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IL elege novo Grupo de Coordenação Local em Portimão pelos desígnios da transparência

A Iniciativa Liberal (IL) realizou este sábado, dia 13 de Junho, no Museu de Portimão, o Plenário Eleitoral do Núcleo Territorial de Portimão, que culminou com a eleição dos novos órgãos locais para o próximo mandato.

De acordo coma nota de imprensa chegada ao nosso jornal, no decurso dos trabalhos foi apresentado e aprovado, sem votos contra nem abstenções, o Relatório de Contas do mandato cessante.

Maria Merino Baptista, enquanto Coordenadora cessante, apresentou um balanço da actividade desenvolvida pelo Núcleo Territorial ao longo do mandato, recordando o crescimento da estrutura local, o reforço da presença da Iniciativa Liberal no concelho e o trabalho político desenvolvido pelos seus membros.

Por seu turno, a deputada municipal Sofia de Landerset apresentou igualmente um resumo da actividade do Grupo Municipal da Iniciativa Liberal na Assembleia Municipal de Portimão, destacando o trabalho desenvolvido nas áreas da transparência, fiscalização da actividade municipal, modernização administrativa e participação cívica, bem como as iniciativas já aprovadas pela Assembleia Municipal sob proposta da Iniciativa Liberal.

Submetida a sufrágio, a Lista C foi eleita sem votos contra nem abstenções para o Grupo de Coordenação Local, com a seguinte composição: Artur Fonseca – Coordenador, Maria Merino – Vice-Coordenadora, Sofia de Landerset – Tesoureira, Hugo Carrajola – Secretário, Duarte Silva – Vogal, Manuel Alveirinho – Vogal, Vasco Rodrigues – Vogal, Ramiro Figueiredo – Suplente e Miguel Jesus – Suplente.

Foi igualmente eleita sem votos contra nem abstenções a Mesa do Plenário, que ficou composta pelos seguintes membros: Joaquim Baptista – Presidente, Vítor Cardoso – Primeiro Secretário e João Pedro Gomes – Segundo Secretário.

Artur Fonseca quer em Portimão mais transparência na gestão dos recursos públicos

O Coordenador eleito, do Grupo Territorial de Portimão, Artur Fonseca, apresentou as principais linhas orientadoras para o novo mandato.

A sua intervenção baseou-se no trabalho desenvolvido e, destacou o crescimento da influência política da Iniciativa Liberal no concelho ao longo dos últimos anos – um trabalho desenvolvido pelos eleitos e militantes locais e a afirmação da IL como uma força política activa e interveniente em Portimão.

Salientou igualmente o contributo dos membros que integraram os órgãos cessantes e o papel desempenhado pelos eleitos liberais na defesa de uma gestão pública mais transparente, mais responsável e mais próxima dos cidadãos.

O novo Coordenador defendeu ainda que o próximo mandato deverá assentar em dois eixos prioritários: o reforço do trabalho autárquico, com especial enfoque na exigência, na transparência e na boa utilização dos recursos públicos, e o crescimento do Núcleo Territorial através da captação e envolvimento de novos membros, promovendo uma participação mais activa na vida política local.

No encerramento do Plenário, Fonseca emitiu uma mensagem de agradecimento aos titulares cessantes e com a reafirmação do compromisso da Iniciativa Liberal de continuar a trabalhar por um concelho mais transparente, mais exigente na gestão dos recursos públicos e mais aberto à participação dos cidadãos.

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Formação híbrida é o modelo preferencial das empresas

A formação híbrida tem-se afirmado como um dos modelos preferenciais das direções de recursos humanos das empresas. São vários os exemplos, entre os quais os da Abreu Advogados, que está a “consolidar um modelo de formação híbrido”, da McDonald’s Portugal, que já o segue combinando um Centro de Formação próprio com formação desenvolvida em parceria com entidades externas, como universidades de Gestão, e da Meo, cuja formação segue fórmula idêntica: academias internas, programas externos e soluções à medida.

A aposta neste formato, “que combina academias internas estruturadas com programas de formação externa em instituições de referência”, surge em “resposta às crescentes exigências da advocacia contemporânea”, explica ao JE Nádia Fonseca, diretora de Recursos Humanos daquela sociedade.

“Este modelo híbrido reflete uma visão estratégica clara: preparar os advogados e equipas para um contexto em que o exercício da profissão se cruza, cada vez mais, com tecnologia, inovação e exigências de negócio, colocando a aprendizagem contínua no centro da competitividade da organização”, defende a mesma responsável.

O sistema formativo do escritório de advogados está organizado por “Escolas”: Direito, Gestão, Desenvolvimento Pessoal e Inovação, entre outras áreas. Os percursos diferem consoante a função e nível de carreira, “promovendo a aprendizagem contínua e o alinhamento cultural”, explica a mesma responsável.

Importa referir a academia de formação certificada da Abreu Advogados: o Instituto de Conhecimento, fundado em 2012 e vocacionado para o desenvolvimento interno e para a formação executiva de outros profissionais e clientes.

