How health sleuths are watching for threats like measles during the World Cup


Ciudad de México, 11 jun (Prensa Latina) El Gobierno de México descartó problemas durante la inauguración del Mundial de Fútbol 2026, adelantó que estará abierto el Fan Fest del Zócalo capitalino y señaló un interés político en movilizaciones programadas para hoy.
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© Instagram da Saeta

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

As the 2026 FIFA World Cup officially kicks off across North America, a long-standing question resurfaces on the global stage: Do Americans actually care about soccer?
While traditional sports still rule the airwaves, a massive generational and demographic shift is actively rewriting the American sports landscape.
Historically, soccer in the United States has struggled to compete with the domestic dominance of the NFL, NBA, and Major League Baseball. That skepticism persists among older demographics. According to a new Pew Research Center survey, 66% of American adults state they are “not too” or “not at all” likely to follow the tournament. Broadly speaking, a separate YouGov poll confirms that 54% of the overall adult population maintains zero interest in the sport. For a large share of traditional sports fans over fifty, the tournament remains an afterthought.
However, statistics show that there is a soccer boom among younger individuals. The game is rapidly becoming the sport of choice for the next generation of American consumers. YouGov data reveals that an average of 23% of Americans aged 18 to 34 now identify as avid soccer viewers. More telling is the fact that over 56% of all active soccer fans in the United States are currently under the age of 35.
This generational momentum is heavily reinforced by cultural shifts. Comprehensive market data from Numerator indicates that enthusiasm for this year’s tournament is highest among multicultural communities, with 54% of Hispanic Americans and 51% of Asian Americans planning to actively tune in to the month-long event.
Furthermore, the reality of the United States co-hosting the expanded 48-team tournament alongside Canada and Mexico has created a “host nation surge.” Overall consumer intent to watch has nearly doubled compared to the 2022 World Cup in Qatar, with 32% of all US citizens now planning to watch the matches. This enthusiasm is heavily concentrated around the eleven American host cities, including Dallas, Los Angeles, Atlanta, New York/New Jersey, and Philadelphia, where consumer interest jumps to 42%.
Despite this undeniable wave of momentum, soccer is not quite ready to dethrone America’s biggest sporting events. When stacked against domestic mainstays, the World Cup still plays catch-up. Consumer data tracking viewership intent shows that while 32% of Americans plan to watch the World Cup, 58% plan to watch the Winter Olympics, and a staggering 69% will tune into the NFL’s Super Bowl.

However, as the world’s biggest tournament returns to US soil for the first time in thirty-two years, it faces an entirely different landscape strained by corporate economics.
The 1994 World Cup in the US was a staggering, record-breaking success. It drew 3.59 million fans across 52 matches, averaging nearly 69,000 attendees per game. It remains the most attended World Cup in history.
However, speculation about whether Americans will pack stadiums like they did in 1994 has hit an unexpected snag: FIFA’s aggressive corporate pricing model. During the 1994 tournament, group-stage tickets were relatively accessible, ranging from $25 to $75. By stark contrast, FIFA’s 2026 individual match tickets see first-round seats averaging around $400, with opening match tickets starting at $560 and category-one seats scaling up to $2,735. For the United States’ highly anticipated matches, primary, and resale prices have left ordinary local families facing severe sticker shock, with select group-stage tickets soaring past $1,100.
Because FIFA now tightly controls its own resale marketplace to harvest transactional fees, prices fluctuate based on demand like airline tickets. While major marquee matches and the knockout rounds are completely sold out, ordinary American supporters have openly complained about being priced out of lesser group-stage fixtures, leaving thousands of tickets sitting on primary resale portals on the eve of kickoff.
Ultimately, the 2026 World Cup catches the United States at a historic sporting crossroads. Driven by a younger, more diverse fanbase, soccer is no longer a niche novelty in America. The interest is real, deep, and fully integrated into the culture. But while the stadium atmospheres will be electric, any empty seats seen during the opening weeks shouldn’t be blamed on an “indifferent American public”—rather, blame a modern corporate strategy that misjudged the wallet of the everyday fan.
