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Vovó Valdeci morre aos 89 anos após sofrer AVC e comove seguidores nas redes

A influenciadora Valdecir Laurinda dos Santos, carinhosamente chamada pelos seguidores de Vovó Valdeci, morreu nesta quarta-feira (17), aos 89 anos. A notícia foi confirmada por Patrícia Amaral, nora e responsável pelos cuidados da influenciadora, que utilizou as redes sociais para comunicar a perda e prestar uma homenagem emocionante.

Horas antes do anúncio da morte, Patrícia havia informado aos seguidores que a idosa enfrentava um quadro delicado de saúde após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) há 12 dias. Na ocasião, ela pediu correntes de oração e mensagens de apoio para a família.

Em sua despedida, Patrícia relembrou os últimos momentos ao lado da sogra e agradeceu pela oportunidade de vê-la pela última vez. Segundo ela, conseguiu segurar sua mão, expressar seu amor e receber um último sorriso, lembrança que afirmou guardar para sempre.

Vovó Valdeci ficou conhecida nacionalmente pelo bordão que viralizou nas redes sociais | Foto: Reprodução/Instagram

A cuidadora também contou que cantou para Vovó Valdeci uma música religiosa que era uma das favoritas da influenciadora. Mesmo debilitada, a idosa ainda tentou acompanhar os versos, criando um momento que a família descreveu como especial e inesquecível.

Ao encerrar a homenagem, Patrícia falou sobre a dor da despedida, mas destacou a gratidão pelos anos de convivência, pelos ensinamentos e pelo carinho compartilhado ao longo da vida.

Vovó Valdeci se tornou um fenômeno nas redes sociais graças ao jeito espontâneo e ao famoso bordão “bênção de Deus, né, minha fia?”. Os vídeos publicados por Patrícia mostravam momentos de humor, afeto e a rotina de cuidados com a idosa, que convivia com o Alzheimer.

O carisma da influenciadora conquistou uma legião de admiradores, somando mais de 600 mil seguidores entre Instagram e TikTok, onde acumulava milhares de visualizações e mensagens de carinho diariamente.

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Ni engrasa ni es verdad el mito del petróleo: el regreso de la vaselina, el básico que vuelve a ser tendencia

No hay fórmula infalible para que un cosmético se vuelva viral, pero sí hay señales. Y una de las más claras en los últimos meses apunta en una dirección poco obvia: el regreso de los básicos. Productos de toda la vida, sin artificio, como Vaseline —la icónica vaselina del bote azul— o la clásica crema Nivea, viven un nuevo momento de popularidad. En plena era de la sobreinformación, donde cada lanzamiento promete fórmulas complejas y resultados casi milagro, la simplicidad se percibe como un valor en alza. Transparencia, eficacia conocida y cierta nostalgia se combinan en una ecuación que conecta especialmente con las nuevas generaciones.

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© montaje realizado con una imagen cedida por la marca (EL PAÍS)

Varios frascos de Vaseline.
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Del ‘fitness’ a justificar la violencia de género: así construyen los algoritmos la cultura machista en tiempo real

Seguramente has leído o escuchado que la machosfera es un rincón oscuro de internet al que llegan los hombres radicalizados, una especie de destino para todos aquellos que odian a las mujeres. Esa definición es comprensible, pero seguir entendiéndola así tiene consecuencias regulatorias muy concretas. Llevo más de ocho años dirigiendo el Instituto De Machos A Hombres (IDMAH), el ecosistema digital de masculinidades más grande del mundo hispanohablante, y lo que he aprendido desde dentro es que la machosfera no surge de la nada.

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© Instagram

Imagen de archivo de Instagram
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Humor, rutina y cercanía: cuando la vida de oficina se convierte en contenido para redes sociales

Entre bromas, recomendaciones de productos y vídeos de apenas unos segundos, cada vez es más habitual encontrarse en redes sociales con perfiles de empresas cuyas publicaciones son muy similares a las de los creadores de contenido. Han cambiado la manera de anunciar sus productos o servicios para mostrar lo que hay detrás de las cámaras, e incluso los propios trabajadores actúan a través de hipotéticas escenas de compra. La clave está en entender qué objetivos persiguen las empresas cuando se comunican de esta forma en redes sociales.

