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Governo estuda devolução de celular roubado nos Correios, diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (10) que o governo estuda a possibilidade de enviar mensagens para celulares roubados alertando o usuário a devolver o aparelho nas agências dos Correios em vez de uma delegacia. 

“Eu vou disparar o sinalzinho [mensagem] para quem estiver com celular roubado, devolver, porque, senão, haverá consequências”, destacou Lula durante a abertura da 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Notícias relacionadas:

Segundo Lula, um estudo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que aponta a existência de cerca de 2,5 milhões de celulares roubados em todo o país.

"Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Eu ia apertar um botãozinho e passar a mensagem dizendo que todas as 2,5 milhões de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver", explicou.

Atualmente, o aplicativo Celular Seguro  permite bloquear imediatamente o aparelho, a linha telefônica e as contas bancárias disponibilizadas no smartphone em casos de roubo, furto ou extravio.

Distribuição de renda

Na reunião, Lula defendeu as políticas de distribuição de renda e inclusão social em relação a números isolados de crescimento econômico. 

“O que é importante é que aos poucos a gente vai colocando a parte mais sensível e mais pobre da população dentro do orçamento do país, levando a sério a educação, a saúde e a legalização de terras indígenas”, afirmou.

Ele citou que nesta quinta-feira (11) o governo entregará documentação de terras quilombolas, que a cerimônia marcará "48% de tudo quanto é terra quilombola registrada nesse país.”

O presidente fez críticas à reação do mercado financeiro diante das metas fiscais do governo. “Se a gente tiver um déficit de 0,20% vai cair o mundo.”

Brasil na Copa do Mundo

O presidente Lula desejou que a seleção brasileira vença, neste sábado (13), na partida de estreia da Copa do Mundo de 2026, contra a equipe do Marrocos, em Nova Jersey, Estados Unidos.

“Já errei em 1982, 1986. Mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom”.

* Colaborou Marcelo Brandão

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Governo estuda devolução de celular roubado nos Correios, diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (10) que o governo estuda a possibilidade de enviar mensagens para celulares roubados alertando o usuário a devolver o aparelho nas agências dos Correios em vez de uma delegacia. 

“Eu vou disparar o sinalzinho [mensagem] para quem estiver com celular roubado, devolver, porque, senão, haverá consequências”, destacou Lula durante a abertura da 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

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Segundo Lula, um estudo do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que aponta a existência de cerca de 2,5 milhões de celulares roubados em todo o país.

"Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi de 2,5 milhões de celulares roubados. Eu ia apertar um botãozinho e passar a mensagem dizendo que todas as 2,5 milhões de pessoas que estão com o celular roubado têm que devolver", explicou.

Atualmente, o aplicativo Celular Seguro  permite bloquear imediatamente o aparelho, a linha telefônica e as contas bancárias disponibilizadas no smartphone em casos de roubo, furto ou extravio.

Distribuição de renda

Na reunião, Lula defendeu as políticas de distribuição de renda e inclusão social em relação a números isolados de crescimento econômico. 

“O que é importante é que aos poucos a gente vai colocando a parte mais sensível e mais pobre da população dentro do orçamento do país, levando a sério a educação, a saúde e a legalização de terras indígenas”, afirmou.

Ele citou que nesta quinta-feira (11) o governo entregará documentação de terras quilombolas, que a cerimônia marcará "48% de tudo quanto é terra quilombola registrada nesse país.”

O presidente fez críticas à reação do mercado financeiro diante das metas fiscais do governo. “Se a gente tiver um déficit de 0,20% vai cair o mundo.”

Brasil na Copa do Mundo

O presidente Lula desejou que a seleção brasileira vença, neste sábado (13), na partida de estreia da Copa do Mundo de 2026, contra a equipe do Marrocos, em Nova Jersey, Estados Unidos.

“Já errei em 1982, 1986. Mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom”.

* Colaborou Marcelo Brandão

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Israeli MP takes electric saw to school gate in Arab town (VIDEO)

Far-right lawmaker Zvi Sukkot sparked chaos in Tuba-Zangariyye after being denied entry to the facility

A visit by a far-right lawmaker to an Arab town in northern Israel has sparked controversy after local leaders accused him of staging a political provocation and sought to block the trip. 

Knesset Education Committee chairman Zvi Sukkot of the Religious Zionism party traveled to Tuba-Zangariyye last week under heavy police protection to discuss what he described as “crime and violence” in the local education system.

The leaders of the predominantly Bedouin Arab town in the Galilee region, however, made clear he was not welcome, calling the trip a “racist” political stunt rather than an educational tour, and locked the gates of a local school ahead of his arrival. After being denied entry, Sukkot was filmed using an electric saw during a confrontation outside the school, and the footage quickly went viral. 

“What we least expected was for a member of the Israeli Knesset and the chairman of Israel’s Education Committee to behave in such a way,” Tuba-Zangariyye council head Muayyad Haib told RT, describing the visit as “extremely provocative” and saying it left some children “terrified.” 

Haib said residents opposed the visit because of Sukkot’s previous statements and actions toward the community, adding that the lawmaker proceeded with the trip despite the repeated objections of local officials. 

Sukkot has defended his actions and vowed to push for cuts to state funding for schools, arguing that the State of Israel should not invest “even one shekel” in such an education system. 

The incident has fueled a wider political row, with critics accusing Sukkot of seeking confrontation for political gain.

