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Águas do Alentejo vai construir 15 unidades de produção de energia elétrica

A empresa Águas Públicas do Alentejo (AgdA), sediada em Beja, vai investir quase 1,8 milhões de euros na construção de 15 unidades de produção de energia elétrica de fonte fotovoltaica, para autoconsumo, foi hoje anunciado.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a empresa explicou que o investimento permitirá, «de forma gradual, reduzir a dependência da rede elétrica, os custos e o impacto ambiental».

Para concretizar as 15 unidades de produção de energia elétrica de fonte fotovoltaica destinadas ao autoconsumo, a AgdA lançou, no dia 03 deste mês, o concurso público para a conceção-construção destas infraestruturas, «com um preço base de cerca de 1,76 milhões de euros» e um prazo de execução de 40 meses.

As novas unidades serão instaladas nas estações de tratamento de água (ETA) de Alvito e do Roxo (concelho de Aljustrel), nas estações de tratamento de águas residuais (ETAR) de Almodôvar, Beja, Serpa, Vidigueira e Vila Nova de Milfontes, e nas estações elevatórias de Corte Vicente Anes (Aljustrel), Cerro Ruivo (Castro Verde), Fonte da Telha (Moura), todas no distrito de Beja.

Estão igualmente previstas unidades nas ETAR de Montemor-o-Novo, no distrito de Évora, de Grândola e Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, assim como nas estações elevatórias de Ameira 1 e 2, ambas no concelho de Alcácer do Sal.

De acordo com a empresa, «cerca de 80% da energia» produzida anualmente pelas novas unidades para autoconsumo poderá «ser utilizada internamente nas infraestruturas de abastecimento de água e saneamento de águas residuais».

A AgdA frisou ainda que continua a investir «na produção de energia limpa», devidamente enquadrada nos seus planos de eficiência energética e de descarbonização, em que «o aumento da produção de energia renovável constitui um dos principais vetores para a redução das emissões de gases com efeito de estufa».

O objetivo é «atingir a autossuficiência energética até 2030, assegurando que a energia consumida nas suas operações é totalmente proveniente de fontes renováveis», lê-se no comunicado.

A AgdA foi constituída em 25 de setembro de 2009, tendo por acionistas o grupo Águas de Portugal e a Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo, constituída por 20 câmaras municipais dos distritos de Beja, Évora e Setúbal.

A empresa gere o Sistema Público de Parceria Integrado de Águas do Alentejo, criado em 2009, numa parceria entre o Estado e as autarquias.

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Piscinas Exteriores de redondo já estão abertas

No passado dia 6 de junho abriram oficialmente das Piscinas Exteriores de Redondo.

Para o primeiro mergulho do ano, as equipas da autarquia realizaram uma manutenção e limpeza profunda em todo o complexo balnear.

As ações de manutenção regular integraram o corte de ervas e a limpeza de bermas, de ruas, de parques de estacionamento e espaços públicos.

As equipas procederam ainda à pintura e renovação de passadeiras, reforçando a segurança rodoviária de forma contínua.

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Histórica Feira de S. Tiago renasce e volta à Vidigueira em Julho

A histórica Feira de S. Tiago, conhecida em tempos como “Feira dos Queijinhos”, está de regresso à Vidigueira entre 10 e 12 de Julho, renascendo como «uma plataforma de afirmação económica, cultural e turística» do concelho, anunciou o município alentejano.

«Mais do que recuperar uma memória coletiva profundamente enraizada no concelho, esta nova vida da Feira de S. Tiago pretende afirmar uma nova visão para um dos mais emblemáticos eventos da Vidigueira», refere a autarquia, em comunicado.

O evento «renasce com um conceito contemporâneo, pensado para valorizar aquilo que o território produz, aquilo que representa e aquilo que ambiciona ser», lê-se.

A Feira de S. Tiago quer «cruzar tradição, inovação, gastronomia, enoturismo, cultura e experiência», transformando a Praça Vasco da Gama «num espaço vivo e dinâmico, organizado em diferentes áreas temáticas».

