Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13), na abertura do Grupo C da Copa do Mundo em Nova Jersey. E o palco do confronto já presenciou momentos icônicos envolvendo a Seleção.
O MetLife Stadium, chamado apenas como Estádio de Nova Jersey na Copa por exigência da Fifa, fica localizado em East Rutherford e tem capacidade para 82 mil torcedores. A arena é a casa dos times da NFL New York Jets e New York Giants.
O último duelo do Brasil no estádio aconteceu em setembro de 2018. Na ocasião, a Seleção venceu os Estados Unidos por 2 a 0, com gols de Roberto Firmino e Neymar.
Estreia de Neymar e milésimo jogo
Neymar, aliás, tem uma memória especial do estádio. O camisa 10 estreou com a camisa da Seleção Brasileira neste palco. O adversário também foi a seleção americana, e o confronto aconteceu no dia 10 de agosto de 2010, com o atacante marcando seu primeiro gol pelo Brasil.
O estádio de Nova Jersey também recebeu o milésimo jogo na história da Seleção Brasileira.
O duelo marcante aconteceu em novembro de 2012, no empate do Brasil com a Colômbia. Neymar, mais uma vez, foi o autor do gol.
Desde a sua inauguração, em outubro de 2010, o MetLife Stadium recebeu cinco jogos da Seleção Brasileira. Foram três vitórias, um empate e uma derrota — em 2012 para a Argentina.
A Seleção Brasileira faz sua estreia na Copa do Mundo neste sábado (13) contra Marrocos, e o comentarista Michel Bastos avaliou os principais aspectos da partida. Para ele, Carlo Ancelotti deve privilegiar a experiência na escalação, diante de um adversário que ele considera o mais difícil da fase de grupos para o Brasil.
Michel Bastos, que disputou a Copa do Mundo de 2010 pela Seleção Brasileira, destacou que a ansiedade faz parte do processo, mas que jogadores experientes sabem lidar com esse momento.
“A ansiedade existe, isso não tem dúvida, mas há muitos jogadores experientes ali que já viveram, já jogaram uma Copa do Mundo, então eles sabem, conhecem esse processo”, afirmou. Segundo ele, após o apito inicial, a adrenalina toma conta e os atletas conseguem executar seu trabalho normalmente.
Marrocos é o adversário mais difícil do grupo
Na avaliação de Michel Bastos, Marrocos representa o maior desafio do Brasil na fase de grupos. “Entre Haiti e Escócia, é a seleção mais forte que o Brasil vai enfrentar”, disse. Ele ressaltou que, apesar das dificuldades, enfrentar uma equipe de força logo na estreia pode ser positivo para o time brasileiro. O comentarista destacou ainda que Marrocos perdeu uma referência importante com um corte recente — um jogador que atua pelos lados do campo com estilo agudo — mas que a seleção africana ainda conta com muita qualidade técnica e gosta da posse de bola.
“O próprio Rafinha falou, eles são considerados os brasileiros na África”, comentou.
Preocupação na lateral e confiança em Danilo
A posição de lateral foi apontada por Michel Bastos como um setor de atenção para a Seleção Brasileira. Com o corte de Wesley, que seria o titular na lateral direita, Ancelotti optou por convocar um meia e testar Danilo na posição. “Danilo não é unanimidade, até porque no seu clube não vinha jogando, mas é um jogador que Ancelotti tem muita confiança”, avaliou. Michel Bastos lembrou ainda que o Brasil foi historicamente muito bem servido nessa posição, com nomes como Roberto Carlos, Cafu, Dani Alves e Marcelo, o que eleva o nível de exigência da torcida. Apesar das ressalvas, o comentarista defendeu que é preciso dar confiança a quem está disponível.
Trocas de treinador prejudicaram a preparação
Michel Bastos também comentou o impacto das quatro trocas de treinador desde 2022 na construção da equipe. Para ele, a instabilidade atrapalhou a formação de uma base sólida. “Anos atrás a gente sempre tinha uma base da seleção brasileira, e nos últimos anos isso não vem acontecendo”, disse.
Ele destacou que Ancelotti chegou em um momento já próximo da Copa do Mundo, com pouco tempo para montar o elenco e definir seu modelo de jogo. Como exemplo positivo de continuidade, citou as seleções da França e da Argentina, que mantiveram grande parte do elenco campeão ao longo dos ciclos. Na sua avaliação, é justamente por isso que, neste momento, Ancelotti deve optar pelos jogadores mais experientes na escalação inicial.
Para o jogo contra Marrocos, Michel Bastos projetou que Ancelotti vai montar uma equipe com linha mais avançada, pressionando a saída de bola dos adversários. “O Brasil vai montar essa equipe para ter essa linha mais alta, pressionar a equipe do Marrocos, não deixar eles jogarem, porque eles têm muita qualidade técnica”, analisou. O comentarista apostou em uma vitória brasileira por 2 a 1, reconhecendo que jogos de estreia em Copas do Mundo costumam ser disputados e apertados.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Dois dias antes da estreia na Copa do Mundo, o técnico Luis de La Fuente afastou o favoritismo da Espanha e dividiu a responsabilidade com outras nações. Em entrevista ao portal AS, o comandante adotou cautela e apontou até a seleção brasileira como candidata ao título.
“O que significa ser favorito? Esses comentários vêm do exterior. E, em segundo lugar, o que significa ser favorito? Ter chances de ganhar a Copa do Mundo? Mas, honestamente e com base no que sabemos, somos realmente mais favoritos que a França, o Brasil ou a Argentina?”.
Em sua análise, De la Fuente também citou outros países que podem surpreender na Copa, como Portugal, Holanda, Inglaterra e as seleções africanas, sem especificar nomes.
“Mesmo sendo melhor que os rivais, você pode perder. Nos sentimos fortes e capazes. É positivo ser o favorito, mas o futebol pode te levar para o alto ou para o fundo do poço”.
A Espanha está no Grupo H do torneio e estreia na segunda-feira (15), às 13h, diante de Cabo Verde, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Na mesma chave estão Uruguai e Arábia Saudita, que se enfrentam no mesmo dia, às 19h, em Miami.
