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Chamada pública do BNDES visa fortalecer bacias hidrográficas

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O fortalecimento das bacias hidrográficas e o combate à escassez de água em grandes centros urbanos do Brasil são os objetivos da chamada pública lançada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O valor total é de até R$ 120 milhões, dos quais R$ 60 milhões serão financiados pelo BNDES e o restante por parceiros públicos ou privados. 

Notícias relacionadas:

Para o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, é uma urgência preparar as cidades para um cenário de redução de até 40% da disponibilidade hídrica em várias regiões brasileiras.

“Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros”, disse.  

Mercadante frisou que essa é a orientação do governo do presidente Lula: “enfrentar a mudança do clima protegendo quem mais precisa".

Projetos

Serão apoiados projetos diretamente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Rio de Janeiro, Distrito Federal e cidades satélites, além de Fortaleza, Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco.

Serão objeto também da chamada regiões que impactem positivamente as bacias hidrográficas que componham seu sistema de abastecimento hídrico. 

A Agência Nacional de Águas (ANA) identificou entre as áreas críticas municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais afetados por poluição e bacias em situação de alerta hídrico.

Serão selecionados projetos com investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, com prazo de execução de até 48 meses. As propostas deverão contemplar obrigatoriamente ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa em nascentes e margens de rios, contribuindo para a recuperação ambiental e a melhoria da qualidade dos recursos hídricos.

Os projetos selecionados poderão ser implantados em unidades de conservação (UCs), áreas de preservação permanente (APPs) e Reserva Legal (RL) em imóveis rurais de até quatro módulos fiscais e em assentamentos de reforma agrária, territórios indígenas (TIs), quilombolas e outras comunidades tradicionais, além de áreas públicas urbanas, ressaltou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.

Poderão participar da chamada pública pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e de direito público interno federal e estadual, tais como Fundações, podendo apresentar projetos em rede com duas ou mais organizações atuando em parceria.

Os critérios que serão avaliados pelo BNDES são: 

  • Alinhamento a políticas públicas, 
  • Impacto positivo sobre biodiversidade, 
  • Capacidade técnica das instituições proponentes, 
  • Qualidade da proposta, 
  • Volume de contrapartida
  • Potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa e 
  • Recuperação da qualidade da água 

Os projetos terão prazo de 90 dias para apresentação das propostas. 

A comissão de seleção será composta pelo BNDES, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições apoiadoras da iniciativa.

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Chamada pública do BNDES visa fortalecer bacias hidrográficas

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O fortalecimento das bacias hidrográficas e o combate à escassez de água em grandes centros urbanos do Brasil são os objetivos da chamada pública lançada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O valor total é de até R$ 120 milhões, dos quais R$ 60 milhões serão financiados pelo BNDES e o restante por parceiros públicos ou privados. 

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Para o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, é uma urgência preparar as cidades para um cenário de redução de até 40% da disponibilidade hídrica em várias regiões brasileiras.

“Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros”, disse.  

Mercadante frisou que essa é a orientação do governo do presidente Lula: “enfrentar a mudança do clima protegendo quem mais precisa".

Projetos

Serão apoiados projetos diretamente nas regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Rio de Janeiro, Distrito Federal e cidades satélites, além de Fortaleza, Cuiabá, Porto Velho e Rio Branco.

Serão objeto também da chamada regiões que impactem positivamente as bacias hidrográficas que componham seu sistema de abastecimento hídrico. 

A Agência Nacional de Águas (ANA) identificou entre as áreas críticas municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais afetados por poluição e bacias em situação de alerta hídrico.

Serão selecionados projetos com investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, com prazo de execução de até 48 meses. As propostas deverão contemplar obrigatoriamente ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa em nascentes e margens de rios, contribuindo para a recuperação ambiental e a melhoria da qualidade dos recursos hídricos.