Mas também a formação externa – mestrados, LL.M., programas executivos e iniciativas promovidas por redes internacionais –, na qual “mantém um investimento consistente”. É um investimento fundamental na “atualização técnica, certificação académica e exposição a práticas globais”.

“É um modelo que serve simultaneamente o desenvolvimento interno, a captação de talento jovem e o posicionamento externo da marca Abreu Advogados como Sociedade inovadora”, finaliza Nádia Fonseca.

Elevada progressão interna

Na McDonald’s, o Centro de Formação interno é um dos alicerces do desenvolvimento profissional, oferecendo mais de uma dezenas de cursos em formato presencial, virtual e on the job. “Esta abordagem integrada permite garantir consistência, rigor operacional e flexibilidade na resposta às necessidades de desenvolvimento dos nossos colaboradores”, refere Sofia Mendonça, que dirige o departamento de recursos humanos da cadeia de restauração.

Tudo começa “desde o primeiro dia, através de uma integração prática nos restaurantes”. É um “compromisso com o desenvolvimento”. A aprendizagem contínua desenrola-se através de programas de crescimento técnico e de liderança, iniciativas no âmbito da inclusão social, como formações em Língua Gestual Portuguesa (LGP) em parceria com entidades especializadas, “que promovem uma maior acessibilidade e sensibilização das equipas”, justifica a mesma responsável.

De acordo com Sofia Mendoça, o investimento “reflete-se na progressão interna da organização”: mais de 90% dos gerentes de restaurante começaram na empresa como operadores, e em torno de 40% dos trabalhadores da sede iniciaram o seu percurso nos restaurantes. Hoje, exercem funções de destaque em várias áreas da McDonald’s, tanto em Portugal como noutros países.

Do lado da Meo, Ana Gama Marques, diretora de Pessoas e Organização, explica ao JE que a abordagem seguida “permite garantir, por um lado, o alinhamento com a cultura e prioridades estratégicas” da operadora “e, por outro, o acesso a conhecimento atualizado e às melhores práticas do mercado”.

Internamente, o trabalho é desenvolvido na Academia Meo, na qual têm vindo a investir “fortemente” e que disponibiliza “formação transversal” em competências digitais ou liderança, “assegurando consistência e proximidade às necessidades da organização”.

O modelo integrado de formação da Meo, que considera ser o “o mais eficaz para promover uma cultura de aprendizagem contínua e para preparar as pessoas para os desafios de um setor em constante transformação”, nota Ana Gama Marques, acontece em paralelo com parcerias externas e plataformas especializadas e com programas feitos à medida. Os primeiros, acrescenta, completam a oferta “com conteúdos de vanguarda e diferentes perspetivas” e os segundos consideram as “necessidades específicas das equipas e dos colaboradores, combinando competências técnicas e comportamentais”.

Banca e transformação digital
No caso do Millennium bcp, a abordagem é maioritariamente externa, “assente em conteúdos desenvolvidos à medida da realidade do banco e alinhados com as suas prioridades estratégicas”.

E cabe à Millennium Banking Academy, fundada em 2016 e a primeira academia interna de um banco em Portugal certificada pela Direção-Geral do Emprego e Relações do Trabalho, definir o plano anual de formação, “construído a partir das linhas estratégicas da instituição, dos desafios futuros da organização e das necessidades identificadas no contexto atual”, revela ao JE fonte oficial do banco.

Com a transformação digital a exigir ao setor financeiro que se mantenha competitivo tecnologicamente, não havendo espaço nem tempo para estagnação, o investimento em “competências em inteligência artificial assume-se como um fator estratégico de competitividade e preparação para o futuro”.

A Academia AI Together, uma iniciativa pioneira lançada em janeiro de 2026 em parceria com a NOVA SBE Executive Education, é um das faces desse investimento. Foi desenhada para dar acesso a competências e ferramentas internas de inteligência artificial generativa e tem como público alvo todos os trabalhadores, inclusive membros da Comissão Executiva e a alta direção do banco, abrangendo mais de 6.500 funcionários.

“Ao investir no desenvolvimento de competências práticas nesta área, as organizações podem transformar desafios em oportunidades, valorizar o talento interno e preparar-se para novas exigências do mercado, sem perder de vista os princípios de responsabilidade, ética e gestão de risco na utilização destas tecnologias”, explica ainda a mesma fonte do Millennium bcp.

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Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

Logo Agência Brasil

A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

Notícias relacionadas:

Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

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Mascotes do Mundial incluem a águia-careca, animal salvo de extinção

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A Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (11), com duas partidas no México. Fora dos campos, as mascotes do torneio começam a encantar o público. Os bonecos do alce Maple, da onça-pintada Zayu e da águia careca Clutch estão à venda em uma variedade de sites e preços na internet e em mercados populares. 

Os bichinhos criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) simbolizam cada uma das três sedes da competição deste ano: Canadá, México e Estados Unidos e fazem parte da tradição do Mundial. Os animais fazem referência à cultura e identidade dos países e têm o objetivo de engajar torcidas e o público infantil, segundo a Fifa.

Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril Soccer Football - FIFA World Cup - Inter-Confederation Playoffs - Semi Final - Bolivia v Suriname - Estadio BBVA, Monterrey, Mexico - March 26, 2026  FIFA World Cup mascot maple the moose is seen inside the stadium before the match REUTERS/Daniel Becerril
O Maple representa um alce, animal comum no hemisfério norte. O nome é uma homenagem folha vermelha da àrvore Maple, símbolo presente na bandeira do Canadá. - Reuters/Daniel Becerril/Arquivo/Proibida reprodução

Maple

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Devido ao seu grande porte, a mascote Maple (um alce) é um goleiro dedicado. Ele curte música, street style e viagens pelo Canadá. O nome é uma homenagem à folha vermelha da árvore Maple, símbolo nacional (está presente na bandeira do país) e da qual se extrai um xarope típico. O Maple veste uniforme vermelho e foi concebido segurando uma bola de futebol.

Zayu

Simbolizando o México está a onça-pintada Zayu, natura das selvas do sul do país da América do Norte. Ela representa a herança cultural, a dança e a gastronomia, além do espírito vibrante daquele país. Em campo, Zayu é o atacante, exibe engenhosidade e agilidade. A mascote veste uniforme verde e também segura uma bola.  A espécie está ameaçada de extinção no México, mas há esforços em andamento indicando aumento da população desses animais, segundo a organização Aliança Nacional para a Conservação do Jaguar (ANCJ).

Clutch

A águia-careca Clutch nutre um espírito livre, busca aventuras, além de ser uma líder otimista. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time. Clutch, como todos os grandes jogadores nesta posição, une as pessoas, destacou a Fifa sobre a mascote, de cor azul, representada com a bola nos pés.

June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire) June 12, 2026, Mexico City, Mexico City, Mexico: Mexico City, Mexico, 11th Jun, 2026. The official competition mascots Clutch the Bald Eagle of the US is seen prior the match between Mexico and South Africa for the 1st round of the group A of the FIFA World Cup 2026, at Mexico City Stadium, in Mexico City, Mexico on June 11, 2026. (Credit Image: © Heuler Andrey/ZUMA Press Wire)
Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizavam suas penas em rituais de celebração. Representando os Estados Unidos, é uma meio-campista, capaz de mobilizar um time - Reuters/Heuler Andrey/Arquivo/Proibida reprodução

Símbolo dos Estados Unidos, a águia-careca era considerada um animal sagrado pelos indígenas, que utilizam suas penas em rituais de celebração. A ave já enfrentou ameaça de extinção, mas foi protegida por ações de conservação da espécie, incluindo proibição de uso de um pesticida.

A tradição de mascotes da Fifa começou em 1966, na Inglaterra, com o leãozinho Willie, que vestia uma bandeira do Reino Unido com a palavra Copa do Mundo. Na Copa do México (1970) - a primeira edição do Mundial no país -  a mascote era Juanito: um menino que usava um sombrero típico, mas que foi criticado por estereotipar aquela cultura.

Lembra do Fuleco?

A Copa do Mundo no Brasil (2014) também teve a sua mascote, o Fuleco. O tatu-bola, apesar da fama internacional, ainda corre risco de extinção por aqui. O pequeno mamífero teve o status reclassificado de "vulnerável" para "em perigo", na lista vermelha da fauna brasileira.

De acordo com a Associação Caatinga, um entidade não-governamental, que mantém um programa de conservação do tatu-bola, a perda de habitat causada pelo desmatamento, queimadas e pela caça são as principais ameaças ao bichinho. Para atacar o problema, no último dia 10, o governo federal ampliou o Parque Nacional da Serra das Confusões, no Piauí, para 916 mil hectares, o que foi considerado fundamental para proteger o habitat do Fuleco.

Tatu-bola Tatu-bola
A tatu-bola ganhou fama internacional ao ser representado pela mascote Fuleco no Mundial de 2014, realizado no Brasil. Apesar da repercussão, o animal ainda sofre risco de extinção por aqui- Divulgação/MMA

A caça ao tatu-bola é parte da cultura regional e um perigo para o bicho. “A gente chegava nos lugares e perguntava às crianças: quem comeu tatu no último ano? Todo mundo levantava a mão”, contou o biólogo Felipe Melo, em 2014, quando ele pesquisou essa espécie.

Em seu ambiente natural, o tatu-bola tem o papel de movimentar os nutrientes da terra, de controlar a presença de formigas e servir de alimento para grandes felinos. Para Melo, a principal forma de proteger o tatu é a criação de áreas naturais, protegidas por lei, para a manutenção de todo o ecossistema.

A Copa do Mundo terá 104 jogos até o dia 19 de julho, quando será a final. A estreia do Brasil será contra Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem ainda Haiti e Escócia. 

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Famosos acompanham a Seleção nos EUA durante a Copa do Mundo 2026

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 tem movimentado não apenas os torcedores, mas também uma série de celebridades que decidiram acompanhar o torneio diretamente dos Estados Unidos.

