer – “Mendelssohn & Tchaikovsky: Violin Concertos”
  • Orquestra Ouro Preto – “Villa-Lobos, Piazzolla & Mehmari: Orchestral Works”
  • Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – “Abertura Brasil 2014” (Ao Vivo)
  • Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – “Sinfonia em Sol Menor” (Ao Vivo)

Projeto Especial – Melhor Lançamento

  • Caetano Veloso, Maria Bethânia – “Caetano e Bethânia Ao Vivo”
  • Inezita Barroso – “Relicário: Inezita Barroso” (Ao Vivo no Sesc 1978)
  • Elas Cantam Donato
  • João Gomes, Mestrinho, Jota.Pe – “Dominguinho” (VENCEDOR)
  • Ney Matogrosso – “Homem com H”

Pop – Melhor Artista

  • BaianaSystem
  • Lenine
  • Luedji Luna (VENCEDOR)
  • Marina Sena
  • Os Garotin

Pop – Melhor Lançamento

  • BaianaSystem – “O Mundo Dá Voltas”
  • Lenine – “EITA”
  • Lia de Itamaracá, Daúde – “Pelo Olhos do mar”
  • Luedji Luna – “Antes Que A Terra Acabe” (VENCEDOR)
  • Luedji Luna – “Um Mar Pra Cada Um”

Funk – Melhor Artista

  • Deize Tigrona (VENCEDOR)
  • Enme
  • Mac Júlia
  • MC Kevin o Chris
  • O Kannalha

Funk – Melhor Lançamento

  • Deize Tigrona – “NÓS É FIRME, NÃO É CREME”
  • KING Saints – “Músicas Para Marolar”
  • PEDRO SAMPAIO, Mc Meno K, Melody – “JETSKI”
  • Rico Dalasam – “Dilema”
  • Totonho e os Cabra – “Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato” (VENCEDOR)

MPB – Melhor Artista

  • Djavan (VENCEDOR)
  • Dori Caymmi
  • Marisa Monte
  • Mateus Aleluia
  • Mônica Salmaso

MPB – Melhor Lançamento

  • Djavan – “Improviso” (VENCEDOR)
  • Dori Caymmi – “Utopia”
  • Mateus Aleluia – “Mateus Aleluia”
  • Monica Salmaso – “Minha Casa”
  • Zé Ibarra – “AFIM”

Sertanejo – Melhor Artista

  • Ana Castela
  • Bruna Viola
  • Chitãozinho & Xororó (VENCEDOR)
  • Lauana Prado
  • Yasmin Santos

Sertanejo – Melhor Lançamento

  • Ana Castela – “Let’s Go Rodeo”
  • Bruna Viola – “Improvável” (Live)
  • Chitãozinho & Xororó – “Meninos De Roça” (VENCEDOR)
  • Lauana Prado – “Raiz BH” (Ao Vivo)
  • Yasmin Santos – “Eu, Yasmin Santos” (Ao Vivo)

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Toffoli propõe 60 dias de transição para big techs adotarem novas regras

11 June 2026 at 01:12

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), anunciou nesta quarta-feira (10) que irá propor um prazo de 60 dias para que as plataformas digitais se adaptem às novas regras de responsabilização por conteúdos publicados por usuários.

Relator de uma das ações sobre o tema, Toffoli iniciou voto no julgamento dos recursos apresentados por empresas de tecnologia contra a decisão tomada pela Corte no ano passado, que ampliou as hipóteses de responsabilização das plataformas por conteúdos ilícitos publicados por usuários.

Um dos recursos analisados foi apresentado pela Meta, controladora do Facebook e do Instagram, que, dentre outros pontos, defendeu a criação de um período de transição antes da entrada em vigor das novas diretrizes.

A empresa argumentou que legislações estrangeiras sobre o tema adotaram prazos de adaptação. Como exemplo, citou o Japão, a União Europeia e o Reino Unido, que concederam, respectivamente, 11, 15 e 17 meses para as empresas ajustarem seus sistemas e força de trabalho.

Os advogados da companhia também argumentaram que o próprio STF costuma prever regras de transição em casos de mudanças regulatórias complexas ou de revisão de entendimentos consolidados, de modo a permitir a adaptação dos setores afetados.

Durante a leitura do relatório sobre o caso nesta quarta, Toffoli adiantou que acolherá o pedido e irá propor um prazo de transição, apesar de significativamente menor que as referências estrangeiras trazidas pela Meta.

