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EU opens first accession talks cluster for Ukraine and Moldova after years of delays and vetoes

EU summit Ukraine cyprus zelenskyy

Ukraine and Moldova have taken a key step in their EU accession process after all 27 member states agreed to open the first negotiation cluster covering “fundamentals,” marking the formal start of structured membership talks, European Commission President Ursula von der Leyen said.

The opening of the first EU accession negotiation cluster marks a long-delayed breakthrough for Ukraine and Moldova after years of internal EU divisions and vetoes, including from Hungary. It formally starts talks on core governance reforms, following repeated postponements despite earlier candidate status.

EU says accession step reflects wartime reform progress and core EU standards

Von der Leyen said the decision reflects recognition of both countries’ progress on reforms despite wartime conditions and sustained political pressure. 

She said the cluster on fundamentals forms “the backbone of the accession process,” covering rule of law, democratic institutions, and core EU principles. 

“This is a recognition of the determination, courage and hard work shown by both countries in advancing reforms, even in the face of immense challenges,” she said.

She added that enlargement is a “strategic choice,” arguing that bringing new members closer to the bloc strengthens “peace, security and prosperity across our continent,” and said a larger EU is “our best investment in our shared future.”

Today, the European Union took a major step forward.

All Member States agreed to open the first accession negotiations cluster with Ukraine and Moldova.

At the first Intergovernmental Conference on Monday, we will open the cluster on fundamentals; the backbone of the accession… pic.twitter.com/WSPU8CVPpg

— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) June 12, 2026

Zelenskyy welcomes opening of first accession cluster as “strong step for Europe”

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy welcomed the decision, thanking EU partners and individual leaders for what he described as a “strong step for Europe.” 

He said Ukraine continues to deliver reforms despite the war and that the EU is now fulfilling its commitments in return. 

Zelenskyy said opening the first cluster is “a significant political and moral support for our state and our people,” and stressed that Ukraine is working to ensure readiness for the next stages of accession talks.

He added that Kyiv is grateful for international support and said the EU’s backing helps Ukraine defend not only itself but “the idea that European nations can live united, free, and in peace.”

🇪🇺🇺🇦Today’s EU member states’ decision to open Cluster 1 negotiations w/ Ukraine marks another milestone on Ukraine’s path to the EU. Enlargement remains a strategic investment in Europe’s security, stability, and prosperity, & 🇺🇦 is committed to contribute & deliver. We are…

— Taras Kachka (@taraskachka) June 12, 2026

Hungary’s veto lifted after minority rights agreement clears path for accession talks to advance

The move follows months of procedural preparation within the EU, after the Cyprus presidency initiated steps to open the first negotiation cluster for Ukraine and Moldova. 

The cluster on fundamentals is the first and most sensitive stage of accession talks, and must be opened unanimously by all member states before negotiations can proceed further.

The breakthrough comes after Hungary’s prolonged veto over the start of accession negotiations with Ukraine was lifted

Budapest had previously blocked progress over disputes including minority rights in Ukraine’s Zakarpattia Oblast, which borders Hungary and contains a number of ethnic Hungarians, stalling the launch of negotiation clusters despite Ukraine receiving candidate status in 2022. 

The recent shift followed a change in Hungary’s political leadership and an agreement on minority rights, removing a key obstacle to advancing the accession framework.

EU enlargement process slowed for years by internal divisions despite technical preparations continuing

Enlargement talks remained stalled for years due to internal divisions, including Hungary’s veto, even as broader momentum built across the bloc. 

While technical preparations for “clusters” were advancing, the formal opening required unanimous agreement and had been repeatedly delayed despite Ukraine’s expectation that talks could begin sooner. 

Enlargement remains a long-term process requiring sustained reforms across governance, judiciary, and economic policy before membership is possible. No country has completed the process since Croatia joined in 2013.

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Com Marta como embaixadora, Tesouro quer atrair mais investidores

Logo Agência Brasil

Ao completar um mês de seu lançamento, o Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto voltado a pequenos investidores, já alcançou R$ 2 bilhões em aplicações. A informação foi passada hoje (12) à imprensa pelo secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal.

