U.S. mortgage rates are staying high – and the Federal Reserve can do little about it



He was the swift-footed Achilles, the greatest warrior of the Trojan War, a semi-divine hero whose very name was synonymous with speed and power. And yet, for centuries, the smart brilliance of an ancient Greek philosopher has left him perpetually—and quite comically—stuck behind a tortoise. Zeno’s paradox presents a philosophical conundrum that still captivates people millennia after it first questioned the intellectual doctrines of Ancient Greece.
It is a paradox that prompts us to question the nature of motion and reality itself. Specifically, it compels us to explore the infinite—a concept that still confounds quantum physicists today.
Picture the scene: Achilles, in all his glorious, muscular beauty, lines up against a tortoise. The tortoise, naturally, gets a head start—a gesture of fair play, one might say, that quickly devolves into philosophical torture.

During this event, Achilles, being well, would instantly sprint past the slow tortoise. But Zeno, with a mischievous twinkle in his eye, argued otherwise. Before Achilles can even reach the position where the tortoise started, the cute little animal will have managed to go forward a little compared to its initial position.
When Achilles finally arrives at that particular spot, the tortoise has moved again. This would carry on forever. This continuous cycle, Zeno noticed, continues ad infinitum, meaning Achilles is forever playing catch-up, never truly reaching the tortoise. It sounds childish and blatantly wrong, but is it? Think about it. It makes sense. It’s enough, at least, to make you wonder about what’s real and what isn’t.

This confused the ancient Greeks, whose understanding of infinity was still rudimentary. It challenged the very idea of continuous motion, suggesting that movement itself might be an illusion, a series of frozen moments rather than a fluid progression. Indeed, Zeno’s mentor, Parmenides, had famously argued that reality was static and unchanging, and our perception of movement was nothing but a trick of the senses.
Zeno, always the loyal—and brilliant—student, used his paradoxical skills skillfully as an intellectual shield for this peculiar paradox. One can almost imagine the expressions on the faces of Athenian philosophers as Zeno calmly explained why their fastest runner could never quite outrun a slow tortoise.
Of course, modern humans comprehend concepts such as calculus, therefore understanding that Zeno’s apparent deadlock is resolved. Mathematicians like Newton and Leibniz, centuries later, demonstrated that an infinite series of ever-decreasing distances can indeed sum to a finite total.
This means that in Zeno’s paradox, Achilles does overtake the tortoise; the finish line, for him, is not an illusion. Yet, to dismiss Zeno’s paradox completely as a mathematical footnote and a logical mistake would be to miss its profound impact on human thought.
It was a puzzle that had such a consequential effect that it shaped our understanding of the universe. Consider quantum mechanics, for example, where particles seem to exist in multiple states simultaneously—a concept similar to Zeno’s discomfiting fragmentation of reality.
Our digital devices work by breaking down continuous processes into tiny, distinctive steps. This is similar to how a movie creates the illusion of motion from individual frames. This approach, which traces back to Zeno’s ideas about infinitely dividing space and time, is embedded in much of our modern technology.
However, beyond academia and the complex equations of physics that ordinary people can’t even comprehend, the paradox of Achilles and the tortoise has a surprisingly relatable, almost melancholic, wisdom for our own lives that is easier to grasp.

How many times have we felt like Achilles, tirelessly chasing a goal, a dream, or even just the promise of a calmer, better tomorrow, only for it to perpetually remain just out of reach? Life, too, often feels like a series of infinite, tiny steps, each requiring immense effort, each seeming to bring us no closer to the finish line despite the progress we make daily.
Yet, Achilles and the tortoise, when illuminated by the light of calculus, can become a story of hope. It tells us that even an infinite process can have a finite, tangible result, perhaps representing the better tomorrow we all strive for. Progress is undeniably real, however gradually it arrives.
So, the next time you feel stuck, relentlessly pursuing a goal that seems to go further away with every step, remember Achilles and that remarkably slow tortoise.
Zeno, the ancient Greek mastermind, may have created this paradox to confound his contemporaries. But in doing so, he left us with a timeless truth: movement—whether through space, thought, or life itself—is never as simple as it appears. Yet, if we keep putting one foot in front of the other, even if the journey feels impossibly long, like Achilles, we will get there. Eventually.

