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Canadá e Bósnia ficam no empate na estreia na Copa: 1 a 1

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A cidade de Toronto, no Canadá, recebeu nesta sexta-feira (12) a segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. Canadá e Bósnia e Herzegovina ficaram no empate por 1 a 1 no Estádio Toronto Field, com gols de Lukic para o país do leste europeu e Larin para os donos da casa. 

Essa foi a primeira partida em solo canadense em 96 anos de Copa, diferentemente de Estados Unidos e México, que já foram sede outras vezes. Ambas as equipes somam um ponto e largam na frente no grupo B, que ainda tem Catar e Suíça, que se enfrentam neste sábado.

Notícias relacionadas:

Antes do jogo, que teve quase 44 mil pessoas presentes, alguns artistas do Canadá se apresentaram durante a cerimônia de abertura, como Alanis Morissette e Michael Bublé.

Quando a bola rolou, o Canadá buscou pressionar e teve a primeira grande chance com Jonathan David, que aproveitou sobra da defesa bósnia para finalizar de primeira, mas o goleiro Vasilij defendeu o chute.

Aos 20 minutos, quem abriu o placar foi a seleção da Bósnia. Após cobrança de escanteio pela direita, Kolasinac desviou de cabeça na primeira trave e Lukic, embaixo do gol, já com o goleiro Crépeau batido, cabeceou para as redes.

Empurrado pela torcida, o Canadá pressionou mas não encontrou o gol na primeira etapa.

O segundo tempo teve grande pressão canadense. Já nos primeiros minutos Oluwaseyi fez bela jogada individual pela ponta direita e cruzou de forma perigosa. Vasilij afastou.

Logo em seguida os dois atletas se envolveram numa disputa dentro da área e se chocaram, mas a arbitragem não considerou o lance faltoso.

Aos oito minutos, após bela triangulação pela esquerda, Laryea finalizou rasteiro, a bola passou por Vasilij, mas Kolasinac, praticamente em cima da linha, conseguiu desviar o chute. A bola ainda acertou o travessão antes de ser afastada.

No minuto seguinte, a seleção da Bósnia e Herzegovina desperdiçou uma chance de ouro. A zaga canadense acabou cortando um lançamento direto para os pés de Demirovic, que avançou e tentou driblar o goleiro Crépeau já dentro da área, mas o camisa 16 do Canadá conseguiu desviar a bola.

A pressão canadense se intensificou e o time não deixava o adversário respirar. Aos 20, Oluwaseyi cabeceou e Katic evitou o gol em cima da linha.

Treze minutos depois, a pressão deu fruto. Após jogada pela faixa central do ataque canadense, Promise David encontrou passe para Larin dentro da área. Ele ajeitou o corpo e chutou de perna direita. A bola desviou na zaga e entrou no canto esquerdo do gol bósnio.

Na reta final da partida, o Canadá continuou ocupando o campo ofensivo, gerando perigo, mas não conseguiu transformar o domínio em mais gols.

O empate representou o primeiro ponto somado pelos anfitriões em uma Copa do Mundo. Nas duas participações anteriores (1986 e 2022), os canadenses foram derrotados nas seis vezes que entraram em campo.

Na próxima rodada, os dois países atuam na quinta-feira, dia 18. A Bósnia e Herzegovina enfrenta a Suíça, em Los Angeles, enquanto o Canadá encara o Catar, em Vancouver.

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Canadá e Bósnia ficam no empate na estreia na Copa: 1 a 1

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A cidade de Toronto, no Canadá, recebeu nesta sexta-feira (12) a segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. Canadá e Bósnia e Herzegovina ficaram no empate por 1 a 1 no Estádio Toronto Field, com gols de Lukic para o país do leste europeu e Larin para os donos da casa. 

Essa foi a primeira partida em solo canadense em 96 anos de Copa, diferentemente de Estados Unidos e México, que já foram sede outras vezes. Ambas as equipes somam um ponto e largam na frente no grupo B, que ainda tem Catar e Suíça, que se enfrentam neste sábado.

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Antes do jogo, que teve quase 44 mil pessoas presentes, alguns artistas do Canadá se apresentaram durante a cerimônia de abertura, como Alanis Morissette e Michael Bublé.

Quando a bola rolou, o Canadá buscou pressionar e teve a primeira grande chance com Jonathan David, que aproveitou sobra da defesa bósnia para finalizar de primeira, mas o goleiro Vasilij defendeu o chute.

Aos 20 minutos, quem abriu o placar foi a seleção da Bósnia. Após cobrança de escanteio pela direita, Kolasinac desviou de cabeça na primeira trave e Lukic, embaixo do gol, já com o goleiro Crépeau batido, cabeceou para as redes.

Empurrado pela torcida, o Canadá pressionou mas não encontrou o gol na primeira etapa.

O segundo tempo teve grande pressão canadense. Já nos primeiros minutos Oluwaseyi fez bela jogada individual pela ponta direita e cruzou de forma perigosa. Vasilij afastou.

Logo em seguida os dois atletas se envolveram numa disputa dentro da área e se chocaram, mas a arbitragem não considerou o lance faltoso.

Aos oito minutos, após bela triangulação pela esquerda, Laryea finalizou rasteiro, a bola passou por Vasilij, mas Kolasinac, praticamente em cima da linha, conseguiu desviar o chute. A bola ainda acertou o travessão antes de ser afastada.

No minuto seguinte, a seleção da Bósnia e Herzegovina desperdiçou uma chance de ouro. A zaga canadense acabou cortando um lançamento direto para os pés de Demirovic, que avançou e tentou driblar o goleiro Crépeau já dentro da área, mas o camisa 16 do Canadá conseguiu desviar a bola.

A pressão canadense se intensificou e o time não deixava o adversário respirar. Aos 20, Oluwaseyi cabeceou e Katic evitou o gol em cima da linha.

Treze minutos depois, a pressão deu fruto. Após jogada pela faixa central do ataque canadense, Promise David encontrou passe para Larin dentro da área. Ele ajeitou o corpo e chutou de perna direita. A bola desviou na zaga e entrou no canto esquerdo do gol bósnio.

Na reta final da partida, o Canadá continuou ocupando o campo ofensivo, gerando perigo, mas não conseguiu transformar o domínio em mais gols.

O empate representou o primeiro ponto somado pelos anfitriões em uma Copa do Mundo. Nas duas participações anteriores (1986 e 2022), os canadenses foram derrotados nas seis vezes que entraram em campo.

Na próxima rodada, os dois países atuam na quinta-feira, dia 18. A Bósnia e Herzegovina enfrenta a Suíça, em Los Angeles, enquanto o Canadá encara o Catar, em Vancouver.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

Notícias relacionadas:

Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

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Copa do Mundo: exames de Neymar apontam 'boa evolução' , afirma CBF

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou "boa evolução, dentro dos parâmetros esperados". Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar "seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira."

A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação. 

Notícias relacionadas:

À época da convocação da seleção para a Copa, no dia 18 de maio, a informação passada pelo Santos, clube de Neymar, era de que o atleta tinha um edema na panturrilha. No entanto, ao se apresentar para os treinos na Granja Comary, em Teresópolis, nove dias depois, o jogador passou por exames complementares que apontaram uma lesão de grau dois na região. No dia seguinte, o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar necessitaria de mais duas a três semanas para se recuperar. Segundo este cronograma, a primeira data possível para a volta do jogador seria a próxima quinta-feira, dia 11. 

A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou "boa evolução, dentro dos parâmetros esperados". Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar "seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira."

A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação. 

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A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.

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