Tokío, 11 jun (Prensa Latina) El lanzador venezolano Anderson Espinoza guió hoy a los Búfalos de Orix a una victoria de 4-2 ante las Golondrinas de Yakult en la temporada regular de la Liga japonesa de béisbol.
Estados Unidos aprieta el puño sobre Cuba. El Departamento de Estado dirigido por Marco Rubio ha publicado este jueves nuevas sanciones para mantener el aislamiento de la isla caribeña en busca de un cambio del régimen castrista. Las nuevas sanciones se dirigen contra la empresa estatal de energía cubana cuando el país está sufriendo una de las mayores crisis energéticas de su historia, con continuos apagones de la red eléctrica y falta de combustible por el cerco impuesto por el ejército estadounidense sobre la isla.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, advertiu o governo de Cuba nesta quarta-feira (10) contra a aquisição de armas capazes de atingir o território americano ou a base naval dos EUA na Baía de Guantánamo, afirmando que isso provocaria um confronto que Havana não teria condições de suportar.
Falando a tropas americanas durante uma visita à base dos EUA em Cuba, Hegseth disse que ainda espera por um relacionamento positivo com o país.
“Seria imprudente da parte do governo de Cuba tentar adquirir ou obter acesso a tipos de armas que pudessem atingir esta base ou o território americano”, disse Hegseth, sem dar mais detalhes sobre o armamento em questão.
A visita de Hegseth é a mais recente viagem de alto nível à ilha por parte de uma autoridade de alto escalão americana, à medida que o presidente Donald Trump intensifica a pressão sobre Havana.
Ela ocorre menos de duas semanas após o comandante-chefe dos EUA para a América Latina, general Francis Donovan, visitar a Estação Naval da Baía de Guantánamo e conversar com um general cubano de alto escalão em seu perímetro. A viagem também vem após uma rara visita a Havana do diretor da CIA, John Ratcliffe, em maio.
“Por enquanto, vamos ver o que acontece. Mas o Departamento de Guerra dará ao comandante-chefe todas as opções de que ele precisar dentro dessa contingência”, disse Hegseth.
Trump tem citado frequentemente a mudança política em Cuba entre os objetivos de política externa de seu segundo mandato.
Michael Bustamante, chefe do programa de estudos cubanos da Universidade de Miami, disse que a visita pode sinalizar a determinação dos EUA em meio a crescentes preocupações em Cuba sobre um possível ataque militar americano.
“Talvez a visita de Hegseth tenha como objetivo reforçar mais uma vez a mensagem de que o custo de não sentar à mesa de negociações poderia ser o uso de uma opção militar, mesmo com observadores alertando cada vez mais sobre as possíveis complicações de tal operação”, avaliou.
Cuba tem sido um antagonista dos EUA desde a revolução de Fidel Castro, em 1959.
Trump conta com forte apoio de cubano-americanos linha-dura na Flórida, que há décadas pressionam por uma mudança de regime instigada pelos EUA, e seu governo vem aumentando constantemente a pressão sobre Havana.
Em 20 de maio, os EUA acusaram formalmente o ex-presidente cubano Raúl Castro de quatro acusações de homicídio pelo abate, em 1996, de uma aeronave civil operada por exilados que tinha Miami como base.
A acusação foi o exemplo mais recente dos esforços do governo Trump para afirmar a influência dos EUA no Hemisfério Ocidental.
O papel mais assertivo de Washington na América Latina foi simbolizado por uma audaciosa operação militar dos EUA de captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro. Maduro, alinhado com Cuba, foi levado de avião para Nova York para responder a acusações de tráfico de drogas. Ele se declarou inocente de todas as acusações.
Hegseth disse nesta quarta-feira que deve haver notícias em breve sobre a Venezuela e os esforços dos EUA para combater o que ele chamou de grupos terroristas envolvidos no tráfico de drogas.
