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“Michael” se torna a maior bilheteria de cinebiografia musical da história

A cinebiografia “Michael” se tornou a cinebiografia musical de maior bilheteria da história do cinema, acumulando US$ 911,9 milhões, cerca de R$ 4,631 bilhões, em exibições em todo o globo.

A trama dirigida por Antoine Fuqua conseguiu bater (e muito) o recorde de “Bohemian Rhapsody”, afirmou o Deadline. A cinebiografia de Freddy Mercury acumulou a bilheteria global de US$ 911 milhões (R$ 4,627 bilhões). A bilheteria da biografia do “Rei do Pop” teve um aumento de arrecadação com a estreia no Japão nesta quinta (12) e deve crescer ainda mais nas próximas semanas.

“Michael” está prestes a alcançar a façanha de “Super Mario Galaxy Movie”, da Universal, que teve a bilheteria de US$ 1 bilhão só neste ano. Com a expoente arrecadação, a película pode se tornar a maior cinebiografia da história não musical, posto ocupado por “Oppenheimer”, que detém o montante de US$ 975,8 milhões.

Em “Michael”, o público conhece a trajetória de vida e o legado de Michael Jackson, interpretado pelo sobrinho Jaafar Jackson. Passando pelo início no Jackson Five, até alcançar o título de Rei do Pop. A produção passou por desafios e adiamentos, sendo obrigada a gastar US$ 50 milhões em refilmagens após os herdeiros do cantor deixarem de lado um capítulo importante de sua vida.

Confira a lista de recordes de bilheteria quebrados por “Michael”

  • Filme de maior bilheteria da Lionsgate no mundo
  • Cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos
  • Maior fim de semana de estreia da história para uma cinebiografia musical
  • Segunda maior bilheteria de 2026 em todo o planeta
  • Segunda maior bilheteria de cinebiografia do mundo
  • Quarenta mercados internacionais superaram a longevidade em cartaz de “Bohemian Rhapsody”, incluidno Brasil, França e México.
  • Filme da Universal com maior bilheteria de todos os tempos no Brasil
  • Em 65 mercados internacionais, tornou-se a maior bilheteria de estreia de sempre para uma cinebiografia musical
  • Cinebiografia de maior sucesso da história da França
  • Biografia musical de maior bilheteria dos cinemas dos Estados Unidos
  • Biografia de maior bilheteria da história dos cinemas dos Estados Unidos

Filha de Michael Jackson diz ser viciada em heroína e álcool: “Quase perdi tudo”

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David Beckham recibe la primera estrella a un jugador de fútbol en el Paseo de la Fama: “Jamás habría imaginado que un futbolista inglés de clase trabajadora alcanzaría un honor así”

Una estrella histórica: la del primer futbolista del mundo en ser reconocido en el Paseo de la Fama de Hollywood. Ese es el emocionante mérito que ha sumado este viernes sir David Beckham a su larga lista de méritos. El exjugador británico, de 51 años, es de los escasos deportistas, apenas media docena, en ser honrado por la Cámara de Comercio de Hollywood, y el primero de este deporte, tan minoritario en Estados Unidos. El londinense ha recibido el reconocimiento feliz y emocionado, con lágrimas en los ojos, rodeado de su familia, de cientos de seguidores y de amigos, como los actores Eva Longoria y Tom Cruise.

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© Chris Pizzello (AP Photo/Chris Pizzello)

David Beckham al recibir su estrella en el Paseo de la Fama, este viernes 12 de junio de 2026 en Los Ángeles, California.
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Gisele Bündchen revela segredo para alcançar sucesso; saiba qual

Gisele Bündchen, 45, relembrou o início de sua carreira grandiosa e disse que a chave para o sucesso foi manter-se fiel a si mesma.

A gaúcha se estabeleceu como uma das modelos mais bem pagas do mundo, e sua ascensão nos anos 1990 foi caracterizada como o “retorno da modelo sexy” às passarelas.

Em conversa sincera com a revista W, Gisele contou sobre sua trajetória: “Confiança e saúde podem naturalmente transmitir sensualidade, mas para mim nunca foi sobre tentar projetar uma imagem, eu estava simplesmente sendo eu mesma.”

“Quando as pessoas começaram a me associar ao ‘retorno da modelo sexy’, as coisas aconteceram rápido. As rejeições me ensinaram resiliência e a não basear meu valor pessoal na opinião dos outros.”