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Ciudad de México, 10 jun (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, dio la bienvenida hoy en Palacio Nacional al titular de la FIFA, Gianni Infantino, y a representantes de federaciones y confederaciones, en vísperas de la inauguración del Mundial 2026.
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Os jogadores vão passar a estar representados nas reuniões do Conselho da FIFA, o órgão máximo da entidade que rege o futebol mundial, com o estatuto de observadores, adiantou hoje o sindicato mundial dos jogadores profissionais (FIFPro).
“A voz dos jogadores será representada nas reuniões do Conselho da FIFA através do estatuto de observador, com o direito de se manifestar quando são discutidos assuntos relacionados com os seus interesses”, revelou em comunicado a FIFPro.
Segundo a entidade, o novo memorando de entendimento assinado com a FIFA vai permitir o seu envolvimento em “todas as reformas importantes relacionadas com o bem-estar dos jogadores”.
A FIFPro vai trabalhar com a FIFA no calendário internacional e no sistema de transferências, duas questões em que as duas organizações divergem frequentemente.
O acordo prevê ainda o fim dos processos judiciais iniciados contra a FIFA pela FIFPro ou pelas suas divisões continentais e sindicatos membros (incluindo a UNFP em França).
Em outubro de 2024, a FIFPro apresentou uma queixa contra a FIFA à Comissão Europeia relativamente ao calendário de jogos, denunciando as exigências laborais cada vez maiores impostas aos jogadores profissionais.
Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores e membro do quadro mundial da FIFPRO, considerou, em comunicado, este um “momento decisivo” para o futuro do futebol.
“Esta quarta-feira foi dada a conhecer uma grande reforma do sistema de transferências da FIFA, que decorre de um processo negocial iniciado com diferentes ações judiciais interpostas pela FIFPro, Ligas e associações de clubes, tendo por base a decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia no caso Diarra”, sublinhou.
O responsável destacou que “os jogadores passam a ter uma verdadeira voz nas decisões que afetam o futebol mundial”.

“Un caso sfortunato e spiacevole”. Così Gianni Infantino – presidente della Fifa – ha commentato il caso diventato internazionale dell’arbitro somalo, Omar Artan, a cui è stato negato l’ingresso negli Stati Uniti, dove si era recato in quanto arbitro designato per i Mondiali 2026. “È spiacevole quello che è successo a… Omar, l’arbitro somalo. Ma, ripeto, non possiamo controllare tutto“, ha dichiarato Infantino in una conferenza stampa alla vigilia del torneo.
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Omar Artan, che nel 2025 è stato eletto come miglior arbitro dell’Africa da parte della Federazione africana, è stato trattenuto e interrogato per 11 ore in aeroporto e alla fine è stato rimandato indietro, in Somalia, dove è stato accolto da eroe. “Non mi lascio scoraggiare, nel 2030 tornerò e renderò la Somalia orgogliosa”, ha detto Artan al rientro a Mogadiscio. Successivamente è stato anche portato in uno stadio, accolto da migliaia di tifosi.
Artan è stato cacciato senza una motivazione ufficiale. Nel frattempo, un funzionario del Dipartimento di Stato americano parlando con i media francesi ha dichiarato che l’arbitro era “legato a presunti membri di organizzazioni terroristiche” e che dunque “il viaggiatore non era idoneo all’ingresso negli Stati Uniti”. Come spiega però il New York Times, potrebbe trattarsi di un clamoroso caso di omonimia, visto che Artan ha più volte ribadito di non sapere nulla di organizzazioni terroristiche – di Al-Shabab nello specifico – e di essere solo un arbitro di calcio.