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© Mario Arango (Getty Images)

"Uno de los retos es la IA: habrá mucho contenido, pero sin alma. Ahí triunfarán las marcas que destaquen al humanizarse" explica el experto en 'marketing' 'online' Jordi San Ildefonso.
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Como uma mãe italiana está enfrentando Meta e TikTok após a morte da filha

Caso você ou alguém que você conheça esteja lutando contra pensamentos suicidas ou problemas de saúde mental, procure ajuda. No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) fornece ajuda ou informações de forma gratuita. O apoio emocional e serviço preventivo ao suicídio está disponível pelo número 188 ou pelo site www.cvv.org.br. O atendimento está disponível 24 horas por dia.

Em apenas alguns meses, Irene Roggero Ugues viu o comportamento de sua filha mudar à medida que as redes sociais lhe apresentavam um fluxo cada vez maior de conteúdo relacionado à automutilação. A menina de 12 anos, chamada Rossella, se suicidou.

Somente após a morte de Rossella é que Irene e seu marido desbloquearam os dispositivos dela. Eles descobriram que ela vinha usando as redes sociais muito mais do que imaginavam, inclusive mantendo um perfil secreto no Instagram chamado “Just a dead pers0n” (“apenas uma pessoa morta”, em tradução para o português), com um zero no lugar do “o”.

Em setembro de 2023, segundo eles, Rossella começou a procurar por conteúdo relacionado à depressão que refletisse como ela se sentia. Os algoritmos das redes sociais continuavam exibindo esse tipo de conteúdo para ela, e apenas cinco meses depois ela estava morta.

“Em determinado momento, parecia ter ganhado vida própria, crescendo até dominar o lado alegre e sociável dela — a parte mais radiante”, disse Irene à Reuters em um café no centro de Asti, sua cidade natal no norte da Itália.

Os pais de Rossella estão entre várias famílias na Itália que entraram com uma ação judicial contra a Meta, proprietária do Instagram e do Facebook, e contra seu maior rival nas redes sociais, o TikTok. Na primeira ação coletiva na Itália a contestar diretamente as empresas de redes sociais e seus algoritmos, as famílias buscam limites mais rígidos ao acesso de menores e maior conscientização sobre os riscos.

Ambas as empresas negam as alegações da ação judicial de que seus serviços sejam prejudiciais aos jovens e afirmam que tomam medidas para proteger os jovens usuários, removendo conteúdo prejudicial, limitando a exposição a materiais de risco e ajudando as famílias a gerenciar as contas dos filhos.

“Sabemos que os pais se preocupam com a segurança de seus filhos adolescentes online, e é por isso que estamos constantemente fazendo mudanças para ajudar a protegê-los”, disse um porta-voz da Meta, citando as “Contas para Adolescentes” e os recursos de proteção integrados.

“Discordamos veementemente dessas alegações, que ignoram nosso compromisso de longa data em apoiar os jovens.”

O TikTok afirmou que seus esforços incluem a aplicação rigorosa de diretrizes destinadas a proteger a saúde mental e comportamental dos usuários, acrescentando que remove mais de 99% do conteúdo que viola essas regras.

“Também continuamos a investir em medidas de segurança para diversificar o conteúdo recomendado, bloquear buscas potencialmente prejudiciais e conectar usuários vulneráveis a recursos de apoio”, disse um porta-voz do TikTok, citando linhas de ajuda locais para prevenção de suicídio.

Questionada especificamente sobre o papel que o Instagram pode ter desempenhado no caso de Rossella, a Meta informou à Reuters que não faria comentários diretos durante o processo judicial, mas que a saúde mental dos jovens é influenciada por uma ampla gama de fatores. O impacto das plataformas de mídia social depende de como elas são utilizadas, das medidas de proteção em vigor para os usuários e do nível de envolvimento dos pais, afirmou a empresa.

Uma doença repentina

Falando devagar e escolhendo as palavras com cuidado, Irene disse que a tragédia de Rossella se desenrolou como uma “doença” repentina e devastadora que deixou seus pais impotentes.

Sem o algoritmo, diz ela, “a progressão de seu sofrimento, ou psicose, ou o que quer que fosse que eu ainda não consigo definir, poderia ter se desenrolado de forma mais natural”.

O escrutínio das plataformas digitais está se intensificando em toda a Europa, com o Reino Unido anunciando planos nesta semana para proibir as redes sociais para menores de 16 anos. Nos Estados Unidos, uma decisão judicial considerou a Meta e o Google, da Alphabet, negligentes ao projetar plataformas consideradas prejudiciais aos jovens.

