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Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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EUA abatem drones iranianos perto do Estreito de Ormuz, diz Exército

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) anunciou na noite desta sexta-feira (12) que as forças armadas americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional perto do Estreito de Ormuz.

O Irã lançou diversos drones de ataque que buscavam interromper o tráfego marítimo comercial próximo ao estreito, informou o CENTCOM em uma publicação no Facebook.

Os militares americanos afirmaram que suas forças “abateram todos eles nas últimas horas, enquanto o fluxo de tráfego pelo estreito continua sem impedimentos”.

“O corredor comercial internacional permanece aberto para trânsito”, afirmou o CENTCOM.

Possível acordo

A movimentação acontece em meio a especulações de um possível memorando de entendimento entre os EUA e o Irã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que o acordo pdoerá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Ataque dos EUA mata líder da gangue venezuelana Tren de Aragua, diz Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (12) que as forças americanas realizaram um ataque que matou Hector Rusthenford Guerrero Flores, também conhecido como Niño Guerrero, líder da gangue Tren de Aragua, que atuava em presídios venezuelanos.

“Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque rápido e letal com armas de fogo para executar com sucesso Niño Guerrero, o infame líder da Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta”, disse Trump em uma publicação no Truth Social na noite de sexta-feira.

“Esta ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, acrescentou.

Trump não especificou quando o ataque ocorreu.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O governo Trump tem repetidamente imposto sanções a Guerrero e outros líderes da organização Tren de Aragua por suposto envolvimento em atividades criminosas como tráfico de drogas, tráfico de pessoas e lavagem de dinheiro.

O Departamento de Estado designou o Tren de Aragua como uma organização terrorista estrangeira.

Trump alegou que o Tren de Aragua coordenou suas atividades nos EUA com o regime do ditador venezuelano Nicolás Maduro. O governo Trump citou essa suposta ligação para justificar a deportação de alguns imigrantes nos Estados Unidos para uma prisão de segurança máxima em El Salvador.

A Casa Branca, o Pentágono e o Comando Sul dos EUA não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

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Corpo é encontrado em carro perto da base da seleção iraniana no México

Um corpo envolto em um saco preto foi encontrado no estacionamento de um shopping center em Tijuana, nesta sexta-feira (12), a menos de 300 metros do estádio onde a seleção iraniana de futebol treina para a Copa do Mundo.

A polícia encontrou o corpo no porta-malas de um Toyota modelo RAV4 cinza, estacionado desde a última terça-feira (9).

O guarda do estacionamento, Rafael Lopez, disse à Reuters que alertou os funcionários do supermercado Calimax, que acionaram as autoridades após sentirem um forte odor vindo do veículo.

O corpo apresentava sinais de violência, segundo a promotoria do estado da Baja California.

A descoberta ocorre em meio à desorganização dos preparativos do Irã para a Copa do Mundo. Quinze membros da federação iraniana de futebol tiveram seus vistos para os EUA negados por motivos de segurança, o que obrigou a equipe a transferir seu centro de treinamento do Arizona para Tijuana em cima da hora.

O supervisor da seleção iraniana para a Copa do Mundo, Mahdi Mohammad Nabi, disse à Reuters que nunca havia presenciado “tamanha falta de coordenação” em uma Copa do Mundo.

O Irã enfrenta a Nova Zelândia na segunda-feira (15), em sua estreia no Grupo G da Copa do Mundo, nos arredores de Los Angeles.

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Eleições no Peru: Roberto Sánchez pede recontagem completa de votos

O candidato à presidência do Peru, Roberto Sánchez, pediu nesta sexta-feira (12) uma revisão completa do processo eleitoral das eleições peruanas e convidou o partido da adversária, Keiko Fujimori, a acompanhar a recontagem de votos.

Sánchez alegou ter observado irregularidades na apuração dos votos nacionais e internacionais.

O candidato acrescentou dizendo que a medida conjunta permitirá garantir estabilidade e segurança ao país.

As afirmações de Sánchez acontecem em meio à apuração dos votos, com o Júri Eleitoral Peruano realizando a revisão das cédulas contestadas.

Com 98,304% das urnas apuradas às 20h45 (horário de Brasília), a candidata de direita tinha 50,010% dos votos, enquanto Sánchez aparecia com 49,990%, segundo o ONPE (Escritório Nacional de Processos Eleitorais) do Peru. A diferença era de cerca de 3.616 votos.

Os votos estão sendo contados desde o domingo (7), quando o segundo turno foi disputado, mas o resultado final ainda pode levar semanas para ser anunciado.

