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Carapau crocante vence terceira edição do Nutri Challenge da UTAD

VTM

Integrado na unidade curricular de Gastrotecnia e enquadrado no projeto ReFOOD4North, o concurso pretende estimular a criatividade e a inovação dos alunos, promovendo soluções alimentares que conciliem qualidade nutricional, sustentabilidade ambiental e acessibilidade económica.

Para Carla Gonçalves, docente da unidade curricular, a ligação entre a universidade e o tecido empresarial tem um papel fundamental na motivação dos alunos. “Este tipo de iniciativas com ligação às empresas motiva os estudantes a demonstrarem aquilo que valem e querem muito que o seu valor, aprendido dentro das portas da Universidade, passe para a sociedade”, afirmou.

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Ouro e prata caem mais de 2% para novos mínimos desde o final de março

O preço do ouro e da prata registou esta quarta-feira uma queda superior a 2%, para novos mínimos desde meados de março, afetado pelo fortalecimento do dólar e pelas expectativas de subidas das taxas de juro.

De acordo com dados da Bloomberg, às 09:30 em Lisboa, a onça ‘troy’ de ouro descia 2,21% e cotava-se a 4.166,9 dólares, caindo para o seu nível mais baixo desde 23 de março passado.

Por sua vez, o preço da prata descia 2,30%, para 63,85 dólares, também o nível mais baixo desde 23 de março.

Este ano, o ouro já desvalorizou quase 3,5% e, desde o início do conflito no Médio Oriente, em 28 de fevereiro, caiu quase 20%.

Desde o seu máximo histórico de 5.595,47 dólares, em 29 de janeiro, o ouro perdeu quase 26% do seu valor.

No caso da prata, a cotação regista uma queda de 10,6% no acumulado do ano. Desde o início das tensões no Irão, o recuo ultrapassa os 27% e atinge os 47% desde 29 de janeiro, quando atingiu máximos históricos nos 121,65 dólares.

Os especialistas explicam que os metais preciosos estão a ser afetados pelo fortalecimento do dólar após o início da guerra no Irão, além das maiores expectativas de subidas das taxas de juro por parte dos bancos centrais face ao forte aumento da inflação, consequência da revalorização do preço da energia.

O analista da XTB, Manuel Pinto, citado pela agência Efe, salienta que os metais preciosos continuam sob pressão devido ao fortalecimento do dólar e à subida das taxas de rendibilidade da dívida, impulsionadas pelas expectativas de uma política monetária mais restritiva por parte da Reserva Federal dos EUA (Fed).

“No entanto, a incerteza em torno da primeira reunião do novo presidente da Fed e as dúvidas sobre a capacidade do organismo para conter as pressões inflacionistas poderão aumentar os receios de um cenário de estagflação, um ambiente historicamente favorável para ativos como o ouro e a prata”, afirma.

Os especialistas da Indosuez Wealth Management indicam também que, embora o ouro tenha tido dificuldades em avançar desde o início do conflito no Médio Oriente, devido principalmente ao desaparecimento das expectativas de cortes nas taxas de juro, continuam a considerar que, a médio prazo, o contexto geopolítico global e a diversificação das reservas se mantêm como fatores de apoio para o metal precioso.

A UBS mantém-se otimista em relação ao ouro a médio prazo e prevê que o seu preço atinja os 5.500 dólares por onça durante o primeiro semestre de 2027.

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Faro hasteia Bandeiras Azuis e reforça acessibilidade, segurança e sustentabilidade nas praias do concelho

O Município de Faro assinalou esta terça-feira, 9 de junho, o hastear oficial das Bandeiras Azuis nas praias de Faro, Ilha da Barreta (Ilha Deserta), Ilha do Farol e Ilha da Culatra, distinguindo, uma vez mais, a qualidade ambiental, a segurança e os serviços disponibilizados nestas zonas balneares do concelho.

Para além da Bandeira Azul, foram igualmente hasteadas as distinções Qualidade de Ouro e Praia Zero Poluição, reconhecimentos que reforçam o compromisso contínuo do Município de Faro com a preservação ambiental, a gestão sustentável do território e a promoção de um turismo responsável. A acessibilidade voltou a merecer especial atenção nesta época balnear.

Na Praia de Faro, junto ao Parque de Campismo, foi hasteada a bandeira “Praia Acessível”, que certifica as condições existentes para garantir o usufruto da praia por todas as pessoas, independentemente das suas capacidades físicas. Para além das habituais cadeiras anfíbias, das rampas e do tapete de acesso ao mar, foi instalada uma nova pérgula e um deck de apoio, proporcionando maior conforto e melhores condições de utilização aos visitantes com mobilidade reduzida ou outras limitações. Ainda no âmbito da valorização dos espaços balneares, foram colocadas três poltronas produzidas com materiais reutilizados, integrando o código de conduta para a utilização responsável da praia, bem como um sistema de limpeza dos pés que permite remover a areia sem desperdício de água. Paralelamente, foram realizadas diversas intervenções de manutenção e melhoria das infraestruturas existentes, contribuindo para uma experiência mais confortável e agradável para residentes e visitantes. A qualidade e segurança das praias continuam a ser uma prioridade para o Município.