O evento vai ter uma mostra económica e empresarial, espaços gastronómicos, experiências vínicas, programação cultural, zonas de convívio e um fórum dedicado à reflexão sobre território, turismo e desenvolvimento.

A identidade histórica da “Feira dos Queijinhos” estará «particularmente presente» na valorização dos produtos endógenos, das práticas tradicionais e da ligação da comunidade à sua história, «mas numa abordagem contemporânea, capaz de atrair novos públicos e projetar a Vidigueira para o futuro», assinala a autarquia.

Na zona contígua à Praça Vasco da Gama será igualmente recuperada a vertente mais tradicional e popular da Feira de S. Tiago, com a instalação de um espaço dedicado à habitual feira de levante, áreas de divertimentos e animação, recriando o ambiente característico que marcou durante décadas este certame.

A programação integrará ainda a recuperação da tradição taurina associada à feira, através da realização de uma Corrida de Toiros, reforçando a ligação do evento às suas raízes culturais e à memória coletiva do concelho.

A Feira de S. Tiago encerra a “Semana do Empreendedorismo”, com atividades em todas as freguesias, tendo como objetivo o incremento da coesão concelhia enquanto fator de desenvolvimento sustentável.

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Neurocientista lembra que a ciência é antídoto contra a desinformação

O neurocientista norte-americano Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, vai liderar em Lisboa e Porto o primeiro evento europeu National Geographic Live, durante o qual irá explicar como é possível ativar, implantar e apagar memórias. 

Intitulado “Untangling the Mind” (“Desembaraçando a mente”), o evento passa por Lisboa a 16 de junho e vai até ao Porto no dia 18, com ambas as sessões esgotadas.

O neurocientista vai falar da estrutura do cérebro, como funcionam as suas conexões e químicos, como produz música e algumas das coisas mais extraordinárias que consegue fazer, com foco na memória.  

“Vou falar da investigação contemporânea sobre a memória, que inclui como visualizar memórias, como ativar ou apagar memórias, e até como mudar ou implantar memórias no cérebro”, disse à Lusa o neurocientista, alertando para a necessidade de definir objetivos do conhecimento, já que a ciência é por si mesma “o melhor antídoto” contra a desinformação.

Ramirez explicou que há um benefício terapêutico na ativação de boas memórias. “Sabemos que, quando recordamos uma memória positiva e refletimos sobre ela, isso ativa os sistemas de dopamina do cérebro”, apontou. Coloca-nos de bom humor, expande a criatividade e a flexibilidade cognitiva durante algumas horas, estabiliza o ritmo cardíaco e pode inundar o corpo com hormonas que dão a sensação de euforia, descreveu.

O estudo biológico do funcionamento da memória pode ajudar a aumentar o volume nas memórias boas e reduzi-lo nas memórias más. É uma pesquisa que poderá ter resultados em contextos médicos, como no tratamento de Alzheimers ou de depressão. 

Mas não só. Ramirez, que inclui uma sessão de perguntas e respostas com a audiência no evento, espera que as pessoas retirem ideias práticas para a sua vida. “Podemos ver a memória como uma ferramenta que se pode usar para o nosso próprio bem-estar”, afirmou, chamando-lhe um canivete suíço. 

“A mensagem não é apenas de que a memória é poderosa, mas de que pode trabalhar para si”. 

No entanto, isso significa também que há um risco de manipulação e implantação de memórias falsas. Steve Ramirez comparou a memória a um Lamborghini que vai parar à era dos Flintstones e por isso precisa de cautela, cintos de segurança e ‘airbags’. 

“O marketing e a psicologia já perceberam todas as formas de implantar ideias e decisões na nossa cabeça. Queremos que este trabalho nos explique como isso funciona e porquê”, adiantou Ramirez. “E se nos podemos proteger contra isso”.

