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Unidades do Sesc em SP têm programação especial para a Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Para celebrar a Copa do Mundo, o Sesc decidiu oferecer uma programação diversificada e gratuita em suas unidades do estado de São Paulo, toda relacionada ao universo futebolístico. Chamada de Sesc na Copa, a programação prevê vivências esportivas, aulas, debates, exposições, encontros com especialistas e transmissões de partidas do Mundial, como a realizada na tarde desta quinta-feira (11) no Sesc Pompeia, na zona oeste da capital paulista.

"A gente quer que as pessoas consumam o esporte de uma maneira mais equilibrada, que tenha conteúdo e mais conhecimento sobre a modalidade. Queremos ampliar a cultura esportiva não só a respeito dos jogos, mas também dos nossos ídolos, das nossas conquistas, das nossas derrotas, falando um pouco sobre essas histórias todas e, de alguma maneira, fazer com que mais pessoas integrem esse meio esportivo, seja jogando, seja consumindo conteúdos esportivos", disse o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

Notícias relacionadas:

Em entrevista à Agência Brasil, ele contou que a programação do Sesc na Copa foi dividida em três eixos temáticos, com o primeiro deles tratando sobre o futebol como uma linguagem social e uma manifestação simbólica. "A primeira área é Cultura, Memória e Arquibancada, que fala um pouco dessa relação das grandes equipes que passaram e que jogaram uma Copa do Mundo. Quando a gente fala de memória, não é só a memória dos vencedores, porque é muito fácil falar das cinco copas que nós ganhamos, mas também sobre quantas pessoas e personagens deixamos para trás e que não ganharam uma Copa", disse Silveira.
 
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

O segundo eixo fala sobre gênero, destacando experiências que desafiam os padrões tradicionais. Já o terceiro eixo convida o público a vivenciar o esporte na prática. "A segunda parte, a gente vai falar um pouco sobre a diversidade no esporte. Então, é uma forma de valorizar e de alguma de alguma maneira garantir um espaço para que outras masculinidades possam tomar parte desse esporte. E a terceira parte do Sesc na Copa é a parte prática. Vamos ter festivais esportivos, jogos. É o Sesc na prática", explicou Silveira.

A programação é bastante diversificada. O Sesc 24 de Maio, por exemplo, localizado no centro da capital paulista, vai transmitir dois jogos da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo: Brasil x Marrocos, no dia 13 de junho, e Brasil x Escócia, no dia 24 de junho. As transmissões vão contar com narração, comentarista e DJ tanto para os jogos do Brasil, quanto para jogos de seleções africanas. Também haverá transmissão de alguns jogos no Sesc Pinheiros.

Além disso algumas unidades do Sesc também vão promover cursos de locução, cinema, intervenções, torneios de futebol e até um bate-papo com as ex-jogadoras Fran Alves e Roseli de Belo, que vão falar sobre as expectativas para a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil. "Nós temos 44 unidades [no estado] e cada uma delas puxa esse recorte e desenvolve as suas programações. São mais de 200 programações que vão acontecer nas unidades neste período", contou o assessor técnico do Sesc.

Sesc Pompeia

Na tarde desta quinta-feira (11), a reportagem da Agência Brasil esteve na unidade do Sesc Pompeia para acompanhar a transmissão da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e também do primeiro jogo do Mundial, entre as seleções do México e África do Sul.

A cerimônia de abertura, na Cidade do México, contou com a participação da cantora Shakira, responsável pela música oficial do evento, o hit Dai Dai. Ao lado do nigeriano Burna Boy, a colombiana levantou o enorme público presente ao Estádio Azteca. O evento também contou com as presenças de artistas como Alejandro Fernández, Maná, Belinda, Los Ángeles Azules, Danny Ocean, J Balvin e Ryan Castro.

Mesmo distantes do evento – que neste ano tem como países-sede o México, Canadá e os Estados Unidos –, alguns brasileiros decidiram assistir à cerimônia e ao jogo entre México e África do Sul no espaço gratuito montado no Sesc Pompeia.

Embora o espaço não estivesse lotado, muita gente decidiu ir ao local para acompanhar as transmissões. Foi o caso, por exemplo, do músico Bonfim, de 79 anos. Frequentador do Sesc, ele decidiu aproveitar para esticar sua passagem pela unidade do Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Eu moro aqui perto e faço a academia aqui [no Sesc]. E também venho almoçar aqui. Eu gosto do Sesc. E hoje vim assistir à abertura da Copa."

Bonfim disse que pretende voltar ao Sesc Pompeia para assistir a outros jogos da Copa. E que vai torcer bastante para a seleção brasileira ser campeã. "Olha, eu espero que ela chegue à final, né? Ela está um pouco desacreditada, com jogadores diferentes. Mas eu acredito que nós vamos ser campeões."
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Programação especial para a Copa do Mundo nas unidades do Sesc em São Paulo -  Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Já a aposentadora Bárbara Clara, de 67 anos, foi ao Sesc Pompéia já toda caracterizada para torcer pelo Brasil. Com camisa nas cores do Brasil e uma tiara verde e amarela, ela se sentou na miniarquibancada montada no Galpão do Sesc Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Ah, é muito legal [torcer aqui], mais divertido do que [assistir] sozinha, né? Dá para vibrar todo mundo junto", disse.

Bárbara elogiou a abertura da Copa do Mundo e a presença da cultura local na cerimônia. E disse que vai torcer muito para o Brasil conquistar o hexacampeonato. "Faço atividade física aqui também. Então, vou aproveitar para já ficar por aqui. Venho mais cedo e já fico por aqui mesmo", contou.

Quem também aproveitou um momento de descanso rápido no trabalho para assistir à abertura da Copa foi a funcionária do Sesc Laura Rocha. "A gente estava esperando a abertura desse espaço [do Sesc Pompeia] com bastante ansiedade porque é um projeto bem especial. E aí eu dei uma paradinha para ver aqui."

"Achei bem legal a abertura da Copa, achei bem bonita. Tinha os figurinos, a troca de artistas. Acho bem bonito quando tem essa valorização da cultura regional", disse ela.

Um grupo de amigas que também frequentam o Sesc Pompeia para atividades físicas escolheu o espaço para assistir à partida entre México e África do Sul. Elas vibraram bastante com o jogo, principalmente em um momento de quase gol, em que a seleção mexicana chutou a bola na trave.

“Eu gostei bastante [desse espaço do Sesc]. Vem gente de todas as categorias daqui de dentro, então tem convivência de todo mundo, o pessoal participa. Achei bem legal”, contou a aposentada Sandra Regina Monteiro, de 62 anos.

Amiga de Sandra, a aposentada Cleusa Aparecida de Oliveira também gostou do espaço. “Eu particularmente mesmo não sou muito chegada em futebol, mas torço quando tem a seleção”, disse. “A gente tem uma galera. Se os jogos acontecerem quando a gente estiver aqui [no Sesc], a gente vai assistir aqui, senão a gente vai para outros lugares [para ver o jogo]”, acrescentou

Ambas disseram que vão assistir aos jogos do Brasil e torcer muito, embora suas expectativas sejam bastante diferentes em relação à seleção brasileira. Enquanto Sandra está bem otimista com o hexacampeonato, Cleusa disse não acreditar que o Brasil vá disputar a final. “Para te dizer a verdade, não sou positiva não. Estou sendo sincera, mas a gente torce”, disse Cleusa.

Já Sandra acredita em mais um título: “Minha expectativa é a melhor possível. Ah, eu quero que seja [campeão].Não sei se vai, mas eu torço. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, temos que ganhar. A gente merece. E estou com fé no Endrick.” 

Ativações no Sesc Pompeia

A ativação montada no Sesc Pompeia é composta por um imenso telão para transmissão dos jogos, uma miniarquibancada e mesas para jogos e trocas de figurinhas. Além da transmissão dos jogos, o espaço apresenta também uma pequena mostra chamada Colecionadores de Copas.
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
 Mostra Colecionadores de Copas, montada no Sesc Pompeia - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Com curadoria de Marcelo Duarte, o espaço expositivo reúne objetos de entusiastas e colecionadores e apresenta a história da Copa do Mundo por meio de peças cheias de significado, como camisetas, pôsteres e mascotes.

No espaço, o público terá a oportunidade de ver peças autênticas e que carregam histórias reais como camisas oficiais usadas por jogadores em Copas do Mundo. Entre elas, a utilizada por Ronaldo Fenômeno em 1994 e a de Lionel Messi, na Copa de 2018. Há também álbuns de figurinhas, ingressos de jogos, livros, brinquedos e outros objetos relacionados ao mundo do futebol.

“Tem mais de 300 itens aqui, que são raros e que fazem parte das coleções de pessoas que vêm acumulando, guardando e tendo cuidado com essa memorabilia do esporte, desde os anos 50. Tem camisas, tampinhas, figurinhas, uniformes antigos, livros sobre esporte. Enfim, essa é uma história muito interessante que a gente está apresentando para as novas gerações”, contou o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

A programação completa do Sesc na Copa pode ser consultada aqui.

Matéria ampliada às 19h39

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Unidades do Sesc em SP têm programação especial para a Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Para celebrar a Copa do Mundo, o Sesc decidiu oferecer uma programação diversificada e gratuita em suas unidades do estado de São Paulo, toda relacionada ao universo futebolístico. Chamada de Sesc na Copa, a programação prevê vivências esportivas, aulas, debates, exposições, encontros com especialistas e transmissões de partidas do Mundial, como a realizada na tarde desta quinta-feira (11) no Sesc Pompeia, na zona oeste da capital paulista.