Os projetos selecionados poderão ser implantados em unidades de conservação (UCs), áreas de preservação permanente (APPs) e Reserva Legal (RL) em imóveis rurais de até quatro módulos fiscais e em assentamentos de reforma agrária, territórios indígenas (TIs), quilombolas e outras comunidades tradicionais, além de áreas públicas urbanas, ressaltou o BNDES, por meio de sua assessoria de imprensa.

Poderão participar da chamada pública pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos e de direito público interno federal e estadual, tais como Fundações, podendo apresentar projetos em rede com duas ou mais organizações atuando em parceria.

Os critérios que serão avaliados pelo BNDES são: 

  • Alinhamento a políticas públicas, 
  • Impacto positivo sobre biodiversidade, 
  • Capacidade técnica das instituições proponentes, 
  • Qualidade da proposta, 
  • Volume de contrapartida
  • Potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa e 
  • Recuperação da qualidade da água 

Os projetos terão prazo de 90 dias para apresentação das propostas. 

A comissão de seleção será composta pelo BNDES, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e instituições apoiadoras da iniciativa.

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COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

A carta enviada aos dirigentes responsáveis pela COP31, em novembro, insta a Turquia a eliminar gradualmente o carvão e a Austrália a por fim às exportações de carvão e gás natural liquefeito.

© Bloomberg via Getty Images

ONG instam governos turco e australiano a "atacar a causa principal da crise climática"
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COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

A carta enviada aos dirigentes responsáveis pela COP31, em novembro, insta a Turquia a eliminar gradualmente o carvão e a Austrália a por fim às exportações de carvão e gás natural liquefeito.

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ONG instam governos turco e australiano a "atacar a causa principal da crise climática"
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Presidência da COP30 apresenta premissas do Mapa do Caminho na Europa

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A Presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) compartilhou nesta sexta-feira (12), em reunião aberta em Bonn, na Alemanha, os elementos centrais do Mapa do Caminho internacional proposto para a transição energética.

Entre as quatro premissas definidas está a necessidade de atribuir responsabilidades diferenciadas a grupos sociais distintos, minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis.

Notícias relacionadas:

Presidida pelo Brasil, a COP30 foi realizada em Belém, no Pará, em novembro do ano passado, e pretende deixar o guia para a transição energética como legado. O documento será lançado antes da 31ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP31), na cidade de Antália, Turquia, de 9 a 20 de novembro.

Foram apresentados na cidade alemã os resultados de uma consulta pública que colheu contribuição para o plano, que busca a substituição dos combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa.

A ideia é acelerar a transição energética nesta década crítica, de modo a alcançar emissões líquidas zero até 2050. Esse patamar significa que as emissões vão ser absorvidas de forma duradoura pela natureza e por outras medidas de remoção de dióxido de carbono da atmosfera, de modo que a concentração desse gás não continue a aumentar.

Segundo a Presidência da COP30, o Mapa do Caminho será direcionado por quatro premissas principais:

  • "Refletir as circunstâncias nacionais diversas, incluindo diferentes níveis de desenvolvimento socioeconômico, acesso à energia, dependência de combustíveis fósseis, capacidade de transição, entre outros, sem recorrer a categorizações simplistas;
  • "Ser uma ferramenta não prescritiva, flexível e orientada à implementação prática, criando impulso para roteiros nacionais e permitindo trajetórias determinadas nacionalmente e específicas para cada país";
  • "Propor um marco/conjunto de princípios que avalie a dependência de combustíveis fósseis e a prontidão para a transição dos países de forma multidimensional, incluindo indicadores energéticos, econômicos, institucionais e sociais";
  • ⁠"Incorporar abordagens de transição justa, responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e respectivas capacidades, inclusividade, saúde, gênero, povos indígenas e direitos humanos, assegurando ampla aceitação social e minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis".

