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Prefeito de Nova York exalta Sócrates e mobilização social no futebol

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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, defendeu neste fim de semana o futebol como espaço de mobilização social e exaltou o ex-jogador brasileiro Sócrates e a Democracia Corinthiana, movimento contra ditadura militar no Brasil que envolveu membros do clube paulista.

Mamdani publicou vídeo nas redes sociais, no último sábado (13), antes do jogo Brasil e Marrocos, pela Copa do Mundo nos Estados Unidos.

Notícias relacionadas:

“O futebol criou movimentos, ajudou a derrubar ditadores e, por 90 minutos, não só nos permitiu esquecer nossos problemas, como também encontrar maneiras de superá-los. Que jogo lindo”, ressaltou o prefeito.

Mayor Mamdani Hosts “The Morning Pitch” to Provide Traffic and Weather Updates Ahead of World Cup https://t.co/UzNwqD24zf

— Mayor Zohran Kwame Mamdani (@NYCMayor) June 13, 2026

“Enquanto nos preparamos para celebrar a Copa do Mundo aqui em Nova York, estamos criando e comemorando algo muito maior do que gols marcados e desarmes realizados. Estamos celebrando um esporte que deu a milhões de pessoas, em todo o mundo, tantas delas pobres e esquecidas, um senso de pertencimento, uma conexão com o próximo, um sentimento de solidariedade”, disse Mamdani.

Democracia Corinthiana

A Democracia Corinthiana foi um movimento que fez história no futebol brasileiro e visava a maior participação dos jogadores e demais empregados nas decisões do clube. Por voto, eles ganharam o direito de escolher coisas como horário dos treinos e detalhes da concentração. Em 1982, Waldemar Pires foi eleito presidente do Corinthians e passou a fazer esse diálogo com os jogadores do elenco profissional.

Entre esses atletas, estavam Sócrates, Wladimir, Casagrande, Biro-Biro, Zé Maria e Zenon, lideranças politizadas que ganharam espaço como vozes do grupo. A influência da equipe não se restringiu ao futebol e, naquele período, o Corinthians estampou em suas camisas frases de cunho político como "Diretas Já", em uma época em que movimentos sociais se articulavam para lutar pela volta da democracia ao país.

A Democracia Corinthiana durou alguns anos e começou a perder força em 1984, quando Casagrande foi para o São Paulo e Sócrates se transferiu para a Fiorentina. No período, o time venceu o Campeonato Paulista três vezes (1982, 1983 e 1988) e, em 1990, venceria o Campeonato Brasileiro pela primeira vez em sua história.

No vídeo, o prefeito Zohran Mamdani, lembrou da atuação de Sócrates como meio-campo brasileiro nas décadas de 1970 e 80, incluindo a Copa do Mundo de 1982, quando foi capitão da equipe.

“Foram anos difíceis para o Brasil. Uma ditadura militar repressiva governava o país, impondo seu domínio pela força. No Corinthians, clube que capitaneou, Sócrates e seus companheiros participaram do que todo brasileiro comum sonhava: democracia. Eles iniciaram um experimento de autogoverno chamado Democracia Corintiana. Independentemente de ser o craque do ataque ou o funcionário da lavanderia, todos tinham o mesmo voto”, exaltou.

“E, enquanto a ditadura militar torturava e assassinava seus cidadãos, Sócrates liderava os jogadores em campo, vestindo jaquetas com os dizeres ‘Quero votar no meu presidente’”, lembrou Mamdani.

O Brasil estreou contra o Marrocos na Copa do Mundo, no sábado, em jogo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, cidade que é uma das sedes do campeonato junto com Nova York. A partida pelo Grupo C terminou em empate, em 1 a 1.

O democrata Zohran Mamdani, de 34 anos, tomou posse em janeiro deste ano como prefeito de umas das cidades mais importantes dos Estados Unidos. Ele é o primeiro muçulmano a comandar a cidade e o mais jovem a ocupar o posto desde 1892.

O prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes, se considera socialista, é crítico ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump e é favorável à causa palestina.

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Prefeito de Nova York exalta Sócrates e mobilização social no futebol

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O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, defendeu neste fim de semana o futebol como espaço de mobilização social e exaltou o ex-jogador brasileiro Sócrates e a Democracia Corinthiana, movimento contra ditadura militar no Brasil que envolveu membros do clube paulista.

Mamdani publicou vídeo nas redes sociais, no último sábado (13), antes do jogo Brasil e Marrocos, pela Copa do Mundo nos Estados Unidos.