"A gente quer que as pessoas consumam o esporte de uma maneira mais equilibrada, que tenha conteúdo e mais conhecimento sobre a modalidade. Queremos ampliar a cultura esportiva não só a respeito dos jogos, mas também dos nossos ídolos, das nossas conquistas, das nossas derrotas, falando um pouco sobre essas histórias todas e, de alguma maneira, fazer com que mais pessoas integrem esse meio esportivo, seja jogando, seja consumindo conteúdos esportivos", disse o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

Notícias relacionadas:

Em entrevista à Agência Brasil, ele contou que a programação do Sesc na Copa foi dividida em três eixos temáticos, com o primeiro deles tratando sobre o futebol como uma linguagem social e uma manifestação simbólica. "A primeira área é Cultura, Memória e Arquibancada, que fala um pouco dessa relação das grandes equipes que passaram e que jogaram uma Copa do Mundo. Quando a gente fala de memória, não é só a memória dos vencedores, porque é muito fácil falar das cinco copas que nós ganhamos, mas também sobre quantas pessoas e personagens deixamos para trás e que não ganharam uma Copa", disse Silveira.
 
11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

O segundo eixo fala sobre gênero, destacando experiências que desafiam os padrões tradicionais. Já o terceiro eixo convida o público a vivenciar o esporte na prática. "A segunda parte, a gente vai falar um pouco sobre a diversidade no esporte. Então, é uma forma de valorizar e de alguma de alguma maneira garantir um espaço para que outras masculinidades possam tomar parte desse esporte. E a terceira parte do Sesc na Copa é a parte prática. Vamos ter festivais esportivos, jogos. É o Sesc na prática", explicou Silveira.

A programação é bastante diversificada. O Sesc 24 de Maio, por exemplo, localizado no centro da capital paulista, vai transmitir dois jogos da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo: Brasil x Marrocos, no dia 13 de junho, e Brasil x Escócia, no dia 24 de junho. As transmissões vão contar com narração, comentarista e DJ tanto para os jogos do Brasil, quanto para jogos de seleções africanas. Também haverá transmissão de alguns jogos no Sesc Pinheiros.

Além disso algumas unidades do Sesc também vão promover cursos de locução, cinema, intervenções, torneios de futebol e até um bate-papo com as ex-jogadoras Fran Alves e Roseli de Belo, que vão falar sobre as expectativas para a próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino no Brasil. "Nós temos 44 unidades [no estado] e cada uma delas puxa esse recorte e desenvolve as suas programações. São mais de 200 programações que vão acontecer nas unidades neste período", contou o assessor técnico do Sesc.

Sesc Pompeia

Na tarde desta quinta-feira (11), a reportagem da Agência Brasil esteve na unidade do Sesc Pompeia para acompanhar a transmissão da cerimônia de abertura da Copa do Mundo e também do primeiro jogo do Mundial, entre as seleções do México e África do Sul.

A cerimônia de abertura, na Cidade do México, contou com a participação da cantora Shakira, responsável pela música oficial do evento, o hit Dai Dai. Ao lado do nigeriano Burna Boy, a colombiana levantou o enorme público presente ao Estádio Azteca. O evento também contou com as presenças de artistas como Alejandro Fernández, Maná, Belinda, Los Ángeles Azules, Danny Ocean, J Balvin e Ryan Castro.

Mesmo distantes do evento – que neste ano tem como países-sede o México, Canadá e os Estados Unidos –, alguns brasileiros decidiram assistir à cerimônia e ao jogo entre México e África do Sul no espaço gratuito montado no Sesc Pompeia.

Embora o espaço não estivesse lotado, muita gente decidiu ir ao local para acompanhar as transmissões. Foi o caso, por exemplo, do músico Bonfim, de 79 anos. Frequentador do Sesc, ele decidiu aproveitar para esticar sua passagem pela unidade do Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Eu moro aqui perto e faço a academia aqui [no Sesc]. E também venho almoçar aqui. Eu gosto do Sesc. E hoje vim assistir à abertura da Copa."

Bonfim disse que pretende voltar ao Sesc Pompeia para assistir a outros jogos da Copa. E que vai torcer bastante para a seleção brasileira ser campeã. "Olha, eu espero que ela chegue à final, né? Ela está um pouco desacreditada, com jogadores diferentes. Mas eu acredito que nós vamos ser campeões."
 

11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil 11/06/2026 - São Paulo - Unidades do Sesc em SP fazem programação especial para a Copa do Mundo. Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil
Programação especial para a Copa do Mundo nas unidades do Sesc em São Paulo -  Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Já a aposentadora Bárbara Clara, de 67 anos, foi ao Sesc Pompéia já toda caracterizada para torcer pelo Brasil. Com camisa nas cores do Brasil e uma tiara verde e amarela, ela se sentou na miniarquibancada montada no Galpão do Sesc Pompeia para assistir à cerimônia de abertura. "Ah, é muito legal [torcer aqui], mais divertido do que [assistir] sozinha, né? Dá para vibrar todo mundo junto", disse.

Bárbara elogiou a abertura da Copa do Mundo e a presença da cultura local na cerimônia. E disse que vai torcer muito para o Brasil conquistar o hexacampeonato. "Faço atividade física aqui também. Então, vou aproveitar para já ficar por aqui. Venho mais cedo e já fico por aqui mesmo", contou.

Quem também aproveitou um momento de descanso rápido no trabalho para assistir à abertura da Copa foi a funcionária do Sesc Laura Rocha. "A gente estava esperando a abertura desse espaço [do Sesc Pompeia] com bastante ansiedade porque é um projeto bem especial. E aí eu dei uma paradinha para ver aqui."

"Achei bem legal a abertura da Copa, achei bem bonita. Tinha os figurinos, a troca de artistas. Acho bem bonito quando tem essa valorização da cultura regional", disse ela.

Um grupo de amigas que também frequentam o Sesc Pompeia para atividades físicas escolheu o espaço para assistir à partida entre México e África do Sul. Elas vibraram bastante com o jogo, principalmente em um momento de quase gol, em que a seleção mexicana chutou a bola na trave.

“Eu gostei bastante [desse espaço do Sesc]. Vem gente de todas as categorias daqui de dentro, então tem convivência de todo mundo, o pessoal participa. Achei bem legal”, contou a aposentada Sandra Regina Monteiro, de 62 anos.

Amiga de Sandra, a aposentada Cleusa Aparecida de Oliveira também gostou do espaço. “Eu particularmente mesmo não sou muito chegada em futebol, mas torço quando tem a seleção”, disse. “A gente tem uma galera. Se os jogos acontecerem quando a gente estiver aqui [no Sesc], a gente vai assistir aqui, senão a gente vai para outros lugares [para ver o jogo]”, acrescentou

Ambas disseram que vão assistir aos jogos do Brasil e torcer muito, embora suas expectativas sejam bastante diferentes em relação à seleção brasileira. Enquanto Sandra está bem otimista com o hexacampeonato, Cleusa disse não acreditar que o Brasil vá disputar a final. “Para te dizer a verdade, não sou positiva não. Estou sendo sincera, mas a gente torce”, disse Cleusa.

Já Sandra acredita em mais um título: “Minha expectativa é a melhor possível. Ah, eu quero que seja [campeão].Não sei se vai, mas eu torço. A esperança tem que ter, né? São 24 anos sem ganhar, temos que ganhar. A gente merece. E estou com fé no Endrick.” 

Ativações no Sesc Pompeia

A ativação montada no Sesc Pompeia é composta por um imenso telão para transmissão dos jogos, uma miniarquibancada e mesas para jogos e trocas de figurinhas. Além da transmissão dos jogos, o espaço apresenta também uma pequena mostra chamada Colecionadores de Copas.
 

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 Mostra Colecionadores de Copas, montada no Sesc Pompeia - Foto: Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Com curadoria de Marcelo Duarte, o espaço expositivo reúne objetos de entusiastas e colecionadores e apresenta a história da Copa do Mundo por meio de peças cheias de significado, como camisetas, pôsteres e mascotes.

No espaço, o público terá a oportunidade de ver peças autênticas e que carregam histórias reais como camisas oficiais usadas por jogadores em Copas do Mundo. Entre elas, a utilizada por Ronaldo Fenômeno em 1994 e a de Lionel Messi, na Copa de 2018. Há também álbuns de figurinhas, ingressos de jogos, livros, brinquedos e outros objetos relacionados ao mundo do futebol.

“Tem mais de 300 itens aqui, que são raros e que fazem parte das coleções de pessoas que vêm acumulando, guardando e tendo cuidado com essa memorabilia do esporte, desde os anos 50. Tem camisas, tampinhas, figurinhas, uniformes antigos, livros sobre esporte. Enfim, essa é uma história muito interessante que a gente está apresentando para as novas gerações”, contou o assessor técnico da Gerência de Esportes do Sesc São Paulo Mário Augusto Silveira.

A programação completa do Sesc na Copa pode ser consultada aqui.

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Enem 2026: prazo de inscrições termina nesta sexta-feira

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O prazo prorrogado de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília.

Os interessados em participar do exame  devem fazer a inscrição exclusivamente na internet no link da Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Notícias relacionadas:

O prazo vale para todos os participantes. Os candidatos isentos da taxa de inscrição também devem se inscrever no exame.

Concluintes em 2026

Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática, pela primeira vez. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, fazer a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

Inclusão e acessibilidade

A solicitação de tratamento pelo nome social em todas as fases do exame também teve o prazo alterado, podendo ser feita até esta sexta-feira (12).

A opção é destinada às pessoas trans, que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. A sinalização deve ser marcada no momento da inscrição.

O prazo de 12 de junho vale também para os candidatos que necessitam de atendimento especializado. 

Neste ano do Enem 2026 novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), estão entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

Entre outras condições específicas para pedir o atendimento especializado estão: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição no exame deve ser feito entre 25 de maio e 17 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento desta taxa.