Entre compromissos profissionais, férias em família e viagens de luxo, nomes conhecidos da internet, da música e do esporte já começaram a mostrar os bastidores da competição nas redes sociais.

Anitta e Virginia já estão nos Estados Unidos

Uma das primeiras a chegar foi Anitta. A cantora embarcou rumo aos Estados Unidos em um jatinho particular acompanhada do irmão, Renan Machado, e da influenciadora Hariany Almeida. O grupo escolheu uma mansão em Los Angeles como base para os primeiros dias do Mundial e vem compartilhando momentos de lazer enquanto aguarda os jogos da Seleção.

Quem também está vivendo a experiência da Copa em território americano é Virginia Fonseca. A influenciadora desembarcou em Nova York para um compromisso profissional: ela integra a cobertura especial do torneio para o programa “Domingão”, comandado por Luciano Huck. Ao longo da viagem, Virginia tem mostrado os bastidores da rotina de gravações e dos passeios pela cidade.

A empresária não viajou sozinha. Ao seu lado estão os amigos Lucas Guedes e Hebert Gomes, que também vêm registrando a passagem pelos Estados Unidos e dividindo com os seguidores detalhes da viagem.

Trabalho, férias e cobertura do Mundial

Outra personalidade que uniu trabalho e futebol foi Karoline Lima. A influenciadora participa da cobertura realizada pela Rede Ronaldo e deverá circular por diferentes cidades-sede ao longo das próximas semanas. Nas redes sociais, ela já começou a compartilhar os preparativos para acompanhar os eventos ligados ao Mundial.

Já Maisa Silva aproveitou o período para transformar a viagem em férias ao lado da família. Hospedada em Nova York, a atriz publicou registros de passeios por Manhattan, visitas a pontos turísticos e até uma recepção especial preparada pelo hotel, com doces personalizados inspirados nas cores do Brasil.

Atletas também marcam presença

Os esportistas também marcaram presença na lista de brasileiros que cruzaram o continente para acompanhar a competição. O surfista Pedro Scooby e o jogador de vôlei Bruninho viajaram juntos para acompanhar os primeiros dias da Copa e vêm mostrando encontros, eventos e bastidores da experiência nos Estados Unidos.

Bruninho, inclusive, esteve recentemente entre os convidados de uma celebração organizada por Neymar em Santos, pouco antes da convocação oficial da Seleção para o Mundial.

Com a aproximação da estreia do Brasil, a expectativa é que outros famosos desembarquem nos Estados Unidos nos próximos dias. (FOLHAPRESS)

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Coreia do Sul vence República Tcheca de virada

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Em outros tempos, ninguém poderia apostar que uma seleção asiática mandasse numa partida de Copa do Mundo contra uma seleção europeia. Mas, nesta Copa de 2026, a Coreia do Sul mostrou um futebol mais vistoso e eficiente do que a República Tcheca, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo A, em Guadalajara, no México.

Aos 13 minutos do 1° tempo, Kan Lee chutou de fora da área e o goleiro Kovar espalmou a corner. Aos 38, o ídolo Son, jogador do Los Angeles F. C., dos Estados Unidos, teve a oportunidade de abrir o placar, estava livre, na meia lua da grande área, mas chutou para fora.

Notícias relacionadas:

Os primeiros 45 minutos não foram generosos em emoção. Com mais posse de bola, a Coreia do Sul não criava muitas chances. A República Tcheca, com jogadores mais altos, não conseguia sequer utilizar a bola aérea como arma de ataque. Assim, o 0 a 0 era mais do que justo.

Com três minutos do segundo tempo, Jae Lee arriscou rasteiro e o goleiro Kovar defendeu em dois tempos. Aos dez, o sul-coreano Son novamente teve a bola do jogo nos pés. Frente a frente com o goleiro tcheco, ele tentou dar uma “cavadinha”, mas acertou o peito de Kovar e conseguiu só um escanteio.

Aos 13 minutos, a antiga máxima do futebol de “quem não faz, leva”, se concretizou. Numa jogada de lateral cobrado para a área, Krejci subiu sozinho e testou as redes do goleiro Seung Kim: 1 a 0 para a República Tcheca.

Aos 21 minutos, a Coreia do Sul chegou ao empate. In Hwang é lançado dentro da área, dá um drible no zagueiro tcheco e um leve toque para tirar do goleiro Kovar. Um gol de “cavadinha”, executada corretamente desta vez: 1 a 1.

Aos 31, a República Tcheca chegou ao segundo gol, com Soucek. Numa cobrança de falta para a área, ele cabeceou livre dentro da pequena área, mas a arbitragem marcou impedimento e o gol foi corretamente anulado.

A Coreia do Sul reagiu imediatamente. Aos 34, cruzamento rasteiro para a área e o reserva Oh chegou com tudo para empurrar para as redes. A bola ainda bateu no goleiro Kovar, mas não teve jeito, era a virada: 2 a 1.