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“O futebol criou movimentos, ajudou a derrubar ditadores e, por 90 minutos, não só nos permitiu esquecer nossos problemas, como também encontrar maneiras de superá-los. Que jogo lindo”, ressaltou o prefeito.

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“Enquanto nos preparamos para celebrar a Copa do Mundo aqui em Nova York, estamos criando e comemorando algo muito maior do que gols marcados e desarmes realizados. Estamos celebrando um esporte que deu a milhões de pessoas, em todo o mundo, tantas delas pobres e esquecidas, um senso de pertencimento, uma conexão com o próximo, um sentimento de solidariedade”, disse Mamdani.

Democracia Corinthiana

A Democracia Corinthiana foi um movimento que fez história no futebol brasileiro e visava a maior participação dos jogadores e demais empregados nas decisões do clube. Por voto, eles ganharam o direito de escolher coisas como horário dos treinos e detalhes da concentração. Em 1982, Waldemar Pires foi eleito presidente do Corinthians e passou a fazer esse diálogo com os jogadores do elenco profissional.

Entre esses atletas, estavam Sócrates, Wladimir, Casagrande, Biro-Biro, Zé Maria e Zenon, lideranças politizadas que ganharam espaço como vozes do grupo. A influência da equipe não se restringiu ao futebol e, naquele período, o Corinthians estampou em suas camisas frases de cunho político como "Diretas Já", em uma época em que movimentos sociais se articulavam para lutar pela volta da democracia ao país.

A Democracia Corinthiana durou alguns anos e começou a perder força em 1984, quando Casagrande foi para o São Paulo e Sócrates se transferiu para a Fiorentina. No período, o time venceu o Campeonato Paulista três vezes (1982, 1983 e 1988) e, em 1990, venceria o Campeonato Brasileiro pela primeira vez em sua história.

No vídeo, o prefeito Zohran Mamdani, lembrou da atuação de Sócrates como meio-campo brasileiro nas décadas de 1970 e 80, incluindo a Copa do Mundo de 1982, quando foi capitão da equipe.

“Foram anos difíceis para o Brasil. Uma ditadura militar repressiva governava o país, impondo seu domínio pela força. No Corinthians, clube que capitaneou, Sócrates e seus companheiros participaram do que todo brasileiro comum sonhava: democracia. Eles iniciaram um experimento de autogoverno chamado Democracia Corintiana. Independentemente de ser o craque do ataque ou o funcionário da lavanderia, todos tinham o mesmo voto”, exaltou.

“E, enquanto a ditadura militar torturava e assassinava seus cidadãos, Sócrates liderava os jogadores em campo, vestindo jaquetas com os dizeres ‘Quero votar no meu presidente’”, lembrou Mamdani.

O Brasil estreou contra o Marrocos na Copa do Mundo, no sábado, em jogo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, cidade que é uma das sedes do campeonato junto com Nova York. A partida pelo Grupo C terminou em empate, em 1 a 1.

O democrata Zohran Mamdani, de 34 anos, tomou posse em janeiro deste ano como prefeito de umas das cidades mais importantes dos Estados Unidos. Ele é o primeiro muçulmano a comandar a cidade e o mais jovem a ocupar o posto desde 1892.

O prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes, se considera socialista, é crítico ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump e é favorável à causa palestina.

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Entenda o plano de Mamdani para a crise de moradia de Nova York

Os promotores imobiliários investiram milhões para impedir que Zohran Mamdani se tornasse prefeito da cidade de Nova York, alegando que suas políticas destruiriam a cidade.

Agora, no entanto, Mamdani busca o apoio deles.

Mamdani foi eleito com uma plataforma que incluía o congelamento do preço dos aluguéis e da habitação pública, e propôs durante a campanha um plano de US$ 100 bilhões para criar um modelo de habitação social no estilo de Viena.

No entanto, seu novo plano de US$ 22 bilhões para tirar a cidade de Nova York da crise habitacional depende dos promotores imobiliários.

Sua estratégia utiliza políticas orientadas pelo mercado, flexibilizando as regulamentações de construção, relaxando as restrições de zoneamento e resgatando o degradado parque de habitações públicas da cidade por meio de financiamento privado, para impulsionar seus objetivos social-democratas de 200.000 moradias acessíveis na próxima década.

Mamdani mudou de opinião sobre o “papel do mercado privado na construção de moradias” no final de sua campanha, e detalhou sua evolução política em um discurso na semana passada.