Mais locais de provas

Em 2026, a aplicação das provas do Enem está agenda para os domingos 8 e 15 de novembro.

Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

 

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Enem 2026: prazo de inscrições termina nesta sexta-feira

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O prazo prorrogado de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 termina às 23 horas e 59 minutos desta sexta-feira (12), no horário de Brasília.

Os interessados em participar do exame  devem fazer a inscrição exclusivamente na internet no link da Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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O prazo vale para todos os participantes. Os candidatos isentos da taxa de inscrição também devem se inscrever no exame.

Concluintes em 2026

Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática, pela primeira vez. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, fazer a opção de prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

Inclusão e acessibilidade

A solicitação de tratamento pelo nome social em todas as fases do exame também teve o prazo alterado, podendo ser feita até esta sexta-feira (12).

A opção é destinada às pessoas trans, que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. A sinalização deve ser marcada no momento da inscrição.

O prazo de 12 de junho vale também para os candidatos que necessitam de atendimento especializado. 

Neste ano do Enem 2026 novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), estão entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

Entre outras condições específicas para pedir o atendimento especializado estão: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar, entre outras condições.

A resposta preliminar à solicitação de atendimento especializado e ao tratamento pelo nome social sairá em 26 de junho.

Taxa de inscrição

Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.

O pagamento da taxa de inscrição no exame deve ser feito entre 25 de maio e 17 de junho.

A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento desta taxa.

Mais locais de provas

Em 2026, a aplicação das provas do Enem está agenda para os domingos 8 e 15 de novembro.

Nesta edição, o Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas dos dois dias do Enem na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC divulgou que também estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

 

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Chile define el futuro de su Fuerza Aérea: qué aviones compiten para reemplazar a los históricos Hércules

La Fuerza Aérea de Chile enfrenta una decisión estratégica que trasciende el recambio de una flota envejecida. La búsqueda de un sucesor para los históricos C-130 Hércules abrió una competencia entre algunos de los principales fabricantes aeronáuticos del mundo y podría tener consecuencias para toda la región, según analizó Andrei Serbin Pont en Infobae al Mediodía.

Durante su columna, el especialista explicó que los Hércules chilenos acumulan más de medio siglo de servicio y comienzan a presentar dificultades operativas que obligan a pensar en un reemplazo. “Muchas de estas células tienen muchísimos años encima y ya cuesta mantenerlas operativas”, señaló.

El fin de una era para el transporte militar chileno

El reemplazo natural parece ser el C-130J Super Hércules, la versión más moderna del avión desarrollado por Lockheed Martin. La propuesta mantiene la lógica operacional que Chile conoce y contempla participación de la industria local a través de ENAER.

Chile abrió una licitación para reemplazar a los C-130 Hércules de la Fuerza Aérea de Chile tras más de medio siglo de servicio (REUTERS/Eva Marie Uzcategui)

Sin embargo, la decisión está lejos de cerrarse. El principal desafío para el fabricante estadounidense es el avance del KC-390, el avión de transporte militar de Embraer, que en pocos años logró posicionarse como una de las opciones más competitivas.

“Es una aeronave que viene posicionándose muy fuerte en el mercado”, destacó Serbin Pont, remarcando que ya fue adquirida por 13 países y ofrece costos significativamente menores que los del modelo norteamericano.

La evaluación chilena también contempla otras plataformas, como el C-27J de Leonardo y el Airbus A400M, aunque ambas aparecen con menos posibilidades por sus características operativas y económicas.

La evaluación chilena también incluye al C-27J de Leonardo y al Airbus A400M, aunque ambas opciones tienen menos posibilidades (REUTERS/Axel Schmidt)

El ascenso internacional del KC-390

Más allá del caso chileno, el analista subrayó que el KC-390 representa uno de los proyectos aeronáuticos más exitosos desarrollados en América Latina. El modelo brasileño logró abrirse camino en mercados tradicionalmente dominados por fabricantes estadounidenses y europeos, con contratos en América Latina, Europa y Medio Oriente.

Serbin Pont atribuyó su éxito a la combinación de velocidad, capacidad de carga y costos operativos más bajos: “Ofrece una alternativa atractiva para fuerzas aéreas que buscan modernizar sus flotas sin afrontar las inversiones que requieren otros modelos occidentales”.

El crecimiento del KC-390 también ilustra la consolidación de Brasil como un actor relevante en la industria global de defensa.

El KC-390 de Embraer ganó terreno en la competencia por la Fuerza Aérea de Chile con costos operativos menores y presencia en 13 países (REUTERS/Benoit Tessier)

La oportunidad industrial para Argentina

Uno de los aspectos centrales del análisis fue el rol argentino en el programa. FAdeA, la fábrica cordobesa, produce componentes clave del KC-390 y se integró a la cadena de producción internacional de Embraer. En 2025, la planta realizó veintiún envíos vinculados al programa, consolidando su integración industrial.

Serbin Pont enfatizó el impacto regional: “Ojo que podría pasar que el día de mañana Chile esté operando una aeronave que tiene componentes fabricados en Argentina”.

Una eventual compra chilena permitiría aumentar la escala de producción y fortalecer el peso de la industria aeronáutica argentina en uno de los programas militares más exitosos de la región.

El desafío pendiente para la Fuerza Aérea Argentina

La discusión funciona también como espejo para Argentina. Los C-130 nacionales siguen siendo una herramienta fundamental, pero el envejecimiento de la flota obliga a pensar en alternativas. El KC-390 aparece como un candidato natural, por su costo y disponibilidad.

Chile abrió una licitación para reemplazar a los C-130 Hércules de la Fuerza Aérea de Chile tras más de medio siglo de servicio (REUTERS/Kevin Mohatt)

No obstante, el proyecto enfrenta un obstáculo sensible: la presencia de componentes británicos. “Cualquier adquisición requeriría una negociación con Embraer para reemplazar esos sistemas o la obtención de garantías que eviten eventuales restricciones de Londres”, explicó Serbin Pont. Aun así, el contexto actual abre una ventana de oportunidad para retomar conversaciones en el futuro.

Una competencia que redefine el mapa regional

La decisión que tome Santiago será un nuevo indicador del avance de los fabricantes emergentes frente a los históricos. Mientras Lockheed Martin busca sostener el liderazgo del Hércules, Embraer procura consolidar al KC-390 como alternativa global.

La definición chilena no sólo determinará qué avión transportará tropas, vehículos y suministros en el país. También puede marcar un nuevo paso en la consolidación de una industria aeronáutica regional que apunta a ganar protagonismo internacional.

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• De 15 a 18: Infobae a la Tarde: Manu Jove, Maia Jastreblansky y Paula Guardia Bourdin; rotan en la semana Marcos Shaw, Lara López Calvo y Tomás Trapé

• De 18 a 21: Infobae al Regreso: Gonzalo Aziz, Diego Iglesias, Malena de los Ríos y Matías Barbería; rotan en la semana Gustavo Lazzari, Martín Tetaz y Mica Mendelevich

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La licitación abierta por el gobierno chileno enfrenta a fabricantes de Brasil y Estados Unidos en la mayor compra de transporte militar de la región, con impacto en la industria argentina y proyección estratégica para las próximas décadas
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Cagliari, rogo nella notte: attentato alla moschea del quartiere Marina. L'Imam: “Qui da 40 anni, mai successo”

 

di Francesco Fustaneo

 

Un grave atto intimidatorio ha colpito la comunità islamica di Cagliari. Nella notte, ignoti hanno appiccato il fuoco davanti all'ingresso della moschea di via del Collegio, nel cuore del quartiere della Marina.

Un gesto che scuote la quiete del rione e riaccende l'attenzione sulla convivenza interreligiosa in città. A far escludere un incidente e a orientare verso la pista dolosa è la dinamica stessa del rogo, divampato questa notte in via del Collegio.

L'allarme è scattato verso le h 3:30. Secondo le prime ricostruzioni, i responsabili hanno posizionato un innesco con liquido infiammabile davanti al portone d'ingresso della moschea. Le fiamme si sono propagate rapidamente, annerendo la facciata, distruggendo alcune piante ornamentali e invadendo i vani scala delle abitazioni vicine, che condividono lo stesso stabile.

A evitare conseguenze peggiori è stato il tempestivo intervento dei residenti. Svegliati dal fumo e dal rumore, gli abitanti del quartiere della Marina sono riusciti a spegnere il fuoco con i propri mezzi prima dell'arrivo dei vigili del fuoco. Sul posto sono subito intervenuti i carabinieri, che hanno avviato le indagini e posto l'area sotto sequestro per i rilievi tecnici. Al momento non risultano né indagati né rivendicazioni.

L'imam di Cagliari, Mehrez Triki, ha dichiarato: “Siamo qui da quasi 40 anni e non era mai successo niente del genere. Siamo sorpresi e amareggiati, perché nel quartiere non abbiamo mai avuto problemi con nessuno”.

Triki ha voluto sottolineare il clima di rispetto e fratellanza che ha sempre caratterizzato la convivenza nel popoloso rione della Marina. “Le  persone che vivono qui – ha aggiunto – le considero tutte fratelli. La prova? Sono stati proprio i vicini, i primi, a darci una mano per spegnere l'incendio, e ora ci stanno aiutando a ripulire e sistemare i danni”.

Al momento non ci sono iscritti nel registro degli indagati né sono giunte rivendicazioni, ma dall’esterno  seppur con tutte le cautele del caso,  quanto accaduto rischia di  configurarsi come un gesto di natura islamofobica.

