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Telpark conclui emissão de obrigações de 540 milhões de euros

A Telpark, empresa de ecossistemas de mobilidade urbana, confirmou esta quinta-feira que concluiu com sucesso uma emissão de obrigações sénior garantidas no valor de 540 milhões de euros, com vencimento a cinco anos e um cupão de 4,5%, “destinada ao refinanciamento antecipado da sua atual emissão obrigacionista de taxa fixa”, cujo vencimento estava previsto para 2028.

“A operação permitirá recomprar as obrigações de taxa fixa atualmente em circulação, com um valor nominal de 475 milhões de euros. Os fundos obtidos serão igualmente utilizados para suportar os custos da transação, reembolsar os montantes utilizados ao abrigo da linha de crédito revolving (RCF), que tem apoiado o crescimento da empresa, e manter uma posição de liquidez que permita à Telpark aproveitar futuras oportunidades de crescimento inorgânico”, referiu a empresa.

No âmbito da operação a empresa executou ainda um processo de Satisfaction and Discharge sobre as obrigações existentes, cujo impacto económico final “dependerá do nível de adesão dos obrigacionistas” à oferta.

A operação teve o J.P. Morgan e o Goldman Sachs como coordenadores globais, e o BNP Paribas e o Bank of America como entidades participantes na colocação.

“Para esta emissão, obtivemos uma notação de crédito da Fitch de BB com perspetiva estável. Por sua vez, a S&P e a Moody’s mantiveram as suas classificações anteriores de BB (Estável) e Ba3 (Estável), respetivamente. Em conjunto, estas avaliações refletem uma perceção favorável da qualidade creditícia da empresa e da sua capacidade para manter um perfil financeiro sólido e estável”, diz a empresa.

O CEO da Telpark, Íñigo Duque, considerou que a operação “reflete a solidez do nosso modelo de negócio e a confiança que os mercados depositam” na nossa empresa.

“Com esta emissão, otimizamos a nossa estrutura financeira e reforçamos a nossa capacidade para continuar a crescer, com o objetivo de construir uma empresa mais forte, mais ágil e melhor posicionada para liderar a mobilidade urbana na Península Ibérica”, acrescentou Íñigo Duque.

Em 2025, a Telpark teve receitas ajustadas de 231,1 milhões de euros, mais 9,4% face ao ano anterior. O lucro antes de juros, impostos, depreciação, e amortização (EBITDA) ajustado ficou em 119 milhões de euros, um crescimento de 10,9%, face ao ano anterior, e um máximo histórico para a empresa.

“Esta trajetória de crescimento sustentado reforça a robustez do modelo de negócio da Telpark e demonstra a sua capacidade para continuar a executar a estratégia de expansão na Península Ibérica”, referiu a empresa.

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Pesca do polvo no Algarve sem período de defeso este ano

O Governo suspendeu este ano o período de defeso da pesca do polvo no Algarve, justificando a decisão com os prejuízos provocados na frota pesqueira pelas condições meteorológicas adversas, de acordo com uma portaria publicada hoje em Diário da República.

A medida consta da Portaria n.º 268/2026/1, que altera o regime definido pela Portaria n.º 55/2025/1, de 26 de fevereiro. Esse diploma previa, em 2026, a interrupção da captura de polvo entre 15 de setembro e 14 de outubro.

Segundo o diploma, a suspensão do defeso deste molusco marinho decorre das dificuldades enfrentadas pelo setor devido ao estado do mar nos últimos meses, que impediu a atividade normal das embarcações e causou “perdas económicas significativas”, sobretudo nas embarcações dedicadas à captura de polvo.

Suspensão justificada por circunstâncias excecionais

“Nestes termos, verificando-se circunstâncias excecionais de natureza económica e operacional, entende-se justificada a suspensão, no ano de 2026, do período de defeso previsto”, lê-se no documento.

Segundo a Portaria, a medida de “caráter excecional e temporária”, é compatível com os princípios da sustentabilidade e da gestão partilhada do recurso no âmbito do modelo de cogestão, “sendo aplicável exclusivamente durante o ano de 2026”.

O Governo refere ainda que o Comité de Cogestão da Pesca do Polvo emitiu parecer favorável à suspensão, tendo em conta a situação económica da frota e a intenção das autoridades de não estabelecer um período de paragem obrigatório a nível nacional durante 2026.