RT’s Charlotte Dubenskij takes a closer look at the events.  

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Israeli MP takes electric saw to school gate in Arab town (VIDEO)

Far-right lawmaker Zvi Sukkot sparked chaos in Tuba-Zangariyye after being denied entry to the facility

A visit by a far-right lawmaker to an Arab town in northern Israel has sparked controversy after local leaders accused him of staging a political provocation and sought to block the trip. 

Knesset Education Committee chairman Zvi Sukkot of the Religious Zionism party traveled to Tuba-Zangariyye last week under heavy police protection to discuss what he described as “crime and violence” in the local education system.

The leaders of the predominantly Bedouin Arab town in the Galilee region, however, made clear he was not welcome, calling the trip a “racist” political stunt rather than an educational tour, and locked the gates of a local school ahead of his arrival. After being denied entry, Sukkot was filmed using an electric saw during a confrontation outside the school, and the footage quickly went viral. 

“What we least expected was for a member of the Israeli Knesset and the chairman of Israel’s Education Committee to behave in such a way,” Tuba-Zangariyye council head Muayyad Haib told RT, describing the visit as “extremely provocative” and saying it left some children “terrified.” 

Haib said residents opposed the visit because of Sukkot’s previous statements and actions toward the community, adding that the lawmaker proceeded with the trip despite the repeated objections of local officials. 

Sukkot has defended his actions and vowed to push for cuts to state funding for schools, arguing that the State of Israel should not invest “even one shekel” in such an education system. 

The incident has fueled a wider political row, with critics accusing Sukkot of seeking confrontation for political gain.

RT’s Charlotte Dubenskij takes a closer look at the events.  

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Terapia CAR-T Cell mostra resposta de 87,5% em pacientes com linfoma

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Um estudo com a terapia celular CAR-T Cell para o tratamento de linfoma e leucemia conseguiu obter uma resposta de 87,5% em pacientes com linfoma não Hodgkin que já haviam passado por outros tratamentos sem sucesso, como quimioterapia, radioterapia e transplante. 

A pesquisa foi desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde. 

Notícias relacionadas:

Os resultados são preliminares e foram apresentados nesta quarta-feira (10) pelo Ministério da Saúde, que investiu R$ 100 milhões na pesquisa.

“Os resultados são muito animadores e trazem uma esperança para os pacientes que precisam desse tratamento. O Comitê de Inovação, formado pelos diretores da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] reforçou que vai tratar desse produto como um dos produtos inovadores e, com isso, acelerar a avaliação e o acompanhamento que já são feitos permanentemente pela equipe técnica da Anvisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O ministro explicou que, como o estudo ainda está em andamento, novos pacientes continuarão sendo recrutados, seguindo os padrões internacionais.

“É preciso acompanhar o paciente por pelo menos um ano a partir da data de aplicação da terapia para analisar os marcadores de segurança e eficácia”, disse Padilha. Como o último paciente foi incluído em maio, estima-se um prazo de cerca de um ano e meio para a conclusão das análises e a possível aprovação do registro.

Atualmente, um tratamento similar na rede privada custa R$ 2,5 milhões. A expectativa do governo é que, ao ser incorporado ao SUS, o tratamento seja oferecido de forma totalmente gratuita. 

O custo de aquisição pelo Ministério da Saúde também deve ser reduzido devido à escala de produção e ao fato de envolver instituições públicas e sem fins lucrativos. A fábrica em Ribeirão Preto, apontada como a maior da América Latina e do Sul Global, tem capacidade para produzir até 1 mil terapias desse tipo.

Foco no público infantojuvenil

A pesquisa clínica da CAR-T Cell também contempla crianças e adolescentes. No caso da leucemia linfoide aguda, o câncer mais comum na infância, responsável por 70% a 80% dos casos infantis, os pacientes recrutados têm entre três e 25 anos de idade. 

Embora mais de 90% das crianças respondam bem à quimioterapia convencional, a terapia celular surge como uma alternativa vital para os 10% que não apresentam resposta ao tratamento padrão. Já para os linfomas, cuja prevalência é significativamente menor em crianças, o recrutamento é voltado para maiores de 18 anos.

Programa Genomas

Padilha disse ainda que o governo federal fez um aporte de R$ 180 milhões para a segunda fase do programa Genomas Brasil. O projeto, que existe desde 2020 e tem a USP de Ribeirão Preto como uma de suas bases, agora incluirá novas universidades, como a Universidade de Brasília (UnB), que terá o primeiro laboratório do gênero na região Centro-Oeste, e mais hospitais do SUS.

“O projeto Genomas é um orgulho para o país. O Brasil é um dos países com maior diversidade genômica, segundo dados do projeto. Isso faz com que o Brasil seja um país com grande potencial para o desenvolvimento de medicamentos”, destacou o ministro.

Ele destacou ainda que a nova lei de pesquisa clínica, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desburocratizou e encurtou os prazos de aprovação de estudos no país, o que aumentou a participação do Brasil no cenário internacional de pesquisas clínicas em 30%, no ano de 2025.

“O mapeamento do exoma, viabilizado por laboratórios parceiros do projeto, passou a ser garantido pelo Ministério da Saúde para todos os centros de especialidades do SUS. Essa tecnologia permite que o diagnóstico de doenças raras em crianças, que antes demorava cerca de sete anos, seja realizado nos primeiros seis meses de vida, antecipando tratamentos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou Padilha.