“Um dia eu estava fazendo testes o tempo todo e ouvindo ‘não’ repetidamente, e de repente passei a trabalhar sem parar. Mas hoje percebo que o que chamou a atenção das pessoas não foi só a minha aparência, mas também a minha personalidade, eu era muito viva e feliz por estar ali.”

Além do visual marcante, Gisele sempre projetou confiança nas passarelas ao adotar o estilo de desfilar apelidado de “walk horse” (caminhada de cavalo, em inglês), caracterizado por seu jeito imponente.

“Cresci no Brasil, sempre conectada ao esporte e ao meu corpo, e talvez por isso o meu jeito de andar fosse assim”, explicou a estrela.

“Calço 37 e meço 1,78 m, então era também uma questão de como eu me equilibrava em saltos bem altos. Acho que a ‘horse walk’ ficou famosa porque tinha força.”

“Para mim, desfilar numa passarela nunca foi só sobre as roupas, era sobre confiança”, completou.”

Gisele Bündchen abre álbum de fotos de férias no Brasil

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Tomb Raider: Legacy of Atlantis revela cómo hizo uso de la IA generativa

El uso de herramientas de inteligencia artificial generativa en el desarrollo de videojuegos continúa siendo uno de los temas más debatidos de la industria, y recientemente ha vuelto a situar a Crystal Dynamics en el centro de la conversación. El estudio ha querido aclarar cómo empleó esta tecnología durante la producción de Tomb Raider: Legacy of Atlantis, después de que surgieran dudas entre los jugadores tras la publicación de la ficha oficial del juego en Steam.

La polémica comenzó cuando la página del título incluyó una sección de divulgación sobre contenido generado mediante IA. En ella se indicaba que Crystal Dynamics y Flying Wild Hog habían utilizado herramientas asistidas por inteligencia artificial para tareas relacionadas con la exploración temprana de ideas y el desarrollo provisional de ciertos elementos del proyecto.

Ante las preguntas de la comunidad, el director de experiencia del juego, Jeff Adams, explicó con más detalle cómo se empleó esta tecnología durante la producción. Según sus declaraciones, la inteligencia artificial se utilizó únicamente para ayudar al equipo a visualizar conceptos de forma rápida durante las primeras fases del desarrollo.

Adams puso como ejemplo la creación de objetos para los escenarios. Cuando el equipo tenía una idea para un elemento del entorno pero no estaba seguro de si merecía invertir recursos en desarrollarlo, recurría a herramientas de IA generativa para obtener una representación visual preliminar. Esto permitía evaluar rápidamente si el concepto funcionaba dentro del juego o si debía descartarse.

Una vez aprobada la idea, el proceso pasaba al flujo de trabajo habitual del estudio. Los artistas conceptuales desarrollaban diseños definitivos, los modeladores construían los activos desde cero y los distintos departamentos se encargaban del pulido final. Adams insistió en que todos los elementos presentes en la versión final del juego han sido creados por personas y no generados automáticamente por inteligencia artificial.

Crystal Dynamics también se pronuncia

Crystal Dynamics también ha defendido el uso de estas herramientas como una forma de acelerar la experimentación y permitir que los desarrolladores prueben más ideas en menos tiempo. Según el estudio, el objetivo es mejorar la eficiencia del proceso creativo sin sustituir el trabajo artístico y técnico de los equipos de desarrollo.

Por ahora, la compañía mantiene que la IA solo ha servido como apoyo durante las fases iniciales de producción y que el producto final seguirá siendo el resultado del trabajo de artistas, diseñadores y desarrolladores humanos.

Tomb Raider: Legacy of Atlantis tiene previsto su lanzamiento el 10 de febrero de 2027 para PlayStation 5 y Xbox Series X|S junto a PC, convirtiéndose en una de las entregas más esperadas de la icónica franquicia protagonizada por Lara Croft, si bien tiene otra polémica por culpa del doblaje.

© Difoosion

Tomb Raider regresa a inicio de años
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STF mantém decisão de Dino que deixou apenas um candidato em Roraima

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para manter a decisão do ministro Flávio Dino que derrubou uma regra do TRE-RR (Tribunal Regional Eleitoral de Roraima) para a eleição suplementar ao governo do estado, marcada para 21 de junho.

O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e teve início às 11h desta sexta-feira (12). A análise está prevista para ser concluída às 23h59 do próximo dia 19. Além de Dino, os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin votaram para referendar a liminar. Ainda falta o voto da ministra Cármen Lúcia.

