Reading view

Copa do Mundo a milissegundos de distância, mas nem sempre foi assim

Para sentir a emoção da arquibancada vibrando ao fundo enquanto o atacante supera a defesa e manda a bola para o gol, era preciso que ondas eletromagnéticas percorressem milhares de quilômetros até transformar a jogada em imagem nas telas de TV e em lembrança na memória do torcedor.

Hoje, pensar na cobertura de uma Copa do Mundo é falar de velocidade: um universo digital que opera em ritmos impensáveis para as tecnologias de comunicação de décadas atrás.

Velocidade 5G e o futebol

O 5G chegou ao Brasil em 2022 e passou a oferecer velocidades médias superiores a 200 Mbps, podendo ser milhares de vezes mais rápido do que a internet discada dos anos 1990. Se comparada às tecnologias, ele é 10 vezes mais rápido que o antecessor 4G.

Em 2002, quando a Seleção Brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0 e conquistou o pentacampeonato mundial, a internet no Brasil passava por transição. Foi quando experimentamos na navegação online aquela sensação de trocar uma corrida de bicicletas por carros na vida real. Na época, passamos dos 0,056 Mbps da internet discada para conexões ADSL (internet de alta velocidade pela mesma rede de fios de cobre usada pelo telefone fixo) que podiam atingir até 10 Mbps, sendo 180 vezes mais rápida que a tecnologia anterior.

Só que, na época, nada de Instagram, WhatsApp ou X. Interagir com os colegas online, só mesmo com serviços como ICQ, bate-papos online ou então por correntes de e-mail. Vale lembrar que, quando Ronaldo Fenômeno marcou os dois gols que deram ao Brasil o pentacampeonato mundial, o YouTube ainda não existia — ele só seria criado em 2005.

O streaming de vídeo em larga escala ainda engatinhava, e os smartphones que hoje colocam a Copa na palma da mão sequer faziam parte da rotina dos consumidores. Nesta época, os jogos eram acompanhados principalmente pela TV aberta, pelo rádio e pelos portais de notícias na internet, que ofereciam textos, fotos e atualizações em tempo real.

Nem TV, nem internet

A Copa de 1970, no México, foi um marco tecnológico e tanto para as transmissões do campeonato para os brasileiros. Foi a primeira vez que os torcedores puderam assistir a uma Copa do Mundo ao vivo, graças ao uso de satélites de telecomunicações. Um avanço e tanto para os profissionais de rádio e TV.

Edemar Annuseck narrou cinco mundiais entre os anos de 1974 e 1990 e lembra da dificuldade de transmitir um campeonato naquele tempo. “No rádio era preciso ter um sinal de satélite; e nem sempre a gente conseguia ter retorno do que estava sendo transmitido”. Fazendo uma ponte com as coberturas em tempo de internet, diz: “Hoje, com um computador, você faz a transmissão e a narração das partidas direto do estádio. Antes, era preciso ter 4 canais (áudio): dois para envio da voz e o restante para retorno.”

Luiz Fernando Magliocca, pesquisador e professor de rádio e TV, começou a trabalhar na área em 1964 e lembra de situações inusitadas quando os jogos eram em campo brasileiro. “Às vezes, durante as transmissões esportivas no rádio, havia interferências e até linhas cruzadas no meio da transmissão”. Com a chegada da internet, diz que o jogo fora do campo mudou: “Hoje ampliou a oferta de telas. A oferta maior é agora, com diversas emissoras e plataformas fazendo a transmissão dos jogos, enquanto o torcedor acompanha tudo pelo celular”.

Do carro popular ao trem-bala digital

Hoje, a combinação entre fibra óptica e redes 5G permite acompanhar os jogos em alta definição, com baixa latência, acesso simultâneo a múltiplas telas e velocidades de navegação que variam de 300 Mbps a 500 Mbps, podendo chegar a 1 Gbps em algumas localidades.

No Brasil, essa velocidade alcança 221 Mbps em média, segundo dados divulgados no início de maio pela consultoria Ookla. O país está entre os líderes da América Latina em velocidade, embora ainda distante dos países que lideram o ranking global, como Singapura, Eslovênia e França. E o melhor, tudo em multiplataformas. Uma experiência que fica ainda mais intensa com a cobertura jornalística e diversidade de aplicativos.