O técnico Luis de La Fuente também falou sobre a possibilidade de acompanhar seleções em contextos diferentes no Mundial.
“São equipes muito fortes. Fisicamente, taticamente e tecnicamente, porque sempre têm jogadores acostumados a competir em clubes de ponta. E alguns times se adaptam melhor a essas condições climáticas, a esses ambientes? Isso também será uma desvantagem”, acrescentou.
De La Fuente concluiu: “A competição está incrivelmente acirrada. Há mais equilíbrio no nível de seleções do que no nível dos clubes. O jogo mais importante da Copa do Mundo é Cabo Verde, sem dúvida”.
Em dia de estreia da seleção do Brasil na Copa do Mundo 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou um recado ao técnico do time, Carlo Ancelotti.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula pediu que a equipe jogue “pensando no povo brasileiro” e ressaltou que no campeonato mundial a gente “não disputa, a gente ganha”.
“O que vale é a garra! O que vale é a coesão do time, a unidade do time, a a harmonia do time. Eles têm que estar bem, eles têm que estar motivados e eles têm que jogar pensando no povo brasileiro, que está precisando de uma vitória. Se você conseguir isso, Ancelotti, você vai virar o nosso herói”, afirmou.
“Time você tem, a Copa do Mundo a gente não disputa, a gente ganha! A gente não tem que ir pra disputar, a gente tem que ir para ganhar“, acrescentou o mandatário.
No vídeo, Lula ainda ressaltou que o país pode não ter “a melhor seleção do mundo”, mas tem a “melhor seleção do Brasil”.
“É ela [seleção] que você escolheu, são os jogadores que você sabe que podem fazer o que você espera que eles façam. Portanto, dê um conselho para esses meninos: além de jogar bola, que vocês sabem, joguem com um pouco de alma. Quando cair, levante. Quando cair não fique reclamando, levante e vá tirar a bola do adversário“, continuou.
Na sequência o chefe do Executivo pediu que, “pelo amor de Deus”, os jogadores chutem a bola no gol do adversário:
“E lembrar de uma coisa: o que vale é chutar a bola no gol do adversário e ela entrar. O que vale é bola no gol do adversário, então sempre que puder chute! Pelo amor de Deus, chute!”.
Professor Carlo Ancelotti e jogadores da nossa querida Seleção Brasileira, o recado de hoje é para vocês.
Começou a Copa do Mundo e agora é hora de jogar com raça, vontade, entrega e espírito de equipe. Futebol se ganha dentro das quatro linhas, com concentração, dedicação,… pic.twitter.com/oRU6fvoYLF
A seleção brasileira entrará em campo a partir das 19h (de Brasília) contra o Marrocos no Estádio de Nova York e Nova Jersey, que também será palco da final do Mundial.
Considerado o principal jogador dos Estados Unidos, o meia-atacante Christian Pulisic teve uma lesão na panturrilha confirmada após a vitória sobre o Paraguai, por 4 a 1, na estreia da Copa do Mundo. O camisa 10 foi substituído no intervalo da partida, por Sebastian Berhalter, quando a equipe já vencia por 3 a 0.
Após o duelo Estádio de Los Angeles, o jogador falou sobre a lesão e afirmou que já iniciou a recuperação. “Espero sinceramente que não seja nada. Estou tomando algumas precauções hoje, mas espero que corra tudo bem”.
Embora tenha atuado em apenas metade da partida, Pulisic foi muito elogiado por ter participado de dois gols dos Estados Unidos. No primeiro, anotado contra pelo paraguaio Damián Bobadilla, o meia-atacante fez ótima jogada individual e bagunçou a defesa sul-americana.
No segundo, em mais uma boa arrancada pelo lado esquerdo, ele cruzou rasteiro na medida para Folarin Balogun, que balançou as redes do adversário.
O jogador do Milan, da Itália, está em sua segunda participação em Copas do Mundo e tenta superar a campanha do Catar, quando os norte-americanos caíram nas oitavas de final para a Holanda. Pelo clube, nesta temporada, o atleta sofreu com algumas lesões e participou de 34 partidas, anotando 10 gols e quatro assistências.
A equipe comandada por Mauricio Pochettino retorna aos gramados na próxima sexta-feira (19), às 16h, contra a Austrália, no Lumen Field, em Seattle. Uma vitória contra os australianos deve encaminhar a vaga na segunda fase.
O ex-zagueiro Marcelo Gonçalves, que disputou a Copa do Mundo de 1998 com a Seleção Brasileira, avaliou as perspectivas do Brasil para a estreia no torneio, marcada para este sábado (13), diante do Marrocos. Em entrevista à CNN, Gonçalves destacou que Carlo Ancelotti deve priorizar uma organização defensiva sólida, aproveitando a velocidade dos atacantes para os contra-ataques.
Para Gonçalves, o plano de jogo de Ancelotti já está bem definido. “Ele deve optar por manter uma linha defensiva fortalecida com o Danilo na direita, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alexandre, porque são jogadores reconhecidos no futebol europeu e mundial, e isso tem um peso quando você vai jogar uma Copa do Mundo”, afirmou.
Neymar como peça-chave no setor ofensivo
Gonçalves ressaltou que a presença de Neymar, caso esteja recuperado, pode ser determinante para as soluções ofensivas da equipe.
“A gente não pode deixar de lembrar que o Neymar, estando recuperado, deve ser esse jogador, esse número 10, esse meio ofensivo para encontrar as soluções ofensivas com rapidez e inteligência, para colocar os atacantes na cara do gol”, disse. O ex-zagueiro também citou Vini Júnior, Rafinha, Matheus Cunha, Luiz Henrique, Igor Thiago e Endrick como opções para o setor de ataque, enquanto Bruno Guimarães, Casimiro e Paquetá formariam o meio-campo.
Preocupação defensiva e referência dentro de campo
O ex-zagueiro reconheceu que a fragilidade defensiva da Seleção nos últimos jogos é uma preocupação real.
“Para a Copa do Mundo, você tem que procurar ter uma solidez defensiva para poder contra-atacar, já que nós temos esses jogadores com muita velocidade pelas laterais”, ponderou.
