Perigo máximo de incêndio em 12 distritos de Portugal continental

© Bloomberg via Getty Images

© Bloomberg via Getty Images
Lo si annunciava da mesi, ora è arrivato. Il Servizio Meteorologico degli Stati Uniti, Noaa, ha annunciato che El Niño è iniziato nel Pacifico tropicale. L’agenzia federale americana prevede che il fenomeno meteorologico si intensificherà fino a raggiungere un livello moderato o forte in autunno. Stando alle previsione dei meteorologi c’è una probabilità del 63% che le temperature superficiali del mare aumentino di 2,0 gradi nella regione del Pacifico monitorata. Superata quella soglia la Noaa riqualifica l’evento come Super Niño: un’anomalia per quell’area del globo che si verifica in media ogni 15 anni con effetti devastanti.
El Niño è un evento raro ma che si forma ciclicamente, in media ogni 2-7 anni. Quando si verifica, produce un riscaldamento da 0,5 a 3 gradi delle acque superficiali del Pacifico centro meridionale ed orientale, di fronte alle coste dell’America Latina, producendo però effetti in tutto il mondo. Dura dai 9 ai 12 mesi e tra gli effetti principali ci sono inverni caldi e secchi nel Nord degli Stati Uniti e tempeste e neve negli stati meridionali. Nonostante la sua ciclicità, si tratta di un fenomeno difficile da prevedere perché, come spiegato da Ken Graham, direttore della Noaa, “ogni El Niño è diverso. Ognuno è unico e lascia la propria impronta sul nostro clima”.
Di solito è proprio nel periodo invernale che El Niño tende ad essere più intenso, soprattutto per l’emisfero settentrionale del mondo. In un tipico inverno caratterizzato da questo evento atmosferico, la corrente sull’Oceano Pacifico settentrionale si sposta verso sud, muovendo le tempeste verso la fascia meridionale degli Stati Uniti. Per questi motivi, spesso si traduce in un inverno più caldo del normale nell’America del Nord. Come un effetto a catena, i venti in quota più forti tendono a sopprimere lo sviluppo di tempeste e uragani nel bacino atlantico, mentre quelli più deboli favoriscono lo sviluppo di cicloni tropicali nei bacini del Pacifico orientale e centrale. Da qui il rischio di inondazioni dovute all’alta marea, soprattutto nella costa occidentale degli Stati Uniti.
Gli effetti di El Niño colpiscono anche la fauna marina e gli altri organismi oceanici, provocando cambiamenti nella migrazione dei pesci. Le specie di acqua calda infatti si spostano verso nord, mentre quelle che prediligono temperature più fredde si spostano ancora più a nord del normale, prediligendo acque profonde. Tutti comportamenti fuori dalla normalità che influiscono negativamente su crescita, sopravvivenza e riproduzione, provocando, come accaduto in passato, anche la formazione di alghe nocive nelle coste a ovest degli Stati Uniti.
L'articolo “È iniziato El Niño”. L’allarme del servizio meteorologico Usa: “Probabile che diventi un evento ‘super'” proviene da Il Fatto Quotidiano.
A semana encerra com chuvas se espalhando por grande parte do Brasil. Um sistema de baixa pressão atmosférica, que nos últimos dias se deslocava pela altura do Paraguai, avançou pelo continente e chegou ao oceano, dando origem a um ciclone extratropical. O fenômeno influencia as condições do tempo nesta sexta-feira (12) e, em seguida, forma uma frente fria.
Imagens de satélite mostram nuvens se concentrando na região Sul do Brasil e avançando pelas regiões Centro-Oeste e Sudeste. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alertas de temporais para diversas cidades, classificadas em zonas amarela e laranja no mapa meteorológico. As áreas marcadas em laranja indicam situação mais crítica.
A faixa que vai do nordeste do Rio Grande do Sul até o Paraná concentra as chuvas mais intensas do dia. Porto Alegre (RS) deve registrar até 35 milímetros de precipitação, tornando-se a capital mais chuvosa do país nesta sexta-feira (12), com temperatura máxima de apenas 16°C e tempo bastante fechado.
Em Florianópolis (SC), a máxima chega a 20°C com 20 milímetros de chuva previstos. Já em Curitiba (PR), o dia começa com 13°C e não deve ultrapassar os 17°C, com nuvens carregadas tomando conta do céu da capital paranaense desde as primeiras horas da manhã.
Além das chuvas, há alerta de ventos fortes, com rajadas de até 60 km/h no centro-sul do país.
Em São Paulo, o sol aparece na maior parte do dia, com pancadas mais pontuais e isoladas previstas para o período. A precipitação máxima esperada na capital paulista é de 5 milímetros. A temperatura não deve ultrapassar os 21°C.
O Rio de Janeiro apresenta cenário semelhante de chuvas isoladas, porém com máxima de 29°C e sensação de calor à tarde. Em Belo Horizonte (MG), a chuva é um pouco mais expressiva, podendo chegar a 15 milímetros. Em Campo Grande (MS), a máxima fica em 24°C.
Brasília (DF), que normalmente apresenta tempo seco em junho, também registra previsão de chuva nesta sexta-feira (12), com até 10 milímetros. O ciclone extratropical puxa umidade pelo Centro-Oeste, o que explica o céu encoberto sobre a capital federal, onde a temperatura máxima fica em torno de 25°C.
Goiânia (GO) apresenta cenário semelhante, com nuvens carregadas se formando desde a manhã e previsão de chuva ao longo do dia.
Na costa leste do Nordeste, voltam os alertas de temporais entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco. Em Recife (PE), a chuva já se fazia presente em alguns pontos da capital desde as primeiras horas, com previsão de 20 milímetros de precipitação e tempo bastante fechado.
Em João Pessoa (PB), são esperados 11 milímetros de chuva, com pancadas mais intensas previstas para a tarde. Pela manhã, o sol predomina e as temperaturas sobem, chegando à máxima de cerca de 30°C, com sensação de tempo abafado.
O sol predomina apenas no estado do Tocantins e no interior do Nordeste. No Norte do país, as pancadas perdem força ao longo do dia.
Nos próximos meses, espera-se uma redução das chuvas no Nordeste em decorrência do El Niño. A NOAA (Administração Nacional para Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos) declarou oficialmente o início do fenômeno, que tem cerca de 60% de chance de atingir intensidade muito forte durante o próximo verão do Hemisfério Sul.
As temperaturas devem ficar acima da média em grande parte do Brasil, com chuvas concentradas na região Sul.



