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Há um nova rota de 35 quilómetros para descobrir os picos da Serra do Marão

Os Baldios de Ansiães, em Amarante, inauguram no sábado a Grande Rota 56 (GR56), um percurso de trilhos com 35,5 quilómetros sobre a Serra do Marão que passará pelo ponto mais alto do distrito do Porto, foi hoje revelado.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Amarante, Jorge Ricardo (PSD/CDS-PP), descreveu a rota GR56 – Picos do Marão, elogiando pormenores como o facto de toda a sinalização ser feita de pedras da região, bem como a importância de iniciativas destas para a preservação e turismo de natureza.

“Esta rota constitui mais um motivo para visitar o Marão e para o Marão continuar a desempenhar o papel que queremos: ser um motor de desenvolvimento aqui da região, na valorização do turismo, do turismo de natureza mais concretamente”, disse o autarca.

A cerimónia de inauguração está marcada para sábado, com um programa que terá início às 09:00 junto às piscinas de Ansiães e inclui uma homenagem ao professor Arménio Miranda, pela dedicação prestada ao Baldio de Ansiães, uma caminhada inaugural com um percurso simbólico de aproximadamente nove quilómetros e um almoço convívio.

Projetada por Carlos Silva, funcionário do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) nos viveiros de Amarante, a rota GR56 – Picos do Marão tem 35,45 quilómetros de distância, sendo que se desenvolve no Baldio/Freguesia de Ansiães, com exceção de cerca de um quilómetro que passa por caminhos da freguesia de Candemil, bem como da União de Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea.

O nome Picos do Marão surge do facto da rota percorrer a maioria dos picos da Serra do Marão, passando pelo ponto mais alto do distrito do Porto.

Com sinalização feita com recurso a pedras da região, “não houve artificialização de nenhum trilho com passadiços ou sinalização desajustada, mantendo a originalidade da natureza e trilhos pré-existentes, e ao mesmo tempo será humanizada com informação de lendas e memórias populares”, lê-se no resumo enviado à agência Lusa.

O projeto foi desenvolvido pelos Baldios de Ansiães com o apoio da Câmara Municipal de Amarante e da empresa TamegaSteel, responsável pela sinalética metálica.

Segundo a autarquia, o objetivo primário da GR56 é “a dinamização da região e mudança de paradigma dos terrenos baldios, pretendendo-se que o usufruto do baldio pelos seus compartes acompanhe a evolução dos tempos”.

À Lusa, e elogiando o trabalho dos Baldios de Ansiães, Jorge Ricardo disse que a rota tem “muito potencial” e lembrou a interligação com outros percursos como o conhecido como “Marão tem sangue azul”.

“Não tenho dúvidas que quem experimentar vai querer repetir porque efetivamente são paisagens deslumbrantes”, referiu.

Sobre projetos futuros, o autarca revelou que várias antigas escolas estão a ser convertidas em albergues e que está em andamento um projeto orçado em 900 mil euros, na União de Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, às portas da serra, para apoio ao BTT, restaurante, oferta de camas, entre outros serviços.

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Poltrone/ Valeria Ghezzi presidente ANEF confermata alla vice presidenza di Federturismo Confindustria

Ghezzi all’Assemblea Federturismo Confindustria: “La montagna è un modello di sviluppo per il turismo italiano del futuro”

La montagna italiana non rappresenta soltanto una delle più importanti destinazioni turistiche del Paese, ma un vero laboratorio di sviluppo sostenibile, occupazione stabile e innovazione territoriale. È questo il messaggio portato da Valeria Ghezzi, Presidente di ANEF e confermata Vice Presidente di Federturismo Confindustria, nel corso dell’Assemblea Pubblica 2026 della Federazione, che si è svolta ieri pomeriggio al MAXXI di Roma sul tema “Nuovi Turismi verso il 2030: Economia stellare per occupazione stabile, sostenibilità, sviluppo”.

L’Assemblea ha riunito rappresentanti delle istituzioni, del mondo imprenditoriale e delle principali organizzazioni del settore per riflettere sulle sfide e sulle opportunità che attendono il turismo italiano nei prossimi anni, sancendo inoltre l’elezione di Massimo Caputi alla Presidenza di Federturismo Confindustria.

Nel panel dedicato al ruolo dei territori e delle destinazioni, Valeria Ghezzi ha evidenziato come il concetto di “nuovi turismi” trovi nella montagna una delle sue espressioni più significative. «La montagna sta vivendo una fase di riscoperta e di rinnovata attrattività, ma la sua storia turistica affonda le radici in una tradizione millenaria. Oggi gli stessi luoghi e gli stessi paesaggi vengono interpretati attraverso nuove esperienze, nuovi servizi e nuove modalità di fruizione, capaci di rispondere alle esigenze del viaggiatore contemporaneo», ha sottolineato Ghezzi.