Segundo a organização, os sem-terra plantaram mais de 5 mil mudas e semearam cerca de 30 toneladas de sementes em Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Sergipe.
Este ano, a jornada teve como lema o mote “combater o agronegócio é cuidar da natureza!” e serve como plataforma para o MST defender a reforma agrária “como solução para o avanço dos cuidados com o meio ambiente”.
Ao mesmo tempo, a organização denuncia o que classifica como “crimes ambientais do agro-hidro-minero-negócio” e os “que exploram os bens comuns da natureza em larga escala”, em um momento em que, na avaliação do movimento, “o agronegócio aprova leis que aumentam a destruição ambiental”.
Neste sábado (6), em São Paulo, o MST promoveu um ato contra a instalação de um incinerador no bairro de Perus, na zona noroeste da capital paulista. Além dos sem-terra, a manifestação reuniu moradores da região, ambientalistas e integrantes de outras organizações sociais.
O incinerador integra o chamado EcoParque Bandeirantes, que a prefeitura de São Paulo pretende instalar no antigo Aterro Sanitário Bandeirantes, em parceria com uma empresa privada.
O aterro funcionou por 28 anos e teve suas operações encerradas em 2007. Desde então, consta da lista de Áreas Contaminadas em Processo de Remediação (ACRe), da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
Além do incinerador, o projeto do EcoParque prevê um biodigestor, uma unidade de compostagem, outra de biossecagem, e uma central mecanizada de triagem de resíduos. E, segundo a prefeitura, visa a “otimização da reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, a agregação de valor aos diversos subprodutos gerados, a geração de energia com baixa emissão de GEE e a redução dos volumes destinados à disposição final em aterros.
No entanto, de acordo com o MST, o projeto contraria os interesses de diferentes segmentos sociais que coabitam o bairro de Perus e região, incluindo indígenas que vivem no Pico do Jaraguá, próximo ao antigo aterro sanitário.
“O projeto de instalação do Incinerador em Perus mostra qual é o projeto da burguesia e do agronegócio para o Brasil: para a periferia, para o povo pobre, para os camponeses, para a classe trabalhadora é sempre a poluição, os detritos. Para deixar bonita a área da burguesia, empurram para nós os detritos”, criticou, em nota, Luciano Carvalho, da direção estadual do movimento.

Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. É justamente a água o assunto que faz esses ativistas se encontrarem. Eles participam de uma série de painéis sobre o direito à água, saneamento e resiliência climática.
O evento global no país árabe é considerado o mais importante encontro sobre o tema e busca fortalecer a governança da água e elevar o assunto na agenda internacional.
A especialista em planejamento urbano Andrea Pulici levantou a discussão sobre o custo da universalização do saneamento no Brasil. Ela lembrou que o Marco Legal do Saneamento, conjunto de leis e regulações voltadas a todas as esferas de governo, determina que o país alcance a universalização até o fim de 2033. Isso representa a meta de ter 99% da população brasileira com acesso à água tratada; e 90% à coleta e tratamento do esgoto.
De acordo com a especialista, são necessários investimentos na ordem de R$ 114 bilhões por ano para atingir o objetivo. O dado vai ao encontro da estimativa já divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), órgão federal que regula o setor, que projeta até R$ 900 bilhões em 2033.
Para Andrea Pulici, mais importante que o investimento necessário, é preciso foco no “custo de não fazer”.
“Quanto vale ter uma comunidade inteira sem medo de ter uma inundação? Quanto custa para uma família ter, de fato, acesso à água e com isso ter acesso a serviços?”, questiona ela.
Ela exemplifica a falta de saneamento como obstáculo à cidadania quando uma família não tem água na escola do filho. “Será que não ter isso não é muito mais caro que os R$ 114 bilhões?”, completa.
Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico apontam que 84,1% da população é atendida com rede de abastecimento de água. Em termos de coleta, 62,3% da população é atendida com rede coletora de esgoto, enquanto 51,8% do volume gerado de esgoto é tratado.
A ativista Johari Silva, da organização não governamental Ação da Cidadania, defende que o debate sobre direito à água deve ser relacionado à dignidade.
"Sem água a gente não tem dignidade, não tem sobrevivência alimentar, não tem saúde, a gente não tem nada”, afirma.
Johari defende que a “diplomacia climática” não pode ser restrita a governos e entidades privadas, sem ouvir as organizações da sociedade civil. “Precisa ouvir as comunidades tradicionais, as periferias urbanas, os povos indígenas, os ribeirinhos e todos os outros grupos que são impactados diretamente pela falta de acesso à água”, sustenta.
A ativista também é educadora e ressaltou que a Ação da Cidadania possui projetos voltados para “instrumentalizar jovens”. “Para que eles consigam ocupar espaços de tomada de decisão de onde, muitas vezes, somos tirados ou não conseguimos ter acesso”.
A diretora de Planejamento da Águas Resilientes, Verena Meirelles, aponta que a missão do instituto é desenvolver estratégias para o acesso a água.
“Qual estratégia é melhor que escutar quem pensa e quem passa na pele as dificuldades sobre o acesso a água?”, indaga.
Ela espera que levar a Declaração das Juventudes para o encontro da ONU seja um passo a mais na concretização da missão do instituto.
“Fazer com que todos saibam que não dá para deixarmos para depois essa pauta, devemos agir agora e com todos”, pontua.
O fundador e diretor-presidente da organização, Erleyvaldo Bispo, enxerga na declaração uma forma de mostrar ao mundo “a importância da valorização da água” e incluir o Brasil e toda a América Latina e o Caribe no centro do debate.
“No mundo temos 2,2 bilhões de pessoas que não têm acesso a uma fonte segura de água e no Brasil são aproximadamente 35 milhões”, contextualiza.
Ele ressalta que a maioria dessas pessoas está no chamado Sul Global, espaço geopolítico que reúne países em desenvolvimento, como o Brasil.
“Precisamos ser vistos nesse espaço multilateral e estar na tomada de decisão. Aliás até quando a água será subvalorizada?”, pergunta.
Ao comentar o papel dos jovens na sociedade, a gerente de programas para democracia na América Latina na Open Society Foundations, Sylvia Siqueira, aponta que eles "não são apenas o futuro", mas também "as referências que o mundo precisa para o futuro poder existir".
“Vocês são nossas referências de imaginário e poder de sonho. Então, vamos continuar sentindo essa força e essa chama, não só ao longo do dia de hoje, mas por muito tempo adiante”, declarou Sylvia.
O cientista político e estrategista internacional Matheus Marlisson classifica a crise climática como “o maior desafio que a gente está enfrentando nesse milênio”.
Ele defende que o Brasil tem lugar de destaque na diplomacia global sobre água e meio ambiente, que precisa unir proteção ambiental e desenvolvimento justo, sustentável e próspero.
“O Brasil no debate da Conferência da Água, pode trazer uma visão cada vez mais integrada com a sociedade civil, com a política e com outros atores que fazem parte desse processo de desenvolvimento”, disse à Agência Brasil.
Ele acredita que a juventude brasileira é “extremamente potencializada” e caminha para lugar de referência no debate global.
“A gente vê nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades ribeirinhas, no Nordeste, no contexto rural que a juventude não está parada”, avalia.
A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL-RJ), criada na comunidade de São Carlos, região central do Rio de Janeiro, relaciona justiça pela água e justiça climática. “Os dois temas andam atrelados”.
Ela aponta que a governança de temas ligados à água é “um desafio” e que encontros como o deste sábado, com jovens de territórios vulnerabilizados, contribuem para que haja marcos de governança territorial.
“O espaço do debate desse encontro é o primeiro passo importantíssimo, porque não existe gestão democrática de recursos que não seja com participação cidadã”, afirmou à Agência Brasil.
A parlamentar preside a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O mandante da partida, Sesi Araraquara, chega para o confronto ocupando a vice-liderança ao lado do Unimed Campinas, ambos com 29 pontos. Do outro lado da quadra estará o líder isolado da competição, o Sampaio Basquete com 31 pontos, que viaja a São Paulo com a missão de defender o topo da tabela. No confronto do primeiro turno, a equipe maranhense levou a melhor e derrotou as atuais tricampeãs paulistas por um placar de 76 a 49.
Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais. Ainda traz para a telinha as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.
As disputas ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino.
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Liga de Basquete Feminino (LBF) – Sesi Araraquara x Sampaio Basquete – Domingo (7), a partir das 10h45, na TV Brasil.
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World War II veteran Arthur Rose read a letter written a few days after June 6, 1944, at a ceremony Saturday in Normandy, France, as part of a commemoration of the 82 years since D-Day.
"Dear mom and dad and kids, About a month before we landed, I had a feeling I might be part of the invasion. I couldn't quite believe, though, that I would. I kept thinking, what could I possibly do in an invasion? Pull engines in the middle of a battle? I figured men like me would come along afterwards — after they cleared the wreckage and the damage had passed," Rose read to the crowd.
"But two weeks before D-Day, I was told I would go along and do whatever I could. We had moved to the assault port. Thousands of ships and landing craft of every description filled the harbor. Everyone worked day and night preparing fuel, provisions, ammunition and secret material. Everything was checked and rechecked and checked again. You can imagine the confusion and activity," he continued.
"Then came the day we began loading supplies for the invasion: food, blankets, ammunition, and all the countless things that would be needed once the men landed in France. We knew then the invasion could not be far. Then came the word: D-Day will be June 6th.
WORLD WAR II VETERANS TRAVEL TO NORMANDY FOR EMOTIONAL D-DAY COMMEMORATION
"I can't describe the feeling exactly. It wasn't fear, and it wasn't excitement. Just a funny feeling — nervousness, expectancy, and wondering what was going to happen next. Then we sailed. The sea was rough, windy, and miserable. I was seasick most of the time. Everyone expected bombing, submarines, battleships, and all hell to break loose at any moment. But the first attempt was called off because the sea was too rough, and we returned to the harbor. That was a real letdown," Rose continued.
"The next day, we sailed again. Near the coast of France, we could see flashes in the distance and hear the explosions continuously. In went the landing craft. We expected terrible destruction, as there was shelling, and men died. But not all of us," he read.
"Then our work truly began: back and forth, day and night, bringing in equipment, medical supplies, and ammunition. What had once been just another stretch of French coast had suddenly become a vast harbor filled with hundreds of ships and thousands of men."
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At this point, Arthur stopped reading and said aloud, "I don't remember writing this.
"I will always be grateful to my commander for taking me along. Don't worry about me. I am well, and whole, and happy. Love, Art."