Na CNN a cobertura do evento vai além dos jogos

O time da CNN Brasil entra em campo para a cobertura multiplataforma da Copa do Mundo de 2026 e acompanha a Seleção Brasileira e os principais destaques do torneio em parceria com a Itatiaia.

Na programação da CNN Brasil, o público tem conteúdos exclusivos, com quadros fixos nos telejornais Novo Dia, Live e CNN Prime Time. E no fim do dia, depois que a bola rola no campo, o “CNN na Copatraz um resumo dos principais acontecimentos do Mundial. 

No digital, a emissora aposta em uma programação robusta no YouTube, com lives diárias de até duas horas, e novidades no site. Na página oficial, a CNN também disponibiliza o Simulador da Copa do Mundo 2026 de resultados automatizado, permitindo que os torcedores façam projeções completas do chaveamento até a final.

E já que todo brasileiro tem um pouco de técnico no sangue e nunca é tarde para “palpitar”, a CNN Brasil criou o Simulador Convocação – Copa 2026, uma plataforma de escalação dos sonhos em que o público pode escolher os 26 jogadores que deveriam representar o Brasil no Mundial.

Agora, a decisão está nas mãos do torcedor: qual seria a sua convocação para a Copa do Mundo de 2026? Simulador Convocação – Copa 2026.

  •  

Inma Herrera, investigadora del Instituto Ecoaqua: «Necesitamos que existan seguimientos continuados de las comunidades planctónicas»

El plancton incluye tanto la parte vegetal, el fitoplancton, como la parte animal, el zooplancton, que es mi especialidad. Aunque no podamos verlo a simple vista, es esencial para la vida en el planeta, ya que produce gran parte del oxígeno que respiramos, captura dióxido de carbono y sostiene toda la cadena trófica marina, desde los peces hasta los mamíferos. Cualquier alteración en esta base alimentaria repercute directamente en el funcionamiento de los ecosistemas y en la salud de los océanos.

  •  

Kate Middleton vuelve a reinar durante el cumpleaños oficial de Carlos III

<![CDATA[

Londres ha vuelto a vestirse de gala este sábado para acoger una de las citas más emblemáticas del calendario británico: el Trooping the Colour, la gran parada militar con la que se celebra oficialmente el cumpleaños del rey Carlos III. Aunque el monarca cumplirá 78 años el próximo mes de noviembre, la tradición establece que la conmemoración tenga lugar en junio, aprovechando las mejores condiciones meteorológicas para un evento que reúne cada año a miles de ciudadanos y a los principales miembros de la familia real.

Seguir leyendo...

  •  

Belarra da el paso y será la candidata de Podemos en Madrid frente a Ayuso

<![CDATA[

Ione Belarra aspira a ser la candidata de Podemos a las elecciones autonómicas de la Comunidad de Madrid de 2027. La secretaria general de la formación ha anunciado este sábado su intención de encabezar la lista con el objetivo de disputar el liderazgo regional a Isabel Díaz Ayuso, en un movimiento con el que el partido busca reforzarse en uno de sus principales territorios históricos.

Seguir leyendo...

  •  

Zapatero ante el juez: las principales claves que el expresidente del Gobierno tendrá que aclarar en la Audiencia Nacional

El expresidente socialista José Luis Rodríguez Zapatero cuenta ya los días para comparecer ante la Audiencia Nacional en el marco de la investigación judicial relacionada con el rescate de la aerolínea Plus Ultra en 2021. Será los próximos 17 y 18 de junio cuando, por primera vez en democracia, un expresidente se sentará así ante este Tribunal ante las sospechas de que pudo liderar una red de tráfico de influencias en favor de la aerolínea a cambio de comisiones.

Zapatero acudirá acompañado de su abogado, el prestigioso catedrático Víctor Moreno Catena, y ambos ejercerán su defensa "con toda la firmeza y convicción" -según dijo el exlíder del PSOE al conocerse su imputación-. Ambos tendrán que convencer al juez José Luis Calama de que "jamás" ha hecho gestiones ante ninguna "administración pública ni sector público en relación con el rescate" de 53 millones de euros a la citada aerolínea.