“Haverá grandes notícias vindas da Venezuela muito em breve sobre esse assunto, porque agora temos um parceiro lá na Venezuela disposto a trabalhar com os EUA”, disse.
El secretario de Defensa de Estados Unidos, Pete Hegseth, se ha sumado este miércoles a la campaña de presión de su Gobierno contra el régimen en Cuba, al visitar a las tropas de su país en la base naval de Guantánamo, en el este de la isla, y arengarlas para que estén listas ante “cualquier posible contingencia”.
O PSD (Partido Social Democrata) protocolou no MPRJ(Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) na segunda-feira (09) uma representação por improbidade administrativa contra o ex-secretário da Polícia Civil do estado e pré-candidato a deputado federal Felipe Curi (PP), o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o delegado Pedro Cassundé.
O pedido se deu pela causa da condução da prisão e investigação do vereador Salvino Oliveira(PSD), em março deste ano, por supostamente negociar diretamente com o traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, envolvido com o CV(Comando Vermelho), uma autorização para fazer campanha eleitoral na comunidade da Gardênia Azul, que está sob domínio da facção carioca.
O partido do pré-candidato ao Palácio das Laranjeiras, Eduardo Paes, alegou que houve múltiplos abusos e ilícitos na deflagração da prisão do vereador e o uso incorreto do aparato policial para perseguição política; a divulgação de dados sigilosos em redes sociais e a exploração da imagem do investigado como base para um discurso de ataque político.
O partido também questiona a condução dos interrogatórios feitos pelo Delegado Pedro Cassundé com familiares, que os qualificou como “voluntários”, mas que foram submetidos, sem a presença de advogado, a responder perguntas sobre Salvino Oliveira.
A sigla argumenta que a ordem da prisão deflagrada não foi organizada sob o controle do MP (Ministério Público) fluminense em parceria com o Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) como costuma ocorrer em operações que envolvem o crime organizado.
Segundo eles, a operação teria sido organizada por um setor da Polícia Civil, comandada pelo então secretário Felipe Curi e o delegado Pedro Cassundé, integrantes do Departamento Geral de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro.
O envolvimento do vereador com o CV alegado pela corporação, segundo a defesa do PSD, ocorreu após um dialogo supostamente travado entre terceiros, em 2025 — um ano antes da operação —, onde um dos interlocutores questiona a procedência da autorização de Salvino fazer campanha dentro da comunidade.
Uma das principais reclamações do partido é a construção política por trás da prisão. Eles defendem que o ex-governador Cláudio Castro teria mandado a detenção pelo fato de o vereador ser aliado político do então prefeito Eduardo Paes.
O feito, segundo a peça, se caracterizaria como “mais uma evidência de abuso de poder, de perseguição, de desrespeito deliberado e consciente ao devido processo legal, de perseguição política”.
Conforme as investigações, o político teria negociado a autorização articulando benefícios ao CV como forma de compensação através de ações voltadas à população local. A definição da parte dos beneficiários teriam sido determinadas por integrantes do crime organizado, sem processo público aparente.
A investigação teria apurado a participação direta de familiares de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, um dos principais líderes do CV. Segundo a apuração, Márcia Gama, esposa do líder e mãe do artista Oruam, atuava na intermediação de interesses do grupo fora do sistema prisional.
Entre as ações estão serviços, imóveis e outros negócios usadas para geração de recursos e expansão do poder do grupo.
Eran las seis de la mañana del miércoles 2 de julio de 2008 cuando dos centenares de agentes de la Policía Nacional, muchos de ellos expresamente llegados de la Península, se desplegaron en los accesos al poblado chabolista de Son Banya, en Palma. El McAuto de la droga de la isla, como lo bautizó el entonces delegado del Gobierno en Baleares, Ramón Socías, estaba totalmente sitiado. De nada sirvió la vigilancia permanente que sus habitantes ejercían en la única vía de acceso existente. El ya jubilado juez José Castro ―quien años después sentó a la infanta Cristina en el banquillo― dirigió in situ, junto al entonces fiscal antidroga Adrián Salazar, la operación Kabul. Esta propició el principio del fin del imperio de la droga que, como una telaraña, había tejido durante años Francisca Cortés Picazo, La Paca, matriarca del llamado clan de Son Banya, que da nombre a un terreno embarrado de chabolas y casas ilegales ubicado entre el aeropuerto de Son Sant Joan y Merca Palma, y que durante décadas ha funcionado como epicentro de la importación de cocaína a la isla y ventanilla de venta al por menor.