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Terapia CAR-T Cell mostra resposta de 87,5% em pacientes com linfoma

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Um estudo com a terapia celular CAR-T Cell para o tratamento de linfoma e leucemia conseguiu obter uma resposta de 87,5% em pacientes com linfoma não Hodgkin que já haviam passado por outros tratamentos sem sucesso, como quimioterapia, radioterapia e transplante. 

A pesquisa foi desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan e o Ministério da Saúde. 

Notícias relacionadas:

Os resultados são preliminares e foram apresentados nesta quarta-feira (10) pelo Ministério da Saúde, que investiu R$ 100 milhões na pesquisa.

“Os resultados são muito animadores e trazem uma esperança para os pacientes que precisam desse tratamento. O Comitê de Inovação, formado pelos diretores da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] reforçou que vai tratar desse produto como um dos produtos inovadores e, com isso, acelerar a avaliação e o acompanhamento que já são feitos permanentemente pela equipe técnica da Anvisa”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O ministro explicou que, como o estudo ainda está em andamento, novos pacientes continuarão sendo recrutados, seguindo os padrões internacionais.

“É preciso acompanhar o paciente por pelo menos um ano a partir da data de aplicação da terapia para analisar os marcadores de segurança e eficácia”, disse Padilha. Como o último paciente foi incluído em maio, estima-se um prazo de cerca de um ano e meio para a conclusão das análises e a possível aprovação do registro.

Atualmente, um tratamento similar na rede privada custa R$ 2,5 milhões. A expectativa do governo é que, ao ser incorporado ao SUS, o tratamento seja oferecido de forma totalmente gratuita. 

O custo de aquisição pelo Ministério da Saúde também deve ser reduzido devido à escala de produção e ao fato de envolver instituições públicas e sem fins lucrativos. A fábrica em Ribeirão Preto, apontada como a maior da América Latina e do Sul Global, tem capacidade para produzir até 1 mil terapias desse tipo.

Foco no público infantojuvenil

A pesquisa clínica da CAR-T Cell também contempla crianças e adolescentes. No caso da leucemia linfoide aguda, o câncer mais comum na infância, responsável por 70% a 80% dos casos infantis, os pacientes recrutados têm entre três e 25 anos de idade. 

Embora mais de 90% das crianças respondam bem à quimioterapia convencional, a terapia celular surge como uma alternativa vital para os 10% que não apresentam resposta ao tratamento padrão. Já para os linfomas, cuja prevalência é significativamente menor em crianças, o recrutamento é voltado para maiores de 18 anos.

Programa Genomas

Padilha disse ainda que o governo federal fez um aporte de R$ 180 milhões para a segunda fase do programa Genomas Brasil. O projeto, que existe desde 2020 e tem a USP de Ribeirão Preto como uma de suas bases, agora incluirá novas universidades, como a Universidade de Brasília (UnB), que terá o primeiro laboratório do gênero na região Centro-Oeste, e mais hospitais do SUS.

“O projeto Genomas é um orgulho para o país. O Brasil é um dos países com maior diversidade genômica, segundo dados do projeto. Isso faz com que o Brasil seja um país com grande potencial para o desenvolvimento de medicamentos”, destacou o ministro.

Ele destacou ainda que a nova lei de pesquisa clínica, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, desburocratizou e encurtou os prazos de aprovação de estudos no país, o que aumentou a participação do Brasil no cenário internacional de pesquisas clínicas em 30%, no ano de 2025.

“O mapeamento do exoma, viabilizado por laboratórios parceiros do projeto, passou a ser garantido pelo Ministério da Saúde para todos os centros de especialidades do SUS. Essa tecnologia permite que o diagnóstico de doenças raras em crianças, que antes demorava cerca de sete anos, seja realizado nos primeiros seis meses de vida, antecipando tratamentos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou Padilha.

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Two pangolin traffickers in South Africa sentenced to eight years in prison

The Molopo Regional Court in Mahikeng, South Africa, sentenced two wildlife traffickers, Edward Motlatsi Phiri, 46, and Tlhoriso France Ralph, 51, to eight years in prison. They were convicted of smuggling a Temminck’s pangolin, a vulnerable species native to Southern and Eastern Africa, according to a statement released by the North West province’s environment agency. The judgment, delivered on May 26, 2026, followed the arrest of four suspects on June 2, 2023, when law enforcement authorities, acting on a tip, intercepted a vehicle in which they were traveling and seized a live female pangolin (Smutsia temminckii) intended for sale. During the court hearing three years later, charges against two accused traffickers were withdrawn while Phiri and Ralph were found guilty. “This sentence sends a strong message that wildlife crime is a serious offense with devastating environmental consequences,” said Bitsa Lenkopane, with the Economic Development, Environment, Conservation and Tourism in the North West province, in a statement. “Every operation, every investigation, and every successful prosecution strengthen our collective fight against illegal wildlife trafficking.” Pangolins are trafficked for their scales, worth thousands of dollars on the black market. They are falsely believed to have medicinal qualities in East Asia. The demand has driven steep declines in pangolin numbers worldwide: Six of the eight species are classified as endangered or critically endangered today. Pangolins are also consumed as bushmeat in parts of Africa. These mammals are protected under South African law, which prohibits their possession, sale, display or transportation. Their international commercial trade…This article was originally published on Mongabay

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Ohne Zukunft verblieben – Europas Kampfflugzeug der Zukunft

Von https://t.me/milinfolive

Frankreich und Deutschland haben das Scheitern ihres gemeinsamen Programms zur Entwicklung eines Kampfflugzeugs der sechsten Generation, des Future Combat Air System (FCAS), eingeräumt, das sie im Jahr 2017 begonnen hatten.

