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Senado aprova acordo de livre comércio entre Mercosul e Efta

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) o Projeto de Decreto Legislativo que trata do acordo de livre comércio assinado entre os países do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). O projeto segue para promulgação.

Na prática, o acordo prevê a liberalização tarifária dos setores industrial e agrícola, levando em consideração as especificidades de cada mercado, tanto na América do Sul, quanto na região centro-norte da Europa, para Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

Sob a relatoria do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), o PDL 570 de 2026 foi incluído como item extra-pauta na sessão plenária desta quarta-feira, votado de maneira simbólica – sem registro nominal de votos. O texto foi aprovado nos mesmos moldes na Câmara dos Deputados na semana passada (9).

O relator celebrou a aprovação do acordo. Segundo o congressista, a ideia é diversificar os mercados para os produtores brasileiros em meio a uma instabilidade geopolítica.

“Ampliar mercados deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. O acordo aproxima o Brasil de economias altamente desenvolvidas, amplia oportunidades para nossos exportadores e fortalece a posição do Mercosul no comércio internacional”, afirmou.

Os dois blocos se beneficiarão do tratado, concluído em julho de 2025, com melhorias no acesso aos mercados para mais de 97% de suas exportações. Juntos, Mercosul e Efta formam um mercado de 290 milhões de consumidores e um PIB, em 2024, de US$ 4,3 trilhões.

Com uma população de 15 milhões de pessoas e um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 1,4 trilhão, os quatro integrantes do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo. O acordo estabelece uma área de livre comércio, com a eliminação das tarifas de importação do comércio bilateral.

Segundo o governo, ambos os blocos passarão a se beneficiar de acesso melhorado para mais de 97% de suas exportações ao outro bloco.

O Brasil liberará aproximadamente 97% do comércio e cerca de 1,2% com quotas e preferências fixas. Já a Efta eliminará 100% de suas tarifas de importação nos setores industrial e pesqueiro.

 

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Vítor Gamito é o novo treinador do Amora FC

VTM

Vítor Gamito, de 38 anos, natural de Chaves, é o treinador escolhido para liderar a equipa que recentemente desceu da Liga 3 ao Campeonato de Portugal.

O treinador flaviense chega ao novo desafio depois de duas temporadas ao serviço do Rebordosa, tendo, na época anterior, conquistado o título da Série B do Campeonato de Portugal.

Vítor Gamito tem agora o objetivo de voltar com o Amora FC ao terceiro escalão do futebol português. Para isso, tem a companhia do analista Filipe Fernandes, natural de Pedras Salgadas, que integra a sua equipa técnica há sete temporadas.

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Aluguéis disparam em Goiânia e reforçam atratividade do mercado imobiliário

Com a alta de até 49% nos contratos de locação em apenas um ano e valorização do metro quadrado acima da média nacional, o mercado imobiliário goiano tem atraído investidores interessados tanto na geração de renda com aluguel quanto na valorização patrimonial de longo prazo.

Escolher a cidade certa para investir em imóveis pode representar a diferença entre um patrimônio que cresce de forma consistente e um investimento que apenas acompanha a inflação. Dados do FipeZap mostram que o preço médio do metro quadrado residencial no Brasil avançou 7,3% em 2025, desempenho superior à inflação pelo terceiro ano consecutivo. Em Goiânia, porém, os números são ainda mais expressivos, com valorização média de 11,2% ao ano entre 2023 e 2025, impulsionada pela expansão econômica da capital e pela forte demanda por compra e locação de imóveis.

O aquecimento do mercado já é percebido diretamente pelos locatários. Dados do FipeZap mostram que o yield (rentabilidade) dos aluguéis em Goiânia varia entre 5,8% e 7,4%, patamar considerado atrativo no cenário nacional. Além disso, levantamento da Loft apontou aumento de até 49% nos preços de locação nos últimos 12 meses. O estudo analisou cerca de 27 mil anúncios em plataformas digitais e comparou os valores registrados entre novembro de 2025 e abril de 2026 com o mesmo período do ano anterior.