Aos 36, Hlozek teve a chance de empatar, em mais uma jogada de lateral cobrado para dentro da área, mas o goleiro Seung Kim fez uma bela defesa no pé da trave, impedindo um gol certo. Aos 48, Sadilek teve grande oportunidade, chutando rasteiro de dentro da área e, novamente, o goleiro sul-coreano salvou sua equipe, defendendo sem dar rebote.

Quando o árbitro egípcio apitou o fim do jogo, um alívio: a vitória por 2 a 1 fez os muitos torcedores sul-coreanos no estádio vibrarem. Na realidade, o placar premiou a seleção que mais buscou a vitória e mostrou melhor futebol. A República Tcheca, limitada à força e à altura dos seus jogadores, não teve técnica para conseguir sequer um empate na estreia.

Agora, México e Coreia do Sul lideram a chave A com 3 pontos e vão se enfrentar logo na segunda rodada, no dia 18 de junho, também em Guadalajara. Os tchecos terão que se recuperar na partida contra a África do Sul, na mesma data, em Atlanta, nos Estados Unidos.

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Coreia do Sul vence República Tcheca de virada

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Em outros tempos, ninguém poderia apostar que uma seleção asiática mandasse numa partida de Copa do Mundo contra uma seleção europeia. Mas, nesta Copa de 2026, a Coreia do Sul mostrou um futebol mais vistoso e eficiente do que a República Tcheca, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo A, em Guadalajara, no México.

Aos 13 minutos do 1° tempo, Kan Lee chutou de fora da área e o goleiro Kovar espalmou a corner. Aos 38, o ídolo Son, jogador do Los Angeles F. C., dos Estados Unidos, teve a oportunidade de abrir o placar, estava livre, na meia lua da grande área, mas chutou para fora.

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Os primeiros 45 minutos não foram generosos em emoção. Com mais posse de bola, a Coreia do Sul não criava muitas chances. A República Tcheca, com jogadores mais altos, não conseguia sequer utilizar a bola aérea como arma de ataque. Assim, o 0 a 0 era mais do que justo.

Com três minutos do segundo tempo, Jae Lee arriscou rasteiro e o goleiro Kovar defendeu em dois tempos. Aos dez, o sul-coreano Son novamente teve a bola do jogo nos pés. Frente a frente com o goleiro tcheco, ele tentou dar uma “cavadinha”, mas acertou o peito de Kovar e conseguiu só um escanteio.

Aos 13 minutos, a antiga máxima do futebol de “quem não faz, leva”, se concretizou. Numa jogada de lateral cobrado para a área, Krejci subiu sozinho e testou as redes do goleiro Seung Kim: 1 a 0 para a República Tcheca.

Aos 21 minutos, a Coreia do Sul chegou ao empate. In Hwang é lançado dentro da área, dá um drible no zagueiro tcheco e um leve toque para tirar do goleiro Kovar. Um gol de “cavadinha”, executada corretamente desta vez: 1 a 1.

Aos 31, a República Tcheca chegou ao segundo gol, com Soucek. Numa cobrança de falta para a área, ele cabeceou livre dentro da pequena área, mas a arbitragem marcou impedimento e o gol foi corretamente anulado.

A Coreia do Sul reagiu imediatamente. Aos 34, cruzamento rasteiro para a área e o reserva Oh chegou com tudo para empurrar para as redes. A bola ainda bateu no goleiro Kovar, mas não teve jeito, era a virada: 2 a 1.

Aos 36, Hlozek teve a chance de empatar, em mais uma jogada de lateral cobrado para dentro da área, mas o goleiro Seung Kim fez uma bela defesa no pé da trave, impedindo um gol certo. Aos 48, Sadilek teve grande oportunidade, chutando rasteiro de dentro da área e, novamente, o goleiro sul-coreano salvou sua equipe, defendendo sem dar rebote.

Quando o árbitro egípcio apitou o fim do jogo, um alívio: a vitória por 2 a 1 fez os muitos torcedores sul-coreanos no estádio vibrarem. Na realidade, o placar premiou a seleção que mais buscou a vitória e mostrou melhor futebol. A República Tcheca, limitada à força e à altura dos seus jogadores, não teve técnica para conseguir sequer um empate na estreia.

Agora, México e Coreia do Sul lideram a chave A com 3 pontos e vão se enfrentar logo na segunda rodada, no dia 18 de junho, também em Guadalajara. Os tchecos terão que se recuperar na partida contra a África do Sul, na mesma data, em Atlanta, nos Estados Unidos.

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Coreia do Sul estreia na Copa com virada por 2 a 1 sobre a República Tcheca em Guadalajara

Coreia do Sul e República Tcheca fizeram um bom primeiro tempo com chances claras de gol em Guadalajara. Os sul-coreanos foram mais agressivos, iniciaram a partida com mais ofensividade e criaram as melhores chances em finalizações de fora da área. Nos minutos finais, a Coreia teve duas chances claríssimas de gol, mas não conseguiu acertar o alvo nos chutes.