A controvérsia envolve uma resolução editada pelo TRE-RR após a cassação do ex-governador Antonio Denarium e do vice Edilson Damião por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

A norma permitia que candidatos que precisassem se afastar de cargos públicos para disputar a eleição suplementar fizessem a desincompatibilização em até 24 horas após a escolha em convenção partidária.

Ao conceder a liminar, Dino entendeu que o tribunal regional não poderia criar um prazo próprio para a desincompatibilização de candidatos, uma vez que o tema já é disciplinado pela Lei das Inelegibilidades.

A decisão tem impacto direto na disputa pelo Palácio Senador Hélio Campos.

Com a derrubada da regra do TRE-RR, voltam a valer os prazos de afastamento previstos na legislação federal, que variam de três a seis meses antes da eleição.

Na prática, a medida inviabiliza as candidaturas lançadas por PL e PT, deixando o governador interino, Soldado Sampaio (Republicanos), como único candidato apto a disputar o pleito.

O caso chegou ao STF por meio de uma reclamação apresentada pelo diretório estadual do Republicanos. A legenda sustentou que tribunais eleitorais não têm competência para criar ou flexibilizar prazos de inelegibilidade, matéria reservada à legislação federal.

Ao dar razão ao partido, Dino concluiu que a resolução do TRE-RR contrariava precedentes do Supremo.

Para reduzir os impactos da decisão sobre a disputa eleitoral, Dino complementou a liminar e autorizou a aplicação de um dispositivo da Lei das Eleições que permite a substituição de candidatos já registrados ou com pedido de registro em andamento.

Apesar da possibilidade aberta pelo Supremo, interlocutores dos partidos atingidos pela decisão avaliam que a medida não é suficiente para reverter seus efeitos práticos.

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COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

A carta enviada aos dirigentes responsáveis pela COP31, em novembro, insta a Turquia a eliminar gradualmente o carvão e a Austrália a por fim às exportações de carvão e gás natural liquefeito.

© Bloomberg via Getty Images

ONG instam governos turco e australiano a "atacar a causa principal da crise climática"
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Esas listas que ya nunca hacemos: cinco libros para una isla, cinco pelis para una vida y cinco canciones para tu funeral

Éramos capaces de hacer un Top-5 de cualquier cosa, desde las rupturas más dolorosas a las mejores galletas. Luego nos hicimos mayores y ya nada importa tanto Leer

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Ponte de Lima: Dois feridos em despiste na A3

Um despiste de um automóvel na A3, no sentido norte/sul, em Ponte de Lima, provocou dois feridos, ao final da tarde desta sexta-feira.

Ao que O MINHO apurou junto de fonte da Proteção Civil, os feridos são um homem de 42 anos e uma mulher de 50.

Foram assistidos por meios dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, Vila Verde e Amares. Foram depois transportados para o Hospital de Braga com ferimentos considerados ligeiros.

O alerta foi dado às 17:40 para a zona de Calvelo, junto à saída de Anais.

A concessionária da autoestrada – Brisa – esteve no local a apoiar as operações e a GNR registou a ocorrência.

O conteúdo Ponte de Lima: Dois feridos em despiste na A3 aparece primeiro em O MINHO.

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The Wolf Among Us 2 revela la duración de su campaña en formato episódico

Después de años marcados por retrasos, cambios internos y la incertidumbre que rodeó a Telltale Games, los jugadores por fin recibieron recientemente una noticia muy esperanzadora: The Wolf Among Us 2 sigue adelante y tiene previsto llegar en 2027. Ahora, las primeras impresiones publicadas por la prensa especializada parecen confirmar que el esperado regreso de Bigby Wolf está tomando muy buena forma.

Uno de los cambios más importantes respecto al juego original es el salto al motor gráfico Unreal Engine 5. A pesar de esta evolución tecnológica, las primeras valoraciones destacan que la secuela conserva intacta la identidad visual que convirtió al primer título en una obra tan reconocible. El característico estilo inspirado en los cómics sigue presente, aunque acompañado de animaciones más fluidas, mejores transiciones y una presentación general mucho más pulida.

Otro detalle que ha llamado la atención es el regreso del formato episódico que caracterizó al juego original. Sin embargo, esta vez los jugadores no tendrán que esperar meses entre capítulos. Aunque la historia seguirá estando dividida en episodios, todos estarán disponibles desde el lanzamiento, permitiendo completar la aventura de principio a fin sin interrupciones. Según las primeras estimaciones, la campaña principal tendrá una duración aproximada de entre ocho y doce horas.