A ministra do Ambiente destacou hoje a água como “o maior exemplo” da articulação entre agricultura e ambiente, apontando investimentos em curso e o reforço da capacidade de rega como prioridades do Governo.
Na sessão de abertura da Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, a governante afirmou que a estratégia nacional para a água “não é uma manifestação de intenções, é um plano de execução”, sublinhando que já há obras no terreno e projetos em fase avançada.
Segundo disse, no Algarve estão em curso intervenções no ciclo urbano da água que totalizam cerca de 800 milhões de euros, incluindo reutilização de águas residuais, reforço de infraestruturas e aproveitamento de recursos existentes.
A ministra indicou que o foco do investimento está agora a deslocar-se para o Alentejo, onde destacou a barragem do Pisão, uma obra “esperada há 70 anos” e atualmente em execução, bem como projetos das Águas Públicas do Alentejo avaliados em mais de 250 milhões de euros.
Referiu ainda o lançamento iminente da barragem de Girabolhos, no Mondego, destinada ao controlo de cheias, abastecimento público e produção de energia.
Como resultado da recuperação das reservas hídricas, a governante adiantou que a Agência Portuguesa do Ambiente levantou a maioria das restrições à captação de águas subterrâneas, mantendo limitações apenas numa massa de água no Algarve.
No âmbito do reforço da disponibilidade hídrica para a agricultura, Maria da Graça Carvalho anunciou um aumento do volume máximo anual de Alqueva de 620 para 730 hectómetros cúbicos, permitindo concretizar o bloco de rega de Moura, há décadas reivindicado.
“São promessas com décadas que estão finalmente a avançar”, afirmou, defendendo que o atual Governo está a concretizar projetos adiados por sucessivos executivos.
A ministra enquadrou estas medidas numa visão mais ampla de articulação entre agricultura, ambiente e energia, salientando que o setor agrícola é “essencial” para a economia, o emprego e a coesão territorial, mas também para a sustentabilidade e a resposta às alterações climáticas.
“Falar de agricultura é cada vez mais falar de ambiente, de biodiversidade, de recursos hídricos e de energia”, afirmou.
Nesse âmbito, destacou a aposta no biometano como prioridade governativa e programas de apoio à eficiência energética e à produção de energia renovável no setor agrícola, incluindo o agrofotovoltaico.
A governante sublinhou ainda a cooperação entre os ministérios do Ambiente e da Agricultura, apontando medidas conjuntas como os apoios ao pastoreio para redução de combustível florestal, financiados em 30 milhões de euros pelo Fundo Ambiental.
Questionada pela Lusa sobre as críticas da associação ZERO, que considera a construção de barragens um modelo ultrapassado, a ministra rejeitou a acusação, defendendo que os projetos são alvo de “grande escrutínio ambiental” e têm sido validados judicialmente.
A associação ambientalista ZERO tem criticado a aposta do Governo na construção de novas barragens, considerando que esta resposta à escassez hídrica assenta num modelo ultrapassado, com impactos nos ecossistemas.
“Há um grande rigor e escrutínio ambiental nos projetos”, disse.
O conteúdo Ministra do Ambiente destaca água como prioridade e aponta novos investimentos aparece primeiro em Sul Informação.
A Taviraverde - Empresa Municipal de Ambiente lançou o concurso para a aquisição de serviços de aluguer operacional de nove viaturas ligeiras de mercadorias.
O conteúdo Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas aparece primeiro em Algarve Marafado.