El magistrado, además, ha ampliado la imputación de Zapatero a un delito fiscal y a otro de contrabando por las joyas valoradas en 1,3 millones de euros halladas en una caja fuerte de su oficina. Además de la Fiscalía, lo cierto es que Zapatero tendrá enfrente casi a una decena de acusaciones populares coordinadas por el PP, que podrían pedir medidas cautelares contra él. Estas son todas las claves que tendrá que aclarar ante la Audiencia Nacional:

Zapatero, el "vértice" de la trama

Una de las cuestiones que tendrá que resolver Zapatero será así su papel en toda la presunta trama. El juez sitúa al expresidente en el "vértice" de toda la operativa, ejerciendo un "liderazgo no visible" de forma que, de cara a conseguir decisiones y ventajas a favor de terceros, esencialmente de Plus Ultra, Zapatero habría aportado sus "contactos institucionales y empresariales de alto nivel".

Además de las gestiones para lograr el rescate a la aerolínea, se investiga si la trama intervino ante autoridades venezolanas para "asegurar la autorización de vuelos". En el auto de imputación, el juez apunta además a la "influencia determinante" de Zapatero, que tenía acceso a "personas situadas en los más altos niveles de responsabilidad política", para la compraventa de petróleo en Venezuela.

Unas joyas de 1,3 millones de euros

Ha sido también otra de las cuestiones más sorprendentes. El registro a la oficina del expresidente trajo consigo el hallazgo de unas 80 piezas de joyería en una caja fuerte y que están valoradas, según una tasación preliminar, en 1,3 millones de euros. En concreto, un collar de 278.000 euros, de oro blanco, diamantes y dos esmeraldas, es la joya de más valor hallada junto a otras con piezas de oro, zafiros -algunos de Tailandia-, rubíes o esmeraldas de Zambia.

Zapatero ha argumentado por el momento que son herencia de su madre y su suegra y que estaban allí porque vivía en una casa de alquiler sin caja fuerte. Pese a sus palabras, las joyas han desencadenado en una nueva imputación por delito fiscal y de contrabando ante el origen aún no justificado de estas. Con ello, el juez investigará todo lo relativo a estas joyas en una pieza separada, aunque lo cierto es que Zapatero podrá aclarar su origen en su comparecencia de esta semana.

Canales financieros hacia su entorno

Otra de las sospechas de los investigadores es que los supuestos beneficios económicos que habría obtenido Zapatero habrían sido canalizados a través de una maraña de empresas que no solo se dirigían hacia él, sino también hacia su entorno, especialmente, sus dos hijas. De esta manera, el juez apunta a "sociedades instrumentales, documentación simulada y canales financieros opacos para ejercer influencias ilícitas, ocultar el origen y destino de los fondos y obtener beneficios económicos en favor de terceros y del propio entramado".

El magistrado cifra en 1,9 millones de euros los supuestos beneficios de toda la trama, que se repartieron en distintas empresas. Entre ellas, destacan por ejemplo los 490.780 euros que habría recibido Zapatero de Análisis Relevante -propiedad de su amigo e imputado Julio Martínez Martínez-, que tiene bloqueados; o los 239.755 que percibió la empresa de sus hijas.

Sus trabajos para Análisis Relevante

Con ello, el expresidente será preguntado ante la Audiencia Nacional por sus trabajos realizados con Análisis Relevante, otra de las cuestiones más importantes a resolver. El expresidente ha reconocido que hizo labores de consultoría para este empresa por los que cobró 70.000 euros brutos anuales entre 2020 y 2025.

Así lo dijo hace meses en el Senado, donde admitió que la empresa de sus hijas prestó a esa mercantil servicios de comunicación y marketing. Sin embargo, el juez sospecha que Análisis Relevante, cliente de Plus Ultra, es en realidad una empresa "instrumental" para canalizar fondos en un periodo que coincide "con gestiones dirigidas a influir en la concesión de ayudas públicas".

Una sociedad en Dubái

El juez también cree que, siguiendo instrucciones de Zapatero, la trama llegó a crear una sociedad en Dubái, que estaría participada al 100% por otra empresa que había suscrito un contrato con Plus Ultra para percibir 530.000 euros (el equivalente al 1% del "rescate público"), sin constancia del pago en España. Se trataría así de una dinámica que "reforzaría la hipótesis" según el magistrado de que dicha sociedad se habría creado con el objetivo de "recibir fondos en el extranjero". Pese a todo, Zapatero asegura que nunca ha tenido una sociedad de este tipo ni en España ni en el extranjero y que siempre ha cotizado al IRPF.