Os sucessos em Austin, Minneapolis e Seattle demonstraram que flexibilizar as leis de zoneamento e outras regulamentações é necessário para construir mais moradias e reduzir os aluguéis, afirmou.

Sua trajetória evidencia as tensões entre a ideologia política e os desafios da construção de moradias.

O desenvolvimento de novas habitações nos Estados Unidos é extremamente complexo e está cheio de obstáculos, como as leis de zoneamento e os processos de revisão pública, que variam de acordo com o código postal.

É especialmente difícil em Nova York, uma cidade com alto custo de vida, onde a terra é escassa e as regulamentações são rígidas. Mamdani está buscando soluções de compromisso para construir habitações acessíveis para os nova-iorquinos de baixa e média renda.

“Pode até ser ideologicamente socialista, mas a cidade está muito limitada em relação às suas possibilidades”, afirmou Eric Kober, pesquisador sênior do centro de estudos de políticas públicas Manhattan Institute e ex-alto funcionário do Departamento de Planejamento Urbano da cidade de Nova York.

Mamdani é um “YIMBY de esquerda”, disse Kober, referindo-se ao movimento YIMBY (“Yes, in my backyard” ou “Sim, no meu quintal”, em tradução livre) a favor do desenvolvimento imobiliário. Mas seu plano de habitação ainda contém políticas como regulamentações de aluguel que pressionam os promotores privados e podem enfraquecer a capacidade da cidade de construir tantas moradias quanto outras cidades.

“O setor privado não está fazendo isso por caridade”, concluiu Kober. “Se não permitirmos que eles lucrem, eles investirão em outro lugar.”

Congelamento do preço dos aluguéis

Austin, Minneapolis e Seattle mostraram a Mamdani que construir mais moradias de todos os tipos é fundamental para aliviar a crise habitacional de uma cidade como Nova York.

Essas cidades flexibilizaram suas leis de zoneamento e outras restrições nos últimos anos para construir moradias, o que contribuiu para a redução dos preços dos aluguéis. Austin, por exemplo, aumentou seu parque habitacional em 10,5% entre 2021 e 2024, e os aluguéis caíram 4%.

Mamdani quer que a cidade de Nova York siga esse caminho. No entanto, ele mantém suas políticas socialistas favoritas de habitação.

Mamdani apoia um congelamento dos preços dos aluguéis que seria aplicado a quase um milhão de apartamentos com aluguel regulado na cidade de Nova York, quase metade do parque de aluguéis da cidade. O Conselho de Diretrizes de Aluguel, designado pessoalmente por Mamdani, votará este mês para decidir sobre possíveis aumentos de aluguel dessas unidades.

Muitos prédios antigos com apenas apartamentos de aluguel regulado enfrentam forte pressão financeira. O aumento vertiginoso dos custos de serviços públicos, seguros e mão de obra, sem um incremento na receita, provocou o deterioro de alguns edifícios, levando os proprietários a inadimplirem seus empréstimos.

Um estudo revelou que congelar os aluguéis por quatro anos poderia levar alguns desses edifícios com aluguel regulado à falência, especialmente nos distritos periféricos de Nova York.

Mamdani anunciou uma isenção que permite a alguns proprietários com dificuldades financeiras, que recebem subsídios municipais, aumentar os aluguéis das unidades vazias, mas a maioria dos apartamentos regulados na cidade não atenderia aos requisitos.

Se a situação financeira desses prédios continuar se deteriorando, a cidade terá dificuldade para cobrir o déficit.

“Promete muito pouco alívio à crise financeira no que diz respeito a moradias com aluguel 100% regulado”, disse Kober. “Essa crise vai piorar.”

O sucesso de Minneapolis, um dos modelos de Mamdani para expandir a oferta de moradias, enfraquece seu apoio ao controle de aluguéis.

Em 2022, a vizinha St. Paul promulgou leis rígidas de controle de aluguéis, enquanto Minneapolis as rejeitou e se concentrou em flexibilizar as leis de zoneamento para acelerar a construção de moradias.

A construção de moradias cresceu em Minneapolis e estagnou em St. Paul. Os aluguéis em ambas as cidades evoluíram em direções opostas.

St. Paul agora está recuando em algumas partes de suas leis de controle de aluguéis.