Os reguladores da União Europeia estão intensificando a aplicação da Lei dos Serviços Digitais, pressionando as plataformas online a proteger melhor os menores e coibir conteúdos prejudiciais.

“O objetivo não é descartar os benefícios das redes sociais, mas remover os mecanismos tecnológicos e de marketing que as tornam prejudiciais aos usuários mais vulneráveis”, disse o advogado Stefano Commodo, que lidera o caso junto à associação italiana de pais MOIGE.

Os limites do controle parental

Os pais afirmam que as medidas de proteção oferecidas pelas plataformas são insuficientes, observando que as crianças conseguem facilmente encontrar tutoriais online que mostram como contornar filtros ou evitar limites de tempo trocando de aparelho.

“Monitorar o uso das redes sociais é um trabalho em tempo integral. Isso exigiria que os pais dedicassem todo o seu tempo a isso, e isso é simplesmente irrealista”, disse Valentina Muraglie, que faz parte da diretoria da Associação Italiana de Famílias Numerosas.

Seu próprio filho, Antonio, deixou de lado sua coleção de livros de Harry Potter e substituiu a leitura por navegar nas redes sociais quando era adolescente. Agora, com 20 e poucos anos, ele tem dificuldade para ler com profundidade, o que ela atribui aos algoritmos das redes sociais que roubaram sua atenção.

“Assim que ele teve um celular nas mãos, aos 16 anos, aos poucos os livros começaram a desaparecer”, disse ela à Reuters. “Em poucos anos, ele parou completamente de ler.”

A Organização Mundial da Saúde alerta que o uso problemático das redes sociais — caracterizado por comportamentos semelhantes ao vício — está aumentando entre os adolescentes e está associado a menor bem-estar, sono de má qualidade e riscos mais amplos à saúde.

Estudos publicados na “JAMA Paediatrics”, uma revista médica dos EUA, apontam para diferenças mensuráveis no desenvolvimento cerebral entre usuários assíduos de redes sociais, especialmente adolescentes cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento.

O processo italiano argumenta que as plataformas de redes sociais utilizam mecanismos de recompensa inspirados em máquinas caça-níqueis para fomentar a dependência, ao estimular repetidamente a dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa.

“Cada ‘curtida’ ou notificação desencadeia a liberação de dopamina, prendendo os usuários à plataforma de uma forma que se assemelha ao vício”, disse Tonino Cantelmi, consultor dos autores da ação e diretor da Escola de Especialização em Psicoterapia Cognitivo-Interpessoal, em Roma.

As famílias que entraram com a ação afirmam que estudos de exames de imagem cerebral de usuários de redes sociais mostram atividade em áreas do cérebro associadas ao vício.

Questionados sobre as evidências científicas relativas ao vício apresentadas no tribunal, porta-vozes da Meta e do TikTok se recusaram a comentar sobre o litígio, repetindo, porém, suas declarações anteriores sobre o histórico das empresas em relação à saúde mental.

Alguns psicólogos alertam contra a extração de conclusões simplistas sobre os efeitos das redes sociais nos adolescentes.

“A abordagem mais saudável ao lidar com adolescentes é aceitar que não estamos preparados”, disse Federico Tonioni, chefe do Centro de Psicopatologia da Web do Hospital Gemelli, em Roma.

Ele acrescentou que não poderia concluir que seus pacientes sofreriam menos em um mundo sem redes sociais, alertando contra a dependência excessiva do controle parental.

“Se há algo perigoso, é o controle sobre as crianças. Os jovens precisam ser ouvidos. O controle não é uma forma saudável de presença. A distância mais saudável é a confiança.”

Irene Roggero Ugues disse que se juntou à ação judicial para ajudar a garantir que outros pais sejam informados sobre os riscos dos quais ela só tomou conhecimento quando já era tarde demais para salvar Rossella.

“Subestimamos certos riscos e não sabíamos que eles existiam, mas outras pessoas ainda podem agir. Não adianta guardar isso só para mim, e não acho que Rossella se importaria.”

1 em cada 5 estudantes recorre à IA por solidão, diz pesquisa

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Worried mother reportedly thwarted alleged terrorist attack at White House UFC event

Tycen Proper’s mother could not take it any longer. On the night of Wednesday, June 7, the woman, who lives in Danville, Ohio, picked up the phone and called Knox County police to report that her son was planning something. The 19-year-old had spent several weeks buying numerous guns and ammunition. He spent long periods locked in his room and online. She was worried and alarmed by the content of some conversations she had seen in her son’s online communications, with messages about plans and attacks.