It’s quite possible that the Cuban Revolution will soon die. Just over 67 years ago, it burst forth laden with hopes and redemptive promises. Biblical parallels abounded: there were 12 survivors of the Granma — the yacht that transported the fighters from Mexico to Cuba — and a messiah (Fidel Castro) triumphantly entered the new Jerusalem (Havana). A dove landed on his shoulder as he recited the divine word for hours on end, foreshadowing paradise on earth. Meanwhile, on the other side of the water — the Straits of Florida — the Yankee devil threatened this paradise from hell.
The grill‑strategy is starting to work. With every degree the heat rises, the situation in Cuba — both on the streets and in the regime’s top offices — becomes more and more unbearable. The fall earlier this year of Venezuela’s Nicolás Maduro, Havana’s key ally, and the subsequent energy embargo on the island marked the beginning of a decline that now seems unstoppable.
The clock keeps ticking. The United States waits patiently after its latest checkmate against Cuba. The move has shaken a country that is already held together by pins, plunged into a severe crisis that has only worsened this year as economic strangulation by Washington intensifies. And all of this is unfolding in the shadow of a possible military intervention. Adding to this climate of extreme tension is an ultimatum: Friday, June 5, 2026. That is the date when a White House executive order of May 1 will take effect. The order threatens to freeze the assets on U.S. soil of any foreign companies or individuals that are still doing business with the Cuban regime.
Por 5 votos a 2, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta terça-feira (2) recurso apresentado pelo ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro contra a decisão do tribunal que o condenou à inelegibilidade até 2030. Também foi mantida a condenação do ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar.
Apesar da decisão da Corte eleitoral, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) a decisão final sobre a realização de eleições diretas ou indiretas para o mandato-tampão de governador interino.
No dia 23 de março, Castro foi condenado à inelegibilidade. O TSE aceitou pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) e condenou Castro por contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). As irregularidades na Ceperj e na UERJ ocorreram na campanha eleitoral de 2022.
O MPE afirmou que Castro obteve vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem amparo legal, e na descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio.
De acordo com a acusação, a descentralização de recursos ocorreu para fomentar a contratação de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões.
STF
A decisão do TSE julgamento não coloca um ponto final na discussão sobre as eleições para o governo interino do Rio. A palavra final será do STF.
O PSD, partido do pré-candidato Eduardo Paes, recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização e candidatar ao Senado. A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. O ex-governador poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril.
O pleito indireto ocorre por meio dos votos de deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O direto é realizado pelo voto popular.
A eleição para o mandato-tampão deve ser realizada porque a linha sucessória do estado está desfalcada.
O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador.
Próximo na linha sucessória, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Douglas Ruas (PL), pediu para ocupar o comando do estado interinamente, mas o Supremo disse que ele deve aguardar a decisão final da Corte sobre a questão. Ruas foi eleito após o ex-presidente Rodrigo Bacellar ter o mandato cassado.
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, exerce interinamente o cargo de governador do estado.
When a Cuban person on the island wants to refer to “those in charge,” they lightly tap their shoulder with two fingers. The subtle gesture, shaped by nearly seven decades of censorship, is a reference to the epaulet of a military uniform. In Cuba, people do not speak of the government or the party (the Communist Party of Cuba, the only legal one), but rather of the “country’s leadership.” It is a euphemism that points to the real political and economic power: the Revolutionary Armed Forces (FAR).