© BARBARA WALTON/EPA

© BARBARA WALTON/EPA

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões.
Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018.
“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.
O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%.
O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

O balanço foi apresentado, nesta quinta-feira (11), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Criado para transformar os resultados do Brasil na redução do desmatamento em cooperação internacional concreta, o Fundo Amazônia chega aos 18 anos como a maior e mais bem-sucedida iniciativa de REDD+ do mundo em volume de recursos e resultados”, disse o BNDES, em nota, referindo-se ao incentivo desenvolvido no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) para recompensar financeiramente países em desenvolvimento pela redução de emissões.
Entre 2023 e 2025, a média anual desembolsada chegou a R$ 224 milhões, acima da média de R$ 206 milhões registrada entre 2010 e 2018.
“O crescimento ocorre após a reativação da governança do Fundo, a recriação da estrutura dedicada ao mecanismo no BNDES e a definição de novas diretrizes para aplicação dos recursos, em alinhamento com as políticas públicas de combate ao desmatamento e desenvolvimento sustentável da Amazônia”, informou o banco.
O período de 2023 a 2026 responde por 57% de todas as aprovações e contratações da história do mecanismo. Segundo o ministério e o BNDES, em quantidade de operações, a média passou de dez projetos aprovados por ano, no período anterior, para 15 projetos anuais entre 2023 e 2025, aumento de 50%.
O Fundo já beneficia mais de 650 organizações, 169 terras indígenas, 192 unidades de conservação e 260 mil pessoas.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.
Notícias relacionadas:
“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.
O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.
Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.
“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.
Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.
Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.
“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.
De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.
“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

As novas normas ainda precisam ser aprovadas pelo Senado e sancionadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que pode aprová-las ou vetá-las, total ou parcialmente.
Notícias relacionadas:
“Estamos trabalhando para que o Senado inviabilize isto. Se não conseguirmos, vamos solicitar [ao presidente] que vete [as mudanças aprovadas na Câmara]”, disse Capobianco ao participar do Bom Dia, Ministro.
O programa é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e do Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“E se o veto [presidencial] for derrubado [por deputados federais e senadores], nós certamente recorreremos ao Supremo Tribunal Federal”, acrescentou Capobianco.
Para o ministro, a redação do Projeto de Lei nº 364/19 que a Câmara aprovou afrouxa as regras de proteção ambiental em biomas como Pantanal, Cerrado e Pampas, além de certas áreas da Amazônia e dos campos de altitude da Mata Atlântica.
“É um equívoco. [Uma decisão] absolutamente inconstitucional [..] E [se necessário] iremos ao STF questionar como, depois de um século de legislação bem-sucedida, o país resolve eliminar a proteção da diversidade de nossos biomas”, continuou o ministro.
Capobianco disse ainda ser “gravíssima” a decisão da Câmara de classificar como áreas rurais consolidadas os chamados campos gerais e nativos de todo o país.
Com a mudança, o corte de vegetação nessas áreas rurais poderá ser feito sem prévia autorização do órgão responsável ou medidas compensatórias, mesmo quando cobertas por vegetação campestre e reconhecidamente importantes para a proteção de espécies endêmicas, de nascentes e cabeceiras.
“Há diferentes características vegetais [...] mas a Câmara decidiu estabelecer uma norma de que só as florestas estarão protegidas, e que as demais vegetações não estarão”, criticou o ministro, destacando a importância do Código Florestal proteger toda a biodiversidade brasileira.
De acordo com Capobianco, o Brasil tem, hoje, uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo, mas o Poder Público está sempre às voltas com fortes pressões políticas e econômicas de setores produtivos.
“Estamos avançando, aprimorando [a legislação], mas, infelizmente, em alguns momentos, temos retrocessos. Muitas vezes, para atender interesses setoriais. Temos negociado, dialogado permanentemente com o Congresso, mas, em alguns momentos, temos perdido [disputas]”, concluiu o ministro.