O neurocientista apontou que todos temos memórias implantadas e nos lembramos de coisas que não aconteceram exatamente dessa maneira. “Conseguimos fazer coisas incríveis com a neurociência moderna, como ativar ou apagar memórias. Mas qual é a ética? Qual o objetivo?”

Isso, referiu, é importante definir para evitar, por exemplo, a eficácia de sistemas de manipulação em massa. “A ciência é o melhor antídoto para a desinformação”, realçou. 

Para o especialista norte-americano, este campo é tão vasto que um dia poderemos ter uma tecnologia que permita descarregar e ver memórias como se fosse um filme. 

“Isso não quebra nenhuma lei da física”, declarou, frisando que através de elétrodos é possível registar num computador o que um rato está a ver. “Tendemos a ter cenários visuais nos nossos sonhos e essa atividade aparece no córtex visual. Por isso, é descodificar o campo visual”. 

Precisamos de ferramentas que consigam fazer a descodificação, mas Ramirez pensa que é possível, talvez nos próximos vinte anos. “Não é magia. É só ciência complexa que pode parecer magia”. 

Ramirez será acompanhado pelo biólogo e etólogo português Eduardo Sampaio, investigador do Instituto de Comportamento Animal Max Planck, na Alemanha, que falará sobre a diversidade de cérebros e processos cognitivos no meio animal.

O National Geographic Live é um formato de conferências em que os oradores são Exploradores National Geographic (National Geographic Exploreres). Esta é a estreia do formato na Europa e a primeira parte de cada sessão ficará a cargo do biólogo e etólogo português Eduardo Sampaio.

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Projetos âncora para mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados em Sines

Projetos âncora que visam mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados na próxima segunda-feira, 15 de Junho, em Sines, durante o evento “Da Ideia à Ação: Construir Soluções para o Alentejo”.

Este será o evento final da PlaCaPRe – Plataforma para o Reforço das Cadeias Produtivas Regionais, instrumento criado para apoiar a operacionalização da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI) do Alentejo 2030.

A sessão, a realizar no Hotel Sines Sea View, em Sines, reunirá empresas, entidades públicas, instituições do sistema científico e tecnológico, associações e parceiros regionais.

Estes Projetos Âncora para o Alentejo estão a ser desenvolvidos no âmbito da EREI Alentejo 2030, visando «gerar investimento, estimular a inovação e reforçar a competitividade do território».

Entre os temas em destaque, estarão a valorização dos recursos minerais, o hidrogénio verde, a defesa, a bioeconomia, a digitalização, a circularidade da economia, a inovação em saúde e os serviços de turismo e hospitalidade, «desenvolvidos a partir do trabalho colaborativo, promovido pela PlaCaPRe, e alinhados com os desafios e oportunidades» identificados para o Alentejo.

Mais do que um momento de apresentação, o evento pretende «criar condições para que as entidades conheçam oportunidades concretas de colaboração e possam manifestar interesse em integrar futuras parcerias e consórcios».

Como oradores participarão especialistas, investigadores e representantes de entidades de referência nacional.

O programa completo está disponível aqui.

O evento encerra com uma reflexão sobre os próximos passos necessários para transformar ideias e oportunidades em projetos concretos para o território, sobre o tema “Do Roadmap à Execução – O Futuro dos Projetos Estruturantes no Alentejo”.

A intervenção está a cargo de Tiago Teotónio Pereira, vogal executivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e membro da comissão diretiva do Programa Regional Alentejo 2030.

As inscrições para o evento podem ser efetuadas através do formulário disponível aqui.

A PlaCaPRe é uma iniciativa da CCDR Alentejo, coordenada pelo Sines Tecnopolo – Business Innovation Center do Alentejo e pela ACPMR – Associação Cluster Portugal Mineral Resources.

Contou com um investimento global na ordem dos 217 mil euros, financiado em 85% por fundos europeus.

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Fogo em Odemira foi dado como dominado ao final da noite de quarta-feira

O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.

O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.

Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.