Ainda de acordo com a Presidência da COP30, as barreiras nacionais e internacionais à transição energética se dividem em quatro grandes temas, cada um com questões específicas a serem tratadas:

  • econômicas e financeiras;
  • tecnológicas e de infraestrutura;
  • institucionais e de governança;
  • sociais e políticas.

Consulta pública

A proposta recebeu contribuições de 115 países e 247 atores não estatais. Segundo a Presidência da COP30, o nível de engajamento foi acima do esperado para uma iniciativa lançada há apenas seis meses.

As consultas realizadas até agora indicam que o mapa do caminho deverá se concentrar menos em metas uniformes e mais nos obstáculos concretos que dificultam a transição, como dependência fiscal do petróleo, subsídios aos combustíveis fósseis, acesso a financiamento, desenvolvimento industrial e proteção de trabalhadores e comunidades dependentes do setor. 

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, lembrou que a recente crise geopolítica no Oriente Médio mostrou com muita clareza como os combustíveis fósseis estão ligados a vulnerabilidades, e que é preciso lidar com isso no caminho global.

"A grande vantagem da implementação é que temos muito mais liberdade para implementar do que para negociar. A negociação exige consenso; a implementação não", diz o diplomata.

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Presidência da COP30 apresenta premissas do Mapa do Caminho na Europa

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A Presidência da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) compartilhou nesta sexta-feira (12), em reunião aberta em Bonn, na Alemanha, os elementos centrais do Mapa do Caminho internacional proposto para a transição energética.

Entre as quatro premissas definidas está a necessidade de atribuir responsabilidades diferenciadas a grupos sociais distintos, minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis.

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Presidida pelo Brasil, a COP30 foi realizada em Belém, no Pará, em novembro do ano passado, e pretende deixar o guia para a transição energética como legado. O documento será lançado antes da 31ª Conferência sobre Mudança do Clima (COP31), na cidade de Antália, Turquia, de 9 a 20 de novembro.

Foram apresentados na cidade alemã os resultados de uma consulta pública que colheu contribuição para o plano, que busca a substituição dos combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa.

A ideia é acelerar a transição energética nesta década crítica, de modo a alcançar emissões líquidas zero até 2050. Esse patamar significa que as emissões vão ser absorvidas de forma duradoura pela natureza e por outras medidas de remoção de dióxido de carbono da atmosfera, de modo que a concentração desse gás não continue a aumentar.

Segundo a Presidência da COP30, o Mapa do Caminho será direcionado por quatro premissas principais:

  • "Refletir as circunstâncias nacionais diversas, incluindo diferentes níveis de desenvolvimento socioeconômico, acesso à energia, dependência de combustíveis fósseis, capacidade de transição, entre outros, sem recorrer a categorizações simplistas;
  • "Ser uma ferramenta não prescritiva, flexível e orientada à implementação prática, criando impulso para roteiros nacionais e permitindo trajetórias determinadas nacionalmente e específicas para cada país";
  • "Propor um marco/conjunto de princípios que avalie a dependência de combustíveis fósseis e a prontidão para a transição dos países de forma multidimensional, incluindo indicadores energéticos, econômicos, institucionais e sociais";
  • ⁠"Incorporar abordagens de transição justa, responsabilidades comuns, porém diferenciadas, e respectivas capacidades, inclusividade, saúde, gênero, povos indígenas e direitos humanos, assegurando ampla aceitação social e minimizando os impactos sobre as comunidades e trabalhadores dependentes de combustíveis fósseis".

Ainda de acordo com a Presidência da COP30, as barreiras nacionais e internacionais à transição energética se dividem em quatro grandes temas, cada um com questões específicas a serem tratadas:

  • econômicas e financeiras;
  • tecnológicas e de infraestrutura;
  • institucionais e de governança;
  • sociais e políticas.

Consulta pública

A proposta recebeu contribuições de 115 países e 247 atores não estatais. Segundo a Presidência da COP30, o nível de engajamento foi acima do esperado para uma iniciativa lançada há apenas seis meses.