Segundo o ministro, a referência utilizada por ele será o ECA Digital, lei aprovada neste ano para ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.

A norma, uma das primeiras no país a estabelecer obrigações e sanções diretamente voltadas às plataformas, concedeu 60 dias para que as empresas realizassem as adaptações necessárias.

“Já adianto parte do meu voto para dizer que foi editado, entre a nossa decisão e esse julgamento, o ECA Digital. Nele, foi dado um prazo de 60 dias para as adequações, que até já se exauriu. Portanto, do ponto de vista da realidade concreta, eu vou, ao final, propor o mesmo prazo, que foi de 60 dias, que me pareceu bastante adequado e já está testado”, afirmou.

A proposta do ministro, no entanto, contabiliza apenas um voto nesse sentido. Para que o prazo seja de fato tornado real, ao menos outros cinco ministros precisam concordar com ele.

A sessão desta quarta foi suspensa pelo avançar da hora. Na tarde de quinta-feira (11) o julgamento deverá ser retomado para que Toffoli finalize sua manifestação e para que outros ministros possam votar.

O voto até então

Até então, Toffoli propôs uma série de ajustes na tese fixada pelo Supremo no ano passado. Um dos destaques do voto trata dos tipos de plataformas que continuam protegidos pela regra que exige ordem judicial para responsabilização.

A tese previa que os serviços de e-mail, aplicativos de mensagens privadas e plataformas de videoconferência continuariam sob tal proteção, enquanto outros tipos de plataformas já poderiam ser responsabilizados em caso de omissão após uma notificação que pede remoção de um conteúdo.

Para o ministro, porém, que essa lista de serviços que continuam regidos pela regra que exige ordem judicial para responsabilização deve alcançar uma série de outras plataformas que exerçam baixa ou nenhuma influência sobre a circulação de informações publicadas pelos usuários.

O ministro citou como exemplo a Wikipédia, que pouco interfere na atividade do usuário on-line. Para ele, a atuação da Wikipédia é muito diferente da exercida por redes sociais que coletam dados, utilizam algoritmos de recomendação e promovem conteúdos a usuários. Segundo ele, essas outras redes oferecem riscos maiores aos direitos fundamentais e devem ser tratadas de forma diferente, com regras mais rígidas de responsabilização.

“Se esse provedores possuem atividades diversas, modelos de negocio distintos e funcionalidades que não se equiparam com as mencionadas nos fundamentos dos votos para justificar os déficits de proteção dos direitos fundamentais na internet, principalmente se eles possuem nenhuma ou baixa interferência no fluxo comunicativo e informacional, a rigor, não há razão para excluí-los da incidência do artigo 19 do MCI”, afirmou o ministro.

Toffoli também buscou esclarecer que serviços de e-mail e mensagens privadas só estarão nessa categoria quando se limitarem às comunicações protegidas por sigilo. Se a plataforma passar a impulsionar conteúdos ou inserir publicidade direcionada, poderá ficar sujeita às regras mais rigorosas.

Sede jurídica no país

Outro ponto abordado no voto nesta quarta (10) envolve a exigência de que todas as plataformas tenham representação jurídica no Brasil, prevista na tese aprovada em 2025.

Ao atender a um dos pedidos no recurso, o ministro sugeriu, porém, restringir a obrigação a plataformas com “atuação econômica no país”, dispensando a obrigatoriedade para provedores voltados exclusivamente a finalidades sociais, culturais ou de utilidade pública.

O ponto provocou uma ressalva do ministro Alexandre de Moraes, que já teve embates judiciais com a plataforma X, pertencente ao Elon Musk, sobre o tema. Ele afirmou que plataformas sem fins econômicos também podem ser usadas para a prática de crimes e defendeu cautela para evitar dificuldades na aplicação de decisões judiciais brasileiras.

“Já coloco a minha preocupação com esse ponto porque, hoje, crimes praticados nas redes não são praticados só por aqueles que têm finalidade econômica, são também por aqueles que tem finalidade ideológica. Uma plataforma, por exemplo, com mensagens nazistas sem finalidade econômica, se não tiver aqui uma sede, não tem como a justiça brasileira controlar. E aí passa do 8 pro 80, se não tem sede, acaba tendo que retirar totalmente de circulação do território nacional”, disse o ministro.

Toffoli respondeu que entende a ressalva e que está aberto a rever a proposta durante o debate que se estenderá amanhã.