La Presidente di ANEF ha ricordato come le aree montane abbiano dovuto affrontare per decenni fenomeni di spopolamento e difficoltà legate all’accessibilità, ai servizi e alle infrastrutture, ma rappresentino oggi una straordinaria opportunità per costruire un modello di sviluppo equilibrato e duraturo. In Italia i comuni montani sono circa 2.500, occupano il 35% del territorio nazionale e ospitano oltre 7 milioni di residenti. Più della metà di essi presenta un’economia fortemente legata al turismo, con livelli di presenze turistiche superiori al doppio della media nazionale.

«La montagna può offrire una risposta concreta a tre grandi obiettivi del turismo del futuro: occupazione stabile, sostenibilità e sviluppo», ha spiegato Ghezzi. «Grazie all’allungamento delle stagioni e alla crescente diversificazione delle esperienze, è possibile generare lavoro qualificato per gran parte dell’anno. Allo stesso tempo, la tutela dell’ambiente naturale non rappresenta un vincolo ma una necessità strategica, perché il paesaggio e il territorio costituiscono il nostro principale prodotto turistico». Nel suo intervento Ghezzi ha inoltre ribadito il ruolo centrale degli impianti di risalita come infrastrutture di mobilità e di accesso alle terre alte, sempre più utilizzate non soltanto dagli sciatori ma anche da escursionisti, famiglie e visitatori interessati a vivere la montagna in tutte le stagioni.

I dati confermano il valore economico e sociale del comparto: ogni milione di euro di ricavi generato dai gestori degli impianti produce oltre 5 milioni di euro di spesa turistica sul territorio, circa 8 milioni di euro di giro d’affari complessivo e oltre 68 unità di lavoro annue a livello locale. Parallelamente, il settore continua a investire in innovazione e sostenibilità, con tecnologie che consentono significativi risparmi energetici e una riduzione costante dell’impatto ambientale.

«La montagna è un sistema complesso e interconnesso», ha concluso Ghezzi. «Il successo di una destinazione dipende dalla capacità di integrare infrastrutture, ospitalità, servizi, esperienze e qualità della vita delle comunità residenti. La vera sfida dei prossimi anni sarà costruire un’offerta sempre più integrata, innovativa e accessibile, capace di generare valore economico e sociale per l’intero territorio».

La conferma di Valeria Ghezzi alla Vice Presidenza di Federturismo Confindustria rappresenta un importante riconoscimento del ruolo strategico che il turismo montano e il sistema degli impianti di risalita svolgono all’interno dell’industria turistica italiana, sempre più chiamata a contribuire alla competitività e allo sviluppo del Paese.

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Hotéis de Braga quase cheios para o São João à ‘boleia’ dos turistas brasileiros

O Norte tem vindo a recuperar o mercado de turistas brasileiros e mantido as preferências de europeus, americanos e canadianos neste período de pontes e feridos que culminará com o São João, cuja taxa de ocupação deverá superar os 85%, nomeadamente em Braga, além do Porto, Gaia e Vila do Conde.

Em entrevista telefónica à agência Lusa, o presidente da Turismo Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins, contou hoje que, em relação a 2025, a região Norte está a registar um aumento “muito significativo” do mercado brasileiro, “mercado que tinha sofrido em termos nacionais uma ligeira quebra”.

“E agora, em 2026, nós de facto estamos a recuperar acima da média nacional”, referiu, acrescentando que neste período, o de junho e início de verão que coincide com vários feriados e potenciais pontes, “as taxas de ocupação já estão mais consistentes, nomeadamente nos mercados de proximidade como o espanhol e o francês”.

Em vésperas de São João, festividade popular que atrai muitos turistas ao Norte na noite de 23 para 24 de junho, Luís Pedro Martins mostra-se muito otimista, antecipando uma taxa de ocupação “seguramente acima dos 85%, nomeadamente no Porto, Gaia, Vila do Conde e Braga”.

Em jeito de convite ao público, o presidente da TPNP destacou a regata da Conferência do Vinho do Porto que se realiza na manhã de 24, um momento, antecipou, “muito bonito com imagens excecionais nas margens do Porto e de Gaia, uma única oportunidade de ver todos os barcos rebelos com as suas velas hasteadas, com as marcas de vinho do Porto”.

Quanto ao mercado do Reino Unido, este “tem tido um bom comportamento devido à entrada em operação de novas rotas”.