Como mostrado pela CNN, dois dos principais pontos que dificultam a apuração dos votos no país são: a maneira como a eleição é realizada e a geografia local, com terreno montanhoso e selvas.

país utiliza o voto impresso, o que exige que as cédulas sejam enviadas para centros específicos para que sejam contadas. Muitas vezes é necessário utilizar barco para alcançar locais em áreas de selva ou então fazer viagens com burros para regiões sem estradas e trilhas.

Por que a apuração da eleição presidencial no Peru demora?

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Irã diz que declaração conjunta com Omã sobre Ormuz será divulgada em breve

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou na noite desta sexta-feira (12) que uma declaração conjunta com Omã sobre o futuro controle do Estreito de Ormuz deve ser divulgada “em breve”.

Araghchi disse à televisão estatal iraniana que a declaração será divulgada em conjunto com o governo omanita, segundo a agência de notícias semioficial ISNA. O Estreito de Ormuz está situado entre o território de ambas as nações.

Os comentários surgem em meio a rumores de que um suposto acordo entre os EUA e o Irã estaria sendo finalizado, com sua assinatura prevista para os próximos dias.

Autoridades americanas destacaram vários pontos do memorando de entendimento, incluindo a reabertura completa do estreito e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos ao longo do estreito.

Acordo aborda o Estreito de Ormuz

Araghchi disse que o memorando abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o chanceler.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Memorando com EUA pode ser assinado remotamente nos próximos dias, diz Irã

Um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em pronunciamento na televisão estatal nesta sexta-feira (12).

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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Fifa enfrenta protesto por laços com Israel antes de jogo do Canadá na Copa

Manifestantes exibiram uma enorme faixa vermelha sobre o logotipo da Copa do Mundo perto de uma movimentada rodovia em Toronto, denunciando a associação da Fifa com Israel, horas antes da estreia do Canadá no torneio.

Os manifestantes, vestindo camisetas com a inscrição “Judeus por uma Palestina livre”, subiram em um aterro próximo e estenderam a faixa com a mensagem “Expulsem Israel da FIFA”.

A faixa era visível para os motoristas que trafegavam pela Gardiner Expressway, uma das rodovias mais movimentadas do Canadá, a caminho da estreia da seleção canadense contra a Bósnia Herzegovina, no estádio de Toronto.

Outras ações organizadas por um grupo de ativistas incluíram exigências pela libertação do proeminente médico palestino Hussam Abu Safiya, capturado pelo exército israelense em Gaza no final de 2024.

Faisal Ibrahim, porta-voz dos ativistas, acusou a Fifa de ser cúmplice das ações de Israel contra os palestinos.

“A Fifa não só ignora o fato de a Associação Israelense de Futebol jogar partidas em território ilegalmente ocupado da Cisjordânia e da Síria, como também transmite ativamente esses jogos, normalizando assim a ocupação e o apagamento territorial, o que torna a Fifa uma participante ativa e cúmplice”, disse ele à Reuters.

Em março, a entidade máxima do futebol mundial afirmou que não tomaria nenhuma medida contra clubes israelenses acusados ​​pela Associação Palestina de Futebol de competirem estando supostamente sediados em território palestino, citando o status jurídico indefinido da Cisjordânia sob o direito internacional público.

A guerra de Israel em Gaza matou dezenas de milhares de pessoas, causou uma crise de fome e levou a avaliações de genocídio por parte de acadêmicos e de uma investigação da ONU (Organização das Nações Unidas).

Israel nega as acusações de genocídio e alega que suas ações foram de autodefesa, após militantes liderados pelo Hamas terem matado 1.200 pessoas e feito mais de 250 reféns em um ataque em 7 de outubro de 2023.

Especialistas da ONU também apelaram à Fifa e à União das Associações Europeias de Futebol para que suspendam Israel do futebol internacional.

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Irã diz que acordo aborda Estreito de Ormuz e conflito no Líbano

O memorando de entendimento entre os EUA e o Irã abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, nesta sexta-feira (12).

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o ministro das Relações Exteriores.

“As ameaças devem parar e o povo iraniano deve ser tratado com respeito”, afirmou.

Araghchi acrescentou que o Irã está pronto para retornar à guerra se os EUA escolherem esse caminho.

“Se os termos do memorando de entendimento não forem cumpridos, o acordo final não será assinado”, disse ele.

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Ele também alertou que, até que o acordo seja finalizado, “a mídia deve se abster de especular sobre seu conteúdo”.

“Em consonância com nossa abordagem responsável e transparente, todos os detalhes serão compartilhados com o público oportunamente”, escreveu o chanceler no X.

presidente dos EUA, Donald Trump, republicou a postagem de Araghchi na Truth Social, em meio às declarações de que o entendimento entre os dois países está próximo.

Mais cedo, Trump criticou o regime iraniano após o que considerou descrições imprecisas da proposta terem aparecido na mídia estatal do país.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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