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© Daniel Torok (DPA vía Europa Press)

UFC fighter Sean O'Malley greets Donald Trump.
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Las cuentas falsas para espiar a una expareja: “Es como rascar una herida para comprobar si sigue ahí”

“Obviamente tengo una cuenta falsa en redes para mirar lo que quiera”, confesó Margarida Corceiro a Cosmopolitan. Aunque la actriz no ha aclarado si entre las cuentas que observa se encuentran las de alguna expareja, muchas personas sí crean perfiles falsos para hacerlo. No se trata de las cuentas ‘finsta’, un término que muchos usuarios emplean para referirse a las cuentas secundarias que crean en Instagram, donde su identidad —y, a menudo, el contenido de sus publicaciones— permanece oculta para todos excepto para un pequeño grupo selecto de seguidores. Celebridades como Kate Moss han confesado tener este tipo de cuentas con las que consiguen que su vida privada siga siéndolo al tener acceso a ellas únicamente los más allegados. Sin embargo, las cuentas falsas, conocidas ‘lurkstas’ (‘lurk’ quiere decir en inglés estar al acecho o espiar), que se utiliza exclusivamente para ver publicaciones, historias y actividades desde el anonimato.

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© ©Hulu/Courtesy Everett Collection / Cordon Press

Daisy Edgar-Jones, y Paul Mescal en 'Normal People'.
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Will a ban keep the UK’s kids off social media? – podcast

Governments around the world want to keep under-16s off YouTube, TikTok and Instagram. Australia has introduced a ban and now the UK is doing the same. Stephen Byrne and Chris Stokel-Walker report

Keir Starmer announced on Monday that he wanted to ban under-16s from social media. Parents were calling out for more controls he said. But their children … well, their children have other ideas.

“Snapchat, for example, is one of the best things that’s happened to me,” a 13-year-old tells Helen Pidd. “I don’t think adults understand, that is how we talk to our friends and fit in.”

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© Photograph: Anna Barclay/Getty Images

© Photograph: Anna Barclay/Getty Images

© Photograph: Anna Barclay/Getty Images

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Florida accuses TikTok of violating child safety law

Florida sued TikTok on Monday, alleging that the platform violates the Sunshine State’s child safety law that bans children under 14 years of age from all social media platforms. Parental consent is required for teens aged 15 and 16 to create social media accounts, as outlined under House Bill 3.  The lawsuit led by Florida…

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Florida accuses TikTok of violating child safety law

Florida sued TikTok on Monday, alleging that the platform violates the Sunshine State’s child safety law that bans children under 14 years of age from all social media platforms. Parental consent is required for teens aged 15 and 16 to create social media accounts, as outlined under House Bill 3.  The lawsuit led by Florida…

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Florida lawsuit accuses TikTok of violating state’s child social media ban

State’s attorney general alleges TikTok exposed children to harmful sexual content and addictive features

Florida became the latest state to sue TikTok on Monday after the attorney general accused the company of violating a state law that limits social media access for teenagers.

In a press conference, Republican James Uthmeier said TikTok exposed children to harmful sexual content and addictive features, such as unlimited scrolling and push notifications. “It’s designed to keep kids stuck on those screens for hours,” Uthemeier said at a press conference. “Our evidence suggests that so many kids are on TikTok for upwards of six, seven, eight or more hours a day. We are going to get our kids their lives back.”

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© Photograph: Bloomberg/Getty Images

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

© Photograph: Bloomberg/Getty Images

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‘The genie’s out the bottle’: parents react to UK under-16s social media ban

Some feel it is a concrete step to protect children, but others argue it is ‘trying to fix the symptoms and not the disease’

The UK government has announced a social media ban for under-16s, which it says is expected to come into force next spring.

Snapchat, TikTok, YouTube, Instagram, X and Facebook will all be blocked. It will also ban under-16 access for “user-to-user platforms” that enable social interaction between users and allow them to post material.