Conversaciones entre los miembros de la trama

Otro de los indicios contra Zapatero son las conversaciones que se han desvelado entre los presuntos miembros de la trama. Así, las alusiones al expresidente entre directivos de Plus Ultra son constantes en el sumario y constituyen uno de los principales caballos de batalla del abogado del expresidente socialista, quien ha sembrado dudas sobre su autenticidad.

En este sentido, lo cierto es que parte de estas conversaciones provienen de la extracción del móvil que una agencia gubernamental estadounidense realizó de Rodolfo Reyes, accionista de la aerolínea, en 2021. Estados Unidos, así, las ha aportado a la Policía española cinco años después, en 2026. Por ello, el abogado sospecha de su origen e integridad: quiere saber qué resolución judicial amparó la incautación y el clonado del móvil, así como si se respetó la cadena de custodia.

El juez, adelantándose a posibles peticiones de nulidad, ha solicitado ya a Estados Unidos autorización para usar esas comunicaciones como "medio de prueba" en todo el proceso penal. En aquellas conversaciones, los directivos de Plus Ultra hablaban de "tocar puertas" y "pedir ayuda a Zapatero" para conseguir el préstamo. También aludían a un llamado "Grupo Zapatero" o "boutique financiera".

De entre los mensajes analizados, la UDEF atribuye uno a Zapatero. "En tiempo y forma. Exitosa gestión", habría recibido Julio Martínez el 31 de julio de 2021 de un contacto registrado como "Z" tras una gestión "al más alto nivel con Venezuela".

  •  

Semana de mil talentos artísticos encerra hoje com espetáculo imperdível no Jardim Municipal

O Funchal tem sido palco de uma demonstração criativa de talentos,  com particular realce para a educação artística através da Semana das Artes, um evento dinamizado pela Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, através da Direção Regional de Educação e da Direção de Serviços de Educação Artística. Uma iniciativa que envolve alunos de todos […]
  •  

Um prodígio ao piano: Sérgio Varela Cid no Liceu

Assinalado a 21 de junho, o Dia Europeu da Música celebra a música enquanto linguagem universal e meio privilegiado de comunicação entre povos e culturas. Neste âmbito, o núcleo museológico apresenta uma fotografia que documenta a atuação do jovem pianista Sérgio Varela Cid no Liceu do Funchal. A imagem regista o recital realizado a 9 […]
  •  

De cerezas a remolacha: recetas de Dani García para hacer un gazpacho diferente este verano

Cuando llega el verano y las altas temperaturas inundan cada calle de las ciudades de España, nuestro organismo pide a gritos nutrirlo de recetas refrescantes y deliciosas, siendo el gazpacho una de las ideas a las que más recurre gran parte de la población de nuestro país. Además, gracias a chefs profesionales como Dani García, con 3 Estrellas Michelin, encontramos versiones diferentes de este plato con sabores distintos.

El chef marbellí de restaurantes como Smoked Room y BiBo ha compartido públicamente algunas ideas de gazpachos con sabores que van desde la querida cereza hasta la suntuosa remolacha. Aquí van algunos ejemplos que propone el cocinero que conoce también el secreto para lograr unas patatas fritas con el dorado y el crujiente perfecto.

Gazpacho de remolacha y queso

Se trata de una de las múltiples versiones que el chef andaluz ha compartido en sus redes sociales. A pesar de llevar pocos ingredientes, Dani García asegura que es un gazpacho con mucho sabor, perfecto para triunfar en una comida de verano con los amigos. ¿El toque final que también marca la diferencia? Un queso fresco especial.

Link a la receta completa del gazpacho de remolacha y queso.

Gazpacho de cerezas

Si tienes cerezas guardadas en la nevera, hojas de albahaca, pimiento verde, tomates, ajo, anchoas y queso fresco, cuentas con los ingredientes necesarios para hacer este gazpacho de Dani García.

Link a la receta completa del gazpacho de cerezas.

Gazpacho de fresas

Con esta receta, el chef asegura que uno logra cocinar el "mejor gazpacho del mundo". No contiene agua ni pepino ni pan porque los ve como unos ingredientes innecesarios que eclipsan el sabor que debe tener el plato.