O segundo tempo começou movimentado. Aos 13 minutos, a Tchéquia abriu o placar. Coufal cobrou lateral com força para a área, Krejcí entrou em velocidade e cabeceou com força para o fundo da rede. Mas a Coreia seguiu com paciência e empatou aos 21 minutos com um golaço de Hwang In-Beom, que invadiu a área, deu um corte no goleiro e no zagueiro e bateu de pé direito.

Aos 32 minutos, a seleção europeia marcou com Soucek, mas o VAR pegou impedimento e anulou o gol. O castigo para a República Tcheca veio no lance seguinte. Paik Seung-Ho lançou Hwang In-Beom, que disparou pela esquerda e cruzou para Oh Hyeon-Gyu bater de primeira e virar o jogo em Guadalajara.

Com os resultados dos dois primeiros jogos do grupo, o México lidera o Grupo A com 3 pontos (mesma pontuação da Coreia do Sul, mas ganha no saldo de gols). A República Tcheca ainda não pontuou na competição.

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Coreia do Sul e República Tcheca fecham primeiro dia de Copa do Mundo

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O primeiro dia da Copa do Mundo de 2026 não terminou com o jogo de abertura. Ainda nesta quinta-feira (11), às 23h (horário de Brasília), Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam no Estádio Akron, em Zapopan, estado de Jalisco (México). A partida é válida pelo Grupo A, o mesmo dos anfitriões mexicanos e da África do Sul. 

Os asiáticos, que têm um quarto lugar de 2002 - quando foram anfitriões ao lado do Japão - como melhor campanha em Mundiais, disputam o torneio pela 11ª vez seguida. Foram 11 vitórias, cinco empates e 40 gols marcados nas eliminatórias, liderados pelo astro Son Heung-Min, atualmente do Los Angeles (Estados Unidos).

Notícias relacionadas:

O atacante de 33 anos, de longa passagem pelo Tottenham (Inglaterra), está a dois gols de se tornar o maior artilheiro da seleção sul-coreana. Ele já balançou as redes 56 vezes, duas a menos que Cha Bun-Kun, ídolo do futebol do país nas décadas de 1970 e 1980.

Além de Son, que acumula 144 jogos pela Coreia do Sul, o técnico Hong Myung-Bo tem a experiência de Lee Jae-Sung, que está há cinco anos no Mainz (Alemanha) e é o segundo do atual elenco com mais partidas representando o país. Outro meia importante para o time é Lee Kang-In, bicampeão europeu pelo Paris Saint-Germain (França).

Do lado tcheco, esta será a segunda Copa desde a dissolução da Tchecoslováquia, em 1992. A antecessora foi vice-campeã em 1934 e 1962, superada por Itália e Brasil, respectivamente. O país volta ao torneio após 20 anos querendo, desta vez, passar de fase.

Nas eliminatórias, após campanha irregular e uma inesperada derrota para Ilhas Faroe, a República Tcheca teve de encarar duas disputas de pênaltis, contra Irlanda e Dinamarca, na repescagem europeia. O atacante Patrick Schick, destaque do Bayer Leverkusen (Alemanha), fez cinco gols, sendo o artilheiro da caminhada.

O técnico Miroslav Koubek, de 74 anos e nove meses, assumiu o time na repescagem e vai superar o belga Hugo Broos (sete meses mais novo) - que, mais cedo, dirigiu a África do Sul contra o México - para tornar-se o mais velho a comandar uma seleção em Copas. Já o meia Tomás Soucek, se participar, ao menos, dos três jogos da fase de grupos, entra para o top-5 em partidas vestindo a camisa do país, com 93 atuações.

Este será o quatro confronto entre as seleções, sendo o primeiro em uma Copa. Em 1998, o amistoso realizado em Seul, capital sul-coreana, terminou 2 a 2. Três anos depois, a República Tcheca recebeu o jogo em Drnovice e goleou por 5 a 0. O último duelo ocorreu em 2016, novamente com mando tcheco, em Praga. Desta vez, o time asiático ganhou por 2 a 1.

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Coreia do Sul e República Tcheca fecham primeiro dia de Copa do Mundo

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O primeiro dia da Copa do Mundo de 2026 não terminou com o jogo de abertura. Ainda nesta quinta-feira (11), às 23h (horário de Brasília), Coreia do Sul e República Tcheca se enfrentam no Estádio Akron, em Zapopan, estado de Jalisco (México). A partida é válida pelo Grupo A, o mesmo dos anfitriões mexicanos e da África do Sul. 

Os asiáticos, que têm um quarto lugar de 2002 - quando foram anfitriões ao lado do Japão - como melhor campanha em Mundiais, disputam o torneio pela 11ª vez seguida. Foram 11 vitórias, cinco empates e 40 gols marcados nas eliminatórias, liderados pelo astro Son Heung-Min, atualmente do Los Angeles (Estados Unidos).