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© Photograph: Dean Lewins/AP

© Photograph: Dean Lewins/AP

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El Reino Unido anuncia la prohibición de las redes sociales para menores de 16 años

El Reino Unido prohibirá el acceso a las redes sociales a los menores de 16 años. La medida entrará en vigor a partir de la próxima primavera, y adopta un criterio similar al aprobado en Australia, aunque irá más lejos en las restricciones impuestas. Keir Starmer se enfrenta en los próximos días a un desafío interno de su liderazgo en el Partido Laborista, que podría acabar abruptamente con su mandato como primer ministro. Su decisión, sugieren los medios británicos, es un modo de reforzar su legado, con una decisión que cuenta con el apoyo de miles de padres.

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© JAIMI JOY / POOL (EFE)

Keir Starmer, este lunes, en Downing Street, anuncia la prohibición de acceso a las redes sociales de menores de 16 años.
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Morte do Vovô Anésio aos 88 anos gera comoção e homenagens nas redes

A morte do ‘Vovô Anésio’, aos 88 anos, neste sábado (13), gerou comoção e homenagens nas redes sociais. Morador de Rincão (SP), Anezio Fiori viralizou na internet em 2021 após um vídeo no qual dizia que queria comprar uma cachaça para tomar com remédio.

Sucesso nas redes sociais

Quem fazia os vídeos do ‘Vovô Anésio’ era o neto Caio. A ideia era fazer um canal para que a família tivesse boas recordações do avô e da avó Elza, mas acabou conquistando milhares de seguidores. No Tik Tok a dupla soma quase 7 milhões de seguidores e no Instagram 780 mil.

Nas redes sociais, Caio compartilhou que o avô teve um mal estar em casa, na sexta-feira (12), e foi levado a um pronto-socorro de Rincão (SP), onde foi identificada uma parada cardiorrespiratória.

Ele explicou que foram realizadas as manobras de reanimação e, em seguida, o avô foi sedado e intubado. Com a estabilização, o ‘Vovô Anésio’ foi transferido para um hospital em Araraquara, cidade vizinha, onde não resistiu e teve a morte confirmada no sábado (13).

Velório e sepultamento

O velório do ‘Vovô Anésio’ começou no final de sábado na Igreja da Praça Matriz de Rincão e seguiu durante a madrugada deste domingo (14). Uma missa de corpo presente foi marcada para as 9h. Posteriormente, às 11h, um cortejo seguirá até Cemitério de Rincão para o sepultamento.

Resposta às críticas

Caio rebateu diversas vezes críticas de que estaria explorando a imagem do avô.

“Quem nos acompanha sabe que o meu avô não é o mesmo que há cinco anos. Na época, ele estava emocionalmente distante da minha avó, estavam há 35 anos sem dar um abraço. Com um trabalho de amor, persistência e fé hoje eles se abraçam, se beijam. Meu avô ficou mais amoroso, mais calmo. Isso não aconteceu por acaso. Alguém decidiu ficar e dizer que idoso tem valor, o fim da vida de uma pessoa também merece amor, dignidade e beleza.”

Homenagens dos seguidores

O Neto gravou um vídeo para confirmar a morte do avô. Nas redes, os seguidores deixaram muitas mensagens de condolências.

“Foi embora o vovô, mas ele nos deixou um legado de afeto, amor e carinho”, disse uma seguidora.

“Eu chorando pelo vô que não é meu vô”, escreveu outro.

“Que triste. A sensação é que perdemos nosso avô. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e que Deus receba o vovô de braços abertos.” (FOLHAPRESS)

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Noivas estão a pagar a bruxas do Etsy por feitiços para garantir bom tempo no casamento

As noivas no TikTok garantem que gastar 15 dólares num feitiço para ter um dia de sol foi a melhor despesa que fizeram para o casamento. Com os custos dos casamentos em constante ascensão, um número crescente de casais está a recorrer a uma forma de seguro não convencional: pagar a “bruxas” online para lançarem feitiços que garantam bom tempo no grande dia. A tendência, que ganhou força significativa no TikTok, mostra noivas a contratar feiticeiros através do marketplace online Etsy na esperança de garantir sol, evitar a chuva ou, pelo menos, assegurar que o mau tempo chega num momento

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UK to ban under-16s from ‘high risk’ social media apps

Measures to include restrictions on ‘safe’ social media apps, with some fearing banning some platforms and not others will lead to legal challenges

Teenagers under the age of 16 are to be banned from accessing “high-risk” social media apps while safer platforms will be subjected to restrictions, under a sweeping government crackdown.

Under-18s will also be banned from using romantic or sexual AI chatbots after a consultation on keeping children safe online.