Ingredientes

  • Tomate cherry en rama
  • ​Fresón
  • ​Queso feta
  • ​Ajo
  • ​Pimiento verde
  • ​Cebolla
  • ​Sal
  • ​Aceite de oliva
  • ​Vinagre de Jerez

Receta del gazpacho de fresas de Dani García

  1. Troceamos los tomates, el ajo, el pimiento verde y la cebolla.
  2. ​Echamos los ingredientes en un bol e incorporamos sal, aceite de oliva y vinagre de Jerez.
  3. Mezclamos todo y dejamos reposar en la nevera durante 8 o 9 horas.
  4. Trituramos hasta obtener un gazpacho con la textura deseada y colamos.
  5. Cortamos las fresas en finas láminas.
  6. En un plato, colocamos las láminas de las fresas, el queso feta desmigado y el cebollino picado. Echamos el gazpacho y un poco de aceite.

  •  

João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe. Tentei levantar o carro para tirá-la de lá, mas não consegui”

O lateral, atualmente com 32 anos, partilha com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal.

  •  

La gentrificación también llega a las escuelas de Barcelona

La gentrificación no solo afecta a la composición social de una ciudad —sus barrios, calles, viviendas o comercios—, sino que también "transforma" las escuelas. Es la afirmación que se desprende del estudio, "Una aproximación a la gentrificación escolar en Barcelona: mecanismos e implicaciones para la política pública", elaborado por investigadores de la Universitat Autònoma de Barcelona (UAB), el Institut Metròpoli y la Universidad de Barcelona (UB), que parte de la siguiente pregunta: "¿cómo afecta la llegada de nuevas clases medias, a menudo transnacionales, a los centros educativos de barrios históricamente populares?".

Dinámicas

El análisis pone de manifiesto que la gentrificación escolar no es solo un proceso que nace de la transformación urbanística, sino que presenta "dinámicas específicas" a través de las cuales los centros y las administraciones públicas interactúan.

Y pone el acento, además, en el caso "singular" de Barcelona donde la turistificación, las migraciones transnacionales y alternaciones del mercado de la vivienda altera más notoriamente "las dinámicas de elección de centro en los mercados educativos locales". El estudio apunta que la gentrificación escolar no es "fruto de una voluntad explícita de exclusión", sino que "a menudo emerge de decisiones cotidianas de familias y centros educativos que, acumuladas, acaban produciendo nuevas formas de segregación y desigualdad".

Mecanismos

La investigación, elaborada a partir de un trabajo de campo en barrios y ciudades de Barcelona, expone una paradoja derivada de la gentrificación. Mientras este proceso puede generar "efectos percibidos como positivos" —mejoras en los centros guetificados, más recursos o renovaciones pedagógicas—, puede traer consigo "consecuencias no deseadas". Entre ellas, la marginación involuntaria de familias con menos capital cultural, la sobrerrepresentación de determinados perfiles sociales en los espacios de participación y la reclasificación simbólica de los centros educativos dentro de los mercados escolares locales.

Los autores, así pues, han identificado siete mecanismos que explican el desarrollo de la gentrificación en la capital catalana.

Según Marcel Pagès, Andreu Termes y Xavier Bonal, las "estrategias de competición escolar para atraer determinados perfiles familiares" es uno de ellos, así como "la legitimación del cambio escolar a través de discursos pro diversidad e innovación pedagógica". También "el uso de códigos, simbólicos y escolares, que conectan mejor con familias "gentrificadoras", de clase media con estudios superiores". Entre otras tendencias que derivan en la segregación escolar, señalan "la de las familias a relacionarse y escolarizarse con personas de grupos sociales parecidos" o "la construcción de relatos morales que permiten justificar determinadas opciones educativas sin percibirlas como excluyentes", entre otras.

Por ello, el estudio llama a incorporar la "dimensión educativa" en las políticas urbanas y la "dimensión territorial" en las políticas educativas. Los investigadores enumeran una serie de medidas que consideran necesarias aplicar para abordar esta problemática social como son: reducir la sobreoferta de plazas escolares, revisar los sistemas de zonificación, reforzar criterios de proximidad e impulsar políticas de cohesión dentro de las escuelas.

© EFE

En la imagen, un padre junto a su hijo a la salida de un colegio
  •  

Russia's recruitment system nears breaking point, forcing debate over forced mobilization

As Russian battlefield gains slow and recruitment drive falters, Ukraine is warning that the Kremlin may finally reach for the measure it has long resisted — a forced mobilization.

According to Kyiv, Moscow is preparing to call up tens of thousands of fresh soldiers to offset its climbing battlefield losses.