As consultas realizadas até agora indicam que o mapa do caminho deverá se concentrar menos em metas uniformes e mais nos obstáculos concretos que dificultam a transição, como dependência fiscal do petróleo, subsídios aos combustíveis fósseis, acesso a financiamento, desenvolvimento industrial e proteção de trabalhadores e comunidades dependentes do setor. 

O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, lembrou que a recente crise geopolítica no Oriente Médio mostrou com muita clareza como os combustíveis fósseis estão ligados a vulnerabilidades, e que é preciso lidar com isso no caminho global.

"A grande vantagem da implementação é que temos muito mais liberdade para implementar do que para negociar. A negociação exige consenso; a implementação não", diz o diplomata.

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Ministra diz que reduzir lixo é questão ambiental e ética

Maria da Graça Carvalho anunciou alternativas aos sacos plásticos leves para 2027. Portugal pagou 600 ME em multas à UE e deposita 54% dos resíduos em aterro, meta é 10% até 2035.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Aos jornalistas, a ministra disse que há medidas a decorrer no país, algumas, apoiadas pelo PRR
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Ministra diz que reduzir lixo é questão ambiental e ética

Maria da Graça Carvalho anunciou alternativas aos sacos plásticos leves para 2027. Portugal pagou 600 ME em multas à UE e deposita 54% dos resíduos em aterro, meta é 10% até 2035.

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Aos jornalistas, a ministra disse que há medidas a decorrer no país, algumas, apoiadas pelo PRR
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“È iniziato El Niño”. L’allarme del servizio meteorologico Usa: “Probabile che diventi un evento ‘super'”

Lo si annunciava da mesi, ora è arrivato. Il Servizio Meteorologico degli Stati Uniti, Noaa, ha annunciato che El Niño è iniziato nel Pacifico tropicale. L’agenzia federale americana prevede che il fenomeno meteorologico si intensificherà fino a raggiungere un livello moderato o forte in autunno. Stando alle previsione dei meteorologi c’è una probabilità del 63% che le temperature superficiali del mare aumentino di 2,0 gradi nella regione del Pacifico monitorata. Superata quella soglia la Noaa riqualifica l’evento come Super Niño: un’anomalia per quell’area del globo che si verifica in media ogni 15 anni con effetti devastanti.

El Niño è un evento raro ma che si forma ciclicamente, in media ogni 2-7 anni. Quando si verifica, produce un riscaldamento da 0,5 a 3 gradi delle acque superficiali del Pacifico centro meridionale ed orientale, di fronte alle coste dell’America Latina, producendo però effetti in tutto il mondo. Dura dai 9 ai 12 mesi e tra gli effetti principali ci sono inverni caldi e secchi nel Nord degli Stati Uniti e tempeste e neve negli stati meridionali. Nonostante la sua ciclicità, si tratta di un fenomeno difficile da prevedere perché, come spiegato da Ken Graham, direttore della Noaa, “ogni El Niño è diverso. Ognuno è unico e lascia la propria impronta sul nostro clima”.

Di solito è proprio nel periodo invernale che El Niño tende ad essere più intenso, soprattutto per l’emisfero settentrionale del mondo. In un tipico inverno caratterizzato da questo evento atmosferico, la corrente sull’Oceano Pacifico settentrionale si sposta verso sud, muovendo le tempeste verso la fascia meridionale degli Stati Uniti. Per questi motivi, spesso si traduce in un inverno più caldo del normale nell’America del Nord. Come un effetto a catena, i venti in quota più forti tendono a sopprimere lo sviluppo di tempeste e uragani nel bacino atlantico, mentre quelli più deboli favoriscono lo sviluppo di cicloni tropicali nei bacini del Pacifico orientale e centrale. Da qui il rischio di inondazioni dovute all’alta marea, soprattutto nella costa occidentale degli Stati Uniti.