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© Photograph: David Parry/PA

© Photograph: David Parry/PA

© Photograph: David Parry/PA

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“Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti”: Lele adani si filma mentre sfreccia in motorino cantando Geolier, il video su TikTok fa discutere

Casco in testa, occhiali scuri e Lele Adani in sella a uno scooter mentre canta Geolier e si filma con lo smartphone. Il video, pubblicato su TikTok, ha fatto rapidamente il giro dei social, tra chi lo ha preso come un contenuto leggero e chi invece ha sollevato qualche perplessità. In accompagnamento al post, Adani ha aggiunto anche una frase piuttosto netta come descrizione: “Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti”. Nel filmato, Adani guida nel traffico urbano con una mano sul manubrio e l’altra impegnata a riprendersi. Un dettaglio che, al di là del tono scherzoso del contenuto, entra in contrasto con quanto previsto dal Codice della Strada.

L’articolo 173 vieta infatti l’uso di dispositivi elettronici durante la guida, quindi non solo telefonate o messaggi, ma anche la semplice registrazione di video mentre il veicolo è in movimento. Le sanzioni possono arrivare fino a 1.697 euro, con la possibilità, nei casi più gravi, della sospensione della patente. Nel video il casco è regolarmente indossato, ma è proprio l’uso del telefono durante la marcia ad aver attirato l’attenzione degli utenti, che hanno fatto notare come la situazione possa rientrare tra le violazioni del codice della strada.

Verso i Mondiali 2026

La pubblicazione del video arriva in un momento di forte visibilità per Lele Adani, che nei prossimi mesi sarà coinvolto nella copertura dei Mondiali 2026. L’evento, tra i più seguiti al mondo, porterà nuovamente l’ex difensore al centro della scena televisiva sportiva con le sue analisi e commenti dedicati alla competizione.

@leleadani Chi tocca uno di noi, tocca tutti quanti @Geolier ♬ audio originale – leleadani

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US warns foreign ‘influencers’ ahead of World Cup: creating content on a tourist visa is illegal

As the start of the World Cup draws near, the United States government has set its sights on foreign influencers. Immigration authorities have warned that individuals entering the country on a tourist visa may not use their stay to produce content intended to generate income on YouTube, TikTok, Facebook or other online platforms — a practice that for years has been common among digital creators worldwide.

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© CHRIS TORRES (EFE)

SoFi Stadium in Inglewood, California, U.S., June 3, 2026.
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“Passeggiare, cucinare per gli altri, stare in famiglia e impicciarsi degli affari di tutti”: cos’è il Nonna Maxxing, il nuovo trend ispirato alla “grande madre” che spopola tra la Gen Z

L’era della ‘nonna mediterranea’ è cominciata. Riscopre e rielabora, un po’ fantasiosamente, lo stile di vita delle nonne di una volta: accoglienti, sagge, protettive, dedite alla cucina e ai nipoti, al rammendo e al ventaglio davanti all’uscio al fresco di una sera campagnola, senza ansie né paure, senza fretta. Stiamo parlando di “Nonna Maxxing”, il nuovo trend che spopola fra ragazze e ragazzi della Gen Z e si ispira a uno stereotipo rassicurante: la grande madre.

Cos’è il “Nonna Maxxing”

Il termine, nato dalla combinazione fra la parola italiana “nonna” e l’inglese “maxxing” usato sul web per indicare l’ottimizzazione di un aspetto, fa riferimento a uno stile di vita autentico che valorizza la lentezza e l’accudimento degli altri come principi chiave per combattere la fatica della vita contemporanea. Come in un abbraccio di nonna, come in un suo consiglio autorevole, l’ansia da performance a tutti i costi, la corsa ai risultati, l’over dose da social che genera in molti giovani stress e senso di inadeguatezza si sciolgono magicamente. E’ la risposta, diventata un trend su TikTok e Instagram, che i nativi digitali (i nati fra 1l 1997 e 2012) oppongono alla velocità imposta da una quotidianità sempre più faticosa, che pretende la connessione continua a tutto senza approfondire niente.