Gonçalves também destacou a importância de ter uma referência técnica como Neymar no elenco, traçando um paralelo com a geração de 94, 98 e 2002. “Ter jogadores com essa referência influencia muito e é muito importante para uma possível conquista de uma Copa do Mundo”, afirmou, lembrando que aquela geração foi a única da história do futebol brasileiro a chegar a três finais consecutivas de Copa do Mundo.
Marrocos evoluiu, mas Brasil é favorito
Questionado sobre a evolução da seleção marroquina desde 1998, quando o Brasil venceu por 3 a 0, Gonçalves reconheceu que a diferença entre as equipes diminuiu consideravelmente.
“Essa diferença hoje em dia se encurtou. No último jogo contra o Marrocos, que era amistoso depois da Copa do Mundo de 2022, nós fomos derrotados por 1×0”, recordou. O ex-zagueiro destacou que o Marrocos mescla jogadores experientes, como Hakimi, do Paris Saint-Germain, com novos talentos, como Dias, do Real Madrid, e Rassal, do Manchester United. Apesar disso, Gonçalves disse acreditar em uma vitória brasileira.
“Eu acredito numa vitória da seleção brasileira, mas vai ser um jogo difícil. O meu palpite é 2×1”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Coincidentemente, o adversário da estreia brasileira, que acontece neste sábado (13), foi justamente a primeira equipe a sofrer um gol de Ronaldo Fenômeno, que se tornaria o maior artilheiro do Brasil em Mundiais, com 15 gols.
O primeiro gol do atacante contra o Marrocos em Copas do Mundo marcou o começo de uma das histórias mais vitoriosas da Seleção Brasileira no torneio.
Em 16 de junho de 1998, pela segunda rodada da fase de grupos, Ronaldo deixou sua marca na vitória por 3 a 0 sobre os marroquinos, em Nantes, na França.
Campeão mundial em 1994 e 2002, Ronaldo participou de 19 partidas em Copas do Mundo e alcançou uma impressionante média de 0,79 gol por jogo. A eficiência se tornou ainda mais evidente nos confrontos eliminatórios: em dez partidas de mata-mata, Fenômeno marcou oito vezes.
Com esse desempenho, divide o posto de maior artilheiro em fases eliminatórias de Copas com o francês Kylian Mbappé e com o lendário Leônidas da Silva, que brilhou nos Mundiais de 1934 e 1938.
Ronaldo ocupa a segunda posição entre os brasileiros com mais partidas disputadas em Copas do Mundo. O jogador perde apenas para Cafu, que atuou em 20 jogos pelo torneio.
Quando encerrou a carreira, em 2011, o Fenômeno era o maior artilheiro da história das Copas. O recorde foi superado pelo alemão Miroslav Klose, que chegou a 16 gols durante o Mundial de 2014.
Ao longo de sua trajetória pela Seleção Brasileira, Ronaldo acumulou 105 partidas e 67 gols. A campanha do atleta no Mundial o tornou o atleta mais jovem a ser eleito o melhor jogador de uma Copa, aos 21 anos.
Isso porque, além do gol contra o Marrocos, Ronaldo também marcou dois no 4 a 1 sobre o Chile, nas oitavas, e no empate contra a Holanda, por 1 a 1, na semifinal.
Ronaldo celebra seu gol na final da Copa de 2002 entre Brasil e Alemanha • Getty Images
Estreia na Copa
A estreia de Ronaldo em Copas aconteceu em 1994. Com apenas 17 anos, era o atleta mais jovem do elenco, que tinha como técnico Carlos Alberto Parreira.
Embora não tenha entrado em campo durante a campanha do tetracampeonato, o jovem atacante teve a oportunidade de acompanhar de perto uma das duplas mais marcantes da história da Seleção: Romário e Bebeto.
Implacável no Penta
A Copa do Mundo de 2002 representou o auge da carreira do atacante. Na fase de grupos, Fenômeno marcou quatro vezes em três jogos. Balançou as redes na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia, fez um gol no triunfo por 4 a 0 diante da China e marcou duas vezes na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica.
Nas fases decisivas, continuou sendo o principal nome do Brasil. Fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica nas oitavas de final e garantiu a classificação para a decisão ao marcar o histórico gol de bico contra a Turquia na semifinal.
A última participação de Ronaldo em Mundiais aconteceu na Copa de 2006, disputada na Alemanha.
Na fase de grupos, marcou duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Japão. Já nas oitavas de final, deixou sua marca no triunfo por 3 a 0 sobre Gana, alcançando seu 15º gol em Copas do Mundo e consolidando-se, naquele momento, como o maior artilheiro da história da competição.
O Brasil finalmente estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.
Após a campanha histórica na Copa de 2022, terminando na quarta posição, a seleção de Marrocos chega com expectativa alta neste Mundial, e conta com nomes de peso em seu elenco.
Uma das estrelas de Marrocos começa no gol. Yassine Bounou atuava no Sevilla quando fechou a meta da equipe no Catar. Atualmente, Bono defende o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e esteve no Mundial de Clubes de 2025, nos Estados Unidos.
Achraf Hakimi pode ser considerado o nome mais conhecido da atual geração marroquina. O lateral é um dos destaques do Paris Saint-Germain, tendo conquistado as últimas duas Champions League.
Outro nome que atua em um clube grande do futebol mundial é Brahim Díaz. O espanhol de ascendência marroquina defende o Real Madrid, e já vestiu as cores do Manchester City.
O atacante de 26 anos foi o artilheiro da Copa Africana de Nações este ano, mas desperdiçou um pênalti decisivo na decisão contra Senegal e foi bastante criticado pela cavadinha na batida.
Além dos citados acima, o Brasil precisa ficar atento com outros nomes, como o francês Ayyoub Bouaddi do Lille — alvo de disputa entre França e Marrocos, e o jovem Ismael Saibari, que atua no PSV e vem sendo alvo do Bayern de Munique.
A influenciadora Virginia Fonseca, 27, mostrou detalhes do quarto luxuoso de hotel que está hospedada nos Estados Unidos, para a cobertura da Copa do Mundo 2026.
