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De la calle a la cancha: así sonó el día que México volvió a abrir un Mundial

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El momento más esperado por el mundo del fútbol llegó. Este jueves 11 de junio, el mítico Estadio Azteca se convirtió en el primer recinto de la historia en albergar tres ceremonias inaugurales de un Mundial, tras las de 1970 y 1986.

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Diseño y desarrollo:

Mónica Juárez Martín

Edición de audio:

Gladys Serrano

Audios:

Aurea del Rosario, Angélica Escobar y Carlo Echegoyen

Foto:

Emiliano Molina, Aurea del Rosario, Nayeli Cruz, AP y Reuters

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Duración desconcertante, un ataque a la RAE y... ¿una doble de Shakira? La gala inaugural del Mundial que se vivió en las redes sociales

Parece que fue ayer cuando veíamos a un despendolado Morata bailar Potra salvaje en calzoncillos para celebrar el éxito de España en la Eurocopa de Alemania y ya estamos aquí otra vez partiendo de cero en un nuevo torneo internacional. En aquella cita no se esperaba nada de España, a esta la selección llega como favorita. En aquella no había grandes estrellas en el combinado nacional, en esta todos los ojos del mundo estarán pendientes de Lamine Yamal.

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© Ryan Pierse - FIFA (FIFA via Getty Images)

Shakira durante su actuación durante la gala inaugural del Mundial de Fútbol 2026, previa al partido entre México y Sudáfrica en Ciudad de México.
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Una ceremonia neutra para un Mundial revuelto

El Mundial más norteamericano empezó con un zumbido prehispánico y terminó con el gringísimo Let’s go. Como una premonición, la caracola marina que servía igual para llamar a la lluvia que a la guerra, sonó esta vez para dar arranque a la primera Copa repartida entre los tres vecinos, Estados Unidos, México y Canadá. Los Tres Amigos, que no atraviesan precisamente el mejor momento de su amistad, tendrán cada uno su propia ceremonia de inauguración. La mexicana, en la que no estuvieron presentes ninguno de los tres presidentes de los países anfitriones, tuvo guiños decorativos prehispánicos, mucho español y bastante de inglés. Una ceremonia neutra para tiempos revueltos.

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© Mario Guzmán (EFE)

Ceremonia de inauguración de la Copa Mundial 2026 en el Estadio Azteca.
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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

Notícias relacionadas:

Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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Abertura da Copa 2026 emociona o Estádio Azteca, no México

Logo Agência Brasil

A primeira Copa do Mundo realizada em três países trouxe também uma particularidade: três cerimônias de abertura, uma no Estádio Azteca, no México; outra em Toronto, no Canadá e uma terceira em Los Angeles, nos Estados Unidos. As duas últimas ocorrem nesta sexta-feira (12).

A solenidade na Cidade do México ocorreu nesta quinta-feira (11), começando precisamente às 11h30, sob uma temperatura de 24 graus. Mais de 85 mil pessoas prestigiaram a cerimônia no gigantesco Estádio Azteca – rebatizado de Estádio Banorte – e que já tinha recebido as aberturas das Copas de 1970 e de 1986.

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Bailarinos vestidos de indígenas, representando as antigas civilizações asteca, maia, olmeca e tolteca, sob um tapete azul-claro que cobriu o gramado, dançaram ao redor de uma réplica gigante da taça da Copa do Mundo da Fifa. Era como se os povos de outras gerações mexicanas cultuassem o valioso troféu.

Quando a cantora mexicana Lila Downs subiu pela escadaria que dava acesso à réplica da taça, no centro do gramado, e declarou em inglês: "football unites all", traduzindo em seguida para o espanhol, "fútbol nos une a todos"

A abertura no México acontece no contexto de uma Copa marcada por fatos como a deportação de um árbitro somali, longo interrogatório na imigração de um jogador iraquiano, restrições à hospedagem da delegação do Irã e negativa de vistos para turistas que iriam ver a Copa nos Estados Unidos.  

Música latina

Em seguida, o estádio virou palco para várias apresentações musicais sucessivas, sempre enaltecendo a música latina.

A apresentação começou com a banda mexicana Maná. Depois, passaram pelo gramado o venezuelano Danny Ocean, a espanhola Belinda, interpretando uma canção com os veteranos da banda Los Ángeles Azules, um dos pilares da música Latino Americana.

