O anúncio foi feito após a reunião do Conselho de Ministros, onde se discutiu a criação da Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. Este plano, com uma duração de nove anos, visa responder às inundações e tempestades que afetaram o país no início de 2026, além de aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional.
O ministro Leitão Amaro reconheceu que existe uma “dimensão de sobreposição” entre a nova Agência e a Estrutura de Missão para a reconstrução da região Centro, mas esclareceu que as funções de cada organismo são distintas. O PTRR inclui um pilar de reconstrução, mas também se foca na prevenção e resiliência das infraestruturas.
Leitão Amaro afirmou que a missão da Agência para o PTRR, sob a liderança de Luís Leite Ramos até 2034, é acompanhar “num nível mais macro o grau de execução” do plano. A Agência também terá a responsabilidade de receber relatórios da Estrutura de Missão para a região Centro e comunicar os resultados ao país de forma agregada.
O ministro elogiou Luís Leite Ramos, descrevendo-o como “um reputado académico com responsabilidades muito reconhecidas” e destacou a sua experiência na interação com diversas entidades públicas, essencial para o sucesso do PTRR. A capacidade de mobilizar a sociedade e a administração pública será crucial para a implementação eficaz do plano.
A criação da Agência para o PTRR representa um passo significativo na resposta do Governo às catástrofes naturais e na preparação para futuros desafios climáticos, com um investimento substancial destinado a garantir a segurança e a resiliência das infraestruturas em Portugal.
A sessão de abertura contou com a presença do ministro da Administração Interna, Luís Neves, em representação do Governo, aproveitando a visita para deixar uma mensagem de reconhecimento aos agentes económicos da região.
“Portugal não é Lisboa nem o litoral, é todo o país”, afirmou, sublinhando a importância de iniciativas que ajudam a fixar população e a dinamizar a economia do interior. “Quero dar uma palavra de estímulo a todos aqueles que lutam para poder ter um negócio e para poder sustentar a economia, criar emprego, para criarem coesão territorial, que é isto que o vinho faz, assim como o turismo”, disse o ministro aos jornalistas, acrescentando que “esta área económica é muito importante para o país”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Alijó, Vítor Ferreira, destacou a importância da corporação para a proteção civil do concelho, sublinhando que os Bombeiros Voluntários do Pinhão desempenham um papel essencial na garantia do socorro às populações e na proteção de pessoas e bens. O autarca considerou que a celebração dos 50 anos da corporação representa não apenas o reconhecimento de um percurso construído ao longo de meio século, mas também um compromisso com o futuro. “Cinquenta anos é sempre uma data importante, não só pelo passado que representa, mas também pela garantia do futuro e da prestação de socorro que esta corporação continuará a assegurar”, afirmou.
Para o comandante Bruno Soares, o aniversário constitui um momento de orgulho e de homenagem a todos aqueles que ajudaram a construir a história da a ssociação. “Temos de honrar quem cá esteve e quem já partiu. Foram eles que nos transmitiram esta casa e que nos ensinaram no dia a dia”, referiu, deixando também uma palavra de reconhecimento às famílias dos bombeiros. “A família é o nosso suporte. É quem nos apoia, quem com preende as ausências e os sacrifícios que esta missão exige.”
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Most schools in Greece close mid-June for their summer break . Credit A.P. / Greek Reporter
Schools are about to close for summer in Greece! But did you know that if you’re a child who goes to school in Greece, you’re likely enjoying a much longer break than your peers in other parts of Europe?
Schoolchildren in Greece have some of the most generous summer breaks on the continent. These summer breaks typically stretch from mid-June (normally around the 15th of June in elementary schools) to the 11th of September, for a leisurely 12 to 14 weeks of fun in the sun.
So why do Greek children and teenagers get such an extended break compared to their neighbors in central and northern Europe? Well, it turns out there are a few key reasons for this.
The long summer breaks of Greece
Historically, the long summer break period in Greece was meant to allow children to help out with agricultural work during the busiest farming months. These traditions go back in time hundreds of years. We should never forget that, particularly in the past, the majority of Greek families were involved in farming and food production. Thus, it made sense for them to give children a break to pitch in during the peak season out in the fields.
Another main reason for the extended summer breaks is Greece’s sweltering summer climate. With temperatures soaring into the 40s Celsius in June, July, and August, it’s simply too hot to expect children (or teachers!) to concentrate and focus on their learning in stuffy classrooms under the extreme heat of the Greek summers. An extended break during the dog days of summer is a practical necessity for them all and is not only a Greek tradition.