Nos stories do Instagram, Virginia disse que recebeu um “upgrade” no quarto de hotel em que estava e foi para um local maior para ficar junto dos amigos que viajaram com ela.
“É um apartamento”, disparou ela entre vídeos.
O local possui, além dos quartos, sala, cozinha e sala de jantar.
Quarto luxuoso de hotel em que Virginia ficará hospedada durante a Copa • Instagram/ Virginia
O que Virginia fará na Copa do Mundo 2026?
Virginia atuará como repórter na Copa do Mundo 2026 em parceria com o programa “Domingão com Huck”, da TV Globo. A influenciadora será a responsável por mostrar bastidores, além do cotidiano na cidade, como rotina de compras e restaurantes.
O Brasil inicia neste sábado (13) sua caminhada na Copa do Mundo de 2026. Às 19h (de Brasília), a Seleção enfrenta o Marrocos, no Estádio de Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.
Para a estreia, Carlo Ancelotti definiu Marquinhos como capitão da equipe. O zagueiro do Paris Saint-Germain será o responsável por liderar a Seleção em campo no primeiro jogo do treinador italiano em uma Copa do Mundo.
A escolha reforça o papel de liderança exercido pelo defensor nos últimos anos. Aos 32 anos, Marquinhos é um dos jogadores mais experientes do elenco e chega ao Mundial como peça central do sistema defensivo brasileiro. Ao seu lado estará Gabriel Magalhães, formando a dupla de zaga titular.
O desafio, porém, não será simples. O Brasil entra em campo sem Neymar, que fica fora da partida por causa de uma lesão muscular na panturrilha direita.
Além disso, o adversário inspira atenção. Marrocos foi semifinalista da Copa do Mundo de 2022 e venceu o último confronto entre as seleções, por 2 a 1, em amistoso disputado em 2023.
Mesmo sem o zagueiro Nayef Aguerd e o atacante Abde Ezzalzouli, ambos lesionados, os marroquinos contam com jogadores de destaque no cenário internacional. O principal nome é Achraf Hakimi, lateral do PSG e companheiro de clube de Marquinhos. Outro destaque é o meia Brahim Díaz, do Real Madrid.
A provável escalação do Brasil tem: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.
O atacante Neymar publicou nessa sexta-feira (12) uma mensagem nas redes sociais antes da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Mesmo fora da partida contra o Marrocos, neste sábado (13), o camisa 10 escreveu: “Amanhã é o dia. Prontos para os desafios. Vamos BRASIL”.
Em entrevista coletiva nessa sexta-feira (12), o técnico Carlo Ancelotti atualizou a situação física de Neymar e afirmou que o atacante trabalha para retornar o mais rápido possível. O treinador também demonstrou expectativa de contar com o jogador já na próxima semana.
“Neymar está trabalhando muito forte para recuperar o mais rápido possível. A expectativa é de que Neymar possa voltar ao grupo na próxima semana. A qualidade técnica dele é indiscutível, mas também a experiência e o exemplo que apresenta ao restante do grupo”, afirmou o treinador.
Brasil x Marrocos
O Brasil enfrenta o Marrocos neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio de Nova York e Nova Jersey, nos Estados Unidos, pela primeira rodada do Grupo C.
Tabela de jogos do Grupo C
1ª rodada
13/06 (sábado) — Brasil x Marrocos — 19h — Nova Jersey
13/06 (sábado) — Haiti x Escócia — 22h — Boston
2ª rodada
19/06 (sexta-feira) — Escócia x Marrocos — 19h — Boston
19/06 (sexta-feira) — Brasil x Haiti — 21h30 — Filadélfia
3ª rodada
24/06 (quarta-feira) — Marrocos x Haiti — 19h — Atlanta
24/06 (quarta-feira) — Escócia x Brasil — 19h — Miami
A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, chega em um momento politicamente ambíguo para o presidente americano, Donald Trump.
O torneio, que teve início na última quinta-feira (11), tem colocado em evidência tanto as dificuldades econômicas enfrentadas pelos americanos quanto às tensões diplomáticas do governo com países africanos.
Durante participação no videocast Fora da Ordem, o analista de internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna, avaliou que o evento esportivo acaba funcionando como um espelho das contradições do atual momento político e econômico dos Estados Unidos.
Dificuldades econômicas em evidência
O que mais repercute internamente, de acordo com Lourival, são as dificuldades financeiras da população americana para acompanhar o torneio.
“As passagens aumentaram de preço e os hotéis não estão com a ocupação que esperavam”, afirmou o analista.
Ele destacou que a Copa acaba colocando em evidência os problemas econômicos que os americanos enfrentam, relativos ao alto custo de vida e ao choque de energia causado pelo fechamento do Estreito de Ormuz.
Caso do árbitro somali
Outro ponto de repercussão negativa para o governo americano foi o impedimento da entrada do árbitro somali Omar Artan nos Estados Unidos.
Celebrado em toda a África após ser selecionado para a equipe de arbitragem da Copa, Omar foi retido por cerca de 11 horas pelas autoridades americanas, que alegaram ter encontrado evidências de ligação dele com o Al-Shabaab, grupo terrorista ligado à Al-Qaeda na Somália. O árbitro negou qualquer vínculo com o grupo e declarou não conhecer ninguém ligado a ele.
Ao retornar à Somália, onde foi recebido pelo presidente do país, Omar fez declarações consideradas “muito suaves”, sem criticar diretamente os Estados Unidos.
“Ele tem 34 anos de idade e disse esperar ter oportunidade de um dia ser árbitro em uma outra Copa”, afirmou Lourival.
Para Lourival, o episódio reacende feridas antigas entre os africanos e Trump.
O analista citou declarações anteriores do presidente americano nas quais ele teria usado termos depreciativos para se referir ao continente africano e à comunidade somali nos Estados Unidos, além de ter pedido que deputadas de minorias — como Ilhan Omar, Rashida Tlaib, Alexandria Ocasio-Cortez e Presley — “voltassem para os países delas”, gerando o slogan “send them back” de seu primeiro mandato.
Segundo o analista, todas essas tensões favorecem a China, que já possui enorme projeção sobre o continente africano.