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Bravos por mantener sólido paso en béisbol estadounidense

Nueva York, EEUU, 14 jun (Prensa Latina) Los Bravos de Atlanta buscarán hoy mantener su sólido paso en la temporada regular del béisbol de las Grandes Ligas de Estados Unidos ante los Mets de Nueva York.

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Primer boletín de deportes

Estos son los titulares:

-Tenista checa Krejciková gana el torneo de Hertogenbosch

-Bravos por mantener sólido paso en béisbol estadounidense

-Knicks rompen sequía histórica y reinan en NBA

-Mundial de fútbol: Alemania enseña sus armas

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Knicks campioni NBA, New York in delirio dopo 53 anni: la festa che trasforma la Grande Mela in un paesino di provincia | Le immagini più belle

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Knicks in Five. Si è chiuso così il capitolo delle Finals di NBA che hanno visto trionfare i New York Knicks nella trasferta del Frost Center di San Antonio in Texas contro gli Spurs di Victor Wembanyama e compagni. Il titolo NBA mancava a New York dal 1973 e la lunga attesa ha generato il delirio in città.

È come se i New Yorkers avessero vissuto una vera e propri apnea negli ultimi dieci giorni. La bombola di ossigeno in questione si chiama OG Anunoby, che mercoledì sera aveva messo la ciliegina sulla rimonta clamorosa di 29 punti in casa al Madison Square Garden e che questa notte ha firmato gli ultimi due tiri liberi che hanno portato i Knicks sul punteggio di 94-90, dopo essere stati in svantaggio per gran parte del match.

Tra le strade di Manhattan OG è una divinità. Lui, così come Jalen Brunson, decisamente la maglia più inflazionata in giro, ma anche Hart, KAT, Mcbride e ovviamente il coach Yom Thibodeau, per tutti Thibs. Il sindaco di New York Zhoran Mamdani aveva fatto un patto con i newyorkesi, parlando così in uno dei suoi ormai celebri video social: “New York è la città più grande degli Stati Uniti, ma quando i Knicks vanno bene sembra un paesino di provincia. È come se tutti fossero ossessionati dalla stessa cosa, è semplicemente bellissimo – aggiungendo – divertitevi molto ma siate responsabili, se mai lo sarà, sarà la festa di tutti”.

Probabilmente neanche lui si sarebbe aspettato che al suo primo anno da sindaco i Knicks avrebbero riacciuffato la vittoria NBA dopo 53 anni, in quello che verrà ricordato come uno degli anni più importanti per lo sport newyorkese, tra questo evento epocale e la finale dei mondiali che si terrà proprio al MetLife NYNJ Stadium. Come inizio non male insomma. E il suo augurio, alla fine ha portato fortuna, tanto che Mamdani alla fine ha annunciato una parata pubblica il 18 giugno per festeggiare gli eroi del titolo.

La più alta concentrazione di tifosi risiede tra il West Village, Herlad Square e il Madison Square Garden. Centinaia di migliaia che gridano un solo coro. “Knicks in five”. Tutti ormai hanno imparato i codici delle Finals per le strade della grande mela. Serviva anche questo tipo di vittoria sportiva alla gente di New York per togliersi di dosso la maschera della frenesia e della perfezione, delle formalità e del rigore finanziario. Oggi New York era un piccolo paesino di provincia che esultava, senza alcun limite, per un grande traguardo.

Non risultano feriti e danni gravi, se non per le decine di auto messe a ferro e fuoco, con un alta percentuale di auto delle polizia, i celebri Schoolbus e i camion diventati carri da parata. Ma anche i New York City Cops, come direbbero gli Strokes, riescono a stento a rimanere nella loro divisa. Traspare nei loro occhi un orgoglio e un senso di appartenenza cittadino, quasi come se volessero togliersi tutto per partecipare alla festa. C’è chi tra loro proprio non resiste, e fa i video da mandare alla famiglia.

C’è da dire che da quando è arrivato Donald Trump al Madison Square Garden, lunedì scorso per gara 3, le procedure di sicurezza per transennare l’area interessata sono diventate ormai prassi, creando non pochi disagi alla viabilità cittadina. Il Garden, che i Knicks giochino in casa o fuori casa è una fortezza inaccessibile per tutti, giornalisti compresi. Lo stesso Trump ovviamente proverà a intestarsi la vittoria dato che oggi, 14 giugno compie 80 anni. Ma di questo, per adesso ai New Yorkers interessa poco. Sta per iniziare l’estate più bella di sempre in città.