Gli effetti di El Niño colpiscono anche la fauna marina e gli altri organismi oceanici, provocando cambiamenti nella migrazione dei pesci. Le specie di acqua calda infatti si spostano verso nord, mentre quelle che prediligono temperature più fredde si spostano ancora più a nord del normale, prediligendo acque profonde. Tutti comportamenti fuori dalla normalità che influiscono negativamente su crescita, sopravvivenza e riproduzione, provocando, come accaduto in passato, anche la formazione di alghe nocive nelle coste a ovest degli Stati Uniti.

L'articolo “È iniziato El Niño”. L’allarme del servizio meteorologico Usa: “Probabile che diventi un evento ‘super'” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Concurso de apoio à compra de carros elétricos fechou

O concurso para apoio à compra de carros elétricos por particulares abriu às 16h30 de quinta-feira e à noite já tinha esgotado. Ministra do Ambiente diz que não deverá haver mais concursos este ano.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Pelas 16h30, a primeira categoria a esgotar foi a de veículos ligeiros de passageiros, para pessoas singulares, pelas 18h18, cerca de duas horas depois
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Concurso de apoio à compra de carros elétricos fechou

O concurso para apoio à compra de carros elétricos por particulares abriu às 16h30 de quinta-feira e à noite já tinha esgotado. Ministra do Ambiente diz que não deverá haver mais concursos este ano.

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Pelas 16h30, a primeira categoria a esgotar foi a de veículos ligeiros de passageiros, para pessoas singulares, pelas 18h18, cerca de duas horas depois
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Contro il caporalato dobbiamo rinunciare allo sfruttamento come premessa | La trave nel piatto, la rubrica di Slowfood

Quanta lungimiranza in quel titolo Buono pulito e giusto (Carlo Petrini, Einaudi 2005). Queste tre dimensioni sono entrate in crisi tutte insieme: non sono disgiunte, sono correlate. Ed è proprio nel disgiungerle e volerle affrontare separatamente che l’approccio riduzionista del secolo scorso mostra le sue fragilità.

Buono pulito e giusto è la nostra definizione di cibo di qualità e racchiude in sé la dimensione esistenziale del piacere e della bellezza (il buono), quella dell’armonia con la Terra Madre (il pulito) e quella della giustizia sociale (il giusto). Quindi evitiamo di insistere nell’errore di spezzettare la complessità globale e cadere nella retorica.

Molta retorica si è sprecata per raccontare quello che è accaduto ad Amendolara: ascrivendolo a fatto isolato. Accusando gli esecutori materiali, che certo devono pagare per quel che hanno fatto. Definendo i braccianti sfruttatigli invisibili”, “la massa silenziosa”. Ma non sono né invisibili né silenziosi. Sono migliaia di persone: invisibili solo se non si vogliono vedere, silenziose solo se non si vogliono sentire.

Quello che è accaduto ad Amendolara è persino innominabile, perché un livello di orrore a cui è difficile pensare, la mente vacilla: eppure i loro nomi devono essere menzionati, i nomi di quattro esseri umani, quattro giovani uomini con la loro esistenza, un miracolo unico e irripetibile, a cui è stato dato fuoco. Ullah Ismat Qiemi, 19 anni. Safi Iayjad, 27. Amin Fazal Khogjani, 28 anni. Waseem Khan, 29.

Prima di ogni altra cosa risulta inaccettabile che esistano troppe zone d’ombra nel lavoro dove lo Stato latita e forme di sfruttamento come il caporalato prendono sempre più piede, da Sud a Nord: oltre all’agricoltura e alla produzione di cibo, esiste l’edilizia e il trasporto.

Poi bisogna iniziare a dirci che è necessario compiere delle rotture: di fronte a tanta violenza causata da storture strutturali, anche le rotture devono essere strutturali.