O Algarve vai estar a partir de hoje, quinta-feira, dia 11, e até sábado sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, juntando-se na lista aos restantes distritos do continente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o IPMA, o aviso amarelo está em vigor desde as 9h00 de hoje e até às 18h00 de sábado, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.
O distrito de Faro era o único de Portugal continental que, até ontem, escapava aos avisos determinados pelo IPMA devido à subida das temperaturas.
O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.
Portugal continental vai registar temperaturas elevadas até sábado, com a máxima a variar hoje entre os 27 e os 38 graus e, na sexta-feira, entre os 35 e os 40 graus Celsius.
Para hoje está prevista uma subida «mais acentuada» da temperatura máxima, podendo subir cerca de 10 graus Celsius em alguns locais.
Segundo o IPMA, sexta-feira será o dia mais quente, com a temperatura máxima a variar entre 35 e 40 graus na generalidade do território.
A temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20 graus até à noite de sábado para domingo.
De acordo com o Instituto, o estado do tempo «será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica».
«A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura», segundo o instituto.
O conteúdo Algarve também já está sob aviso amarelo devido ao tempo quente aparece primeiro em Sul Informação.
Il mondo è sempre più caldo e si avvia ormai verso il superamento della soglia limite degli 1,5 gradi in più rispetto ai livelli preindustriali. La Terra infatti accumula troppo calore e lo fa a un ritmo accelerato. A lanciare l’allarme è la quarta edizione del rapporto Indicators of global climate change (Igcc), pubblicato sulla rivista scientifica Earth system science data. Il limite a cui ci stiamo avvicinando è il pilastro dell’Accordo di Parigi del 2015, in cui si era stabilito che fosse proprio questa la soglia entro cui mantenere l’aumento medio della temperatura globale.
Come spiega il report, il riscaldamento del mondo ha raggiunto gli 1,37 gradi nel 2025 quasi interamente a causa delle attività umane. Gli oltre 70 scienziati di 56 istituzioni diverse in 17 Paesi prevedono che se le emissioni continueranno ai livelli attuali, si dovrebbe superare la soglia di 1,5 gradi entro il 2030. E il trend è destinato a crescere. “Il tasso con cui il calore si accumula nel sistema terrestre – si legge nello studio – lascia intendere alti livelli di riscaldamento futuro”. Così la Terra si muoverà sempre più vicino alla soglia dei 2 gradi, disattendendo al secondo obiettivo dell’accordo di Parigi che impegnava 195 Paesi a tenere il riscaldamento globale ben al di sotto di questa soglia.
Il rapporto spiega che, ai livelli attuali di emissioni, il carbonio che è ancora possibile consumare mantenendo il riscaldamento sotto i 1,5 gradi sarà esaurito nel giro di tre anni. Allo stesso tempo anche le emissioni di gas serra hanno raggiunto il record di 56,8 miliardi di tonnellate di C02, spinte soprattutto dalla combustione di combustibili fossili. La concentrazioni dei tre principali gas serra, anidride carbonica, metano e protossido di azoto, sono tutte aumentate dal 2019. Tutto questo provoca anche uno squilibrio energetico della Terra: la differenza tra il calore che entra nel pianeta e quello che è esce è raddoppiata negli ultimi dieci anni. Più semplicemente significa che il mondo assorbe calore più rapidamente di quanto abbia mai fatto.
Anche la condizione dei mari globali è strettamente legata al calore del pianeta: nel 2025, hanno raggiunto il record di 23 centimetri di innalzamento rispetto al 1901. Gli oceani stanno infatti assorbendo gran parte del calore in eccesso, con temperature medie della superficie marina che lo scorso anno hanno toccato il secondo valore più alto mai registrato. Nel rapporto di quest’anno di Igcc è stato anche aggiunto per la prima volta un’indicatore che misura le ondate marine che danneggiano gli ecosistemi e alternano i sistemi oceano-atmosfera che regolano il clima terrestre. Solo nel 2025 il mondo ha vissuto 65 giorni di ondate di calore marine.
Gli scienziati concludono il report portando l’attenzione su un rischio meno visibile ma altrettante preoccupante. I dataset globali, utilizzati per monitorare i cambiamenti climatici, “sono sempre più minacciati dalle scelte di finanziamento e dalle decisioni geopolitiche”, si legge nello studio. Si fa riferimento esplicito alle missioni statunitensi, da sempre le più importanti per questi dati, ma quelle che hanno subito i tagli maggiori da quando Donald Trump è tornato alla presidenza del Paese. Alla luce dei dati emersi dal report Igcc, non consola sapere che il 7 gennaio l’amministrazione Usa ha ufficializzato il recesso dall’Accordo di Parigi e dalla Convenzione quadro delle Nazioni Unite sui cambiamenti climatici.
L'articolo Il riscaldamento globale supererà la soglia limite di 1,5 gradi entro il 2030: l’allarme nel rapporto sul cambiamento climatico proviene da Il Fatto Quotidiano.

© Michael Steele