“De Férias Com o Ex”: veja treta entre Aline Mineiro e Mayara Cardoso

10 June 2026 at 22:37

A edição deste ano de “De Férias com Ex: Diretoria”, que chegou ao Paramount+ em 28 de abril, começou com confusão entre duas participantes. Desde a festa de lançamento da temporada, os conflitos entre Aline Mineiro, 34, e Mayara Cardoso, 31, tomaram outra proporção.

No evento em questão, as diferenças entre a influenciadora e a ex-Fazenda ficaram nítidas após rumores de problemas entre as duas durante as gravações do reality show. A confusão terminou com agressão e Mayara teve que receber atendimento médico no local.

No entanto, o motivo da treta será revelado no capítulo do reality que irá ao ar nesta quinta-feira (11). A página da Paramount+ soltou, então, um spoiler sobre o motivo da confusão entre as duas participantes.

No vídeo divulgado no perfil do Instagram, é possível conferir um relato sobre a briga: “Ela pulou no pescoço dela”.

Assista ao vídeo abaixo:

A segunda temporada de “De Férias com o Ex: Diretoria” conta com influenciadores como Aline Mineiro, Carla Faria, Cleber Zuffo, Don Charles, Fernando Escarião, Leo Lacerda, Lumena Aleluia, Mayara Cardoso, Nizam Hayek, Matheus Novinho, Rebecca e WL Guimarães.

Durante esta edição, os participantes passam as férias em uma praia em Pipa, no Rio Grande do Norte. O próximo episódio do reality vai ao ar no streaming nesta quinta-feira (11).

Ana Furtado vai apresentar reality em nova emissora

 

Sydney Sweeney revela por que aceitou gravar cenas de nudez em “Euphoria”

10 June 2026 at 20:00

A atriz Sydney Sweeney, 28, afirmou que concordou em gravar diversas cenas de nudez na temporada final de “Euphoria” por acreditar que essa era a melhor forma de fazer justiça à sua personagem, Cassie Howard.

Na trama, a jovem cria uma conta na plataforma de conteúdo adulto OnlyFans e passa a vender material para os seguidores.

Em entrevista à revista Vanity Fair, a estrela explicou que conversou previamente sobre os rumos da personagem com o criador do drama da HBO, Sam Levinson, antes do início das gravações.

“Ele me enviou todos os textos e todas as cenas de Cassie já estavam lá, incluindo as cenas do OnlyFans. Depois ele me ligou e conversamos sobre tudo aquilo. Ele me perguntou como eu me sentia em relação a isso, e eu disse: ‘Olha, eu estou interpretando uma personagem’. Eu concordo com todas as decisões de Cassie? Eu faria essas escolhas na minha vida? Não, claro que não. Mas eu sou atriz, esse é o meu trabalho, e essa é a vida de Cassie. Para fazer justiça à personagem e interpretá-la da forma como ela precisa ser interpretada, eu precisava dar vida à visão de Sam e mostrar Cassie da maneira mais vulnerável e insana possível”, revelou ela.

A terceira temporada de “Euphoria” gerou controvérsia nas redes sociais devido à quantidade de cenas de teor sexual. Ainda assim, Sydney afirmou compreender a decisão de Sam de conduzir a personagem nessa direção.

“Desde o início, é possível perceber que Cassie tem uma necessidade de ser amada. Ela tem uma necessidade de ser validada pelas outras pessoas. Ela não sabe como amar a si mesma a menos que alguém a ame primeiro. Então entendo como Sam a levou até o ponto em que ela chegou na terceira temporada. Acho que ela estava mais empolgada com a ideia de todas aquelas pessoas a amarem, saberem quem ela é e fazerem com que sentisse que o mundo dela não era tão pequeno”.

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Quaest: 46% concordam com Lula sobre novas tarifas serem retaliação ao Pix

10 June 2026 at 16:38

Pesquisa Genial/Quaest aponta que 46% dos brasileiros concordam com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à possibilidade de novas tarifas dos Estados Unidos sobre importações brasileiras serem uma forma de retaliação ao Pix.

Ao mesmo tempo, 36% concordam com o posicionamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirma que as novas tarifas são uma retaliação às declarações de Lula contra os EUA.

Outros 10% não concordam com nenhuma das perspectivas. Já 8% não sabem ou não responderam.

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Na última semana, o USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) propôs a imposição de tarifas de 25% ao Brasil por conta de conclusões da investigação comercial no âmbito da Seção 301.

O governo dos EUA tem até 15 de julho para decidir sobre a definição e aplicação da proposta, que passará por consultas públicas e audiências antes da aprovação.