Restantes regras da pescaria mantêm-se em vigor

Apesar da suspensão do defeso, mantêm-se em vigor as restantes medidas de gestão da pescaria do polvo, nomeadamente os limites de captura e a obrigação de devolução ao mar dos alcatruzes que contenham posturas, visando proteger a reprodução da espécie.

A Portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação, ou seja, a partir de sexta-feira, lê-se no documento assinado pelo secretário de Estado das Pecas e do Mar, Salvador Malheiro.

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Adyen lança plataforma para integrar comércio por IA sem alterar sistemas de retalho

A Adyen anunciou esta terça-feira o lançamento do Adyen Agentic, uma plataforma composta por um conjunto de interfaces de programação (API) que pretende permitir às empresas integrar canais de comércio baseados em inteligência artificial (IA) através de uma única ligação, evitando a necessidade de adaptar os sistemas a cada nova plataforma.

Segundo a empresa de tecnologia financeira, a solução foi desenvolvida para responder ao crescimento do chamado agentic commerce, um modelo em que agentes de IA acompanham os consumidores em diferentes etapas do processo de compra, desde a descoberta de produtos até ao pagamento.

A plataforma assenta em três componentes: o Agentic Feed, responsável pela disponibilização de catálogos, preços e inventário em tempo real; o Agentic Cart, que liga os sistemas existentes de checkout, logística e gestão de encomendas às plataformas de comércio conversacional; e o Agentic Payments, dedicado ao processamento de pagamentos, autenticação e prevenção de fraude.

De acordo com a Adyen, o objetivo é funcionar como um “tradutor universal” entre os sistemas dos comerciantes e os diferentes protocolos utilizados pelas plataformas de IA, permitindo que as empresas integrem apenas uma vez a infraestrutura de comércio e a utilizem em vários ecossistemas.

Numa primeira fase, a solução está disponível de forma limitada para comerciantes empresariais nos Estados Unidos, estando prevista uma expansão para outros mercados numa fase posterior.

Entre os primeiros parceiros do ecossistema encontram-se a American Express, Mastercard, Salesforce e Visa, bem como os retalhistas ESW, Scheels, Sézane e SharkNinja.

“Cada nova superfície agentic exige que os comerciantes reconstruam tudo do zero”, afirmou no comunicado Karan Katyal, Global Head of Agentic Commerce na Adyen. “Acreditamos que o futuro do agentic commerce deve ser aberto, pelo que desenhámos intencionalmente o Adyen Agentic para ajudar os retalhistas a integrarem-se uma única vez e a participarem em plataformas, protocolos e experiências em evolução – sem terem de apostar em quais os ecossistemas que acabarão por vencer. O ecossistema está a evoluir rapidamente e estamos entusiasmados por permitir que comerciantes inovadores experimentem em primeira mão o agentic commerce.”

A empresa indicou ainda que o Adyen Agentic é compatível com o sistema de checkout por IA da Meta e suporta protocolos de comércio desenvolvidos por entidades como a Google e a OpenAI.

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Rússia ataca solo ucraniano com sete mísseis e 239 drones

As forças russas lançaram um total de 7 mísseis balísticos e 239 drones de longo alcance de vários tipos contra a Ucrânia esta madrugada, de acordo com o boletim diário da Força Aérea ucraniana.

As defesas ucranianas conseguiram neutralizar 4 dos mísseis balísticos e 212 dos drones em várias regiões do norte, leste e sul da Ucrânia.

Outros 2 mísseis balísticos e 26 drones de ataque atingiram 9 locais distintos na Ucrânia, não especificados pela Força Aérea, que informou ainda sobre a queda de fragmentos de drones ou mísseis abatidos em voo em outros sete locais.

A Força Aérea está a investigar o que aconteceu com o sétimo míssil balístico russo, e vários drones continuavam a sobrevoar a Ucrânia quando o comunicado foi publicado.

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Instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026 mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027

O instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026, mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027, num contexto marcado por forças opostas entre o choque energético e a política orçamental expansionista.

De acordo com a instituição sediada em Munique, o aumento dos preços da energia, associado ao conflito no Médio Oriente, deverá travar o crescimento em cerca de 0,4 pontos percentuais em ambos os anos. Em contrapartida, a despesa pública adicional — direcionada para infraestruturas, transição climática e defesa — deverá acrescentar cerca de 0,5 pontos percentuais ao produto interno bruto (PIB).