L’antidoto alla velocità

Interiorizzare l’idea della nonna che tutti vorremmo è l’antidoto. Non importa se questa figura sia fittizia, ideale, poetica. Non importa nemmeno che una nonna del genere sia mai esistita. Ciò che conta è immaginarla come un’icona di un tempo che scorre in un altro modo. Il fenomeno già lo scorso marzo era apparso su Forbes, che ne parlava come del desiderio della Gen Z di rallentare i ritmi, di cucinare come facevano le nostre nonne. E spiegava che questa nuova esigenza, manifestata per la prima volta durante il lockdown, è confluita lo scorso febbraio nel “nonna-maxxing”. Un manifesto di ritorno al benessere e di cura di sé e degli altri attraverso la preparazione di ricette tradizionali, il consumo di prodotti freschi, il ritorno alla cucina con i grassi, alla pasta fatta in casa con le mani, alle lunghe passeggiate. Il tutto senza smartphone.

Il cibo come simbolo della tendenza

Dal ragù al pane impastato a mano, il cibo è l’espressione più tangibile della tendenza. Non puoi mettere fretta a un brasato e nemmeno imporre a un germoglio di sbocciare. Allora vai in giardino, ti siedi sulla poltroncina di paglia della nonna e guardi ciò che hai intorno. La tendenza, che coinvolge diverse culture e continenti, vede nella nonna italiana un simbolo di longevità e vitalità.

Il punto di vista del Guardian

Il giornale britannico Guardian titola così: “La Gen Z si sta rivolgendo alle nonne per un’ispirazione su come vivere fino a 100 anni”. Ecco l’argomentazione: “L’Italia in generale (e la Sardegna in particolare) è considerata una Zona Blu: uno di quei luoghi sulla Terra dove le persone vivono molto più a lungo del resto di noi, molti dei quali ben oltre i 100”. E ancora: “Le nonne vivono uno stile di vita esemplare nella Blue Zone: rimangono attive, seguono una dieta mediterranea fatta in casa, mantengono forti legami familiari e rimangono coinvolte nelle loro comunità. Tutte queste cose hanno dimostrato di promuovere la longevità”. Soprattutto, sottolinea il quotidiano, la nonna archetipica possiede, per i giovani intervistati nell’articolo, il segreto del dolce far niente: una sorta di visione della vita rilassata e lontana dai telefonini ma non per questo meno partecipe. In cosa si traduce nel concreto? “Passeggiare, cucinare per gli altri, trascorrere del tempo con la famiglia e impicciarsi degli affari di tutti”.

Le nonne nella cultura pop

Quanti icone di nonne ci sono? In Italia il cinema ne ha offerto vari esemplari, da Ave Nichi a Tina Pica fino alle nonne dei film di Leonardo Pieraccioni. Ma esistono nei fumetti anche nonna Papera, Nonna Abelarda e diversi personaggi dei cartoon. Fra le più divertenti figure di vegliarde non si pèuò non citare Nonna Clara, la nonna di Jean-Claude nella parodia comica “Sensualità a Corte” del GialappaShow.

Incute rispetto e timor reverenziale anche buttando parole a caso. Di tutte queste nonne, hanno poteri sovrannaturali, altre sono diaboliche e invadenti, altre ancora dove le metti stanno aspettando che i nipoti vadano a chieder loro consigli e previsioni profetiche. In generale, alla fine hanno sempre ragione loro.

E oggi? Le nonne boomer spesso hanno molto da fare. La lezione di pilates, la conferenza in libreria, il cappuccino con le amiche, il volontariato, il bricolage, l’esperienza meditativa, il vernissage. La nonna che ci aspetta con la crostata fumante dopo aver sbrigato le faccende domestiche o lavorato tutto il giorno dov’è? Se c’è stata e se ancora c’è, portiamola al cinema con noi.

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“Via l’acne, capelli splendenti e seno più voluminoso”: cos’è lo spironolattone, il farmaco che spopola su TikTok, e perché non va assunto come una “pillola magica che cambia la vita”

Su Instagram e TikTok spopola questo farmaco su prescrizione, promosso come un trattamento di bellezza per la capacità di combattere l’odiata acne, regalare chiome splendenti e perfino far aumentare il seno. Non manca un fondo di verità, ma la cautela è d’obbligo. “Pillola magica che cambia la vita”: è questo il commento di un utente, citato in un post intitolato All the Cool Girls are Using Spironolactone, firmato dall’influencer di Instagram Erika Schwiegersghausen di The Cut. Erika si rivolge agli adulti sofferenti di acne, spiegando loro che lo spironolattone viene prescritto fin dagli anni ‘60 contro l’ipertensione, ma con il tempo i medici si sono accorti che nelle donne il farmaco agiva contro acne e sfoghi. Efficace, sì, ma con effetti collaterali da non sottovalutare, avverte tuttavia l’influencer. Ancora più trionfalistici i toni su TikTok, sulla cui piattaforma non è difficile imbattersi in reel che mostrano l’effetto “prima e dopo” del trattamento, a distanza di 2-6 settimane o di qualche mese. Ma assumere alla leggera un farmaco su prescrizione non è mai una buona idea, come ci spiega il dott. Davide Valentini, dermatologo di Milano.