On top of this all, we also have the Greek Orthodox calendar which plays a role. With many important religious holidays peppered throughout the year, a longer summer break helps balance out the school schedule for teachers to ensure that all students still get a proper all-rounded education.
Summer school breaks across the EU. Credit: Eurydice EU
The rest of Europe
But how does the Greek summer break compare to that of other European countries? On average, most European students enjoy a slightly shorter 10 to 12-week holiday. However, there’s significant variation between not only individual countries but also regions within the same country.
Southern European countries such as Italy, Spain, and Portugal follow very similar patterns to that of Greece. These Mediterranean and southern European nations embrace a long summer with breaks often exceeding 12 weeks. It must be all that sunshine, anyway!
Meanwhile, Scandinavian countries, Germany, the UK, and Ireland keep things much more studious with a modest average of a 6-week summer break. Ex-Soviet countries of Eastern Europe, such as Poland and Romania, fall somewhere in the middle with 8 to 10 weeks of summer fun for our little friends.
Interestingly, the UK and Ireland—two countries notoriously known for their less than balmy summers—also have relatively short six to seven-week breaks. Perhaps the British dedication to academics trumps the desire for a prolonged escape from the classroom, one might say. Others would argue that since the weather in this part of Europe is so often miserable and grey, there is not great motivation to get out of the classroom anyway!
On a more serious note, however, there are experts who argue that longer summer breaks can lead to “learning loss.” This could be particularly true in cases in which students forget key academic skills and knowledge during these extended breaks as a result of their losing contact with their schools. Countries with shorter summers tend to spread out breaks more evenly throughout the year. This may support more efficient and continuous learning. In England, for example, children normally get six weeks of summer break, three weeks of half-term breaks (one week at a time), two weeks for Christmas, and two more weeks for Easter.
However, research shows that the quality of instruction and total teaching hours matter more than the exact length of the summer holiday and the period that this is offered. Hence, while Greek students may indeed spend more days on the beach, as long as they put in the work during the school year in its entirety, they’ll still come out ahead.
At the end of the day, there is no one-size-fits-all approach to the education of our children, especially when it comes to structuring the school year. Nonetheless, students in Greece and other southern European countries have a long tradition of enjoying a long summer break, as it is a beloved and cherished tradition that’s here to stay. It is, after all, a tradition embedded within the cultures of these nations. Really, who can even argue against more time soaking up the Mediterranean sun?
Thus, as the final bells rang and Greek children left school for their three-month adventure, they felt lucky to live in a country that prioritizes a healthy balance of work and play. School may be out, but the learning never stops—whether it’s through travel, spending time with family and friends, or simply relaxing and recharging one’s batteries. Lastly, when September rolls around, kids will be ready to once again walk the school hallways they left behind this June.
Ainda durante o seu discurso, Vítor Ferreira tinha deixado a indicação que o município iria contribuir com mais verbas para os “soldados da Paz” do concelho. Questionado pela VTM, o vice-presidente da autarquia renovou essa vontade.
Desta forma, as corporações de Pinhão, Alijó, Sanfins do Douro, Cheires e Favaios terão acesso a mais verbas municipais até 2029. “50.000 euros para cada corporação, sendo obviamente o valor adicional às verbas normais que transferimos, quer para o financiamento anual, quer para o apoio ao DECIR (Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais), quer aos apoios pontuais para aquisição de equipamentos e formação”, disse Vítor Ferreira.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
A escritora algarvia Lídia Jorge foi distinguida com a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, numa cerimónia realizada em Loulé, a sua terra natal. A homenagem, que antecede a celebração dos 80 anos da autora, reconhece uma carreira literária de mais de cinco décadas e o impacto nacional e internacional de uma obra marcada pela reflexão sobre a memória, a condição humana e a democracia.
A distinção foi entregue pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, perante uma sala repleta de personalidades da cultura, da política e da sociedade civil algarvia, no Solar da Música Nova, sede do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado. Entre os presentes estiveram o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, o ex-presidente da autarquia, Vítor Aleixo, o companheiro da escritora, Carlos Albino, e diversas figuras ligadas ao setor cultural.
Foi com emoção que a romancista aceitou a distinção, destacando a sensibilidade da Ministra ao assinalar publicamente o seu percurso literário, sublinhando que os mesmos livros e desafios “poderiam ter passado despercebidos”.
Lídia Jorge celebrou o facto de a homenagem acontecer “ao fim da tarde, entre amigos”, na sua terra natal.