Ursprünglichen Plänen zufolge hätte der im Rahmen dieses Programms entwickelte NGF-Kampfjet (New Generation Fighter) bereits in den Jahren 2027/28 seinen Erstflug absolvieren und bis zum Jahr 2045 die französische Rafale und den deutschen Eurofighter Typhoon ersetzen sollen.

Logisch wäre gewesen, wenn der Ausbruch des Ukraine-Konflikts und die darauffolgende Verschlechterung der Beziehungen zwischen den USA und Europa die Europäer dazu bewegt hätten, ihre Pläne beschleunigt umzusetzen. Doch die Realität entpuppte sich als gnadenlos.

Bezeichnenderweise waren die Hauptgründe für die Einstellung des Projekts nicht technische, sondern eher politische und wirtschaftliche Probleme: Jahrelang konnten sich die beiden wichtigsten beteiligten Konzerne der beiden Länder, Airbus und Dassault, in vielen Punkten nicht einigen. Darunter fielen Projektleitung, Kontrolle über Schlüsseltechnologien und geistige Eigentumsrechte.

Auch die Unterschiede bei den Anforderungen der beiden Länder erwiesen sich als problematisch:

Frankreich plante den Mehrzweck-Düsenjäger als Träger von Atomwaffen und für Einsätze von Flugzeugträgern aus (denn das Land besitzt ja beides), was die Programmkosten erheblich in die Höhe trieb. Deutschland hingegen benötigte ein wirtschaftlicheres Flugzeug für konventionelle Missionen und für Flugplätze an Land.

Wie dem auch sei: Das Scheitern des FCAS ist ein schwerer Rückschlag für Europas erklärten Pläne zur strategischen Autonomie von den USA, zur militärischen Souveränität und zum Aufbau eigener robuster, von anderen Ländern unabhängiger Streitkräfte. Europas Unfähigkeit, sich untereinander über die Entwicklung eines eigenen, gemeinsamen zukünftigen Kampfflugzeugs zu einigen, wirft eine grundlegendere Frage auf: Wie wollt ihr denn eine gemeinsame Armee aufbauen?

Bloße Demagogie ist dies nämlich keineswegs: Die westliche Militärdoktrin der gesamten Nachkriegszeit beruhte stets auf der Erlangung der Lufthoheit, mit der dann der Sieg am Boden errungen werden soll. Doch von welcher Art von Luftdominanz und erst recht von welcher Unabhängigkeit von den USA in Verteidigungsfragen kann man sprechen, wenn man nun deren F-35-Kampfjets der fünften Generation beschaffen und auch künftig einen mehr als ernsten Blick auf die im Rahmen des NGAD-Programms entwickelten Kampfjets der sechsten Generation werfen muss?

Darüber hinaus kommen vor einem solchen Hintergrund auch Fragen zum paneuropäischen Programm für das Hauptkampfsystem für Bodentruppen (MGCS) auf, das die Hauptkampfpanzer Leopard 2 und Leclerc ersetzen soll. Werden die Europäer denn nicht auch darüber erneut wie Schwan, Hecht und Krebs in Streit geraten, sich gegenseitig ausschließende Anforderungen an das Projekt sowie Bedingungen für dessen Lokalisierung in verschiedenen Ländern stellen und es schließlich frustriert aufgeben?

Die Situation mit FCAS zeigt, dass wahre militärische und technologische Unabhängigkeit von anderen Ländern mehr erfordert als Geld, Technologie und politische Erklärungen. Es bedarf der Kompromissbereitschaft und der Fähigkeit, mögliche Kompromisse zu finden, des Verhandlungsgeschicks in Schlüsselfragen und eines konsequenten Vorgehens. Solange die Europäische Union eine bunte Koalition von Ländern mit völlig unterschiedlichen Zielen bleibt, wird es offenbar unmöglich sein, solche Widersprüche wirksam zu lösen.

Das aber bedeutet, dass es unwahrscheinlich ist, dass wir im nächsten Jahrzehnt eine vollständig autonome EU-Armee sehen werden, die nicht mehr von den USA und der NATO abhängig ist und zudem eine effektive, einheitliche Befehlsgewalt bei der Entscheidungsfindung zeigt.

Natürlich knallen in Washington angesichts dieser Nachricht die Sektkorken.

Das heißt aber nicht, dass Europa seine Pläne, einen eigenen Weg zu gehen, komplett aufgeben wird. Es bedeutet vielmehr, dass man dort den eigenen Zeitplan für die Umsetzung dieser Pläne dringend wird überarbeiten müssen. Dies beginnt mit einem Wandel weg von der Kultur des nationalen Protektionismus in der Verteidigungsindustrie und einem Übergang von den Wünschen einzelner Länder zu einer gemeinsamen strategischen Planung.

Übersetzt aus dem Russischen.

https://t.me/milinfolive ist ein russischer Telegram-Kanal, auf dem der anonyme Autor oder die Autoren kurze Kommentare und Analysen aus eigener Feder zu aktuellen militärischen und politischen Anlässen veröffentlichen und Kommentare Dritter nebst Nachrichten aus demselben Themenbereich reposten.