“O Tesouro Reserva é um sucesso. Já temos mais de R$ 2 bilhões investidos. Aumentamos também o número de investidores, que é parte dessa democratização.”

Notícias relacionadas:

Lançado pela Secretaria do Tesouro Nacional, pela B3 e pelo Banco do Brasil, o Tesouro Reserva prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade é que poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana. O foco é o pequeno investidor ou quem pretende montar reserva de emergência.

“O Tesouro Reserva está disponível a qualquer momento, é tecnológico, fácil e com R$ 1 você já consegue investir. Foi feito exatamente para atender todo mundo. E não tem volatilidade ou marcação a mercado, o que tira a percepção de que se poderia estar perdendo alguma coisa. Aqui, o investidor só vai ganhar”, destacou Leal.

Neste momento, a modalidade está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, mas outros bancos deverão disponibilizá-lo em breve.

Tesouro Direto

Para estimular os investimentos nos títulos disponíveis do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic, a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 resolveram apostar em uma parceria com a jogadora de futebol Marta.

“A Marta é um ícone, um dos maiores ídolos que o Brasil já teve como atleta, pessoa e mulher. Isso vai ajudar a população, porque conseguir alavancar o Tesouro Direto vai naturalmente resultar em mais poupança e mais economia para as pessoas”, explicou Leal.

Considerada a rainha do futebol feminino e eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, Marta se tornou embaixadora do Tesouro Direto, em cerimônia nesta manhã na sede da B3, na capital paulista.

No evento, Marta ressaltou a importância da consciência financeira. "E isso para todas as áreas, não só no esporte. E não precisa ter muito, né? Com um realzinho a gente já consegue fazer as coisas aconteceram. Basta ter conhecimento, paciência, continuar trabalhando e, com certeza, entender que hoje você trabalha para ter a sua liberdade financeira no futuro.”

Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. Hoje, cerca de 3,4 milhões de pessoas investem nos títulos do programa – crescimento de 57% nos últimos cinco anos.

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Com Marta como embaixadora, Tesouro quer atrair mais investidores

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Ao completar um mês de seu lançamento, o Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto voltado a pequenos investidores, já alcançou R$ 2 bilhões em aplicações. A informação foi passada hoje (12) à imprensa pelo secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal.

“O Tesouro Reserva é um sucesso. Já temos mais de R$ 2 bilhões investidos. Aumentamos também o número de investidores, que é parte dessa democratização.”

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“O Tesouro Reserva está disponível a qualquer momento, é tecnológico, fácil e com R$ 1 você já consegue investir. Foi feito exatamente para atender todo mundo. E não tem volatilidade ou marcação a mercado, o que tira a percepção de que se poderia estar perdendo alguma coisa. Aqui, o investidor só vai ganhar”, destacou Leal.

Neste momento, a modalidade está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, mas outros bancos deverão disponibilizá-lo em breve.

Tesouro Direto

Para estimular os investimentos nos títulos disponíveis do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic, a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 resolveram apostar em uma parceria com a jogadora de futebol Marta.

“A Marta é um ícone, um dos maiores ídolos que o Brasil já teve como atleta, pessoa e mulher. Isso vai ajudar a população, porque conseguir alavancar o Tesouro Direto vai naturalmente resultar em mais poupança e mais economia para as pessoas”, explicou Leal.

Considerada a rainha do futebol feminino e eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, Marta se tornou embaixadora do Tesouro Direto, em cerimônia nesta manhã na sede da B3, na capital paulista.

No evento, Marta ressaltou a importância da consciência financeira. "E isso para todas as áreas, não só no esporte. E não precisa ter muito, né? Com um realzinho a gente já consegue fazer as coisas aconteceram. Basta ter conhecimento, paciência, continuar trabalhando e, com certeza, entender que hoje você trabalha para ter a sua liberdade financeira no futuro.”

Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. Hoje, cerca de 3,4 milhões de pessoas investem nos títulos do programa – crescimento de 57% nos últimos cinco anos.

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Famosos acompanham a Seleção nos EUA durante a Copa do Mundo 2026

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 tem movimentado não apenas os torcedores, mas também uma série de celebridades que decidiram acompanhar o torneio diretamente dos Estados Unidos.

Entre compromissos profissionais, férias em família e viagens de luxo, nomes conhecidos da internet, da música e do esporte já começaram a mostrar os bastidores da competição nas redes sociais.

Anitta e Virginia já estão nos Estados Unidos

Uma das primeiras a chegar foi Anitta. A cantora embarcou rumo aos Estados Unidos em um jatinho particular acompanhada do irmão, Renan Machado, e da influenciadora Hariany Almeida. O grupo escolheu uma mansão em Los Angeles como base para os primeiros dias do Mundial e vem compartilhando momentos de lazer enquanto aguarda os jogos da Seleção.

Quem também está vivendo a experiência da Copa em território americano é Virginia Fonseca. A influenciadora desembarcou em Nova York para um compromisso profissional: ela integra a cobertura especial do torneio para o programa “Domingão”, comandado por Luciano Huck. Ao longo da viagem, Virginia tem mostrado os bastidores da rotina de gravações e dos passeios pela cidade.

A empresária não viajou sozinha. Ao seu lado estão os amigos Lucas Guedes e Hebert Gomes, que também vêm registrando a passagem pelos Estados Unidos e dividindo com os seguidores detalhes da viagem.

Trabalho, férias e cobertura do Mundial

Outra personalidade que uniu trabalho e futebol foi Karoline Lima. A influenciadora participa da cobertura realizada pela Rede Ronaldo e deverá circular por diferentes cidades-sede ao longo das próximas semanas. Nas redes sociais, ela já começou a compartilhar os preparativos para acompanhar os eventos ligados ao Mundial.

Já Maisa Silva aproveitou o período para transformar a viagem em férias ao lado da família. Hospedada em Nova York, a atriz publicou registros de passeios por Manhattan, visitas a pontos turísticos e até uma recepção especial preparada pelo hotel, com doces personalizados inspirados nas cores do Brasil.

Atletas também marcam presença

Os esportistas também marcaram presença na lista de brasileiros que cruzaram o continente para acompanhar a competição. O surfista Pedro Scooby e o jogador de vôlei Bruninho viajaram juntos para acompanhar os primeiros dias da Copa e vêm mostrando encontros, eventos e bastidores da experiência nos Estados Unidos.

Bruninho, inclusive, esteve recentemente entre os convidados de uma celebração organizada por Neymar em Santos, pouco antes da convocação oficial da Seleção para o Mundial.

Com a aproximação da estreia do Brasil, a expectativa é que outros famosos desembarquem nos Estados Unidos nos próximos dias. (FOLHAPRESS)

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Enorme incendio in un’azienda chimica di Mantova, alta colonna di fumo nera e autopompe in azione: le immagini dal drone

Ecco le immagini dall’alto dell’enorme incendio esploso nella mattinata di venerdì 12 giugno in un’azienda chimica di Mantova. Il grosso rogo ha interessato un magazzino di materiale plastico. Nelle immagini girate col drone si può vedere l’alta colonna di fumo denso e nero e le autopompe dei vigili del fuoco al lavoro.

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Inscrições do Enem 2026 terminam nesta sexta-feira e veja guia completo

As inscrições para o Enem 2026 (Exame Nacional do Ensino Médio) terminam nesta sexta-feira (12). O exame é a principal porta de acesso ao ensino superior no Brasil.

Pela primeira vez, estudantes matriculados no terceiro ano do ensino médio da rede pública terão a inscrição realizada de forma automática. De acordo com o MEC (Ministério da Educação), a medida busca ampliar a participação dos concluintes no exame nacional.