“Por natureza, e não por plano, nunca enjeitei o espaço da origem. Pelo contrário, fui somando à experiência primordial da infância, sucessivos círculos concêntricos que se foram alargando, pelas vivências geograficamente longínquas que a vida me tem proporcionado. A propósito desta fidelidade intrínseca, certa vez escrevi sobre este sentimento de pertença – Algarve, minha primeira pátria. O resto do mundo é apenas o seu deslumbrante prolongamento. E assim é. Por isso, Senhora Ministra, à Medalha de Mérito de âmbito nacional, que me atribui, eu devo acrescentar – Medalha de Mérito atribuída em Loulé, Algarve. Esta localização precisa não a restringe, aumenta-a”, declarou.
Durante a cerimónia, Margarida Balseiro Lopes destacou a relevância da escritora no panorama literário contemporâneo, lembrando que a sua obra conquistou leitores e reconhecimento muito para além das fronteiras nacionais.
A ministra recordou que o Algarve permaneceu sempre presente na escrita da autora e referiu “O Dia dos Prodígios” como uma das obras mais importantes produzidas em Portugal após a Revolução de Abril.
Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes
“Abriu novas possibilidades à narrativa portuguesa contemporânea, construindo uma leitura profundamente original do país, da transformação social e da realidade portuguesa saída da ditadura”, afirmou.
A governante salientou ainda que distinções como o Prémio Ricardo Malheiros, o recente Prémio Pessoa e várias condecorações internacionais refletem a singularidade da obra de Lídia Jorge, mas sublinhou que o verdadeiro legado da autora reside na capacidade da sua escrita para dialogar com sucessivas gerações de leitores e interpretar o presente através da literatura.
Convocado para assumir o papel de “padrinho mais jovem” desta homenagem, o músico Dino D’Santiago subiu ao palco para dirigir palavras de profunda admiração e amizade à escritora. “Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu! Sorriu porque, de vez em quando, nasce alguém capaz de recordar à Humanidade aquilo que ela se esforça tanto por se esquecer: a sua própria Humanidade!”, afirmou o artista.
“Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu!”, Dino D’Santiago no palco
Lembrando as raízes da romancista em Boliqueime, “filha daqueles que conhecem o peso do sol sobre os ombros”, o músico destacou o legado único da autora: “Há pessoas que herdam propriedades, outras herdam apelidos, Lídia Jorge herdou uma coisa mais rara: o conhecimento profundo da condição humana”.
Dino D’Santiago contextualizou ainda dia de nascimento da escritora com marcos históricos globais – a revolta contra o Colonialismo em Goa, a escolha da República em Itália que veio pôr termo à “sombra do Fascismo”, e a fundação do Banco Mundial -, associando o nascimento da autora aos valores da Democracia, Libertação e Construção.
“Num tempo em que tanto se escolhe o ruído, ela escolheu escutar”, enfatizou o cantor, concluindo que a obra de Lídia Jorge permanece viva porque “não nasce da ideologia, nasce da compaixão, uma forma superior de inteligência”. “Uma mulher de Boliqueime continua a lembrar-nos que escrever não é simplesmente o ato de organizar palavras, é sim recusar que a Humanidade desapareça”, sublinhou ainda.
Também o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, destacou a ligação permanente da autora às suas raízes algarvias e a forma como conseguiu transformar a memória coletiva da região numa narrativa universal.
“Nunca esqueceu as suas raízes e, mesmo quando escreve para o mundo, continua a escrever a partir daqui, deste nosso Sul de luz”, afirmou o autarca. “Ela leva-nos daqui para o mundo, mas também traz o mundo até nós.”
Na mesma intervenção, Telmo Pinto anunciou que Lídia Jorge será a patrona da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2028, assumindo um papel central naquele que classificou como um dos mais importantes projetos culturais do concelho.
Já distinguida com a Medalha de Mérito Cultural, a escritora recordou o contexto em que escreveu “O Dia dos Prodígios”, obra inspirada no Portugal rural que conheceu durante a infância e juventude. Confessou que, na época, acreditava numa rápida modernização do país, mas sentiu a necessidade de preservar a memória de um mundo em transformação.
“Desejava que não fosse esquecido o Portugal primitivo que a maior parte de nós, na altura, tinha conhecido”, explicou.
A autora aproveitou ainda a ocasião para refletir sobre os desafios colocados pelas novas tecnologias e pela inteligência artificial, tema que havia debatido horas antes num fórum dedicado à cultura digital, realizado em Tavira.
“A literatura e a poética representam o último porto seguro de resistência à robotização do pensamento, à artificialidade, à despersonalização e à homogeneização”, afirmou.
Apesar das transformações tecnológicas em curso, Lídia Jorge manifestou confiança na criatividade humana e rejeitou a ideia de que as máquinas possam substituir a criação artística.