Metodologia

Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 5 e 8 de junho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07661/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo

Morre Clodoaldo Pelizzoni, secretário da Prefeitura de SP, aos 57 anos

10 June 2026 at 14:32

Clodoaldo Pelizzoni, secretário de Planejamento e Eficiência da Prefeitura de São Paulo, morreu na noite de terça-feira (9) aos 57 anos. A causa da morte não foi divulgada.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), lamentou a perda. “Muito triste. Hoje nos despedimos de Clodoaldo Pelizzonni, que foi um servidor público extremamente qualificado e dedicado, além de um colega gentil com todos ao seu redor”, escreveu em uma publicação nas redes sociais.

“Ao longo de sua carreira, teve atuação destacada, especialmente na área de transportes, da qual era profundo conhecedor e estudioso. Em nossa gestão, deixou uma contribuição importante para o planejamento da cidade, incluindo a estruturação do orçamento climático da capital, hoje o mais completo do país”, completou.

Em abril, Pelizzonni assumiu a Secretaria Municipal de Planejamento e Eficiência. Antes disso, ocupou cargos no governo estadual e, em 2023, atuou como secretário-adjunto de Governo.

O secretário se formou em administração pública pela FGV-SP (Fundação Getulio Vargas) e se especializou em gestão estratégica, parcerias público-privadas e concessões.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo homenageou o secretário.

“Reconhecido pela competência técnica, capacidade de diálogo e espírito público, Clodoaldo Pelizzoni deixa um legado de trabalho, seriedade e compromisso com o interesse coletivo, marcas que acompanharam toda a sua vida profissional”, diz o comunicado.

Quaest: 65% acham que Flávio errou ao pedir dinheiro de Vorcaro para filme

10 June 2026 at 11:02

A pesquisa Genial/Quaest desta quarta-feira (10) aponta que 65% dos entrevistados acham que o senador Flávio Bolsonaro (PL) errou ao pedir financiamento para o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, para a realização do filme “Dark Horse”, sobre a história do pai, Jair Bolsonaro (PL).

Já para 17% dos entrevistados, Flávio acertou ao solicitar o financiamento. No total, 18% não responderam ou não souberam responder.

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Impacto negativo

A pesquisa Genial/Quaest anterior foi divulgada no dia 13 de maio — mesmo dia em que o site The Intercept Brasil publicou os áudios da conversa entre Flávio e Vorcaro.

O levantamento de maio apontou que 9% dos entrevistados achavam que a família Bolsonaro era a mais afetada negativamente pelo escândalo do Banco Master. Agora, em junho, esse número foi para 16%.

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Para 60%, as conversas entre Flávio e Vorcaro levantaram suspeitas, enquanto 19% as consideraram normais. No total, 21% não soube ou não respondeu.

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Ainda, 58% acham que Flávio pode estar “escondendo envolvimento ilegal” no caso do Banco Master, enquanto 27% acreditam que o senador não está envolvido. No total, 15% não respondeu ou não soube.

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Antes de iniciar as perguntas sobre o tema, a pesquisa também questionou se os entrevistados sabiam sobre o escândalo do Banco Master. No total, 42% afirmaram saber e estar bem informados, enquanto 25% diziam saber, mas não estar bem informados, e 33% diziam não saber do caso.

Intenção de voto

As notícias sobre Flávio e Vorcaro também impactam as intenções de voto no senador, segundo o levantamento da Genial/Quaest. Para 12%, diminui a vontade de votar no filho de Jair Bolsonaro, enquanto 50% dizem que “continua igual, já não votaria nele”.

No total, 26% afirmam que continua igual e que votariam nele, sendo que 6% dizem que as notícias aumentam a vontade de votar em Flávio.

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Metodologia

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 5 e 8 de junho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07661/2026.

Confira a pesquisa na íntegra

*Sob supervisão de Renata Souza

Quaest: no 2º turno, Lula vai a 44%; Flávio tem 38% das intenções de voto

10 June 2026 at 11:00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, segundo aponta a pesquisa Genial/Quaest nesta quarta-feira (10).

O chefe do Executivo tem 44% das intenções de voto, enquanto o senador acumula 38%. Brancos, nulos e não vão votar somam 14% dos eleitores e indecisos, 4%.

Os resultados deste mês mostram uma variação para cima de Lula com relação a maio em uma eventual disputa com Flávio. No último levantamento, o chefe do Executivo tinha 42% das intenções de voto, ante 41% de Flávio — o que representava empate técnico.