Dieser Beitrag wurde exklusiv für RT verfasst.

Mehr zum ThemaEU-Rüstungsindustrie bleibt noch lange zurück – Russland hat Zeit, in der Ukraine zu siegen

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Caso arbitro somalo, Infantino spudorato: “Episodio sfortunato e spiacevole. Non possiamo controllare tutto”

“Un caso sfortunato e spiacevole”. Così Gianni Infantino – presidente della Fifa – ha commentato il caso diventato internazionale dell’arbitro somalo, Omar Artan, a cui è stato negato l’ingresso negli Stati Uniti, dove si era recato in quanto arbitro designato per i Mondiali 2026. “È spiacevole quello che è successo a… Omar, l’arbitro somalo. Ma, ripeto, non possiamo controllare tutto“, ha dichiarato Infantino in una conferenza stampa alla vigilia del torneo.

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Omar Artan, che nel 2025 è stato eletto come miglior arbitro dell’Africa da parte della Federazione africana, è stato trattenuto e interrogato per 11 ore in aeroporto e alla fine è stato rimandato indietro, in Somalia, dove è stato accolto da eroe. “Non mi lascio scoraggiare, nel 2030 tornerò e renderò la Somalia orgogliosa”, ha detto Artan al rientro a Mogadiscio. Successivamente è stato anche portato in uno stadio, accolto da migliaia di tifosi.

Artan è stato cacciato senza una motivazione ufficiale. Nel frattempo, un funzionario del Dipartimento di Stato americano parlando con i media francesi ha dichiarato che l’arbitro era “legato a presunti membri di organizzazioni terroristiche” e che dunque “il viaggiatore non era idoneo all’ingresso negli Stati Uniti”. Come spiega però il New York Times, potrebbe trattarsi di un clamoroso caso di omonimia, visto che Artan ha più volte ribadito di non sapere nulla di organizzazioni terroristiche – di Al-Shabab nello specifico – e di essere solo un arbitro di calcio.

La decisione è stata presa “per ottime ragioni”, si è limitato a dire Andrew Giuliani, direttore esecutivo della task force Fifa della Casa Bianca. “Ci sono cose di cui non possiamo parlare. Posso dire che chiunque parli con ‘soggetti negativi‘ che mirano a danneggiare gli Stati Uniti non saranno ammessi nel nostro paese. Non permetteremo che un torneo di calcio, anche se enorme, diventi una minaccia per gli americani. Siamo orgogliosi del lavoro che è stato fatto sinora a livello di visti: vogliamo che ci sia massima sicurezza per tutti”, ha aggiunto a Sky News

L'articolo Caso arbitro somalo, Infantino spudorato: “Episodio sfortunato e spiacevole. Non possiamo controllare tutto” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Israel faces legal action for abuse of Gaza flotilla captives

Widespread allegations of brutal treatment of activists and open mockery by far-right Israeli minister Itamar Ben-Gvir are at the heart of the inquiries

Italy has launched a probe into far-right Israeli National Security Minister Itamar Ben-Gvir’s alleged mistreatment of multinational activists who took part in an aid flotilla bound for Gaza, days after a similar investigation was opened by France. It comes as the EU is considering sanctions on Ben-Gvir over the alleged abuse.

The scandal was triggered by the IDF’s interception of the Global Sumud Flotilla in May, an international civilian initiative set up to break the Israeli blockade of Gaza. Activists have repeatedly attempted to reach the Palestinian enclave over the years, but their vessels have ended up attacked, sunk, burned, bombed, or stopped by Israeli forces.

The enclave remains in dire need of humanitarian assistance. Nearly its entire population of approximately 2.1 million is displaced, while roughly 60% of Palestinians in Gaza have lost their homes during the latest war between Israel and Hamas.

The latest attempt to run the blockade was no exception – the ships were boarded by the Israeli military in international waters off Cyprus and over 400 activists were detained. The detainees were expelled after a few days in custody, alleging widespread mistreatment at the hands of the Israeli forces, including beatings, torture, sexual assault, and outright rape.

While Israel has repeatedly taken an extremely heavy-handed approach to those involved in such endeavors, the latest incident was further aggravated by the actions of Ben-Gvir. The minister showed up at a prison ship housing the detainees waving a large Israeli flag, taunting the kneeling and bound activists and urging the government to jail them for a long time. He also posted the video online.

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RT
What is the Gaza flotilla ‘monstrously’ abused by Israel?

The stunt garnered Ben-Gvir widespread international condemnation, as well as some criticism at home. Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu sought to distance himself, stating that the behavior was “not consistent with the values and norms of the State of Israel.” Foreign Minister Gideon Sa’ar slammed Ben-Gvir’s prison ship stunt as a “disgraceful display,” accusing the minister of causing great “harm” to Israel and jeopardizing efforts to fix the country’s international image. The right-wing politician stood by his actions however, accusing Sa’ar of submitting to “supporters of terrorism.” 

Multiple nations have formally condemned the treatment of the Global Sumud Flotilla activists, with some also taking aim at Ben-Gvir. France banned the minister from entry days after he published his stunt, citing his “reprehensible actions towards French and European citizens.” Poland also imposed a travel ban on the minister, while Ireland last week barred Ben-Gvir, as well as extreme-right Finance Minister Bezalel Smotrich, from entering the country over the flotilla case and anti-Palestinian remarks. 