“O desempenho da economia está atualmente a ser moldado por forças contraditórias”, afirmou no comunicado Timo Wollmershäuser, responsável pelas previsões do Ifo. O economista antecipa uma estagnação temporária no segundo trimestre de 2026, sem entrada em recessão, seguindo-se uma retoma a partir do terceiro trimestre, caso se verifique um alívio das tensões no Médio Oriente.

Apesar da recuperação, o crescimento terá custos significativos nas contas públicas. O défice orçamental deverá agravar-se de 2,8% do PIB em 2025 para 4,1% em 2026 e 4,9% em 2027, enquanto a dívida pública poderá atingir cerca de 68% do PIB até 2027.

O choque energético deverá também traduzir-se numa perda acumulada de cerca de 34 mil milhões de euros em poder de compra em 2026 e 2027, refletindo a subida dos preços das importações energéticas. A inflação deverá fixar-se em 2,9% em 2026, descendo apenas ligeiramente para 2,7% no ano seguinte.

No longo prazo, as perspetivas permanecem frágeis. O Ifo estima que o crescimento potencial da economia alemã se mantenha em apenas 0,1% até ao final da década, pressionado pelo envelhecimento demográfico e pela fraca produtividade. Segundo Wollmershäuser, as atuais medidas governamentais têm um efeito estabilizador, mas são insuficientes para gerar crescimento sustentado, exigindo reformas estruturais mais profundas.

A projeção assume uma desescalada do conflito no Médio Oriente e a reabertura do Estreito de Ormuz nas próximas semanas. Neste cenário, o preço do petróleo deverá iniciar uma trajetória descendente a partir do terceiro trimestre de 2026, situando-se abaixo dos 80 dólares por barril até ao final de 2027. Ainda assim, o ifo alerta que um eventual agravamento do conflito poderá manter os preços energéticos elevados, intensificando o abrandamento económico.

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Goldman Sachs baixa previsão do petróleo para 80 dólares no quatro trimestre

O Goldman Sachs baixou a sua previsão de preço para o petróleo de 90 dólares para 80 dólares no quarto trimestre. A instituição bancária desceu também a sua estimativa de preço médio para 2027 de 80 dólares para 75 dólares.

Numa nota transcrita pelo Investing os analistas do banco consideram que o acordo de paz, confirmado entre os Estados Unidos e o Irão no domingo e assinado na quarta-feira, terem reduzido os riscos de subida nos preços da energia ainda existem fatores que podem indicar uma “potencial fragilidade” no consumo nos próximos meses.

A instituição bancária salienta que apesar dos preços da gasolina terem subido de forma rápida após o início do conflito, em fevereiro, e puderem cair com o acordo entre Estados Unidos e Irão, a transferência dos preços do gás e da eletricidade grossista para os consumidores ocorre mais lentamente.

Outro fator está ligado à possibilidade dos padrões de consumo sazonais aumentarem o impacto no rendimento durante o Inverno, quando a procura de energia atinge o seu pico, principalmente na Europa. E por fim os reembolsos de impostos nos Estados Unidos terem atenuado a descida no rendimento real mas com o fim deste apoio pode-se verificar uma estagnação do fluxo de caixa face ao período homólogo. No fundo os norte-americanos ficariam com menos rendimento disponível.

A nota dos analistas do Goldman Sachs, transcrita pelo Investing, prevê que uma descida de 1% no fluxo de caixa, devido a um choque energético, provoque uma descida de 0,6% nos gastos dos consumidores após dois trimestres. Isto pode levar a uma fragilidade ainda maior no segundo semestre deste ano, alerta o banco.

O acordo assinado pelos Estados Unidos e o Irão prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, e o fim do bloqueio naval norte-americano aos portos iranianos. O entendimento entre os dois países abre um período de 60 dias para negociações.

Esta quinta-feira o brent está a cair 2,15% para os 77,84 dólares e o crude desvaloriza 2,62% para os 74,78 dólares.

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Estados Unidos poderão não fornecer apoio prometido à NATO, diz secretário-geral

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou hoje não poder garantir que, em caso de guerra, os Estados Unidos disponibilizem à Aliança os recursos militares que prometeram por terem de se “ocupar de múltiplos teatros de operações”.