La decisione è stata presa “per ottime ragioni”, si è limitato a dire Andrew Giuliani, direttore esecutivo della task force Fifa della Casa Bianca. “Ci sono cose di cui non possiamo parlare. Posso dire che chiunque parli con ‘soggetti negativi‘ che mirano a danneggiare gli Stati Uniti non saranno ammessi nel nostro paese. Non permetteremo che un torneo di calcio, anche se enorme, diventi una minaccia per gli americani. Siamo orgogliosi del lavoro che è stato fatto sinora a livello di visti: vogliamo che ci sia massima sicurezza per tutti”, ha aggiunto a Sky News
L'articolo Caso arbitro somalo, Infantino spudorato: “Episodio sfortunato e spiacevole. Non possiamo controllare tutto” proviene da Il Fatto Quotidiano.
A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, uma operação de segurança envolvendo a seleção do Senegal provocou repercussão internacional. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram jogadores e integrantes da delegação sendo submetidos a revistas com detectores de metal diretamente na pista de um aeroporto nos Estados Unidos.
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As imagens rapidamente geraram críticas de torcedores, jornalistas e internautas, que apontaram um suposto tratamento diferenciado em relação a outras seleções classificadas para o torneio. Nas gravações, atletas aparecem ao lado das bagagens enquanto agentes realizam inspeções individuais antes do embarque.
Diante da repercussão, a Federação Senegalesa de Futebol divulgou um comunicado esclarecendo que a ação fez parte de um procedimento previamente organizado para agilizar a logística da equipe. Segundo a entidade, a delegação deixou o hotel e seguiu diretamente para a área de embarque na pista do aeroporto, evitando os terminais convencionais. Dessa forma, as verificações de segurança foram realizadas ao lado da aeronave, permitindo um embarque mais rápido.
Mesmo com a explicação oficial, as imagens continuaram alimentando debates sobre os protocolos de entrada e circulação adotados pelos Estados Unidos durante a realização da Copa do Mundo. A discussão ganhou força porque registros de outras seleções mostram recepções consideradas mais discretas e sem procedimentos semelhantes expostos publicamente.
O episódio ocorre em um momento de atenção redobrada às políticas migratórias e de segurança norte-americanas. Nos bastidores do torneio, relatos sobre fiscalizações mais rigorosas envolvendo cidadãos de determinados países têm gerado preocupação entre dirigentes e representantes de delegações estrangeiras.
O Senegal está no Grupo I da Copa do Mundo e fará sua estreia no dia 16 de junho contra a França. A equipe ainda enfrentará Noruega e Iraque na fase de grupos
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A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.
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Another one for the all-time top scorer 🏴@HKane | @England pic.twitter.com/Apfikyu8Xq — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) March 26, 2023
- Copa terá cerimônias de abertura separadas no México, Canadá e EUA.
- Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo.
- Vinicius Júnior diz que Brasil não é favorito para Copa do Mundo.
Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).
Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).
O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.
©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023
O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.
Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.
A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.
🇬🇭 Ghana have qualified for #FIFAWorldCup 26!#WeAre26 pic.twitter.com/VwZc0EqKlB
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) October 12, 2025
Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.
O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.
🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025
Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).

A equipe comandada pelo técnico alemão Thomas Tuchel tem como protagonista o centroavante Harry Kane. Jogando pelo Bayern de Munique (Alemanha) o atacante quebrou uma escrita incômoda, conquistou o seu primeiro título de expressão da carreira. Porém, o jogador de 32 anos de idade ainda busca um troféu defendendo a seleção de seu país.
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Para tentar alcançar este objetivo Kane está muito bem acompanhado por jovens valores como o meio-campista Jude Bellingham, do Real Madrid (Espanha), e o ponta Bukayo Saka, do Arsenal (Inglaterra).
Com uma geração tão talentosa, a torcida inglesa tem a esperança de que a equipe volte a conquistar o troféu de uma Copa do Mundo após um hiato de 60 anos (o único título mundial do English Team foi alcançado em 1966).