Así será The Wolf Among Us 2

La historia volverá a estar protagonizada por Bigby Wolf, quien se verá involucrado en la investigación de un nuevo caso relacionado con un asesino en serie. Junto a él aparecerá un personaje inédito llamado Faye, una detective que desempeñará un papel importante en la trama. Uno de los aspectos más interesantes de esta incorporación es que, al inicio de la aventura, desconoce por completo la existencia de la magia y del mundo oculto en el que habitan las fábulas.

Las impresiones también señalan que los jugadores dispondrán de una mayor libertad para explorar escenarios e investigar pistas, algo que podría aportar más profundidad a las secuencias detectivescas que hicieron tan popular al primer juego.

Por el momento, todo apunta a que Telltale Games está logrando mantener la esencia de la obra original mientras introduce mejoras técnicas y jugables significativas. El juego está previsto para Xbox Series X|S, Xbox One, PlayStation 5, PC, Nintendo Switch y Nintendo Switch 2, con un gran cambio respecto al primero.

© Difoosion

The Wolf Among Us 2 será mucho mayor que su predecesor
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Avaria obriga Papa a regressar em avião de Felipe VI

O Airbus 320 da Iberia sofreu uma falha técnica no motor no aeroporto de Tenerife Norte. Felipe VI emprestou o seu Falcon para transportar Leão XIV até Roma.

© Alberto Valdes/EPA

Pouco antes das 16h30 locais, o Papa desceu do avião, acompanhado pelo rei Felipe VI
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Primo sciopero della cultura in Italia contro la struttura del sistema: poca conoscenza e scarsa trasparenza

Nelle ultime due settimane, il settore culturale italiano s’è caratterizzato per una complessiva sonnolenza, forse provocata anche dalla calura estiva… A fronte di una crisi diffusa e pervasiva, sembra prevalere rassegnazione. Anzi, mestizia.

Nella giornata di venerdì 12 giugno… un sussulto: è stato proclamato dalla Cgil un inedito “sciopero della cultura”, iniziativa mai promossa in passato in Italia. Ha dichiarato Maurizio Landini, leader della Confederazione: “i lavoratori rivendicano il riconoscimento della dignità economica e professionale, negata paradossalmente proprio nel nostro Paese. E condannano i tagli alla spesa culturale, la precarietà strutturale, i salari bassi e le tutele insufficienti”. Fp Cgil e NIdiL (Nuove Identità di Lavoro) Cgil chiedono “contratti di filiera giusti, la reinternalizzazione dei servizi, la stabilizzazione dei lavoratori, tutele adeguate per i lavoratori discontinui, il contrasto all’abuso del lavoro autonomo e maggiori investimenti nel settore culturale”.

È la prima volta nella storia del Paese in cui scioperano tutti insieme: personale dei musei, biblioteche, archivi, teatri, ma anche lavoratori e lavoratrici autonome dell’editoria, dello spettacolo e della produzione artistica e culturale. Si sono tenuti per l’intera giornata presidi in diverse città italiane: agli Uffizi un intero piano ha chiuso, così come hanno chiuso una decina di padiglioni della Biennale di Venezia, biblioteche e musei civici o universitari, musei statali, archivi di Stato e tante mostre private…

Non è possibile stimare l’adesione complessiva all’iniziativa, anche perché l’“universo” del “lavoro culturale” non è mai stato oggetto in Italia di adeguato studio ed approfondita analisi (non vi è nemmeno una risposta scientificamente validata su quanti siano realmente i lavoratori del sistema culturale): si tratta peraltro di realtà policentriche e multidimensionali, che oscillano tra la “stabilità” delle istituzioni museali alle infinite forme di precarietà, basti pensare agli attori teatrali.