“Se rebentar uma guerra, é claro que todos os aliados, incluindo os Estados Unidos, farão tudo o que estiver ao seu alcance. Não digo que possam cumprir tudo o que prometeram no âmbito do modelo de forças da NATO, mas darão o máximo”, disse Rutte à imprensa à chegada a uma reunião dos ministros aliados da Defesa, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.

O antigo primeiro-ministro neerlandês precisou que “isso dependerá, naturalmente, do tipo de guerra em causa, das limitações existentes e dos desafios que surjam”.

“Mas estou bastante seguro de que lutaremos nessa guerra e a venceremos”, acrescentou.

Rutte pronunciou-se depois de Washington ter anunciado que vai reajustar a sua contribuição para o Modelo de Forças da NATO, a estrutura operacional que organiza, gere e comanda as forças militares dos países aliados.

“Os EUA disseram, e sabíamos que isto iria acontecer, que têm de se ocupar de múltiplos teatros de operações, e que não podem dispersar demasiado os seus recursos. Disseram que tinham de reduzir, em certa medida, a sua contribuição para o modelo de forças da NATO”, explicou.

O secretário-geral da NATO sublinhou que este reajuste é imediato, mas insistiu que se trata de uma “planificação” e que, em caso de guerra ou de ativação do artigo 5.º relativo à defesa coletiva da Aliança, “todos os aliados, incluindo os EUA, fariam tudo para garantir que pudéssemos travar a guerra”.

“Devemos ter em conta que os EUA estão a reduzir a sua contribuição, que continua a ser considerável”, disse o secretário-geral da NATO, deixando claro que os aliados europeus já estão “a cobrir essa diferença”.

Antes do mesmo encontro, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país vai realizar um investimento de 1.500 mil milhões de dólares (1.302 mil milhões de euros) em Defesa em 2027, investimento que, considerou, irá também beneficiar a defesa da NATO.

Hegseth explicou que passará “semanas no Capitólio a defender a importância destes investimentos”, destinados a construir um “arsenal da liberdade”, que “protege os Estados Unidos e os seus interesses, mas que também sustenta a força da NATO” e restantes aliados.

O governante norte-americano agradeceu ainda o facto da Europa estar a liderar o regresso a uma “aliança militar firme”, e considerou que muitos países da organização estão a cumprir os compromissos assumidos, embora tenha salientado que outros ainda precisam de “fazer mais”.

Ao mesmo tempo, Hegseth elogiou o trabalho de Rutte na condução da transformação para a chamada “NATO 3.0”, alegando que esta mudança “representa o reconhecimento de que, após a Guerra Fria, é necessário [que a NATO] volte a ser uma aliança militar firme, dotada de capacidades militares reais, capazes de dissuadir aqui mesmo, no continente, e de assumir a liderança na defesa convencional”.

“É uma tarefa que vocês têm liderado e na qual outras nações estão a começar a participar ativamente”, acrescentou.

Rutte confirmou também que o presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, participará hoje na reunião do grupo de contacto, que junta cerca de 50 países no apoio à Ucrânia, e que terá lugar após a reunião ministerial da NATO.

O secretário-geral destacou a declaração de apoio à Ucrânia da cimeira do G7 e agradeceu aos Estados Unidos por “manterem o fluxo de equipamento essencial para a Ucrânia”, acrescentando que trabalhará para que aliados e parceiros continuem a aportar fundos.

A Aliança tem em curso a iniciativa PURL, através da qual os aliados europeus e o Canadá compram conjuntamente armamento norte-americano, que posteriormente doam a Kiev, sobretudo sistemas de defesa aérea.

Na reunião de hoje, os ministros vão preparar a cimeira aliada de 07 e 08 de julho em Ancara, onde se discutirá o apoio à Ucrânia, mas também como os países vão atingir o objetivo de investir 5% do PIB em defesa até 2035 e o reforço da produção militar.

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Vanguard ultrapassa BlackRock como maior emissora de ETF nos Estados Unidos

A Vanguard ultrapassou a BlackRock como a maior emissora de external traded funds (ETF), de acordo com os cálculos da agência noticiosa Bloomberg, um setor avaliado em 15,2 biliões de dólares (13,2 biliões de euros) no mercado norte-americano. A BlackRock ocupava a liderança desde 2003.