Neste ano, as provas serão aplicadas em 95 novas cidades, um aumento em relação ao ano anterior. O MEC afirma que a “ampliação dos municípios de aplicação integra o conjunto de ações para facilitar o acesso ao exame”.

Além disso, o exame nacional também terá a ampliação da acessibilidade especializada para candidatos.

Para ajudar os candidatos, a Folha reuniu alguns tópicos sobre o Enem 2026, como valor da taxa, calendário, prazos e orientações sobre o exame nacional. Confira abaixo:

Como realizar a inscrição para o Enem 2026?

Confira o passo a passo para realizar a inscrição no exame nacional:

O candidato deve acessar a Página do Participante, no site do Inep, com acesso por meio de uma conta Gov.br. Após o login, o candidato precisará preencher os dados cadastrais, incluindo informações pessoais, como CPF e CEP, e outras informações solicitadas. Durante o processo de inscrição, o candidato deve escolher o idioma da prova de língua estrangeira: inglês ou espanhol. Em seguida, o estudante deve escolher o estado e a cidade na qual deseja realizar a prova. Logo após, o candidato deve responder ao questionário socioeconômico. O último ato da inscrição é conferir os dados cadastrados e depois clicar em “enviar inscrição”. Após enviada, o estudante deve gerar a guia de pagamento da taxa de inscrição na própria Página do Participante. A inscrição no Enem 2026 só será confirmada após o pagamento da taxa.

Quem tem inscrição automática ainda precisa acessar o sistema do Enem?

Sim. Mesmo com a inscrição automática, o estudante deverá confirmar a participação no exame e informar dados complementares, como município de prova, a língua estrangeira da prova e recursos de acessibilidade.

Quanto custa a taxa de inscrição?

A taxa de inscrição é de R$ 85, mesmo valor cobrado na edição anterior do exame. O pagamento deve ser feito até 17 de junho, via pagamento por boleto e Pix.

O período para solicitar a isenção da taxa já foi encerrado. Mesmo os candidatos beneficiados com a gratuidade deverão confirmar a participação por meio da inscrição até 12 de junho.

Como saber se a inscrição foi confirmada?

O participante deve acompanhar a situação de sua inscrição e a divulgação do local de prova pela Página do Participante. O Inep disponibilizará o Cartão de Confirmação de Inscrição nesse endereço em data a ser definida.

Quando serão aplicadas as provas do Enem 2026?

As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, 8 e 15 de novembro.

Os portões dos locais de prova do Enem 2026 serão abertos às 12h. Eles serão fechados pontualmente às 13h, no horário de Brasília. A aplicação das provas terá início às 13h30.

No primeiro dia, os candidatos poderão permanecer nas salas até às 19h. Já no segundo dia, o encerramento está previsto para às 18h30.

Como vai funcionar o atendimento especializado no Enem 2026?

A partir de 2026, o Enem ampliará as condições de acessibilidade para candidatos que necessitam de atendimento especializado.

Entre as novidades, estudantes com diagnóstico de fibromialgia e transtornos mentais, como crises de ansiedade, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), passarão a ter direito a atendimento especializado.

Para esses participantes, será permitida a presença de um acompanhante -familiar ou profissional- ou de um cão de apoio emocional no local de aplicação do exame.

A principal mudança para esse grupo é a possibilidade de contar com um acompanhante ou um cão de apoio emocional. No entanto, o acompanhante não poderá permanecer na sala durante a realização da prova e ficará em um espaço reservado enquanto o exame estiver em andamento.

Os candidatos que já tinham direito ao atendimento especializado continuarão contemplados pela medida. Entre eles estão pessoas com deficiência física, visual, auditiva ou intelectual, surdos, diabéticos, pessoas com dislexia, TEA (Transtorno do Espectro Autista), gestantes, lactantes e idosos.

Como solicitar o atendimento especializado no Enem 2026?

O pedido de atendimento especializado deverá ser realizado no momento da inscrição no Enem 2026.