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NBA: Várias pessoas são detidas em NY em comemorações do título do Knicks

Torcedores eufóricos do New York Knicks tomaram as ruas de Nova York na noite de sábado (13), lotando cruzamentos e subindo em postes de iluminação e ônibus para celebrar o primeiro título da equipe na NBA em mais de 50 anos.

Até o início da manhã deste domingo (14), várias pessoas haviam sido detidas, informou o NYPD (Departamento de Polícia de Nova York), acrescentando que detalhes sobre o número de detidos e as possíveis acusações seriam divulgados posteriormente.

Para os torcedores reunidos em uma lotada festa para assistir ao jogo do lado de fora do Madison Square Garden, a noite foi marcada por forte emoção.

Quando os Knicks confirmaram a vitória, a comemoração explodiu, com torcedores se cumprimentando e entoando cânticos.

“Estou destruído emocionalmente agora… Eu sabia que conseguiríamos”, disse um torcedor à CNN logo após o apito final.

A partida foi disputada no Texas, mas torcedores dos Knicks se reuniram em festas e telões por toda a cidade para acompanhar a reação da equipe no último quarto e a conquista do título.

O trânsito ao redor do Madison Square Garden ficou completamente parado após a partida, enquanto a polícia mantinha forte presença na região.

Embora a celebração tenha sido em grande parte pacífica, alguns torcedores subiram em placas de trânsito e sobre veículos. Na Times Square, gritos de “Let’s go Knicks” ecoavam pelas ruas.

À medida que a comemoração avançava pela madrugada, algumas pessoas soltaram fogos de artifício na Times Square. Próximo ao Madison Square Garden, policiais ordenaram repetidamente que a multidão recuasse enquanto efetuavam detenções e tentavam liberar as vias.

Em outro ponto da Times Square, agentes intervieram após um grupo começar a danificar um ônibus escolar estacionado, arrancando parte do capô. O veículo também foi visto sendo balançado pela multidão.

Na Sexta Avenida, a tensão aumentou por volta das 2h da manhã, depois que várias viaturas policiais foram danificadas e tiveram os para-brisas quebrados. Garrafas e caixas térmicas foram arremessadas contra os policiais à medida que reforços chegavam ao local.

Mais tarde, após um pequeno incêndio em uma lixeira, policiais montados formaram uma linha para retirar as pessoas da rua, enquanto equipes de controle de multidões se posicionavam atrás deles. Os cavalos usavam equipamentos de proteção ocular.

Mais cedo, o proprietário dos Knicks, James Dolan, havia pedido moderação aos torcedores.

“Queremos que todos em Nova York estejam seguros esta noite, certo? Comemorem, mas com segurança”, disse em entrevista coletiva após a partida.

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, anunciou que um desfile da vitória será realizado na quinta-feira.

“A celebração marcará o primeiro desfile com chuva de confetes da história dos Knicks e homenageará uma equipe que trouxe um título da NBA para uma cidade que esperou gerações por esse momento”, informou a prefeitura em comunicado.

Clima de expectativa antes do jogo

Antes da partida de sábado, Nova York já vivia um clima de euforia.

Grades metálicas cercavam o Madison Square Garden, enquanto pontos de controle policial foram montados nos arredores da Penn Station para evitar a repetição dos distúrbios registrados na quarta-feira, quando dezenas de torcedores foram detidos após uma histórica virada dos Knicks.

Com a Copa do Mundo sendo disputada do outro lado do rio Hudson e um show esgotado da banda 5 Seconds of Summer dentro do Madison Square Garden, as ruas da cidade reuniam torcedores de diferentes nacionalidades e eventos esportivos.

Milhares de fãs chegaram cedo à região da arena, transformando uma das áreas mais movimentadas da cidade em um mar de camisas coloridas enquanto buscavam os melhores lugares para acompanhar a partida em áreas reservadas.

Quando os Knicks vencem, a cidade muda

Quando os Knicks ganham, Nova York se transforma.

Buzinas viram instrumentos de percussão e escadas de incêndio se tornam arquibancadas improvisadas. Músicas como “Empire State of Mind”, “New York, New York” e “Juicy” ecoam de caixas de som, janelas de apartamentos e vagões de metrô, enquanto até os nova-iorquinos mais indiferentes se juntam aos cânticos.

Mas a euforia rapidamente deu lugar ao caos após o Jogo 4, na quarta-feira.

Milhares de torcedores ocuparam as ruas ao redor do Madison Square Garden. Alguns escalaram semáforos, andaimes e guindastes; outros saltaram sobre veículos em movimento. Vídeos mostraram pessoas sobre táxis, penduradas em estruturas e invadindo cruzamentos.