Já sobre os mercados de longa distância, o presidente da TPNP destacou o “bom desempenho” do americano e canadiano, e justificou o crescimento dos americanos com um elogio: “A entrada em operação de uma nova rota para os Estados Unidos [Porto-Nova Iorque/JFK] da Delta Airlines, a operar cinco vezes por semana, correu bem”.

Já o mercado nacional, Luís Pedro Martins disse que, em 2025, os portugueses colocaram o Porto e Norte no topo do ‘ranking de referência.

“E em 2026 estamos a manter essa tendência. Mas nós estamos a viver numa circunstância muito complicada, com muita incerteza devido aos conflitos que ainda persistem, nomeadamente o do Médio Oriente que tem um impacto junto das companhias aéreas. Estamos a conseguir ter bons resultados apesar dessas circunstâncias, mas nunca devemos esquecer-nos delas”, analisou.

Apontando que tem havido uma maior distribuição de turistas por toda a região – que está dividida em quatro: Porto, Minho, Douro e Trás-os-Montes – Luís Pedro Martins notou, no entanto, que estas “não estão no mesmo ritmo” com o Douro a conquistar mais turistas americanos e canadianos, e o Minho a conquistar mais turistas europeus, mas também brasileiros, enquanto Trás-os-Montes conquista mais turistas nacionais.

“Sabemos que há aqui uma região que ainda continua a ter que ser trabalhada. Apelo aos empresários que olham para o território de Trás-os-Montes, um território fantástico que ainda necessita de oferta. Estou convencido que se ela existir, nomeadamente se existir nos níveis de qualidade que correspondam às exigências dos mercados que agora temos atraído, conforme tem corrido bem no Douro e no Minho, também correrá em Trás-os-Montes”, apelou.

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Turismo de aventuras se consolida en el mundo

Londres, 12 jun (Prensa Latina) Turoperadores y agentes de viaje dan por sentado hoy que el turismo de aventuras se consolida este año en todos los mercados, sobre todo a partir de vacaciones personalizadas. El sector del turismo de aventura está dejando atrás la rápida recuperación posterior a la pandemia de la Covid-19 para adentrarse en una nueva era definida por el crecimiento intencional, la sostenibilidad y la personalización extrema.

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Crise no Médio Oriente: Quebras no turismo podem chegar aos 3% na Europa e 5% na Ásia

O prolongamento do conflito no Médio Oriente está a provocar efeitos em a todas as áreas de atividade económica a nível mundial, com o turismo a ser uma das mais afetadas devido aos aumentos dos custos dos combustíveis e das tarifas aérea. Nesse sentido, as quebras no setor do turismo podem chegar aos 3% na Europa e 5% na Ásia, segundo as estimativas do mais recente relatório da Crédito y Caución divulgado esta sexta-feira.

Por outro lado, caso o cenário no Médio Oriente mude de figura, o turismo poderá registar um aumento de 8% na Europa e de 12% na Ásia, mercados que recebem 52% e 22%, respetivamente das chegadas internacionais.

“A resiliência das companhias aéreas dependerá em grande parte da sua solidez financeira, das estratégias de cobertura de combustíveis e do poder de fixação de preços”, aponta a seguradora de crédito.

O combustível de aviação é um dos componentes mais caros para as companhias aéreas e normalmente representa entre 25% e 30% dos seus custos operacionais, com a Crédito y Caución a salientar que o transporte aéreo representa aproximadamente dois terços dos movimentos turísticos internacionais em todo o mundo. 

“A situação atual não aponta para uma paragem abrupta do turismo mundial, mas destaca uma vulnerabilidade estrutural. Se as restrições persistirem, o setor poderá enfrentar um período mais longo de menor conectividade, preços mais elevados e alterações nos padrões de viagem”, indica a seguradora.

O setor do turismo fechou 2025 com perto de 1.500 milhões de chegadas internacionais, um valor recorde que permitiu ultrapassar os níveis pré-pandemia pela primeira vez, e um gasto estimado de 1,9 mil milhões de dólares por parte de visitantes em todo o mundo.

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Projeto de turismo em favelas do Rio prepara rota especial para a Copa

Logo Agência Brasil

O clima de Copa do Mundo inspirou o projeto social Na Favela Turismo a criar uma rota temática que levará os visitantes da Rocinha e do Vidigal, no Rio de Janeiro, a lugares das comunidades onde a bola balança a rede. Ao fim do passeio, os turistas ainda vão poder assistir aos jogos do Brasil na comunidade

A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.

Notícias relacionadas:

O projeto já chegou a receber mais de 40 mil visitantes em um mês e espera ter seu melhor resultado em agosto, quando o Hemisfério Norte estará em férias de verão. 