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Fogo continua a lavrar em Odemira com uma frente ativa

O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.

Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.

Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.

«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.

O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.

Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.

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Fogo em Odemira combatido por mais de 160 operacionais

Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.

A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.

Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.

O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.

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Incêndio rural mobiliza mais de 160 operacionais em São Luís, Odemira

Um incêndio rural deflagrou na manhã desta quarta-feira, na localidade de São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, mobilizando um forte dispositivo de combate por parte dos meios de emergência e proteção civil. O alerta foi dado às 11h49, na zona de São Luís – M532, Lameiros, segundo dados da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Ao início da tarde, o incêndio encontrava-se ainda em curso, sendo combatido por 163 operacionais, apoiados por 56 viaturas terrestres e cinco meios aéreos, numa operação coordenada para evitar a propagação das chamas numa área de mato e vegetação rural.

As condições meteorológicas, frequentemente marcadas por temperaturas elevadas e vento no Alentejo nesta altura do ano, podem representar um desafio acrescido às operações no terreno, dificultando o controlo do incêndio e aumentando o risco de propagação para zonas envolventes. Até ao momento, não há indicação oficial de habitações ameaçadas ou vítimas associadas ao fogo.

Os bombeiros e restantes forças de proteção civil continuam a acompanhar a evolução da situação, enquanto os meios aéreos realizam descargas estratégicas para conter as frentes ativas do incêndio. As autoridades apelam à população para evitar deslocações desnecessárias à zona afetada e manter-se atenta às informações oficiais.

Este incêndio ocorre numa altura de maior vigilância devido ao aumento do risco de incêndio rural em várias regiões do país, reforçando a importância da prevenção e da rápida mobilização de meios de socorro.

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Odemira: Incêndio em São Luís combatido por 140 operacionais

O incêndio que teve início esta manhã na zona de São Luís, concelho de Odemira, está a ser combatido por 140 operacionais dos bombeiros, de acordo com fonte da Proteção Civil.

O incêndio em São Luís, está a consumir uma área de mato e teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.

No local estão envolvidos 140 elementos dos bombeiros apoiados por 47 viaturas.

No combate às chamas estão envolvidos sete meios aéreos.

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Atraso na linha do Algarve bloqueia reafetação de comboios para Alentejo

A reafetação de material circulante ferroviário diesel para fazer face a necessidades na Linha do Alentejo está bloqueada pelo atraso no processo de certificação da modernização da Linha do Algarve, indicou o Governo.

Este é um dos argumentos do gabinete do ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, na resposta à pergunta que o deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo lhe dirigiu há um mês, consultada hoje pela agência Lusa no site do parlamento.

Assinalando ter conhecimento da «existência de constrangimentos na disponibilidade de material circulante ferroviário» no país, a tutela diz que a situação resulta de «um prolongado período de desinvestimento na renovação da frota».

E isso faz com que seja utilizado «material com elevada antiguidade, o qual exige níveis acrescidos de manutenção e, consequentemente, condiciona a sua disponibilidade operacional», adiantou.

No caso da Linha do Alentejo, o ministério de Pinto Luz explica que «o atraso no processo de certificação da modernização da Linha do Algarve tem vindo a impedir a reafetação de material circulante diesel atualmente afeto àquela linha».

«Essa circunstância limita a flexibilidade na gestão da frota e na programação das intervenções de manutenção, com impacto na oferta disponível», salienta.

De acordo com o gabinete do ministro, a conclusão da eletrificação da Linha do Algarve está prevista para Julho, o que vai permitir «uma gestão mais eficiente da frota diesel da CP» e o reforço dos serviços ferroviários não eletrificados.

A tutela diz que há um acompanhamento do cumprimento das obrigações de serviço público, revelando estarem «em curso ações de monitorização e fiscalização, através das quais se avaliam os níveis de serviço prestado e se identificam medidas corretivas».