  •  

Ricardo Araújo Pereira: "Sorteio está feito de maneira a que, com elevada probabilidade, haja um Portugal-Argentina"

"Coincidência total?", é a pergunta feita por Ricardo Araújo Pereira no o Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer, desta sexta-feira. O humorista brinca com a elevada probabilidade de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi se defrontarem nos quartos de final do Mundial 2026.

  •  

El SEPE lo hace oficial: el subsidio para mayores de 52 años no se concederá a las rentas superiores a 916 euros

La protección social para los trabajadores de mayor edad se ha convertido en una pieza clave dentro del sistema de prestaciones en España. Para muchas personas que superan los 50 años y pierden su empleo, la reincorporación al mercado laboral se convierte en un proceso especialmente complejo debido a la menor demanda de perfiles senior y a las dificultades de reciclaje profesional en determinados sectores. En este contexto, las ayudas asistenciales adquieren un papel determinante para evitar situaciones de vulnerabilidad económica prolongada.

Los últimos datos de la Encuesta de Población Activa del cuarto trimestre de 2025, publicada por el Instituto Nacional de Estadística, reflejan esta realidad. El número de desempleados de 50 años o más se situó en 755.500 personas, una cifra que evidencia el peso del desempleo en este tramo de edad. Si se acota el análisis a los mayores de 55 años, el volumen de personas en paro asciende a 501.500. Estas cifras se conectan con el sistema de protección asistencial, que en el cierre de 2025 contabilizaba más de 545.000 beneficiarios dentro del conjunto de subsidios para mayores de 50 años, siendo especialmente relevante el subsidio para mayores de 52 años, que concentra alrededor del 84% del total de esta cobertura.

En este escenario, el subsidio para mayores de 52 años se consolida como una ayuda esencial para quienes han agotado otras prestaciones por desempleo y necesitan un ingreso mínimo hasta alcanzar la edad ordinaria de jubilación. Sin embargo, su acceso está condicionado al cumplimiento estricto de una serie de requisitos económicos y de cotización que determinan su concesión, por lo que conocer estas condiciones resulta fundamental para evitar rechazos por parte del Servicio Público de Empleo Estatal.

Este es el tope máximo de ingresos para acceder al subsidio

El elemento más determinante es el límite de rentas. El Servicio Público de Empleo Estatal establece que solo podrán acceder al subsidio aquellas personas cuyos ingresos sean inferiores al 75% del Salario Mínimo Interprofesional. Con el SMI fijado en 1.221 euros mensuales, este umbral se sitúa en 915,75 euros, que en la práctica se redondea a 916 euros. Superar esta cantidad, aunque sea ligeramente, implica la denegación automática del subsidio para mayores de 52 años.

¿Cuánto cobras y cómo se calcula en cada caso?

El importe de esta prestación está vinculado al 80% del Indicador Público de Renta de Efectos Múltiples. Teniendo en cuenta que el IPREM mensual se sitúa en 600 euros, la cuantía del subsidio asciende a 480 euros mensuales. Para calcular si se cumple el requisito de rentas, el SEPE analiza una amplia variedad de ingresos. Se consideran rentas los rendimientos del trabajo, como salarios brutos, así como los derivados del capital mobiliario e inmobiliario, incluyendo alquileres y derechos de uso de bienes inmuebles distintos de la vivienda habitual.

También se tienen en cuenta los ingresos procedentes de actividades económicas, prestaciones contributivas o no contributivas, cuentas bancarias y pensiones compensatorias o alimenticias. En el caso de actividades empresariales o profesionales, el cálculo se realiza descontando los gastos necesarios para obtener dichos ingresos.

Otros requisitos que debes cumplir

Además del requisito económico, existen otras condiciones para acceder al subsidio. Es necesario haber agotado previamente una prestación contributiva o subsidio por desempleo, o acreditar situación legal de desempleo desde el 1 de noviembre de 2024 o fecha posterior, con al menos 90 días cotizados en determinados supuestos. También se exige haber cotizado al menos seis años por la contingencia de desempleo a lo largo de la vida laboral y estar en alta o situación asimilada en la Seguridad Social. Cabe destacar que el SEPE también puede rechazar la ayuda si detecta ocultación de rentas o solicitar la devolución de cantidades indebidamente percibidas, lo que refuerza el control sobre el cumplimiento de los requisitos.

© Europa Press

Una mujer a las puertas de una oficina del SEPE y oficina de empleo de la CAM
  •  
❌