Questa gente muore sull’altare del prezzo basso alla vendita: sia chiaro, quando paghiamo 0,99 euro al chilo i pomodori (ma anche le fragole, le zucchine, i peperoni…) non stiamo pagando i pomodori. I pomodori ci arrivano gratis: noi stiamo pagando il carrello, la luce del supermercato, il camion che li ha portati, ma sicuramente non stiamo pagando i pomodori. E tantomeno stiamo pagando chi li ha raccolti.

Giorni fa ho preso parte ad una conferenza legata al progetto Fao “Mountain Partnership”: un progetto internazionale che mira a recuperare il lavoro artigianale di comunità montane, soprattutto il sapere artigianale femminile della tessitura. La Fao ha coinvolto quattro stilisti italiani per scoprire e valorizzare il lavoro e il sapere di queste donne. Tra questi c’era lo stilista Antonio Marras che spiegava cosa accade analogamente nel settore moda: quando acquistiamo un capo a 9,90 euro stiamo pagando la gruccia, la commessa, le luci, ma non stiamo pagando il vestito. Ecco esattamente quello che succede nel cibo: perché si tratta di un problema strutturale, di modello, non una criticità isolata.

E non si sottovaluta qui il prerequisito legato al prezzo del cibo: senza cibo si muore ed esso deve essere accessibile. Ma al contempo sarà necessario iniziare a fare analisi più radicali: perché se riteniamo che gli stipendi medi non consentono agli esseri umani di nutrirsi in modo buono, pulito e giusto, dobbiamo rivedere gli stipendi. Il prezzo del cibo viene stigmatizzato semplificando all’estremo la questione: “Ma il povero pensionato che prende 600 euro al mese, come fa a comprarsi cibo di qualità?”. Ecco forse dobbiamo discutere dell’adeguatezza di quella pensione, se non permette di alimentarsi con cibo di qualità, che è legato a doppia mandata alla salute.

L’altra rottura è legata allo sfruttamento: con il modello produttivo e consumista vigente, abbiamo accettato lo sfruttamento come premessa necessaria, funzionale e irrinunciabile. Sfruttamento delle risorse naturali, del suolo, della fertilità, della biodiversità, dell’acqua, degli animali, ma anche degli esseri umani. Se accettiamo in premessa lo sfruttamento perché ci promette una qualche forma di benessere, allora accettiamo anche quello che è successo ad Amendolara. Qui invece dobbiamo compiere una rinuncia: dobbiamo rinunciare allo sfruttamento in premessa.

La ricerca Ismea del 2025, riferita al 2024, sui costi e i redditi in agricoltura, evidenziava come su 100 euro di spesa alimentare in un supermercato, in caso di materia prima, al contadino ne vanno 7. Sette euro su cento che noi spendiamo. Nel caso poi di materia prima trasformata – ed è trasformato già il prezzemolo che compriamo nella busta – al contadino va 1,50 euro su 100.

Pertanto, quando affermiamo che se paghiamo una verdura 0,99 euro al chilo, non stiamo pagando la verdura, questo implica che non stiamo pagando i contadini che rimangono sempre schiacciati dalle pressioni del mercato. Allora chi fa i soldi in agricoltura? Sono le banche, i fondi di investimento, le grandi società finanziarie, le grandi multinazionali dell’agrobusiness e la grande distribuzione. In questa cornice è funzionale la grande agricoltura industriale delle pianure con le sue fragilità: la monocoltura, le sementi brevettate, il consumo di suolo a ritmi vertiginosi, ampio impiego di macchinari e sostanze di sintesi con le ricadute ambientali e sanitarie sotto gli occhi di tutti.

Quindi, di nuovo, il tema è strutturale: è tempo di aver coraggio di mettere in discussione il modello. Dobbiamo avere il coraggio di farlo perché non possiamo accettare quello che è successo ad Amendolara. Non possiamo accettare quello che è successo Satnam Singh vicino a Latina.