Segundo o Governo, a CP «dispõe de mecanismos operacionais para mitigar situações de rutura de oferta, incluindo a reafetação de material circulante entre linhas, adaptação de horários e, sempre que possível, reforço de meios alternativos de transporte».

O gabinete do ministro admite que o aluguer de material circulante é «uma solução que tem vindo a ser analisada no contexto da gestão global da frota, tendo em consideração as limitações técnicas, operacionais e financeiras associadas».

Nesta resposta, a tutela destaca ainda a compra de 22 automotoras da Stadler e de 153 da Alstom para reforço e substituição gradual do material circulante existente.

«Prevê-se que as primeiras três automotoras bimodo [diesel e elétrica] da Stadler entrem ao serviço no primeiro trimestre de 2027, estando prevista a sua alocação à Linha do Alentejo», acrescentou.

Em meados de Maio, o deputado Fabian Figueiredo questionou o Governo sobre o que dizia ser a «degradação do serviço ferroviário na Linha do Alentejo», alertando para dois incidentes ocorridos no troço Beja-Casa Branca, no dia 5 daquele mês.

Um dos episódios está relacionado com uma automotora, que, devido a uma avaria, ficou parada com os passageiros no seu interior, a cerca de cinco quilómetros da estação ferroviária de Casa Branca, referia então o parlamentar.

O outro diz respeito ao transporte rodoviário substituto de uma automotora avariada, que, por causa de uma estrada cortada devido a obras, «acabou por se desviar para um caminho de terra batida», quando seguia para Casa Branca.

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Incêndio na área de Odemira consome zona de mato

Um incêndio em São Luís, concelho de Odemira, distrito de Beja, está neste momento a consumir uma área de mato.

O incêndio teve início às 11h49, altura em que foi dado o alerta à Proteção civil.

No combate às chamas estão envolvidos 44 operacionais dos bombeiros apoiados por 12 viaturas.

No local, numa intervenção inicial, estão empenhados três meios aéreos.

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Quercus é parceira do primeiro filme português comcertificação ambiental internacional Green Film

A Quercus associou-se à produtora Wonder Maria no apoio à divulgação da longa-metragem “18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, que estreia no
feriado do dia de Portugal dia 10 de junho, nas salas NOS.

Esta parceria nasce do reconhecimento de um projeto cinematográfico que, para além de abordar na sua narrativa a relação entre o ser humano, o território e as alterações climáticas, integrou práticas concretas de sustentabilidade ao longo de todo o processo de
produção, desde a conceção até à rodagem.

Além disso, parte da receita de bilheteira ajudará a Quercus na reflorestação de áreas afetadas pelos incêndios, com 1% dos lucros da produtora Wonder Maria a reverter para o projeto Criar Bosques.

Para a Quercus, este filme constitui um exemplo relevante de como a criação artística pode contribuir para a sensibilização ambiental, promovendo o debate público sobre os impactos das alterações climáticas, a transformação do território e a forma como as comunidades se relacionam com os lugares que habitam.

Esta colaboração aproxima a cultura, o cinema e a ação ambiental, reconhecendo o papel da arte enquanto ferramenta de reflexão,
mobilização e transformação social.

“18 Buracos para o Paraíso”, de João Nuno Pinto, é uma coprodução entre Portugal, Itália e Argentina e integrou seleções oficiais de festivais internacionais como Tallinn e Mar del Plata, estando igualmente confirmado na seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara.

É o primeiro filme português a obter a certificação ambiental internacional Green Film, distinção que reconhece práticas sustentáveis implementadas em produções audiovisuais. Este reconhecimento foi destacado pela Portugal Film Commission, no âmbito do programa PIC Portugal.

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Nova Alfândega de Sines entra em funcionamento em Janeiro de 2027

A Alfândega de Sines entra em funcionamento em janeiro de 2027, anunciou na sexta-feira, dia 9 de Junho, o ministro das Finanças, que salientou a mudança importante para o principal porto do país.