Episodi  come questo, purtroppo rischiano di riproporsi facilmente in contesti dove l'odio è già stato normalizzato nel dibattito pubblico. Il clima alimentato in questi anni da una precisa parte politica, con la complicità di alcune trasmissioni televisive, account social e giornali compiacenti – di cui l'islamofobia è solo una delle conseguenze – finisce per strumentalizzare, senza peraltro mai risolvere, i problemi connessi all'immigrazione irregolare. Così si alimentano fobie, odio e paura che, sommati a ignoranza, impoverimento generale e degrado, rischiano di essere l'innesco per ulteriori ondate di violenza generalizzata da parte di frange di sbandati, esaltati e xenofobi.

E come spesso accade – e la storia lo insegna – a farne le spese sono persone innocenti. Quando si soffia sul fuoco, poi, non è semplice fermare le fiamme una volta che l’incendio divampa.

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6×1: Centrão e oposição querem aproveitar falta de decisão para mudar CLT

Em meio à indefinição do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre a análise da proposta de emenda à constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 no país, nomes do Centrão e bolsonaristas se movimentam para incluir ‘jabutis’ na redação do texto final em prol do empresariado. 

A articulação do Centrão e dos bolsonaristas toma forma em outra PEC, protocolada pelo senador bolsonarista Rogério Marinho (PL-RN) com a assinatura de outros 40 senadores – ou seja, mais da metade da Casa ao todo – e que permite a contratação em um regime de pagamento por horas trabalhadas.

Na prática, o grupo mira uma mini-reforma trabalhista, similar à das controversas mudanças do governo Michel Temer (MDB) na legislação do país, segundo apurado pela Agência Pública. Neste sentido, declarações do vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), exemplificam o discurso da oposição (e do próprio empresariado) contra o fim da 6×1, defendendo que “empregador e trabalhador tenham uma opção a não ser [a contratação via regime] CLT”.

“Acho que sou um dos poucos parlamentares que já teve empresa fora [do país], onde havia o [regime de] trabalho por hora, então o trabalhador podia escolher quantas horas quisesse trabalhar… a regra era clara e para a [minha] empresa funcionou muito bem”, afirmou o vice-presidente da CCJ à Pública.

Senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), vice-presidente da CCJ, defende a discussão de modelos alternativos à CLT, como o trabalho remunerado por hora

Com patrimônio declarado em mais de R$ 26 milhões nas eleições de 2024, quando concorreu, sem sucesso, à prefeitura de Goiânia (GO), Cardoso vocaliza a posição do empresariado quanto ao fim da escala 6×1, dada a sua condição de fundador e dono do grupo Cicopal, que atua no ramo alimentício e de ultraprocessados.

O senador relatou à Pública que fez pesquisas internas com os funcionários de sua companhia, confirmando a ampla adesão de trabalhadores ao fim da escala 6×1. “A primeira coisa que fiz foi ouvi-los [funcionários], porque são eles que ‘tocam’ a empresa no dia-a-dia. A maioria esmagadora é favorável [ao fim da 6×1], com 87% favorável à escala 5×2, enquanto os outros 13% fizeram observações interessantes – como, por exemplo, questionar quem vai pagar essa ‘conta’”, disse.

Ao mesmo tempo, o vice-presidente da CCJ tenta se descolar da PEC de Rogério Marinho, mesmo sendo um dos que assinaram a proposta em apoio ao líder bolsonarista. “Eu vou apresentar uma emenda, creio que outros senadores também vão, porque já tem gente defendendo o [regime de] trabalho por hora. Foi por isso que assinei a PEC do Rogério Marinho: não sou favorável a tudo que está lá, mas assinamos para abrir a discussão”, disse Cardoso.

“Quando chegar aqui, eu dou meu ritmo”, diz presidente da CCJ sobre PEC do fim da 6×1 

Levando-se em consideração o trâmite de PECs no Senado, a posição de Vanderlan Cardoso tem um peso relevante, dada a sua condição de vice-presidente da CCJ atualmente.

Senadores Jaques Wagner (PT-BA), Otto Alencar (PSD-BA) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Senadores Otto Alencar (PSD-BA) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO) divergem sobre propostas relacionadas ao fim da escala 6×1

A comissão é responsável por avaliar a constitucionalidade, legalidade e juridicidade de todas as propostas legislativas antes que sejam votadas na Casa, incluindo as duas PECs sobre a mudança da escala trabalhista – tanto a aprovada na Câmara com apoio do governo Lula (PT) e do presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), da Câmara, quanto aquela protocolada pela oposição e pelo Centrão.

Mas se depender do presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), que integra a base do governo no Senado, o plano oposicionista não dará certo na comissão.

O presidente da CCJ já disse que não pautará a PEC de Rogério Marinho, como relatado pela CNN Brasil, e no início da semana ele não escondeu sua frustração com o adiamento de uma reunião que teria com o presidente do Senado para discutir matérias de interesse do governo Lula, como a PEC do fim da escala 6×1 e a PEC da Segurança Pública, segundo o portal Metrópoles.

Senador Otto Alencar (PSD-BA)
Presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA) afirma que dará andamento à PEC do fim da escala 6×1 quando a proposta chegar formalmente à comissão

“Já falei algumas vezes e vou repetir: não conversei com o Davi [Alcolumbre] sobre PEC da Segurança, sobre PEC da 6×1, não conversei com ele sobre absolutamente nada”, disse Alencar à Pública e outros veículos ao fim da sessão da CCJ na quarta (10).

“Quando chegar aqui, eu vou indicar um relator para a PEC da Segurança e a PEC da 6×1… se chegar! Ou seja, está tudo do mesmo jeito. Eu não tenho conversado com ele [Alcolumbre], não tenho telefonado… vou repetir: eu respeito o tempo dele e há de se respeitar o meu. Quando [a PEC] chegar aqui, eu dou meu ritmo”, também afirmou o presidente da CCJ nesta quarta.

Segundo apurado pela reportagem, o senador Otto Alencar diverge do vice-presidente da CCJ ao se mostrar favorável ao fim da escala 6×1 seja por meio da PEC aprovada recentemente na Câmara, seja por meio de outra proposta similar já aprovada na própria CCJ – a PEC 148/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS).

Senador Paulo Paim (PT-RS)
Autor da PEC 148/2015, o senador Paulo Paim (PT-RS) defende a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 no país

O texto relatado pelo senador petista foi aprovado na comissão em dezembro passado e, desde então, pode ser votado a qualquer momento no plenário do Senado – basta que Davi Alcolumbre inclua a proposta na pauta de votações da Casa Alta.

Por outro lado, Otto Alencar é contra a PEC alternativa, da oposição, que abre espaço para jornadas de trabalho ainda mais “flexíveis” e para o pagamento de salário apenas por horas trabalhadas. Para o presidente da CCJ, a alternativa retoma o polêmico conceito de “trabalho intermitente”, surgido na reforma trabalhista do governo de Michel Temer (MDB) em 2017.

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La industria española se une para sacar adelante un caza de sexta generación ante el fiasco del proyecto europeo

Declaración conjunta FCAS

Airbus, GMV, Grupo Oesía, Indra, ITP Aero y Sener han alcanzado un acuerdo para poner a disposición de España sus capacidades industriales para reconfigurar el caza de sexta generación, FCAS (Future Combat Air System), y así conseguir que el proyecto pueda salir adelante.

El fiasco europeo del programa del caza formado entre España, Alemania y Francia puso a la autonomía estratégica europea y a su industria en jaque. Ante la imposibilidad de seguir adelante con el megaproyecto de 100.000 millones de euros, Alemania creó una alianza entre ocho empresas bávaras para salvaguardar la creación del caza. Ahora, es el turno de España, que ha respondido con la unión corporativa de seis empresas líderes del sector aeronáutico para sacar adelante el caza de sexta generación.

Según la declaración conjunta, la industria española pone a disposición de España y de sus posibles socios sus capacidades y recursos para el desarrollo de un sistema de combate de nueva generación. Este estará formado por "un caza de sexta generación, plataformas no tripuladas o carriers, comunicaciones y sensores avanzados que forman un sistema de sistemas gracias a la nube de combate", asegura el comunicado. De esta manera, "el sector ofrece al Ministerio de Defensa sus capacidades y la voluntad para trabajar en este desarrollo, en colaboración con los países europeos que marque, contribuyendo activamente a la negociación y ejecución de las próximas fases de desarrollo de este sistema de combate de sexta generación".

El objetivo último es desarrollar un Sistema de Armas de Sexta Generación bajo un enfoque de "Sistema de Sistemas". Este sistema integrará una nube de combate, aviones de combate tripulados, operadores remotos (drones) y conectividad avanzada para operar de forma colaborativa. Así, la declaración conjunta se ha anunciado a la par que en Alemania, con el objetivo de subrayar un impulso conjunto para mantener viva la cooperación multinacional europea trabajando de forma "estrecha".

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Cuándo es la luna llena de junio 2026 y cómo verla

Luna llena de junio 2026: cuándo y cómo ver la Luna de Fresa que da la bienvenida al verano

El sexto mes del año llega con un calendario lunar muy especial para los amantes de la observación del cielo en España. Junio estará marcado por el cambio oficial de estación y culminará con uno de los plenilunios más esperados del año. Será la conocida como Luna de Fresa, el evento astronómico que da la bienvenida simbólica al verano.

Calendario lunar de junio: estas son todas las fases

A lo largo de las últimas semanas de la primavera y las primeras del verano, el satélite completa su recorrido habitual ofreciendo condiciones únicas tanto para los aficionados como para los expertos. El ciclo comenzó a avanzar con el cuarto menguante, que tuvo lugar el pasado 8 de junio.

La siguiente gran cita en el firmamento llegará con la luna nueva el próximo 15 de junio. A las 04:54 horas será el momento de oscuridad total en el cielo que resultará ideal para buscar objetos débiles del espacio profundo, estrellas y constelaciones sin interferencia lumínica. Poco después, el cuarto creciente se producirá el 21 de junio a las 23:55 horas, una fase en la que el satélite comenzará a ganar brillo nocturno de forma progresiva. Finalmente, el momento cumbre del mes llegará con la luna llena el 30 de junio, cuando el disco lunar se muestre completamente iluminado bajo el nombre tradicional de Luna de Fresa.