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Lula x Zema

Lula também aparece à frente em um eventual segundo turno com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). O chefe do Executivo tem 45% das intenções de voto, ante 35% de Zema.

Brancos, nulos e não vão votar somam 17% dos eleitores e indecisos, 3%.

Em maio, Lula tinha 44% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Zema, que acumulava 37% na ocasião.

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Lula x Caiado

Lula também marca 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra 35% do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). Brancos, nulos e não vão votar são 16% e indecisos, 4%.

Em maio, Lula tinha 44% contra Caiado, que também registrou 35% das intenções de voto na ocasião.

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Lula x Renan

O presidente tem 45% em um eventual segundo turno com Renan Santos (Missão), presidente da sigla, que registra 31% das intenções de voto na pesquisa. Brancos, nulos e não vão votar são 20% e indecisos, 4%.

Em maio, Lula já marcava 45% em um eventual segundo turno contra Renan, que tinha 28% das intenções.

Metodologia

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 5 e 8 de junho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07661/2026.

Confira a íntegra da pesquisa abaixo

STF julga nesta quarta (10) recursos sobre responsabilização das big techs

10 June 2026 at 07:00

O STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta quarta-feira (10) os recursos apresentados por grandes empresas de tecnologia contra a decisão da Corte que ampliou a responsabilização das plataformas digitais por conteúdos publicados por usuários.

O caso foi pautado pelo presidente do tribunal, ministro Edson Fachin, e fará com que os ministros revejam pontos da tese aprovada em 2025, quando o STF declarou parcialmente inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet.

Antes da decisão, as plataformas só poderiam ser responsabilizadas por publicações de terceiros caso descumprissem uma ordem judicial específica para remoção do conteúdo. Após a análise do caso, o STF passou a admitir hipóteses de responsabilização mesmo sem notificação judicial, alegando necessidade de maior proteção a direitos fundamentais.

Os recursos que irão a julgamento nesta quarta foram apresentados por empresas como Google e Meta, além de entidades que representam o setor. As companhias alegam que a decisão deixou lacunas e pontos ambíguos que geram insegurança jurídica para a aplicação das novas regras.

Entre os principais pedidos está a definição de um período de adaptação antes que as novas obrigações passem a produzir efeitos. As empresas argumentam que mudanças semelhantes adotadas em outros países foram acompanhadas por prazos de transição. Como exemplo, citam regulamentações aprovadas no Japão, na União Europeia e no Reino Unido, que concederam, respectivamente, 11, 15 e 17 meses para adequação.

Já advogados da plataforma X, por exemplo, afirmam que o próprio ordenamento jurídico brasileiro costuma prever períodos de adaptação em mudanças regulatórias relevantes, como os 24 meses concedidos para implementação da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e os seis meses previstos para a entrada em vigor do Estatuto da Criança e do Adolescente Digital.

Além disso, as empresas também pedem que o Supremo estabeleça critérios mais rígidos para as notificações enviadas às plataformas. Entre as sugestões estão a identificação do denunciante e a indicação exata do endereço eletrônico do conteúdo questionado.

Outro ponto de questionamento diz respeito ao alcance da obrigação de remoção. As big techs defendem que ela fique restrita a conteúdos “manifestamente ilícitos”. Segundo as companhias, a redação atual da tese abre espaço para interpretações subjetivas, o que poderia estimular remoções excessivas de publicações e gerar riscos à liberdade de expressão.

Expectativa no STF

Nos bastidores do Supremo, a expectativa é de que a Corte mantenha o entendimento aprovado no ano passado.

Segundo apurou a CNN, ministros avaliam que a tese pode até receber ajustes de redação para facilitar sua aplicação, mas a tendência é que não haja mudanças no mérito da decisão.

A avaliação de parte dos ministros é que o texto aprovado em 2025 é extenso e complexo, o que justificaria esclarecimentos pontuais sem alterar o alcance das novas regras de responsabilização das plataformas.

Debate se cruza com decretos de Lula

O julgamento dos recursos ocorre em meio a um desgaste entre Executivo e Legislativo a respeito da regulação de plataformas digitais. No fim de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou dois decretos que ampliam as obrigações das empresas de tecnologia no combate a fraudes, golpes e conteúdos relacionados a crimes graves.

Uma das normas, por exemplo, determina que as plataformas adotem medidas preventivas para impedir a circulação de conteúdos ligados a terrorismo, exploração sexual de crianças e adolescentes, tráfico de pessoas, incentivo à automutilação e violência contra mulheres.