“Nonostante le precettazioni, il comportamento di tante istituzioni che hanno scelto di non informare sullo sciopero, la parcellizzazione del lavoro, oggi stiamo scioperando a migliaia. Non c’è tutela e non c’è valorizzazione del patrimonio culturale senza salari adeguati per chi ci lavora. Gli amministratori, dagli enti locali al Governo, devono ascoltarci. Si alzino i salari, non i biglietti”, hanno dichiarato le attiviste del movimento “Mi Riconosci? Sono un professionista dei beni culturali” dalle piazze…

Il deficit di conoscenza riguarda non soltanto la dimensione lavorativa, ma la struttura stessa del sistema culturale italiano, il suo assetto economico-organizzativo: eclatante, ai limiti dell’incredibile, la dinamica del settore cinematografico e audiovisivo… In gestazione a Montecitorio una nuova legge per il settore (incardinata presso la VII Commissione, presieduta da Federico Mollicone di Fratelli d’Italia), ma a metà 2026 non è ancora stata pubblicata – come ho già denunciato anche su questo blog – la relazione annuale che il Ministero della Cultura deve trasmettere al Parlamento, ovvero la “valutazione di impatto” per l’anno… 2024 (nota bene: duemilaventiquattro)!

Questa relazione doveva essere trasmessa a Camera e Senato entro settembre 2025, e a distanza di nove mesi da questo termine (previsto dalla stessa Legge n. 220 del 2016, la cosiddetta “Legge Franceschini”) è ancora misteriosamente custodita nella cassaforte della Direzione Cinema e Audiovisivo, guidata dall’estate del 2025 da Giorgio Carlo Brugnoni, che è anche Vice Capo di Gabinetto del Ministero della Cultura, anomalia più unica che rara nella P.A. italiana (una combinazione di incarichi tra ruolo “amministrativo” e ruolo “politico”), denunciata il 3 giugno scorso dalla Cisl e Flp e Unsa. Conterrà forse dati pericolosi o finanche esplosivi?!

Va ricordato che nelle precedenti edizioni della “valutazione” non è mai stato segnalato il crash ovvero il collasso contabile da centinaia di milioni di euro del “tax credit”… Un esempio sintomatico del (mal) governo del sistema, ovvero – nel caso in ispecie – di una pubblica amministrazione estremamente lenta, che ritarda i processi gestionali, mettendo in ginocchio migliaia di produttori, organizzatori culturali ed artisti, ed ostacola paradossalmente la stessa “politica”, allorquando non mette a disposizione un minimo di strumentazione tecnica per comprendere come correggere la rotta, in un settore che attraversa una delle fasi più critiche della sua storia…

Si naviga a vista, si governa nasometricamente. Non che ai tempi del centro-sinistra le cose andassero granché meglio, ma certamente il centro-destra non ha promosso quella “tecnocrazia” (e “meritocrazia”) che pure era stata sventolata come vessillo del cambiamento possibile, in primis dalla Premier Giorgia Meloni durante la campagna elettorale.

Nel mentre il cinema italiano boccheggia, la produzione arranca, al Festival di Cannes veniamo ignorati… si organizzano simpatiche iniziative come la seconda edizione dell’“Italian Global Series Festival 2026”, che si terrà dal 3 all’11 luglio 2026 a Rimini e Riccione, un festival ideato e organizzato dall’Apa ovvero l’Associazione Produttori Audiovisivi, presieduta da Chiara Sbarigia, che è stata anche Presidente di Cinecittà spa fino a giugno 2025. Festival realizzato in collaborazione con Cinecittà – giustappunto – assieme a Regione Emilia-Romagna, Siae, Enel, Gruppo Fs, ecc.

Quanto costa questa kermesse?! Quali risultati reali produce?! Non è dato sapere. Trasparenza zero, ancora una volta, anche nell’utilizzazione del pubblico danaro: secondo quanto risulta il Ministero della Cultura le assegna 2 milioni di euro, con una sorta di affidamento diretto all’Apa, attraverso i misteriosi “progetti speciali” di Cinecittà. Si tratta di un evento “fortemente voluto” (si legge nei comunicati stampa) dalla Sottosegretaria leghista Lucia Borgonzoni, che casualmente ha in Emilia-Romagna il collegio elettorale che le ha assegnato il seggio senatoriale.

Questa ennesima kermesse è realmente utile per la promozione del settore?! Nessuno si è posto la domanda, e quindi nessuno può dare una risposta. Un ennesimo caso di “politica culturale” approssimativa e di allocazione delle risorse pubbliche priva di valutazioni di impatto (vedi supra…).

Lo Stato italiano non dispone ancora degli strumenti conoscitivi necessari per governare razionalmente le politiche culturali.

L'articolo Primo sciopero della cultura in Italia contro la struttura del sistema: poca conoscenza e scarsa trasparenza proviene da Il Fatto Quotidiano.

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