El solsticio de verano

La evolución de estas fases se dará de forma paralela a uno de los eventos más importantes del año. El solsticio de verano comenzará oficialmente el 21 de junio a las 09:24 horas (hora peninsular). Se inaugurará así una estación que se prolongará durante 93 días y 15 horas, regalándonos la mayor cantidad de horas de luz del año.

¿Por qué se llama Luna de Fresa?

Uno de los errores más comunes es esperar un satélite de color rosa o rojizo. La realidad es que la Luna mantiene su característico brillo blanco o amarillento, idéntico al de cualquier otro plenilunio. Por tanto, el nombre "Luna de Fresa" proviene de las antiguas tradiciones de las tribus nativas de Norteamérica y Canadá, quienes utilizaban los ciclos lunares de 29,5 días como un calendario agrícola infalible.

Para estas comunidades, la llegada de esta luna llena marcaba el momento exacto de la recolección de las fresas silvestres. En Europa, al no compartir esta referencia agrícola, el fenómeno también se ha conocido históricamente como Luna de las Rosas (por la floración estival) o Luna Caliente (por el aumento de las temperaturas).

Si bien la Luna no cambia de color por sí misma, sí puede adquirir tonalidades doradas, anaranjadas o rojizas de forma natural cuando se encuentra muy baja en el horizonte. Esto ocurre debido a un efecto óptico de la atmósfera terrestre, que filtra los tonos azules y dispersa la luz cálida

Cuándo y cómo verla desde España

En España, la Luna de Fresa alcanzará su fase exacta de iluminación en la madrugada del martes 30 de junio a las 01:57 horas (00:57 horas en Canarias). Al producirse ya entrada la madrugada, el satélite se posicionará alto en el firmamento durante gran parte de la noche.

Sin embargo, los expertos coinciden en que el mejor momento para contemplarla llegará durante el atardecer del lunes 29 de junio, cuando comience a elevarse sobre el horizonte este. Al estar tan próxima al solsticio de junio, esta luna llena recorrerá una trayectoria inusualmente baja en el cielo. Esto potenciará una ilusión óptica que la hará parecer más grande y llamativa al contrastar visualmente con elementos del paisaje como edificios, montañas o árboles. El aspecto prácticamente circular del disco lunar se mantendrá visible entre las noches del 28 y el 30 de junio.

Recomendaciones para apreciarla al máximo

  • Sin instrumentos. No es necesario el uso de telescopios. La Luna se podrá ver a simple vista desde cualquier punto de España si las nubes lo permiten.
  • Uso de prismáticos. Utilizar unos prismáticos sencillos bastará para apreciar con mayor nitidez las zonas oscuras de los mares lunares y sus relieves.
  • Ubicación. Buscar horizontes despejados hacia el este y con baja contaminación lumínica (como playas o zonas de montaña) garantizará las mejores condiciones fotográficas.

A nivel de coordenadas astronómicas, nuestro satélite se encontrará situado en la constelación de Sagitario.

¿Hay lluvia de estrellas este mes?

El calendario astronómico de junio de 2026 se complementa con un fenómeno de gran relevancia científica: la lluvia de meteoros de las Ariétidas Diurnas. Aunque se encuentra activa desde mediados de mayo hasta el 24 de junio, alcanzó su máximo de actividad alrededor del 7 de junio.

Se trata de una de las lluvias de estrellas más intensas de todo el año. Su principal peculiaridad es que es un fenómeno mayoritariamente diurno (provocado por restos de cuerpos como los cometas 96P/Machholz y P/1999 J6), por lo que gran parte de sus meteoros cruzan el cielo durante el día, aunque los observadores más atentos pueden llegar a capturar bólidos rápidos y brillantes en las horas previas al amanecer bajo cielos limpios.

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Hasta cuándo se puede presentar la declaración de la Renta y qué pasa si se hace fuera de plazo

Hasta cuándo se puede presentar la declaración de la renta y consecuencias de hacerlo fuera de plazo

El mes de junio avanza y, con él, se agota el tiempo para cumplir con una de las citas anuales más importantes para el bolsillo de los ciudadanos. La campaña de la Declaración de la Renta y Patrimonio 2025 ha entrado oficialmente en su recta final.

A estas alturas de junio, las dudas se multiplican y las búsquedas en internet se disparan con una urgencia clara. ¿Cuál es el último día para ajustar cuentas con Hacienda sin penalizaciones? Dejar la gestión del IRPF para el último minuto es una costumbre frecuente, pero este año el despiste se paga caro. Para que no se pase el plazo, evitar sorpresas desagradables y no tener que enfrentarse a las consecuencias, se recomienda tener en cuenta las fechas clave.

Calendario oficial y días límite

El plazo general para todos los contribuyentes termina el martes 30 de junio de 2026. Ese día, a las 23:59 horas, la plataforma digital de la Agencia Tributaria cerrará oficialmente la recepción de expedientes de esta campaña. No obstante, la fecha límite real puede variar dependiendo del canal que decidas utilizar. El proceso se divide en tres vías de actuación.

  • Por Internet (Renta WEB). Es la vía más rápida y automatizada. Permanecerá abierta de forma ininterrumpida hasta el 30 de junio.
  • Por teléfono. Los técnicos de Hacienda guían y ayudan para la declaración mediante una llamada telefónica. El servicio está operativo hasta ese último día, 30 de junio, pero requiere de cita previa, pudiendo solicitarla antes del 29 de junio.
  • De forma presencial. Es la opción ideal para quienes prefieren el trato cara a cara o tienen situaciones fiscales complejas. Las oficinas prestan este servicio desde el inicio de la campaña y hasta final de mes pero al igual que la opción de llamada, las citas se reservan antes del 29 de junio.

Es conveniente tener en cuenta que si tras repasar el borrador la declaración sale "a pagar" (positiva) y se desea que la Agencia Tributaria cobre el importe mediante domiciliación bancaria, la fecha límite real deja de ser el 30 de junio y pasa a ser el jueves 25. Presentar una declaración a pagar entre el 26 y el 30 de junio invalida la opción de cobro automático. En ese caso se tendría que realizar el ingreso de forma manual obteniendo un código NRC (Número de Referencia Completo emitido por bancos que justifica el pago de impuestos a Hacienda).

Consecuencias de presentar la renta fuera de plazo

Dejar pasar el 30 de junio sin enviar la documentación es un error que la Agencia Tributaria no suele pasar por alto. Las penalizaciones económicas por presentar la autoliquidación fuera de plazo no son fijas, se calculan en función de dos variables. Una es el resultado económico de tu declaración y otra es el hecho de si te has adelantado tú a subsanar el error o si ha sido Hacienda quien te ha descubierto mediante un requerimiento oficial.

¿Qué pasa si la declaración sale a devolver?

Muchos contribuyentes piensan, erróneamente, que si la declaración sale a su favor y es Hacienda quien debe pagarles, no pasa nada por entregarla tarde. Retrasarse en una declaración con saldo negativo conlleva sanciones fijas por infracción formal.

  • Presentación voluntaria (sin requerimiento previo). Si te das cuenta del despiste y la envías por iniciativa propia unos días o semanas tarde, la multa estándar es de 100 €. Existe una reducción del 40% si se paga la sanción de forma voluntaria en el periodo indicado, lo que dejaría la multa real en 60 €.
  • Presentación bajo requerimiento. Si la Agencia Tributaria detecta tu omisión y te envía una carta reclamando la declaración, la sanción se duplica de forma automática hasta los 200 €, perdiendo gran parte de los beneficios de reducción por pronto pago.

¿Qué pasa si la declaración sale a pagar?

Si por el contrario la declaración resulta a pagar (saldo positivo), el panorama cambia. La ley ya no aplicaría una multa fija, sino un sistema progresivo de recargos mensuales diseñado para penalizar la demora voluntaria. Desde la última reforma de la Ley General Tributaria, el sistema funciona de la siguiente manera:

  • Se aplica un recargo del 1% fijo más un 1% adicional por cada mes completo de retraso que transcurra desde la fecha límite del 30 de junio. Por ejemplo, si la presentas en septiembre (tres meses tarde), el recargo será del 4% sobre la cantidad que debías pagar.
  • Si el retraso se prolonga en el tiempo y superas los 12 meses de demora, el recargo se congela de forma automática en un 15%, pero con un agravante. A partir de ese primer año, Hacienda empezará a sumar de forma obligatoria los intereses de demora correspondientes sobre la deuda acumulada.

La multa que aplica Hacienda tras el aviso

El verdadero peligro fiscal surge cuando la declaración sale a pagar, se pasa el plazo, y el contribuyente decide ignorar la situación hasta que recibe una notificación de la administración. En este caso, al existir un requerimiento previo, ya no se aplican los recargos por presentación voluntaria extemporánea, sino que se abre un procedimiento sancionador por dejar de ingresar la deuda tributaria.

Esta infracción está catalogada por la ley y las multas se calculan mediante un porcentaje directo sobre el dinero que deberías haber ingresado originalmente. La sanción mínima arranca en el 50% de la deuda si se considera una infracción leve. Dependiendo de la gravedad, la ocultación de datos o el perjuicio económico causado, la multa puede escalar de forma gradual hasta el 150% del importe total de la deuda original.

A esto hay que añadir los intereses de demora acumulados desde el primer día de retraso y la pérdida absoluta de cualquier derecho a fraccionar el pago en los dos plazos habituales del 60% y el 40%.