Segundo a polícia, 56 pessoas foram levadas sob custódia após o Jogo 4, incluindo 15 prisões formais. Dez policiais ficaram feridos.

As autoridades afirmam que torcedores interromperam o trânsito, tentaram virar um táxi, soltaram fogos de artifício em meio à multidão, danificaram viaturas, lançaram objetos contra policiais, participaram de brigas e escalaram edifícios, postes e equipamentos de construção.

As multidões na região do Madison Square Garden superaram 10 mil pessoas naquela noite, em cenas semelhantes a outras comemorações dos playoffs.

Na segunda-feira, um homem de 39 anos vestindo a camisa do San Antonio Spurs foi espancado após o Jogo 3 enquanto caminhava pela Rua 47 Oeste, cerca de 15 quadras da arena. Segundo a polícia, ele foi hostilizado por pessoas que tentavam arrancar sua camisa, derrubado ao chão, agredido e teve o celular roubado. A vítima foi hospitalizada em condição estável.

O Madison Square Garden cancelou sua festa oficial para acompanhar o Jogo 4 após uma disputa pública com autoridades municipais sobre medidas de segurança.

Executivos da arena criticaram duramente o plano de segurança da prefeitura e da polícia, que previa um amplo perímetro de isolamento e reforço das medidas de controle de multidões.

James Dolan afirmou que as restrições foram “projetadas para impedir que as pessoas comemorem ao redor do Madison Square Garden” e disse que a arena não instalaria telões externos para o Jogo 4.

Em resposta, o prefeito Mamdani escreveu na rede X antes da partida:

“O Madison Square Garden solicitou autorização para uma área de exibição para entre 500 e 999 torcedores. Nós aprovamos a autorização para 999 pessoas.”

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Y, 53 años después, Nueva York rugió de alegría por los Knicks

Entre la marea humana que en la noche del sábado se echó a las calles de Nueva York era difícil elegir a una sola persona que simbolizara la alegría de una ciudad de más de ocho millones de habitantes. En los alrededores del Madison Square Garden se podían encontrar miles de historias. Pero la de Jay Gentelli era una de las buenas. Y sirve para explicar por qué la victoria de los Knicks frente a los Spurs de San Antonio es de las que se recordará toda una vida.

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Fans de los Knicks celebran este sábado en Nueva York la victoria de su equipo frente a los Spurs de San Antonio que los convierte en campeones de la NBA por primera vez desde 1973.
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Donald Trump cumple 80 años: ¿Sigue aplicando el manual del buen negociador que escribió a los 40?

El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, cumple 80 años, un hito que coincide con la velada de lucha libre UFC Freedom 250, que se celebra en los jardines de la Casa Blanca. El mandatario entra en el club de los octogenarios insistiendo en que es el “gran maestro de la negociación”, pese a que aún no ha logrado asegurar un pacto de paz con Irán para poner fin a la guerra que él mismo ayudó a desatar.

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Nombre: ¿Llega el presidente Trump a sus 80 años siendo el "maestro de la negociación"?
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El silencio de Little Italy ante la tercera ausencia consecutiva en un Mundial de los tetracampeones

Cuando Italia conquistó su cuarta Copa del Mundo en Alemania 2006, Little Italy enardeció. La principal arteria del distrito neoyorkino, Mulberry Street, dejó para la historia una de las celebraciones deportivas más sonadas que se recuerdan en la ciudad. “La gente se volvió loca, estuvieron hasta el amanecer. Los restaurantes, los puestos de comida y las tiendas lo vendieron todo. Estaba todo lleno de banderas italianas”, recuerda Anthony Ricci, dueño de Benito One, uno de los pocos restaurantes regentado por italianos que aún quedan en la pequeña Italia de Nueva York. Camareros tampoco hay muchos que hablen italiano pese a la abundante hostelería que mantiene el reclamo de lo transalpino en sus luminosos. Los albaneses, por proximidad geográfica, si dominan el idioma y ofrecen asiento con la carta en la mano. La extensión del área en la que los primeros migrantes italianos, la mayoría napolitanos y sicilianos, se establecieron a finales del siglo XIX para hacer real el sueño americano también se ha reducido, engullida por la pujante Chinatown.

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© robertharding / Alamy Stock Photo (Alamy Stock Photo)

La entrada a Little Italy, en Nueva York.
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