“As feridas se reabrem e isso favorece a China, a projeção e a disputa por influência que ela tem na África com os Estados Unidos e com o Ocidente, com a Europa de maneira geral”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Única nação a participar de todas as edições de Copa do Mundo, a Seleção Brasileiracoleciona momentos memoráveis em estreias em Mundiais.
O primeiro jogo em 2026 será neste sábado (13), contra Marrocos, às 19h (de Brasília), no Metlife Stadium, em Nova Jersey.
Do hat-trick de Leônidas da Silva em 1938 ao maior público da história do Brasil em um jogo inaugural, em 2022, os primeiros passos da equipe na principal competição do futebol acumulam curiosidades que ajudam a contar a trajetória pentacampeã do país.
Entre os fatos mais curiosos estão o último jogo de Pelé e Garrincha juntos pela Seleção Brasileira, um gol controverso de Zico anulado no apito final da partida contra a Suécia, o domínio brasileiro sobre o México em estreias de Mundial e a longa sequência sem passar em branco no primeiro compromisso da Copa, mantida desde 1974.
10 curiosidades do Brasil em estreias em Copa do Mundo
O Brasil não passa em branco em estreias de Copas desde 1974, na Alemanha, quando iniciou sua caminhada empatando por 0 a 0 com a Iugoslávia, em Frankfurt.
No primeiro jogo de 1938, na França, a Seleção vence a Polônia por 6 a 5, em partida eliminatória e que vai para a prorrogação. O destaque é Leônidas da Silva, que faz o único hat-trick num jogo de estreia do Brasil em Copas na vitória por 6 a 5.
Nos 2 a 0 sobre a Bulgária, em 12 de julho de 1966, em Liverpool, Pelé e Garrincha jogam pela última vez juntos com a amarelinha. E os gols da vitória brasileira são deles, que completaram 40 jogos pela Seleção e garantem a invencibilidade da dupla com 36 vitórias e apenas quatro empates, aproveitamento de 92,5%.
O México é o adversário que a Seleção mais enfrentou em estreias de Copa do Mundo. Foram três confrontos, em 1950 (4 a 0), 1954 (5 a 0) e 1962 (2 a 0).
Nos 6 a 5 sobre a Polônia, na estreia do Brasil na Copa de 1938, na França, há relatos de que Leônidas da Silva marcou seu terceiro gol no jogo, o sexto do Brasil, descalço. Isso porque ele chutou a bola e sua chuteira saiu do pé. Na reposição, o goleiro polonês escorregou, por causa do gramado cheio de lama, e o Diamante Negro, sem o calçado no pé emendou para o gol. Outras fontes relatam que ele na verdade tentou descalço, mas o árbitro Ivan Eklind, da Suécia, não permitiu.
Os 2 a 0 sobre a Sérvia, em 24 de novembro de 2022, em Lusail, registrou o maior público da Seleção em estreias de Copas. Foram 88.103 pessoas no Lusail Stadium.
O gol mais rápido da Seleção numa partida de estreia foi marcado pelo volante César Sampaio, que balançou a rede da Escócia aos quatro minutos na vitória brasileira por 2 a 1, em 10 de junho de 1998, no Stade de France.
Por quatro vezes a estreia do Brasil na Copa foi o jogo de abertura da competição. Em 1950, como país-sede, fez 4 a 0 no México, no Maracanã. Em 1974, como campeão de 1970, empatou sem gols com a Iugoslávia, em Frankfurt. Essa história se repetiu 24 anos depois, em 1998, na França, com a Seleção fazendo 2 a 1 na Escócia no Stade de France. Novamente sede em 2014, o time canarinho fez 3 a 1 na Croácia na Arena Corinthians.
No empate por 1 a 1 com a Suécia, em 3 de junho de 1978, em Mar del Plata, no último lance do jogo Nelinho cobrou um escanteio da direita e Zico cabeceou para as redes suecas. Mas o árbitro galês Clive Thomas não validou o gol, afirmando que tinha apitado o fim da partida com a bola no ar.
O jogador a marcar mais gols na Seleção numa partida de Copa foi o polonês Wilimowski, que balançou a rede de Batatais quatro vezes na vitória brasileira por 6 a 5 sobre a Polônia na estreia das duas equipes na Copa de 1938, na França.
O comando técnico da Seleção Brasileira ostenta o maior vencimento entre as federações que disputam a Copa do Mundo. Contratado pela CBF em maio de 2025, o italiano Carlo Ancelotti estendeu recentemente seu vínculo com a entidade até o encerramento do ciclo de 2030.
Atualmente, os vencimentos do treinador somam 9,5 milhões de euros (cerca de R$ 55,8 milhões na cotação atual). As informações são do jornal “La Gazzetta dello Sport”.
Os valores praticados no contrato do comandante do Brasil o isolam no topo do levantamento, com uma margem considerável sobre os demais concorrentes. A segunda posição é ocupada pelo alemão Thomas Tuchel. O atual técnico da seleção da Inglaterra, que recebe 5,9 milhões de euros (R$ 34,6 milhões).
Em contrapartida, o atual campeão mundial, Lionel Scaloni, aparece na décima colocação do ranking. O comandante da seleção da Argentina tem vencimentos estimados em 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões). Gustavo Alfaro, do Paraguai, surpreendeu com a nona colocação.
Confira os dez profissionais mais bem pagos
Carlo Ancelotti (Brasil) – 9,5 milhões de euros (R$ 55,8 milhões)
Thomas Tuchel (Inglaterra) – 5,9 milhões de euros (R$ 34,6 milhões)
Julian Nagelsmann (Alemanha) – 4,9 milhões de euros (R$ 28,8 milhões)
Fabio Cannavaro (Uzbequistão) – 4 milhões de euros (R$ 23,5 milhões)
Roberto Martínez (Portugal) – 4 milhões de euros (R$ 23,5 milhões)
Didier Deschamps (França) – 3,8 milhões de euros (R$ 22,3 milhões)
Marcelo Bielsa (Uruguai) – 3,5 milhões de euros (R$ 20,5 milhões)
Ronald Koeman (Holanda) – 3 milhões de euros (R$ 17,6 milhões)
Gustavo Alfaro (Paraguai) – 2,5 milhões de euros (R$ 14,7 milhões)
Lionel Scaloni (Argentina) – 2,3 milhões de euros (R$ 13,5 milhões)
As imagens de arquibancadas com espaços vazios em alguns jogos da Copa do Mundo de 2026 têm gerado questionamentos entre torcedores nas redes sociais. Em determinadas partidas, a ocupação mostrada pelas transmissões parece incompatível com os números oficiais divulgados pela Fifa.
