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Tico Santa Cruz abre baú de fotos antigas: “Vida que vocês não conhecem”

O cantor Tico Santa Cruz, 48, abriu o álbum de fotos da família para mostrar momentos afetuosos do passado, em uma postagem feita no Instagram, na última quinta-feira (11).

O vocalista do Detonautas revelou que a irmã o enviou fotos que o levaram a uma viagem no tempo. No primeiro registro, ele ainda morava em Londrina (PR) e ouviu da mãe que poderia ser modelo.

“Acreditei e fiz essas poses aí lendo Folha Paraná e, na segunda foto, com uma bike speed, completamente aleatória, onde não combina nada com nada (risos)”, escreveu.

Tico também apareceu abraçado ao pai em um réveillon em Copacabana, no Rio de Janeiro, e ao lado da mãe e do filho, que ainda era um bebê de colo, a quem se referiu como “carinha de alienígena”.

Nas fotos, o cantor mostrou a avó Maria e relembrou momentos especiais com a veterana.

“Tenho muitas memórias da minha avó com a gente em Iguaba, na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, e lembro quando ela me levou a um médico psiquiatra porque me achava meio maluco”, escreveu.

“Doce de leite que ela fazia era uma delícia e o pão com bife também! Durante alguns anos, eu dormia no chão, ao lado da cama dela, na sua casa. Foi meio abrigo e meio hospício”, seguiu.

Por fim, ele contou que gostava de segurar o sobrinho de cabeça para baixo. Em uma das vezes em que carregou o pequeno, colocou-o no ombro e acabou batendo a cabeça dele em um toldo de restaurante. “Achei que tinha dado um reset na mente do menino! De lá, fui direto a uma clínica fazer o raio-x, mas estava tudo em ordem! Os anos se passaram e ele ainda parece que bateu a cabeça no toldo. Brincadeira, Breninho!”, brincou.

Tico encerrou: “Um pouco da minha vida que vocês não conhecem!”.

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    Tico Santa Cruz em foto com jornal • Instagram/@ticostacruz

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    Tico com bicicleta na juventude • Instagram/@ticostacruz

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    Tico Santa Cruz abraçado ao pai no réveillon em Copacabana • Instagram/@ticostacruz

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    Tico Santa Cruz com a mãe e o filho • Instagram/@ticostacruz

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    Maria, avó do cantor • Instagram/@ticostacruz

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    Tico Santa Cruz com o sobrinho, Breno, de cabeça para baixo

Rock in Rio: relembre 5 shows históricos do festival

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El PP cita en el Senado a Teresa Peramato para que rinda cuentas de los contactos de Leire Díez con la cúpula de la Fiscalía

Los populares despliegan una operación de "cerco total a la corrupción del sanchismo" con un calendario repleto de comparecencias: desde el ministro del Interior y la secretaria de Zapatero al ex comisario de Barajas Leer

Los populares despliegan una operación de "cerco total a la corrupción del sanchismo" con un calendario repleto de comparecencias: desde el ministro del Interior y la secretaria de Zapatero al ex comisario de Barajas
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InfoGripe: cresce número de hospitalizações por VSR e gripe

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O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11).

A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho, período em que a queda das temperaturas pode impulsionar a disseminação dos vírus respiratórios em locais fechados e aglomerados.

Notícias relacionadas:

O estudo verificou que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento também na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

O InfoGripe destaca também que as demais 16 unidades da Federação apresentam indícios de interrupção do crescimento ou queda do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo. Mas 12 delas ainda registram incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.

Cuidados

Em 2026, já foram registrados 3.591 óbitos de SRAG. Para a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, é importante que a população tome alguns cuidados, como lavar sempre as mãos, usar máscaras dentro unidades de saúde e em ambientes aglomerados com pouca circulação de ar.

Segundo ela, também é importante fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, a recomendação é que a pessoa saia de casa usando uma boa máscara como a N95 ou PFF2

“E o mais importante: é fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus”, diz Tatiana.

Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.

Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de SRAG associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos. A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.

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InfoGripe: cresce número de hospitalizações por VSR e gripe

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O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11).

A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho, período em que a queda das temperaturas pode impulsionar a disseminação dos vírus respiratórios em locais fechados e aglomerados.

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O estudo verificou que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento também na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

O InfoGripe destaca também que as demais 16 unidades da Federação apresentam indícios de interrupção do crescimento ou queda do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo. Mas 12 delas ainda registram incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.