La recomendación de los expertos, por tanto, es unánime. No dejarlo para el último día evitará problemas y, en el caso de haberlos, se podrán solucionar con más facilidad. Además, si te sale a devolver, recibirás antes el dinero, y si te toca pagar, esquivarás recargos innecesarios.

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Génova presiona para que Juanma Moreno acepte el principio de "prioridad nacional" de Vox

La vicesecretaria de Coordinación Sectorial del PP, Alma Ezcurra

La dirección nacional del PP no ve ningún inconveniente en que el andaluz Juanma Moreno acepte el término de "prioridad nacional" de Vox en su negociación con este partido para garantizarse la investidura y la futura gobernabilidad de la región. Así lo ha expresado la vicesecretaria de Coordinación Sectorial, Alma Ezcurra. Interrogada respeto a si animan a Moreno a entenderse con Vox -quien hace de la "prioridad nacional" la condición irrenunciable de cualquier pacto- ha arguido que "le animamos a que haga lo que los ciudadanos le han pedido en las urnas, que es formar un gobierno estable y responsable que atienda a los problemas de la gente".

La número tres de Génova asegura no ver "dónde está el problema" en el controvertido término que tanto chirría al propio Moreno y que los presidentes de Extremadura, Aragón y Castilla y León han aceptado en sus respectivos acuerdos con la ultraderecha. En este sentido, Ezcurra ha defendido que "es perfectamente compatible defender la dignidad del ser humano y del inmigrante con una adecuada organización de los recursos públicos y si los recursos públicos están bien organizados podemos ser más solidarios. Orden y ley son compatibles con solidaridad", ha agregado desde Valladolid a donde ha acudido a la toma de posesión de Alfonso Fernández Mañueco.

PP y Vox "tenemos en común muchas preocupaciones y muy sensatas"

Los andaluces "nos han dicho que nos tenemos que entender y la gente se pone de acuerdo en lo que tiene en común". PP y Vox, ha agregado, "tenemos en común muchas preocupaciones y muy sensatas: la decadencia de España, la inseguridad en las calles, la inmigración descontrolada, el deteriodo de los servicios públicos... así que sí, por supuesto, animamos a Juanma Moreno a que forme gobierno cuanto antes".

Del mismo modo creen compatible la posición del PP en materia migratoria con la del Papa León XIV en lo que respecta "a la difgnidad del ser humano". Este princpio, aduce, "está en la primera página de nuestro plan nacional de inmigración. Para nosotros, el inmigrante es un ser digno y libre, capaz de la máxima prosperidad y obligado a cumplimiento de la ley"

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Refundación desganada en Sumar: cronología de 3 años de inestabilidad en su espacio político

La vicepresidenta segunda del Gobierno y ministra de Trabajo, Yolanda Díaz, en la última conferencia política que celebró Sumar en noviembre

El partido político Movimiento Sumar, que se supone, aunque quizá a estas alturas ya sea demasiado suponer, es la matriz tanto del grupo parlamentario Sumar (cuarta fuerza política de la cámara y socio de coalición del PSOE) como de la coalición electoral Sumar, que no está claro que a día de hoy exista, ha convocado para el próximo 11 de julio de 2026 su III Asamblea, que, a voz de pronto, lo de ir a asamblea por año tampoco está claro que favorezca una solidez estructural a un partido político. Y, para celebrar el ambiente preasambleario, los dirigentes de esta formación que quedan han decidido ilustrar a sus seguidores con una nueva y entrañable trifulca pública, que tenía en los tuits de Elizabeth Duval contra Lara Hernández su mejor proyección pública, con el trasfondo de acusaciones de acoso laboral.

Yolanda Díaz, antigua militante de Izquierda Unida y del PCE, apareció como una de las diputadas de las 'mareas' gallegas, la confluencia gallega de Podemos en las elecciones generales de 2015 y 2016, y luego, tras vivir en primera fila cómo dichas mareas se autodestruían, en 2019 pasó a ser diputada por Galicia en Común, la nueva confluencia gallega de Unidas Podemos. Fue Pablo Iglesias quien la propuso como ministra en el primer gobierno de coalición PSOE-Unidas Podemos en 2020. Y en marzo de 2021, el mismo Iglesias anunció de manera unilateral que la proponía para reemplazarle como vicepresidente cuando decidió retirarse del Gobierno, y también para que liderara el espacio político 'a la izquierda' del PSOE. Difícilmente se podía imaginar Díaz que la misma persona que le ofrecía sucederle iba a ser su mayor hostigador durante todos sus años al frente de ese espacio político.

Yolanda Díaz intentó construir la plataforma Sumar, intentando dejar claro que no quería ser tutelada por el 'pablismo', algo que Juanma del Olmo ya decía que no le iban a perdonar. Un repaso a su etapa como cabeza visible de este espacio refleja unos años bastante convulsos.

8 de julio de 2022 - Yolanda Díaz anuncia en un acto público la constitución de un proyecto político denominado Sumar. Al acto acude Enrique Santiago, secretario de Estado en uno de los ministerios regentados por Podemos. Ese mismo mes es destituido de ese cargo y reemplazado por Lilith Verstrynge. Irene Montero le acusará posteriormente de haber conspirado contra ella.

13 de noviembre de 2022 - La celebración de un acto político de Yolanda Díaz con la 'errejonista' Mónica García, Ada Colau y Mónica Oltra, titulado Otras Políticas, en Valencia, inicia oficialmente una campaña de Podemos, encabezada por el propio Pablo Iglesias y los activistas de este partido en redes sociales, contra Yolanda Díaz por no haber incluido a la ministra de Igualdad y madre de los hijos de Iglesias, Irene Montero, en dicho acto. Las malas relaciones entre 'el pablismo' y el 'yolandismo' eran un secreto a voces, aunque oficialmente se habían negado hasta ese momento. Antonio Maestre había pedido en un artículo en ElDiario.es un abrazo público entre Yolanda Díaz y Pablo Iglesias (24-09-2022), pero este nunca se producirá.

2 de abril de 2023 - Yolanda Díaz presenta públicamente, en un acto en Magariños, la coalición Sumar y el partido político que será su matriz, Movimiento Sumar. Al acto asisten, entre otros, Izquierda Unida, Más País-Más Madrid, los Comunes, Compromís y Chunta, pero no Podemos, que boicotea el acto y ataca desde las redes sociales y sus tertulias a Sumar.

2 de junio de 2023 - El proceso de negociación de las listas electorales de Sumar acaba en conflicto público. Yolanda Díaz, al configurar su equipo, no desea contar con las figuras más destacadas del 'pablismo', como la ministra Irene Montero o Pablo Echenique. Podemos opta, no por una negociación discreta, sino por "calentar" desde las redes sociales como método de presión para forzar a Yolanda Díaz a rectificar e incluir como diputada a Irene Montero, para no seguir siendo tachada de traidora y vendida, causando que todas las entrevistas sobre Sumar no se centren en su programa, sino en el "veto a Irene Montero". El ministro Alberto Garzón (Izquierda Unida) renuncia a ir en las listas de Sumar en nombre de la renovación, facilitando la exclusión de Montero.

9 de junio de 2023 - Podemos firma su integración en la coalición Sumar. Su secretaria general, Ione Belarra, incluida en un puesto de elección segura en las listas de Sumar, anuncia el acuerdo, pero no con ilusión, sino con reproches. Belarra estará en las listas electorales de Sumar, pero no estará la ministra Irene Montero, cosa que Podemos considera un insulto para ellos. Podemos escogerá la estrategia de 'pitufo gruñón' contra Sumar y, a pesar de formar parte de la coalición, sus activistas en redes sociales no pararán de atacar a Yolanda Díaz en ningún momento. Uno de los fichajes estrella de Yolanda Díaz es el de Elizabeth Duval como secretaria de Comunicación.

23 de julio de 2023 - Las elecciones generales dan a la coalición Sumar 31 diputados. El partido mayoritario es el propio Movimiento Sumar, siendo Marta Lois, diputada gallega del equipo de Yolanda Díaz, quien asumirá la portavocía parlamentaria. También obtienen diputados Izquierda Unida (5), Podemos (5), los Comunes (6), Más Madrid (2), Compromís (2), Chunta (1) y Més per Mallorca (1). Tras conocerse los resultados, Ione Belarra, diputada electa de Sumar, declara públicamente que la estrategia de Yolanda Díaz "ha fracasado" y la acusa de haber querido "invisibilizar" a Irene Montero, a la que considera portavoz del feminismo español. Se mantiene la presión por parte de las redes de Podemos para que Yolanda Díaz incluya a Irene Montero como ministra de Sumar a cambio de frenar los ataques.

17 de noviembre de 2023 - Yolanda Díaz propone que Nacho Álvarez sea el representante de Podemos dentro de los ministros de Sumar. Este acepta, pero Podemos lo desautoriza, lo que provoca que Nacho Álvarez abandone Podemos y se retire de la política. Los ministros de Sumar, finalmente, serán Yolanda Díaz (Movimiento Sumar) como vicepresidenta, Pablo Bustinduy (Movimiento Sumar), Sira Rego (Izquierda Unida), Mónica García (Más Madrid) y Ernest Urtasun (Comunes).

5 de diciembre de 2023 - Pablo Iglesias anuncia a través de su canal, Canal Red, que los cinco diputados de Podemos —Ione Belarra, Lilith Verstrynge, María Martina Velarde, Javier Sánchez y Noemí Santana— abandonan el grupo parlamentario de Sumar y se pasan al Grupo Mixto después de que Irene Montero fuera excluida del Gobierno.

6 de enero de 2024 - Íñigo Errejón es nombrado portavoz del grupo parlamentario de Sumar a propuesta de Yolanda Díaz. Sustituye así a Marta Lois, que deja el cargo para ser candidata de Sumar a la presidencia de Galicia.