Setor Sul e Parque Oeste puxam valorização

De acordo com o levantamento, o Setor Sul lidera o ranking de valorização dos aluguéis, registrando alta de 49,1% no período. Logo atrás aparece o Parque Oeste Industrial, com crescimento de 29,8%.

Para a especialista em locação imobiliária Agni Aguiar, Goiânia vive um momento de forte destaque nacional no setor, impulsionado pela migração de investimentos para a Região Centro-Oeste. “O eixo de investimentos está saindo de São Paulo-Rio e vindo fortemente para o vetor Goiânia-Brasília”, afirma.

Agni avalia que o cenário é resultado de uma combinação entre crescimento urbano, expansão comercial e crédito mais caro. De acordo com ela, com a taxa Selic projetada entre 11% e 12,5% para o segundo semestre de 2026 e financiamentos imobiliários operando entre 9,5% e 11,5% ao ano, muitas famílias adiaram a compra da casa própria e migraram para o aluguel, aumentando a pressão sobre os preços.

“O aluguel hoje é um atrativo para quem ainda não conseguiu comprar a casa própria ou prefere investir o dinheiro em outra modalidade”, destaca a especialista em locação imobiliária.

Demanda habitacional

Ainda segundo Agni Aguiar, a demanda habitacional em Goiânia continua superior à oferta disponível, o que mantém o mercado aquecido e sustenta a valorização dos imóveis. “O vetor de crescimento de Goiânia hoje aponta para a Região Oeste. Bairros como Parque Oeste Industrial e Bairro Goiás, na saída para Rio Verde, deixaram de ser promessas e viraram realidades de alta rentabilidade”, explica.

A especialista observa que a busca por comodidade e conveniência tem influenciado diretamente o comportamento do mercado. “O crescimento de polos comerciais e de serviços nos bairros tem ampliado a procura por imóveis próximos a essas estruturas, impulsionando tanto os preços de venda quanto os valores dos aluguéis”, afirma.

O avanço da infraestrutura urbana também tem ampliado o interesse de investidores por municípios vizinhos. Conforme Agni, Senador Canedo e o eixo da GO-020 estão entre as regiões que mais despertam atenção do mercado. “Pessoas que acreditaram no potencial dessa região e compraram um lote há apenas cinco anos hoje já viram o valor desse patrimônio praticamente dobrar”, ressalta.

Ela acrescenta que cidades como Anápolis, Abadia de Goiás e Aragoiânia também passaram por forte expansão urbana nos últimos anos. “Você já não vê vazios urbanos nas rodovias entre a capital e essas cidades. Está tudo povoado”, observa.

Rentabilidade e desafios

Com a valorização dos imóveis e dos aluguéis, cresce também o interesse de investidores pela locação. No entanto, Agni alerta que obter bons resultados exige planejamento e gestão adequada. “Quem compra um imóvel para investir precisa reformar, estruturar bem e fazer um contrato seguro”, recomenda.

A especialista destaca ainda a profissionalização do setor, com o crescimento de empresas especializadas em vistoria imobiliária para garantir que os imóveis sejam devolvidos nas mesmas condições registradas no início do contrato.

Outro ponto de atenção está na renovação dos contratos. Segundo ela, índices de correção negativos não significam redução automática do aluguel, mas podem abrir espaço para negociações equilibradas entre proprietários e inquilinos.

Por fim, Agni chama atenção para os possíveis impactos da reforma tributária sobre o mercado imobiliário. “Quem vive de renda de aluguel pode acabar pagando mais impostos. É um tema que exige atenção”, conclui.

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Frio persiste com risco de geada no Sul e Sudeste

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A previsão do tempo para esta quarta (17) e quinta-feira (18), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divide o Brasil em cenários distintos. Enquanto o centro-sul do país continua com baixas temperaturas e a possibilidade da ocorrência de geada, a Região Norte concentra os maiores volumes de chuva. Além disso, uma nova frente de instabilidade marca o retorno das precipitações ao Rio Grande do Sul amanhã.