Além de informar a necessidade do atendimento, o candidato deverá apresentar documentos que comprovem sua condição, como laudo médico ou relatório especializado. A documentação será analisada pelo Inep, responsável por validar a solicitação antes da aplicação do exame.

Como serão divididos os dias de provas?

No primeiro dia, 8 de novembro, os candidatos realizam a prova de redação, além de 45 questões de linguagens (português, inglês ou espanhol, literatura, artes, educação física, tecnologias da informação e comunicação).

Além disso, o primeiro dia também tem as 45 perguntas de ciências humanas (história, geografia, sociologia e filosofia).

Já no segundo dia, 15 de novembro, o exame terá 45 questões de ciências da natureza (química, física e biologia) e 45 itens de matemática.

Quais são as formas de utilizar a nota do Enem?

Com o resultado do exame, os estudantes podem ingressar em universidades públicas e privadas por meio de programas como o Sisu (Sistema de Seleção Unificada), o Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil).

As notas do Enem também são aceitas por algumas universidades do exterior, com instituições em países europeus, como Portugal.

Calendário do Enem 2026

Período de inscrição: até 12 de junho

Valor da taxa de inscrição: R$ 85

Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho

Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro (FOLHAPRESS)

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Prisão preventiva por suspeita de tráfico de droga

VTM

O homem foi detido, na terça-feira, na sequência de uma investigação relacionada com a introdução e comercialização de droga na cidade de Chaves.

Em comunicado, a PSP revela que durante a operação foram apreendidas 217 doses individuais de heroína, com um peso aproximado de 38,73 gramas, e 110 doses individuais de cocaína, num total de cerca de 46,45 gramas.

Os agentes apreenderam ainda um telemóvel, dinheiro em numerário, uma arma proibida classificada como arma da Classe A e duas viaturas alegadamente utilizadas na atividade criminosa investigada.

No âmbito da operação foram realizadas buscas domiciliárias que permitiram recolher diverso material considerado relevante para o desenvolvimento da investigação.

O suspeito foi presente à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

Em comunicado, a PSP reafirma o seu compromisso no combate ao tráfico de estupefacientes, sublinhando que “continuará a desenvolver ações de prevenção e repressão deste tipo de criminalidade, com o objetivo de reforçar a segurança pública e proteger a comunidade”.

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G8 di Genova, 25 anni dopo tutti “no global”. Su Millennium la cronaca di quei giorni e le promesse mancate dei “grandi”

La zona rossa, il blocco nero, la guerriglia urbana. L’uccisione di Carlo Giuliani. Il sanguinoso blitz alla scuola Diaz, gli abusi sui manifestanti inermi nella caserma di Bolzaneto. La strategia della tensione perseguita dai servizi segreti, l’autoassoluzione plenaria della politica. E i processi, faticosi e osteggiati, contro agenti, funzionari, dirigenti della pubblica sicurezza.

Sono passati 25 anni dal G8 di Genova, quando centinaia di migliaia di persone manifestarono contro la globalizzazione neoliberista e furono brutalmente represse. Il numero di giugno di MillenniuM, il mensile diretto da Peter Gomez, in libreria da venerdì 12 giugno, propone un’ampia ricostruzione di quelle giornate di luglio del 2001, a firma di Mario Portanova, ma anche del prima e del dopo: dal boom mediatico del movimento, nella protesta contro l’organizzazione mondiale del commercio a Seattle nel 1999, fino alle sentenze definitive dei più importanti procedimenti penali sui fatti del G8. Potete trovare MillenniuM in libreria (cerca qui la più comoda per te) e negli store online (Amazon, Ibs, Feltrinelli, Unilibro, Libreria Universitaria, Hoepli).