«De facto foram muitos anos, um certo imobilismo não efetuou esta alteração [que] pode parecer, sobretudo aos olhos de quem está de fora, cirúrgica e se calhar com menos impacto, mas para quem está aqui era de facto uma alteração muito relevante», referiu Joaquim Miranda Sarmento.  

O governante falava na cerimónia de lançamento da Alfândega de Sines, que se realizou ontem no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

«Esta decisão que tomámos é de facto muito importante para ajudar no dinamismo desta região e com isso no dinamismo do país», realçou.

Em comunicado, o Governo revelou que a nova Alfândega, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 1 de Janeiro de 2027.

A decisão de transformar a atual delegação aduaneira numa Alfândega deve-se à «evolução da atividade aduaneira» devido «à crescente relevância estratégica do Porto de Sines no contexto do comércio internacional e das cadeias logísticas globais», sublinhou.

Segundo o ministério das Finanças, o reforço desta estrutura da Autoridade Tributária permitirá igualmente «assegurar uma gestão mais eficiente e especializada das operações aduaneiras» neste complexo portuário.

Por seu lado, a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, também presente na cerimónia, referiu que a futura alfândega permitirá prestar um melhor serviço à comunidade, às empresas e ao país. 

«A facilitação do comércio internacional legítimo passa pela simplificação e digitalização de processos. Cada minuto poupado num terminal, cada documento eliminado, representa ganhos de competitividade reais para as empresas e para a economia nacional», salientou.

Já para o presidente do conselho de administração da APS, Pedro do Ó Ramos, tratou-se de um «dia histórico» e de um «ato de justiça» para o maior porto nacional.

«Não se percebia como o maior porto nacional, o Porto de Sines, que movimenta mais de 50% da carga marítima de todo o país, não tinha uma alfândega. E é, neste momento ainda, uma delegação de Setúbal», sublinhou. 

No seu entender, a nova estrutura vai permitir maior celeridade, proximidade e capacidade de decisão no apoio aos operadores económicos, reforçando a competitividade do porto. 

Segundo um comunicado da administração portuária, a criação da nova Alfândega de Sines vai implicar o reforço de sete trabalhadores, assim como a expansão das instalações.

A nova estrutura passará a «contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um diretor e um diretor adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos», indicou. 

Segundo o Governo, no âmbito da reorganização territorial dos serviços aduaneiros desconcentrados, proceder-se-á à eliminação da Alfândega do Jardim do Tabaco, prevendo-se a sua reconfiguração como delegação aduaneira.

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Município de Reguengos de Monsaraz sensibiliza para a adoção de cães nas Festas de Santo António

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A adoção de cães durante as Festas de Santo António de Reguengos de Monsaraz, que decorrem de 10 a 14 de junho no centro da cidade, com o apoio na divulgação da iniciativa pela Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz, vai merecer a promoção da autarquia.

No stand da instituição, situado na Praça da Liberdade, os utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI) vão incentivar a adoção de 16 cães, machos e fêmeas, que terão as fotografias em exposição no gradeamento do edifício da Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz.

A Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz acaba de divulgar que quem desejar adotar um cão deverá contactar a autarquia para dar início ao processo.
Nesta exposição haverá cães de várias raças, como Braco Alemão, Border Collie, Epagneul Bretão, Rafeiro do Alentejo, Pointer e Labrador Retriever.

Bico M Adulto Border Collie

A iniciativa pretende dar visibilidade a animais que procuram uma família e sensibilizar a população para a importância da adoção responsável. Ao envolver os utentes do CACI nestas atividades, a Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz promove igualmente a participação ativa na vida da comunidade, valorizando o papel de cada pessoa na construção de uma sociedade mais inclusiva, solidária e consciente.

Paralelamente, também durante as Festas de Santo António, na Loja Capacit’Arte, situada no Mercado Municipal, decorre a iniciativa “Suculentas com o coração e adoção de animais”, através da qual os visitantes poderão adquirir arranjos de suculentas produzidos pelos utentes do CACI. As receitas revertem a favor da Associação Ani+, contribuindo para o apoio aos animais acolhidos e para o desenvolvimento do trabalho de proteção animal realizado pela instituição.