Um dos exemplos mais comentados ocorreu na vitória da Coreia do Sul sobre a República Tcheca, em Guadalajara, na última quinta-feira (11). Na ocasião, a entidade registrou público de 44.985 pessoas, apenas 679 abaixo da capacidade do estádio, embora diversos assentos vazios fossem visíveis durante a partida.
A diferença foi tema de uma reportagem do jornal esportivo norte-americano The Athletic, que procurou a Fifa para esclarecer como a entidade realiza a contagem oficial de público nos jogos do Mundial.
Como a Fifa calcula o público
Segundo a entidade, o número oficial considera as pessoas que tiveram seus ingressos escaneados e acessaram o perímetro do estádio.
Na prática, isso significa que o torcedor passa a integrar a contagem assim que entra na arena, independentemente de estar sentado em seu lugar no momento da partida.
Dessa forma, também são contabilizadas pessoas que estejam em áreas de alimentação, lojas, bares, corredores internos, camarotes ou setores de hospitalidade.
Por esse critério, o público divulgado não representa necessariamente a quantidade de espectadores ocupando as arquibancadas quando as imagens são captadas pelas câmeras de televisão.
Comportamento dos torcedores influencia percepção
Além da metodologia adotada pela Fifa, outro fator ajuda a explicar a diferença entre os números oficiais e a ocupação visual dos estádios.
Nos Estados Unidos, Canadá e México, países-sede da Copa do Mundo de 2026, é comum que torcedores circulem pelas áreas internas das arenas durante os jogos. Em muitos estádios, espaços de alimentação, entretenimento e convivência fazem parte da experiência oferecida ao público.
A movimentação costuma ser ainda mais intensa em camarotes e setores premium, onde os torcedores têm acesso a serviços adicionais e áreas exclusivas.
Como consequência, determinados setores podem parecer esvaziados em alguns momentos da transmissão, mesmo com milhares de pessoas presentes dentro do complexo esportivo.
Debate também envolve venda de ingressos
A explicação da Fifa, porém, não encerra a discussão sobre a ocupação dos estádios.
Reportagens da imprensa internacional apontaram dificuldades na comercialização de ingressos para algumas partidas da fase de grupos. Às vésperas do início do torneio, cerca de 180 mil bilhetes ainda estavam disponíveis nos canais oficiais de revenda.
O tema ganhou repercussão entre torcedores, que relacionaram a menor procura aos preços praticados em determinados jogos. Em alguns casos, houve redução nos valores dos ingressos para estimular as vendas.
Assim, a diferença entre o público anunciado e a ocupação observada nas arquibancadas pode ser explicada tanto pelo método de contagem utilizado pela Fifa quanto pelo comportamento dos torcedores dentro dos estádios. Isso faz com que os números oficiais nem sempre correspondam à percepção transmitida pelas imagens de televisão.
Mesmo em esportes diferentes, a Seleção Brasileira e o New York Knicks da NBA dividem uma coincidência que pode ajudar a trazer o tão sonhado “hexa” da Copa do Mundo para o Brasil. Todas as vezes em que o time norte-americano de basquete disputou as finais da liga em ano de Mundial masculino, os brasileiros ergueram a taça do torneio.
A CNN Esportes te convida a viajar no tempo e entender como o destino do Brasil pode estar atrelado à presença do time nova-iorquinao nas finais da NBA. Entenda abaixo:
O que o destino reserva ao Brasil?
Em 1970, os Knicks conquistaram o título da NBA contra o Los Angeles Lakers. No mesmo ano, a Seleção Brasileira chegou à final da Copa do Mundo e conquistou o tricampeonato ao vencer a Itália, com direito a show de Pelé.
Depois de 24 anos, em 1994, o time de Nova York voltou ao palco das decisões da liga. Dessa vez, a franquia foi derrotada pelo Houston Rockets. Porém, os Estados Unidos reservavam um resultado diferente para o Brasil, que se sagrou tetracampeão em solo norte-americano.
O cenário pode voltar a se repetir após 32 anos. Para os supersticiosos, as coincidências são um prato cheio. Os Knicks já estão próximos de conquistar o título da NBA. Agora, resta saber o que o destino reserva ao Brasil na Copa do Mundo de 2026.
Knicks na final
O New York Knicks protagonizou a maior virada da história das finais da NBA na madrugada de quinta-feira (11), recuperando-se de uma desvantagem de 29 pontos para derrotar o San Antonio Spurs no Jogo 4 por 107 a 106, no Madison Square Garden, em Nova York.
Agora, os Knicks lideram a série melhor de sete das finais da NBA por 3 a 1, com a chance de conquistar o título já no sábado (13), em San Antonio, no Jogo 5.
Brasil na Copa
A Seleção Brasileira, embora tenha vivido traumas nas últimas Copas do Mundo, chega à competição como a única que pode ser hexacampeã. O Brasil conquistou títulos nas edições de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
Mesmo com algumas incertezas, a seleção ainda chega como uma das favoritas para erguer a taça do maior torneio entre países.
No primeiro passo rumo ao “hexa”, o Brasil enfrenta o Marrocos, às 19h deste sábado (13), em Nova Jersey. Já o segundo jogo, é contra o Haiti, no dia 19 de junho, às 21h30, no Estádio da Filadélfia (EUA). A última partida é diante da Escócia, no dia 24 de junho, às 19h, em Miami.
O Brasil se habituou a ser campeão com os melhores jogadores do mundo no elenco, e em 1994 e 2002, a situação foi literal. O país levou para a casa a Copa do Mundo e os reconhecimentos da Fifa.