MillenniuM non si ferma al ricordo di quei giorni. Venticinque anni dopo prova a rispondere alla grande domanda: chi aveva ragione fra i “grandi della terra” che promettevano più benessere e democrazia per tutti grazie al libero mercato globale, e il movimento che li contestava fuori dalle grate della zona rossa? A proposito, otto agili schede ricordano chi erano gli otto leader politici delle più solide economie mondiali convenuti a Genova, e che fine hanno fatto. Alcuni li ritroviamo nelle cronache di oggi, a partire dal britannico Tony Blair, protagonista dell’assai controverso tavolo per la pace a Gaza promosso da Donald Trump; il tedesco Gerhard Schroeder, recentemente evocato come possibile mediatore della guerra fra Russia e Ucraina, che appena 17 giorni dopo la fine del mandato da cancelliere accettò un ruolo di vertice nell’industria russa del gas, per poi approdare al cda di Gazprom; a proposito, l’ottavo dei “grandi”, l’invitato speciale al tavolo delle magnifiche sorti del libero commercio mondiale, si chiamava Vladimir Putin. L’unico ancora oggi in sella…

Ma intanto, che fine ha fatto la globalizzazione? Salvatore Cannavò ne ricostruisce la crisi, a partire dalle sue istituzioni contro cui si scagliavano i cosiddetti “no global”, come la famigerata Organizzazione mondiale del commercio, sotto l’urto di crisi finanziarie, guerre, nuovi equilibri geopolitici, pandemia…

Chiara Brusini fa parlare i numeri: l’andamento delle disuguaglianze in questo quarto di secolo mostra chiaramente che gli sconfitti della globalizzazione siamo proprio noi. Vale a dire le classi medie occidentali (in Italia ancor più che altrove) e i poveri, sempre più poveri. Tra il 2000 e il 2024 l’1% più ricco si è messo in tasca il 41% di tutta la nuova ricchezza creata (240mila miliardi di dollari), mentre al 50% più povero finiva solo l’1% della torta”, riporta l’articolo.

Del resto la più autorevole, recente, autocritica su questo fronte è arrivata da Mario Draghi, racconta Roberto Casalini: “Contrariamente alle aspettative iniziali, la globalizzazione non solo non ha diffuso i valori liberali, perché la democrazia e la libertà non viaggiano necessariamente con i beni e i servizi, ma li ha anche indeboliti nei paesi che ne erano i più forti sostenitori” è la “confessione” di Draghi, pronunciata nel 2024 a Washington alla National Association for Business Economics. L’articolo descrive anche alcune “conversioni”, a partire da Giorgia Meloni, che all’epoca bollava i contestatori come “privi di idee” e oggi ammette che “la globalizzazione non ha funzionato”.

Sul confronto fra ieri e oggi intervengono anche alcuni protagonisti di allora che negli anni non hanno smesso di perseguire “un altro mondo possibile”, come Vittorio Agnoletto, Monica Di Sisto, Claudio Jampaglia. Infine Luca Casarini, all’epoca leader dei Disobbedienti e oggi attivista sul fronte dei migranti, si racconta a Tommaso Rodano in una lunga intervista: “Oggi siamo dentro democrazie morenti e viviamo nel pieno dell’irresponsabilità dei vertici dei governi mondiali”.

Fra le proposte al di fuori del tema di copertina, una lunga chiacchierata di Paolo Soraci con David Quammen, il giornalista statunitense diventato celebre con il suo profetico Spillover all’epoca della pandemia, che nel suo ultimo libro Il cuore selvaggio della natura (Adelphi) parla di una guerra sconosciuta, quella che si combatte in diversi Paesi dell’Africa per difendere i parchi naturali da milizie, bracconieri e approfittatori vari. Il fotografo Nicola Zolin ci porta invece a Joshimath, capitale turistica dell’Himalaya, che sta lentamente sprofondando, anche per effetto del cambiamento climatico e di grandi opere infrastrutturali.

La rubrica Strangers do it better fa il punto sulle cure psichedeliche, come psilocibina e Mdma, che in diversi Paesi del mondo vengono legalizzate e regolamentate, mentre in Italia la maggioranza meloniana affossa persino la cannabis light.