“Nenhuma máquina poderá rivalizar com a capacidade criativa que nós, os seres humanos, detemos, a capacidade de juntar o que nunca foi reunido antes. A esse compositum novo, que se forma em cada um de nós, chama-se criação”, concluiu.
Com mais de três dezenas de obras publicadas, traduzidas em várias línguas, e uma carreira amplamente premiada, Lídia Jorge soma agora a Medalha de Mérito Cultural ao conjunto de distinções que reconhecem o contributo de uma das mais importantes vozes da literatura portuguesa contemporânea.
O central português Gonçalo Silva é o primeiro reforço do Farense para a temporada 2026/27, regressando dois anos depois aos algarvios, anunciou o emblema da II Liga de futebol.
“Gonçalo Silva está de volta a Faro e vem com tudo para lutar pelas nossas cores! O São Luís está pronto para te ver ‘rugir’ outra vez, Gonçalo. Bem-vindo a casa”, revelou o clube de Faro nas redes sociais, sem divulgar a duração do contrato.
O experiente defesa, de 35 anos, já tinha passado pelo Farense entre 2022 e 2024, quando contribuiu para uma subida à I Liga e para o 10º lugar dos algarvios no primeiro escalão, tendo somado 67 jogos oficiais e um golo.
Nas últimas duas temporadas, Gonçalo Silva passou pelos arménios do FC Noah, que representou num total de 67 partidas, incluindo nas competições europeias, com quatro tentos marcados.
“A sensação de voltar é muito boa. É bom estar de regresso. O Estádio de São Luís traz-me boas memórias e é um sentimento especial voltar a jogar com a camisola do Farense”, disse o jogador, num vídeo divulgado pelo clube.
O Farense foi “sempre a primeira opção” de Gonçalo Silva desde que decidiu voltar ao país natal, acrescentou o jogador, que espera contribuir com a sua “vontade de vencer e espírito de conquista” para os objetivos do clube.
Formado no Barreirense, o jogador passou também por Lousada, Atlético, Sporting de Braga, Belenenses, BSAD e Radomiak Radom (Polónia).
O Farense, que garantiu a manutenção após superar o Belenenses no play-off, vai avançar para a segunda temporada consecutiva na II Liga, tendo confirmado na terça-feira a continuidade do técnico José Faria.
When the church gathers in Christ’s name, heaven and earth overlap in a mysterious and glorious way. The risen Christ walks among his churches, ministers to his people, and prepares them for the everlasting assembly to come (Revelation 1-3). From a biblical perspective, the gathering of God’s people is not merely a spiritual add-on... Continue Reading
What can a dead man do? We were completely impotent. For those of us who have been spiritually raised from utter death to live and walk with Christ, this too is all of God. Our part now is to walk with Him and testify of the One who raised us from hell to heaven and... Continue Reading
It is difficult to complain against God when you are bringing Him your heart. Your grumbling begins to transform into prayer. Your complaints turn into petitions. You stop dethroning God and start running to Him instead. I want you to consider with me the sin of “complaining.” That might register as a small-scale sin... Continue Reading
The quiet goodness portrayed in All Creatures Great and Small resonates so deeply. It echoes something true about the world God is restoring. And what the show captures in glimpses, Christ is bringing to fullness: a life where ordinary faithfulness, shared burdens, and steadfast love are not small things at all, but signs of His... Continue Reading
We need much wisdom as we approach parenting and raising our children, and until Christ’s return Christians have the privilege and duty to raise their children in the love of God, obedience to his commands, and true hope in Christ our Savior. A while back I read a series of articles by author Alex... Continue Reading
When Christ is our greatest treasure, our hearts rest content in Him. By loving Christ above all, our other loves become appropriately ordered. Wealth becomes a mere tool in service to His will. One time early in our marriage, I, exasperated by yet another unexpected bill, voiced the following sentiment to my wife: “Wouldn’t... Continue Reading
The directive ultimately came from Secretary of War Pete Hegseth, who pledged last year to overhaul the military’s Chaplain Corps by refocusing it on religious ministry and eliminating what he called secular influences. U.S. Army soldiers pray on September 11, 2011 during a protestant service at Bagram Air Field, Afghanistan. Ten years after the... Continue Reading
Finding the practice [gambling] morally wrong and actively fighting the addiction in the pews are two different things.…a few churches and ministries are working to sound the alarm and address the issue. Calvin Ridley, star receiver for the Atlanta Falcons, was suspended for an entire season in 2022 for gambling on NFL games. The... Continue Reading
A Alameda do Tabolado transformou-se, de 4 a 6 de junho, numa montra dos produtos endógenos do Alto Tâmega e Barroso, com a quarta edição do Aqua Wine Fest, certame que juntou produtores, empresas, instituições e público.