Cuidados

Em 2026, já foram registrados 3.591 óbitos de SRAG. Para a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, é importante que a população tome alguns cuidados, como lavar sempre as mãos, usar máscaras dentro unidades de saúde e em ambientes aglomerados com pouca circulação de ar.

Segundo ela, também é importante fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, a recomendação é que a pessoa saia de casa usando uma boa máscara como a N95 ou PFF2

“E o mais importante: é fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus”, diz Tatiana.

Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.

Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de SRAG associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos. A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.

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“No me he vuelto a lavar la cara desde este momento”: la traviesa indirecta de Oliva Wilde a Penélope Cruz

El próximo 26 de junio se estrenará en Estados Unidos ‘The invite’, la adaptación americana del aclamado filme español ‘Sentimental’ del director catalán Cesc Gay que ha dirigido Olivia Wilde y en el que los actores protagonistas son Penélope Cruz, Seth Rogen y Edward Norton. Así lo anunció ayer la productora A24 en sus redes sociales, donde en un bellísimo carrusel de imágenes se podían ver algunos fotogramas e instantes destacados de la película y su rodaje. En una de esas imágenes se puede ver un primer plano de las manos de Cruz, con unas características y larguísimas uñas, sujetando a las de la directora.

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© Randy Holmes (Disney via Getty Images)

Olivia Wilde en una de sus últimas apariciones televisivas, en el programa de Jimmy Kimmel.
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Patxi López siembra dudas sobre los jueces: "Hay velocidades injustificadas y sentencias incomprensibles", y el PP replica: "Se agarran al lawfare porque no les queda otra"

Los populares aguardan "el carrusel deportivo de la corrupción socialista" que se verá la próxima semana con Begoña Gómez y Zapatero declarando ante el juez y la directora de la Guardia Civil, en el Senado Leer

Los populares aguardan "el carrusel deportivo de la corrupción socialista" que se verá la próxima semana con Begoña Gómez y Zapatero declarando ante el juez y la directora de la Guardia Civil, en el Senado
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Dominicana no está preparada para una reforma fiscal, dice economista

Santo Domingo, 10 jun (Prensa Latina) El economista Ciriaco Cruz, decano de la Facultad de Ciencias Económicas y Sociales de la Universidad Autónoma de Santo Domingo (UASD), afirmó hoy que República Dominicana no está en condiciones de aplicar una reforma fiscal.

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Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

Notícias relacionadas:

Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

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Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família

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Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. 

Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. 

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Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. 

Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.

Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. 

Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.

Doenças 

O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.

Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.

Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.

Saúde mental

Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.

Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. 

“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.

Pesquisas

Os resultados foram apresentados nesta semana durante webinar que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.

As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.

Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.

“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.

Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.

As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. 

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SantaFaz demonstra “vigor cultural” do concelho de Santa Cruz, diz Élia Ascensão

A Câmara Municipal de Santa Cruz apresentou, hoje, a programação das Festas do Concelho. O evento, intitulado SantaFAZ, decorre entre os dias 19 e 25 de Junho. A presidente Élia Ascensão disse que o SantaFAZ é o espelho do vigor cultural do concelho, sendo, por isso, uma montra do que de melhor se faz em […]
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“Mais Santa Cruz” aponta “falhanço assumido pelo JPP no sector da habitação”

Os vereadores eleitos pela Coligação Mais Santa Cruz consideram que a aprovação da Declaração de Carência Habitacional hoje deliberada em reunião da vereação da Câmara Municipal não é apenas um acto administrativo — é, acima de tudo, uma admissão clara do falhanço da gestão da JPP na resposta a um dos problemas mais graves que […]
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No sign of the journalist who filmed her own abduction in Mexico

The journalist Roxana Berenice Guzmán was inside her home when armed men showed up and smashed the door. Like in a nightmare, they did not succeed immediately: they broke the glass and then began hammering at the lock. Blow after blow, up to a dozen. A man inside asks them to wait, but one of the attackers silences him, sticking a rifle through the broken glass and taking aim. They begin to kick at the door. The kicks are combined with the hammer blows. The man inside the house pleads again: “There’s a baby, calm down!” But, as in nightmares, the squad finally manages to break a piece of the door and enter the house. “Get on the floor!” one of the hooded men shouts, before grabbing the phone that is recording him. There are no images after that, but the attackers took the founder of the local media outlet Pulso Informativo del Sureste. The recording has shaken a country used to attacks on its journalists.

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© El País

Attack by the armed squad on Roxana Berenice Guzmán, June 2.
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