Quel modello non è né buono, né pulito, né giusto. Ma un’altra idea di mondo esiste: è possibile e anche urgente, e dovrà essere buona, pulita e giusta.

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Apoio de 10 milhões para comprar veículos elétricos esgotou “em poucas horas”

A ministra do Ambiente e Energia anunciou que o concurso para apoio à aquisição de carros elétricos aberto esta quinta-feira fechou “em poucas horas” e devido ao conflito no Médio Oriente não abrirá mais nenhum este ano.

“Abriu às 16:30 [de quinta-feira] e à noite já tinha esgotado. Esgotou em poucas horas os 10 milhões de euros [ME]. Havia várias categorias, a dos carros e bicicletas esgotaram em muito poucas horas”, anunciou aos jornalistas Maria da Graça Carvalho.

No entender da ministra, isso “mostra, por um lado, a apetência que as pessoas têm, a consciência que é preciso eletrificar, descarbonizar, não depender dos combustíveis fósseis, e isso é bom”.

Segundo informação do Ministério do Ambiente e Energia adiantada à agência Lusa, nas vagas disponíveis ainda no primeiro dia de abertura do aviso, quinta-feira, pelas 16:30, a primeira categoria a esgotar foi a de veículos ligeiros de passageiros, para pessoas singulares, pelas 18:18, cerca de duas horas depois.

“Na categoria de motociclos, ciclomotores, triciclos e quadriciclos: vagas esgotadas às 20:35 (em cerca de quatro horas); carregadores para veículos elétricos em condomínios multifamiliares: vagas esgotadas às 20:40 (em cerca de quatro horas) e bicicletas citadinas convencionais: vagas esgotadas às 22:48 (em cerca de sete horas)”, refere.

Aos jornalistas, à margem da cerimónia comemorativa dos 35 anos da Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão, em Tondela, distrito de Viseu, a ministra assumiu que “não deverá abrir mais nenhum [concurso] este ano”.

“Estamos a acudir a muitos eventos, e alguns contraditórios. O Fundo Ambiental, que é quem financia os carros elétricos, está também a financiar parte das obras dos estragos ambientais nos rios, nos diques, em parte do litoral, que foram danificados com as tempestades”, argumentou.

E, acrescentou, numa altura em que o Governo estava “focado em repor os danos” causados pelas tempestades de fevereiro, “aparece a crise do Médio Oriente” que tem levado o Governo a “ter que ajudar no gasóleo, na botija solidária, no transporte de mercadorias, nos táxis e nas ambulâncias dos bombeiros, também através do Fundo ambiental”.

“Por outro lado, também temos de diminuir a quantidade de combustível e, portanto, o apoio aos carros elétricos é também muito importante, só que temos que gerir prioridades que concorrem umas com as outras e estamos completamente focados nestas áreas do Fundo Ambiental”, justificou a governante.

Com isto, a ministra disse que os projetos “mais tradicionais” do Fundo Ambiental, de outros anos ficam “um pouco prejudicados, pelo menos, enquanto esta crise do Médio Oriente se mantiver” e, quando acabar, “liberta algum financiamento” que está a ser usado na ajuda ao gasóleo e gasolina.

Neste sentido, Maria da Graça Carvalho assumiu que, nessa altura, o governo poderá “decidir ter mais apoios aos carros elétricos, mas se não se verificar uma descida dos preços de combustíveis, vai ser difícil voltar a abrir este ano”.

“Esperamos por todos os motivos que haja paz, não haja guerra, mas também para poder usar o fundamental noutras prioridades”, rematou.

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Proibição de espetáculos pirotécnicos preocupa empresas

"A proteção da floresta não pode servir de justificação para interpretações abusivas da lei nem para a penalização de uma atividade legal, licenciada e regulada", alerta associação.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

A associação cita declarações declarações no parlamento do especialista em incêndios florestais Domingos Xavier Viegas, segundo o qual a pirotecnia tem tido um peso marginal na origem dos incêndios florestais.
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