“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil.

Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960. Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.

Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.

No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.

“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.

 

11/06/2026 - Rio de Janeiro - Copa na Favela - Na foto: Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo 11/06/2026 - Rio de Janeiro - Copa na Favela - Na foto: Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo
Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo

Celebração

Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.

O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.

A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos. 

“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.

 

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Projeto de turismo em favelas do Rio prepara rota especial para a Copa

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O clima de Copa do Mundo inspirou o projeto social Na Favela Turismo a criar uma rota temática que levará os visitantes da Rocinha e do Vidigal, no Rio de Janeiro, a lugares das comunidades onde a bola balança a rede. Ao fim do passeio, os turistas ainda vão poder assistir aos jogos do Brasil na comunidade

A iniciativa, chamada de Copa na Favela, começa no próximo sábado (13) e é do empreendedor social Renan Monteiro. O objetivo é promover integração social e geração de renda a partir do turismo.

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O projeto já chegou a receber mais de 40 mil visitantes em um mês e espera ter seu melhor resultado em agosto, quando o Hemisfério Norte estará em férias de verão. 

“Dentro dessa rota, o turista que comprar o passeio vai fazer um tour pelas comunidades com um guia local, visitar os pontos esportivos, as quadras de futebol da Rocinha e do Vidigal, e assistirá também uma apresentação cultural do projeto Acorda Capoeira”, disse Renan Monteiro à Agência Brasil.

Além disso, os turistas terão aula de “altinha”, lazer típico do Rio de Janeiro e surgido nas décadas de 1950 e 1960. Comum nas praias da cidade, o jogo coletivo consiste em manter a bola no ar sem usar as mãos, utilizando apenas partes do corpo, como pés, pernas, peito, cabeça e ombro.

Quem quiser, poderá participar ainda de uma “pelada” no Castelinho, na localidade de Paula Brito, na Rocinha. Na partida de futebol, os visitantes terão a oportunidade de confraternizar e tirar fotos com Josiel Dalto dos Santos, morador da comunidade e considerado sósia do jogador Vini Jr, da seleção brasileira.

No final do passeio, haverá um evento no Mirante da Rocinha, com roda de samba e telão para transmissão dos jogos do Brasil. Os três jogos do país na primeira fase estão marcados para 13, 24 e 29 de junho.

“Esse tour vai ocorrer todos os dias que tiver jogo do Brasil”, informou Monteiro.

 

11/06/2026 - Rio de Janeiro - Copa na Favela - Na foto: Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo 11/06/2026 - Rio de Janeiro - Copa na Favela - Na foto: Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo
Josiel Dalto dos Santos, sósia do jogador Vini Jr. Foto: Divulgação/Na Favela Turismo

Celebração

Caso o Brasil avance no torneio mundial, a Copa na Favela terá continuidade garantida, afirmou Renan Monteiro. “No final do tour, a ideia é que tenha ali uma celebração, uma troca entre turistas e comunidade, em um grande evento”.

O empreendedor social considera que, quando turistas e moradores compartilham experiências, são criadas conexões especiais e novas oportunidades para a comunidade. “O esporte e a cultura têm o poder de aproximar pessoas e promover inclusão social”, afirmou.

A maior parte dos turistas atendidos pelo projeto são oriundos da América Latina, englobando argentinos, chilenos e colombianos, além de muitos visitantes nacionais. Em seguida, aparecem americanos, franceses e italianos. 

“Mas vem gente do mundo todo”, esclareceu.

 

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Cuba presente en el evento Fiuggi Expo 2026 de Italia

Roma, 12 jun (Prensa Latina) Cuba muestra sus ofertas turísticas y su arte durante la V edición de la Fiuggi Expo 2026, con sede en la ciudad de ese nombre localizada en la central provincia italiana de Frosinone, indica hoy un comunicado.

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La revolución de los flamencos se levanta contra los megaproyectos de la familia Trump en Albania: “Nuestro país no está en venta”

“Albania no está en venta”. Ese es el grito de batalla que se ha apoderado de Tirana, la capital del país, durante las últimas dos semanas. Miles de personas han salido a las calles este jueves para protestar por duodécimo día consecutivo contra dos megaproyectos turísticos impulsados por Ivanka Trump y Jared Kushner, la hija y el yerno del presidente de Estados Unidos, en un rincón paradisíaco en la costa del mar Adriático. “Este es nuestro hogar y venimos a defenderlo”, afirma Ana Kodra, una manifestante de 22 años, que lleva atada a sus espaldas la bandera del país.