18 de febrero de 2024 - Las elecciones gallegas suponen una derrota total para Sumar y para Yolanda Díaz en particular, que se volcó en aquella campaña. De los 170.000 votos que logró Sumar en las generales de 2023, se desploma a 28.000 votos en las autonómicas (Podemos queda por debajo de los 5.000). La derrota debilita mucho la imagen de Yolanda Díaz de cara a sus socios, dado que se suponía que Galicia debía ser la zona territorial donde ella arrastrara más voto, frente a aliados como Íñigo Errejón, de Más Madrid, que representa a un partido que sí demostraba tener un electorado potente en Madrid.

23 de marzo de 2024 - La I Asamblea de Movimiento Sumar elige a Yolanda Díaz como su coordinadora. El partido tendrá una ejecutiva en la que Íñigo Errejón aparece como una de las piezas fuertes, simultaneando su condición de portavoz parlamentario con la de responsable de Análisis Político y Discurso. Lara Hernández será la secretaria de Organización y Elizabeth Duval se mantiene como secretaria de Comunicación.

25 de marzo de 2024 - El fundador y líder espiritual de Podemos, Pablo Iglesias, se estrena como tertuliano de TVE con una ristra de ataques contra Yolanda Díaz y Sumar, sin que nadie salga en defensa de este espacio político en sus intervenciones. La dirección de RTVE de José Pablo López concede una fuerte presencia a tertulianos de Podemos, como Iglesias, Laura Arroyo o Manu Levin, para que despellejen a Sumar, pero, en cambio, no concede el mismo grado de presencia a tertulianos de Sumar en esos mismos espacios.

9 de junio de 2024 - Las elecciones europeas suponen un nuevo varapalo para Sumar. De los seis eurodiputados logrados por Unidas Podemos en 2019, Sumar se queda con la mitad: tres, en 2024.

11 de junio de 2024 - Yolanda Díaz anuncia que dimite como coordinadora de Movimiento Sumar tras los malos resultados de la coalición Sumar en las elecciones europeas. Se presenta como una asunción de responsabilidades, a pesar de lo importante que es, en los primeros años de existencia de un partido, mantener una dirección estable de cara a sus seguidores. La dimisión de Díaz coloca al portavoz parlamentario Íñigo Errejón como "la figura fuerte" de Sumar.

24 de octubre de 2024 - Íñigo Errejón dimite de todos sus cargos al quedar destruido política y públicamente al verse involucrado en acusaciones anónimas de machismo y en una acusación pública, la de la actriz Elisa Mouliaá, por presunta agresión sexual. La nueva portavoz del grupo parlamentario de Sumar será Begoña Martínez Barbero. Yolanda Díaz comparece el día 28 de octubre de 2024 para asegurar que, de haber sabido la actitud de Errejón hacia las mujeres, nunca le habría nombrado portavoz.

21 de noviembre de 2024 - La exministra Irene Montero y dirigente de Podemos publica el libro Algo habremos hecho, que supone un ajuste de cuentas contra los dirigentes de Sumar Yolanda Díaz, Enrique Santiago, Íñigo Errejón, Mónica García, Alberto Garzón o Jaume Asens, a los que presenta como traidores e inútiles, al tiempo que elogia a Bildu y ERC como 'izquierda fuerte'.

21 de marzo de 2025 - Elizabeth Duval dimite como secretaria de Comunicación de Movimiento Sumar. En ese momento lo presenta como una decisión personal, aunque los últimos acontecimientos apuntan a una relación mejorable con Lara Hernández.

29 de marzo de 2025 - La II Asamblea de Movimiento Sumar elige a dos co-coordinadores para liderar el partido: Lara Hernández (procedente de Izquierda Unida) y Carlos Martín Urriza (procedente de CCOO), quedando Laura Moreno como secretaria de Organización y David Comas como secretario de Comunicación. Programas de televisión como 'El Intermedio' hacen burlas sobre lo escasamente conocidos que son los líderes de Movimiento Sumar para el electorado.

25 de junio de 2025 - Una de las dos diputadas de Compromís en Sumar, Àgueda Micó, la representante de Més Compromís, anuncia que, de acuerdo con una votación asamblearia, rompe con Sumar y se pasa al Grupo Mixto. El otro diputado de Compromís, representante de UPV, sí permanecerá en el grupo parlamentario.

6 de agosto de 2025 - Carlos Martín Urriza dimite como co-coordinador de Movimiento Sumar. La noticia se presenta como un tema personal, aunque la situación actual del partido ha reforzado la idea de que tuvo diferencias con Lara Hernández.

La batalla actual no tiene un trasfondo ideológico, ni tan siquiera estratégico. Se diría que los dirigentes de Movimiento Sumar saben que la coalición Sumar está acabada

17 de enero de 2026 - Se hace público un informe de Izquierda Unida que da por acabado el proyecto de Sumar y anuncia la necesidad de reformular el proyecto con una nueva denominación.

26 de mayo de 2026 - Dimite David Comas como secretario de Comunicación de Movimiento Sumar, una salida atribuida a diferencias con Lara Hernández.

9 de junio de 2026 - Se hace pública la dimisión de Laura Moreno como secretaria de Organización de Movimiento Sumar, en medio de publicaciones sobre presunto acoso laboral de la coordinadora Lara Hernández. Desde su cuenta de X, Elizabeth Duval responsabiliza a Lara Hernández de las dimisiones de Martín Urriza, de David Comas y de Laura Moreno, evidenciándose una nueva batalla interna dentro de Movimiento Sumar.

La batalla actual no tiene, aparentemente, un trasfondo ideológico, ni tan siquiera estratégico. Se diría que los dirigentes de Movimiento Sumar saben que la coalición Sumar está acabada y que, en la nueva coalición que llegue para ese espacio político progresista, los de Movimiento Sumar, como mucho, podrán aspirar a un puesto de elección segura, y de ahí la disputa por la persona que ocupe ese hueco, se llame Lara Hernández o se llame Verónica Martínez Barbero.

En lo que se refiere a Yolanda Díaz, podrá reivindicar su gestión de más de seis años en el Consejo de Ministros (siete si se agota la legislatura), en los que ha podido influir en multitud de legislaciones, pero lo más llamativo de su etapa como dirigente de un espacio político es que se suponía que era la líder de un espacio izquierdista ("a la izquierda del PSOE" es el eufemismo) y ha sido atacada con mucha más ferocidad por parte de Podemos que por Vox. Le tenían muchas más ganas los tuiteros de Ione Belarra y Canal Red que los de Santiago Abascal, provocando que los de Sumar no hayan podido librarse de la sombra del gag del Frente Popular de Judea durante todos sus años de existencia.

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Greece’s Nisyros Island: A Moonscape Aegean Hideaway

Nisyros, Greece
View of Mandraki, Nisyros island, Greece. Credit: Alexandros Diamantidis, CC BY-SA 3.0/Wikimedia

Nisyros is a magical gem located in the Aegean. The island, part of the Dodecanese archipelago, is situated between Kos and Tilos, and has an active volcano which is also the youngest volcano in Greece.

Nisyros offers untouched villages, quiet beaches, hot springs and ancient walls of black volcanic stone. Top that off with the fact that there are few tourists, and you’ll feel like the entire island and all of its many beauties are exclusively yours.

The amazing villages of  Greece’s Nisyros island

Disfruta de la Grecia auténtica sin prisa ni aglomeraciones. Descubre la isla de #Nysiros y vive la cultura y la historia como nunca antes.⁣
#Grecia #Vacaciones #Travel #GreciaTour #TourPrivado #FelizMiércoles pic.twitter.com/2p23dXOUOS

— GreciaTour.com (@GreciaTour_com) August 10, 2022

There are several quaint villages on the island; the largest is Mandraki. It is straight out of a photo book of traditional Greek island architecture and great views.

The narrow, cobbled streets and squares lace around the villages where you can take a stroll and feel as though you have traveled back to ancient times. The homes, which are made of volcanic rocks and are insulated with pumice stone, boast wooden balconies.

Emporios
Emporios. Credit: Robert Powell, CC BY-SA 3.0/Wikimedia

Nightlife on Nisyros is very unlike the hectic pace of party islands in Greece. You will, however, find quaint local tavernas and bars in which to enjoy your lazy summer nights.

The Volcano

You can actually go to the center of the island, walk along the volcano’s rim, and watch its boiling crater. The volcano, which hasn’t actually erupted since 1888, is a spectacular sight.

volcano crater
Credit: Tatiana Bashinskaya, CC BY 3.0/Wikimedia

The Volcanological Museum in Nikia

Located at the edge of the caldera, the view is breathtaking, and you can learn a thing or two about the fascinating geology of the island. 3D animated images to demonstrate various facts about the volcano are available, so be sure to check them out.

Nisyros Greece
Aerial view of Nisyros. Credit: Ferengi, CC BY-SA 3.0/Wikipedia

Paleokastro, Nisyros’ Acropolis

Dating back to the classical period and ruins of the ancient city, the Paleokastro is constructed from one of the hardest rocks in the world, basaltic andesite, which was spewed out from the volcano. This has helped preserve the acropolis through the passage of time.

A Monastery Built in a Cave

The Monastery of Panagia Spiliani sits atop of a hill in northwest Mandraki, the largest part of it constructed inside a cave. A truly unique experience, the cave is divided into two churches and is definitely worth a visit.

Panagia Spiliani
Panagia Spiliani. Public Domain

Nisyros’ Thermal Spas

At several points along the coast of Nisyros, you will find spouting hot water springs with temperatures varying from 30 to 60 degrees Celsius (86 to 140 degrees F). The springs are known for their therapeutic effects for muscles and skin.