Outro ponto é que em casos de conteúdos criminosos impulsionados por anúncios pagos, as empresas poderão ser responsabilizadas quando houver falhas recorrentes na adoção de mecanismos de prevenção.

As medidas provocaram reação da oposição no Congresso. Parlamentares protocolaram mais de 30 PDLs (projetos de decreto legislativo) com o objetivo de suspender os atos do governo.

Os críticos afirmam que Lula avançou sobre competências do Legislativo ao regulamentar temas que ainda são discutidos no Congresso, discurso que também foi base para críticas ao próprio STF quando julgou o tema no ano passado.

Aliados do governo, por sua vez, argumentam que os decretos apenas detalham parâmetros já reconhecidos pelo STF e reforçam mecanismos de proteção contra crimes digitais.

Juristas ouvidos pela CNN afirmam, contudo, que termos vagos na nova regulamentação podem induzir as empresas a uma remoção excessiva de publicações por medo de sanções, o que cria o risco de censura.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), já pediu que a consultoria jurídica da Casa analise se Lula extrapolou as prerrogativas do Executivo ao editar os decretos para avaliar se existe espaço para suspender os atos.

Temor das plataformas

As gigantes de tecnologia acompanham o julgamento com preocupação. Nos bastidores, executivos e representantes do setor temem que o STF aproveite a análise dos recursos para enviar sinais favoráveis aos decretos recém-editados pelo governo.

Segundo relatos obtidos pela CNN, empresas suspeitam de uma coincidência entre a publicação das normas e a decisão do Supremo de levar os recursos a julgamento neste momento.

A avaliação de parte do setor é que uma eventual manifestação favorável dos ministros aos decretos poderia enfraquecer futuras ações judiciais destinadas a questionar a constitucionalidade das medidas.

Embora vejam o Congresso como o principal espaço para contestação dos atos do Executivo, as plataformas também pretendem preservar a possibilidade de levar a discussão novamente ao STF.

Simaria revela quanto pagaria em bolsa de grife: “É muito”

10 June 2026 at 03:09

A cantora Simaria, 44, causou reações nas redes sociais após fazer uma revelação sobre quanto gastaria em uma bolsa de luxo.

Em vídeo publicado no Instagram, ela conversa com Simone Mendes, 42, sobre valores possíveis para o acessório.

Simone Mendes questiona a irmã sobre quanto pagaria em uma bolsa, Simaria então responde “R$ 50 mil e ainda é muito”.

“E olha que estou achando R$ 50 mil muito ainda”, completou ela.

Simone Mendes, no entanto, revelou que o parcelamento no Brasil é uma estratégia para adquirir bolsas de luxo. “Em 10 vezes, aqui no Brasil é bom que parcela”, disse ela.

Assista ao vídeo:

🚨FAMOSOS: Simaria revela que já pagou R$ 50 mil em uma bolsa de luxo, e a irmã Simone diz que já pagou um pouco mais que isso, parcelado em 10x. pic.twitter.com/5MW2d4GXyo

— CHOQUEI (@choquei) June 9, 2026

Simone Mendes conta valor de primeiro cachê e o que fez com o dinheiro

Gabriely Miranda faz revelação sobre casamento com Endrick; entenda

10 June 2026 at 02:43

A influenciadora Gabriely Miranda, 23, abriu o jogo sobre a dinâmica do relacionamento com o jogador Endrick, 19. Ao participar do podcast “Elas que Jogam”, a esposa do atleta confessou que não sente ciúmes.

Gabriely, que está casada no civil com Endrick desde setembro de 2024, revelou que apesar de não ter ciúme, tem a conta do Instagram do jogador logada em seu celular.

“Eu tenho zero ciúmes, nem ligo. Ele teve outras meninas, eu nem ligo. Mas tudo tem limite”, disse ela.

“Acho que existem mulheres de todo jeito por aí, depende muito mais dele, se ele der moral. Eu tenho o Instagram dele no celular, mas não acompanho. Não chegam mensagens para ele, acho que ele tira algumas opções para que isso não aconteça”, completou.

A influenciadora ainda abriu o jogo sobre os combinados do relacionamento: “Se não falar ‘te amo’, briga. Tem que sempre falar ‘te amo’. Não pode dormir brigado… Mas com o Endrick não existe briga”.

Gravidez

O casal está esperando o primeiro filho. Após se casarem, em 2024, eles foram morar em Madri, na Espanha, onde também realizaram uma cerimônia intimista em julho de 2025.