Refere a autarquia, por último, que a adoção representa uma oportunidade de proporcionar um novo lar e uma nova vida a animais que aguardam uma família, sendo também um gesto de solidariedade e compromisso. Ao mesmo tempo, importa reforçar a mensagem de que o abandono é um ato de negligência com graves consequências para o bem-estar animal e para a própria comunidade.

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Sines passa a ter Alfândega própria

Criação da Alfândega de Sines anunciada pelo Ministro de Estado e das Finanças reforça competitividade do principal porto nacional

No Auditório da Administração dos Portos de Sines (APS) e do Algarve, SA realizou-se ontem, 9 de junho, uma cerimónia em que esteve presente o Ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e a Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, para anunciar a criação da Alfândega de Sines.

Em causa, a implementação de uma medida, que confere autonomia aduaneira ao principal porto nacional e responde a uma reivindicação há muito defendida pelos agentes económicos da região.

Saliente-se que com esta decisão, Sines deixa de funcionar como delegação da Alfândega de Setúbal, passando a dispor de uma estrutura própria, adequada à dimensão e relevância estratégica do complexo portuário e logístico, passando a contar com 33 efetivos e uma estrutura orgânica reforçada, contando com um Diretor e um Diretor Adjunto, Núcleo de Procedimentos Fiscais e Núcleo de Impostos sobre Veículos.

Em nota distribuída à imprensa é salientado que a criação da Alfândega de Sines representa um passo importante para o reforço da competitividade do porto, contribuindo para uma maior agilidade operacional, maior capacidade de resposta às necessidades das empresas e uma gestão mais eficiente dos processos aduaneiros.

De acordo com o presidente do Porto de Sines, Pedro do Ó Ramos, “a criação da Alfândega de Sines constitui um reconhecimento da importância estratégica que o Porto de Sines assumiu para Portugal e para a Europa. Esta decisão reforça a eficiência do ecossistema logístico e industrial instalado em Sines e contribui para aumentar a competitividade de toda a cadeia de valor associada ao comércio internacional”.

Saliente-se que o Porto de Sines tem vindo a afirmar-se como uma das principais plataformas logísticas da Europa Atlântica, desempenhando um papel determinante nas cadeias globais de abastecimento, no comércio internacional e na captação de investimento industrial e logístico. A criação da Alfândega de Sines acompanha esta evolução e reconhece a crescente relevância do complexo portuário, industrial e logístico no contexto nacional e europeu.

Por outro lado, a autonomização da estrutura aduaneira acompanha o crescimento sustentado da atividade portuária e o aumento dos fluxos de mercadorias movimentados através de Sines, reforçando as condições para a continuidade do seu desenvolvimento.

A cerimónia contou com a presença de membros do Governo, presidentes da Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Sines e representantes da Autoridade Tributária e Aduaneira, entidades da administração pública, autoridades portuárias e agentes económicos ligados aos setores marítimo-portuário, logístico e industrial. 

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Temperaturas máximas sobem e podem chegar aos 40°C no Alentejo na sexta-feira

Portugal continental vai registar temperaturas elevadas entre hoje e sábado, dias 10 a 13 de Junho, com as máximas a chegarem aos 40 graus Celsius no Alentejo na sexta-feira, adiantou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Esta quarta-feira, dia 10, a temperatura máxima irá variar entre os 25 e os 35°C, com «exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores», referiu o instituto em comunicado.

Já no dia 11, quinta-feira, a subida será «mais acentuada», podendo subir cerca de 10°C em alguns locais.

Sexta-feira, dia 12, será o dia mais quente deste período, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40°C na generalidade do território.

Para já, no continente só o distrito de Faro escapa aos avisos amarelos por «persistência de valores elevados da temperatura máxima» previstos para sexta-feira, dia em que Évora pode chegar aos 40°C.

