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Trump prevê acordo entre Irã e Israel em poucos dias e fala em reabertura de Ormuz

Donald Trump declarou nesta terça-feira (9) que as negociações para encerrar o conflito entre Irã e Israel estão próximas de um desfecho. Segundo o presidente dos Estados Unidos, um entendimento entre as partes poderá ser concluído em até três dias, abrindo caminho para a retomada da circulação no Estreito de Ormuz e para novas garantias relacionadas ao programa nuclear iraniano.

Ao conversar com jornalistas após acompanhar as finais da NBA, Trump afirmou que as duas nações aceitaram interromper os ataques recentes após uma nova rodada de confrontos registrada nos últimos dias. De acordo com ele, os avanços ocorreram com participação direta da diplomacia americana.

Presidente dos EUA diz que acordo prevê reabertura do Estreito de Ormuz | Foto: Tom Williams/Getty Images

O republicano também declarou estar confiante de que as negociações caminham para um resultado positivo e disse não enxergar obstáculos significativos para a assinatura do acordo. Mesmo com o otimismo, destacou que as restrições impostas pelos Estados Unidos aos portos iranianos permanecem em vigor.

Um dos pontos centrais das conversas, segundo Trump, é impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear. Ele afirmou que o eventual acordo incluirá mecanismos para evitar esse cenário e contribuirá para reduzir a instabilidade na região.

Apesar das declarações, o momento segue delicado. Irã e Israel suspenderam temporariamente as ofensivas mútuas após uma escalada recente de violência, mas autoridades iranianas já sinalizaram que novos ataques poderão ocorrer caso operações militares israelenses continuem no sul do Líbano.

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“Amigos para sempre”. O que Xi quer da Coreia do Norte e o que Kim quer da China

Presidente chinês de visita a Pyongyang esta semana. Quer mostrar força na Península Coreana e ganhar trunfos contra Trump, enquanto a Coreia do Norte procura aceitação tácita do seu estatuto como potência nuclear. Durante o encontro de segunda-feira, integrado na primeira visita do Presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte em sete anos, os dois líderes concordaram em abrir “um novo capítulo” nas relações bilaterais através do reforço dos intercâmbios e da cooperação em áreas como política, economia e cultura, segundo a agência noticiosa estatal norte-coreana KCNA. A KCNA indicou que os dois líderes discutiram o reforço da coordenação

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Filmados a fazer sexo e usar dados bancários. UE estuda proibição aos óculos com câmaras da Meta

Em causa estão preocupações com a vigilância e privacidade devido ao facto de as câmaras nos óculos serem difíceis de detetar. Os ativistas defendem que a tecnologia já viola a lei atual de privacidade na UE. A União Europeia está a estudar uma proibição aos óculos inteligentes da Meta, após os alertas de reguladores, legisladores e ativistas sobre os riscos para a privacidade dos cidadãos. Os dispositivos, que integram câmaras e inteligência artificial em óculos de uso diário, são cada vez mais vistos como um desafio à rigorosa estrutura de proteção de dados da Europa e às normas sociais em

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Antigo general italiano reúne as tropas — e ameaça ultrapassar Meloni pela direita

O novo partido de extrema-direita de Roberto Vannacci ameaça dividir o eleitorado conservador italiano e empurrar a coligação de Giorgia Meloni para posições mais radicais, numa altura em que a primeira-ministra tenta consolidar a sua imagem moderada antes das próximas eleições. Ex-páraquedista condecorado reconvertido em político combativo, Roberto Vannacci, de 57 anos, prepara-se para lançar oficialmente o seu novo movimento de extrema-direita, Futuro Nazionale, e os primeiros números estão a fazer soar alarmes em Roma. Apenas quatro meses depois de ter rompido com a Liga, o parceiro de coligação liderado pelo vice-primeiro-ministro Matteo Salvini, Vannacci afirma ter angariado quase 100

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Merkel sobre o efeito dos refugiados e no que concorda com Trump

Antiga chanceler alemã alertou recentemente para a ascensão do nacionalismo na Europa. E admite que a decisão de acolher refugiados em 2015 impulsionou a AfD, partido de extrema-direita que lidera atualmente as sondagens no país. Uma das líderes democráticas mais duradouras do pós-guerra, a antiga chanceler federal alemã Angela Merkel, reconheceu que a sua decisão de manter as portas do país abertas durante a crise dos refugiados de 2015 impulsionou o partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD). O partido, que elegeu a segunda maior bancada no Parlamento em 2025 e hoje promove abertamente a “remigração” de cidadãos indesejados

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