O principal adversário da Inglaterra no Grupo L será a Croácia. Com ótimas campanhas nas duas últimas edições da Copa (vice-campeonato em 2018 e 3ª posição em 2022), a equipe do técnico Zlatko Dalic chega com um grupo envelhecido.
©️aptain Modric.@HNS_CFF | #FIFAWorldCup
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) August 8, 2023
O meio-campista Luka Modric é o grande destaque. O veterano, que, após marcar época pelo Real Madrid (Espanha), defende o Milan (Itália), continua sendo a referência técnica da equipe croata mesmo aos 40 anos de idade.
Além de Modric, a Croácia deposita a esperança de uma boa campanha no zagueiro Joško Gvardiol, que defende o Manchester City (Inglaterra), no atacante Ivan Perišić, atualmente no PSV (Holanda), e no meio-campista Mateo Kovacic, do Manchester City.
A terceira força do grupo é o time de Gana, que disputará sua quinta Copa do Mundo, após as campanhas em 2006, 2010, 2014 e 2022. Comandadas pelo experiente técnico português Carlos Queiroz, as Estrelas Negras chegam à competição em um momento de instabilidade.
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Os principais valores da equipe estão no ataque: Mohammed Kudus, do Tottenham (Inglaterra), Iñaki Williams, do Athletic Bilbao (Espanha), Kamaldeen Sulemana, da Atalanta (Itália) e Antoine Semenyo, do Manchester City.
O último componente da chave é o Panamá, que joga uma Copa do Mundo pela segunda vez na história, após a campanha no Mundial de 2018, quando não superou a fase de grupos. O comando da equipe está nas mãos do técnico dinamarquês Thomas Christiansen.
🇵🇦 Panama will play at #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/pr8ndatIPD
— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) November 19, 2025
Dentro das quatro linhas o principal nome é o meio-campista Adalberto Carrasquilla, que atualmente defende o Pumas (México).
Only 24 hours remain before the World Cup kicks off in Mexico and the country is going though its final dress rehearsals. Preventing demonstrations on opening day is already a pipe dream: negotiations with teachers have stalled and search groups will march to make their missing relatives visible. With everyone in position and the cards on the table, attention is focused on avoiding the worst-case scenario for the government of Claudia Sheinbaum — an image of a police officer striking a teacher circling the globe on the day the country is playing for its international image. The concern is not unfounded: on the first day of protests a teacher lost an eye in clashes with police. The past two weeks have tested containment measures, and Wednesday will be the last chance to fine-tune the public staging. To ease the pressure, authorities have canceled classes for Thursday and ordered remote work for public servants.

© Rogelio Morales Ponce (Cuartoscuro)
The largest FIFA World Cup in history kicks off on Thursday, June 11, at the Estadio Azteca. The opening match between Mexico and South Africa will be the starting gun for a tournament also hosted by Canada and largely staged in the United States, where 78 of the 104 matches will be played, including the final on July 19. FIFA president Gianni Infantino said last May at the United Nations headquarters in New York, an organization founded in 1945 to prevent armed conflict, that “the eyes of the world will be focused on North America.” “We spend so much time in discussing what divides us, but actually we realize that when we put people together, what happens is that there are many more things that unite us than the things that divide us,” he added. The World Cup, however, will be co-hosted in a country that just over 100 days ago launched a war against Iran, alongside Israel, without any United Nations endorsement, that has an open diplomatic dispute with another co-host, Mexico, and whose anti-immigration policies — policies that frighten many fans — on Monday denied entry to Somali referee Omar Artan, one of the 52 match officials assigned to the tournament.