Durante toda a época balnear é assegurada a limpeza diária das instalações sanitárias, incluindo equipamentos adaptados para pessoas com mobilidade reduzida. São igualmente realizadas colheitas e análises regulares à qualidade da água e da areia, garantindo condições adequadas para uma utilização segura dos espaços balneares. As praias do concelho dispõem ainda de vigilância permanente por nadadores-salvadores e de todos os equipamentos de segurança necessários para assegurar a proteção e o bem-estar dos banhistas.

No âmbito do Programa Bandeira Azul, o Município de Faro promove também um conjunto alargado de ações de educação ambiental dirigidas à comunidade escolar, aos utilizadores das praias e à população em geral. Estas iniciativas, desenvolvidas nas escolas, no Polo Ambiental e nos diversos espaços balneares do concelho, procuram sensibilizar para a importância da conservação dos recursos naturais e incentivar a participação ativa de todos na proteção do ambiente.

Com estas distinções e investimentos, o Município de Faro reafirma o seu compromisso com a qualidade ambiental, a inclusão, a segurança e a valorização sustentável do seu património natu-ral, consolidando o concelho como um destino de excelência para residentes e visitantes.

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Plataforma Nordeste Vivo opõe-se a parques eólicos e fotovoltaicos

VTM

O movimento, que se apresenta como apartidário, foi anunciado por José Jambas, um dos seus membros, que destacou a união de representantes de setores como turismo, meio ambiente, hotelaria e agricultura. A Plataforma Nordeste Vivo visa defender o território do Nordeste Transmontano e a qualidade de vida das populações locais.

José Jambas afirmou que a plataforma procura esclarecer a situação dos projetos de hibridização das barragens de Picote, Bemposta, Baixo Sabor e Foz Tua, onde a elétrica francesa Engie anunciou a instalação de parques de grande dimensão. “Todo este processo de implantação de parques eólicos e fotovoltaicos têm surgido de forma camuflada”, criticou, sublinhando que as comunidades afetadas não têm sido consultadas adequadamente.

Os membros da plataforma defendem que é necessário garantir seriedade e transparência nos processos de licenciamento, permitindo que as comunidades tenham uma voz ativa. Jambas enfatizou que, embora a plataforma seja favorável à transição energética, é contra a imposição de produção industrial na região.

A Plataforma Nordeste Vivo considera que o Nordeste Transmontano não deve ser visto como um espaço vazio para ocupação industrial, mas sim como uma terra rica em tradições e modos de vida que estão intimamente ligados à paisagem e cultura local. O movimento destaca que a agricultura, pecuária, caça, apicultura e turismo são atividades que devem ser preservadas.

Além disso, a plataforma alerta para os impactos profundos e irreversíveis que a instalação de megaprojetos de energia pode causar, incluindo efeitos diretos na saúde e qualidade de vida das populações, bem como a perda de solos férteis e áreas de pastorícia. Jambas afirmou que a região já contribui significativamente para a produção energética nacional e que a imposição de novos projetos vai contra a estratégia de desenvolvimento do território.

Por fim, a Plataforma Nordeste Vivo reivindica transparência total nos processos de licenciamento e a realização de Estudos de Impacto Ambiental rigorosos e acessíveis ao público antes de qualquer aprovação dos projetos propostos.

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Porque precisamos de usar aparelho se os nossos antepassados não precisavam? O ouro explica

Civilizações antigas tinham consciência dos problemas dentários e tentavam ocasionalmente soluções simples, mas não tinham nem a necessidade nem a tecnologia para mover dentes como fazemos atualmente. Os antigos egípcios e os etruscos foram pioneiros da ortodontia, usando delicados fios de ouro e categute para endireitar dentes. É uma história que aparece há décadas em manuais de medicina dentária, retratando os nossos antepassados como surpreendentemente modernos na sua busca pelo sorriso perfeito. Mas quando arqueólogos e historiadores da medicina dentária finalmente analisaram as provas com atenção, descobriram que grande parte disso é mito. Veja-se a ponte dentária de El-Quatta, no

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CIM Douro quer acelerar modernização do território

A Comunidade Intermunicipal do Douro participou no “Portugal Nação Global” com o objetivo de “reforçar a ligação à diáspora portuguesa e promover novas oportunidades de investimento no território duriense”. O encontro, realizado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, no…

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