A entrada do cantor colombiano J. Balvin, um dos artistas latinos mais vendidos no mundo, aconteceu de forma diferente, em um carro cenográfico.

Até que a popstar colombiana Shakira apareceu no tapete azul do estádio Azteca, com várias bailarinas e a participação do nigeriano Burna Boy. Juntos cantaram a música tema da Copa, Dai Dai, uma tentativa de alcançar novamente o estrondoso sucesso de Waka Waka, tema da Copa da África do Sul de 2010.  

Logo, uma fumaça verde e vermelha tomou conta do estádio. O tapete azul foi retirado e um globo terrestre apareceu no círculo central do gramado. Entraram, então, vários porta-bandeiras, representando as 45 seleções que disputam a Copa, terminando com a entrada dos estandartes dos três países sede.

O ponto alto foi a apresentação do italiano Andrea Bocelli, fazendo dueto com a cantora coreana EJAE.

Como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, já havia dito desde maio que não compareceria à cerimônia de abertura, como uma demonstração de solidariedade aos mexicanos que não têm condição de pagar por ingressos para o evento, coube ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarar aberta a Copa ao lado da atriz mexicana Salma Hayek, indicada ao Oscar pelo filme Frida.

México e África do Sul 

Quando as seleções do México e da África do Sul entraram em campo, os hinos nacionais foram executados por cantores dessas duas nacionalidades. 

A popstar sul-africana Tyla, vencedora do Grammy em 2024 e 2026, entoou o hino dos africanos. Enquanto o mexicano Alejandro Fernández, “El Potrillo”, cantor popular de boleros e música ranchera, executou os versos do hino, uma marcha militar que diz que cada filho do solo mexicano é “un soldado” pronto para defender a Pátria numa guerra. A ovação do público foi instantânea e automática, num momento de grande emoção.

Logo em seguida, começou o jogo inaugural, apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio. 

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Group A - Mexico v South Africa - Estadio Azteca, Mexico City, Mexico - June 11, 2026 Mexico's Julian Quinones celebrates scoring their first goal with Israel Reyes and Cesar Montes REUTERS/Hannah Mckay
Seleções do México e da África do Sul abriram a disputa da Copa do Mundo 2026- REUTERS/Hannah Mckay/ Proibido reprodução

 

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"Pueblos del mundo, bienvenidos a México": el Estadio Azteca vibra con Shakira y sin Sheinbaum en la inauguración de su tercer Mundial

Shakira, este jueves durante su actuación en la ceremonia inaugural del Mundial en el Estadio Azteca de Ciudad de México.

Este jueves, el Estadio Azteca de Ciudad de México se convirtió en el primero del planeta en albergar tres inauguraciones mundialistas (tras las ediciones de 1970 y 1986). El coloso de Santa Úrsula dio el pistoletazo de salida a la inédita Copa del Mundo de 2026, organizada de manera conjunta por México, Estados Unidos y Canadá, con un espectacular despliegue musical que rindió homenaje a las raíces prehispánicas y consagró la riqueza de la cultura latina ante miles de aficionados locales e internacionales.

La vibrante ceremonia previa al choque inaugural entre las selecciones de México y Sudáfrica arrancó con la actuación de la banda de rock Maná y la cantante Lila Downs. Ataviada con un huipil blanco y respaldada por un numeroso cuerpo de baile, Downs dio la bienvenida al planeta: "Pueblos del mundo, bienvenidos a México". Acto seguido, los originarios de Guadalajara desataron la euforia en las gradas al ritmo de su emblemático éxito 'Oye mi amor'.

El repertorio musical continuó desgranando los principales temas del álbum oficial de la FIFA. El venezolano Danny Ocean interpretó 'Partidazo', cediendo el testigo a Belinda y Los Ángeles Azules con la rítmica 'Por ella'. La temperatura en el Azteca siguió en aumento con la aparición del colombiano J Balvin, quien hizo bailar al estadio vestido con los colores de la selección mexicana –rojo y verde– al interpretar 'Qué calor' e 'I Like It', su conocida colaboración con Bad Bunny.