© Ira L. Black - FIFA (FIFA via Getty Images)
Tutti i timori relativi ai Mondiali americani si stanno trasformando tristemente in realtà. I visti negati per l’ingresso negli Stati Uniti, ai tifosi ma perfino a un arbitro. Le tensioni diplomatiche a livello mondiale. Gli scontri e la violenza in Messico. Ora anche lo spauracchio degli stadi semi-vuoti, a causa del folle prezzo dei biglietti che viene denunciato da mesi. Il calcio di inizio della Coppa del Mondo è ormai dietro l’angolo e la Fifa si ritrova a dover gestire migliaia di posti vuoti sugli spalti. Sono infatti oltre 180mila i biglietti finiti sul mercato della rivendita. I prezzi – riporta il Financial Times – si mantengono ancora elevati, anche se nell’ultimo mese sono scesi del 20%.
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Sul portale di rivendita della Fifa sono a disposizione 176mila biglietti per la fase a gironi iniziale della competizione. A questi si aggiungono 16mila biglietti per le partite dell’Iran che risultano invenduti, nonostante i prezzi ridotti. Teheran ha denunciato in tal senso che è stati privata della possibilità di gestire il proprio pacchetto di biglietti. Ma perfino gli Stati Uniti faticano a vendere i biglietti: sul portale di rivendita sono ancora disponibili 4.400 biglietti per la partita d’esordio della squadra contro il Paraguay. Nonostante i forti sconti, il prezzo medio dei biglietti offerti supera ancora gli 800 dollari. Il posto standard più economico disponibile sul mercato, invece, ha un prezzo di 138 dollari.
Oltre a quelli destinati alla rivendita, la Fifa continua a offrire circa 15.000 biglietti per le partite della fase a gironi. I biglietti popolari a 60 dollari, promessi da Gianni Infantino, non si sono praticamente mai visti, andati esauriti subito nella prima lotteria, al punto che qualcuno ha cominciato a dubitare che siano mai esistiti, o comunque su quanti ne siano stati messi realmente in vendita. La Fifa ha sbandierato oltre 500 milioni richieste di biglietti su quasi 7 milioni di posti disponibili, ma al momento rischi dei buchi enormi in molti stadi: evidente che la domanda spropositata ha interessato soprattutto le partite delle nazionali più attese e quelle ad eliminazione diretta, molto meno i match dei gironi con nazionali di secondo piano.
C’è anche la grana dei biglietti quindi a rovinare questa vigilia dei Mondiali, una delle più tristi di sempre. Allo Stadio Azteca domani si terrà la cerimonia di apertura con la partita Messico–Sudafrica, preceduta da una cerimonia musicale, il tutto trasmesso in mondovisione. In Messico intanto ieri migliaia di manifestanti, che chiedevano aumenti salariali e l’abrogazione di una legge sulle pensioni, hanno bloccato brevemente l’ingresso principale dell’iconico stadio, che ospiterà la partita inaugurale per la terza volta dopo il 1970 e il 1986.
Da lunedì, le tensioni sono aumentate a causa della rigida politica statunitense in materia di immigrazione, mettendo in imbarazzo la Fifa e Infantino. L’episodio più eclatante riguarda l’arbitro somalo Omar Artan, respinto sabato dalla polizia di frontiera statunitense al suo arrivo a Miami, in Florida, da Istanbul. Non solo: nel contesto instabile della guerra scoppiata in Medio Oriente in seguito all’offensiva israelo-americana contro l’Iran del 28 febbraio, la nazionale iraniana continua la sua preparazione, seppur con difficoltà, nel suo campo base messicano a Tijuana. Tuttavia, a diverse persone che li accompagnano la Nazionale è stato negato il visto per gli Usa, tra cui il presidente della Federazione calcistica iraniana, Mehdi Taj. Inoltre, i tifosi potrebbero subire le conseguenze delle continue tensioni geopolitiche, poiché la Federazione calcistica iraniana ha accusato gli Stati Uniti di aver revocato l’assegnazione dei biglietti per i Mondiali, in violazione dei regolamenti Fifa che assegnano i biglietti a ciascuna nazione per le proprie partite.
L'articolo Mondiali al via, la Fifa si ritrova con oltre 180mila posti vuoti negli stadi: tra prezzi folli, polemiche e disinteresse proviene da Il Fatto Quotidiano.