Archaeologists in Cyprus have uncovered a massive Late Roman wall at the ancient city of Amathous that may have formed part of a defensive system protecting the summit of the acropolis.
The structure, discovered on the site’s Western Terrace, offers new evidence of efforts to fortify one of the island’s most important ancient urban centers during the Late Roman period.
The wall reaches up to 2 meters (6.6 feet) in thickness and was built using large limestone ashlar blocks, smaller stones, and clay mortar. Excavation evidence shows that it underwent at least two construction phases, suggesting it remained an important feature of the acropolis over time.
Researchers also uncovered a floor surface associated with the wall, fallen architectural blocks, roof tiles, and mudbrick fragments from a collapsed structure. Together, the finds provide new insight into construction methods and defensive planning at Amathous during the final centuries of Roman rule.
The discoveries were made during the second excavation season of the French Archaeological Mission of Amathous, held from March 30 to April 24, 2026. The project is directed by Dr. Anna Cannavo and focuses on the Western Terrace of the Acropolis.
The wall was first identified during excavations in 2025 following a geophysical survey conducted in 2024. During the 2026 season, archaeologists expanded Trench 1 and uncovered a much larger section of the structure.
The wall runs parallel to the natural edge of the terrace, with its southern section turning slightly toward the west. Its eastern face was constructed from large limestone ashlar blocks, while the interior was packed with smaller rough stones bonded with clay.
Researchers identified evidence for at least two building phases. The original wall measured about 135 centimeters (4.4 feet) in thickness. It was later strengthened by adding a second row of limestone blocks and filling the space between the two walls with stone rubble.
A small trench excavated along the eastern side of the wall exposed its foundations and revealed a floor directly connected to the structure. Part of the floor was paved with reused roof tiles laid over a gravel bedding.
Excavation evidence indicates that both the wall and the floor date to the Late Roman period. East of the structure, archaeologists uncovered destruction deposits containing fallen ashlar blocks, roof tiles, and mudbrick fragments from the building’s upper portions.

A second excavation area, known as Trench 3, was opened at the northern end of the terrace. Although no architectural remains were found there, archaeologists recovered a rich collection of Iron Age artifacts, indicating earlier activity in the area.
Researchers believe the newly discovered wall formed part of a defensive system protecting the summit of the acropolis and the basilica that had replaced the sanctuary of Aphrodite, one of the most important religious centers in ancient Cyprus.
Future excavations will investigate the full extent of the fortification and determine whether the Late Roman remains were built over earlier structures, helping researchers better understand the long-term development of Amathous.