A Vanguard, salienta a Bloomberg, gere atualmente 4,39 biliões de dólares (3,8 biliões de euros), que estão cotados nos Estados Unidos, através de 116 ETF superando os 4,36 biliões de dólares (3,79 biliões de euros) geridos pela BlackRock, com mais de 480 ETF.

De acordo com a publicação Yahoo Finance os ETF da Vanguard, em 2026, já conseguiram angariar 291 mil milhões (252 mil milhões de euros) mais do dobro face aos 120 mil milhões de dólares (104,3 mil milhões de euros) da BlackRock. O ETF da Vanguard, que segue o índice norte-americano S&P 500 atingiu um marco histórico, no início de junho, ao ser o primeiro a ter ativos sob gestão de um bilião de dólares.

“Na Vanguard, o crescimento dos ativos reflete a confiança duradoura que os investidores depositam na nossa abordagem disciplinada e comprovada”, disse um porta-voz da empresa, em declarações transcritas pela Yahoo Finance.

BlackRock lidera a nível mundial

A BlackRock continua a ser a maior emissora de ETF ao nível global ao movimentar mais de seis biliões de dólares (5,2 biliões de euros) enquanto que a Vanguard se fica pelo 4,9 biliões de dólares (4,2 biliões de euros), refere a Yahoo Finance.

“A iShares é uma plataforma para todas as condições de mercado, criada para satisfazer as necessidades dos clientes em qualquer cenário. Estamos focados em inovar em conjunto com os nossos clientes para satisfazer as suas necessidades de investimento em constante evolução, alargando o acesso e as opções, e proporcionando consistentemente a qualidade e o desempenho que esperam da iShares”, disse um porta-voz da BlackRock, em declarações transcritas pela Yahoo Finance.

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Mais de 250 trabalhadores recebem formação para lojas da Mercadona no Algarve

A Mercadona vai investir um milhão de euros na formação dos mais de 250 trabalhadores que vão integrar as novas lojas da cadeia no Algarve, com aberturas previstas para outubro, em Portimão, e novembro, em Faro.

Segundo a empresa, este investimento insere-se na preparação da expansão na região e pretende garantir que as novas equipas adquirem competências técnicas e operacionais antes da abertura dos supermercados.

A Mercadona sublinha que a formação permitirá assegurar “um serviço de excelência aos clientes desde a abertura das novas lojas”.

Os trabalhadores começaram a formação de forma gradual desde o início do ano e contam com contrato efetivo desde o primeiro dia de trabalho. A formação é remunerada e, de acordo com a empresa, estará “100% ao encargo da empresa” no que diz respeito a alimentação, transporte e estadia, incluindo deslocação a casa a cada 15 dias.

Para a Mercadona, este investimento é essencial na preparação do futuro dos trabalhadores envolvidos no projeto, ao mesmo tempo que contribui para o crescimento sustentável da empresa.

A cadeia de supermercados refere que a formação integra um conjunto de valores promovidos internamente, a par da promoção interna, do trabalho em equipa e da progressão salarial, com o objetivo de assegurar estabilidade, qualidade do emprego e desenvolvimento contínuo.

Formação adaptada a cada posto de trabalho

O plano de formação definido pela Mercadona é específico para cada função e tem como principal objetivo garantir uma adaptação progressiva às responsabilidades de cada posto e à cultura da empresa.

Através do Plano de Acolhimento, os novos colaboradores iniciam o percurso com conhecimento sobre a cultura corporativa da Mercadona e os princípios do seu Modelo de Qualidade Total, aprofundando esses conteúdos nos primeiros meses de integração.

Em simultâneo, recebem formação técnica adaptada às exigências de cada função, num modelo que, segundo a empresa, privilegia “a aprendizagem, a integração gradual e o desenvolvimento profissional”.

A Mercadona salienta ainda que a aposta na formação não termina com a integração inicial. Ao longo do percurso profissional, a empresa promove formação contínua e programas específicos para trabalhadores que assumem novas responsabilidades ou evoluem para outras funções.

Empresa mantém vagas disponíveis em regime de part-time para operadores de loja

Para as novas lojas de Portimão e Faro, a empresa mantém vagas disponíveis em regime de part-time para operadores de loja, com jornadas de 20 horas semanais, cinco dias por semana, e turnos fixos, bem como horários de 15 horas semanais aos sábados e domingos.