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© Florion Goga (REUTERS)

Manifestantes protestan en Tirana contra dos megaproyectos impulsados por la familia Trump, el miércoles.
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Allariz, el pueblo de Ourense en el que fantasear con la idea de quedarse a vivir

La visita a Allariz sabe a poco. Esta localidad de Ourense tiene argumentos para fantasear con la posibilidad de mudarse aquí y empezar una nueva vida. Hay infraestructuras, servicios escolares y médicos, supermercados, restaurantes terrenales en los que se come bien y una variada agenda cultural y deportiva. Tiene un plan que permite a los locales y a los turistas —gallegos, nacionales y portugueses— disfrutar del pueblo y del entorno sin que unos y otros se sientan violentados, aunque el propósito es priorizar al residente.

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Guía práctica

Dónde dormir. En el margen derecho del río Arnoia se encuentra el Hotel Balneario Eurostars Vila de Allariz, una construcción alargada de dos alturas precedida por un gran jardín y en armonía con el entorno urbano del sitio. Entre sus instalaciones destaca su centro termal, lo que no puede faltar en un hotel en la provincia de Ourense, rica en aguas termales.

Dónde comer. La gastronomía es una herramienta para el desarrollo rural y el crecimiento económico, una apuesta por la innovación con raíces y, además, un reclamo turístico. Aquí hay que probar carne de Boi de Allariz, repostería artesanal Alaricana, licores, productos ecológicos, etcétera. Hay varios restaurantes en los que poder degustar la cocina local: Casa Pepiña, Bule bule, Bodegón Portovello y Marmurio do Río. Este último lleva abierto dos años y este 2026 le han dado una mención Michelin.

© Pablo Mendez Rodriguez ( Alamy / CORDON PRESS )

Vista del pueblo de Allariz, en la provincia de Ourense (Galicia).
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Fala português?

Uma amiga contou-me que visitou a Igreja da Graça, em Lisboa, e descobriu que todos os painéis informativos estão em inglês, não existindo um único em português. Achou a situação de tal forma absurda que apresentou uma reclamação.

Há uma profunda ironia no facto de um espaço como a igreja apenas dialogar com estrangeiros, transformada numa porta de entrada turística que não valoriza sequer os portugueses que a visitam. Esta situação é apenas uma parte do problema. A zona histórica de Lisboa já há muito que se rendeu à língua inglesa. É raro andar pelas ruas de Lisboa sem que alguém me pergunte primeiro: fala português?

Quem cresceu em Lisboa, testemunha a transformação de uma cidade bairrista e repleta de tradições numa montra turística, com lojas de luxo de impossível alcance para a maioria dos portugueses, em que o termo “autenticidade” virou um produto de marketing.

O detalhe de colocar a língua portuguesa em segundo plano demonstra bem como já se normalizou a perda de um território em que, para podermos sobreviver nele, temos de lhe tirar o máximo proveito enquanto postal turístico.

Mas, ao mesmo tempo que absolvemos os portugueses que são vítimas destes fenómenos, não podemos ignorar que muitos contribuem ativamente para esse estado das coisas: desde o senhorio que incentiva Airbnb, aos comerciantes subservientes aos turistas, até ao próprio município que não para de aprovar mais hotéis.

A verdade é que esta não é uma horda de bárbaros que invadiu Lisboa, mas uma escolha coletiva com custos distribuídos de forma desigual. Como portugueses, estamos cada vez mais ausentes da nossa própria cidade, alguns porque são forçados a isso, outros porque escolhem contribuir para esvaziar a cultura lisboeta e portuguesa. E esta é uma contradição ativa que escolhemos não resolver.

Não ignoro que é difícil termos esta discussão nos dias de hoje, quando a extrema-direita sequestrou inúmeros argumentos e usa slogans como “Portugal para os portugueses”, e brada que a culpa é dos imigrantes mais vulneráveis. Mas tudo o que vivemos neste momento na cidade mostra que o verdadeiro problema está no modelo económico profundamente irresponsável, e os estrangeiros e turistas são instrumentalizados por ele tanto quanto os portugueses.

Já estamos há demasiado tempo a permitir que narrativas erradas dominem este tema, com consequências culturais reais. Precisamos reclamar a cidade e o tipo de cidade em que queremos viver, sem soar defensivos.

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Turoperadores argentinos siguen apostando a Cuba

Buenos Aires, 11 jun (Prensa Latina) Dos importantes turoperadores argentinos comprenden la complejidad por la que está atravesando hoy Cuba; sin embargo afirman que sus turistas siguen siendo bien asistidos y están esperanzados que esta industria retomará su fuerza en la isla.

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