Clímax con Shakira

El clímax llegó con la irrupción de Shakira, coronada como la gran reina de esta cita mundialista. Vestida con un atuendo amarillo y morado, la estrella colombiana interpretó 'Dai Dai', el tema oficial del torneo, junto al nigeriano Burna Boy. En el centro de la cancha, custodiada por cientos de bailarines, brilló el trofeo de la Copa del Mundo acompañado por el lema "Estamos listos", el mensaje central de la canción que da inicio a un torneo que por primera vez contará con 48 selecciones y un total de 104 partidos.

Para los compases previos al pitido inicial, estaba prevista la entonación de los himnos nacionales a cargo del mexicano Alejandro Fernández y de la cantante Tyla por parte de la delegación sudafricana. Pero fue la actriz Salma Hayek la acompañó al presidente de la FIFA, Gianni Infantino, en el momento de la inauguración oficial del torneo.

Sheinbaum rompe la tradición por temor a protestas

La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, rompió con una tradición de décadas al decidir no acudir al palco de honor del Estadio Azteca para presenciar la inauguración. En un gesto cargado de simbolismo, la mandataria regaló su entrada para el partido a una niña indígena.

Asimismo, Sheinbaum tampoco acudió finalmente al masivo Fan Fest instalado en la plaza del Zócalo capitalino, tal y como se había barajado inicialmente. Ante la previsión de posibles protestas y un eventual boicot por parte de los maestros de la Coordinadora Nacional de Trabajadores de la Educación (CNTE) –quienes mantienen un plantón en las inmediaciones de la plaza central–, la presidenta optó por trasladarse al norte de la ciudad.

Acompañada por la jefa de Gobierno de Ciudad de México, Clara Brugada, la mandataria se presentó en el Deportivo Los Galeana, situado en la alcaldía Gustavo A. Madero, a unos 12 kilómetros del Zócalo. Vestida con la camiseta de la selección mexicana con su nombre y el número 26 a la espalda, Sheinbaum fue vitoreada por los cientos de aficionados que se congregaron en este recinto, una de las 18 sedes habilitadas por las autoridades locales con pantallas gigantes. Desde allí, la presidenta compartió un vídeo en sus redes sociales disfrutando de la actuación de Shakira junto a los asistentes, sumándose de forma alternativa a la fiesta del fútbol que vuelve a México 40 años después de su última cita en 1986.

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¿Quién canta en la inauguración del Mundial 2026? Las estrellas que tomarán el Estadio Azteca este jueves

Shakira en una foto de archivo

La inauguración del Mundial 2026 no será solo una cita deportiva, también será un gran espectáculo musical en uno de los estadios más icónicos del planeta. México abrirá la Copa del Mundo en el Estadio Azteca (rebautizado como Estadio Ciudad de México para la competición) con una ceremonia que tendrá música, identidad cultural y una larga lista de estrellas internacionales y latinoamericanas.

La FIFA ha preparado una apertura a tres bandas, con ceremonias en México, Canadá y Estados Unidos, y la de Ciudad de México. Esta última será la primera de todas, la que marque el arranque oficial del torneo antes del partido inaugural entre México y Sudáfrica. En ese contexto, el cartel musical ha ganado tanto protagonismo como la propia final deportiva.

La gran cita en México

La primera ceremonia de inauguración está prevista para el jueves 11 de junio de 2026, 90 minutos antes del partido inaugural de este Mundial 2026, en el Estadio Azteca. En los ensayos ya han participado figuras como Shakira y Belinda, lo que ha disparado las expectativas sobre el espectáculo de apertura y sobre una posible colaboración entre ambas sobre el césped del estadio.

Shakira aparece como la gran figura internacional de la cita, acompañada por Burna Boy en la interpretación del himno oficial, mientras que el bloque mexicano y latino lo completan nombres con enorme tirón popular.

Estos son los artistas confirmados para la inauguración en México:

  • Shakira.
  • Burna Boy.
  • Belinda.
  • Danny Ocean.
  • J Balvin.
  • Lila Downs.
  • Los Ángeles Azules.
  • Maná.
  • Tyla.

La presencia de varios artistas mexicanos refuerza el carácter simbólico de la ceremonia en el Estadio Azteca, que quiere presentarse como una celebración de raíces, modernidad y proyección internacional. Además, la participación de nombres como J Balvin o Danny Ocean añade un puente musical entre México y el resto de América Latina.