Around 1.5 km (1 mile) east of the port of Mandraki, you will find the thermal spa of Loutra with hot spring waters at 37 degrees Celsius (or 98.6 Fahrenheit, equal to humans’ body temperature).

Get ready For Beautiful Beaches on Nisyros island

Due to the relatively few numbers of travelers on the island, the beaches of Nisyros are extraordinarily clean, quiet, and relaxing.

You can go to a different beach every day, as there are many to choose from. Some favorites are Lefki Beach, along with Gialiskari, Lyés, Páloi, Pachia Ammos, Katsouni, Aghios Savas, Aghia Irini, and Chochlákia Beaches.

Must-try local cuisine

There are many traditional dishes to be savored on Nisyros island. Some typical “spitiko” or homemade dishes are pita, chickpea nuggets, and kapamas, which is stuffed goat. Of course, as you are on an island, there is always fresh seafood available, too!

Getting there

You can get to the volcanic paradise of Nisyros from the island of Kos or as part of a tour of other islands in the Dodecanese, as well as from Piraeus.

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Greece’s Nisyros Island: A Moonscape Aegean Hideaway

Nisyros, Greece
View of Mandraki, Nisyros island, Greece. Credit: Alexandros Diamantidis, CC BY-SA 3.0/Wikimedia

Nisyros is a magical gem located in the Aegean. The island, part of the Dodecanese archipelago, is situated between Kos and Tilos, and has an active volcano which is also the youngest volcano in Greece.

Nisyros offers untouched villages, quiet beaches, hot springs and ancient walls of black volcanic stone. Top that off with the fact that there are few tourists, and you’ll feel like the entire island and all of its many beauties are exclusively yours.

The amazing villages of  Greece’s Nisyros island

Disfruta de la Grecia auténtica sin prisa ni aglomeraciones. Descubre la isla de #Nysiros y vive la cultura y la historia como nunca antes.⁣
#Grecia #Vacaciones #Travel #GreciaTour #TourPrivado #FelizMiércoles pic.twitter.com/2p23dXOUOS

— GreciaTour.com (@GreciaTour_com) August 10, 2022

There are several quaint villages on the island; the largest is Mandraki. It is straight out of a photo book of traditional Greek island architecture and great views.

The narrow, cobbled streets and squares lace around the villages where you can take a stroll and feel as though you have traveled back to ancient times. The homes, which are made of volcanic rocks and are insulated with pumice stone, boast wooden balconies.

Emporios
Emporios. Credit: Robert Powell, CC BY-SA 3.0/Wikimedia

Nightlife on Nisyros is very unlike the hectic pace of party islands in Greece. You will, however, find quaint local tavernas and bars in which to enjoy your lazy summer nights.

The Volcano

You can actually go to the center of the island, walk along the volcano’s rim, and watch its boiling crater. The volcano, which hasn’t actually erupted since 1888, is a spectacular sight.

volcano crater
Credit: Tatiana Bashinskaya, CC BY 3.0/Wikimedia

The Volcanological Museum in Nikia

Located at the edge of the caldera, the view is breathtaking, and you can learn a thing or two about the fascinating geology of the island. 3D animated images to demonstrate various facts about the volcano are available, so be sure to check them out.

Nisyros Greece
Aerial view of Nisyros. Credit: Ferengi, CC BY-SA 3.0/Wikipedia

Paleokastro, Nisyros’ Acropolis

Dating back to the classical period and ruins of the ancient city, the Paleokastro is constructed from one of the hardest rocks in the world, basaltic andesite, which was spewed out from the volcano. This has helped preserve the acropolis through the passage of time.

A Monastery Built in a Cave

The Monastery of Panagia Spiliani sits atop of a hill in northwest Mandraki, the largest part of it constructed inside a cave. A truly unique experience, the cave is divided into two churches and is definitely worth a visit.

Panagia Spiliani
Panagia Spiliani. Public Domain

Nisyros’ Thermal Spas

At several points along the coast of Nisyros, you will find spouting hot water springs with temperatures varying from 30 to 60 degrees Celsius (86 to 140 degrees F). The springs are known for their therapeutic effects for muscles and skin.

Around 1.5 km (1 mile) east of the port of Mandraki, you will find the thermal spa of Loutra with hot spring waters at 37 degrees Celsius (or 98.6 Fahrenheit, equal to humans’ body temperature).

Get ready For Beautiful Beaches on Nisyros island

Due to the relatively few numbers of travelers on the island, the beaches of Nisyros are extraordinarily clean, quiet, and relaxing.

You can go to a different beach every day, as there are many to choose from. Some favorites are Lefki Beach, along with Gialiskari, Lyés, Páloi, Pachia Ammos, Katsouni, Aghios Savas, Aghia Irini, and Chochlákia Beaches.

Must-try local cuisine

There are many traditional dishes to be savored on Nisyros island. Some typical “spitiko” or homemade dishes are pita, chickpea nuggets, and kapamas, which is stuffed goat. Of course, as you are on an island, there is always fresh seafood available, too!

Getting there

You can get to the volcanic paradise of Nisyros from the island of Kos or as part of a tour of other islands in the Dodecanese, as well as from Piraeus.

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The Breast Cancer ‘Breakthrough’ is a Story of Overtreatment Not a Triumph of Testing

The breast cancer 'breakthrough' is a story of overtreatment, not a triumph of testing, says Dr Clare Craig. The truth is, the genetic test failed, but it's being rolled out anyway.

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Governo e CNJ lançam guia para fortalecer política de busca de pessoas

Logo Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta quinta-feira (11), três publicações para orientação, capacitação de agentes públicos e de referência para a formulação, implementação e o aprimoramento de ações de gestores voltadas à localização de pessoas desaparecidas em todo o país.

Os novos documentos são:

Notícias relacionadas:

· a cartilha “Atuação das Polícias Militares e das Guardas Municipais na Busca de Pessoas Desaparecidas”;

· o Guia de Orientações às Autoridades Centrais Estaduais; e

· o Diagnóstico da Gestão de Pessoas Falecidas com Identidade Desconhecida no Brasil.

Os lançamentos fazem parte da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e ocorreram durante o Seminário Interinstitucional da Política Nacional de Pessoas Desaparecidas,  realizado em Brasília.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), João Alberto Nogueira Júnior, enfatizou que o desaparecimento de um cidadão exige uma resposta que oriente e capacite o poder público, além de servirem como referência para a formulação e aperfeiçoamento das ações.

“Nenhum órgão isoladamente possui todas as ferramentas necessárias para enfrentar um fenômeno tão complexo e multifacetado,” explicou.

O diretor do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), ainda lembrou da criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, que unifica dados das polícias civis estaduais para agilizar buscas em todo o país.

"O desaparecimento de uma pessoa representa uma das situações mais angustiantes que uma família pode enfrentar. Trata-se de uma ocorrência que transcende a esfera da segurança pública, impactando profundamente a dignidade humana, os direitos fundamentais e a própria estrutura familiar e comunitária", afirmou.

Elisa Calcaterra, representante Residente Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil declarou que o lançamento dos materiais representa um passo importante para fortalecer a atuação institucional e ampliar a garantia de direito de direito das famílias afetadas.  “Temos que colocar à frente as pessoas mais vulneráveis, as pessoas que estão enfrentando desafios maiores e apoiar essas pessoas conjuntamente.”

A dor dos familiares

Durante a abertura do seminário na sede do Ministério da Justiça, a representante do Movimento Nacional de Familiares de Pessoas Desaparecidas e fundadora da Associação Mães da Sé, Ivanise Espiridião, falou sobre a dor das famílias envolvidas nesta questão.

"O desaparecimento é uma das experiências mais dolorosas que uma família pode enfrentar. Não há despedida, não há explicação, não há encerramento. Há apenas perguntas que acompanham mães, pais, filhos, irmãos e amigos todos os dias. Cada pessoa desaparecida tem um nome, uma história, uma família que espera. E cada família merece uma resposta", cobrou.

Ivanise iniciou após o desaparecimento de sua filha, Fabiana Esperidião, em dezembro de 1995, na cidade de São Paulo. Para ela, a ausência de respostas é uma das realidades mais cruéis impostas a um ser humano e, por isso, há cerca de 30 anos, a líder do movimento civil luta por melhorias no sistema de identificação e localização de pessoas desaparecidas.

"Quando falamos do desaparecimento, não falamos apenas de números ou estatísticas. Falamos de vidas interrompidas, de histórias sem resposta e de famílias que convivem diariamente com a incerteza."

Poder Judiciário

Na ocasião, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também publicou o Manual de implementação da Resolução CNJ (nº 634/2025).

O documento estabelece diretrizes e protocolos humanizados para o atendimento e a atuação do poder Judiciário em casos de desaparecimento de pessoas. O objetivo é orientar magistrados em ações judiciais, por exemplo, de declaração de ausência, morte presumida e demais procedimentos.

Ao priorizar o acolhimento das famílias, a gerente de projetos da Secretaria-Geral do CNJ e gestora do Programa Justiça Plural, Natália Dino, revelou que a expectativa do CNJ é que promova a escuta qualificada pelos juízes brasileiros e o reconhecimento dos familiares também como vítimas do processo.

“Ao final, o que esperamos é um compromisso para que a espera não seja interminável, para que a busca não seja solitária, para que a dor não seja invisibilizada. Essa é a nossa esperança equilibrista que assumimos hoje com as tantas Marias e Clarices do Brasil.”, disse em alusão à canção O Bêbado e o Equilibrista, de Aldir Blanc e João Bosco, interpretada por Elis Regina.

O trecho faz referência à Maria Aparecida Fiel, filha mais velha do metalúrgico Manuel Fiel Filho, e à Clarice Herzog, esposa do jornalista Vladimir Herzog, ambos mortos nas dependências do DOI-CODI, por oposição à ditadura militar.

 

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