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FILE PHOTO: Israeli security forces escorting a detained activist from the Global Sumud Flotilla.
Gaza flotilla activists accuse Israel of rape and torture

Last week, France opened a preliminary investigation into suspected “torture” and “war crimes” against the crew of the Gaza-bound flotilla. Italy, which has emerged as a strong supporter of Israel in the conflict with Hamas, reportedly took similar action on Monday. Italian prosecutors have begun an investigation of Ben-Gvir on suspicion of torture and kidnapping of the country’s nationals among the activists.

The Italian probe was openly mocked by the recalcitrant minister, who said he would not “shy away from one investigation or another and will continue to stand proudly alongside our fighters.”

“The land of the Boot has become the land of the flip-flop,” he added, referring to Italy’s geographical shape and an apparent shift in its position towards Israel.

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Canada demands Israel flotilla abuse probe

The remarks landed poorly in Rome, with Italian Foreign Minister Antonio Tajani lashing out at Ben-Gvir. “Unacceptable words that we send back to the sender; they are not worthy of a minister,” Tajani wrote on X on Tuesday.

The probes come as the EU is expected to consider imposing restrictions on the Israeli firebrand. The flotilla incident has also reignited the drive for broader measures against West Jerusalem, including the potential suspension of the EU-Israel Association Agreement. 

While the sanctions against Ben-Gvir are expected to be discussed as soon as next week, it remains unclear whether the bloc will adopt them given the lack of consensus. The Czech Republic has vowed to block any anti-Israel initiatives even if it means opposing all the other member states.

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Correios vão ajudar a distribuir veículos para atendimento do SUS

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Com apoio logístico dos Correios, 5.655 veículos do PAC Saúde serão distribuídos para todos os estados e o Distrito Federal. O objetivo é ampliar a capacidade de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e reforçar os serviços de saúde em regiões urbanas, rurais e de difícil acesso.

A frota inclui ambulâncias, unidades odontológicas móveis, vans e micro-ônibus que ajudarão estados e municípios a ampliar o transporte de pacientes e a oferta de atendimentos médicos e odontológicos.

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A primeira etapa da operação começou na última semana de maio, quando motoristas dos Correios coletaram 68 veículos em montadoras localizadas em Lauro de Freitas (BA), São Mateus (ES) e Sorocaba (SP). Os veículos foram levados ao Hospital das Clínicas da USP, em Ribeirão Preto (SP), antes de seguirem para os destinos finais.

A distribuição mobiliza a estrutura logística nacional dos Correios, responsável por coordenar rotas e entregas simultaneamente em diferentes regiões do país. A operação é considerada estratégica para garantir que os veículos cheguem aos municípios beneficiados, inclusive em localidades remotas.

Com a chegada dos novos veículos, a expectativa é ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzir dificuldades de deslocamento para consultas e tratamentos e fortalecer o atendimento prestado pelo SUS.

O PAC Saúde integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e reúne investimentos voltados à modernização e expansão da infraestrutura da saúde pública. Entre as ações previstas estão a aquisição de veículos e equipamentos, além da ampliação da rede de atendimento em todo o país.

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Eleições Peru: vantagem de Sánchez sobre Fujimori cai para 7 mil votos

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A apuração dos votos da eleição presidencial no Peru segue dramática, nesta quarta-feira (10), com a vantagem do candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino tendo caído para apenas 7,3 mil votos sobre a candidata de direita Keiko Fujimori, em um universo de mais de 27 milhões de eleitores aptos a votar.

Com 97,8% das urnas apuradas, Sánchez tem 50,020% dos votos válidos contra 49,980% para Keiko. Ao meio dia de ontem (9), Sánchez estava com 19 mil votos à frente de Keiko com 95,9% das urnas apuradas. 

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A diferença chegou a cerca de 4 mil votos na manhã de hoje, mas voltou a crescer nas últimas atualizações. Até o fechamento desta reportagem, foram computados 9.014951 votos para Sánchez e 9.7614.917 de votos para Keiko, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru

O candidato esquerdista chegou a abrir, ao longo das últimas 24 horas, mais de 40 mil votos de distância de Fujimori, mas essa diferença vem caindo ao longo das últimas horas, com crescimento dos votos para a filha do ex-ditador Alberto Fujimori, que governou o país entre 1990 e 2000.

A apuração dos votos dos peruanos no exterior, que está mais atrasada, vem dando vantagem a Keiko, que soma 63,3% dos votos contra 36,6% para Sánchez.

Do total de 92,7 mil atas da eleição peruana, restam 378 para serem contabilizadas. Dos eleitores peruanos, 1,2 milhão estão no exterior, o que representa 4,4% do total de eleitores, segundo dados oficiais.

Reviravoltas

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de terem sido primeiro computadas as urnas de Lima, a capital.

Porém, o resultado parcial teve uma reviravolta na segunda-feira (8), quando Sánchez ultrapassou numericamente Keiko com 93,9% das urnas apuradas

Apesar da apuração está se aproximando dos 100% das urnas apuradas, o Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser finalizados apenas em “meados de julho”.

Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1,3 mil atas “em observação”

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori, condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

 

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"Fahnen-Gate" mit AfD: Klöckner verbietet Deutschlandfahnen

Wer darf die Deutschlandfahne zeigen und zu welchem Anlass? Nach Auffassung der Parlamentspräsidentin ist die Deutschlandfahne ein politisches Symbol – und darf entsprechend unerlaubt an der äußeren Fassade des Bundestages nicht gezeigt werden. Auch das kurzzeitige Schwenken zum Begrüßen einer vorbeiziehenden Demo ist nicht gestattet.