Aos 6 meses de gravidez, Gabriely revelou qual tem sido o maior obstáculo nesta fase: “Vivo muito sozinha, lá fora, eu e ele. Nem queria postar que eu estava grávida, mas, por conta da Copa, é impossível não vazar”.

Rafa Kalimann se abre após expor solidão na gravidez

Pedido de vista adia julgamento sobre pesquisa que indicou queda de Flávio

10 June 2026 at 00:53

A ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), pediu vista (mais tempo de análise) e interrompeu nesta terça-feira (9) o julgamento sobre a decisão de Kassio Nunes Marques que suspendeu a divulgação de uma pesquisa eleitoral do Instituto AtlasIntel. O levantamento apontava uma redução da vantagem do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da disputa presidencial.

A liminar foi concedida por Nunes Marques na segunda-feira (8). Como a decisão foi tomada individualmente, o caso foi levado ao plenário para análise dos demais ministros.

A suspensão da pesquisa foi solicitada pelo PL, partido de Flávio. Na ação, a legenda alegou que o questionário utilizava imagens e áudios que associavam o senador a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o que teria influenciado as respostas dos entrevistados.

Ao conceder a liminar, Nunes Marques afirmou haver, de fato, indícios de que a metodologia empregada na pesquisa poderia ter contaminado as respostas dos eleitores.

Durante a sessão desta terça, ministros destacaram a importância de um exame mais aprofundado do caso, por entenderem que a decisão irá estabelecer um precedente, ou seja, um parâmetro para futuras análises do tribunal sobre pesquisas eleitorais.

“Eu entendo que esse pedido de vista é bastante relevante, não em relação ao próprio caso, mas para reflexão dos critérios objetivos que essa Corte poderá firmar em relação às metodologias. Se esse é o caminho que o tribunal pretende seguir ou se adotaríamos uma postura diferente”, disse Kassio Nunes Marques.

Já o ministro Dias Toffoli afirmou que a pesquisa em questão já foi divulgada e produziu seus efeitos, por isso, o julgamento serve mais para que a Corte defina regras gerais sobre pesquisas eleitorais, que servirão para todos os candidatos e institutos.

“Essa pesquisa já foi divulgada, já surtiu efeito. Se pesquisas são retrato de momento, esse momento já passou. Mas aqui estamos a definir quais parâmetros essa Corte vai ter para qualquer pesquisa e para qualquer candidato. Não podemos decidir de uma forma em relação a um candidato e de outra forma em relação a outro”, afirmou.

Para ele, o tribunal também deve discutir se é admissível que pesquisas exibam vídeos ou áudios antes de formular perguntas aos entrevistados.

Sustentações orais

No início do julgamento, representantes das partes puderam apresentar seus argumentos aos ministros.

A advogada do PL e ex-ministra do TSE Maria Claudia Bucchianeri afirmou que cabe à Justiça Eleitoral fiscalizar a transparência, a confiabilidade e a integridade das pesquisas, por seu potencial de influenciar o eleitorado.

Segundo ela, o levantamento da AtlasIntel utilizou uma metodologia incomum, realizada pela internet, em que os participantes podem navegar livremente pelo questionário, o que compromete a lisura das respostas.

A advogada argumentou ainda que a disposição das perguntas poderia influenciar as posições dos respondentes e sustentou que a avaliação sobre a imagem de Flávio Bolsonaro só aparecia após os entrevistados terem sido expostos a conteúdos que, segundo ela, continham insinuações negativas.

Em defesa da AtlasIntel, o advogado Gualter Bezerra afirmou que a representação do PL não apontou violação da legislação eleitoral nem das normas do TSE sobre pesquisas. Segundo ele, o partido apenas discordou da metodologia utilizada para medir a repercussão de um fato político público.

O advogado destacou ainda que pesquisas semelhantes já foram registradas no TSE, citando como exemplo um levantamento realizado neste ano sobre o impacto da participação de Lula no Carnaval do Rio de Janeiro.

Niall Horan revela quais cantoras gostaria de convidar para uma collab

10 June 2026 at 00:32

O músico Niall Horan, 32, revelou que Taylor Swift, 36, está entre as artistas com quem mais gostaria de colaborar no futuro.

Ao falar sobre possíveis parcerias, o ex-integrante do One Direction também citou Gracie Abrams, 26, e afirmou que as duas estrelas ocupam um lugar especial em sua lista de desejos musicais.