No sul do país, as manhãs de hoje e amanhã serão marcadas pelo risco de geada nas serras gaúcha e catarinense, além do sul do Paraná, com temperaturas mínimas próximas de 0° C. O tempo seco predominante hoje dará lugar a novas áreas de instabilidade nesta quinta-feira, e deve trazer a chuva de volta ao oeste do Rio Grande do Sul, acompanhada de possíveis trovoadas.

Notícias relacionadas:

Na Região Sudeste, em áreas serranas do sul de Minas Gerais e de São Paulo, as mínimas podem chegar a 4 °C, com chance de geada fraca e isolada em regiões de baixada. Apesar das manhãs geladas, o tempo estável deve garantir uma elevação gradual das temperaturas ao longo do dia, especialmente no interior do país.

Segundo o Inmet, a Região Norte mantém o padrão dos últimos dias de pancadas de chuva, com acumulados significativos previstos para o Amazonas, Roraima e o norte do Pará e de Rondônia.

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Frio persiste com risco de geada no Sul e Sudeste

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A previsão do tempo para esta quarta (17) e quinta-feira (18), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divide o Brasil em cenários distintos. Enquanto o centro-sul do país continua com baixas temperaturas e a possibilidade da ocorrência de geada, a Região Norte concentra os maiores volumes de chuva. Além disso, uma nova frente de instabilidade marca o retorno das precipitações ao Rio Grande do Sul amanhã.

No sul do país, as manhãs de hoje e amanhã serão marcadas pelo risco de geada nas serras gaúcha e catarinense, além do sul do Paraná, com temperaturas mínimas próximas de 0° C. O tempo seco predominante hoje dará lugar a novas áreas de instabilidade nesta quinta-feira, e deve trazer a chuva de volta ao oeste do Rio Grande do Sul, acompanhada de possíveis trovoadas.

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Nova frente fria deve derrubar ainda mais temperaturas pelo Brasil

A ocorrência de uma nova frente fria, que se instala a partir desta quinta-feira (18), deve diminuir ainda mais as temperaturas em algumas regiões do Brasil, principalmente no Centro-Sul. 

O sistema promete chegar primeiro no Rio Grande do Sul e depois se espalhar por estados como Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

O frio deve ser sentido com ainda mais força com a entrada de uma massa de ar polar entre sábado (20) e domingo (21). O novo fenômeno pode trazer uma geada generalizada aos estados do Sul.

Previsão do tempo: nova frente fria avança pelo oceano

No início desta quarta-feira (17), segundo o Inmet, as previsões indicam máxima de 16ºC, 18ºC e 19ºC em Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, respectivamente. Já as mínimas não ultrapassam os 12ºC.

Frio avança pelo Sul com temperaturas negativas e geadas; veja previsão

No entanto, a mudança mais severa deve vir a partir da noite de quinta-deira (18), quando a frente fria deve alcançar o Rio Grande do Sul e provocar temporais. Já na sexta-feira (19), o fenômeno deve passar pelos outros estados da Região Sul e começar a ter influência em Mato Grosso do Sul.

No dia seguinte, há a previsão da chegada da frente fria em São Paulo e Rio de Janeiro.

No Centro-Oeste, a previsão é de que a frente fria traga aumento de nuvens, chuva e queda de temperaturas, principalmente em Mato Grosso do Sul.

Sul do Brasil amanhece com geada e temperaturas abaixo de 0°C; veja

Em São Paulo, o sistema deve provocar chuva, rajadas de vento e termômetros com indicativos mais baixos. No Rio, o tempo pode ficar com mais nuvens, chuvas e sensação mais amena no final de semana. Minas Gerais e Espírito Santo devem sentir os efeitos da frente fria no domingo (21).

No Nordeste do país, as chuvas entre quinta-feira e domingo devem continuar concentradas no litoral, em estados como Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

No Norte, as condições seguem favoráveis para pancadas de chuva, especialmente no Amazonas, Roraima, Amapá norte do Pará e parte de Rondônia. As precipitações podem ocorrer entre a tarde e a noite, acompanhadas de chuva moderada a forte intensidade e trovoadas isoladas.

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