Die Strenge der Regelung erfuhren die stellvertretende AfD-Fraktionsvorsitzende Beatrix von Storch und ihre Kollegen am eigenen Leibe, als ein Mitarbeiter die Demo des "M1llion Projekt" unter dem Balkon des Büros des AfD-Abgeordneten Stefan Keuter mit dem Schwenken einer Deutschlandfahne begrüßte.

Unten war ein Fahnenmeer aus Deutschlandfahnen zu sehen, die Menge skandierte: "Merz muss weg!" Der AfD-Balkon demonstrierte insofern gewissermaßen von oben her "mit". Doch die stimmungsvolle Aktion endete mit dem Einrücken der Polizei: Es bestünde der Verdacht, dass das Zeigen der Fahne auf dem Balkon gegen die Hausordnung verstoße, teilte ein Polizist mit – RT DE berichtete. Nun bestätigt von Storch, dass in der Tat auch Schwarz-Rot-Gold in den Büros verboten ist, wenn die Flagge von außen sichtbar ist. 

"Es soll tatsächlich wahr sein: Die Bundestagspräsidentin habe mir verboten, meine 🇩🇪-Fahne aus meinem Büro im Bundestag zu hängen. Geschweige denn zu schwenken. Nicht mal ins Fenster soll ich sie hängen dürfen",

schrieb sie zu ihrem auf X veröffentlichten Video am Mittwoch. Die Regelung bezeichnete die Politikerin als "gewaltigen Fehler" und wies daraufhin, dass der Bundestag "Dem Deutschen Volke" gehöre. Sie kündigte an, diese Frage weiterverfolgen zu wollen. 

Es soll tatsächlich wahr sein: Die Bundestagspräsidentin habe mir verboten, meine
🇩🇪-Fahne aus meinem Büro im Bundestag zu hängen. Geschweige denn zu schwenken. Nicht mal ins Fenster soll ich sie hängen dürfen. Wir müssen reden! Die rosa-TüTü-🌈 🦄 -Fahne steht damit nicht auf… pic.twitter.com/dkARXMkmNi

— Beatrix von Storch (@Beatrix_vStorch) June 10, 2026

Wie die JF am Mittwoch berichtete, ist das Anbringen von Fahnen in Fenstern der Büros von Bundestagsabgeordneten "grundsätzlich und unabhängig von der konkreten Symbolik nicht gestattet". Dies hätte ein Sprecher der von Parlamentspräsidentin Julia Klöckner (CDU) geführten Bundestagsverwaltung bereits im vergangenen Jahr betont. Es bestehe ein generelles Verbot, das auch Deutschland- oder Europafahnen sowie andere Fahnen und Aushänge betreffe, berichtet die Zeit.

Besonders empörend fanden die Abgeordneten Keuter und Storch die Gleichsetzung von Regenbogen- und Deutschlandfahne. Bereits früher hatte die Bundestagsverwaltung mehrere Abgeordnete dazu aufgefordert, an ihren Büros angebrachte Regenbogenfahnen zu entfernen. Begründet wurde das, wie auch nun im Fall Keuter und von Storch, mit der Hausordnung des Parlaments. Klöckners Sprecher erklärte, dass es sich um einen Routinevorgang handele. Die Bundestagsverwaltung war nach Angaben des Sprechers kürzlich von Abgeordneten darauf hingewiesen worden, dass in von außen sichtbaren Fenstern von Abgeordnetenbüros Regenbogenflaggen angebracht waren. Auch von Storch hatte einen Polizisten während des Einsatzes gegen die Deutschlandfahne darauf hingewiesen, dass in einem Büro gegenüber die Regenbogenfahne im Fenster hing. 

Von Storch kritisierte jedoch, dass Klöckner keinen Unterschied zwischen dem tatsächlich politischen Symbol Regenbogenfahne, mit dem "mehr Rechte für sogenannte Queere" gefordert würden, und der Nationalfahne gemacht würde, die für das deutsche Volk stehe, dem das Parlament gewidmet sei, wie gut lesbar über dem Hauptportal zu sehen sei.

In Paragraf 4 der Hausordnung des Bundestages heißt es konkret:

"Das Anbringen von Aushängen, insbesondere von Plakaten, Postern, Schildern und Aufklebern an Türen, Wänden oder Fenstern in den allgemein zugänglichen Gebäuden des Deutschen Bundestages sowie an Fenstern und Fassaden dieser Gebäude, die von außen sichtbar sind, ist ausnahmslos nicht gestattet."

Der aktuelle Vorgang klärte nun, dass dies auch die Deutschlandfahne betrifft, wenn diese ohne Genehmigung sichtbar gehisst wird. Die Nationalflagge weht gleichwohl natürlich offiziell sowohl vor dem Parlament als auch auf drei der vier Türme des Reichstagsgebäudes. 

Mehr zum Thema - Sauerland: Dutzende Deutschlandfahnen gehisst – Staatsschutz ermittelt

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Queda de bimotor deixa dois mortos em Marília, interior de São Paulo

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A queda de um avião bimotor, no fim da manhã desta quarta-feira (10), deixou duas pessoas mortas em Marília, no interior paulista.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do município, o avião de pequeno porte decolou às 11h13 e caiu logo em seguida em um campo de uma associação atlética, ao lado da pista do aeroporto.