Occhio alla gravidanza

“Si tratta di un farmaco molto vecchio, usato soprattutto per il trattamento dell’ipertensione e oggi poco prescritto in quanto superato da altre terapie. Possiede anche un effetto antiandrogeno, offrendo un miglioramento a delle problematiche ormonali, anche se il primo effetto resta quello diuretico”, precisa il dermatologo. Grazie a questa sua capacità, lo spironolattone blocca i recettori degli ormoni sessuali maschili (gli androgeni) e la sintesi del testosterone: in questo senso svolge un’azione dermatologica ed endocrinologica, apprezzata tra le donne. “Di recente è tornato un po’ di moda per curare l’acne ormonale nelle pazienti che vogliono evitare le terapie classiche, quelle che mostrano una maggiore efficacia”, prosegue l’esperto. “I risultati migliori si ottengono con tre tipi di medicinali: l’isotretinoina, cioè il retinolo orale, che però ha molti effetti collaterali, tra cui la secchezza. Ci sono poi gli antibiotici orali, che in molti pazienti causano problemi a livello intestinale. A questi si aggiunge la pillola anticoncezionale, che causa ritenzione idrica e aumento di peso”.

Lo spironolattone si presenta quindi come il farmaco orale di quarta scelta contro l’acne ormonale e, anche se percepito come più “leggero”, similmente agli altri prodotti ha una serie di effetti collaterali. I primi due sono legati naturalmente alla sua azione diuretica e ipotensiva. E con il calo della pressione possono manifestarsi capogiri, cefalea e stanchezza. Possono anche presentarsi problemi gastrointestinali, irsutismo (crescita di peli scuri e spessi sul viso, sulla schiena o sul torace), cicli irregolari. Ma c’è poi un effetto meno noto da non sottovalutare. “Il rischio maggiore riguarda la gravidanza. Spesso le pazienti con acne sono in età fertile, quindi non è difficile che una donna resti incinta durante la terapia”. Molte non sanno che lo spironolattone è vietato tanto durante la gestazione quanto durante l’allattamento. “Non è un farmaco comprovato in gravidanza. Nel caso lo si stia assumendo, è opportuno fare tutti i mesi il test di gravidanza da inviare al medico curante”, raccomanda Valentini.

Un rimedio inadatto

Oltre a ciò, lo spironolattone potrebbe essere usato in modo improprio. Infatti l’acne non è tutta uguale: nell’80% dei casi è quella giovanile comedonica, che interessa entrambi i sessi. “Si concentra intorno alle aree sebacee di fronte, naso e mento, formando la così detta T. Questa non risponde bene allo spironolattone. Se invece l’acne si concentra su mento e mandibola, cioè nella parte bassa del viso, con buona probabilità è di origine ormonale, e perciò risponde a questo trattamento”: Questa verifica viene però effettuata dal dermatologo con test mirati. Non si può quindi puntare sui social per rimediare alla propria acne (e tanto meno ad altre problematiche di salute). ”Il rischio è di non curare l’acne in modo ottimale”, conclude l’esperto.

Oltre agli effetti benefici ogni farmaco può comportare alcuni effetti indesiderati. Questo medicinale è in genere ben tollerato; talora però possono comparire disturbi quali: sonnolenza (in genere scompare dopo qualche settimana), mal di testa, aumento della quantità di potassio nel sangue. Se quest’ultimo è eccessivo possono comparire disturbi quali: confusione mentale, battiti del cuore irregolari, formicolii alle mani, piedi e labbra, respirazione affannosa, sete intensa; debolezza e senso di pesantezza alle gambe, scarsa coordinazione dei movimenti. In questi casi occorre rivolgersi al medico e fare attenzione nelle attività che richiedono prontezza di riflessi (es. guida di veicoli).

L'articolo “Via l’acne, capelli splendenti e seno più voluminoso”: cos’è lo spironolattone, il farmaco che spopola su TikTok, e perché non va assunto come una “pillola magica che cambia la vita” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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