Nas vagas de 20 horas, a remuneração começa nos 7.646 euros brutos anuais e tem progressão até 10.457 euros brutos anuais, acrescida de subsídios de alimentação, domingos e feriados. Nas vagas de 15 horas semanais, a remuneração começa nos 5.734 euros brutos anuais e pode ascender a 7.843 euros brutos anuais, igualmente com subsídios.

A empresa tem ainda vagas em aberto para auxiliar de manutenção, com uma jornada de 40 horas semanais e vencimento anual bruto de 15.293 euros, com progressão até 20.915 euros.

Além do contrato efetivo e da progressão salarial, a Mercadona refere que oferece subsídio de alimentação, pagamento de feriados e domingos, horários conhecidos com um mês de antecedência e prémio anual por desempenho.

A partir do primeiro ano civil completo, esse prémio equivale a um salário extra e, a partir dos quatro anos de antiguidade, passa a corresponder a dois salários extra.

No final de 2025, a empresa anunciou ainda a atribuição de até 29 dias de férias por ano, o equivalente a mais uma semana de férias.

Para conhecer as vagas disponíveis para as lojas de Portimão e Faro basta clicar aqui.

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Nova ‘lista negra’? Banco de Portugal quer expor contas usadas para fraudes nos pagamentos

O Banco de Portugal está a estudar a criação de uma base de dados com contas bancárias associadas a fraudes nos pagamentos, numa medida que pode funcionar como uma espécie de ‘lista negra’ no sistema financeiro nacional. A proposta integra a Estratégia Nacional para os Pagamentos até 2030, colocada na terça-feira, 16 de junho, em consulta pública e que define várias linhas de atuação para o futuro dos pagamentos de retalho em Portugal.

De acordo com o ECO, a iniciativa surge no âmbito de uma estratégia mais ampla centrada no reforço da segurança dos sistemas de pagamento e no combate à fraude, que o regulador identifica como uma das principais prioridades do setor.

Fraude digital no centro das atenções

A par da possível criação desta base de dados, o Banco de Portugal prevê também o desenvolvimento de uma plataforma dedicada ao acompanhamento da fraude digital. A ideia passa por melhorar a deteção e monitorização de operações suspeitas, num contexto em que os pagamentos eletrónicos têm vindo a ganhar peso na economia.

Segundo a mesma fonte, o supervisor bancário sublinha que a fraude digital representa um desafio estrutural para a confiança no sistema financeiro, exigindo respostas coordenadas entre diferentes entidades.

Sistema mais digital e com novas regras

No âmbito da inovação, a estratégia inclui o alargamento das soluções de pagamento eletrónico ao Estado, facilitando o acesso de cidadãos e empresas a meios digitais para transações com a administração pública.

O Banco de Portugal admite ainda a possibilidade de avançar com alterações legislativas que obriguem as empresas a aceitar pelo menos um instrumento de pagamento eletrónico, além do numerário. Esta medida já tinha sido considerada em planos anteriores, mas volta agora a ser equacionada no novo enquadramento estratégico.

Menos cheques no futuro dos pagamentos

A estratégia inclui também medidas relacionadas com a sustentabilidade e com a modernização dos meios de pagamento, entre as quais se destaca a intenção de desincentivar o uso de cheques.

Esta orientação surge numa fase em que os pagamentos digitais continuam a crescer, enquanto os meios tradicionais perdem relevância no quotidiano das transações financeiras. O documento do regulador encontra-se em consulta pública até 28 de julho e poderá ainda sofrer alterações antes da sua versão final.

Leia também: Pensões podem mudar? Governo estuda alterações e há dúvidas entre os pensionistas

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Partido aprova reforma favorável à economia de mercado

As reformas surgem num contexto de pressão sobre a ilha, sujeita há cerca de cinco meses a um embargo petrolífero, exercido pelos EUA, que provocou cortes de energia e escassez de alimentos.