A primeira dobradinha brasileira foi em 1994, ano do tetracampeonato nos Estados Unidos liderado pela genialidade de Romário. O jogador foi eleito o melhor jogador do torneio e levou para casa o Fifa The Best.
Na seleção, foram sete jogos – todos como titular, e cinco gols. Romário foi vice-artilheiro do Mundial e marcou em todas as fases.
No Barcelona a fase também foi excepcional. Na temporada 1993/1994 Romário fez 33 jogos e marcou 30 gols. Recebeu um prêmio como maior goleador do país e somou cinco hat-tricks na temporada, um deles contra o Real Madrid.
A história se repetiu em 2002, no penta. Mesmo desacreditado, Ronaldo calou a boca dos críticos que o questionavam após suas graves lesões. Foram dele os dois gols que sacramentaam o título na grande final contra a Alemanha, quando se tornou o maior artilheiro da história das Copas até então.
Ao todo, Ronaldo marcou oito gols na Copa, em quase todas as fases – só passou em branco nas quartas. Do Mundial brilhante, foi diretamente para o histórico time dos Galáticos no Real Madrid,
Por que demorou tanto?
O fato de um jogador brasileiro só ter sido reconhecido como melhor do mundo após a década de 1990 acende questionamentos: por que a demora, já que tivemos os melhores do Mundo nas campanhas de 1958, 1962 e 1970? A explicação é puramente burocrática.
Por conta disso, nomes históricos do futebol não tiveram a oportunidade de concorrer ao prêmio, como Maradona, Garrincha e Zico.
Já o The Best foi criado após esses títulos, em 1991.
Bola de Ouro “reconhece” Pelé
Em 2015, a tradicional revista francesa aproveitou a edição de 60 anos para revisar toda a lista de campeões e, com as regras atuais, passou a reconhecer antigos atletas também como campeões.
Com isso, Pelé, que nos deixou em 2022 aos 82 anos, foi reconhecido como vencedor em sete oportunidades: 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970. Além de Pelé, a France Football também reconheceu que Garrincha, em 1962, e Romário, em 1994, teriam levado a premiação.
Fifa The Best x Bola de Ouro
Os prêmios confundem, mas não são iguais. Criado em 1956 pela revista francesa France Football, o Bola de Ouro é o prêmio individual mais antigo, tradicional e prestigioso do futebol. Considera a temporada europeia, de agosto a julho.
Já o The Best foi criado pela Fifa em 1991. Antigamente chamado de “Jogador do Ano”, foi rebatizado em 2016, e analisa o desempenho em um ano de janeiro a dezembro.
Vale lembrar que, entre 2010 e 2015, ambas as premiações foram unificadas, passando a se chamar Fifa Ballon d’Or. No entanto, a parceria foi encerrada em 2016, quando voltaram a ser realizadas separadamente.
A seleção da Inglaterra sofreu um furto de equipamentos de treino antes de sua chegada a Kansas City, informou a polícia local, após um veículo que transportava os materiais para a base da equipe na Copa do Mundo ter sido arrombado.
O incidente ocorreu durante a transferência dos equipamentos da base de pré-torneio da Inglaterra, na Flórida, para a Vila Olímpica de Futebol (Swope Soccer Village), onde deveriam estar instalados antes do início dos treinos da equipe após sua chegada a Kansas City neste sábado (13).
“Estamos investigando um possível furto de equipamentos de um veículo da equipe que chegou a Kansas City com itens faltando esta noite. A investigação está em andamento. Dois suspeitos foram detidos para prosseguimento das investigações”, disse a polícia.
Bolas e chuteiras estavam entre os itens que se acredita terem sido furtados, de acordo com relatos da imprensa britânica.
O jovem meia-atacante Arda Güler será a principal referência da Turquia em seu retorno à Copa do Mundo após mais de duas décadas. A seleção estreia no Grupo D neste sábado, diante da Austrália, no BC Place, em Vancouver.
O técnico Vincenzo Montella não esconde a admiração pelo talento de seu camisa 10.
“Ele tem talento, intuição e ótima leitura de jogo. Sabe quando desacelerar, quando acelerar as ações e também sabe fazer gols. Tem um rosto inocente, mas é muito inteligente”, afirmou o treinador.
“É um jogador de alto nível e sabe lidar com a pressão.”
Preocupação física
Apesar da confiança depositada em Güler, existe uma preocupação em relação à sua condição física. O meia sofreu uma lesão muscular na parte final da temporada pelo Real Madrid, problema que o afastou dos compromissos decisivos da equipe espanhola.
Suas participações nos amistosos contra Macedônia do Norte e Venezuela ajudaram a reduzir os temores, mas o desafio promete ser complicado. A Turquia terá pela frente uma Austrália experiente em Copas do Mundo, que alcançou as oitavas de final no Catar 2022 antes de ser eliminada pela campeã Argentina.
Além disso, os australianos chegam embalados pela experiência acumulada em participações consecutivas no torneio, enquanto os turcos voltam ao maior palco do futebol mundial pela primeira vez em 24 anos.
A Copa do Mundo segue a todo vapor, e recebe mais grandes estreias nesta segunda-feira, 15, com Espanha x Cabo Verde, Arábia Saudita x Uruguai, Bélgica x Egito e Irã x Nova Zelândia sendo decididos ao longo do dia.