As temperaturas elevadas são esperadas até sábado, dia 13.

«Para além de se esperarem dias de céu pouco nublado ou limpo, a diminuição da intensidade do vento irá contribuir de forma significativa para uma sensação de aquecimento mais significativa», assinala o IPMA.

O instituto realçou que a temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20°C até à noite de 13 para 14 de Junho.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

De acordo com o IPMA, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».

«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», explicou o instituto.

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Odemira recebe 750 mil euros para recuperar danos provocados pelas tempestades

O Município de Odemira assinou um contrato‑programa com a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) e o Fundo Ambiental, no valor de 750 mil euros, para financiar intervenções urgentes de recuperação e restabelecimento das zonas costeiras afetadas pelas tempestades.

A formalização deste financiamento decorreu na segunda-feira, 8 de Junho, em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, no âmbito da iniciativa “Territórios Resilientes”.

A representar o Município de Odemira esteve o vice-presidente da Câmara, Ricardo Cardoso.

A cerimónia foi presidida pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e contou também com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da APA, José Pimenta Machado.

No concelho de Odemira, o contrato-programa destina-se à reconstrução de infraestruturas das zonas costeiras danificadas e na reposição de condições de segurança, designadamente a beneficiação de escadas, passadiços, rampas e consolidação de acessos.

As obras financiadas ao abrigo destes contratos serão executadas pela autarquia, sendo que algumas intervenções já estão em curso, com a autorização do Governo para avançar com os trabalhos após as tempestades.

Este financiamento é assegurado pelo Fundo Ambiental, sob gestão da Agência para o Clima.

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Hotéis do Alentejo com ocupação média superior a 75% graças a “escapadinhas”

As “escapadinhas” proporcionadas pelos feriados e pontes levam muitos turistas ao Alentejo, sobretudo portugueses, com os alojamentos turísticos a registarem uma ocupação média superior a 75%, indicou hoje o presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT).

Em declarações à agência Lusa, o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo, José Manuel Santos, realçou que, por estes dias, a região alentejana regista «uma ocupação média acima de 75%, com uma maior concentração nos principais polos turísticos».

«O Alentejo está com uma excelente dinâmica de crescimento no mercado interno. Os últimos dados oficiais demonstram que é a região que, no acumulado dos primeiros quatro meses do ano, mais está a crescer no mercado nacional», referiu.

E neste período com feriados a meio da semana que permitem aos portugueses fazer ponte, salientou José Manuel Santos, o Alentejo «não fugiu a essa regra».

Escusando-se a fazer comparações com anos anteriores, alegando que os feriados não coincidem, o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo assinalou que, de janeiro a abril, a região alentejana cresceu mais do que no mesmo período do ano passado.

«Portanto, a nossa expectativa é que também Maio e Junho nos tragam resultados oficiais superiores aos mesmos meses do ano passado», sublinhou, preferindo esperar por Julho para ter «uma noção mais clara» na comparação com os dados do ano passado.

José Manuel Santos revelou que as taxas de ocupação mais altas registam-se em alojamentos das regiões de Évora, que inclui concelhos vizinhos e a zona de Alqueva, de Beja, no «triângulo Portalegre, Castelo de Vide e Marvão» e na costa alentejana.

Segundo o responsável, os portugueses, maioritariamente oriundos da Área Metropolitana de Lisboa, representam «entre 60% a 70%» do total de turistas que estão de visita ao Alentejo, seguidos dos espanhóis, com uma percentagem de «10% a 12%».

Quanto ao Verão, o presidente da ERT do Alentejo e Ribatejo disse que «é cedo para dizer se este será melhor que o do ano passado», pois «as reservas são cada vez mais ‘last minute’ [reservas de última hora]».

«A nossa convicção é que o mercado português continuará a preferir o Alentejo e temos expectativa que os resultados que temos vindo a alcançar nesses primeiros meses se mantenham durante o verão», acrescentou.

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