Shakira, la gran figura

Shakira llega a esta inauguración en uno de los momentos más importantes de su carrera. La cantante colombiana fue confirmada para interpretar Dai Dai, la canción oficial del Mundial 2026, junto a Burna Boy, y su presencia en el Estadio Azteca la coloca en el centro del relato musical del torneo.

Además, las imágenes difundidas desde los ensayos muestran que la artista ya ha trabajado sobre el terreno de juego del estadio, y fuentes cercanas a la preparación sostienen que podría interpretar varios temas, no solo el himno oficial. Entre las canciones que se han mencionado figuran Hips Don’t Lie, Bamboo y Dai Dai.

Ensayos de la ceremonia de inauguración del mundial en el estadio Azteca
Shakira, Belinda y Tyla forman parte de los artistas que se presentarán en el acto pic.twitter.com/EFPJ2LqNIt

— central shakira (@d0mesticada) June 7, 2026

Belinda y el factor mexicano

La otra gran atención mediática está en Belinda, una de las artistas que más titulares ha generado los días previos al acto. Su coincidencia con Shakira durante los ensayos ha hecho crecer los rumores sobre una posible aparición conjunta, algo que encajaría muy bien con la dimensión televisiva y viral que busca la FIFA en esta clase de ceremonias.

Belinda representa además la conexión directa con el público local y con la industria musical mexicana, que tendrá un papel central en el arranque del Mundial. Su posible colaboración con Shakira sería, además, un recurso perfecto para amplificar la conversación en redes y sumar interés más allá del fútbol.

Qué pasa en el resto de ceremonias

Aunque la ceremonia de México concentra la atención principal, no será la única. La FIFA ha diseñado tres inauguraciones diferentes para el Mundial 2026; una en Ciudad de México el 11 de junio, otra en Toronto el 12 de junio y una tercera en Los Ángeles el 13 de junio. La idea es convertir el inicio del torneo en un espectáculo multicontinental con artistas distintos en cada país.

En Canadá, la lista incluirá nombres como Alanis Morissette, Alessia Cara, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream y William Prince. En Estados Unidos, el show estará encabezado por Katy Perry, Anitta, LISA, Future, Rema y Tyla, entre otros.

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Shakira é confirmada na abertura da Copa do Mundo 2026

A Fifa anunciou oficialmente que Shakira estará entre as atrações da cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026. O evento acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, na Cidade do México, uma das sedes do torneio.

A cantora colombiana dividirá o palco com o astro nigeriano Burna Boy. Os dois artistas lançaram recentemente “Dai Dai”, canção escolhida como música oficial do Mundial.

Esta será a terceira participação de Shakira em eventos ligados à Copa do Mundo. Em 2010, na África do Sul, ela conquistou o público global com o fenômeno “Waka Waka”. Já em 2014, no Brasil, foi uma das atrações da cerimônia de encerramento ao interpretar “La La La”, ao lado de Carlinhos Brown.

A abertura do torneio contará ainda com uma grande programação musical espalhada pelos três países-sede. No México, também estão confirmados nomes como Maná, Tyla, Alejandro Fernández, J Balvin, Belinda, Lila Downs, Danny Ocean e Los Ángeles Azules.

Cantora colombiana participará da cerimônia de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México | Foto: Reprodução

No Canadá, artistas como Michael Bublé, Alanis Morissette e Alessia Cara comandarão as apresentações antes da partida de abertura da seleção canadense. Já nos Estados Unidos, Katy Perry lidera o line-up que também terá Anitta, Future, Lisa, do Blackpink, Marilina Bogado e outros convidados.

A expectativa é que as apresentações celebrem a diversidade cultural dos países anfitriões e marquem o início de uma das maiores edições da história da Copa do Mundo.

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Ten nights, one stadium: Bad Bunny and the business of residencies

Bad Bunny performing at the Estadi Olímpic in Barcelona on May 22.

Bad Bunny performs today, June 1, at Metropolitano Stadium. He played on May 30 and 31, and will return on June 2, 3, and so on, for a total of 10 shows. In the entertainment industry, this is known as a musical residency — a series of concerts an artist stages in the same venue over a short period of time. There’s no exact number that defines one, but one of the core ideas behind the concept is impact: the more shows, the better.

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Bad Bunny’s concert at the Estadi Olímpic in Barcelona on May 22.
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