Leia Também:
VALORES
Árbitros da Copa do Mundo de 2026 podem ganhar R$ 500 mil
COPA DO MUNDO
Saiba como figurinhas da Copa podem ajudar crianças neurodivergentes
POLÊMICA
Irã diz que EUA cancelaram ingressos de torcedores na Copa
Espanha x Cabo VerdeGrupo H: Espanha x Cabo Verde - Atlanta, nos EUA - 13h em Brasília e 12h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesEspanha: Unai Simón; Marcos Llorente, Pau Cubarsí, Aymeric Laporte e Marc Cucurella; Rodri, Pedri e Fabián Ruiz; Dani Olmo, Nico Williams e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.Cabo Verde: Vozinha; Steven Moreira, Logan Costa, Roberto Lopes e Stopira; Kevin Pina, Jamiro Monteiro e Deroy Duarte; Garry Rodrigues, Ryan Mendes e Dailon Livramento. Técnico: Bubista.DesfalquesEspanha: Lamine Yamal, do Barcelona, ainda está se recuperando de uma lesão no bíceps femoral da coxa esquerda sofrida em abril, mas já voltou a participar de parte dos treinamentos abertos com o grupo, tendo sido poupado do último amistoso contra o Peru e ficando como dúvida para a partida de estreia.Junto a ele, o ponta Nico Williams e o atacante Víctor Muñoz também estão sob cuidados do departamento médico e de condicionamento físico nos Estados Unidos, podendo ou não integrar a primeira escalação.Cabo Verde: Logan Costa, zagueiro central do Villarreal, sofreu uma ruptura no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho e ficou quase um ano longe dos gramados, retornado apenas às vésperas da convocação e jogando poucos minutos no fim de maio.Arábia Saudita x UruguaiGrupo H: Arábia Saudita x Uruguai - Miami, nos EUA - 19h em Brasília e 18h no horário localOnde assistirA partida será transmitida na televisão aberta pela Globo e pelo SBT, e no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesArábia Saudita: Mohammed Al-Owais; Saud Abdulhamid, Hassan Tambakti, Ali Lajami e Moteb Al-Harbi; Abdullah Al-Khaibari, Mohammed Kanno e Nasser Al-Dawsari; Ayman Yahya, Feras Al-Buraikan e Salem Al-Dawsari. Técnico: Georgios Donis.Uruguai: Sergio Rochet; Guillermo Varela, Ronald Araújo, José María Giménez e Joaquín Piquerez; Manuel Ugarte, Federico Valverde e Giorgian De Arrascaeta; Facundo Pellistri, Darwin Núñez e Maximiliano Araújo. Técnico: Marcelo Bielsa.DesfalquesArábia Saudita: Salem Al-Dawsari, capitão da equipe, sofreu uma lesão decorrente de uma forte pancada no amistoso contra a Colômbia e vem realizando fisioterapia intensiva em separado para tentar se recuperar a tempo da estreia.Já Firas Al-Buraikan, principal atacante do time, deixou o campo lesionado no mesmo teste preparatório contra os colombianos. Os exames descartaram gravidade extrema e ele foi mantido no elenco do Mundial, mas cumpre um cronograma de transição física sob cuidados médicos.Uruguai: Giorgian De Arrascaeta, meio-campista do Flamengo, já se apresentou se recuperando de uma fratura recente na clavícula e, durante os treinamentos em Montevidéu, sofreu uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita, com tempo estimado de recuperação de pelo menos 21 dias, o que o tira da estreia.Ronald Araújo, zagueiro do Barcelona, sofreu uma distensão/lesão muscular e foi liberado para iniciar tratamentos específicos sob os cuidados de médicos particulares e da federação. Bélgica x EgitoGrupo G: Bélgica x Egito - Seattle, nos EUA - 16h em Brasília e 12h no horário localOnde assistirA partida será transmitida na televisão aberta pela Globo e no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesBélgica: Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Zeno Debast, Arthur Theate e Maxim De Cuyper; Amadou Onana, Youri Tielemans e Kevin De Bruyne; Jérémy Doku, Romelu Lukaku e Leandro Trossard. Técnico: Rudi Garcia.Egito: Mohamed El Shenawy; Mohamed Hany, Yasser Ibrahim, Ramy Rabia e Ahmed Fatouh; Marwan Attia, Hamdi Fathi e Emam Ashour; Ahmed "Zizo" Sayed, Omar Marmoush e Mohamed Salah. Técnico: Hossam Hassan.DesfalquesBélgica: Romelu Lukaku, maior artilheiro da história da seleção, vive uma temporada muito complicada por problemas físicos. Ele lida com uma lesão persistente no quadril (além de dores no tornozelo) e passou os últimos meses em reabilitação na Antuérpia, e segue rotina controlada para tentar jogar a fase de grupos.Kevin De Bruyne, principal craque da equipe, tratou uma lesão ocular que o afastou dos gramados no fim da temporada europeia. Ele já se mostra recuperado para os treinamentos, mas a comissão médica segue dosando suas cargas de trabalho.Já Zeno Debast, zagueiro do Sporting, sofreu uma lesão muscular no fêmur durante os treinamentos, e deve desfalcar a equipe nas duas primeiras rodadas, ficando disponível apenas a partir do terceiro jogo da fase de grupos.Egito: Mohamed Salah, atacante do Liverpool, sofreu uma leve lesão em um treinamento recente, mas segue em tratamento em período integral para tentar estrear sem restrições.Já Ahmed "Zizo" Sayed, meio-campista e ponta do Zamalek, sofreu uma lesão muscular substancial que afetou sua rotina ideal de treinos com bola e ritmo de jogo antes da convocação, sendo dúvida para a estreia.Irã x Nova ZelândiaGrupo G: Irã x Nova Zelândia - Los Angeles, nos EUA - 22h em Brasília e 18h no horário localOnde assistirA partida será transmitida no YouTube pela Cazé TV.Prováveis escalaçõesIrã: Alireza Beiranvand; Ramin Rezaeian, Hossein Kanaanizadegan, Shojae Khalilzadeh e Milad Mohammadi; Saeid Ezatolahi e Saman Ghoddos; Ali Gholizadeh, Mehdi Taremi e Alireza Jahanbakhsh; Sardar Azmoun. Técnico: Amir Ghalenoei.Nova Zelândia: Alex Paulsen; Tim Payne, Michael Boxall, Nando Pijnaker e Liberato Cacace; Joe Bell, Matthew Garbett e Sarpreet Singh; Elijah Just, Chris Wood e Ben Waine. Técnico: Darren Bazeley.DesfalquesIrã: Sem desfalques.Nova Zelândia: Ryan Thomas, meio-campista do PEC Zwolle, sofreu uma lesão no tendão da coxa (hamstring) e desfalcou a equipe nos amistosos preparatórios de junho (contra Haiti e Inglaterra), realizando tratamento intensivo para tentar atuar na estreia.Já Joe Bell, volante do Viking FK, apresentou uma lesão na panturrilha às vésperas do início do torneio e segue sob monitoramento diário e cronograma de transição física.