TRA LE FIRME: Vittorio Agnoletto, Chiara Brusini, Salvatore Cannavò, Roberto Casalini, Monica Di Sisto, Peter Gomez, Daniele Luttazzi, Antonio Padellaro, Valentina Petrini, Mario Portanova, Marco Travaglio, Nicola Zolin

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Mantova, incendio nell’impianto Versalis: a fuoco magazzino di materiale plastico. “Chiudete le finestre, non uscite”

Un incendio è divampato in un magazzino di materiale plastico riconducibile a Versalis, nella zona industriale di Mantova, generando una densa nube di fumo nero visibile a chilometri di distanza e facendo temere possibili criticità ambientali.

Circa 800 operai al lavoro nel perimetro industriale sono stati evacuati e al momento non risultano feriti. Anche gli studenti di una scuola media, impegnati nell’esame di fine triennio, sono stati allontanati. Sul posto sono intervenute dieci squadre dei vigili del fuoco, mentre le forze dell’ordine hanno isolato l’area.

Per motivi di sicurezza è stata sospesa la circolazione ferroviaria sulla linea Mantova-Monselice e sono state chiuse alcune strade della zona. Sono state anche spostate tre ferrocistrene all’interno delle quali era presente cloruro di titanio. Al momento le cause del rogo restano ignote.

Il Comune di Mantova come quello di Trevenzuolo hanno inoltre disposto un’ordinanza precauzionale che invita la popolazione a chiudere le finestre e limitare le attività all’aperto, in attesa delle valutazioni sulla qualità dell’aria e sull’evoluzione del rogo.

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Ex Ilva, la decisione dei giudici sull’altoforno e i sindacati da Urso. Ore cruciali per Taranto

Il ministro delle Imprese, Adolfo Urso, ha convocato per lunedì alle 18 al Mimit i sindacati metalmeccanici di Taranto sull’ex Ilva. La convocazione, si apprende, è rivolta a Fiom Cgil, Uilm e Usb, che avevano sollecitato l’incontro, ma è aperta anche a Fim Cisl e Ugl qualora ritenessero di partecipare. Erano state le sigle Fiom, Uilm e Usb, infatti, a chiedere di poter incontrare Urso lunedì scorso a Taranto, a margine della visita che il ministro ha effettuato per l’inaugurazione dei nuovi impianti della Vestas, il gruppo danese attivo nel campo dell’energia eolica. Lunedì scorso, però, non era stato possibile combinare l’incontro, anche perché Urso aveva altri impegni dopo Taranto.

Tuttavia il ministero aveva comunque dato la disponibilità ad un incontro successivo a Roma, che adesso é stato fissato per lunedì. Non avendo incontrato il ministro a Taranto, Fiom, Uilm e Usb avevano anche protestato. “Il Governo non ha tempo per l’ex Ilva – avevano dichiarato le tre sigle. Riteniamo, visto il silenzio assordante degli ultimi mesi, un’occasione mancata per confrontarsi direttamente con le rappresentanze dei lavoratori sulla più grande vertenza industriale del Paese. Le organizzazioni sindacali avevano chiesto un confronto immediato per discutere della situazione di profonda criticità in cui versano gli stabilimenti, in particolare quello di Taranto”.

E oggi, intanto, approda in Corte di Cassazione, su ricorso presentato da Acciaierie d’Italia in amministrazione straordinaria, la vicenda dell’altoforno 1, l’impianto dell’ex Ilva di Taranto dove il 7 maggio 2025 si è verificato un incendio ad una delle tubiere esterne, dalle quali transita l’aria ad elevata temperatura, e che é ancora sequestrato dalla Magistratura. L’incendio non causò feriti. La decisione della Suprema Corte è attesa in giornata. Il ricorso dell’azienda ritiene che il mantenimento del sequestro dell’altoforno 1 sia illegittimo a più di un anno dall’incendio ed accertamenti dei periti ormai conclusi da aprile. L’ex Ilva nei mesi scorsi ha già chiesto per tre volte il dissequestro dell’impianto – due volte alla Procura e una volta al gip – ma in tutti i casi ha ricevuto risposta negativa.

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