O evento reuniu 22 produtores de vinho, três empresas de água da região e vários momentos de animação musical, aliando promoção económica, turismo, convívio e afirmação dos recursos locais.
Na abertura da iniciativa, a presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), Fátima Fernandes, caracterizou o Aqua Wine Fest como “mais um evento que traz valor acrescentado para o território”, sublinhando que a iniciativa celebra “dois produtos de excelência”, mas também uma cultura ancestral, uma forma de fazer e a resiliência dos produtores locais.
Segundo a responsável, o certame representa “uma afirmação das gentes do Norte muitas vezes esquecidas”, que “todos os dias luta e trabalha para se afirmar pela diferença”. Fátima Fernandes defendeu ainda que o território precisa de “uma visão diferenciada” e de mais apoios aos produtores, lembrando que os custos de produção “não são iguais num território de montanha” como o Alto Tâmega e Barroso.
Também a presidente da Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM), Ana Alves, valorizou a importância do evento para a promoção conjunta dos vinhos e das águas, recordando que o Aqua Wine Fest foi pensado para unir “dois setores fundamentais do território”.
Ana Alves deixou uma palavra de apreço aos produtores presentes, destacando a resiliência de um setor que atravessa dificuldades, mas que continua a proteger “um património vitícola fantástico” e a afirmar os vinhos transmontanos.
A responsável sublinhou ainda a importância da realização, pela primeira vez em Trás-os-Montes, do Portugal Wine Trophy, competição internacional que decorreu em Chaves entre 5 e 7 de junho e reuniu provadores nacionais e internacionais.
O presidente da Câmara de Chaves, Nuno Vaz, anfitrião do evento, disse que a iniciativa pretendeu valorizar dois recursos estratégicos da região, a água e o vinho, mas também afirmar o território no seu conjunto.
“A agricultura é muito mais do que a agricultura. É turismo, é enoturismo, é defesa do território e combate às alterações climáticas”, referiu o autarca, sublinhando o papel dos produtores na valorização da região.
Para Nuno Vaz, o Aqua Wine Fest e o Portugal Wine Trophy reforçaram a visibilidade dos vinhos, das marcas e das propostas regionais, contribuindo para projetar o Alto Tâmega e Barroso no panorama nacional e internacional.
O programa integrou animação musical ao longo dos três dias, com atuações de DJ White Lewis, Diego Dias, Luís Pedreira, DJ Esteves, Carlos Sanches e DJ WILD.
O reconhecimento foi formalizado através de anúncio publicado em Diário da República a 2 de junho e distingue uma tradição secular, profundamente enraizada nas comunidades de Mouçós, Lamares e localidades vizinhas.
A decisão resulta de um longo processo de investigação e documentação coordenado por Vítor Nogueira, que permitiu demonstrar a relevância histórica, social, religiosa e identitária desta manifestação. Mais do que a imponência do andor, o reconhecimento abrange todo o património de saberes, práticas, rituais e formas de organização comunitária que lhe estão associados.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Numa pergunta dirigida ao Ministério do Ambiente e Energia, através da Assembleia da República, o partido refere ter tido conhecimento, através de denúncias da população e de entidades da sociedade civil, de situações recorrentes de degradação da qualidade da água, alegadamente associadas a descargas de efluentes vínicos, resíduos urbanos sem tratamento e outras fontes de poluição.
O requerimento, a que a VTM teve acesso, destaca ainda o episódio ocorrido a 28 de abril, quando o rio Corgo apresentou uma coloração avermelhada ao longo de vários quilómetros, situação que motivou a intervenção das autoridades competentes. Segundo o BE, os habitantes de Tourencinho continuam a relatar maus odores frequentes, sobretudo durante o verão, sinais de degradação ecológica e o desaparecimento progressivo da fauna aquática.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
A sessão solene, integrada no Dia Distrital do Bombeiro, reuniu dirigentes associativos, comandantes, autarcas, entidades da Proteção Civil, forças de segurança e representantes da Liga dos Bombeiros Portugueses.
O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real, Hernâni Carvalho, referiu, na sua intervenção, que o propósito da instituição é “valorizar os bombeiros”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Em comunicado, Alberto Moura esclarece que as suas críticas surgem após a análise da documentação relativa aos contratos celebrados em 2017 e em 2026, que lhe foi facultada pela maioria socialista.
Segundo o vereador, os documentos consultados apontam para um investimento acumulado de 58 mil euros no desenvolvimento da identidade visual do município, valor que ascende a 71.340 euros com a aplicação do IVA.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.