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O Corpo de Bombeiros confirmou que duas pessoas morreram e uma ficou ferida. Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao pronto-socorro da região.

O grupo Ponzan Alimentos confirmou que a aeronave pertencia à empresa e que o piloto, morto no acidente, era um de seus funcionários.

“Até o momento, as causas do acidente não foram oficialmente confirmadas. As circunstâncias da ocorrência estão sendo apuradas pelos órgãos e autoridades competentes, e a empresa acompanha os desdobramentos com atenção, responsabilidade e total colaboração”, disse o grupo, em nota.

Matéria alterada às 16h23 para correção. O avião que caiu é um bimotor, e não um monomotor, como informado anteriormente. 

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PM publica decreto que aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio

Logo Agência Brasil

A Polícia Militar de São Paulo publicou o despacho que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso acusado pelo feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. Na estrutura militar, a medida equivale à aposentadoria. Ele está preso preventivamente desde o dia 18 de março.

Embora essa decisão já tivesse sido anunciada em uma portaria, o ato que a oficializou só foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo nesta terça-feira (9), com assinatura do diretor de Inatividade e Pensão Militar, coronel Antonio Thomazelli Júnior.

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No despacho, o tenente-coronel acusado de assassinato foi transferido oficialmente para a reserva da polícia. Em suas redes sociais, o advogado Miguel José da Silva Junior, que defende a família da soldado Gisele, disse que lhe causou espanto a “celeridade da PM em aposentá-lo”.

Para o advogado, essa decisão demonstra que a PM está “dando privilégios” ao tenente-coronel. 

“Essa aposentadoria não vai barrar o Conselho de Justificação, que vai demiti-lo. Nós temos convicção disso. Por outro lado, não é justo que esse cidadão, que cometeu um crime tão bárbaro, continue recebendo valores à custa da população e inclusive dos pais da Gisele, que pagam seus tributos”, falou o advogado em um vídeo publicado em seu Instagram.

Gisele era casada com o tenente-coronel e foi encontrada morta, com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que o casal morava, na capital paulista. O tenente-coronel chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita.

Laudos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram marcas de agressão incompatíveis com suicídio. A família da vítima contestou a versão de suicídio desde o registro da ocorrência.

Por meio de nota, a Polícia Militar informou que a transferência do oficial para a reserva “ocorreu em conformidade com a legislação vigente e não impede eventual responsabilização penal ou disciplinar”.

De acordo com a PM, atualmente o vínculo financeiro do tenente-coronel é com a São Paulo Previdência (SPPrev), gestora do Regime Próprio de Previdência do Estado de São Paulo e dos benefícios militares, e uma eventual perda do posto e patente e também de remuneração do tenente-coronel só podem ocorrer após decisão definitiva do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo.

“A Corregedoria da instituição concluiu o Inquérito Policial Militar (IPM) e encaminhou o procedimento à Justiça. A Polícia Civil também concluiu o inquérito policial, remetido ao Poder Judiciário. Além disso, foi instaurado Conselho de Justificação (CJ), publicado no Diário Oficial do Estado em 31 de março de 2026, que segue em fase de instrução e tramita de forma independente do processo criminal”, diz ainda a nota da PM.

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Spionage für Russland? Ex-Soldat im Fadenkreuz schwedischer Behörden

Die schwedische Staatsanwaltschaft verdächtigt einen 34-jährigen Mann der Spionage für Russland. Laut einer Presseerklärung wurde der Mann bereits Anfang Januar in Haft genommen. Am 15. Juni muss er sich in Stockholm vor Gericht verantworten.

In der Vergangenheit diente der Verdächtige nach Angaben der Behörden in den schwedischen Streitkräften und verfügte über Zugang zu vertraulichen Informationen. Im November 2025 sei er nach Moskau gereist und habe sich dort mit einem Vertreter der russischen Geheimdienste getroffen. Während des Treffens habe der Schwede versucht, Informationen zu übermitteln. Ob es ihm gelungen sei, präzisiert die Erklärung nicht.

Der Angeklagte muss sich außerdem wegen Stalkings im Zeitraum von Dezember 2025 bis einschließlich Januar 2026 verantworten. Des Weiteren sitzt er parallel zur laufenden Anklage wegen Anstiftung zum Mord in Untersuchungshaft. Aufgrund der laufenden Ermittlungen geben die Behörden derzeit keine weiteren Einzelheiten bekannt.

Laut schwedischen Medien war der Verdächtige zwischen 2018 und 2022 als IT-Berater für ein Unternehmen tätig, das mit den nationalen Streitkräften zusammenarbeitete. Im Jahr 2024 soll er sein eigenes Unternehmen im Bereich Cybersicherheit gegründet haben.

Mehr zum ThemaPolen: Drei Personen unter Verdacht auf Spionage für Russland festgenommen

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A UFC fight at the White House: Trump’s controversial sporting event sparks a wave of criticism

The image is unprecedented even by Washington standards. A massive four-pronged steel structure known as “The Claw” rises above the White House South Lawn as workers put the finishing touches on the venue that will host UFC Freedom 250. The mixed martial arts event, promoted by President Donald Trump and UFC CEO Dana White, is intended to commemorate the 250th anniversary of American independence.

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© Kevin Lamarque (REUTERS)

Temporary arena for the UFC Freedom 250 fight at the White House on June 9.
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