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O atacante de 33 anos, de longa passagem pelo Tottenham (Inglaterra), está a dois gols de se tornar o maior artilheiro da seleção sul-coreana. Ele já balançou as redes 56 vezes, duas a menos que Cha Bun-Kun, ídolo do futebol do país nas décadas de 1970 e 1980.

Além de Son, que acumula 144 jogos pela Coreia do Sul, o técnico Hong Myung-Bo tem a experiência de Lee Jae-Sung, que está há cinco anos no Mainz (Alemanha) e é o segundo do atual elenco com mais partidas representando o país. Outro meia importante para o time é Lee Kang-In, bicampeão europeu pelo Paris Saint-Germain (França).

Do lado tcheco, esta será a segunda Copa desde a dissolução da Tchecoslováquia, em 1992. A antecessora foi vice-campeã em 1934 e 1962, superada por Itália e Brasil, respectivamente. O país volta ao torneio após 20 anos querendo, desta vez, passar de fase.

Nas eliminatórias, após campanha irregular e uma inesperada derrota para Ilhas Faroe, a República Tcheca teve de encarar duas disputas de pênaltis, contra Irlanda e Dinamarca, na repescagem europeia. O atacante Patrick Schick, destaque do Bayer Leverkusen (Alemanha), fez cinco gols, sendo o artilheiro da caminhada.

O técnico Miroslav Koubek, de 74 anos e nove meses, assumiu o time na repescagem e vai superar o belga Hugo Broos (sete meses mais novo) - que, mais cedo, dirigiu a África do Sul contra o México - para tornar-se o mais velho a comandar uma seleção em Copas. Já o meia Tomás Soucek, se participar, ao menos, dos três jogos da fase de grupos, entra para o top-5 em partidas vestindo a camisa do país, com 93 atuações.

Este será o quatro confronto entre as seleções, sendo o primeiro em uma Copa. Em 1998, o amistoso realizado em Seul, capital sul-coreana, terminou 2 a 2. Três anos depois, a República Tcheca recebeu o jogo em Drnovice e goleou por 5 a 0. O último duelo ocorreu em 2016, novamente com mando tcheco, em Praga. Desta vez, o time asiático ganhou por 2 a 1.

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México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

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A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

Notícias relacionadas:

Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

Nos llevamos los primeros 3 puntos contra Sudáfrica en nuestro debut, en nuestra casa y con nuestra gente.

¡Vamooos! #SomosMéxico 🇲🇽 pic.twitter.com/ur3o2R9OdW

— Selección Nacional (@miseleccionmx) June 11, 2026

Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

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México abre Copa vencendo África do Sul em duelo com três expulsões

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A Copa do Mundo de 2026 teve início com vitória de uma das três seleções anfitriãs. Nesta quinta-feira (11), o México derrotou a África do Sul por 2 a 0 no Estádio Azteca, na Cidade do México, na abertura do Grupo A do Mundial.

A chave, quase toda ela disputada em território mexicano, ainda tem Coreia do Sul e República Tcheca, que se enfrentam na noite desta quinta (11), às 23h (horário de Brasília), no Estádio Akron, em Zapopan. Os sul-coreanos são os próximos adversários do México, em 18 de junho, às 13h, na única partida do grupo a ser realizada nos Estados Unidos - o jogo será no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. No mesmo dia, os Bafana Bafana (apelido do time sul-africano) encaram os tchecos às 22h, no Akron.

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Pela primeira vez, um trio brasileiro teve a responsabilidade de apitar o jogo de abertura de uma Copa. A missão coube ao árbitro Wilton Pereira Sampaio e aos auxiliares Bruno Pires, também goiano, e o paranaense Bruno Boschilia.

Outro detalhe histórico é que o Azteca se tornou o primeiro estádio a receber jogos de três Mundiais, após participar, também, de 1970 e 1986. No ano que vem, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, será o pioneiro na estatística entre os brasileiros, já que é uma das sedes da Copa do Mundo Feminina do Brasil - anteriormente ele abrigou partidas das edições masculinas de 1950 e 2014.

¡Triunfo en una atmósfera Incondicional 👊

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Empurrado pelos gritos de "México" e "olé" dos mais de 80 mil torcedores presentes no Azteca, os donos da casa não demoraram a abrir o placar. Aos oito minutos, o goleiro Ronwen Williams tentou sair jogando com Sphephelo Sithole, mas o volante, de costas, foi desarmado pelo meia Érik Lira. A bola ficou com o atacante Juan Quinõnes, que mandou para as redes, fazendo o primeiro gol da Copa.

Mesmo diminuindo o ritmo dos primeiros minutos, o México manteve o jogo sob controle. O segundo gol quase saiu aos 41 minutos, novamente com Quiñones, que recebeu do meia Brian Gutiérrez na área, na marca do pênalti, e acertou a trave esquerda da África do Sul.

A etapa final começou de forma semelhante a inicial, com os mexicanos aproveitando uma saída de bola errada dos Bafana Bafana. Logo ao primeiro minuto, o meia Alvaro Fidalgo fez o desarme na entrada da área, levou até a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. A zaga afastou e Gutiérrez arriscou de fora da área, por cima da meta.