Em entrevista à BANG Showbiz durante o Capital’s Summertime Ball, no último sábado (6), em Londres, o astro irlandês declarou: “Adoro Gracie Abrams ou Taylor. Não sei o quão viável isso seria, mas as duas seriam incríveis.”

A relação entre Niall e Taylor remonta aos anos de auge do One Direction. A cantora, uma das artistas mais influentes do pop contemporâneo, teve um breve relacionamento com Harry Styles, 32, então colega de banda de Niall, em 2012.

Niall vive atualmente uma nova fase da carreira com o lançamento de “Dinner Party”, seu quarto álbum de estúdio em carreira solo.

Ao disponibilizar o material no último dia 5, o artista afirmou que o projeto foi inspirado em seu relacionamento com a parceira, Amelia Woolley, e reúne reflexões “sobre amor, intimidade, medo, perda, esperança e sonhos”.

‘Dinner Party’ é um agradecimento ao passado e um olá ao presente. Aborda os grandes acontecimentos da vida e também aqueles momentos pequenos, às vezes turbulentos, que na verdade compõem essas histórias.”

De acordo com o músico, boa parte do trabalho explora as contradições típicas dos relacionamentos amorosos.

“Muito do álbum explora esse cabo de guerra entre se apaixonar e, ao mesmo tempo, sentir medo de perder alguém. E como esse risco é justamente a melhor parte. Há amor, intimidade, medo, perda, esperança e sonhos, tudo isso reunido ao longo do disco”, explicou.

O cantor descreveu o material como “uma coleção de canções sinceras com tons de nostalgia”, em referência ao caráter contemplativo das faixas.

Em “Tastes So Good”, uma das músicas do repertório, Niall se aproxima do pop-punk e experimenta sonoridades diferentes das que marcaram seus projetos anteriores.

O encerramento do álbum ficou a cargo de “End of an Era” [fim de uma era, em tradução livre], faixa dedicada ao ex-companheiro de banda Liam Payne, que faleceu em outubro de 2024, aos 31 anos, após cair da sacada de um hotel em Buenos Aires, na Argentina.

Em entrevista recente, Niall disse que o amigo provavelmente teria gostado da canção.

“Acho que é o tipo de música dele. Liam gostava de Coldplay, adorava canções como ‘You and I’, do One Direction, músicas que te levam para algum lugar. É engraçado pensar nisso – agora que você mencionou -, falar sobre as coisas de que ele gostava”, disse ele ao jornal Sunday Times.

O que aconteceu com Stanley, cão de Liam Payne, após morte do cantor

Luiza Possi fala sobre assédio: “Não consegui reagir na hora”

9 June 2026 at 23:57

A cantora Luiza Possi, 41, publicou um vídeo nas redes sociais nesta terça-feira (9) em que reflete sobre o assédio moral retratado no filme “A Empregada”. No relato, ela reflete sobre a trama e os diversos tipos de assédio.

A obra, baseada em uma trilogia literária escrita por Freida McFadden, é um suspense psicológico que conta a história Millie, que trabalha como empregada doméstica para uma família rica. No desenrolar da trama, o filme retrata situações de assédio.

Ao comentar sobre o filme, Luiza Possi disse que muitas pessoas não refletem sobre o tema e têm dificuldade de nomear o assédio. “O assédio nem sempre chega da forma que imaginamos. Às vezes ele vem disfarçado de críticas constantes, humilhações, manipulação, desvalorização e tentativas de fazer você acreditar que não é capaz”, escreveu ela.

Ao trazer a reflexão, a cantora também completou descrevendo situações da sua própria vida. “Já vivi situações em que, mesmo tendo consciência e experiência, não consegui reagir na hora. Às vezes, é difícil acreditar que aquilo está realmente acontecendo”.

Ao longo do vídeo, ela também reiterou que o assédio surge quando alguém desrespeita os limites de outra pessoa. “Eu quero que a gente pare de se envergonhar, que a gente pare de se calar, de fingir que a gente não viu, ou de achar que a culpa foi nossa”.

Diante do debate sobre o tema, que Luiza Possi pontuou como sensível, ela afirmou ainda que é preciso ter consciência sobre tais agressões. “A gente sempre fica querendo culpar a vítima e desculpar o agressor”.

“Machismo é tudo aquilo que um homem faz uma mulher passar em termos de desconforto, mas que jamais teria coragem de fazer com um semelhante do mesmo sexo”, finalizou ela.

Assista ao vídeo completo:

 

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Um post compartilhado por Luiza Possi (@luizapossi)

Carol Castro expõe mensagens de assédio: “10 milhões para noite com você”

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