© ERNESTO MASTRASCUSA/EPA

O bloqueio petrolífero imposto por Trump em janeiro levou a economia cubana, já enfraquecida, à beira do colapso, provocando cortes generalizados de energia, bem como escassez de alimentos, combustível, água potável e medicamentos
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Deutsche Bank prevé que la inflación cerrará el año en torno al 3,1%, con un pico de hasta el 4% en verano

Deutsche Bank ha actualizado sus previsiones económicas para el año 2026 y estima que la inflación ene la eurozona cierre el año 2026 en un 3,1%. En verano, el IPC para los países del euro podría llegar a escalar hasta el 4%. Además, mejora las perspectivas para España con un crecimiento estimado del 2,6% y liderando entre las grandes economías europeas. Para la eurozona, el banco rebaja sus expectativas con un avance del 0,9%, marcado por el encarecimiento de la energía derivado del conflicto en Oriente Medio.

Rosa Duce, Chief Invesment Officer de la entidad, explica que "los motivos por los que España se comporta mejor que sus vecinos europeos tienen que ver con un mix energético en el que las renovables tienen un peso creciente y su modelo de crecimiento más vinculado al sector servicios, menos afectado por los mayores costes de la energía si se compara con la industria. De ahí que sea precisamente Alemania donde más se hayan revisado a la baja las expectativas de crecimiento".

Además, asegura que en Europa "no existe un problema de suministro actual, pero sí estamos sujetos a los efectos indirectos en el precio de la energía". Esto tiene un reflejo directo en las expectativas de avance de los precios para la segunda mitad del año. También existe un escenario de riesgo que puede desajustar estas previsiones: la no formalización del acuerdo de paz entre Irán y Estados Unidos en los próximos 60 días.

En cuanto a las materias primas, los precios del petróleo seguirán elevados incluso tras la resolución del conflicto, con niveles esperados en torno a los 80 dólares a un año vista. No obstante, el mercado debería pasar del déficit al superávit a finales de año a medida que aumenten las cuotas de la OPEP+ y los Emiratos Árabes Unidos eleven previsiblemente la producción significativamente tras haber salido del cártel. El oro podría renovar su potencial alcista hasta los 5.400 dólares por onza a finales de junio de 2027.

Deutsche Bank espera que la Fed baje sus tipos de interés, aunque estima que lo hará ya entrado el año 2027. Para el mercado europeo, se espera que los tipos vuelvan a aumentar en 25 puntos para poder ajustar la inflación actual. En Asia, el país más afectado por la situación internacional es Japón, aunque la aprobación de paquetes fiscales suplementarios y el incremento de los tipos ha podido contener los precios.

Visión constructiva en los mercados

Deutsche Bank mantiene una visión constructiva sobre los mercados, aunque la preferencia por clase de activo puede variar según las condiciones de mercado. Las infraestructuras, dentro de las que se engloban los servicios esenciales

En bolsa, el foco va a estar principalmente en los beneficios. La estructura de los mercados está reflejando donde está el crecimiento a medio y largo plazo de la economía y los sectores. A largo plazo, la capitalización ha demostrado que la economía financiera ha pasado ahora a impulsarse en la tecnología, que catalizará el avance de Estados Unidos.

En cambio, en Europa la recuperación será un poco más lenta, pues la volatilidad generada por el conflicto retrasa el proceso de vuelta a la normalidad. De cara al futuro, se podrá recuperar el crecimiento a dos dígitos, pero no a niveles de Asia o Estados Unidos.

Las divisas se mantendrán en movimiento por la variación de los precios de la energía. Las más independientes se han visto muy beneficiadas por la situación y esta seguirá siendo la dinámica mientras se vaya estabilizando el mercado.

Perspectivas de inversión

A pesar del shock geopolítico, los mercados de renta variable global han mostrado una gran resiliencia con un rápido rebote tras la corrección inicial. Además, la fortaleza de los beneficios empresariales, principalmente apoyados en la tecnología y la IA también ayudará a impulsar el mercado bursátil.

La renta fija de calidad ofrece también oportunidades, aunque con diferenciales ajustados que requieren mayor selectividad. Según Alejandro Vidal, Head Investment Manager de Deutsche Bank España, “es probable que los rendimientos del Treasury de EEUU y del Bund alemán bajen”.

© EUROPAPRESS

Economía.- Reino Unido multa a Deutsche Bank por operaciones con una compañía rusa bajo sanción
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Código do Trabalho. PSD e Chega negoceiam, PS rejeita

A deputada Carla Barros (PSD) admite "eventual acordo com o Chega" e Felicidade Vital (CH) confirma que partidos querem chegar a um "texto comum". Já Miguel Cabrita (PS) rejeita a ida à especialidade.

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