A missão sul-africana se tornou mais difícil aos quatro minutos, com a expulsão de Sithole por falta em Gutiérrez, que ficaria na cara de Williams para finalizar. A superioridade numérica, porém, não mudou a postura de jogo cadenciada do México.

A irritação da torcida local com a lentidão da equipe, mesmo com a vantagem, transformou-se em alegria em dose dupla Primeiro, aos 20 minutos, quando o técnico Javier Aguirre mandou a campo o meia Gilberto Mora, de 17 anos, considerado a grande revelação do futebol mexicano.

Depois, no minuto seguinte, em contra-ataque iniciado por Quiñones, em que Roberto Alvarado cruzou pela direita e o atacante Raul Jímenez definiu de cabeça. Ele se igualou ao ex-centroavante Jared Borgetti como segundo maior artilheiro da história do México, com 46 gols.

Sem conseguir esboçar reação, a África do Sul ainda perdeu outro jogador expulso. Aos 36 minutos, após ser chamado ao vídeo, Wilton Pereira Sampaio deu cartão vermelho ao meia Themba Zwane, por atingir o rosto de Alvarado sem bola e fora da jogada.

Já nos acréscimos, o árbitro brasileiro colocou mais um atleta fora de campo. Desta vez, o zagueiro César Montes, do México, que derrubou Khuliso Mudau perto da entrada da área, quando o lateral se dirigia sozinho em direção ao gol. Nada, porém, que impactasse o resultado final da partida.

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

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A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

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A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

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Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

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Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Loulé | Biblioteca acolhe conversa sobre uso saudável da Tecnologia pelos mais novos

Esta sexta-feira, dia 12 de junho, pelas 18h30, o Município de Loulé promove mais um ciclo de conversas “Semear Hoje…Colher o Amanhã…”. Em destaque vai estar o tema “Gerir a tecnologia e os ecrãs com crianças e adolescentes”. A iniciativa visa apoiar as famílias na orientação consciente e equilibrada do uso de dispositivos digitais, promovendo […]

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Virginia apaga fotos com Vini Jr. e atitude chama atenção dos seguidores

A influenciadora Virginia Fonseca surpreendeu os seguidores ao remover de suas redes sociais diversas fotos ao lado de Vini Jr., com quem viveu um relacionamento de sete meses. A mudança foi percebida nesta semana e rapidamente virou assunto entre os fãs da apresentadora.

Entre as imagens apagadas estavam registros de momentos marcantes do casal, como a celebração do Natal em Madri, a viagem de Ano Novo e uma homenagem feita pela influenciadora durante o Carnaval. Na ocasião, Virginia recriou um visual icônico inspirado em Luma de Oliveira e usou uma coleira com o nome do jogador, publicação que ultrapassou a marca de um milhão de curtidas.

Apesar da limpeza parcial no perfil, nem todos os registros desapareceram. Algumas publicações continuam no ar, incluindo uma foto em comemoração ao primeiro mês de namoro e carrosséis em que o atleta aparece entre amigos e familiares.

Registros de viagens, datas comemorativas e declarações ao jogador desapareceram do perfil da influenciadora | Foto: Reprodução/Instagram

A atitude chamou atenção principalmente porque Virginia costuma manter lembranças de antigos relacionamentos em suas redes. Fotos do período em que foi casada com Zé Felipe, entre 2021 e 2025, seguem publicadas, assim como registros de seu namoro com Pedro Rezende, em 2018.

Nos últimos meses, rumores de uma possível reaproximação entre Virginia e Vini Jr. também ganharam força na internet. As especulações aumentaram após a influenciadora excluir o comunicado oficial do término e ser vista em eventos frequentados pelo jogador.

O fim da relação foi anunciado em 15 de maio. Na época, Virginia afirmou que decidiu encerrar o namoro de forma madura e respeitosa, destacando que prefere colocar um ponto final quando algo deixa de fazer sentido. Ela também desejou felicidade e sucesso ao atleta, pedindo privacidade para ambos naquele momento.

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Todas las selecciones del Mundial 2026 en Estados Unidos, Canadá y México

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El Mundial de fútbol de EE UU, Canadá y México comienza este 11 de junio con una participación récord de equipos en competición. Consulte en este interactivo la información clave de todas las selecciones y el pronóstico de los expertos de EL PAÍS sobre su desempeño en la fase de grupos.

Redacción:

Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.

Formato:

Guiomar del Ser

Diseño:

Ignacio Povedano

Desarrollo:

Fernando Anido

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Ideias do Levante apresenta “Vozes na Minha Cabeça” a sua quadragésima oitava produção teatral

A associação cultural Ideias do Levante, em parceria com o Município de Lagoa (Algarve), irá apresentar a sua quadragésima oitava produção teatral, intitulada “Vozes na Minha Cabeça”, no dia 14 de junho de 2026, no auditório do Centro Cultural do Convento S. José, pelas 17h00. O guião e a encenação têm a assinatura de Mário […]

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